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	<title>Arquivos negro - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos negro - Mundo Negro</title>
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		<title>Lula sanciona lei que amplia para 30% cotas para negros, indígenas e quilombolas em concursos federais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 09:44:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz In&#225;cio Lula da Silva (PT) sancionou nesta ter&#231;a-feira (3) o projeto de lei que eleva de 20% para 30% a reserva de vagas em concursos p&#250;blicos federais para candidatos pretos, pardos, ind&#237;genas e quilombolas. A cerim&#244;nia foi realizada no Pal&#225;cio do Planalto. Ao discursar, Lula classificou a amplia&#231;&#227;o das cotas como um [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/primeira-turma-de-medicos-negros-formados-por-cotas-na-unicamp-celebra-conquista-historica-com-plantio-de-baoba/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luiz Inácio Lula da Silva (PT)</a></strong> sancionou nesta terça-feira (3) o projeto de lei que eleva de 20% para 30% a reserva de vagas em concursos públicos federais para candidatos <strong>pretos, pardos, indígenas e quilombolas</strong>. A cerimônia foi realizada no Palácio do Planalto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao discursar, Lula classificou a ampliação das cotas como um ato de reparação histórica. “Nós não estamos dando nada a ninguém. Estamos devolvendo parte do que foi tirado. Não estamos oferecendo privilégios, mas garantindo direitos. Essa lei é um passo importante para construirmos um país com mais justiça social”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova legislação, de autoria do senador <strong>Paulo Paim (PT-RS)</strong>, vale para órgãos da administração pública federal direta, autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista controladas pela União. Também se aplica a processos seletivos para contratações temporárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sanção contou com a presença das ministras<strong> <strong>Macaé Evaristo </strong>(Direitos Humanos)</strong>, <strong>Anielle Franco </strong>(Igualdade Racial), <strong>Marina Silva</strong> (Meio Ambiente), <strong>Sônia Guajajara </strong>(Povos Indígenas), <strong>Esther Dweck</strong> (Gestão e Inovação), entre outras autoridades políticas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra Macaé Evaristo disse que a ampliação das cotas representa um avanço na legislação brasileira. “Em 2012, aprovamos, pela primeira vez, a Lei de Cotas para estudantes de escolas públicas, pretos, pardos e indígenas no Ensino Superior. Na sequência, aprovamos a Lei de Cotas dos concursos públicos. Hoje, o presidente Lula homologou a Lei que amplia ainda mais, de 20% para 30%, as vagas de concursos para pessoas pretas, pardas, quilombolas e indígenas. É um grande avanço na nossa legislação, e tenho certeza de que isso fará do serviço público brasileiro a cara do Brasil na sua pluralidade, superando anos de desigualdade”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sônia Guajajara afirmou que a medida garante o acesso de povos indígenas às políticas afirmativas. “Não se trata somente de uma Lei, mas também de uma garantia concreta de acesso do povo negro e dos povos indígenas ao sistema de cotas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela nova lei, as cotas deverão ser aplicadas sempre que o concurso ou processo seletivo oferecer ao menos duas vagas. Candidatos cotistas poderão concorrer simultaneamente às vagas da ampla concorrência, desde que atinjam a nota mínima exigida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto também determina a alternância e a proporcionalidade na convocação dos aprovados — candidatos da ampla concorrência e cotistas deverão ser chamados de forma proporcional à quantidade de vagas de cada grupo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova norma amplia a Lei nº 12.990/2014, que previa reserva de 20% das vagas em concursos federais para pessoas negras, com validade de dez anos. Com a mudança, a política de cotas ganha novo impulso e passa a contemplar também indígenas e quilombolas.</p>
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		<title>&#8216;Se ponha no seu lugar’: Ministras negras enfrentam machismo e racismo no exercício do poder</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 13:48:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao racismo]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">As ministras <strong>Marina Silva</strong> (Meio Ambiente) e<strong> Macaé Evaristo </strong>(Direitos Humanos e Cidadania), duas mulheres negras em posições de destaque no governo <strong>Lula</strong>, são alvos de ataques machistas e racistas sofridos durante exercício de suas funções. Nesta terça-feira (27), Marina reagiu a ofensas em audiência no Senado, enquanto Macaé  contou em um evento que sofre ataques cotidianos nas redes sociais. Os casos, que não são uma novidade na política, mostram o desrespeito das instituições e do público com as mulheres e, sobretudo, com mulheres negras que estão na luta por causas fundamentais para a vida em sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se ponha no seu lugar&#8221;, disse o senador <strong>Marcos Rogério</strong> (PL-RO), à<strong> Marina Silva</strong> enquanto a ministra tentava defender seu ponto de vista durante a discussão na Comissão de Infraestrutura do Senado sobre pavimentação na Amazônia. Alvo de provocações e interrupções, ela também teve o microfone desligado pelo senador, que também era presidente do colegiado. Já <strong>Macaé Evaristo</strong> falou sobre violência online no Power Trip Summit, em Salvador: &#8220;Recebo xingamentos todos os dias, desde ‘é terrível olhar para mim’ até ofensas ao meu corpo, cabelo e sorriso&#8221;, disse. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os recentes acontecimentos, que não são casos isolados, trazem de volta às reflexões de <strong>Lélia Gonzalez</strong> sobre como a mulher negra é vista na sociedade brasileira. No livro Por um <em>Feminismo Afro-Latino-Americano</em>, que reúne diálogos e reflexões da intelectual, ela lembra como a opressão racista confina mulheres negras a estereótipos degradantes, mostrando que o racismo e o sexismo as colocam no &#8220;nível mais alto de opressão&#8221;. À exemplo das violências que sofrem nossas ministras, quando são silenciadas e subestimadas, não por sua trajetória política, mas porque há um incômodo em ver suas imagens negras, politizadas e insubordinadas ocupando lugares de autoridade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A dimensão racial nos impõe uma inferiorização ainda maior&#8221;, diz Lélia no livro, mas aqui sabemos que é necessário resistir, como sempre resistimos em nome de nossa existência. Marina incomodou ao resistir: &#8220;Eles gostariam que eu fosse uma mulher submissa. E eu não sou&#8221;, disse ela em entrevista após o episódio da última terça-feira. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto<strong> Macaé Evaristo</strong> destacou a resistência de mulheres negras no poder: &#8220;Nosso país é racista, machista e patriarcal. Precisamos construir uma irmandade para nos proteger&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No livro &#8220;Discursos de ódio contra negros nas redes sociais&#8221;, escrito pela jornalista<strong> Luciana Barreto</strong>, ela mostra que mulheres negras são as maiores vítimas dos discursos de ódio na internet. “Uso no livro uma pesquisa do <strong>professor Luiz Valério Trindade</strong> que mostra que 81% dos discursos de ódio racistas são direcionados às mulheres negras com características semelhantes a minha: profissional com curso superior, cabelo crespo etc”, afirmou em<a href="https://mundonegro.inf.br/em-livro-sobre-discurso-de-odio-na-internet-luciana-barreto-revela-que-mulheres-negras-sao-81-das-vitimas/"> entrevista</a> ao <strong>Mundo Negro</strong>. Ela ainda completa:&#8221; Tem uma intencionalidade muito evidente quando analisamos estes casos: o hater quer minar o emocional, quer atingir e distrair a vítima. De certa maneira, o hater quer “eliminar” a vítima daquele espaço, daquele local que ele julga não pertencer a ela. Brinco quando falo sobre isso: “não vou dar este gostinho ao hater”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós sabemos que resistir pode ser muito difícil, mas isso para nós, mulheres negras é a garantia da nossa sobrevivência. </p>
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		<title>Peça teatral de Torto Arado estreia em São Paulo no Dia da Consciência Negra</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/peca-teatral-de-torto-arado-estreia-em-sao-paulo-no-dia-da-consciencia-negra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2024 09:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ap&#243;s o sucesso retumbante em Salvador, com sess&#245;es lotadas e mais de 14 mil espectadores, Torto Arado &#8211; O Musical chega &#224; capital paulista no dia 20 de novembro. A adapta&#231;&#227;o do best-seller de Itamar Vieira J&#250;nior ganha vida no palco do Teatro Raul Cortez do Sesc 14 Bis, trazendo consigo uma narrativa profunda e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Após o sucesso retumbante em Salvador, com sessões lotadas e mais de 14 mil espectadores, <em>Torto Arado – O Musical</em> chega à capital paulista no dia 20 de novembro. A adaptação do best-seller de Itamar Vieira Júnior ganha vida no palco do Teatro Raul Cortez do Sesc 14 Bis, trazendo consigo uma narrativa profunda e lírica sobre as relações humanas e sociais no sertão baiano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com direção de Elísio Lopes Júnior, o espetáculo conta com um elenco de 22 profissionais, incluindo seis músicos e 16 atores, entre eles Larissa Luz, Bárbara Sut e Lilian Valeska, que interpretam as marcantes Bibiana, Belonísia e Donana. A trilha sonora inédita, assinada por Jarbas Bittencourt, reverbera a musicalidade nordestina em composições que dialogam com a cultura e a espiritualidade do Jarê, religiosidade presente na trama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor Elísio Lopes Júnior destacou o impacto emocional que o espetáculo teve no público baiano e espera trazer o mesmo impacto para os paulistas. &#8220;A sensação de ter estreado Torto Arado em Salvador, na Bahia, perto do lugar onde essa história foi concebida e perto das pessoas que entendem esse universo, nos deu uma sensação de pertencimento. A entrada do público foi mais um elemento