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	<title>Arquivos política - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Oct 2025 16:49:59 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Namíbia é o primeiro país do mundo a ter mulheres nos cargos mais altos do governo</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/namibia-e-o-primeiro-pais-do-mundo-a-ter-mulheres-nos-cargos-mais-altos-do-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 08:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Nam&#237;bia entrou para a hist&#243;ria ao se tornar o primeiro pa&#237;s do mundo a ter mulheres ocupando simultaneamente os tr&#234;s cargos mais altos do governo: Presidente, Vice-Presidente e Presidente da Assembleia Nacional. A conquista, celebrada durante a 80&#170; Assembleia Geral da ONU em setembro, foi destacada pela presidente Netumbo Nandi-Ndaitwah como um marco do [&#8230;]</p>
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<p>A <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/netumbo-nandi-ndaitwah-faz-historia-ao-tomar-posse-como-primeira-mulher-presidente-da-namibia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Namíbia </a></strong>entrou para a história ao se tornar o primeiro país do mundo a ter mulheres ocupando simultaneamente os três cargos mais altos do governo: Presidente, Vice-Presidente e Presidente da Assembleia Nacional. A conquista, celebrada durante a<strong> 80ª Assembleia Geral da ONU</strong> em setembro, foi destacada pela <strong>presidente Netumbo Nandi-Ndaitwah</strong> como um marco do progresso democrático e da igualdade de gênero no continente africano.</p>



<p>Empossada em 21 de março de 2025, Nandi-Ndaitwah assumiu a Presidência ao lado da <strong>vice-presidente Lucia Witbooi </strong>e da <strong>presidente da Assembleia Nacional Saara Kuugongelwa-Amadhila</strong>, formando uma equipe de liderança inteiramente feminina.</p>



<p>Durante seu discurso nas Nações Unidas, a presidente ressaltou que as nomeações se basearam em competência e dedicação, e não apenas em critérios de gênero. Ela reafirmou o compromisso do governo com o combate à violência de gênero, a ampliação dos direitos econômicos e fundiários das mulheres e o empoderamento da juventude por meio da educação e de oportunidades de emprego.</p>



<p>A conquista da Namíbia é resultado de um processo contínuo iniciado após a independência do país, em 1990. O partido governista SWAPO implementou políticas de promoção da igualdade de gênero, incluindo o sistema de cotas conhecido como “zebra”, que garante paridade entre homens e mulheres em cargos políticos.</p>



<p>Hoje, as mulheres representam cerca de 49% do Parlamento e 44% dos cargos ministeriais, colocando a Namíbia entre os países com maior representatividade feminina no mundo — e líder no continente africano. Esse avanço reflete reformas estruturais e o trabalho de organizações da sociedade civil que atuam na formação política, no combate à violência de gênero e na promoção da autonomia econômica feminina.</p>
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		<title>Presença negra na política brasileira: conquistas e urgências</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/presenca-negra-na-politica-brasileira-conquistas-e-urgencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 09:06:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[conquistas]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[parlamentares negros]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Rachel Maia O Brasil &#233; o pa&#237;s com a maior popula&#231;&#227;o negra fora do continente africano. Segundo o Censo Demogr&#225;fico de 2022, mais de 56% da popula&#231;&#227;o brasileira se declara preta ou parda, o que corresponde a mais de 112 milh&#245;es de pessoas. Apesar disso, a presen&#231;a negra nas esferas de poder pol&#237;tico ainda [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Por: Rachel Maia</em></strong></p>



<p>O Brasil é o país com a maior população negra fora do continente africano. Segundo o Censo Demográfico de 2022, mais de 56% da população brasileira se declara preta ou parda, o que corresponde a mais de 112 milhões de pessoas. Apesar disso, a presença negra nas esferas de poder político ainda não acompanha a força demográfica.</p>



<p>Esse cenário cria a expectativa de que a composição política reflita de forma mais fiel a realidade racial brasileira. No entanto, a comparação entre a população e a representatividade política expõe um déficit estrutural que precisa — e pode — ser transformado.</p>



<p>As eleições de 2026 serão um marco para avaliar se o país está disposto a avançar em direção a uma sociedade mais justa, capaz de alinhar desenvolvimento econômico, inclusão social e preservação ambiental. Não se trata de erguer muros ou reforçar separações, mas de construir pontes de união pelo Brasil, pelas futuras gerações e pelo planeta que habitamos — razões maiores da nossa existência e pertencimento.</p>



<p>Assim como tenho reforçado a importância da diversidade nas empresas, esse princípio é ainda mais urgente na política, de onde partem todas as decisões que afetam diretamente nossas vidas. É justamente o impacto que sofremos que deve orientar a luta por mais representatividade, garantindo que as vozes da maioria estejam no centro das escolhas que moldam o futuro do país.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Representatividade no Legislativo</strong></h3>



<p>Nas eleições de 2022, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), houve recorde de candidaturas de pessoas negras: 14.712, o que representa 50,27% dos inscritos — um aumento significativo em comparação a 2018, quando o índice foi de 46,4%. Também houve crescimento de 11,4% no número de candidatos eleitos em relação ao mesmo período, um marco transformador para a população brasileira. Na Câmara dos Deputados, entre 2023 e 2026, somam-se 135 parlamentares autodeclarados pretos ou pardos, de um total de 513, representando 26,3%. </p>



