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	<title>Arquivos Pandemia - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos Pandemia - Mundo Negro</title>
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		<title>Educação pós-pandemia no Brasil: A realidade dos estudantes negros e o panorama da aprendizagem</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/educacao-pos-pandemia-no-brasil-a-realidade-dos-estudantes-negros-e-o-panorama-da-aprendizagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[KELLY BAPTISTA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2025 08:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade racial]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade social]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes negros]]></category>
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		<category><![CDATA[pós-pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A desigualdade racial na educa&#231;&#227;o brasileira &#233; um problema persistente e alarmante, conforme destacado no estudo &#8220;Aprendizagem na Educa&#231;&#227;o B&#225;sica no Brasil P&#243;s-Pandemia&#8221;, feito pela ONG Todos pela Educa&#231;&#227;o. Apesar de esfor&#231;os para universalizar o ensino, os estudantes negros enfrentam desafios estruturais que comprometem seu aprendizado e desenvolvimento, refletindo um cen&#225;rio de exclus&#227;o social e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A desigualdade racial na educação brasileira é um problema persistente e alarmante, conforme destacado no estudo<strong> “Aprendizagem na Educação Básica no Brasil Pós-Pandemia”</strong>, feito pela <strong>ONG Todos pela Educação</strong>. Apesar de esforços para universalizar o ensino, os estudantes negros enfrentam desafios estruturais que comprometem seu aprendizado e desenvolvimento, refletindo um cenário de exclusão social e educacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados mostraram que os <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/equidade-de-educacao-para-as-relacoes-etnico-raciais-uma-reparacao-historica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alunos negros apresentam níveis de aprendizagem significativamente mais baixos em comparação aos brancos e amarelos</a></strong>, revelando desigualdades sistêmicas. Essas diferenças de desempenho se aprofundaram na última década, afetando especialmente disciplinas como Matemática e Língua Portuguesa. As disparidades são particularmente evidentes em etapas críticas da educação, como o 9º ano do Ensino Fundamental e o Ensino Médio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da condição socioeconômica, <strong>preconceitos estruturais e exclusão racial agravam a situação dos estudantes negros</strong>. O ambiente educacional muitas vezes não considera as necessidades específicas desses alunos, perpetuando aspectos históricos de opressão e desigualdade. Essas barreiras vão além do desempenho acadêmico, afetando também o bem-estar psicológico e emocional, devido à discriminação e falta de representatividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto preocupante é o fato de que, <strong>mesmo entre estudantes de níveis socioeconômicos equivalentes, os alunos negros têm desempenho inferior em comparação a outros grupos raciais.</strong> Essas interseccionalidades indicam que a pobreza e o racismo atuam de forma cumulativa, ampliando os desafios enfrentados por esses jovens no sistema educacional brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A pandemia de Covid-19 agravou ainda mais esse quadro.</strong> Enquanto os estudantes de todas as raças enfrentaram retrocessos educacionais, os negros encontraram uma barreira adicional para recuperar sua aprendizagem. A recuperação desigual reforça as lacunas existentes e demonstra que as consequências da pandemia não foram sentidas da mesma forma por todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>No Ensino Médio, etapa essencial para o desenvolvimento acadêmico e entrada no mercado de trabalho, as barreiras para os estudantes negros são ainda mais pesadas. </strong>Em disciplinas como Matemática, onde os avanços gerais já eram insuficientes, a situação para os estudantes negros foi praticamente de estagnação. Esses dados reforçam a necessidade de intervenções específicas e direcionadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A baixa eficácia das políticas públicas é outro ponto merecedor de atenção. Embora programas tenham sido implementados para reduzir a desigualdade educacional, os resultados revelam que<strong> as ações não têm sido suficientes para resolver as disparidades raciais</strong>. Isso aponta para a urgência de uma reflexão sobre a formulação e execução dessas iniciativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para superar essas desigualdades,<strong> o estudo aponta que são necessárias ações interseccionais que combinem raça e classe social</strong>. Isso implicaria em políticas públicas articuladas, investimentos em formação docente para lidar com preconceitos e iniciativas que promovam a inclusão e a representatividade no ambiente escolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acrescento, que ao refletir sobre estes dados, é importante aceitar que<strong> o combate à desigualdade racial no sistema educacional é uma responsabilidade coletiva</strong>. Apenas com um compromisso firme e contínuo será possível construir uma sociedade onde todos os estudantes, independentemente de raça ou cor, recebam uma educação de qualidade e oportunidades iguais para alcançar seu máximo potencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://todospelaeducacao.org.br/wordpress/wp-content/uploads/2025/04/estudo-aprendizagem-na-educacao-basica-no-brasil-pos-pandemia-todos-pela-educacaodocx.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fonte: Aprendizagem na Educação Básica: situação brasileira no pós-pandemia</a></strong></p>
