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	<title>Arquivos organizações - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Organizações promovem ato contra a violência policial em São Paulo na próxima sexta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 13:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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		<category><![CDATA[Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na próxima sexta-feira, 21 de março, <strong>Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial</strong>, a <em>Frente Povo Negro Vivo</em>, composta por mais de 100 organizações da sociedade civil, convoca a população para um ato público no Largo São Francisco, em frente à Faculdade de Direito da USP, no Centro de São Paulo. O evento tem como objetivo denunciar a violência policial e de Estado que atinge, de forma desproporcional, a população negra e periférica no Brasil, além de reivindicar o impeachment do governador<strong> Tarcísio de Freitas</strong> e do secretário de Segurança Pública, <strong>Guilherme Derrite</strong>.</p>



<p>O manifesto escrito em conjunto pelas organizações, destaca os índices de letalidade policial em São Paulo, evidenciando aumentos significativos. &#8220;As chacinas ocorridas na Baixada Santista resultaram na morte de mais de 70 civis. No ano de 2023, 460 pessoas foram mortas pela Polícia Militar de São Paulo. Até novembro de 2024, esse número subiu para 673 vítimas, sendo que a maioria, pessoas negras&#8221;, mostra o documento. Os dados refletem um padrão estrutural de violência racial e discriminatória, que tem se intensificado sob a atual gestão pública do Estado.</p>



<p>Antes do ato, no mesmo dia, às 15h, serão protocolados na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), por parte dos movimentos negros, periféricos e de direitos humanos, os pedidos de impeachment do governador <strong>Tarcísio de Freitas</strong> e do secretário <strong>Guilherme Derrite</strong>. Os deputados <strong>Paula Nunes</strong> (PSOL) e <strong>Eduardo Suplicy</strong> (PT), entre outros, estarão presentes para receber a comitiva dos movimentos para o protocolo.</p>



<p><strong>Manifesto e exigências</strong></p>



<p>Entre as principais exigências descritas no manifesto, estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A exoneração imediata do secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Guilherme Derrite, cujo pedido será protocolado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp);</li>



<li>O cumprimento da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determina o uso obrigatório de câmeras corporais com gravação ininterrupta durante operações policiais;</li>



<li>A criação de um grupo de trabalho interinstitucional para monitorar indicadores de letalidade policial e garantir transparência nos dados;</li>



<li>A implementação de políticas de mediação de conflitos e resoluções conciliatórias, em vez do uso desproporcional da força.</li>
</ul>



<p><strong>Programação do ato</strong></p>



<p>O ato do dia 21 de março será um momento de luta, resistência e união. A programação inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>15h – Protocolo do pedido de impeachment de Tarcísio e Derrite na Alesp, por parte dos movimentos negros, periféricos e de direitos humanos;</li>



<li>17h – Aula Pública Aberta, em frente à Faculdade de Direito da USP, com as presenças de Débora Dias e Luana Vieira (UNEafro Brasil), Regina Lúcia e Milton Barbosa (Movimento Negro Unificado), Simone Nascimento (deputada estadual da Bancada Feminista PSOL/SP) e o professor Ramatis Jacino (UFABC);</li>



<li>18h – Concentração para o ato no Largo São Francisco, em frente à Faculdade de Direito da USP;</li>



<li>Ato político – Com a participação de lideranças do movimento negro, familiares de vítimas da violência policial e representantes de organizações sociais.</li>
</ul>
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		<title>Com destaque crescente, organizações das juventudes negras enfrentam momento crucial de renovação</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/com-destaque-crescente-organizacoes-das-juventudes-negras-enfrentam-momento-crucial-de-renovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2019 21:40:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Itau]]></category>
		<category><![CDATA[juventude negra]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na luta por visibilidade e acesso ao ensino superior, buscam maior representatividade pol&#237;tica, interpretam a sociedade brasileira na literatura e na m&#250;sica e sua cultura em slams, rodas de rima e bailes funk ou reunidos em coletivos com variados graus de organiza&#231;&#227;o, os jovens s&#227;o protagonistas nas organiza&#231;&#245;es que trabalham com temas do movimento negro. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na luta por visibilidade e acesso ao ensino superior, buscam maior representatividade política, interpretam a sociedade brasileira na literatura e na música e sua cultura em slams, rodas de rima e bailes funk ou reunidos em coletivos com variados graus de organização, os jovens são protagonistas nas organizações que trabalham com temas do movimento negro.</p>
<p>A conclusão disso é um dos destaques da <strong>Pesquisa Nacional sobre Organizações de Juventude Negra</strong>. Realizado pelo <strong>Itaú Social</strong>, em parceria com o <strong>Observatório de Favelas</strong>, o estudo partiu de um mapeamento inicial de 200 entidades do movimento negro, que evidenciou a predominância das ações para jovens. Em seguida, a equipe de pesquisa desenhou um perfil das organizações de juventudes negras, usando como base informações detalhadas fornecidas por 40 <strong>Organizações da Sociedade Civil</strong> (OSCs), responsáveis por 63 projetos.</p>
<p><em>“É uma juventude extremamente propositiva, que pauta e reivindica sua visibilidade nos espaços público, político e de aprendizagem. E que está constantemente buscando novas maneiras de somar forças para o enfrentamento das desigualdades”</em>, explica <strong>Juliana Yade</strong>, especialista em educação do Itaú Social e uma das coordenadoras da pesquisa.</p>
<p>O retrato indica um cenário de ação de jovens para jovens: a juventude é o foco exclusivo das atividades de 70% das instituições pesquisadas, sendo que a grande maioria delas, 92%, possui jovens de até 29 anos entre seus colaboradores. Com localização concentrada nas regiões Nordeste (38%) e Sudeste (30%) – seguidas por Norte, Sul e Centro-Oeste -, as organizações apresentam escopo variado de atuação. Os três temas mais prevalentes são arte e cultura, direitos humanos e educação</p>
<p>Num cenário de crise, ganham espaço soluções colaborativas como as parcerias – compartilhamento de espaço, serviços e metodologias com outras entidades sem envolver recurso financeiro. “<em>Atualmente, 28 dos 63 projetos participantes só se viabilizam por meio de parcerias sem qualquer recurso financeiro, o que traz desafios para sua implementação e continuidade</em>”, diz a pesquisadora.</p>
<p>Mesmo com as dificuldades, a pesquisa conclui pelo dinamismo das organizações de juventudes negras. A todo tempo, associações, coletivos e organizações da sociedade civil criam novas ferramentas para combater o racismo institucional. “<em>Reconhecer a importância e também as dificuldades desse movimento é um caminho para entender e apoiar iniciativas que dialoguem com a equidade étnico-racial</em>”, finaliza Juliana.</p>
<p>Acesse os documentos:<br />
Sumário: <a href="https://goo.gl/3aQLGR">https://goo.gl/3aQLGR</a>.<br />
Pesquisa completa: <a href="https://goo.gl/2uofb9">https://goo.gl/2uofb9</a>.</p>
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