<p>Embora esse índice represente um avanço em relação a 2018, ainda está muito aquém dos 56% da população brasileira que se declara negra. O recorte de gênero e raça torna a desigualdade ainda mais evidente: em 2018, apenas 13 mulheres negras foram eleitas deputadas federais; em 2022, esse número subiu para 29. Um crescimento relevante, mas ainda pequeno diante da participação social e econômica que as mulheres negras efetivamente representam no país.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Desafios Estruturais</strong></h3>



<p>Nas eleições municipais de 2024, candidatos pretos e pardos representaram 52,7% das candidaturas para cargos de prefeito, vice e vereador. Apesar disso, a vitória nas urnas não acompanhou a proporção das candidaturas, revelando impedimentos estruturais de acesso a financiamento, redes de apoio e tempo de propaganda.</p>



<p>A desigualdade se explica por múltiplos fatores, desde a sub-representação persistente até a invisibilidade gerada pelo racismo estrutural. E é aqui que precisamos atuar insistentemente. É necessário que todos se conscientizem de que a união será a nossa maior ferramenta. Promover educação, saúde, empregabilidade e acesso a bens culturais e materiais para todos os brasileiros é um desejo que precisa ser compartilhado e praticado simultaneamente.</p>



<p>Fortalecer políticas afirmativas, garantir financiamento proporcional, ampliar espaços de formação política e combater o racismo institucional são caminhos para reduzir esse déficit democrático. O futuro da política brasileira depende da construção de um modelo em que negros e negras possam não apenas ocupar cadeiras, mas também influenciar agendas, decisões e políticas públicas que impactam a vida da<br>população.</p>
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		<title>Como nasceu o Julho das Pretas: da luta à mobilização nacional</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/como-nasceu-o-julho-das-pretas-da-luta-a-mobilizacao-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Débora Simões]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jul 2025 08:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[encontro nacional das mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[julho das pretas]]></category>
		<category><![CDATA[MNU]]></category>
		<category><![CDATA[mobilização]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Julho das Pretas tem movimentando as redes sociais. Mas voc&#234; conhece a origem dessa hist&#243;ria? Ou voc&#234; estava achando que foram as redes sociais (quase deuses) que escolheram esse m&#234;s, aleatoriamente? N&#227;o. N&#227;o foi assim. O nascimento e batizado do m&#234;s de julho para marcar os movimentos de luta das mulheres negras no Brasil [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/julho-das-pretas-pelo-fortalecimento-das-mulheres-negras-nos-negocios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Julho das Pretas</a></strong> tem movimentando as redes sociais. Mas você conhece a origem dessa história? Ou você estava achando que foram as redes sociais (quase deuses) que escolheram esse mês, aleatoriamente? Não. Não foi assim. O nascimento e batizado do mês de julho para marcar os movimentos de luta das mulheres negras no Brasil foi feito pelas protagonistas do movimento, por meio de articulação e organização social e política. E, falando nas protagonistas, estavam entre o elenco <strong>Lélia Gonzalez</strong>, <strong>Sueli Carneiro</strong> e tantas outras. Pois, como nos lembra <strong>Jurema Werneck</strong>: <em>nossos passos vêm de longe!</em> Se você, cara leitora / caro leitor, não conhece um ou dois desses nomes, não tem problema. Fica aqui, que você vai entender e conhecer essas estrelas (além do tempo). </p>



<p>Para entender o Julho das Pretas, é preciso olhar para além das hashtags. Esse mês nasce da força histórica de articulação política das mulheres negras no Brasil, que transformaram suas vivências e teorias em organizações, comitês, núcleos, redes — enfim, num movimento social fundamental para nossa sociedade. Aqui, vamos revisitar alguns dos marcos dessa história, como o <strong>1º Encontro Nacional de Mulheres Negras</strong>, em 1988, e a criação da <strong>Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras </strong>(AMNB). Cada um desses momentos foi decisivo para que hoje pudéssemos nomear, celebrar e reivindicar essa história.</p>



<p>Mas vamos voltar um pouco no tempo, mais precisamente para as décadas de 1970. Em plena ditadura civil-militar, os movimentos negros e de mulheres, assim como outros movimentos sociais, estavam em pleno vapor. O ato de fundação do<strong> MNU (Movimento Negro Unificado) </strong>foi em 1978 — e as mulheres negras estavam lá. No movimento negro, lado a lado na luta. Mas, muitas vezes, ficavam atrás. Não porque queriam — mas porque o machismo fazia isso. Eram elas que organizavam, cuidavam, puxavam a base. Mas, nas decisões, quem falava eram os homens. No movimento feminista, encontravam outras barreiras. As mulheres negras estavam presentes, mas suas vivências não apareciam. A luta contra o machismo era urgente, sim — mas e o racismo? E a pobreza? E os corpos que nunca couberam no ideal branco de mulher? Ser mulher negra era viver numa interseção que ninguém queria ver. E foi desse apagamento duplo que nasceu a necessidade de construir outro caminho. Por nós. Com a nossa cara.</p>