dentro dessa contação de história e a gente percebeu que Torto Arado tem humor, tem dor, tem poesia, e isso tudo extraído do livro a partir do convívio desses personagens em cena. Os personagens de Torto Arado nos ensinam e agora partimos para novos palcos, novas plateias, mantendo a nossa musicalidade, nosso sotaque e a nossa identidade, esperando que o olhar de quem é de fora também consiga captar a poesia dessa aridez, esse humor e essa dor que a narrativa de Itamar Vieira Júnior nos oferece e que conseguimos transpor para o palco com o desejo de mostrar um pouquinho mais para o Brasil quem é o Brasil”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de sua potência dramática, <em>Torto Arado – O Musical</em> busca incluir a diversidade cultural e promover acessibilidade. Sessões com tradução em Libras e audiodescrição estão programadas para os dias 5 a 8 de dezembro. Segundo o diretor de movimento Zebrinha, a coreografia explora a essência dos rituais do Jarê, apresentando uma estética contemporânea e profundamente conectada às raízes do espetáculo. A peça é realizada pelo Ministério da Cultura, Sesc São Paulo e Nubank, com patrocínio via Lei Federal de Incentivo à Cultura. <a href="https://centralrelacionamento.sescsp.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Os ingressos estão disponíveis online</a> e nas bilheterias do Sesc, com apresentações de quinta a domingo.</p>
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		<title>Número de brasileiros que se autodeclaram pretos atinge número recorde, mas a maioria se diz parda </title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/numero-de-brasileiros-que-se-autodeclaram-pretos-atinge-numero-recorde-mas-a-maioria-se-diz-parda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jun 2023 01:11:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais preto e menos branco. Essa &#233; a forma que os brasileiros veem a si mesmos, de acordo com os n&#250;meros revelados nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&#237;stica (IBGE), obtidos pelo &#250;ltimo censo realizado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&#237;lios, em 2022. Os dados v&#234;m depois de dois anos em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Mais preto e menos branco. Essa é a forma que os brasileiros veem a si mesmos, de acordo com os números revelados nesta sexta-feira (16) pelo <strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</strong>, obtidos pelo último censo realizado pela <strong>Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, em 2022</strong>. Os dados vêm depois de dois anos em que não foi possível a realização de pesquisas, por conta da pandemia. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O número de brasileiros que se autodeclaram pretos aumentou no Brasil nos últimos 10 anos. </strong>Se em 2012 eram 7,4 % da população, em 2022 eles foram 10,6% dos entrevistados, sendo o grupo racial que mais cresceu. Nunca na história do país tantas pessoas se declararam pretas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os que se declaram pardos não houve variações significativas. Foram 45,3% em 2022 (45,6% em 2012). <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/devolvam-o-pardo-ao-movimento-negro-diz-carla-akotirene/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">É o maior grupo racial brasileiro. </a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Já a população branca diminuiu.</strong> De 46,3% em 2012,  este grupo agora é 42,8%. Houve uma queda da população branca em todas as regiões do Brasil, sendo mais significativa no Sul, onde em 2012 representava 78,8% da população, para 72,8% em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Indígenas e quilombolas têm um censo específico. Os dados também foram colhidos em 2023 e devem ser divulgados em breve.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MUDANÇA NO COMPORTAMENTO REFLETE NO CENSO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números do censo fazem sentido quando olhamos a História do Brasil, o último a abolir a escravatura. Foram quase 400 anos de escravidão e o reflexo disso, se traduz na cor do seu povo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada da Internet no começo do anos 2000, o se ver e se reconhecer se tornou possível e a força da representatividade foi um fator impulsionador no número de pessoas negras aumentando nas pesquisas do censo. <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/o-triste-silencio-dos-candidatos-negros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Para o colunista do Mundo Negro, o professor Ivair Augusto Alves dos Santos</a>,</strong> Mestre em Ciências Políticas pela Unicamp e Doutor em Sociologia pela UnB, a potência da mídia, cultura e movimento negro, especialmente em espaços de poderm, foi fundamental na influência da autodeclaração. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A força do movimento negro, a mídia, novelas com mais representações negras, espaços de poder com mais negros, ações afirmativas, crescimento do números de parlamentares negras e as plataformas com conteúdo sobre negros é importante. Poderia continuar uma lista grande, mas a existência de uma figura como Vinicius Jr, não é por acaso, é fruto do trabalho de muitos ativistas&#8221;, detalha o ex-diretor do Departamento de Direitos Humanos da Secretaria de Direitos da Presidência da República.