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	<title>Arquivos música brasileira - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos música brasileira - Mundo Negro</title>
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		<title>Elza Soares, a mulher que cantou pelas mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 10:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Elza Soares cantou o que muitas mulheres viviam e o Brasil preferia n&#227;o ver. Conhe&#231;a as m&#250;sicas que se tornaram hinos de resist&#234;ncia feminista e antirracista. O registro oficial aponta o nascimento de Elza da Concei&#231;&#227;o em 23 de junho de 1930, na favela da Mo&#231;a Bonita, sub&#250;rbio carioca de Padre Miguel. A pr&#243;pria cantora, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Elza Soares cantou o que muitas mulheres viviam e o Brasil preferia não ver. Conheça as músicas que se tornaram hinos de resistência feminista e antirracista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O registro oficial aponta o nascimento de Elza da Conceição em 23 de junho de 1930, na favela da Moça Bonita, subúrbio carioca de Padre Miguel. A própria cantora, contudo, desconfiava do papel; acreditava ter nascido anos depois. A divergência burocrática escondia uma violência precoce: a adulteração de sua idade pelo pai para forçá-la a um casamento aos 12 anos. O episódio antecipava o Brasil que Elza enfrentaria, um país que frequentemente utiliza seus mecanismos oficiais para chancelar abusos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A trajetória pessoal da artista confunde-se com a própria crônica das vulnerabilidades brasileiras. Viúva aos 21 anos e mãe de cinco filhos, Elza vivenciou o luto de perder quatro deles ao longo da vida. Conheceu a violência doméstica em dois casamentos e, em 1970, viu sua residência no Jardim Botânico ser metralhada pela repressão da ditadura militar enquanto o companheiro, o craque Garrincha, e os filhos estavam no imóvel. O episódio forçou o casal ao exílio na Itália, onde foram amparados por Chico Buarque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elza Soares despediu-se em 20 de janeiro de 2022, aos 91 anos, por causas naturais. Deixou o plano físico dias após concluir as gravações de um novo álbum, mantendo o pacto com o ofício até o último fôlego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de 35 discos e mais de seis décadas de carreira, Elza demonstrou uma lucidez artística precisa. Seu repertório focado em racismo, machismo e violência doméstica nunca foi uma adesão oportunista a pautas sazonais, mas sim o eco de suas próprias cicatrizes. A cantora compreendia o poder de penetração da música, uma arte capaz de furar bolhas intelectuais, ecoar em rádios populares e ocupar as ruas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa postura combativa manifestou-se de forma pioneira no início dos anos 1980. Em uma época em que os maus-tratos domésticos eram confinados ao silêncio das residências, Elza ocupou o sofá do programa <em>TV Mulher</em>, na TV Globo, para pautar o assunto em rede nacional. O gesto corajoso inspirou, décadas mais tarde, o compositor Douglas Germano, que presenciara as agressões sofridas pela mãe na infância, a escrever a canção que se tornaria um dos maiores hinos de resistência da música brasileira contemporânea.</p>



<pre class="wp-block-code"><code>"Cadê meu celular? Eu vou ligar pro 180 / Vou entregar teu nome e explicar meu endereço / Aqui você não entra mais, eu digo que não te conheço."
— Maria da Vila Matilde (Douglas Germano)
</code></pre>



<p class="wp-block-paragraph">Gravada em 2015 para o aclamado álbum <em>A Mulher do Fim do Mundo</em>, quando Elza já contabilizava 85 anos, <em>&#8220;Maria da Vila Matilde&#8221;</em> transcendeu as plataformas de áudio. O refrão <em>&#8220;Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim&#8221;</em> virou palavra de ordem em protestos, como as manifestações que tomaram a Câmara Municipal do Rio de Janeiro após o assassinato da vereadora Marielle Franco, em 2018. A urgência da faixa permanece infelizmente atual: dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelam que, no Brasil, a maioria expressiva dos feminicídios é cometida por parceiros ou ex-companheiros das vítimas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Mulher do Fim do Mundo marcou um ponto de inflexão na discografia de Elza ao ser seu primeiro trabalho composto exclusivamente por faixas inéditas. Sob a produção de Guilherme Kastrup e cercada pela vanguarda musical paulistana, a intérprete reuniu samba, rock distorcido, rap e música eletrônica em um repertório que conquistou o Grammy Latino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As faixas desse período revelam uma honestidade brutal:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>&#8220;A Mulher do Fim do Mundo&#8221;:</strong> Na faixa-título, o verso <em>&#8220;Eu sou e vou / Até o fim cantar&#8221;</em> ganha contornos de manifesto existencial, amparado pela densidade de uma voz que sobreviveu ao silenciamento.</li>