<p>Um exemplo dessas tensões entre os movimentos aconteceu em março de 1979, no Encontro Nacional de Mulheres, no Rio de Janeiro. Na ocasião, a intelectual e ativista negra Lélia Gonzalez chamou a atenção para a importância da questão racial nas relações entre mulheres negras e brancas, lamentando que, na época, não houvesse o mesmo consenso sobre o racismo que existia em relação a outras pautas femininas. Lélia denunciou que o movimento feminista, ao negar o racismo, buscava esconder a dominação e a exploração que mulheres brancas exerciam sobre mulheres negras. Ela observou que, durante aquele encontro de 1979, as feministas brancas, mesmo alinhadas a ideias progressistas e de esquerda, não reconheceram a urgência de incluir a pauta racial. A unanimidade em torno da luta contra a exploração da mulher e do trabalhador desaparecia quando o tema era o racismo e a influência da raça na vida das mulheres negras.</p>



<p>Foi outra intelectual e ativista negra que tão bem sintetizou essas tensões. Foi Sueli Carneiro quem traduziu, com precisão política, essas tensões. Para ela, a luta antirracista precisava caminhar junto da luta feminista — não como complemento, mas como parte indissociável. E vice-versa. Era urgente enegrecer o feminismo e feminilizar o movimento negro. Sueli nos ensinou que enfrentar só uma parte da opressão era insuficiente.</p>



<p>Um marco fundamental para o movimento de mulheres negras foi a realização do I Encontro Nacional de Mulheres Negras, que aconteceu em dezembro de 1988, em Valença (Rio de Janeiro). Mas, para a concretização em nível nacional, foram meses de articulações municipais, estaduais e regionais. Em julho de 1988, Salvador sediou um dos marcos mais importantes da mobilização de mulheres negras no Brasil: o seminário <strong>“Mulher Negra Cem Anos Depois”</strong>, que reuniu cerca de 750 participantes. Organizado pela <strong>União de Mulheres do Nordeste de Amaralina</strong>, o evento abordou temas como mercado de trabalho, sexualidade, educação e trajetória histórica da mulher negra — desde a escravidão até o fim dos cem anos da abolição. Sueli Carneiro e <strong>Sonia Ribeiro</strong> contribuíram com análises fundamentais nesse processo. O seminário foi um dos principais impulsos para o I Encontro Nacional de Mulheres Negras, e suas participantes — vindas de entidades do movimento negro, feminista, sindicatos e associações — foram escolhidas em eventos preparatórios regionais.</p>



<p>Há quase 40 anos, o I Encontro Nacional de Mulheres Negras foi um passo fundamental para a luta pelos direitos diante das diversas formas de opressão. Passos coletivos — porque, para nós, o individual é coletivo e o coletivo é individual. Nas redes, nas ruas, nos sindicatos, no parlamento, nas novelas — juntas, de diferentes formas, construímos o movimento de mulheres negras com nossas vidas, militâncias e existências resistentes.</p>
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		<title>O “Adestramento” da mulher negra: quando o racismo e a misoginia são institucionalizados</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-adestramento-da-mulher-negra-quando-o-racismo-e-a-misoginia-sao-institucionalizados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Priscilla Arantes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 13:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[marina silva]]></category>
		<category><![CDATA[misoginia]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que aconteceu na C&#226;mara dos Deputados no dia 2 de julho de 2025 n&#227;o foi um simples embate pol&#237;tico. Foi um ataque p&#250;blico e coordenado contra a Ministra Marina Silva, que &#233;, al&#233;m de Ministra do Meio Ambiente e Mudan&#231;a do Clima, deputada federal eleita pelo povo brasileiro, ou seja, ela faz parte daquela [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O que aconteceu na Câmara dos Deputados no dia 2 de julho de 2025 não foi um simples embate político. Foi um ataque público e coordenado contra a <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/marina-silva-critica-violencia-politica-de-genero-apos-fala-sobre-enforca-la-psicopatas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministra Marina Silva</a></strong>, que é, além de Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, deputada federal eleita pelo povo brasileiro, ou seja, ela faz parte daquela Casa. Mesmo assim, ou justamente por isso, foi alvo de insultos, distorções, ironias, desrespeito e misoginia, num espetáculo que mais parecia um linchamento institucional do que uma audiência pública.</p>



<p>Deputados como <strong>Rodolfo Nogueira (PL-MS)</strong>, que presidia a sessão e fez piada com o uso de avião oficial pela Ministra; <strong>Evair Vieira de Melo (PP-ES)</strong>, que liderou os ataques com discurso inflamado e recheado de desinformação; além de <strong>Gustavo Gayer (PL-GO), Zé Trovão (PL-SC), Delegado Caveira (PL-PA), Silvia Waiãpi (PL-AP), Pastor Marco Feliciano (PL-SP), Rodrigo da Zaeli (PL-MT) e Coronel Chrisóstomo (PL-RO)</strong>, todos atuaram como se estivessem acima da Constituição, do regimento interno e do mínimo de decência parlamentar.</p>



<p>Utilizaram o microfone e a imunidade parlamentar, que deveria proteger o debate democrático como escudo para seus preconceitos individuais, escancarando o racismo, o machismo e a intolerância religiosa com ares de normalidade. Essa imunidade não foi feita para isso. O que vimos foi a distorção de um privilégio constitucional sendo usado para tentar silenciar e humilhar uma das figuras públicas mais respeitadas do Brasil e do mundo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A violência política tem cor e gênero</strong></h3>



<p>É impossível assistir ao que aconteceu com Marina Silva e não reconhecer o padrão: a violência institucional contra mulheres negras no Brasil é muito mais brutal do que contra qualquer homem branco sob as mesmas condições. O que Marina enfrentou naquela audiência não seria tolerado se fosse dirigido a um ministro branco, de elite, ligado aos mesmos interesses que ela enfrenta diariamente com coragem.</p>



<p>A necessidade de mais mulheres no Congresso é inquestionável. Mas o que também é inquestionável, e revoltante, é que todas que chegam estão submetidas a um tratamento inconstitucional, violento, deslegitimador e, muitas vezes, impune. Isso não é democracia, é barbárie travestida de debate.</p>



<p>E que fique claro: Marina não estava ali como convidada, como alguém de fora. Ela é deputada federal eleita, com a legitimidade que muitos ali parecem querer esquecer. Seu lugar é naquela Casa, e sua voz incomoda exatamente porque representa um Brasil que eles se recusam a aceitar: plural, diverso, popular, negro, amazônico, resistente.</p>



<p>Os ataques não foram apenas pessoais, foram estratégicos. Acusaram a Ministra de “perseguir o agro”, de “confiscar gado”, de “culpar São Pedro” pelas queimadas, e de liderar um ministério “inoperante”. Tudo isso enquanto ignoram deliberadamente os dados que mostram uma queda de 46% no desmatamento da Amazônia e um investimento recorde em fiscalização e combate a incêndios.</p>



<p>Ao distorcer os fatos, esses parlamentares tentam sabotar políticas públicas que buscam proteger o meio ambiente, conter o colapso climático e enfrentar crimes ambientais. Fazem isso em nome de uma suposta “defesa do produtor rural”, mas, na prática, defendem interesses ilegais e predatórios que avançam sobre terras públicas, indígenas e de conservação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Silenciar Marina é silenciar tudo o que ela representa ela, que hoje, um dos principais símbolos vivos da luta por justiça socioambiental. E é justamente isso que a torna alvo. Atacam Marina porque ela ousa dizer não à devastação. Porque ela diz sim à floresta, aos povos originários, à ciência e à democracia. Porque sua trajetória — uma mulher negra, evangélica, vinda do seringal — é uma ameaça à lógica racista e elitista que ainda domina o poder político brasileiro.</h3>



<p>Quando a Deputada Juliana Cardoso (PT-SP) denuncia que Marina é atacada “por não se curvar e não se vender”, ela está dizendo o óbvio que muitos insistem em ignorar. E quando a Deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG) afirma que “o que precisa ser adestrado nesta Casa é o racismo e a misoginia”, ela aponta o cerne do problema: o racismo político está institucionalizado, e ninguém faz nada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A democracia está em risco e o silêncio é cúmplice</strong></h3>



<p>Essa audiência foi mais do que um episódio vergonhoso. Ela é um alerta sobre o que está em jogo. A tentativa de calar Marina é também uma tentativa de desacreditar os dados, atacar as instituições ambientais, relativizar o papel do Parlamento e transformar a arena política em um ringue de ódio.</p>



<p>E não podemos esquecer: muitos dos que hoje atacam Marina são os mesmos que flertaram com os atos antidemocráticos. São os mesmos que defendem a liberação total de agrotóxicos, o garimpo ilegal e o desmonte das leis ambientais. Eles não têm compromisso com o futuro, têm compromisso com a destruição.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Nossa resposta precisa ser coletiva, defender Marina Silva é defender a legitimidade das mulheres negras na política, a integridade das políticas ambientais, a ciência, o direito à verdade e o Estado Democrático de Direito. Não é apenas sobre uma pessoa. É sobre o Brasil que queremos construir e o Brasil que precisamos proteger.</h5>



<p>Não basta mais dizer “repudiamos”. É hora de exigir responsabilização pública e política. É hora de cobrar dos partidos, das lideranças e da sociedade civil que digam: não aceitaremos mais esse tipo de violência.</p>



<p>Marina não está sozinha. Ela representa milhões de brasileiras e brasileiros que lutam todos os dias para existir com dignidade. E enquanto houver uma floresta em pé e uma mulher negra resistindo no poder, haverá esperança.<br><em>Por </em><strong><em>Priscilla Arantes</em></strong><em>, comunicadora de impacto com ênfase em Políticas Públicas, fundadora do Instituto Afroella e </em><strong><em>Natália Figueiredo</em></strong><em>, gerente de Políticas Públicas da Proteção Animal Mundial.</em></p>
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		<item>
		<title>A Culpa é do Diabo: como Carolina Rocha desvela o racismo religioso nas periferias</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/a-culpa-e-do-diabo-livro-de-carolina-rocha-desvela-o-racismo-religioso-nas-periferias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Apr 2025 12:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[periferia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<category><![CDATA[religião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rodrigo Fran&#231;a Carolina Rocha, uma das maiores intelectuais da contemporaneidade, entrega em A Culpa &#233; do Diabo: o que li, vivi e senti nas encruzilhadas do racismo religioso um trabalho brilhante, que atravessa as fronteiras entre a pesquisa acad&#234;mica, a viv&#234;ncia etnogr&#225;fica e a pot&#234;ncia da literatura de terreiro. Doutora em sociologia e p&#243;s-doutoranda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Por Rodrigo França</em></strong></p>



<p><strong>Carolina Rocha</strong>, uma das maiores intelectuais da contemporaneidade, entrega em <strong>A Culpa é do Diabo</strong>:<strong> o que li, vivi e senti nas encruzilhadas do racismo religioso</strong> um trabalho brilhante, que atravessa as fronteiras entre a pesquisa acadêmica, a vivência etnográfica e a potência da literatura de terreiro. Doutora em sociologia e pós-doutoranda em educação, Rocha – ou <strong>Dandara Suburbana</strong>, como também é conhecida – não apenas investiga, mas vivencia e sente as encruzilhadas que compõem a tessitura de sua obra. A partir de um olhar aguçado e comprometido com a descolonização do pensamento, ela ilumina as complexas relações entre religião, política e poder nas periferias brasileiras, desmascarando as engrenagens do racismo religioso.</p>



<p>Desde o título, <strong>A Culpa é do Diabo</strong> já provoca. A expressão ecoa uma ironia afiada diante das acusações históricas que demonizam as religiões de matriz africana. O que a autora nos mostra, contudo, é que o verdadeiro “diabo” não está nos terreiros, mas no projeto colonial que segue operando na criminalização dessas tradições e na tentativa sistemática de apagamento das memórias e espiritualidades negras. Com uma escrita precisa e visceral, Rocha escancara como o racismo religioso se manifesta de forma brutal nas favelas do Rio de Janeiro, onde igrejas evangélicas, varejo de drogas e comunidades de axé se cruzam em um campo de disputa por espaço, poder e narrativa.</p>



<p>Ao contrário das leituras simplistas que reduzem os conflitos nas periferias à presença dos chamados “traficantes evangélicos”, a autora aprofunda a análise e revela a complexidade das interações entre religião e política. O que se vê na mídia é apenas a “ponta do iceberg”, alerta Rocha, enquanto forças econômicas e interesses estatais moldam um cenário onde a violência contra os povos de terreiro não é um efeito colateral, mas parte estruturante de um projeto de controle social. Com extrema habilidade, a autora desmonta os discursos que colocam evangélicos e praticantes das religiões afro-brasileiras como inimigos naturais, demonstrando que essa cisão beneficia justamente aqueles que lucram com a fragmentação da luta negra.</p>



<p>O grande mérito de <strong>A Culpa é do Diabo</strong> está na sua capacidade de articular denúncia e celebração. Se por um lado a obra expõe as perseguições e as violências enfrentadas pelas comunidades de axé, por outro, nos oferece um testemunho poderoso sobre sua resistência, sua beleza e sua capacidade de reinvenção. Os terreiros, apresentados como territórios políticos, emergem como espaços de acolhimento, cura e articulação comunitária. Mais do que nunca, Rocha reafirma o papel das mulheres negras, especialmente das ialorixás, como guardiãs de saberes ancestrais e estrategistas incansáveis na defesa de seus territórios espirituais e sociais.</p>



<p>A escrita de <strong>Carolina Rocha</strong> não se limita ao rigor acadêmico – embora ele esteja presente de forma indiscutível. O que diferencia sua abordagem é a força narrativa que confere ao texto um caráter vivo e pulsante. A autora escreve com o corpo, com a memória e com o axé de quem conhece as dores e as alegrias de pertencer a um povo cuja fé sempre foi uma ferramenta de luta e existência. A encruzilhada, metáfora central da obra, não é apenas o lugar de disputas, mas também de encontros, reinvenções e possibilidades.</p>