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		<title>Gestantes pretas e pardas tiveram quadros clínicos mais graves de Covid-19</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/gestantes-pretas-e-pardas-tiveram-quadros-clinicos-mais-graves-de-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2023 15:01:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a pandemia do coronav&#237;rus, gestantes pretas e pardas que procuraram atendimento m&#233;dico com sintomas de Covid-19, chegaram no pronto-atendimento com quadros cl&#237;nicos mais graves do que as gestantes n&#227;o negras. A informa&#231;&#227;o foi revelada por uma pesquisa de mestrado realizada na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), partindo da pergunta: &#8220;A cor da pele importa?&#8220;. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Durante a pandemia do coronavírus, gestantes pretas e pardas que procuraram atendimento médico com sintomas de<strong> Covid-19</strong>, chegaram no pronto-atendimento com quadros clínicos mais graves do que as gestantes não negras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A informação foi revelada por uma pesquisa de mestrado realizada na <strong>Unicamp (Universidade Estadual de Campinas)</strong>, partindo da pergunta: &#8220;<strong>A cor da pele importa?</strong>&#8220;. Ao todo, foram coletados dados de 15 maternidades do Brasil, por meio da <strong>Rede Brasileira de Estudos da Covid-19 em Obstetrícia (Rebraco)</strong>, entre fevereiro de 2020 e fevereiro de 2021. Destes, foram analisados os atendimentos das 710 gestantes, sendo 301 pretas ou pardas e 409 não negras. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vimos que as negras chegavam em pior estado ao serviço, com taxa de saturação de oxigênio menor. Elas também tiveram piores desfechos, com maior número de internações em UTI e de casos de intubação. Ou seja, tiveram quadros clínicos mais complicados”, explica a pesquisadora da dissertação <strong>Amanda Dantas da Silva, médica ginecologista e obstetra doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Tocoginecologia da Unicamp</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma pessoa não portadora de doença pulmonar crônica, o índice da dessaturação (taxa de oxigênio abaixo de 95%) foi quase quatro vezes mais frequente entre as mulheres negras, com saturação abaixo de 93%. Entre as mulheres pretas e pardas, registraram-se, ainda, uma maior proporção de adolescentes, menor escolaridade, menor Índice de Massa Corporal (IMC) e maior taxa de gestação não planejada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para chegar aos resultados, Amanda Silva avaliou características sociodemográficas, testagem do coronavírus, tempo para procurar o atendimento médico após o início dos sintomas e estágios após o parto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desta forma, a pesquisadora também constatou que as mulheres negras sentem receio de sofrer preconceito durante o atendimento médico. “Há trabalhos mostrando que elas têm medo de procurar o serviço de saúde porque sabem que vão sofrer discriminação. A percepção da discriminação também se associa a piores resultados de saúde”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Fonte: Jornal da Unicamp</em></strong></p>
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		<item>
		<title>O impacto da pandemia na educação e no mercado de trabalho para a juventude periférica</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-impacto-da-pandemia-na-educacao-e-no-mercado-de-trabalho-para-a-juventude-periferica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Jul 2022 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Kelly Baptista* Recentemente, estudos realizados pelo FGV Social e pelo CEDAPS (Centro de Promo&#231;&#227;o da Sa&#250;de), apontam que a pandemia aumentou as desigualdades entre ricos e pobres no pa&#237;s. Passados mais de dois anos e com o sentimento de volta &#224; normalidade, os efeitos do fechamento das escolas, da redu&#231;&#227;o da atividade econ&#244;mica e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por Kelly Baptista*</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, estudos realizados pelo FGV Social e pelo <a href="https://cedaps.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CEDAPS (Centro de Promoção da Saúde)</a>, apontam que a pandemia aumentou as desigualdades entre ricos e pobres no país. Passados mais de dois anos e com o sentimento de volta à normalidade, os efeitos do fechamento das escolas, da redução da atividade econômica e da digitalização das empresas ainda impactam de forma agressiva a juventude periférica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para minimizar este impacto é preciso criar ações efetivas entre os três setores (público, privado e sociedade civil), dialogando sobre inclusão, equidade, diversidade e oportunidade. Assim, será possível pensar em oportunidades para preencher as lacunas deixadas na vida destes jovens.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As formas de trabalho também têm se remodelado, há um aumento de empregos na área de serviços (pensando em áreas tecnológicas) e redução dos cargos mais comuns de entradas para jovens periféricos, como atendentes, vendedores, caixas etc.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui, vale fazer um adendo para a necessidade da inclusão digital: juventudes conectadas conseguem disputar melhores vagas de emprego no mercado formal, já os desconectados se ajeitam nos subempregos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a professora Raquel Souza, analista de políticas públicas de ensino médio do Instituto Unibanco, <em>&#8220;os jovens precarizados no mundo do trabalho e ameaçados pela destruição de empregos, que se vislumbra com o avanço acelerado das tecnologias digitais, têm cor e classe social bem definidas: são pobres e negros.&#8221;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Observando o cenário de fechamento das escolas na pandemia, os anos finais do ensino fundamental e ensino médio foram os mais impactados, com destaque para os estudantes do sexo masculino, pardos, negros e indígenas, com mães que não finalizaram o ensino fundamental. Esses foram os mais afetados pela pandemia, conforme apontou um levantamento encomendado pela Fundação Lemann ao Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados para o Brasil e a África Lusófona (Clear), vinculado à Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV EESP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oferecer oportunidades para a juventude afetada é prioritário, uma das formas mais potentes de resolução é incluir digitalmente esses jovens. A precariedade, a falta de espaço para estudos e a falta de renda diminuem a capacidade de aprendizagem e isso impactará diretamente no futuro e na diversidade do mercado de trabalho, em especial para cargos mais altos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Kelly Baptista é especialista em gestão de políticas públicas e diretora executiva da Fundação 1Bi, apoiada pela Movile, membro da Rede de Líderes Fundação Lemann e Conselheira Fiscal do Instituto Djeanne Firmino.</em></p>
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		<item>
		<title>Os efeitos da pandemia de Covid-19 sobre as organizações: um olhar para gênero e raça</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/os-efeitos-da-pandemia-de-covid-19-sobre-as-organizacoes-um-olhar-para-genero-e-raca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 16:34:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>*Por Kelly Baptista Durante o avan&#231;o da pandemia, vimos v&#225;rias manchetes nos ve&#237;culos de imprensa que nos mostravam que os muito ricos levaram poucos meses para se recuperar dos impactos da Covid-19 e as fortunas dos bilion&#225;rios foram dobradas. Por outro lado, a pesquisa Ativismo e Pandemia no Brasil, realizada pelo Fundo ELAS+, nos chama [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>*Por Kelly Baptista</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o avanço da pandemia, vimos várias manchetes nos veículos de imprensa que nos mostravam que os muito ricos levaram poucos meses para se recuperar dos impactos da Covid-19 e as fortunas dos bilionários foram dobradas. Por outro lado, a pesquisa <a href="http://www.fundosocialelas.org/ativismo-e-pandemia-no-brasil/uploads/publicacao-ativismo-e-pandemia-no-brasil.pdf"><em>Ativismo e Pandemia no Brasil</em></a>, realizada pelo Fundo ELAS+, nos chama a atenção para o fato de que este período prejudicou as organizações da sociedade civil comandadas majoritariamente por mulheres, pessoas negras e LGBTQIA+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexuais).</p>



<p class="wp-block-paragraph">E explico como. De acordo com ativistas sociais, a pandemia agravou as dificuldades que já se apresentavam nas suas localidades de atuação, em sua maioria áreas vulneráveis em todo o território nacional, o que os levaram a construírem frentes efetivas de ação e mobilização.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Observamos estas pessoas e entidades tomando a dianteira com soluções, por meio da promoção de acesso a insumos de prevenção, alimentação, estruturas de abrigo e capacitações, suprindo a lacuna do poder público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passados dois anos de pandemia, os desafios agora são outros, como bem explica Armanda Serrão, presidente e captadora de recursos do Instituto Sonhar, localizado no norte do país: “Uma das nossas principais dificuldades atualmente é entender e aprender a desenvolver novas habilidades para a captação de voluntários, e promover a permanência e a participação dos usuários e suas famílias nessas ações”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório final da CPI da pandemia da Covid-19, elaborado pelo Senado Federal, concluiu que o perfil de mortos e infectados pelo Coronavírus no Brasil não é aleatório. O documento, de 1.180 páginas, apontou que as mulheres, a população negra e os quilombolas são os que mais sofrem pelas condições socioeconômicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais vulneráveis, as comunidades desfavorecidas e grupos étnicos ou raciais marginalizados como indígenas e negros tiveram maior probabilidade de contrair o vírus, devido às más condiçoes de trabalho, como a exposição a ambientes com maior aglomeração e a necessidade de utilizar o transporte público, o que também fez com que os mais pobres tenham sido mais contaminados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A abolição da escravidão não extinguiu a desigualdade e o preconceito. Ainda hoje, é necessário reconhecer, com tristeza e indignação, que o racismo ainda é forte no Brasil. Silvio de Almeida define o racismo estrutural como um componente orgânico da própria sociedade, refletido na cultura e nas instituições que, sistematicamente, tendem a discriminar grupos racialmente identificados”, aponta o relatório final da CPI da pandemia da Covid-19, elaborado pelo Senado Federal, em outubro de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando as necessidades que surgirão das populações vulneráveis, a inquietação sobre a capacidade de sobrevivência das organizações sociais é grande. Muitos acreditam que a demanda por seus serviços deve aumentar após o final da pandemia. E para que possam seguir com seus propósitos e missão de serem um alento para os grupos minorizados, precisamos unir forças, conhecimento e fazer uso da tecnologia disponível para gerar engajamento, envolvimento das equipes e maior visibilidade para a própria organização ou causa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Kelly Baptista é especialista em gestão de políticas públicas e coordenadora geral da Fundação 1Bi, apoiada pela Movile, membro da Rede de Líderes Fundação Lemann e Conselheira Fiscal do Instituto Djeanne Firmino</em></p>
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		<title>Estudantes negros correm mais risco de abandonar os estudos durante a pandemia, aponta pesquisa</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/estudantes-negros-correm-mais-risco-de-abandonar-os-estudos-durante-a-pandemia-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 16:07:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes negros]]></category>
		<category><![CDATA[evasão escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da Datafolha aponta que 43% dos estudantes negros na rede&#160; p&#250;blica de educa&#231;&#227;o b&#225;sica&#160; correm risco de abandonar os estudos por causa da pandemia. Entre os alunos brancos, o percentual &#233; de 35%. Os dados foram conseguidos a partir da perspectiva das fam&#237;lias.&#160; Para pais e respons&#225;veis os estudantes n&#227;o t&#234;m evolu&#237;do na aprendizagem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pesquisa da Datafolha</strong> aponta que 43% dos<strong> estudantes negros </strong>na rede&nbsp; pública de educação básica&nbsp; correm risco de abandonar os estudos por causa da pandemia. Entre os alunos brancos, o percentual é de 35%. Os dados foram conseguidos a partir da perspectiva das famílias.&nbsp; Para pais e responsáveis os estudantes não têm evoluído na aprendizagem e admitem que podem abandonar os estudos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/DUM86rBju9LFtOfA2zIXUenqq9g=/0x0:1700x1065/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/I/C/lTUayUSASMGOA6DsIieA/biko1.jpg" alt="Em Salvador, Instituto Steve Biko prepara estudantes negros e de escolas públicas para concorrer a vagas nas universidades — Foto: Divulgação / Instituto Steve Biko" /><figcaption>Imagem: Instituto Steve Biko</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação às diferenças socioeconômicas, o problema afeta quase metade dos estudantes das famílias que vivem com apenas um salário mínimo, em contraste com os 31% daquelas com renda entre dois e cinco salários mínimos. O risco é ainda maior nas áreas rurais (51%) do que nas urbanas (39%) e incide mais na região Nordeste (50%) do que na Sul (31%).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto relevante da pesquisa diz respeito ao impacto da pandemia na alfabetização. De acordo com os pais e responsáveis, 88% dos estudantes matriculados no 1º, 2 º e 3 º ano do ensino fundamental estão em “processo de alfabetização”. Dessa proporção, mais da metade (51%) das crianças ficou no mesmo estágio de aprendizado, ou seja, não aprendeu nada de novo (29%), ou desaprendeu o que já sabia (22%), segundo a percepção dos responsáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais uma vez, as desigualdades chamam atenção. No Nordeste, 28% dos familiares disseram que a criança desaprendeu, enquanto no Sul esse percentual é de 17%. A pesquisa mostra ainda que 57% dos estudantes brancos aprenderam coisas novas durante a pandemia na percepção de seus responsáveis – índice que cai para 41% entre os negros.&nbsp; “Em um ano de acompanhamento, os dados mostram esforços importantes das redes públicas para oferta do ensino remoto. Entretanto, as desigualdades em relação à qualidade dessa oferta se acentuaram, assim como os riscos de abandono escolar. É urgente para o país estabelecer uma estratégia compartilhada, que traga coerência ao processo, com o compromisso de ampliar as oportunidades aos mais vulneráveis, de modo a recuperar o que foi perdido agora e melhorar os resultados educacionais para as próximas gerações”, avalia a gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Itaú Social, Patrícia Mota Guedes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aprendizado na Pandemia — A pesquisa identificou que 96% dos estudantes receberam algum tipo de atividade escolar neste ano, mas isso não se reflete necessariamente na percepção dos responsáveis sobre o desempenho. Para 86% dos pais e responsáveis, o desempenho escolar dos seus filhos antes da pandemia era ótimo ou bom e, agora, esse índice caiu para 59% &#8212; uma diferença de 27 pontos percentuais. O baixo desempenho escolar é a principal preocupação deles no caso de alunos que não estão em processo de alfabetização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reabertura Desigual das Escolas — Segundo os pais e responsáveis entrevistados, apenas 24% dos estudantes tiveram as escolas reabertas (mesmo que parcialmente), mas na região Norte esse índice é ainda mais baixo, de apenas 6%. Somente 16% dos estudantes de baixo nível socioeconômico tiveram escolas reabertas, ante 38% daqueles que estudam em unidades de alto nível socioeconômico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dado do Datafolha mostra que, entre os estudantes que tiveram a escola reaberta, 40% não foram para a aula presencial. O principal motivo para isso foi algum fator ligado à pandemia. No retorno às escolas, 63% dos estudantes estão sendo avaliados para identificar as suas dificuldades, mas só 29% estão recebendo aulas de reforço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os estudantes que têm aulas a partir de casa, a dificuldade de manter a rotina aumentou de 58% em maio de 2020, para 69% um ano depois. O aumento foi em todos os ciclos, sendo mais expressivo entre as crianças dos anos iniciais (1º ao 5º ano do ensino fundamental) e da região Nordeste (que passou de 58% para 74%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sexta Onda — Em um período de um ano (de maio de 2020 a maio de 2021) foram realizadas seis pesquisas Datafolha na série “Educação não presencial na perspectiva dos estudantes e suas famílias”. Esta sexta onda registra a evolução de alguns indicadores da educação remota neste período. As pesquisas anteriores foram em maio, junho, julho, setembro e novembro de 2020. A pesquisa quantitativa foi realizada entre os dias 22 de abril e 21 de maio de 2021, com abordagem telefônica, com responsáveis por crianças e adolescentes com idades entre 6 e 18 anos da rede pública, em todas as regiões do país.</p>
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		<title>&#8220;Bolsonaro emprega uma gestão supremacista branca&#8221;. Coalizão Negra Por Direitos participa de superpedido de impeachment</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jun 2021 23:18:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Coaliz&#227;o Negra Por Direitos foi um dos coletivos que participou do pedido para protocoliza&#231;&#227;o do &#8220;superpedido&#8221; de impeachment motivado pela atua&#231;&#227;o desastrosa do presidente Jair Bolsonaro na condu&#231;&#227;o da pandemia do novo coronav&#237;rus e outros crimes de responsabilidade cometidos pelo gestor desde 2019,quando assumiu a presid&#234;ncia da rep&#250;blica. Douglas Belchior, professor de hist&#243;ria, integrante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Coalizão Negra Por Direitos</strong> foi um dos coletivos que participou do pedido para protocolização do &#8220;superpedido&#8221; de impeachment motivado pela atuação desastrosa do presidente <strong>Jair Bolsonaro</strong> na condução da pandemia do novo coronavírus e outros crimes de responsabilidade cometidos pelo gestor desde 2019,quando assumiu a presidência da república.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="662" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/image-1024x662.jpeg" alt="" class="wp-image-37026" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/image-1024x662.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/image-300x194.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/image-150x97.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/image-768x496.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/image-696x450.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/image-1068x690.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/image-650x420.jpeg 650w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/image.