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	<title>Arquivos Negligência médica - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Venus Williams relata anos de dores causadas por miomas e negligência médica: “Disseram que era normal”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 08:52:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A tenista Venus Williams, 45, afirmou que conviveu por anos com dores menstruais incapacitantes, sangramentos intensos e n&#225;useas severas sem que os sintomas fossem corretamente diagnosticados. Em entrevista ao Today, exibido nos Estados Unidos na quarta-feira (3), ela disse ter tido os sinais ignorados por m&#233;dicos, que classificavam a condi&#231;&#227;o como &#8220;normal&#8221;. Todos os meses, [&#8230;]</p>
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<p>A tenista <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/venus-williams-lanca-startup-de-design-de-interiores-baseado-em-inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Venus Williams</a></strong>, 45, afirmou que conviveu por anos com dores menstruais incapacitantes, sangramentos intensos e náuseas severas sem que os sintomas fossem corretamente diagnosticados. Em entrevista ao Today, exibido nos Estados Unidos na quarta-feira (3), ela disse ter tido os sinais ignorados por médicos, que classificavam a condição como &#8220;normal&#8221;.</p>



<p>Todos os meses, ela ficava &#8220;abraçada no vaso sanitário, esperando que aquilo passasse&#8221;. Ao longo da carreira, Williams sabia tinha miomas — tumores benignos que se formam no útero —, mas os profissionais de saúde nunca associaram as dores, náuseas e episódios de anemia grave à condição. Em alguns momentos, ela precisou de transfusões de ferro para repor os níveis baixos.</p>



<p>&#8220;A situação ficou muito ruim e eu não consegui lidar com isso&#8221;, disse. “Fiquei indignada por não saber que isso era possível. Ninguém nunca me disse que o que eu vivia não era normal”, relatou a<strong> sete vezes campeã do Grand Slam</strong>.</p>



<p>Segundo Venus, os primeiros sinais surgiram ainda na adolescência, com sangramentos menstruais intensos. “Meus médicos me disseram que era normal. Nunca percebi que (algo) estava errado”, relatou. Ao longo dos anos, os sintomas se intensificaram. Nos exames antidoping, era comum ser diagnosticada com anemia. Inicialmente, ela atribuiu o quadro à síndrome de Sjögren, uma doença autoimune, que ela foi diagnosticada em 2011. </p>



<p>Mais tarde, descobriu que, além dos miomas, tinha adenomiose — quando o tecido semelhante ao endométrio invade a musculatura uterina, também provocando dor e sangramentos abundantes.</p>



<p>A tenista contou que em Wimbledon, em 2016, a dor que a impediu de comer e jogar. “Tínhamos uma final de duplas para jogar em seguida, e eu estava deitada no chão do vestiário, tipo, &#8216;Vai passar. Vai passar&#8217;. Graças a Deus, a Serena conseguiu o médico… e eu consegui me levantar, comer e começar a jogar — azar para as adversárias.”</p>



<p>Mesmo com dores se intensificando, ela seguiu competindo. Aos 37 anos, ouviu de um médico que os sintomas eram “parte do envelhecimento”. Em outra ocasião, escutou que o que sentia funcionava como “um controle de natalidade natural”. “Eu não fazia ideia do que isso significava. Ninguém me explicou. Olhando para trás, não tem graça nenhuma tirar a oportunidade de alguém ter um filho ou constituir família, se quiser. Não é brincadeira.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Busca por tratamento e cirurgia</strong></h3>



<p>No ano passado, ao ver uma publicação nas redes sociais que dizia “você não precisa viver assim”, Williams decidiu investigar melhor. Acabou encontrando o NYU Langone Health Center, especializado no tratamento de miomas, e se consultou com a ginecologista<strong> Taraneh Shirazian.</strong> Foi a primeira vez que ela se sentiu acolhida e percebeu que sua experiência não era normal para as mulheres. </p>



<p>Shirazian foi a primeira especialista que recomendou a Venus uma miomectomia, cirurgia que remove os miomas preservando o útero, mas ela hesitou de início. “Achei que talvez ela estivesse dizendo o que eu queria ouvir. Era mais invasivo do que imaginei. Fiquei assustada.”</p>