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como a pessoa constrói essa identidade racial também é outro aspecto que deve ser considerado. &#8220;A tendência geral do censo do IBGE é que as pessoas têm um processo longo de construção da sua autodeclaração. São pessoas que vivem em espaços que não prevalecem os mecanismo identitários não negros. Estão em comunidades onde é mais comum a presença negra e em função deste circuito de vulnerabilidade criado pelo racismo no Brasil, são pessoas deste circuito que vão criando mecanismos de solidariedade, que vão tendo relações familiares dentro deste núcleo e com o passar do tempo vão construindo uma identidade&#8221;, comenta o <strong>professor e vice-diretor da Unesp,</strong> <strong>Juarez Xavier. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>AUTODECLARAÇÃO E HETEROIDENTIFICAÇÃO&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ditatura removeu dados sobre questões raciais do censo e quando este tema retorna a coleta de dados do IBGE, a atuação do movimento negro é fundamental para o surgimento da autodeclaração.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A autodeclaração se constituiu, sendo parte de um grande processo de debate, de discussão que consumiu parte do final dos anos 70, 80 e a partir dos anos 90, porque a ditadura civil militar tirou os dados relativos à questão racial do censo&#8221;, explica o professor Juarez. Ele detalha que quando raça e cor voltam a ser discutidos, mais de 100 denominações surgiram para identificar a cor das pessoas não brancas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foi necessário então se criar um mecanismo, muito bom, pautado na autodeclaração e optou-se em trabalhar com os conceitos étnico-raciais.Por exemplo: preto, pardo, branco e amarelo são questões étnicas, e indígenas questões raciais. Isso foi definido depois de várias testagens feitas pela equipe do IBGE&#8221;, detalha o acadêmico que destaca a insistência do Movimento Negro para implementação deste método.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a heteroidentificação, há uma mudança no que se entendia anteriormente como pardo, que basicamente era toda pessoa que não se identificava nem branca e nem preta, como amarelos, cafuzos e mamelucos. &#8220;Começou-se a partir de 2012 a evitar este tipo de conceito, passou-se a considerar, para efeitos de políticas públicas de heteroidentificação, que pardo são as pessoas que têm ascendência negra&#8221;. A fenotipia das pessoas negras (cabelo, traços e tom de pele) é um dos critérios usados ao se cruzar dados para decidir se uma pessoa é considerada de ascendência negra e portanto, candidata a usufruir de ações afirmativas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor ainda explica que as declarações do censo do IBGE tem um grande fator espontaneidade porque quem responde, não usufrui de nenhum benefício imediato, porém, não é possível saber, se quem se declarou pardo, realmente é uma pessoa de ascendência africana, sem se fazer uma &#8220;mineração desses dados&#8221;. Já na heteroidentificação, por haver um caráter de interesse, há uma tendência maior da autodeclaração ser duvidosa, e aí os fatores da heteroidentificação são o que determina quem realmente merece entrar, por exemplo, em uma universidade pelo sistema de cotas.&nbsp;</p>
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		<title>Projeto A Arte Gerando Renda promove Feira Favela Solidária em Cidade de Deus e Coelho Neto</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/projeto-a-arte-gerando-renda-promove-feira-favela-solidaria-em-cidade-de-deus-e-coelho-neto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tassia di Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2019 03:46:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo Negro Beauty]]></category>
		<category><![CDATA[afrô]]></category>
		<category><![CDATA[beleza negra]]></category>
		<category><![CDATA[feira afro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que tal se embelezar nesse fim de ano, sem gastar nada?&#160;O Projeto A Arte Gerando Renda realizar&#225;, nos dias 17 e 18 de dezembro, respectivamente na Cidade de Deus, &#224;s 14h, e em Coelho Neto, tamb&#233;m &#224;s 14h, a 6&#170; Edi&#231;&#227;o da Feira Favela Solid&#225;ria. Os eventos marcam a formatura de 150 jovens e adultos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><figure id="attachment_15148" aria-describedby="caption-attachment-15148" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-15148" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2019/12/FV-CDD-foto-Cacau-Fernandes-89-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/12/FV-CDD-foto-Cacau-Fernandes-89-300x213.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/12/FV-CDD-foto-Cacau-Fernandes-89-150x106.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/12/FV-CDD-foto-Cacau-Fernandes-89-768x545.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/12/FV-CDD-foto-Cacau-Fernandes-89-1024x726.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/12/FV-CDD-foto-Cacau-Fernandes-89-100x70.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/12/FV-CDD-foto-Cacau-Fernandes-89-696x494.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/12/FV-CDD-foto-Cacau-Fernandes-89-1068x758.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/12/FV-CDD-foto-Cacau-Fernandes-89-592x420.jpg 592w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-15148" class="wp-caption-text">Projeto A Arte Gerando Renda promove Feira Favela Solidária em Cidade de Deus e Coelho Neto. Foto: Cacau Fernandes</figcaption></figure></p>