<p>Mais do que um livro necessário, <strong>A Culpa é do Diabo</strong> é uma oferenda. Uma oferenda para aqueles que lutam contra o racismo religioso, para os que resistem nos terreiros, para os que se recusam a aceitar as narrativas hegemônicas sobre suas próprias existências. <strong>Carolina Rocha</strong> reafirma sua posição como uma das mais importantes pensadoras de nosso tempo, trazendo uma contribuição incontornável para os debates sobre fé, política e identidade no Brasil. Sua obra nos convoca a olhar para as encruzilhadas não como locais de perdição, mas como territórios de potência, onde o passado e o futuro se encontram para transformar o presente.</p>
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		<title>&#8220;Seguimos também batalhando por reparação&#8221;, diz Anielle sobre desculpas à escravidão do Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 18:59:15 +0000</pubDate>
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<p>Em um gesto histórico, o Governo Federal pediu desculpas públicas à população negra brasileira no dia 21 de novembro de 2024. A declaração oficial reconhece a escravização e suas consequências, além de reafirmar um compromisso com reparação e igualdade. O momento, carregado de simbolismo, representa um marco, mas também reforça a urgência de políticas públicas concretas que enfrentem o racismo estrutural no Brasil. <br><br>No centro dessas iniciativas está o <strong>Ministério da Igualdade Racial</strong>, liderado pela ministra <strong>Anielle Franco</strong>. Desde o início de sua gestão, a pasta tem trabalhado em ações robustas para promover a equidade racial. Um dos destaques é o <strong>Programa Federal de Ações Afirmativas</strong>, que garante a reserva de pelo menos 30% das vagas em cargos de comissão e funções de confiança para pessoas negras. Esse esforço é um passo importante para ampliar a presença de grupos sub-representados nos espaços de poder, ou seja, na posição de quem decide. <br><br>Outra ação significativa é o programa <strong>&#8220;Aquilomba Brasil&#8221;</strong>, que leva suporte às comunidades quilombolas por meio de projetos integrados. A iniciativa engloba desde a regularização fundiária até investimentos culturais e socioeconômicos, buscando reparar injustiças históricas sofridas por essas populações. &#8220;Toda vez que a gente fala sobre a criação de qualquer coisa, seja uma política pública, seja um fundo, seja qualquer atitude que você venha a tomar. Estando nesses espaços do governo federal, não podemos fazer de forma irresponsável. Mais do que um simples pedido de desculpas, acho que a gente tem que ter um compromisso, né?&#8221;, destaca Anielle durante o evento que o Governo Federal pediu desculpas à população negra brasileira.</p>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DCrRAU_us7P/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DCrRAU_us7P/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DCrRAU_us7P/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by Macaé Evaristo (@macaeevaristo)</a></p></div></blockquote><script async src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></div>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><em>Durante cerimônia, a ministra Anielle Franco e Macé Evaristo ressaltaram a importância de continuar batalhando por reparação. </em></figcaption></figure>



<p><br>Paralelamente, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, comandado pela ministra Macaé Evaristo, também tem assumido protagonismo no combate ao racismo. No Dia da Consciência Negra, a pasta reafirmou a importância da equidade no Sistema Único de Saúde (SUS), destacando ações para enfrentar as barreiras raciais no acesso à saúde. Além disso, iniciativas como o<strong> Plano Juventude Negra Viva </strong>têm se mostrado essenciais para reduzir a violência contra jovens negros, com um investimento robusto de <strong>R$ 665 milhões</strong>.</p>



<p>&#8220;Garantir direitos significa ter um serviço público forte na área de educação, na área de saúde, na área de desenvolvimento social e desenvolvimento econômico. Então, a gente tem que construir as prioridades orçamentárias olhando para a população negra”, apontou Macaé Evaristo durante a cerimônia.</p>



<p>Também durante o evento, foi lançada a Plataforma JurisRacial, um espaço digital dedicado a reunir e disponibilizar documentos jurídicos relacionados à temática racial. A iniciativa busca não apenas ampliar o acesso à informação, mas também fortalecer a luta contra o racismo, oferecendo subsídios para enfrentar suas diversas manifestações e desafios.</p>



<p>Ainda assim, especialistas e movimentos sociais apontam que o caminho para mudanças reais exige mais do que boas intenções. Garantir recursos, monitorar as políticas públicas e institucionalizar programas como esses são desafios que precisam de atenção. O pedido de desculpas é, sem dúvida, um avanço, mas a transformação estrutural dependerá da continuidade das ações e da pressão constante da sociedade civil. Movimentos negros, que há décadas lideram essa luta, permanecem vigilantes, cobrando o que promessas não podem substituir: justiça, representatividade e equidade nas estruturas sociais e políticas do Brasil.</p>
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		<title>Favorito, Vini Jr pode trazer Bola de Ouro ao Brasil na próxima segunda</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/favorito-vini-jr-pode-trazer-bola-de-ouro-ao-brasil-na-proxima-segunda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 18:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[France Fotball]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cerim&#244;nia da Bola de Ouro 2024, organizada pela France Football, acontecer&#225; no pr&#243;ximo dia 28 de outubro, no prestigiado Th&#233;&#226;tre du Ch&#226;telet, em Paris. Entre os indicados ao pr&#234;mio mais cobi&#231;ado do futebol mundial, um nome se destaca: Vinicius Jr., estrela do Real Madrid e da Sele&#231;&#227;o Brasileira. O atacante, que vem de uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A cerimônia da Bola de Ouro 2024, <a href="https://www.francefootball.fr/">organizada pela <em>France Football</em></a>, acontecerá no próximo dia 28 de outubro, no prestigiado <strong>Théâtre du Châtelet,</strong> em Paris. Entre os indicados ao prêmio mais cobiçado do futebol mundial, um nome se destaca: <strong>Vinicius Jr</strong>., estrela do Real Madrid e da Seleção Brasileira. O atacante, que vem de uma temporada extraordinária, <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/vini-jr-e-o-favorito-para-a-bola-de-ouro-diz-jornal-espanhol/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">surge como um dos principais favoritos ao troféu</a>, alimentando a esperança do Brasil de conquistar a Bola de Ouro após 17 anos.</p>



<p>Na temporada 2023/2024, Vinicius Jr. foi decisivo nas campanhas do Real Madrid, encantando torcedores e especialistas com sua evolução constante. Com gols e assistências importantes em competições como La Liga e a Champions League, ele consolidou seu lugar entre os maiores jogadores do futebol atual. Foram<strong> 24</strong> gols e <strong>20</strong> assistências em <strong>51</strong> partidas, números que reforçam seu favoritismo na disputa pelo prêmio.</p>



<p>Caso vença, Vinicius Jr. será o primeiro brasileiro a erguer a Bola de Ouro desde Kaká, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ballon_d%27Or_de_2007" target="_blank" rel="noreferrer noopener">que conquistou o prêmio em 2007</a>, após uma temporada brilhante no Milan. Naquele ano, Kaká foi fundamental na conquista da Liga dos Campeões pelo clube italiano. Além disso, vale lembrar que o último jogador negro a receber essa honra foi<a href="https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas/2005/11/28/ult59u98111.jhtm" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Ronaldinho Gaúcho, em 2005</a>, em um dos momentos mais marcantes de sua carreira.</p>



<p>A ascensão de Vinicius Jr. não só coloca o Brasil de volta na disputa pelo maior prêmio do futebol, mas também destaca a força da nova geração de jogadores negros, que continuam a romper barreiras e brilhar no futebol de elite. A cerimônia promete celebrar o talento e a diversidade, e a história pode ganhar um novo capítulo com a vitória de mais um brasileiro.</p>
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		<title>Renatta Prado critica artistas do funk por discurso antipolítica e apoio a candidatos à prefeitura de SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2024 10:31:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[eleições]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A idealizadora e articuladora política da Frente Nacional de Mulheres no Funk, <strong>Renatta Prado,</strong> manifestou publicamente sua indignação com empresários e artistas de funk que possuem grande influência midiática e têm incentivado seus seguidores a não se envolverem com questões políticas. Em um vídeo publicado nas redes sociais, Renatta destacou a contradição dessas personalidades de grande sucesso financeiro que criticam a política, mas posam ao lado de candidatos, especialmente os ligados à direita paulistana, durante a campanha para as eleições municipais, iniciada na última sexta-feira, 16.</p>



<p>&#8220;Agora eu vou dar um papo de visão não menos importante, principalmente para os MCs de funk rico, que tá montado no dinheiro e que sai por aí falando que política é zoado, que não apoia nenhum político porque todo político é corrupto, todo político é bandido. Tem corrupção na política, sim. A gente sabe disso. Mas eu acho maior hipocrisia os caras ficarem julgando coisa errada da política, sendo que eles é tudo enfiado nessas produtoras que os caras fazem um monte de m***&#8221;, afirmou Renatta.&nbsp;</p>



<p>Ela também chamou a atenção para o privilégio dos artistas que têm acesso a boas escolas e serviços privados, e que incentivam seu público a não se engajar politicamente: “Vocês MCs ricos que estão sentados no placo <em>[sic]</em>, vocês realmente não tem que se importar com política, sabe por quê? Porque vocês pagam a melhor escola pro filho de vocês, seus filhos não estudam em escola pública, seus filhos não andam de transporte público. É muito fácil se excluir da responsabilidade de formar os seus quando você está sentado em um monte de dinheiro no alto do seu privilégio. E eu acho a maior hipocrisia esses artistas de funk falarem que se preocupam com a quebrada, sendo que eles mesmos incentivam o jogo de tigrinho. O mano que está jogando o tigrinho, sabe por que ele está jogando o tigrinho? Porque a política pública não chegou para ele. E sabe como a gente faz a política pública chegar nele? Votando direito. E sabe como a gente faz para votar direito? Se conscientizando politicamente”, reforçou.</p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/C-xo3VxMx99/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/C-xo3VxMx99/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/C-xo3VxMx99/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por RENATA PRADO (@renattaprado)</a></p></div></blockquote>
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<p>A polêmica ganhou força após empresários donos de produtoras de funk conhecidas declararem apoio a candidatos ligados a partidos de direita, que costumam criticar o movimento funk. Tal apoio gerou um debate acalorado dentro e fora da cena do funk, já que muitos consideram que esses políticos não representam os interesses das periferias, onde o movimento surgiu e se consolidou.</p>