<p>Mas após refletir, realizou a cirurgia e melhorou a sua qualidade de vida. “Espero que alguém veja esta entrevista e diga: &#8216;Posso obter ajuda. Não preciso viver assim&#8217;. Estou muito apaixonada por isso neste momento, porque sei que outras pessoas podem viver melhor do que eu vivi.”</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Miomas afetam mais mulheres negras</strong></h3>



<p>Os miomas afetam cerca de 70% das mulheres brancas e 80% das negras antes dos 50 anos. Mesmo assim, muitas não recebem diagnóstico ou tratamento adequado, segundo especialistas. Os sintomas incluem dores menstruais, sangramentos excessivos, inchaço abdominal e problemas gastrointestinais.</p>



<p>“As mulheres não recebem o tratamento necessário para a doença dos miomas. Para mim, essa é a parte em que todos deveríamos pensar. Atleta de classe mundial, superestrela. Tem acesso a todos os médicos, a todas as instalações, a todas as opções. Ela consultou muitas outras pessoas antes de receber tratamento”, disse Shirazian.</p>
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		<title>Curta &#8216;Corpo Preto&#8217; expõe negligência no atendimento médico a pacientes negros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 19:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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<p>No dia 1 de abril, o Instituto Yduqs e o Instituto de Educação Médica (IDOMED) lançaram o curta-metragem <em>&#8220;Corpo Preto&#8221;</em>, uma produção baseada em relatos reais que expõe o racismo nos serviços de saúde do Brasil. O filme, disponível no YouTube, aborda as microagressões e a negligência enfrentadas por pacientes negros, evidenciando disparidades no atendimento médico que impactam diretamente sua qualidade de vida.</p>



<p>Dirigido por <strong>Nany Oliveira</strong>, o curta acompanha a jornada de um homem negro, interpretado por<strong> César Mello</strong>, vítima de negligência médica, usando recursos visuais como desfoque para simbolizar a invisibilidade imposta a esses pacientes. A obra é inspirada em pesquisas do projeto <strong>MEDIVERSIDADE</strong>, iniciativa do Instituto Yduqs e IDOMED que promove a inclusão de diferentes etnias e realidades sociais na formação médica. Dados do Conselho Federal de Medicina (2023) mostram que apenas <strong>3% dos médicos no país são negros</strong>, refletindo uma desigualdade que se estende ao tratamento oferecido a essa população.</p>



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<p>Estudos citados no projeto revelam que pacientes negros esperam, em média, <strong>10 minutos a mais</strong> para serem atendidos, têm consultas <strong>47% mais curtas</strong> em comparação a pacientes brancos e menor acesso a exames de imagem, como raio-X. Além disso, o tempo entre diagnóstico e cirurgia é <strong>6,7 dias maior</strong> para negros, o que pode comprometer prognósticos e sobrevida.</p>



<p>O lançamento ocorreu no <strong>Cinema Estação do Shopping da Gávea (RJ)</strong>, seguido de um debate com a médica <strong>Amanda Machado</strong>, do Núcleo de Inclusão do IDOMED, e mediação de <strong>Annelise Passos</strong>, da Artplan. A campanha incluirá exibições em cinemas, ativações com influenciadores e palestras sobre letramento racial.</p>



<p>Paralelamente, foi lançado o livro <strong>&#8220;Nigrum Corpus – Um estudo sobre racismo na medicina brasileira&#8221;</strong>, com depoimentos reais e análise de vieses na formação médica. A obra será distribuída em faculdades de medicina, visando capacitar futuros profissionais no combate ao racismo institucional.</p>



<p><em>&#8220;‘Corpo Preto’ é um relato emocionante que traz visibilidade a um problema que pessoas negras enfrentam diariamente no Brasil: o tratamento desigual em serviços médicos&#8221;</em>, afirma <strong>Claudia Romano</strong>, presidente do Instituto Yduqs e vice-presidente do grupo educacional Yduqs. <em>&#8220;O Mediversidade provoca um debate sobre o papel da educação na construção de uma sociedade mais inclusiva. Estamos transformando a prática médica para formar profissionais preparados para cuidar de todas as vidas.&#8221;</em></p>
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