<p>Que tal se embelezar nesse fim de ano, sem gastar nada? O Projeto A Arte Gerando Renda realizará, nos dias 17 e 18 de dezembro, respectivamente na Cidade de Deus, às 14h, e em Coelho Neto, também às 14h, a 6ª Edição da Feira Favela Solidária. Os eventos marcam a formatura de 150 jovens e adultos que participaram das oficinas de decoração de unhas, maquiagem artística, maquiagem social e tranças e turbantes. Esses serviços serão oferecidos gratuitamente na feira. Para participar, é necessário retirar uma senha meia hora antes da abertura do evento. Além disso, serão vendidos itens artesanais para presentear amigos e familiares, produzidos pelos alunos de artesanato, que também estão se formando. Os produtos serão vendidos a partir de R$5,00.</p>
<p>“É uma excelente oportunidade para todos. Nossos alunos poderão colocar em prática tudo que aprenderam e as moradoras poderão ficar mais bonitas para o Natal”, aponta Marcello Andriotti, fundador da ONG Favela Mundo, responsável pelo A Arte Gerando Renda.</p>
<p>O projeto ‘A Arte Gerando Renda’ conta com patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura, LAMSA e MetrôRio, empresas do grupo Invepar, e Libras Terminais Rio, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura &#8211; Lei do ISS, e apoio do Instituto Invepar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>REFERÊNCIA PARA A ONU</strong></p>
<p>A ONG tem em seu currículo o reconhecimento “Modelo de Inclusão Social nas Grandes Cidades”, concedido pela ONU em 2014, no World Cities Day, em Nova York, além de representar o Brasil em outros eventos nos Estados Unidos, Canadá, México, Cuba e Marrocos. O mais recente foi em maio de 2019, em Cuba, onde Marcello representou o Brasil nas Romerías de Mayo, evento conhecido como o ‘Festival Mundial das Juventudes Artísticas’, que reuniu promotores de arte e cultura de 30 países na &#8220;Cidade dos Parques&#8221;, como é conhecida Holguín.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>O Projeto A Arte Gerando Renda realizará, nos dias 17 e 18 de dezembro, respectivamente na Cidade de Deus (às 14h) e Coelho Neto (às 14h), a Feira Favela Solidária:</p>
<p><strong>Cidade de Deus</strong>&#8211; Praça da Bíblia, s/n &#8211; Escola Municipal Pedro Aleixo.<br />
<strong>Coelho Neto </strong>&#8211; Av. Brasil 19.462, Coelho Neto &#8211; Escola Municipal General Osório.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>“Será Que Vai Chover?” estreia em junho e valoriza protagonismo negro com histórias cotidianas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/sera-que-vai-chover-estreia-em-junho-e-valoriza-protagonismo-negro-com-historias-cotidianas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 May 2018 09:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Coletivo Preto, em parceria com a Pr&#237;ncipes Negros, vem desenvolvido projetos que visam o protagonismo negro em pap&#233;is de narrativas cotidianas. O primeiro trabalho desenvolvido pela parceria foi a pe&#231;a &#8220;L&#237;via&#8220;, o segundo &#233; o espet&#225;culo &#8220;Ser&#225; que vai chover&#8220;, que apresenta o choque de tr&#234;s vis&#245;es diferentes sobre&#160;quest&#245;es sociais da atualidade resulta no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Coletivo Preto</strong>, em parceria com a <strong>Príncipes Negros</strong>, vem desenvolvido projetos que visam o protagonismo negro em papéis de narrativas cotidianas. O primeiro trabalho desenvolvido pela parceria foi a peça &#8220;<strong>Lívia</strong>&#8220;, o segundo é o espetáculo &#8220;<strong>Será que vai chover</strong>&#8220;, que apresenta o choque de três visões diferentes sobre questões sociais da atualidade resulta no surgimento de uma grande amizade e um triângulo amoroso.</p>
<p>A peça fica em cartaz terças e quartas-feiras, de 5 de junho a 25 de julho, com duração de 80 minutos e a faixa etária a partir de 12 anos, no <strong>Teatro Eva Herz</strong>, localizado na <strong>Rua Senador Dantas</strong>, n° 45, Centro do <strong>Rio de Janeiro</strong>.</p>
<p>A atriz <strong>Eli Ferreira</strong> e os atores <strong>Licínio Januário</strong> e <strong>Matheus Corcione</strong> compõem a trama que narra a relação entre uma atriz, um guia turístico e um ativista social. “<em>A gente vem tentando dar a representatividade que a televisão e o cinema não nos dão, com histórias cotidianas que normalmente são representados por atores brancos. [&#8230;] Nesse espetáculo trabalhamos a inversão de papéis, são quatro negros em cena e um branco. O que normalmente seria o contrário”</em>, explica o ator <strong>Licínio</strong><em>.</em></p>
<p>As ideologias de Sandra, Bruno e Yuri se chocam, deixando ainda mais turbulento e ritmado os encontros e desencontros da cidade grande. Munidos de suas visões individuais relacionadas às questões sociais contemporâneas, os três acabam seguindo caminhos desconhecidos.</p>
<p>A direção é de <strong>Matheus Marques</strong> e <strong>Orlando Caldeira</strong>, o espetáculo é uma adaptação do primeiro texto de Licínio Januário “<strong>Todo Menino é Um Rei</strong>”, no qual o rendeu o prêmio de melhor ator da 19ª edição do <strong>Festival de Teatro do Rio</strong> e também concorreu a melhor texto dessa edição. Três anos depois da primeira montagem, o texto evoluiu assim como a audácia em expor as questões sociais.</p>
<p>Embalada ao som dos músicos<strong> Reinaldo Junior</strong> e <strong>Chico Bruno</strong>, a peça mantém um dos propósitos da primeira montagem: trazer à tona importância da preservação do samba de roda, que faz parte da trilha do espetáculo.</p>
<p>Para mais informações, acesse: <a href="https://bit.ly/2GKHDZn">https://bit.ly/2GKHDZn</a>.</p>
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		<title>Diálogo sobre o negro na música brasileira</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/dialogo-sobre-o-negro-na-musica-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2017 16:42:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O &#8220;Di&#225;logos Ausentes&#8221; &#233; um projeto que visa discutir a presen&#231;a afro-brasileira nas diversas produ&#231;&#245;es art&#237;sticas nacionais. No dia 13 de julho mais uma etapa deste ganhar&#225; forma, a partir das 20h, no Instituto Ita&#250; Cultural, idealizador do evento. Este encontro contar&#225; com Tigan&#225; Santana, compositor, cantor, violonista e pesquisador. O artista &#233; respons&#225;vel pelo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O “Diálogos Ausentes” é um projeto que visa discutir a presença afro-brasileira nas diversas produções artísticas nacionais. No dia 13 de julho mais uma etapa deste ganhará forma, a partir das 20h, no Instituto Itaú Cultural, idealizador do evento.</p>
<p>Este encontro contará com Tiganá Santana, compositor, cantor, violonista e pesquisador. O artista é responsável pelo primeiro registro fonográfico brasileiro de composições autorais em línguas africanas, além de ser doutorando do Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução (Departamento de Letras Modernas) da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>Nesta proposta de diálogo, Tiganá traçará um panorama histórico da representatividade do negro na música brasileira e abrirá discussão sobre a produção de afrodescendentes no país.</p>
<p>Já no dia 14 de julho, às 20h, também no Instituto Itaú Cultural, será apresentado o show da Filafro – Filarmônica Afro Brasileira –, sob direção artística e musical do maestro Josoé Polia. Esta formação executa um repertório que transita do erudito ao folclórico, com mais de 300 músicas arranjadas e orquestradas.</p>
<p>Todos os meses, o Itaú Cultural realiza uma chamada aberta aos artistas, para que falem no encontro do &#8220;Diálogos&#8221; Ausentes sobre os seus trabalhos relacionados à música. Neste ano, também houve debate sobre o negro na dança e na literatura. O tema da música encerra a série deste ano em setembro.</p>
<p>Para saber mais e como participar, acesse o site da instituição: <strong><a href="http://www.itaucultural.org.br/">http://www.itaucultural.org.br/</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O &#8220;Egito branco&#8221; e outras apropriações da cultura negra</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/oegb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Durval Arantes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2015 16:28:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[deuses do egito]]></category>
		<category><![CDATA[egito negro]]></category>
		<category><![CDATA[negro]]></category>
		<category><![CDATA[negro na mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O ator L&#225;zaro Ramos, dando mostras do seu enorme talento como ator afro-brasileiro, viver&#225; no cinema o papel de Thor, em lan&#231;amento previsto para 2018. Thor, na mitologia n&#243;rdica, &#233; o Deus dos Trov&#245;es. Ele &#233; considerado o mais forte entre os deuses e tamb&#233;m o mais adorado entre os povos germ&#226;nicos. O enredo do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O ator Lázaro Ramos, dando mostras do seu enorme talento como ator afro-brasileiro, viverá no cinema o papel de Thor, em lançamento previsto para 2018. Thor, na mitologia nórdica, é o Deus dos Trovões. Ele é considerado o mais forte entre os deuses e também o mais adorado entre os povos germânicos. O enredo do filme falará sobre o Filho de Odin com Jord, que na telona será interpretado por Zezé Motta. Thor tem em seu martelo Mjolnir, sua principal arma, com a qual produz raios e interfere na estabilidade climática de qualquer lugar da Terra. A trama prevê o seu envolvimento com a Asgardiana Sif, Deusa da colheita, que muito logicamente haverá de ser vivida por ninguém mais e ninguém menos do que sua &#8220;própria Deusa&#8221;, a também atriz Taís Araújo. Em breve em uma sala de cinema perto de você.”</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="http://outrocanal.blogfolha.uol.com.br/files/2015/08/blogg.jpg" alt="" width="549" height="824" /></p>
