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	<title>Arquivos polícia militar - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Vídeo da PM com cruz em chamas e gestos semelhantes aos da KKK gera investigação e críticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 16:15:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Pol&#237;cia Militar de S&#227;o Paulo abriu investiga&#231;&#227;o sobre um v&#237;deo publicado pelo 9&#186; Batalh&#227;o de A&#231;&#245;es Especiais de Pol&#237;cia (Baep) de S&#227;o Jos&#233; do Rio Preto (interior de SP) em que agentes aparecem fazendo gestos semelhantes aos de grupos supremacistas, como a Ku Klux Klan, diante de uma cruz em chamas. O material, divulgado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Polícia Militar de São Paulo abriu investigação sobre um vídeo publicado pelo 9º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) de São José do Rio Preto (interior de SP) em que agentes aparecem fazendo gestos semelhantes aos de grupos supremacistas, como a Ku Klux Klan, diante de uma cruz em chamas. O material, divulgado no Instagram da unidade na terça-feira (15/4), foi removido após críticas.</p>



<p>Nas imagens, ao menos 14 PMs erguem os braços à altura dos ombros — movimento associado a rituais nazistas e da KKK — enquanto uma cruz queima ao fundo, com sinalizadores vermelhos e a sigla &#8220;Baep&#8221; destacada. A trilha sonora e o tom do vídeo remetem a produções de grupos extremistas.</p>



<p>Em nota, a PM afirmou que o vídeo foi gravado durante o encerramento de um treinamento noturno e tinha como objetivo &#8220;representar simbolicamente a superação de limites físicos e psicológicos&#8221;. A corporação negou qualquer intenção de associar o conteúdo a ideologias racistas ou políticas falando sobre &#8220;a possibilidade de interpretações distorcidas&#8221; e afirmou que as circunstâncias estão sendo apuradas. O Ministério Público de São Paulo foi acionado e o caso foi encaminhado a um promotor de Justiça Criminal. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) emitiu comunicado reforçando que a PM &#8220;repudia toda manifestação de intolerância&#8221; e que responsáveis por eventuais desvios serão punidos.</p>



<p>A deputada federal <strong>Erika Hilton</strong> entrou com um ofício para &#8220;exigir explicações da corregedoria da PM, do Governador Tarcísio de Freitas e do Secretario de Segurança Pública Guilherme Derrite&#8221;.</p>



<p><strong>Histórico da KKK</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-89512" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-1024x576.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-300x169.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-150x84.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-768x432.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-747x420.jpeg 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-696x392.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan-1068x601.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/capa_significado_kkk_ku_klux_klan.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A Ku Klux Klan, fundada nos EUA em 1865, promoveu ataques violentos contra negros, judeus e defensores de direitos civis. A cruz em chamas, presente no vídeo do Baep, é um de seus símbolos históricos.</p>
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		<title>Protesto nesta segunda (14) no Centro de São Paulo exige justiça por vendedor senegalês morto por PM no Brás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 13:30:43 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A comunidade senegalesa em São Paulo organiza para esta segunda-feira (14), às 15h, na Praça da República, um protesto para exigir justiça pela morte do vendedor ambulante <strong>Ngange Mbaye</strong>, de 34 anos, baleado por um policial militar durante uma abordagem na região do Brás na última sexta-feira (11). O caso, registrado como &#8220;morte decorrente de intervenção policial&#8221;, gerou comoção internacional e críticas de entidades de direitos humanos pela morte do imigrante, que deixou a esposa grávida de sete meses. </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560"><p lang="pt" dir="ltr">Um ambulante senegalês de 34 anos morreu nesta sexta-feira (11) após ser baleado durante uma ação de fiscalização da Prefeitura de São Paulo. Segundo testemunhas, ele foi atingido por um disparo abaixo do abdômen durante um confronto ocorrido na rua Viturali, no centro da cidade,… <a href="https://t.co/aWQVRcdjF8">pic.twitter.com/aWQVRcdjF8</a></p>&mdash; GloboNews (@GloboNews) <a href="https://twitter.com/GloboNews/status/1910824356457951347?ref_src=twsrc%5Etfw">April 11, 2025</a></blockquote> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p>Um primo do senegalês e registros em vídeo confirmam que os agentes começaram a agredir Mbaye com cassetetes quando ele tentou impedir a apreensão de mercadorias de uma colega na Rua Joaquim Nabuco. Foi somente após receber múltiplos golpes que o ambulante pegou uma barra de ferro para se defender, avançando então contra os policiais &#8211; momento em que um dos PMs efetuou o disparo fatal no abdômen do vendedor.</p>



<p>O caso gerou comoção na imprensa do Senegal, onde a ministra senegalesa de Integração Africana e Negócios Estrangeiros, <strong>Yassine Fall</strong>, emitiu uma nota afirmando que o governo estava tomando &#8220;medidas, por meio da nossa representação diplomática, para elucidar as circunstâncias dessa morte trágica&#8221;. Um protesto realizado no Brás no sábado de manhã terminou com mais um ato violento da PM de São Paulo, que lançou gás lacrimogêneo contra os manifestantes após alegar que uma garrafa havia sido lançada contra os policiais.</p>



<p><strong>Investigação em andamento</strong><br>A SSP informou que o policial envolvido foi afastado e que o DHPP investiga o caso como &#8220;morte decorrente de intervenção policial&#8221;. Entidades de direitos humanos classificaram o episódio como mais um exemplo de violência institucional contra imigrantes negros</p>



<p>O Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante emitiu uma nota que destacou &#8220;o quanto a violência institucionalizada segue fazendo vítimas&#8221;:</p>



<p><em>“Recebemos com profunda tristeza e indignação a notícia da morte do comerciante senegalês Ngange Mbaye, ocorrida no dia 11 de abril de 2025, no bairro do Brás, em São Paulo. Mais uma vez, um homem negro, migrante e trabalhador tem sua vida interrompida de forma violenta em um contexto de repressão e abordagem policial desmedida.</em></p>



<p><em>Ngange Mbaye atuava como vendedor ambulante quando foi abordado por policiais militares.</em></p>



<p><em>Casos como este revelam o quanto a violência institucionalizada segue fazendo vítimas, especialmente entre as populações negras, periféricas e migrantes. São vidas tratadas como descartáveis, em um ciclo cruel de exclusão e negligência.</em></p>



<p><em>Expressamos nossa solidariedade à família de Ngange, à comunidade senegalesa e a todas as pessoas migrantes que, diariamente, enfrentam racismo, xenofobia e precarização em suas rotinas de trabalho e sobrevivência.</em></p>



<p><em>É fundamental que haja uma investigação rápida, transparente e imparcial sobre o caso, com a devida responsabilização dos envolvidos e adoção de medidas concretas para que tragédias como essa não se repitam.”</em></p>



<p></p>
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		<title>&#8220;Não estamos lutando contra as pessoas, mas contra um sistema&#8221;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/nao-estamos-lutando-contra-as-pessoas-mas-contra-um-sistema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Corrêa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 15:31:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Igor Melo]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O t&#237;tulo deste texto &#233; uma frase do pol&#237;tico e ativista Oliver Tambo, na &#233;poca da luta contra a segrega&#231;&#227;o racial na &#193;frica do Sul. Mas, apesar do contexto distinto do Brasil, acredito que sirva como reflex&#227;o para n&#243;s. Todos que acompanham as redes sociais j&#225; perceberam que o ambiente &#233; din&#226;mico e complexo. Vemos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O título deste texto é uma frase do político e ativista <strong>Oliver Tambo</strong>, na época da luta contra a segregação racial na África do Sul. Mas, apesar do contexto distinto do Brasil, acredito que sirva como reflexão para nós.</p>



<p>Todos que acompanham as redes sociais já perceberam que o ambiente é dinâmico e complexo. Vemos assuntos viralizando de uma hora para a outra. Às vezes nos dão a impressão de que nunca sairão de cena. No que se refere às questões raciais, algumas coisas são comumente requentadas por influenciadores. Eles conhecem bem os temas que causam polêmica, e na primeira oportunidade lançam a isca para ganharem engajamento. Com essa prática, os debates importantes não avançam, criam discórdia entre os membros da comunidade e, por fim, dão a impressão de que estagnamos no processo de conscientização racial coletiva. Daí, as pessoas negras que sonham com um movimento negro forte e coeso, desanimam.</p>



<p>Eu sei que o movimento deve ser feito nas ruas, organizações, comunidades, espaços de construção do conhecimento, etc. Mas não podemos ignorar o potencial de mobilização e tomada das consciências que o mundo virtual permite aos hábeis em utilizá-las. O pensamento retrógrado e a resistência a esse formato de comunicação só contribuem para o fracasso.</p>



<p>Os cursos de letramento racial, pelo menos os que atendem o público branco, não causam transformação. As pessoas brancas não esboçam vontade de construir uma sociedade menos desigual e humana. Podemos contar nos dedos os brancos que têm disposição de lutarem contra os privilégios (será que existe mesmo?). Outro problema constatado é que as pessoas negras nesse universo virtual têm se debruçado apenas na dimensão do racismo individual, ignorando a existência das máquinas institucionais que colaboram para a opressão.</p>



<p>Acredito que você tenha visto, no mês passado, a comoção em torno da injustiça envolvendo dois rapazes acusados de furto de celular no Rio de Janeiro. Só para refrescar a memória, farei um breve resumo. <strong>Igor Melo</strong> é estudante de jornalismo. <strong>Thiago Marques</strong>, motociclista por aplicativo. Na saída do trabalho, o motociclista aceitou uma chamada do Igor para uma corrida. Durante o trajeto, os rapazes foram perseguidos por um policial militar da reserva, que atirou e acertou o estudante. Dentro do hospital, descobriu-se que a perseguição tinha como justificativa a acusação de furto, mas conforme as investigações, os rapazes eram inocentes.</p>



<p>As pessoas, consumidas pela indignação, apontaram o racismo por parte do policial, mas receberam como contra-argumento que não tinha como o policial ter sido racista, pois era igualmente negro como o Igor: “os negros não podem ser racistas”, diziam. As múltiplas teses surgiram nesse momento. Os influenciadores entraram na onda com vídeos e textos explicando a questão. Eu pergunto: o que isso mudaria com relação ao trajeto da bala, que fez mais um homem negro o alvo preferencial e suspeito?</p>



<p>Lembro de uma frase que li em algum lugar que dizia “o negro ataca seu semelhante porque foi treinado para isso”. Não há o que discutirmos. O negro cooptado pela branquitude sempre reproduzirá a ideologia racista; o policial provou ser um “bom” aluno.</p>



<p>No meio disso tudo, a minha indignação é que não focamos naquilo que importa. Naquele momento, o racismo institucional foi pouco discutido, sendo que essa dimensão do racismo é uma das características enraizadas na instituição militar. A cor do sujeito presente nas suas fileiras é um detalhe, o racismo orientará o exercício de suas funções. Essa filosofia propulsora da violência deve ser abolida. O debate sobre a desmilitarização da polícia é urgente. Chega de abraçarmos as polêmicas infrutíferas. O sistema é o nosso inimigo.</p>



<p>Em tempo: Igor está se recuperando e aos poucos retornando às atividades profissionais.</p>
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		<title>Rede de Observatórios da Segurança divulga números de mortes negras realizada pela Polícia no Brasil</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/rede-de-observatorios-da-seguranca-divulga-numeros-de-mortes-negras-realizada-pela-policia-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rakeche Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2022 07:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[homem negro]]></category>
		<category><![CDATA[polícia militar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo terceiro ano consecutivo, a Rede de Observat&#243;rios da Seguran&#231;a divulgou os n&#250;meros de &#243;bitos negros realizado pela pol&#237;cia. Os dados s&#227;o das secretarias de seguran&#231;a e foram obtidos via Lei de Acesso &#224; Informa&#231;&#227;o (LAI). Os n&#250;meros mostram que a pol&#237;cia &#233; o n&#250;cleo duro do racismo no Brasil: ao menos cinco pessoas negras [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pelo terceiro ano consecutivo, a<strong> Rede de Observatórios da Segurança </strong>divulgou os números de óbitos negros realizado pela polícia. Os dados são das secretarias de segurança e foram obtidos via Lei de Acesso à Informação (LAI).</p>



<p>Os números mostram que a polícia é o núcleo duro do racismo no Brasil: ao menos cinco pessoas negras são mortas por policiais todos os dias.</p>



<p>Foram <strong>3.290 mortes </strong>em ações policiais em 2021 nos sete estados monitorados pela<strong> Rede de Observatórios</strong> (Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo).</p>



<p>Dessas, 2.154 vítimas eram negras &#8211; utilizando como referência o critério do IBGE que considera como negros a soma de pardos e pretos. Mas esse número é maior porque o estado do Maranhão não acompanha a cor das vítimas e, nos demais locais, há casos que não têm classificação racial &#8211; no Ceará o percentual de não informados chega a 69%.</p>



<p>Levando em consideração somente os casos com informação racial, nota-se que o percentual de negros mortos pela polícia é muito maior que a presença de negros na composição populacional em todos os estados monitorados. A Bahia continua com o maior percentual com 98%, mas é o Rio de Janeiro que tem o maior número absoluto com 1.060 vítimas.</p>



<p>“Pode não ser surpreendente, porque os dados se alteram pouco a cada ano, mas não deixa de ser chocante ver registrado, mais uma vez, uma distribuição racial tão radical de algum fenômeno social no Brasil. A pergunta é: o que precisa ser feito para as polícias entenderem que o racismo é um mal que afeta suas corporações e que precisa ser combatido?”, explica Silvia Ramos, coordenadora da Rede de Observatórios.</p>



<p>Pesquisa da Rede de Observatórios da Segurança ainda traz os dados em cada estado:</p>



<p><strong>Bahia</strong></p>



<p>Na Bahia, uma pessoa negra é morta pela polícia a cada 24h. Foram 603 mortes de pessoas negras registradas no último ano. O estado é o mais letal do nordeste, apresenta o maior número absoluto de mortes na região (nacionalmente fica atrás apenas do Rio de Janeiro) e tem o maior percentual de pessoas negras mortas pela polícia quando descartamos os não informados &#8211; 98%.</p>



<p><strong>Pernambuco</strong></p>



<p>O estado tem o segundo maior percentual de negros mortos entre os sete monitorados pela rede, com 96%. A cada quatro dias, uma pessoa negra é morta pela polícia. Esses números são puxados pela situação da capital Recife, onde todos os mortos pela polícia são negros.</p>



<p><strong>Piauí</strong></p>



<p>No estado, o percentual de pessoas negras mortas pela polícia é de 75%, e na capital, onde se concentra essa letalidade, chega a 83%. A incidência dessas mortes é maior em Teresina porque lá existe um maior contingente policial. Dos 6 mil homens do estado, quase 2 mil estão na cidade. Os casos são mais evidentes nas periferias da capital. O bairro com maior registro é Itararé.</p>



<p><strong>Rio de Janeiro</strong></p>



<p>O Rio de Janeiro é o estado com maior registro. Dos 57 registros policiais com 3 vítimas ou mais, 30 deles apresentam totalidade de vítimas negras. Ao todo, foram 155 vítimas e 138 delas eram pretas ou pardas.</p>



<p>Rio de Janeiro e São Gonçalo são os municípios que mais matam pessoas negras no estado. Seguidos por outros cinco da Baixada Fluminense: Duque de Caxias, Belford Roxo, São João de Meriti, Japeri e Nova Iguaçu. Na capital, as três áreas integradas de segurança mais letais para negros são Costa Barros, Jacarezinho/Méier e Realengo/Bangu.</p>



<p><strong>São Paulo</strong></p>



<p>O estado tem experimentado reduções seguidas nos números de letalidade policial nos últimos meses. O uso de câmeras nos uniformes dos agentes fez os números de mortes provocadas por esses profissionais despencarem, mas a cor dos mortos seguiu inalterada: 69% eram negros. Uma pessoa negra é morta a cada 72 horas.</p>
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		<item>
		<title>“Vários setores são culpados por essa situação”, afirma o líder do protesto que reuniu 2 mil pessoas no RJ</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/varios-setores-sao-culpados-por-essa-situacao-afirma-o-lider-do-protesto-contra-a-morte-de-jovens-negros-que-reuniu-2-mil-pessoas-no-rj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2015 16:59:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[jovens negros]]></category>
		<category><![CDATA[marcha]]></category>
		<category><![CDATA[passeata]]></category>
		<category><![CDATA[polícia militar]]></category>
		<category><![CDATA[protesto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luto, indigna&#231;&#227;o e desamparo pol&#237;tico. Uma marcha composta em maior parte de pessoas negras, vestindo roupas pretas percorreu as ruas do bairro de Madureira no Rio de Janeiro, para protestarem rep&#250;dio &#224; morte de 5 jovens negros fuzilados dentro de um carro, pela pol&#237;cia militar do Rio de Janeiro e alertar para o que os [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/varios-setores-sao-culpados-por-essa-situacao-afirma-o-lider-do-protesto-contra-a-morte-de-jovens-negros-que-reuniu-2-mil-pessoas-no-rj/">“Vários setores são culpados por essa situação”, afirma o líder do protesto que reuniu 2 mil pessoas no RJ</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Luto, indignação e desamparo político. Uma marcha composta em maior parte de pessoas negras, vestindo roupas pretas percorreu as ruas do bairro de Madureira no Rio de Janeiro, para protestarem repúdio à morte de 5 jovens negros fuzilados dentro de um carro, pela polícia militar do Rio de Janeiro e alertar para o que os participantes definem de “genocídio da juventude negra” visto que a chance de um jovem negro ser assassinado é quase quatro vezes maior do que a de um jovem branco.</p>
<p><figure style="width: 1080px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="" src="https://scontent-mia1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xfp1/t31.0-8/12304444_1029379733810992_7916281062632855378_o.jpg" alt="" width="1080" height="718" /><figcaption class="wp-caption-text">Foto: Michele Teixeira</figcaption></figure></p>
<p>O organizador do evento, o estudante de publicidade Bruno Rico de 29 anos, se mostrou satisfeito com a adesão do público.  “Na saída do ato começamos com um público menor, mas conforme fomos seguindo, fomos convocando as pessoas na rua e no ápice do protesto eu calculo umas 2 mil pessoas, descreve Rico. A mães das vítimas também estavam presentes em um evento que Bruno define como um momento de solidariedade e conscientização.</p>
<p><figure id="attachment_4075" aria-describedby="caption-attachment-4075" style="width: 523px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2015/12/Arquivo-04-12-15-14-44-34.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-4075 size-full" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2015/12/Arquivo-04-12-15-14-44-34.jpeg" alt="Arquivo 04-12-15 14 44 34" width="523" height="742" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/Arquivo-04-12-15-14-44-34.jpeg 523w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/Arquivo-04-12-15-14-44-34-106x150.jpeg 106w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/Arquivo-04-12-15-14-44-34-211x300.jpeg 211w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/Arquivo-04-12-15-14-44-34-296x420.jpeg 296w" sizes="(max-width: 523px) 100vw, 523px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4075" class="wp-caption-text">Bruno Rico que criou o ato pelo Facebook. &#8220;Todos somos responsáveis pelo o que aconteceu.&#8221; (Foto:Arquivo pessoal).</figcaption></figure></p>
<p>“Vendo o povo na rua se sentindo incomodado, muda, mesmo que indiretamente, a mentalidade do policial, do Estado como um todo e também da sociedade. Diversos setores são culpados por essa situação. Não só quem atirou diretamente”, destaca o estudante que também é escritor.</p>
<p><strong>Engajamento político do homem negro</strong></p>
<p>Seja para defender o cabelo crespo, seja para protestar contra a violência e machismo, milhares de mulheres negras foram as ruas em 2015. E o homem negro brasileiro, se preocupa com as questões raciais?</p>
<p>“ A opressão contra a mulher negra é mais forte talvez por isso elas tenham mais esse sentido de luta. O homem negro, apesar de ter muitos conscientes e focados, deveria se envolver mais. Mas sinto que essa falta de envolvimento é uma coisa da nossa sociedade em geral” diz o escritor.</p>
<p><figure style="width: 1080px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="" src="https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xpf1/t31.0-8/12309726_1029379897144309_653082235634890780_o.jpg" alt="" width="1080" height="718" /><figcaption class="wp-caption-text">Foto: Michele Teixeira</figcaption></figure></p>
<p>Bruno explica que as pessoas ficam surpresas quando ele diz que não é filiado a nenhum coletivo ou partido político. “As pessoas acham que essas ações deveriam partir dessas áreas, mas essas manifestações deveriam nascer do povo. Eu não quero ser líder. A causa é coletiva”, finaliza o futuro publicitário.</p>
<p><strong>Cobrando das autoridades</strong></p>
<p>Hoje haverá um novo protesto no Palácio Guanabara, sede do Governo Estadual do Rio de janeiro, a partir das 17h.</p>
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		<title>Redes sociais organizam marchas de protesto contra a morte de jovens negros</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/juventunegraemperigo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2015 19:20:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio]]></category>
		<category><![CDATA[jovens negros]]></category>
		<category><![CDATA[marcha]]></category>
		<category><![CDATA[polícia militar]]></category>
		<category><![CDATA[protesto]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2012, 56.000 pessoas foram assassinadas no Brasil. Destas, 30.000 s&#227;o jovens entre 15 a 29 anos e, desse total, 77% s&#227;o negros. As estat&#237;sticas ganham rosto e nome em casos como o do &#250;ltimo dia 28 de novembro, onde 5 jovens negros entre 16 e 25 anos foram fuzilados, dentro de um carro, rumo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2012, 56.000 pessoas foram assassinadas no Brasil. Destas, 30.000 são jovens entre 15 a 29 anos e, desse total, <strong><span style="color: #ff0000;">77%</span> <span style="color: #ff0000;">são negros.</span></strong></p>
<p>As estatísticas ganham rosto e nome em casos como o do último dia 28 de novembro, onde 5 jovens negros entre 16 e 25 anos foram fuzilados, dentro de um carro, rumo a uma festa pare comemorar o dia do pagamento, com 111 tiros por policiais militares do 41º BPM (Irajá.)</p>
<p><figure id="attachment_4053" aria-describedby="caption-attachment-4053" style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2015/12/jovensmortos2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4053 size-full" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2015/12/jovensmortos2.jpg" alt="jovensmortos2" width="720" height="642" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/jovensmortos2.jpg 720w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/jovensmortos2-150x134.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/jovensmortos2-300x268.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/jovensmortos2-696x621.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/jovensmortos2-471x420.jpg 471w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4053" class="wp-caption-text">Wilton Esteves Domingos Júnior, 20 anos, Wesley Castro Rodrigues, 25 anos, Cleiton Corrêa de Souza, 18 anos e Carlos Eduardo da Silva de Souza, 16 anos. (Imagem Facebook) Roberto de Souza Penha, 16 anos.</figcaption></figure></p>
<p>“O Brasil é o país com o maior número de homicídios no mundo, e essa violência letal atinge majoritariamente os jovens negros moradores das favelas e periferias. Os jovens negros são também a principal vítima de homicídios por parte da polícia. E muito pouco tem sido feito para mudar esse quadro. Isso é inaceitável. As autoridades brasileiras – desde o nível local até o nacional – precisam encarar esta realidade com a urgência e a prioridade que a situação exige”, explica Renata Neder, assessora de direitos humanos da Anistia Internacional.</p>
<p><strong>Redes sociais organizam protestos nas ruas</strong></p>
<p>Conscientes que hashtags e mudanças de foto de perfil não são suficientes para chamar a atenção de governo e sociedade sobre o assassinato dos jovens pela polícia, alguns grupos estão organizando marchas e atos de protestos nas ruas. Bruno Ricco que organiza o evento no Rio que já conta quase 3 mil de presenças confirmadas pelo Facebook pede que todos vão de branco e evitem bandeiras e camisetas partidárias.</p>
<p><strong><span style="color: #ffffff; background-color: #ff0000;">São Paulo</span></strong></p>
<p><strong>Quinta-feira: 03/12</strong><br />
A partir das 17h<br />
Local: Vão do MASP (Museu de Artes de São Paulo)<br />
<a href="http://on.fb.me/1XHEdbq">http://on.fb.me/1XHEdbq</a></p>
<p><strong>Domingo:06/12</strong><br />
A partir das 10h<br />
Local: Av. Paulista,900 (em frente à Gazeta).<br />
<a href="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2015/12/atosp.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-4054" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2015/12/atosp-709x1024.jpg" alt="atosp" width="640" height="924" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atosp-709x1024.jpg 709w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atosp-104x150.jpg 104w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atosp-208x300.jpg 208w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atosp-768x1110.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atosp-696x1006.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atosp-1068x1544.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atosp-291x420.jpg 291w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atosp.jpg 1417w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #ffffff; background-color: #ff0000;">Rio de Janeiro</span></strong></p>
<p><strong>Quinta-feira 03/12</strong><br />
A partir das 17h<br />
Local: Viaduto Negrão de Lima, em Madureira</p>
<p><strong>Sexta-feira: 04/12</strong><br />
A partir das 17h<br />
Local:Palácio do Guanabara<br />
Rua Pinheiro Machado (sem número), Laranjeiras</p>
<p><a href="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2015/12/atoRJ.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4056" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2015/12/atoRJ.jpg" alt="atoRJ" width="417" height="591" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atoRJ.jpg 279w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atoRJ-106x150.jpg 106w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atoRJ-212x300.jpg 212w" sizes="(max-width: 417px) 100vw, 417px" /></a></p>
<p><strong><span style="color: #ffffff; background-color: #ff0000;">Distrito Federal</span></strong></p>
<p>Quinta-feira 03/12<br />
A partir das 17h<br />
Local: Concentração no Conic e caminhada pela Rodoviária do Plano Piloto.</p>
<p><a href="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2015/12/atodf.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4057" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2015/12/atodf.jpg" alt="atodf" width="846" height="960" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atodf.jpg 846w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atodf-132x150.jpg 132w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atodf-264x300.jpg 264w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atodf-768x871.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atodf-696x790.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/12/atodf-370x420.jpg 370w" sizes="(max-width: 846px) 100vw, 846px" /></a></p>
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