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	<title>Arquivos periferia sp - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 26 Jun 2026 21:19:12 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Coletiva Tempero de Oyá lança cartilha on-line e gratuita com receitas e reflexões sobre cultura alimentar afro-brasileira </title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/coletiva-tempero-oya-lanca-cartilha-cultura-alimentar-afro-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 16:17:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[cultura alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia afro-brasileira]]></category>
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		<category><![CDATA[racismo alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[tempero de oya]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coletiva Tempero de Oyá lança cartilha gratuita com receitas ancestrais e reflexões sobre a cultura alimentar afro-brasileira. Baixe o guia e apoie a gastronomia negra!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>Coletiva Tempero de Oyá</strong> anunciou o lançamento da <strong><a href="https://drive.google.com/file/d/1RGV9NYhyUejHCP3joDzYrx8Xsd-lNo4F/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cartilha Tempero de Oyá</a></strong>, uma publicação digital e inteiramente gratuita que coroa meses de encontros, trocas de saberes e fortalecimento comunitário na periferia de São Paulo. O material é o resultado do projeto <strong>“Sabores do Tempo – Conexões Entre o Saber e o Fazer”</strong>, realizado em Perus, na Zona Noroeste da capital paulista.</p>



<p>Além de receitas, o documento se consolida como um manifesto de resistência, identidade e valorização do patrimônio cultural negro e periférico. Nas páginas da cartilha, os leitores encontram pratos repletos de afeto e história, como Moqueca de Banana-da-Terra, Baião de Dois e Escondidinho de Mandioca com Carne-Seca, além de reflexões profundas sobre ancestralidade e território.</p>



<p>Ao longo do projeto, o coletivo colocou em pauta discussões urgentes e necessárias para o cenário gastronômico atual. Um dos grandes momentos do projeto foi a roda de conversa liderada pela chef e sommelière <strong>Dani Souza</strong>, que debateu o &#8220;Racismo Alimentar&#8221;. O encontro discutiu os impactos estruturais que limitam o acesso da população negra à alimentação saudável, a histórica invisibilização dos saberes culinários de matriz africana e a necessidade urgente de fomentar a representatividade negra nos espaços de alta gastronomia e comando de cozinhas.</p>



<p>O percurso de construção da cartilha contou ainda com debates ricos sobre &#8220;Nutrição e Saúde&#8221;, mediado pela educadora social <strong>Valéria Pássaro</strong>, e &#8220;Soberania Alimentar: Plantar e Colher&#8221;, comandado pela bióloga <strong>Bruna Macedo</strong>. Todos os encontros foram gratuitos e contaram com tradução em LIBRAS.</p>



<p>Criada em 2015, a Coletiva Tempero de Oyá nasceu em Perus para homenagear a horta de Dona Iracema e a força ancestral da orixá Iansã. </p>



<p>Realizada com o apoio do Programa VAI, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, a cartilha agora serve como um convite digital para que outras comunidades e territórios acessem e repliquem essa tecnologia social de cuidado e pertencimento através da comida.</p>



<p><strong>Cartilha (formato digital):</strong> <a href="https://drive.google.com/file/d/1RGV9NYhyUejHCP3joDzYrx8Xsd-lNo4F/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://drive.google.com/file/d/1RGV9NYhyUejHCP3joDzYrx8Xsd-lNo4F/view</a><br><strong>Mais informações:</strong> <a href="https://www.instagram.com/temperode_oya/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@temperode_oya</a></p>
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