<p>Que tipo de reação poderíamos esperar do <em>establishment</em> brasileiro, caso a manchete fictícia acima fosse disseminada em todos os canais de informação formadores de informação pelo país afora? Pois é exatamente assim que uma boa parte da comunidade afro-brasileira antenada e interessada nos destinos de sua própria cultura tem se sentido, em razão de acontecimentos, já nem tão recentes, no tocante à tutela e apropriação da milenar cultura resultante da Diáspora Africana no ocidente.</p>
<p>No Brasil, um bom exemplo de apropriação cultural pode ser verificado com o antropofagismo do capital sobre as manifestações, outrora eminentemente populares, associadas às festividades do Carnaval.</p>
<p>A celebração, que se consolidou de forma mais organizada a partir dos anos 1920, no século XX, transformou-se em um festival de forte apelo popular, apesar da &#8220;resistência&#8221; da tradição simplória e simplista dos blocos, cordões e ranchos carnavalescos de rua surgidos pelo Brasil afora, a partir daquela época.</p>
<p>Todavia, e principalmente a partir de meados da década de 1970, com o advento das transmissões de grandes canais de comunicação (destaque feito às coberturas televisivas ao vivo e às publicações volumosas pós-evento, em revistas impressas) o interesse midiático sobre os desfiles de escola de samba se intensificou exponencialmente, atraindo a atenção e o ímpeto de celebridades historicamente alheias e distantes da vida rotineira das comunidades, sabidamente o ventre e o colo originais das escolas de samba dos grandes centros.</p>
<p><figure style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" src="http://curiosomundo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/beldades-do-carnaval-2014.jpg" alt="" width="640" height="360" /><figcaption class="wp-caption-text">A nova cara do carnaval brasileiro</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O enfoque crescente da mídia, por sua vez, passou a ser um canal de estratégias de marketing de patrocinadores endinheirados e progressivamente mais interessados em associar as suas marcas aos desfiles das escolas de samba, marcadamente as da cidade do Rio de Janeiro, e também em São Paulo, em menor grau e com um pouco menos de visibilidade.</p>
<p>Com a chegada do poder financeiro, o formato e o conteúdo dos desfiles mudaram substancialmente: mega produções, celebridades internacionais&#8230; e a visível diminuição da presença de negros e negras nas alas e divisões clássicas de uma escola de samba. Salvo engano, a impressão que se tem é que ao longo dos anos, e de forma insidiosa, os desfiles das escolas de samba estão se tornando um reduto de diversão da classe média elitista do Brasil. Não me surpreenderei se, em breve, o carnaval passe a ter o seu &#8220;naming rights&#8221; adquiridos por uma corporação ambiciosa, e que passará a chamar o evento de &#8220;CarnaFest&#8221;.</p>
<p>Mas essa apropriação cultural não se limita ao Carnaval: A produção televisiva brasileira já teve uma novela &#8220;Escrava Isaura&#8221;, personagem branca, e que, pasmem, acaba em um final feliz! E se viu na telinha também uma outra denominada&#8230; &#8220;Da Cor do Pecado&#8221;. Nesta segunda, as indagações de pura curiosidade que se formaram nas cabeças de uma boa parte das pessoas com um mínimo de discernimento crítico foram:</p>
<p>&#8220;Pecado&#8221; tem cor? E, se tiver, a cor é negra (ao ponto de se configurar em título de uma produção televisa a ser transmitida diariamente e assistida fielmente por milhões de pares de olhos testemunhando o &#8220;romance&#8221; entre um homem branco e uma mulher negra)?</p>
<p><figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://resumonovelastv.com/wp-content/uploads/2012/09/Paco-e-Preta_RNTV.jpg" alt="" width="620" height="412" /><figcaption class="wp-caption-text">Novela &#8220;Cor do Pegado&#8221;. Pecado tem cor?</figcaption></figure></p>
<p>Recentemente uma produtora de comerciais &#8220;genial&#8221; levou ao ar a propaganda de um Machado de Assis&#8230; branco!</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="10P8fZ5I1Wk"><iframe title="CEF - Machado de Assis ficou branco" width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/10P8fZ5I1Wk?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Detalhe: era a propaganda de uma instituição financeira secular bancada pelo Estado brasileiro! O vídeo foi refeito após reclamações:</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="XX71Z_7p-As"><iframe title="Caixa Econômica mostra Machado de Assis Negro.avi" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/XX71Z_7p-As?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>E a pressão não se restringe ao Brasil.</p>
<p>Dos dois maiores (senão os maiores mesmo!) ídolos pop do século passado, Elvis Presley e Michael Jackson, construíram carreiras artísticas históricas e milionárias com padrões comportamentais no mínimo intrigantes. Elvis, o Rei do Rock, branco, tornou-se um ícone do gênero &#8220;cantando como um negro&#8221;. Michael, o Rei do Pop, negro, tornou-se um mito do showbusiness global em um esforço (aparentemente) macabro e contínuo em se &#8220;transformar&#8221; em um homem branco.</p>
<p>Ambos sintetizaram de forma cabal as agruras da apropriação cultural: o branco se entupiu de milhões de dólares e pílulas usando os timbres e nuances musicais comuns aos vocalizes negros do sul dos Estados Unidos. E o negro viveu em um conto de fadas de outros tantos milhões (e também de analgésicos) no qual, desde criança, ao que tudo indica, aceitou uma percepção, por fim enganosa, de que a intensidade de seu sucesso midiático seria inversamente proporcional ao seu afastamento do seu eixo étnico, estético, familiar e comunitário.</p>
<p>Louis Prima, Janis Joplin, The Osmonds, Fernando Mendes, Eminem, Jorge Vercílo, Ana Carolina, New KidsontheBlock, Lisa Standfield, Jamiroquai, Jerry Adriani, Maurício Manieri, Amy Winehouse, Johnny Cash, João Bosco, The Doobie Brothers, Joss Stone, Cat Stevens, Joe Cocker, Angela Rô Rô, Duffy, Teena Marie e Adele, para ficar em apenas alguns casos, são outros exemplos do universo musical em que os artistas encontraram nas várias &#8220;escolas&#8221; de música negra, uma forma de expressar o seu talento e ganhar (muito) dinheiro.</p>
<p><figure style="width: 468px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="" src="http://lh6.ggpht.com/_n3cmYskjnOE/TP6HpxDUPsI/AAAAAAAAB4I/lt7Ucxin24g/CDM-Joss.jpg" alt="" width="468" height="370" /><figcaption class="wp-caption-text">A cantora Joss Stone</figcaption></figure></p>
<p>E em outro nicho e mais recentemente, a polêmica sobre esta tendência de apropriação cultural recai sobre o filme “Deuses do Egito”, de Alex Proyas, com estreia no Brasil prevista para Abril de 2016. Sinal de que, mais do que uma tendência, essas manobras de apropriação de uma outra cultura baseiam-se sobretudo no foco em amealhar fortunas robustas em cima das tradições culturais de outros povos.</p>
<p>Não obstante ao fato insofismável de que o Egito é um país AFRICANO, as primeiras peças publicitárias da produção dão conta de que os personagens principais (e, por extensão, os &#8220;Deuses&#8221; da trama) serão todos &#8230; brancos, em que pese a presença do ator afro-americano Chadwick Boseman, em uma aparição menor e secundária. E aqui não se trata mais de um exercício de imaginação, como o especulado no parágrafo fictício ilustrando o nosso querido e prestigiado ator Lázaro Ramos, logo na abertura deste artigo. Falamos agora de um fato real e em vias de se tornar realidade.</p>
<p><figure id="attachment_3932" aria-describedby="caption-attachment-3932" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2015/11/collagede.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3932 size-large" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2015/11/collagede-1024x512.jpg" alt="collagede" width="640" height="320" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/11/collagede-1024x512.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/11/collagede-150x75.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/11/collagede-300x150.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/11/collagede-768x384.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/11/collagede-696x348.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/11/collagede-1068x534.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/11/collagede-840x420.jpg 840w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/11/collagede.jpg 1200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3932" class="wp-caption-text">Imagem promocional do filme &#8220;Deuses do Egito&#8221; que será lançado em 2016</figcaption></figure></p>
<p>Este panteão de Deuses egípcios&#8230; brancos&#8230;  aponta para a necessidade da comunidade afrodescendente residente no Brasil em munir-se de ações calcadas na livre iniciativa, as quais, legitimamente, blindem e preservem o seu legado histórico e sua herança cultural. Por mais redundante que a afirmação possa parecer, a nossa cultura&#8230; é nossa!</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="tcHMQVz8HdA"><iframe title="Deuses do Egito - Trailer Legendado" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/tcHMQVz8HdA?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Assim como a cultura oriental é dos orientais, a cultura dos povos nativos da terra pertence aos povos nativos, e assim sucessivamente.</p>
<p>E desses saberes e visões de mundo milenares nós temos o direito (e até mesmo o dever!) de nos sentirmos guardiões e guardiãs, uma vez que eles nos foram passados de geração em geração e que nem mesmo o flagelo da Diáspora Africana conseguirá apagar.</p>
<p><figure id="attachment_3933" aria-describedby="caption-attachment-3933" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2015/11/de4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3933 size-full" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2015/11/de4.jpg" alt="de4" width="750" height="430" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/11/de4.jpg 750w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/11/de4-150x86.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/11/de4-300x172.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/11/de4-696x399.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2015/11/de4-733x420.jpg 733w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></a><figcaption id="caption-attachment-3933" class="wp-caption-text">Egito fica no continente africano, portanto a população tem pele escura.</figcaption></figure></p>
<p>Do meu cabelo, da minha pele, do meu canto, da minha alma e de tudo aquilo que é meu, eu mesmo(a) TOMO CONTA!</p>
<p>Minha História, Minha Cultura&#8230; MINHA PROPRIEDADE!!!</p>
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