<li><strong>&#8220;Língua Solta&#8221;:</strong> Desmistifica a coragem ao apresentá-la não como uma ausência de medo, mas como uma reação coletiva e hesitante diante do horror.</li>



<li><strong>&#8220;O Que Se Cala&#8221;:</strong> Faixa de abertura do álbum seguinte, <em>Deus É Mulher</em> (2018), inicia-se <em>a cappella</em>. A voz de Elza surge nua, sem instrumentos, reivindicando para si o direito à narrativa histórica da mulher negra.</li>



<li><strong>&#8220;Dentro de Cada Um&#8221;:</strong> Rejeita eufemismos literários ao retratar a violência de forma crua, expondo as marcas físicas e psicológicas do abuso.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"> Outro marco fundamental de sua discografia é a releitura de &#8220;A Carne&#8221;, gravada originalmente em 2002 no álbum Do Cóccix Até o Pescoço. Composta por Marcelo Yuka, Seu Jorge e Ulisses Cappelletti, a música ganhou contornos definitivos na interpretação de Elza. Ao cantar que &#8220;a carne mais barata do mercado é a carne negra&#8221;, a artista explicitou a indissociabilidade entre gênero e raça no Brasil. Anos mais tarde, ciente do impacto de sua luta, Elza ressignificou o próprio clássico ao afirmar publicamente que a carne negra já não era a mais barata: &#8220;Vale uma tonelada&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eleita em 1999 como a &#8220;Cantora do Milênio&#8221; pela corporação britânica BBC, Elza Soares consolidou uma obra que se recusa a envelhecer como mera peça de museu. Suas canções operam hoje como ferramentas pedagógicas e manifestos sociais, mantendo viva a postura de uma artista que se recusou a dourar a pílula da realidade, transformando a própria biografia em um espelho incômodo e necessário para o Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Djavan, Alcione e Gaby Amarantos estão entre os vencedores do 33º Prêmio da Música Brasileira</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/djavan-alcione-e-gaby-amarantos-estao-entre-os-vencedores-do-33o-premio-da-musica-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 09:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[alcione]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 33&#170; edi&#231;&#227;o do Pr&#234;mio BTG Pactual da M&#250;sica Brasileira teve artistas negros como maioria dos vencedores. Veja a lista completa da noite no Theatro Municipal do Rio. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro recebeu na &#250;ltima quarta-feira (10) a 33&#170; edi&#231;&#227;o do Pr&#234;mio BTG Pactual da M&#250;sica Brasileira, e a noite foi dos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira teve artistas negros como maioria dos vencedores. Veja a lista completa da noite no Theatro Municipal do Rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Theatro Municipal do Rio de Janeiro recebeu na última quarta-feira (10) a 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira, e a noite foi dos artistas negros. De 30 prêmios distribuídos em 18 categorias, a maioria foi para nomes negros da música brasileira: Luedji Luna, João Gomes, Djavan, Alcione, BK&#8217;, Black Pantera, Olodum, Deize Tigrona, Péricles, Hamilton de Holanda, Bia Ferreira e Gaby Amarantos estiveram entre os grandes vencedores, reafirmando o que já se sabe: é a música negra que sustenta e define a produção musical do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Luedji Luna foi a maior vencedora individual, levando dois troféus em uma só noite: Melhor Artista de Pop e Melhor Lançamento de Pop com &#8220;Antes Que A Terra Acabe&#8221;. João Gomes acumulou três prêmios, o maior número entre todos os artistas da edição, vencendo Melhor Artista e Melhor Lançamento de Canção Popular com &#8220;Pé de Serrita&#8221; e ainda Melhor Lançamento em Projeto Especial com &#8220;Dominguinho&#8221;, gravado ao lado de Mestrinho e Jota.Pê. Na MPB, Djavan levou os dois troféus da categoria com &#8220;Improviso&#8221;. No samba, Alcione foi eleita Melhor Artista e Péricles levou Melhor Lançamento com &#8220;Pagode do Pericão&#8221;. No axé, o Olodum conquistou Melhor Artista. No rap e trap, BK&#8217; foi eleito Melhor Artista e Don L venceu com &#8220;CARO Vapor II&#8221;. No rock, Black Pantera levou Melhor Artista. No funk, Deize Tigrona foi eleita Melhor Artista. No reggae, Bia Ferreira venceu em Melhor Lançamento com &#8220;O Seu Silêncio&#8221;. Hamilton de Holanda levou Melhor Artista de Música Instrumental e Gaby Amarantos conquistou Melhor Projeto Audiovisual com &#8220;Rock Doido&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cerimônia foi apresentada por Débora Bloch e Alice Wegmann, com direção musical de Pretinho da Serrinha e direção geral de José Maurício Machline e Giovanna Machline. Cazuza foi o grande homenageado da noite, com tributo que reuniu no palco Seu Jorge, