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	<title>Arquivos outubro rosa - Mundo Negro</title>
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	<title>Arquivos outubro rosa - Mundo Negro</title>
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		<title>Outubro Rosa: Mulheres negras têm 57% mais chances de morrer de câncer de mama no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Oct 2025 16:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dado alarmante divulgado no ano passado voltou a a ser repercutido neste Outubro Rosa, m&#234;s dedicado &#224; conscientiza&#231;&#227;o e ao combate ao c&#226;ncer de mama e do colo do &#250;tero. Um estudo do Instituto Nacional de C&#226;ncer (INCA) revelou que mulheres negras t&#234;m 57% mais chances de morrer de c&#226;ncer de mama do que [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um dado alarmante divulgado no ano passado voltou a a ser repercutido neste <strong>Outubro Rosa</strong>, mês dedicado à conscientização e ao combate ao câncer de mama e do colo do útero. Um estudo do<strong> Instituto Nacional de Câncer</strong> (INCA) revelou que mulheres negras têm 57% mais chances de morrer de câncer de mama do que mulheres brancas no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa, intitulada<strong> &#8216;Mantus — Mulheres Negras e Câncer de Mama Triplo Negativo: Desafios e Soluções para o Sistema Único de Saúde (SUS)&#8217;</strong>, iniciada em 2022, analisou quase mil pacientes atendidas pelo INCA e confirmou a relação entre a cor da pele e os casos do tipo mais agressivo da doença, o câncer de mama triplo negativo (TNBC) — mais comum entre mulheres pretas. O estudo traçou o perfil completo das mulheres mais afetadas pela doença no país, considerando aspectos sociais, comportamentais, ambientais e biológicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados mostram que os problemas de maior incidência de morte de mulheres negras por câncer começam na falta de rastreamento da doença. &#8220;No Brasil, destaca-se a menor proporção de exames nas mulheres autodeclaradas como pardas (54,4%), seguidas das autodeclaradas pretas (56,5%). Observa-se que, com exceção da Região Sudeste, a cobertura da mamografia em menos de dois anos, em mulheres pardas de 50 a 69 anos, foi menor em todas as Regiões do Brasil&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proporção de mulheres da população-alvo, que têm entre 50 a 69 anos, que nunca fizeram mamografia é mais expressiva nas Regiões Norte (42,1%) e Nordeste (33,7%). O estado do Amapá é a região com maior número de mulheres que nunca fizeram mamografia (53,2).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo levanta algumas hipóteses que ajudam a entender o alto índice de mortalidade de mulheres negras por câncer de mama, entre eles, fatores modificáveis como hábitos e exposições a produtos e serviços que possuem propriedades prejudiciais para a saúde, como o consumo de alimentos ultraprocessados, dificuldade de acesso a diagnóstico e tratamento, diagnóstico com doença avançada, dificuldade de completar o tratamento e tratamentos pouco eficazes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, foram estimados 73.610 casos novos de câncer de mama em 2024. A estimativa de risco é de 66,54 casos a cada 100 mil mulheres. Apenas cerca de 1% dos casos ocorre em homens.</p>
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		<title>Outubro Rosa: livro de Rachel Galiza narra desafios e vitórias após diagnóstico de câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Oct 2024 12:31:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 16 de outubro, quarta-feira, a Livraria da Travessa, em Ipanema (RJ), ser&#225; palco do lan&#231;amento de &#8216;Tudo vai bem aqui no peito &#8211; Como superei um c&#226;ncer aos 32 anos&#8216;, livro escrito por Rachel Galiza. A partir das 19h, o p&#250;blico poder&#225; conhecer de perto a emocionante trajet&#243;ria da autora, que transformou sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No dia 16 de outubro, quarta-feira, a Livraria da Travessa, em Ipanema (RJ), será palco do lançamento de &#8216;<em>Tudo vai bem aqui no peito – Como superei um câncer aos 32 anos</em>&#8216;, livro escrito por <strong>Rachel Galiza</strong>. A partir das 19h, o público poderá conhecer de perto a emocionante trajetória da autora, que transformou sua experiência de superação de um câncer de mama em um relato inspirador. O evento ocorre durante o Outubro Rosa, mês dedicado à conscientização sobre a doença, reforçando a importância do autoexame e do apoio durante o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas 240 páginas da obra, Rachel detalha desde a descoberta do câncer, feito por meio do autoexame, até as transformações que a levaram a encarar o diagnóstico com coragem, bom humor e fé. Após criar um blog para relatar o dia a dia da luta contra a doença, a engenheira civil decidiu expandir a conversa em um livro que mistura emoção, aprendizados e momentos de vitória.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="276" height="414" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/image001.png" alt="" class="wp-image-84075" style="width:408px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/image001.png 276w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/image001-200x300.png 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/image001-100x150.png 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/image001-150x225.png 150w" sizes="(max-width: 276px) 100vw, 276px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Além de depoimentos emocionantes, o livro é repleto de fotos que registram a trajetória de Rachel, como o ensaio fotográfico que fez após a primeira cirurgia para retirada da mama esquerda. A imagem desse ensaio, com a autora exibindo sua força e resiliência, inspirou a ilustração da capa, criada pela designer <strong>Patricia Fernandes</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com frases motivacionais, listas de necessidades para quem enfrenta o tratamento e reflexões profundas, o livro oferece uma mensagem de esperança. Uma das frases destacadas por Rachel é: &#8220;Faça das pequenas coisas um evento. O momento é difícil, mas não estamos impedidos de rir, sorrir, comemorar, vibrar! Vibre!!!&#8221;</p>
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		<title>Outubro Rosa: 35% mais mulheres negras que brancas nunca fizeram mamografia na vida, aponta estudo</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/outubro-rosa-35-mais-mulheres-negras-que-brancas-nunca-fizeram-mamografia-na-vida-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Oct 2023 13:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o levantamento realizado pelo CEDRA (Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais), cerca de 35% mais mulheres negras que brancas, entre 50 a 69 anos, n&#227;o realizaram nenhuma mamografia ao longo da vida. Apesar do Outubro Rosa ser um movimento internacional de conscientiza&#231;&#227;o para detec&#231;&#227;o precoce do c&#226;ncer de mama, as desigualdades raciais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento realizado pelo<strong> CEDRA (Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais)</strong>, cerca de 35% mais mulheres negras que brancas, entre 50 a 69 anos, não realizaram nenhuma mamografia ao longo da vida. Apesar do <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/consigo-viver-com-qualidade-de-vida-sendo-uma-paciente-paliativa-diz-professora-com-cancer-de-mama-metastatico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Outubro Rosa</a></strong> ser um movimento internacional de conscientização para detecção precoce do câncer de mama, as desigualdades raciais também se refletem na realização do exame preventivo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A intituição produziu uma análise exclusiva com dados disponíveis da área da Saúde por características de cor e raça, relacionados ao período de 2019. O estudo exclusivo aponta que 36,3% das mulheres negras acima de 18 anos não haviam realizado exame clínico de mama. Para as mulheres brancas essa taxa era 21,4%. Ao se comparar estas duas taxas, constata-se que 70% mais mulheres negras que brancas nunca fizeram exame clínico de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à mamografia, entre as mulheres negras que tinham de 50 a 69 anos, no mesmo período, 27,7% não fizeram o exame. Entre as mulheres brancas, 20,5%, ou seja, cerca de 35% mais mulheres negras que brancas não realizaram nenhuma mamografia ao longo da vida.   </p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de cruzamentos inéditos com bases estatísticas do <strong>DataSUS </strong>e do <strong>Ministério da Saúde</strong>, são confirmadas as desigualdades entre mulheres negras e brancas no que diz respeito aos exames preventivos para detecção do câncer de mama precocemente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“É necessário garantir que a população negra tenha acesso aos direitos humanitários, de forma acolhedora e livre de qualquer discriminação”, reflete <strong>Helio Santos, presidente do conselho deliberativo do CEDRA</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cruzamento de informações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a nova rodada de dados no campo da Saúde, o CEDRA analisou as informações coletadas na <strong>Pesquisa Nacional de Saúde (2019)</strong>, na <strong>Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE, 2019</strong>) e no<strong> Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc, 2020)</strong>. “Os dados permitem uma radiografia da situação de saúde da população negra brasileira, embora haja indícios que a pandemia da covid-19 tenha agravado essa situação e acentuado as desigualdades raciais em saúde. Estes dados evidenciam que o racismo sistêmico está também na saúde, assim como nos outros campos da vida brasileira”, afirma Helio. </p>
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		<title>Diferenças socioeconômicas contribuem com mortalidade elevada de mulheres negras por câncer de mama</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/diferencas-socioeconomicas-contribuem-com-mortalidade-elevada-de-mulheres-negras-por-cancer-de-mama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2022 17:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudos divulgado pelo American C&#226;ncer Society, em fevereiro deste ano, mostra que a partir de 2019, o c&#226;ncer de mama&#160; tornou-se a principal causa de morte por c&#226;ncer para mulheres negras nos Estados Unidos. No Brasil, uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) tamb&#233;m apresentou uma tend&#234;ncia de aumento na taxa de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudos divulgado pelo <em><a href="https://www.cancer.org/research/cancer-facts-statistics/cancer-facts-figures-for-african-americans.html">American Câncer Society</a></em>, em fevereiro deste ano, mostra que a partir de 2019, o câncer de mama  tornou-se a principal causa de morte por câncer para mulheres negras nos Estados Unidos. No Brasil, uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) também apresentou uma tendência de aumento na taxa de mortalidade de mulheres negras por câncer de mama no estado de São Paulo no período de 2000 a 2017. Enquanto a taxa de mortalidade entre as mulheres brancas passa por uma tendência de redução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As disparidades entre os dois grupos aqui e nos Estados Unidos está relacionada, sobretudo, às diferenças socioeconômicas que dificultam o acesso ao diagnóstico precoce e a tratamentos adequados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a mastologista <strong>Cecília Pereira</strong>, o atraso no diagnóstico pode retardar o tratamento, contribuindo com números elevados de mortalidade de mulheres negras pela doença. Além disso, a médica destaca que a taxa de reconstrução através de cirurgia plástica também é menor, mesmo esse sendo um direito garantido por lei. &#8220;Para o câncer de mama a questão não é a negligência do tratamento, mas sim o atraso no diagnóstico que acaba por retardar o tratamento, o que eleva a mortalidade. Vemos também uma menor taxa de reconstrução através de cirurgia plástica, que é um direito de todas as mulheres com câncer previsto por lei&#8221;, explica a médica.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/Captura-de-Tela-2022-10-16-às-14.52.21.png" alt="" class="wp-image-55110" width="488" height="284"/><figcaption>Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Sobre o cenário de mortalidade do câncer de mama ser maior para mulheres negras, a mastologista que também atua pelo <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/ife-medicina-conheca-a-clinica-criada-por-cinco-medicas-negras-no-rio-de-janeiro/">Grupo Ifé Medicina</a></strong>, explica que existem duas questões que devem ser explicadas.  &#8220;Na verdade, precisamos elucidar questões diferentes, mas que se entrelaçam. O câncer de mama é o câncer de maior incidência entre todas as mulheres no mundo, e essa alta incidência é a grande responsável pela mortalidade, mas conforme informações da Unicamp, mulheres negras tem maior dificuldade ao acesso aos serviços de saúde em decorrência do racismo estrutural: maior grau de analfabetismo, menor renda e menor conhecimento sobre medidas de prevenção. Essas dificuldades atrasam o momento do diagnóstico o qual muitas vezes ocorre em quadros avançados onde a chance de cura é muito menor. Também é importante compreender, que o câncer de mama é um grupo heterogêneo de doenças com comportamentos distintos e que também é responsável pelo recorte racial. Segundo o <em>American Cancer Society</em>, mulheres negras apresentam uma chance maior de apresentar um tipo de câncer chamado triplo negativo, o qual é mais comum em mulheres jovens e tem comportamento bastante agressivo, o que também é mais um responsável por essa taxa de mortalidade&#8221;, conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dra. Cecília explica que a prevenção do câncer de mama pode ser dividida de duas formas, uma envolve evitar a exposição a fatores de risco e a outra está relacionada ao acesso à mamografia: &#8220;Podemos dividir a prevenção ao câncer de mama entre prevenção primária e prevenção secundária. A prevenção primária é voltada para evitar a exposição a fatores de risco, já a prevenção secundária é feita por meio de rastreamento e exames para diagnóstico precoce da doença. Pensando nessas medidas, inúmeros trabalhos científicos comprovaram a obesidade sendo o principal fator que aumenta o risco, mas que é prevenível. Pensando nessa estratégia, o desafio é em incentivar e rever hábitos alimentares das famílias que adotaram formas de alimentação não saudáveis, optando por produtos mais baratos, como os ultraprocessados. Uma realidade hoje conhecida como “nutricídio”. Em relação a prevenção secundária o objetivo deve visar promover, incentivar e proporcionar o acesso ao principal e único exame capaz de reduzir a mortalidade do câncer de mama que é a mamografia. Vê-se, portanto, que em ambas as esferas (primária e secundária), deve haver um pacto que precisa de estratégias não só pessoais como sociais&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Autoexame como estratégia de autoconhecimento</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O papel do autoexame foi ressignificado ao longo dos anos. Se antes era um aliado na detecção precoce do câncer de mama, hoje ele tem papel útil em duas situações específicas: como um estímulo de autoconhecimento do corpo da mulher e como uma ferramenta para diagnóstico em regiões do país onde a mamografia não é uma realidade e não alcança o público-alvo: mulheres a partir de 40 anos. Então o autoexame não deve ser recomendado como método de rastreamento universal, mas contextualizar com questões sociais se faz necessário em um país com uma realidade tão heterogênea como o nosso&#8221;, finaliza a especialista.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Consigo viver com qualidade de vida sendo uma paciente paliativa&#8221;, diz professora com câncer de mama metastático</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Oct 2022 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fernanda Cristina Pires da Silva, 46, descobriu o primeiro diagn&#243;stico de c&#226;ncer de mama quando estava gr&#225;vida, em 2016. Como paciente paliativa do SUS, se tornou refer&#234;ncia na luta contra a doen&#231;a e ajuda outras mulheres na mesma situa&#231;&#227;o. &#8220;Durante esses seis anos de tratamento, compreendi que a pessoa mais interessada pela minha vida sou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fernanda Cristina Pires da Silva</strong>, 46, descobriu o primeiro diagnóstico de câncer de mama quando estava grávida, em 2016. Como paciente paliativa do SUS, se tornou referência na luta contra a doença e ajuda outras mulheres na mesma situação. &#8220;Durante esses seis anos de tratamento, compreendi que a pessoa mais interessada pela minha vida sou eu e que devo buscar os meus direitos para que eu tenha o melhor tratamento possível&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No especial <strong>Outubro Rosa</strong>, o <strong>MUNDO NEGRO</strong> entrevistou a professora do ensino público de São Paulo. Ela é casada e mãe de um adolescente de 16 anos. Quando descobriu que estava grávida do segundo filho, em 2016, Silva fez uma mamografia, por ser uma exigência do concurso público que havia realizado. &#8220;Na minha primeira consulta de pré-natal peguei o resultado, constava alterações (Birads 5)&#8221;. Ou seja, uma lesão com características de malignidade. </p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img decoding="async" width="480" height="640" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.30.51-1.jpeg" alt="" class="wp-image-55067" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.30.51-1.jpeg 480w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.30.51-1-225x300.jpeg 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.30.51-1-113x150.jpeg 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.30.51-1-150x200.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.30.51-1-300x400.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.30.51-1-315x420.jpeg 315w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /><figcaption>A professora finalizou o tratamento após 25 sessões de radioterapia (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Logo em seguida, Fernanda fez um ultrassom e descobriu que perdeu o bebê com dez semanas de gestação após sofrer um aborto espontâneo. E recebeu o resultado do exame da mastologista, confirmando o câncer de mama. &#8220;Naquele momento eu fiquei sem chão, e logo pensei &#8216;vou morrer, quem vai cuidar do meu filho? (que tinha 10 anos na época)&nbsp;e da minha avó&#8217;?&#8221;, se questionava.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encaminhada para o <strong>Hospital Pérola Byington</strong>,<strong> </strong>na capital paulista, uma das principais referências em saúde da mulher na América Latina com atendimento pelo <strong>SUS </strong>(Sistema Único de Saúde), ela fez entre 2016 e 2017, a mastectomia, o primeiro protocolo de quimioterapia, retirou o ovário para não produzir mais hormônios por prevenção e 25 sessões de radioterapia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após quinze dias da primeira quimioterapia, Fernanda notou a grande quantidade na queda de cabelo e sofria muito. &#8220;Eu sabia que fazia parte do processo, mas doía na alma. Tanto que são poucas as fotos do início do tratamento, pois eu queria me esconder&#8221;. Mas na segunda quimioterapia, começou a aceitar melhor e raspou a cabeça. &#8220;Antes do tratamento eu alisava o cabelo e era uma tipo de cuidado. Agora veio a Fernanda de cabelo crespo, que precisou aprender a cuidar dessa nova mulher&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.30-1009x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-55068" width="1009" height="1024" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.30-1009x1024.jpeg 1009w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.30-296x300.jpeg 296w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.30-148x150.jpeg 148w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.30-768x780.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.30-1513x1536.jpeg 1513w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.30-150x152.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.30-300x305.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.30-696x707.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.30-1068x1084.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.30-414x420.jpeg 414w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.30.jpeg 1576w" sizes="(max-width: 1009px) 100vw, 1009px" /><figcaption>Em 2019, Fernanda foi a diagnosticada com câncer novamente (Foto: Arquivo pessoal)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Mas em setembro de 2019, a doença voltou com metástase no pulmão e a professora se tornou uma paciente de câncer de mama metastático. &#8220;Chorei por dois dias seguidos e não conseguia comer. Até que pensei: &#8216;O que estou fazendo deitada e chorando neste sofá? Pois estou viva e continuarei o meu tratamento. Quantas mulheres queriam ter acesso ao tratamento e não tem'&#8221;, refletiu e saiu para comemorar o aniversário de casamento antecipado por não saber como seria a reação na nova medicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta etapa foi concluída em quatro meses. Em novembro de 2021, ela descobriu a metástase óssea no osso esterno. O câncer <strong>HER2 positivo</strong>, é do tipo que tende a crescer e se disseminar mais rapidamente do que os outros. &#8220;Depois que a doença se torna metastática, o tratamento seguirá por toda minha vida. Mas hoje consigo conviver com o diagnóstico, com qualidade de vida sendo uma paciente paliativa&#8221;, explica Fernanda.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.55-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-55069" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.55-768x1024.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.55-225x300.jpeg 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.55-113x150.jpeg 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.55-1152x1536.jpeg 1152w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.55-150x200.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.55-300x400.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.55-696x928.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.55-1068x1424.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.55-315x420.jpeg 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/10/WhatsApp-Image-2022-10-10-at-10.25.55.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption>Fernanda em setembro de 2022, depois de realizar os protocolos (Foto: Arquivo Pessoal)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Houve dois momentos em que a Fernanda não recebeu os medicamentos do SUS e procurou pela grande mídia para garantir as medicações gratuitas e obteve êxito. &#8220;Tenho uma doença que ameaça a minha vida, mas aprendi também que todos os seres humanos estão sujeitos a finitude da vida, por esse motivo acredito na minha cura diária, isso me fortalece para continuar a viver&#8221;, finaliza esperançosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, além da professora já ter retornado às salas de aula, também é voluntária na Casa Paliativa em São Paulo, espaço de acolhimento de pacientes com câncer, com situações similares à dela.&nbsp;</p>
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		<title>“Ela me ensinou a importância de olhar para as mudanças em seus seios”, diz Normani sobre câncer de mama da mãe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2022 16:34:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Normani]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cantora Normani contou para a revista Elle sobre a luta da m&#227;e, Andrea Hamilton, diagnosticada duas vezes com c&#226;ncer de mama. O primeiro diagn&#243;stico recebido por Hamilton veio quando a artista tinha apenas 5 anos e pela segunda vez em 2020. Nas duas, Andrea foi quem percebeu que haviam n&#243;dulos nas mamas atrav&#233;s do [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A cantora <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/tenho-a-obrigacao-de-encorajar-e-amplificar-meninas-negras-diz-normani-em-nova-entrevista/">Normani</a> </strong>contou para a revista Elle sobre a luta da mãe, <strong>Andrea Hamilton</strong>, diagnosticada duas vezes com câncer de mama. O primeiro diagnóstico recebido por Hamilton veio quando a artista tinha apenas 5 anos e pela segunda vez em 2020. Nas duas, Andrea foi quem percebeu que haviam nódulos nas mamas através do autoexame.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“O diagnóstico da minha mãe me ensinou que a detecção precoce e não dar nada como garantido é tão importante”, contou <strong>Normani</strong>, que estava em Los Angeles a trabalho quando descobriu o novo diagnóstico da mãe. “Quando eu estava visitando minha mãe em casa, ela caiu em meus braços expressando o quão assustada estava. Ela tinha um pressentimento sobre os resultados. Eu me senti incrivelmente impotente porque não fui capaz de curá-la. Eu não podia mudar as circunstâncias. Eu também tive que lidar sozinha, a milhares de quilômetros de distância da minha família”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A cantora falou sobre como foi difícil manter-se criativa enquanto estava preocupada com a saúde da mãe: &#8220;Foi um grande desafio permanecer no meu ritmo criativamente ao mesmo tempo em que me permitia sentir tudo o que precisava com minha mãe&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ela prometeu que ainda estaria aqui quando meu álbum fosse lançado, o que me deu um propósito na criação deste corpo de trabalho. Cada sessão e registro que eu fazia carregava peso porque minha arte era a fuga dela durante o tratamento. Senti-me em conflito porque, por um lado, eu precisava estar em casa com minha família, mas, por outro, ela precisava que eu continuasse no caminho certo&#8221;, confessou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Normani ainda destacou a importância do autoexame para o diagnóstico precoce recebido pela mãe. &#8220;Vi minha mãe encontrar seus próprios caroços nas duas vezes em que teve câncer de mama. Ela me ensinou a importância de olhar para as mudanças em seus seios e me educou sobre o que eram as mamografias em uma idade precoce&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Também encorajo qualquer pessoa que tenha um membro da família com câncer a procurar que sua família converse com um médico sobre testes genéticos. Tomamos essas medidas em família. Conhecimento é poder, então o que você não sabe, não tenha medo de perguntar&#8221;, disse a cantora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela contou que atualmente a mãe segue em remissão, que é quando o tratamento acaba e as células cancerígenas não são identificadas, e que ambas estão aproveitando para viver bons momentos juntas. “Como minha mãe está em remissão, maximizamos cada momento e priorizamos realmente viver em vez de apenas existir. Durante as férias, finalmente fizemos aquela viagem em família de que falávamos. Tive alguns dos momentos mais memoráveis da minha vida após os diagnósticos da minha mãe”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Genética familiar influencia 10% dos diagnósticos de câncer de mama: conheça os fatores de risco e formas de se prevenir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raio Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 16:52:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mma]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Outubro Rosa &#233; conhecido com o m&#234;s de preven&#231;&#227;o ao c&#226;ncer de mama e, pensando nisso, o MUNDO NEGRO conversou com Cec&#237;lia Pereira, ginecologista e mastologista e Marcelle Thimoti, ginecologista, para que elas nos expliquem o que realmente s&#227;o fatores de risco e os cuidados que cada uma de n&#243;s devemos ter em rela&#231;&#227;o [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Outubro Rosa é conhecido com o mês de prevenção ao câncer de mama e, pensando nisso, o MUNDO NEGRO conversou com <strong>Cecília Pereira</strong>, ginecologista e mastologista e <strong>Marcelle Thimoti</strong>, ginecologista, para que elas nos expliquem o que realmente são fatores de risco e os cuidados que cada uma de nós devemos ter em relação a esta doença. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Genética Familiar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das grandes preocupações de quem tem casos de câncer na família, é a probabilidade de desenvolver a doença também. Mas a doutora Cecília Pereira, do grupo Ifé Medicina, do Rio de Janeiro, explica que a maioria dos casos positivos para a doença não tem ligação com o histórico familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Do total dos diagnósticos de câncer de mama, os casos ligados à genética familiar correspondem a 10%. Uma coisa curiosa é que a maioria das pacientes chegam com esse discurso &#8216;ah, não tenho nenhum histórico familiar&#8217;, ou uma paciente muito preocupada porque tem um histórico familiar positivo, de uma avó que teve câncer com 70 anos, ou uma tia avó, e isso não aumenta o risco, na verdade&#8221;, explica Cecília. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas quais são, então, os fatores genéticos para os quais devemos olhar com atenção? &#8220;Quando a gente fala em genética familiar, estamos falando em parentes de primeiro grau: mãe, irmã, filhas. Esse risco também aumenta quando alguém da sua família teve câncer de mama enquanto ainda estava menstruando, ou histórico de câncer de mama em homens da sua família, você também tem um risco mais aumentado&#8221;, explica Marcelle Timothi. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, como na síndrome de BRCA 1 e 2, as pacientes têm cerca de 70% de chance de vir a desenvolver o câncer. Por isso, em alguns casos, é recomendada a mastectomia preventiva, como forma de não esperar que a doença se desenvolva. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Grande parte dos fatores associados ao risco de desenvolver câncer de mama são relacionados aos nossos hábitos do dia-a-dia. &#8221; A grande maioria dos fatores de risco estão nas nossas mãos, então a prevenção está nas nossas mãos e tem a ver com diminuição do uso de industrializados, comer coisas mais naturais, praticar atividade física, diminuir o uso de tabaco e de álcool&#8221;, detalha Cecília. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prevenção</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A porta de entrada para a prevenção e o diagnóstico de câncer de mama é a consulta com a ginecologista ou mastologista e o exame adequado para rastreio da doença é a mamografia.  &#8220;Ela é indicada para todas as mulheres a partir dos 40 anos e deve ser feita uma vez ao ano. Os outros exames como ecografia, ressonância, a gente pede de forma individualizada de acordo com a paciente, se ela tem queixa, histórico familiar ou outra condição&#8221;, diz Marcelle. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de ser considerado um pouco desconfortável, não há necessidade de temer o exame e nem o diagnóstico. &#8220;Para aquelas mulheres que têm dúvida, que têm medo e estão há muito tempo sem ir ao ginecologista , eu digo que não tenham medo. Vão e façam o exame porque o diagnóstico precoce é muito eficiente e dá chances muito altas no tratamento do câncer de mama&#8221;, alerta Marcelle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E atenção! Apesar de muito difundido como uma forma de prevenção, o autoexame das mamas não pode ser considerado um exame que elimina ou confirma a presença da doença. &#8220;Autoexame não é um exame de rastreamento para o câncer de mama, é uma prática para você se conhecer, para você saber qual é o seu normal, para caso alguma coisa nova apareça, acender o sinal de alerta&#8221;, lembra Cecília. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Rap Burguer destina 50% do valor da venda do lanche da Beyoncé para o Instituto do Câncer de SP</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/rap-burger-destina-50-do-valor-da-venda-do-lanche-da-beyonce-para-o-instituto-do-cancer-de-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2019 22:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[beyonce]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
		<category><![CDATA[rap burguer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Rap Burguer j&#225; virou parada obrigat&#243;ria para quem curte se deliciar com um hamb&#250;rguer artesanal sim, mas em um espa&#231;o descontra&#237;do e muito focado na cultura negra, sobretudo, no Rap e basquete. Vale lembrar que lanchonete paulista foi eleita a&#160;4&#170; melhor Hamburgeria de S&#227;o Paulo. E o sucesso &#233; tanto, que at&#233; a&#160;Beyonc&#233; estar&#225; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Rap Burguer</strong> já virou parada obrigatória para quem curte se deliciar com um hambúrguer artesanal sim, mas em um espaço descontraído e muito focado na cultura negra, sobretudo, no Rap e basquete. Vale lembrar que lanchonete paulista foi eleita a 4ª <a href="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/excelencianegra-rap-burguer-e-eleita-a-4a-melhor-hamburgueria-da-grande-sao-paulo/">melhor Hamburgeria de São Paulo.</a></p>
<p>E o sucesso é tanto, que até a <strong>Beyoncé</strong> estará por lá durante o mês de <strong>Outubro</strong>, bom, pelo menos em forma de lanche.</p>
<p>Um hambúrguer com o nome da cantora americana foi criado especialmente para o mês dedicado à conscientização em relação ao câncer de mama.</p>
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<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/B3cTj9jF7Co/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by Rap Burguer (@rapburguer)</a></p>
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<p>O lanche da Bey, que estará no cardápio só durante o mês de Outubro, terá metade do seu valor doado para o <strong>Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.</strong><br />
Se liga na composição dessa maravilha:<br />
⠀<br />
<strong>Beyoncé:</strong><br />
180g de blend bovino<br />
Creme de cheddar<br />
farofa de bacon<br />
ovo<br />
pão brioche tostado na manteiga</p>
<p><strong>Serviço:<br />
</strong><strong>Rap Burguer</strong><br />
Rua Augusta, 552<br />
Consolação &#8211; São Paulo &#8211; SP<br />
Contato &#8211; 11 2774-3604</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/rap-burger-destina-50-do-valor-da-venda-do-lanche-da-beyonce-para-o-instituto-do-cancer-de-sp/">Rap Burguer destina 50% do valor da venda do lanche da Beyoncé para o Instituto do Câncer de SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Beneficência Portuguesa de São Paulo realiza oficina de turbantes africanos</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/em-funcao-do-outubro-rosa-beneficencia-portuguesa-de-sao-paulo-realiza-oficina-de-turbantes-africanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2019 21:41:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
		<category><![CDATA[tecido africano]]></category>
		<category><![CDATA[turbantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vendo a necessidade de melhorar a autoestima das mulheres e refor&#231;ar a import&#226;ncia do amor pr&#243;prio, al&#233;m de refor&#231;ar a import&#226;ncia da representatividade, a Benefic&#234;ncia Portuguesa de S&#227;o Paulo est&#225; promovendo uma oficina gratuita de turbantes africanos, tamb&#233;m em alus&#227;o ao Outubro Rosa. A a&#231;&#227;o ser&#225; na pr&#243;xima segunda-feira (28), em dois endere&#231;os da institui&#231;&#227;o, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vendo a necessidade de melhorar a autoestima das mulheres e reforçar a importância do amor próprio, além de reforçar a importância da representatividade, a <strong>Beneficência Portuguesa de São Paulo</strong> está promovendo uma oficina gratuita de turbantes africanos, também em alusão ao <strong>Outubro Rosa</strong>.</p>
<p>A ação será na próxima segunda-feira (28), em dois endereços da instituição, a <strong>Unidade Paulista</strong> e a <strong>Unidade BP Mirante</strong>. A aula, idealizada pelo hematologista da <strong>BP José Ulysses Amigo Filho</strong>, será ministrada por <strong>Penha Crispim</strong>, professora de turbantes.</p>
<p>Para os africanos, é através do cuidado do <em>Orí</em> que podemos nos curar. O turbante é uma forma de proteção, respeito e arte, elaborado com grande variedade de cores e estampas. Além disso, dentro da filosofia de vida iorubá, a cabeça é sagrada por ser onde surgem todas as transformações da vida e ela deve estar protegida, além de ser valorizada com adereços e bons pensamentos.</p>
<p>A oficina é aberta ao público geral e não apenas para quem está enfrentando a doença, uma vez que visa englobar a rede de apoio de pacientes oncológicos. A ideia é que eles aprendam a técnica, se divirtam e passem o conteúdo adiante. Os participantes ganharão os turbantes que fizerem na ocasião e poderão acessar o material completo com a história e contexto dos turbantes.</p>
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		<item>
		<title>Depois de perder a mãe e 4 tias para o câncer de mama, jogador patrocinou mais de 500 mamografias</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/outubro-rosa-depois-de-perder-a-mae-e-4-tias-jogador-patrocinou-mais-de-500-mamografias-para-mulheres-carentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Oct 2019 06:12:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para honrar a mem&#243;ria de sua m&#227;e e quatro tias v&#237;timas de c&#226;ncer de &#250;tero, o jogador da liga profissional de futebol americano NFL,&#160; DeAngelo Willians, criou um funda&#231;&#227;o com seu nome para evitar que outras mulheres tenham o destino da sua fam&#237;lia. https://www.instagram.com/p/BxiWQf_JBen/?igshid=z2jmsugc19hj Desde 2015, a Funda&#231;&#227;o DeAngelo Willians, que n&#227;o tem fins lucrativos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para honrar a memória de sua mãe e quatro tias vítimas de câncer de útero, o jogador da liga profissional de futebol americano <strong>NFL,  DeAngelo Willians, criou um fundação com seu nome para evitar que outras mulheres tenham o destino da sua família.</strong></p>
<p>https://www.instagram.com/p/BxiWQf_JBen/?igshid=z2jmsugc19hj</p>
<p>Desde 2015, a Fundação<strong> DeAngelo Willians</strong>, que não tem fins lucrativos, bancou a mamografia de mais de 500 mulheres de baixa renda, sem  plano de saúde.</p>
<p>Caso o resultado de exame seja positivo, as mulheres ainda podem se beneficiar do programa <strong>&#8220;53 Strong for Sandra&#8221;</strong>, que cobre as consultas e tratamento do tumor.</p>
<p>Sandra era o nome da mãe de DeAngelo e 53 foi a idade que ela faleceu.</p>
<p>&nbsp;</p>
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