<p>Outro nome conhecido do funk paulista, <strong>MC Hariel</strong>, reforçou as críticas questionando o uso político do funk durante as eleições: “Sou funkeiro com muito orgulho. Amo esse movimento que mudou a minha vida, mas não compactuo e fico triste em ver esse tipo de pessoa tendo abertura tão fácil no nosso movimento”, escreveu nas redes sociais.</p>
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		<title>Ailton Aquino se torna a primeira pessoa negra no cargo de diretor no Banco Central</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/ailton-aquino-se-torna-a-primeira-pessoa-negra-no-cargo-de-diretor-no-banco-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michael Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2023 12:52:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ap&#243;s ser indicado para diretoria do Banco Central, Ailton Aquino foi aprovado pelo Senado nesta ter&#231;a-feira (04) como novo diretor de Fiscaliza&#231;&#227;o. Ele &#233; o primeiro negro a fazer parte da diretoria do BC em quase 60 anos. O novo diretor foi aprovado pelo Senado por 42 votos a favor e 10 votos contra e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após ser <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/ailton-aquino-e-indicado-para-diretoria-do-banco-central-e-sera-o-primeiro-negro-no-cargo/">indicado para diretoria do Banco Central</a></strong>, <strong>Ailton Aquino</strong> foi aprovado pelo Senado nesta terça-feira (04) como novo diretor de Fiscalização. Ele é o primeiro negro a fazer parte da diretoria do BC em quase 60 anos.</p>



<p>O novo diretor foi aprovado pelo Senado por 42 votos a favor e 10 votos contra e seu mandato vale por quatro anos, com possível renovação. Além dele, <strong>Gabriel Galípolo</strong> também foi aprovado como diretor e os dois são as primeiras indicações do presidente <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/flavia-oliveira-critica-indicacao-de-lula-para-stf-mais-um-homem-branco/">Lula</a></strong> no órgão.</p>



<p><strong>Ailton Aquino</strong> é advogado, atua no Banco Central desde 1998 e é formado em Ciências Contábeis, pela Universidade do Estado da Bahia, e Direito, pela UDF Centro Universitário. Também possui especializações em contabilidade internacional, engenharia econômica de negócios e direito público. Ele passou por diversos cargos no órgão, o último foi como Auditor-Chefe.</p>



<p>Na Sabatina, ele falou sobre seu apoio ao arcabouço fiscal e a redução de taxas de juros, principalmente a Selic. &#8220;Pode ser um indutor relevante para a redução das taxas de juros no devido momento&#8221;, comentou o novo diretor.</p>



<p>Aquino e Galípolo são vistos como nomes importantes para a redução de juros na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que acontece na primeira semana de agosto. Eles começam suas novas funções com um cenário positivo, com inflação em queda, crescimento do PIB e da bolsa de valores.&nbsp;</p>



<p>“Esses movimentos demonstram o grau de confiança dos agentes econômicos e da população na gestão econômica do atual governo. Estou confiante que estamos entrando no círculo virtuoso e que o Banco Central contribuirá na consolidação de um cenário mais alvissareiro na economia e na sociedade como um todo”, disse Aquino.</p>
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		<item>
		<title>Talíria Petrone deve concorrer à prefeitura de Niterói pelo PSOL em 2024</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/taliria-petrone-deve-concorrer-a-prefeitura-de-niteroi-pelo-psol-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2023 17:39:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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		<category><![CDATA[Niterói]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[Talíria Petrone]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em decis&#227;o na &#250;ltima segunda-feira (26) pelo PSOL, a deputada federal do Rio de Janeiro, Tal&#237;ria Petrone, foi escolhida para concorrer&#160; &#224; prefeitura de Niter&#243;i nas elei&#231;&#245;es de 2024.&#160; Segundo informa&#231;&#245;es compartilhadas pelo colunista do O GLOBO, Ancelmo Gois, a escolha de Petrone foi uma decis&#227;o un&#226;nime de membros do partido que estiverem presentes no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em decisão na última segunda-feira (26) pelo PSOL, a deputada federal do Rio de Janeiro, Talíria Petrone, foi escolhida para concorrer&nbsp; à prefeitura de Niterói nas eleições de 2024.&nbsp;</p>



<p>Segundo informações compartilhadas pelo colunista do O GLOBO, Ancelmo Gois, a escolha de Petrone foi uma decisão unânime de membros do partido que estiverem presentes no evento de ontem à noite, entre eles o presidente nacional do PSOL Juliano Medeiros, os deputados federais Tarcísio Motta e Pastor Henrique Vieira.</p>



<p>Nas eleições de 2022, <a href="https://mundonegro.inf.br/confira-mulheres-negras-e-indigenas-eleitas-no-congresso/">Talíria Petrone foi reeleita como a terceira deputada mais votada pelo Rio de Janeiro</a>. A parlamentar obteve quase 200 mil votos.  Agora ela se prepara para um novo salto na política. “Sou pré-candidata para liderar, na cidade, o campo político que apoiou Lula desde o primeiro turno e para colocar o pobre no orçamento e, pela primeira vez, levar uma mulher, mãe e negra à Prefeitura de Niterói”, disse ela à coluna.</p>



<p>Nas redes sociais, a deputada celebrou a escolha de seu nome como pré-candidata à prefeitura de Niterói. &#8220;Aceitei mais esse grande desafio! Com muito entusiasmo e esperança, vamos estar à frente da construção de um novo tempo para Niterói. Quem se anima a somar nessa?&#8221;.</p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/Ct-Rt4OJ7OW/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/Ct-Rt4OJ7OW/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/Ct-Rt4OJ7OW/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Talíria Petrone (@taliriapetrone)</a></p></div></blockquote> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script>



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