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem: Coalizão Negra Por Direitos</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Douglas Belchior</strong>, professor de história, integrante da Coalizão Negra Por Direitos e da <strong>Uneafro Brasil</strong> falou em&nbsp; coletiva de imprensa sobre o pedido de impeachment feito nessa quarta-feira (30), em Brasília. “Nós vivemos um momento histórico importante e essa unidade diz respeito a isso. É uma unidade contra a bábarie, o genocídio que é a natureza do Estado brasileiro. Nós vivemos um encontro macabro desse momento da história do Brasil que sempre empreendeu suas forças para assassinar os povos originários e os povos africanos e seus descendentes que construíram esse país.E o encontro desse Estado, com um governo explicitamente fascista, racista e genocida. Esse encontro está destruindo ainda mais nosso país. Esse encontro é responsável pelas mais de 500 mil pessoas assassinadas pela política de negligência com a saúde pública no Brasil”, disse Belchior no início de sua fala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O líder da Coalizão também lembrou as recentes denúncias de corrupção que atingiram o Planalto. “Agora a gente vê revelado ao país o caráter também corrupto de um governo hipócrita de Jair Bolsonaro. Hoje é um momento simbólico de continuidade de derrocada desse governo”, disse. Na semana passada o deputado federal <strong>Luis Miranda</strong> (DEM) denunciou à <strong>CPI da Covid</strong> um esquema envolvendo a compra da vacina indiana Covaxin, que ainda não tinha sido aprovada pela Anvisa e acusou o também deputado Ricardo Barros (Progressistas), líder do governo na Câmara de oferecer propina para não denunciar o caso.&nbsp; A suspeita é que Bolsonaro sabia do ocorrido envolvendo Valor da dose mais alto que o comum , inconsistências no contrato, que previa pagamento antecipado a uma empresa que não era a fabricante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 24 de junho, em depoimento à CPI, o epidemiologista <strong>Pedro Hallal</strong> apresentou o slide original que apresentaria a integrantes do Ministério da Saúde. &#8220;Ele revelaria a situação específica da população negra e dos povos indígenas. Esse slide foi censurado e em seguida a relação com a universidade e com a pesquisa foi interrompida. É mais uma prova que o Bolsonaro emprega uma gestão supremacista branca. Uma gestão genocida que vitima o povo negro e o povo indígena”, disse Douglas Belchior sobre o revelado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao lado de lideranças indígenas como <strong>Sônia Guajajara</strong>, Belchior pediu aplausos aos povos indígenas e prosseguiu. “Num país de maioria negra é essa a postura que o governo tem. Deixa morrer, deixa contaminar. Se fosse um país de maioria branca, essa postura seria diferente. Da mesma maneira que a gente vê permitida pela sociedade brasileira que a polícia estoure territórios negros e mate gente como fez em Jacarezinho é a mesma lógica da política colocada em prática pelo Jair Bolsonaro. Não vamos aceitar. Fora Bolsonaro!”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O &#8220;superpedido&#8221; tem&nbsp;<strong>46 signatários</strong>&nbsp;e consolida argumentos apresentados em outros 123 pedidos de impeachment já apresentados à Câmara.Agora é preciso que o presidente da Câmara, Arthur Lira, do Progressistas dê continuidade ao superpedido de impeachment.</p>
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		<title>Símbolo de beleza e talento, Cris Vianna tem na força ancestral sua fonte de esperança no futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jun 2021 18:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cris Vianna estreou nos folhetins com a exibi&#231;&#227;o da novela &#8220;Am&#233;rica&#8221;, de Gl&#243;ria Perez, em 2005. De l&#225; para c&#225; se tornou uma das atrizes negras mais reconhecidas do pa&#237;s. &#8220;Sinh&#225; Mo&#231;a&#8221;, &#8220;O Profeta&#8221;, &#8220;Duas Caras&#8221;, &#8220;Para&#237;so&#8221; (2009), &#8220;Tempos Modernos&#8221; e &#8220;Fina Estampa&#8220;. Com a reprise de &#8220;Imp&#233;rio&#8221;, originalmente exibida em 2014, o p&#250;blico acompanha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cris Vianna</strong> estreou nos folhetins com a exibição da novela <strong>“América</strong>”, de<strong> Glória Perez</strong>, em 2005. De lá para cá se tornou uma das atrizes negras mais reconhecidas do país. “<strong>Sinhá Moça</strong>”, <strong>“O Profeta</strong>”, “<strong>Duas Caras</strong>”, &#8220;<strong>Paraíso</strong>&#8221; (2009), &#8220;<strong>Tempos Modernos</strong>&#8221; e &#8220;<strong>Fina Estampa</strong>&#8220;. Com a reprise de <strong>“Império”</strong>, originalmente exibida em 2014, o público  acompanha o que talvez seja a personagem mais conhecida da atriz: ex-rainha de bateria <strong>Juliane Matos</strong>, ou<strong> Juju Popular</strong>.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default td-img-style-shadow"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/Captura-de-Tela-2021-06-03-às-00.42.12-677x1024.png" alt="" class="wp-image-35815" width="508" height="768" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/Captura-de-Tela-2021-06-03-às-00.42.12-677x1024.png 677w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/Captura-de-Tela-2021-06-03-às-00.42.12-198x300.png 198w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/Captura-de-Tela-2021-06-03-às-00.42.12-99x150.png 99w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/Captura-de-Tela-2021-06-03-às-00.42.12-768x1161.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/Captura-de-Tela-2021-06-03-às-00.42.12-1016x1536.png 1016w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/Captura-de-Tela-2021-06-03-às-00.42.12-696x1052.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/Captura-de-Tela-2021-06-03-às-00.42.12-1068x1615.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/Captura-de-Tela-2021-06-03-às-00.42.12-278x420.png 278w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/Captura-de-Tela-2021-06-03-às-00.42.12.png 1090w" sizes="(max-width: 508px) 100vw, 508px" /><figcaption>Cris Vianna como Juju Popular (Foto: Fco Patrício/Blog Aguinaldo Silva)</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph"> “Todo personagem que eu interpretei marcou a minha trajetória, mas, talvez, o grande público tenha eleito a Juju a minha personagem mais icônica, sim. Até hoje, essa personagem vive no imaginário popular. Agradeço muito ao Aguinaldo Silva, ao Papinha e a toda equipe dessa novela maravilhosa por me darem essa oportunidade”, diz.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/de1b2e5d-98f7-4bd5-b790-7278fb1e2fad.jpg" alt="" class="wp-image-35831" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/de1b2e5d-98f7-4bd5-b790-7278fb1e2fad.jpg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/de1b2e5d-98f7-4bd5-b790-7278fb1e2fad-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/de1b2e5d-98f7-4bd5-b790-7278fb1e2fad-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/de1b2e5d-98f7-4bd5-b790-7278fb1e2fad-280x420.jpg 280w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption>Imagem: Farhat</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O reconhecimento atual veio após enfrentar barreiras físicas e simbólicas comuns a mulheres negras que tentam carreira artística no país. Questionada se imaginaria estar onde está hoje, Cris é categórica: “Acho que sim, afinal, o que nos move é o desejo, o sonho, a vontade de conquistar, mas o caminho foi longo e continua sendo. No início, vindo de onde eu vim, tudo era apenas um sonho, um sonho muito solitário. Eu não conhecia ninguém do meio televisivo, não sabia nem por onde começar. Aos poucos, fui procurando cursos de formação, lendo sobre o ofício, e os primeiros testes foram aparecendo. Ter sido modelo me ajudou muito porque, às vezes, você esbarra com um colega que está na mesma caminhada e ele acaba te dando uma dica”, relembra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Difícil não imaginar que com o talento dramático e beleza, em um cenário que favorecesse a ascensão de talentos negros, a atriz já não estaria entre os principais protagonistas da TV, mas a personalidade concentrada e a paixão pelo que faz podem levá-la a vôos ainda maiores. “Eu sou muito focada, determinada, e essas características pessoais me fizeram perseverar, insistir, até conquistar os meus primeiros trabalhos. Depois disso, um trabalho foi puxando o outro. Sou feliz com o que conquistei, mas sinto que ainda tenho muito o que realizar. Amo a minha profissão”, diz, Cris Vianna, que curiosamente interpretou papéis tão determinados e perseverantes quanto à própria atriz, como a Indira de <strong>“A Regra do Jogo”</strong> (2015).</p>



<div class="wp-block-image is-style-default td-img-style-shadow"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="690" height="570" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/cris-vianna.jpeg" alt="" class="wp-image-35818" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/cris-vianna.jpeg 690w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/cris-vianna-300x248.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/cris-vianna-150x124.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/cris-vianna-508x420.jpeg 508w" sizes="(max-width: 690px) 100vw, 690px" /><figcaption>Cris Vianna como Indira em &#8220;A regra do jogo&#8221;- Foto: Rede Globo</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">No cinema ela esteve em filmes como “<strong>Besouro</strong>” (dirigido por João Daniel Tikhomiroff) e “<strong>Última Parada 174</strong>”, de Bruno Barreto, interpretando a mãe de Sandro, sequestrador do ônibus 174. Ambas obras retratam mitologias e realidade do cotidiano do povo preto, o que casa com posicionamentos que a atriz mostra em suas redes sociais, mostrando ter ciência da importância que tem enquanto figura pública e mulher preta. </p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/20081020-up07.jpeg" alt="" class="wp-image-35819" width="591" height="394" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/20081020-up07.jpeg 420w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/20081020-up07-300x200.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/20081020-up07-150x100.jpeg 150w" sizes="(max-width: 591px) 100vw, 591px" /><figcaption>Cris em Última Parada 174”, de Bruno Barreto &#8211; Foto: Divulgação </figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Para Cris, debates sobre a representação do preto na TV tem avançado, ainda que lentamente. “Protagonizei filmes, mas não foram muitos os testes para protagonista de novela. E poucas novelas foram protagonizadas por mulheres negras e, menos ainda, protagonizadas por mulheres negras de pele mais escura. Nos últimos tempos, o debate sobre a representatividade na TV tem ganhado mais força, por isso, quero acreditar, depois de tanto tempo de luta, que as coisas estão mudando e, com isso, que outras oportunidades surgirão. Essa luta não vem de hoje e ainda vai continuar por muito tempo, mas sou otimista”, reflete.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/88917513-e7ae-4153-abf2-cdbc85c806eb.jpg" alt="" class="wp-image-35830" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/88917513-e7ae-4153-abf2-cdbc85c806eb.jpg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/88917513-e7ae-4153-abf2-cdbc85c806eb-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/88917513-e7ae-4153-abf2-cdbc85c806eb-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/88917513-e7ae-4153-abf2-cdbc85c806eb-280x420.jpg 280w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption>Imagem: Farhat</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para a atriz ter se tornado referência como mulher negra é &#8220;deixar o coração cheio de esperança e gratidão”. A modelo diz também ficar emocionada com a situação. “Agradeço a todas as mulheres pretas que vieram antes de mim e que me iluminaram o caminho”, fala. E não é como se isso fosse pouca coisa em um país que carece de passos mais largos rumo a uma representatividade maior. “Lutar, lutar e lutar. Acho que a luta vem fazendo as coisas mudarem lentamente, mas o caminho é longo. Ainda faltam muitas oportunidades para nós, artistas negros”, conclui a musa.</p>



<div class="wp-block-image is-style-default td-img-style-shadow"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="651" height="641" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/184654151_1243611066036816_6615929690931377972_n.jpg" alt="" class="wp-image-35820" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/184654151_1243611066036816_6615929690931377972_n.jpg 651w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/184654151_1243611066036816_6615929690931377972_n-300x295.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/184654151_1243611066036816_6615929690931377972_n-150x148.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/184654151_1243611066036816_6615929690931377972_n-427x420.jpg 427w" sizes="(max-width: 651px) 100vw, 651px" /><figcaption>Cris Vianna com Ruth de Souza &#8211; Foto: Reprodução Instagram </figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre os casos de preconceito acontecendo abertamente debaixo do véu de um governo de extrema-direita, Cris Vianna lembra que o racismo sempre existiu, mas que hoje em dia o povo preto tem mais voz. &#8220;Na contramão de tanto preconceito, temos movimentos fortes, importantes, de conscientização e de combate ao racismo, à homofobia, à misoginia e outras tantas formas de discriminação. Ainda tem muita luta, mas já demos passos enormes”, raciocina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como muitos brasileiros que seguem regras de distanciamento social, Vianna tem visto a família com menos frequência e se sente menos à vontade de sair para trabalhar. “Acho que, assim como todos, sinto falta de me sentir livre. Para manter a saúde mental tenho feito algumas aulas remotamente, além dos treinos. Também leio, vejo TV, filmes, séries e falo sempre com meus amigos via Zoom para matar a saudade, ver o rosto, sentir melhor como eles estão”, revela Cris, que também espera a vacina para colocar projetos com o teatro para funcionar.</p>



<div class="wp-block-image td-img-style-shadow"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/IMG_2143-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-35802" width="512" height="768" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/IMG_2143-683x1024.jpg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/IMG_2143-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/IMG_2143-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/IMG_2143-768x1152.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/IMG_2143-1024x1536.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/IMG_2143-1365x2048.jpg 1365w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/IMG_2143-696x1044.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/IMG_2143-1068x1602.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/IMG_2143-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/IMG_2143-scaled.jpg 1706w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /><figcaption>Imagem: Farhat</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu perfil do Instagram, Cris Vianna costuma postar dicas literárias que passam por<strong> Rachel Maia</strong> e <strong>Carolina de Jesus</strong> e diz que atualmente está lendo “<strong>Um Defeito de Cor</strong>”, da <strong>Ana Maria Gonçalves</strong>. As escritoras indicadas ajudaram na formação profissional e pessoal da modelo e atriz, assim como a mãe,<strong> Darci Vianna</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao fim da entrevista, a mensagem para esses tempos sombrios é de esperança. “Os tempos sempre foram difíceis pra nós. Acredito que precisamos renovar nossas forças e fortalecer nossas esperanças como nossos ancestrais sempre fizeram. Não duvidem que tudo isso vai passar. Mantenham sempre a fé e a empatia. Deixo meu abraço e solidariedade para todos aqueles que perderam alguém nessa pandemia”, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Edição: </em>Silvia Nascimento </p>
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		<title>Zendaya criou sistema de pontos para dividir lucros de &#8220;Malcolm and Marie&#8221; com equipe</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/zendaya-criou-sistema-de-pontos-para-dividir-lucros-de-malcolm-and-marie-com-equipe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 May 2021 22:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Malcolm&Marie]]></category>
		<category><![CDATA[netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Zendaya]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;Zendaya criou um sistema de pontos que garantiu U$300.000( trezentos mil d&#243;lares) para a equipe que participou da produ&#231;&#227;o de &#8220;Malcolm And Marie&#8220;. A atriz quis ajudar os colegas de trabalho, pois as filmagens aconteceram durante a pandemia de Covid-19. &#8220;Parecia a coisa certa a fazer. Estas s&#227;o as pessoas que estiveram conosco durante todo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;<strong>Zendaya</strong> criou um sistema de pontos que garantiu U$300.000( trezentos mil dólares) para a equipe que participou da produção de &#8220;<strong>Malcolm And Marie</strong>&#8220;. A atriz quis ajudar os colegas de trabalho, pois as filmagens aconteceram durante a pandemia de Covid-19. “Parecia a coisa certa a fazer. Estas são as pessoas que estiveram conosco durante todo o processo&nbsp; e literalmente colocando seu sangue, suor e lágrimas nisso,’ disse a atriz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema consiste em distribuir dinheiro para os integrantes da produção conforme o filme lucrasse. Zendaya estava ciente que muitas pessoas que trabalhavam nos bastidores perderam seus empregos durante a pandemia e essa foi a forma de garantir que ninguém ficasse na mão. “Tivemos que criar essa estrutura financeira onde todos os membros da nossa equipe também ganharam pontos, então, quando vendeu, eles ganharam dinheiro também, então, esperançosamente, será um sistema que pode continuar,” , revelou Zendaya em um painel para o <strong>Globo de Ouro</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://claudia.abril.com.br/wp-content/uploads/2020/09/GettyImages-874316498.jpg" alt="Zendaya é a atriz mais jovem a vencer um Emmy" width="972" height="738"/><figcaption>Imagem: Dimitrious Kambouris/Getty Images</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Malcolm and Marie” foi vendido para a <strong>Netflix </strong>&nbsp; por US $30 milhões, segundo a Variety. O site Cheat Sheet divulgou que cada ponto seria equivalente a 1% do lucro, o que no mínimo&nbsp; U$300.000 para a equipe, mas que provavelmente seria muito mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme acompanha um casal que na noite de estreia do primeiro filme do marido (o Malcolm defendido por J<strong>ohn David Washington</strong>) tem uma discussão sobre o papel da crítica de cinema, a relação amorosa problemática e as necessidades individuais de cada um.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme está disponível na Netflix.</p>
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		<title>Morre o ator João Acaiabe, o Tio Barnabé do ‘Sítio do Picapau Amarelo’, vítima de Covid-19</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/morre-o-ator-joao-acaiabe-do-sitio-do-picapau-amarelo-vitima-de-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 13:03:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[João Acaiabe]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na madrugada desta quinta-feira, o ator Jo&#227;o Acaiabe, de 76 anos, faleceu devido a complica&#231;&#245;es da Covid-19. A informa&#231;&#227;o foi divulgada por amigos do ator nas redes sociais. Jo&#227;o Acaiabe precisou ser entubado no dia 31 de mar&#231;o devido as complica&#231;&#245;es do v&#237;rus que vinha tratando desde o dia 15 de mar&#231;o, de acordo com [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Na madrugada desta quinta-feira, o ator<strong> João Acaiabe</strong>, de 76 anos, faleceu devido a complicações da Covid-19. A informação foi divulgada por amigos do ator nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">João Acaiabe precisou ser entubado no dia 31 de março devido as complicações do vírus que vinha tratando desde o dia 15 de março, de acordo com a publicação de seu Instagram, apresentava um &#8220;quadro estável&#8221;.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed-instagram wp-block-embed is-type-rich is-provider-instagram"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CNGalEUB9u2/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="13" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CNGalEUB9u2/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/CNGalEUB9u2/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by João Acaiabe (@joao_acaiabe_oficial)</a></p></div></blockquote><script async src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></div>
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<p class="wp-block-paragraph">Nas redes sociais, amigos e companheiros de trabalho homenagearam o artista, o ator e militante Sidney Santiago publicou &#8220;Amig@xs com dor informamos que o nosso Astro maior, de coração gigante e trajetória ímpar acabou de falecer em função de uma parada cardíaca por conta da Covid 19, um Rei. Um homem terno. Resistiu. Fez amigos. Incentivou gerações. Alegrou um bilhão de crianças. Sua família segue para Espírito Santo do Pinhal, interior paulista, onde as honras serão rendidas. Perdemos tanto. O céu ganhou João.&#8221;, lamentou Sidney</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ator teve brilhante passagem no mundo do cinema e é muito conhecido por ter dado vida ao Tio Barnabé no <em>Sítio do Picapau Amarelo</em> nos anos 2000 e o Chefe Chico na versão mais recente de <em>Chiquititas</em> exibido em 2013 e 2015.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a pandemia, o ator enfrentou problemas financeiros devido a redução dos trabalhos artísticos e chegou a falar sobre o momento que estava passando nas redes sociais</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu sou contator de histórias e agora é de uma importância incrível pra mim. Eu sou ator, meu setor vai demorar o maior tempo pra voltar e eu também não quero expor as pessoas&#8221;, explica. O ator ainda faz um apelo para incentivar a doação de órgãos. &#8220;É uma coisa importantíssima e tem que fazer (se declarar doador) em vida, porque a família não sabe depois como agir&#8221;.</p>
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		<title>Dr Drauzio Varella realizará live sobre covid-19 para comunidade negra</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/dr-drauzio-varella-realizara-live-sobre-covid-19-para-comunidade-negra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 17:38:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[Drauzio varella]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Guetto]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pensando nos dados que confirmam que pessoas negras e perif&#233;ricas s&#227;o as maiores v&#237;timas fatais de Covid-19 no Brasil e representam o menor n&#250;mero de pessoas vacinadas, o Instituto Guetto receber&#225; o Dr Drauzio Varella em uma conversa sobre a realidade da pandemia nas comunidades, sa&#250;de p&#250;blica e orienta&#231;&#245;es para o enfrentamento ao v&#237;rus. A [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Pensando nos dados que confirmam que pessoas negras e periféricas são as maiores vítimas fatais de Covid-19 no Brasil e representam o menor número de pessoas vacinadas, o Instituto Guetto receberá o Dr Drauzio Varella em uma conversa sobre a realidade da pandemia nas comunidades, saúde pública e orientações para o enfrentamento ao vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A live será realizada na próxima segunda-feira (29) às 18hrs. E a conversa será transmitida pelas redes sociais da ONG que atua com comunidades negras de todo Brasil</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Drauzio_chamada_Instagram-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-32212" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Drauzio_chamada_Instagram-1024x1024.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Drauzio_chamada_Instagram-300x300.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Drauzio_chamada_Instagram-150x150.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Drauzio_chamada_Instagram-768x768.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Drauzio_chamada_Instagram-1536x1536.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Drauzio_chamada_Instagram-2048x2048.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Drauzio_chamada_Instagram-696x696.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Drauzio_chamada_Instagram-1068x1068.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Drauzio_chamada_Instagram-420x420.jpg 420w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo da live é entender como a doença age nos corpos negrose debater sobre a urgência de políticas publicas e a proteção individual da comunidade negra. Entendendo a importância desse diálogo, o Instituto Guetto convida o Dr. Drauzio Varella&nbsp; a uma conversa de modo a apresentar caminhos para o embate e trazer orientações para a proteção da comunidade negra perante a&nbsp; pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são alarmantes: segundo a ONG Instituo Polis os homens negros são as maiores vítimas acometidas pelo covid (250 óbitos a cada 100 mil habitantes) seguido pelo número de mulheres negras (140 mortes a cada 100mil habitantes).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E ainda existe uma tendência de aumento, já que os números da pandemia seguem em alta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8221; Esse cenário demanda extrema atenção e se faz necessário uma intervenção imediata em diversos viés de nossa sociedade. A pandemia escancara a profunda vulnerabilidade da população negra, uma população que é negligenciada desde do acesso ao saneamento à empatia de seus empregadores. Essa live se faz necessária.  Autocuidado é sobre resistir!&#8221;, aponta Vitor Del Rey,  CEO e fundador da ONG carioca.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia também:</strong></p>



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<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="8kiQTBqe6x"><a href="https://mundonegro.inf.br/covid-19-variante-disparou-o-numero-de-mortes-de-pessoas-negras-inclusive-as-mais-jovens/">Covid-19: variante disparou o número de mortes de pessoas negras, inclusive as mais jovens</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Covid-19: variante disparou o número de mortes de pessoas negras, inclusive as mais jovens&#8221; &#8212; Mundo Negro" src="https://mundonegro.inf.br/covid-19-variante-disparou-o-numero-de-mortes-de-pessoas-negras-inclusive-as-mais-jovens/embed/#?secret=8kiQTBqe6x" data-secret="8kiQTBqe6x" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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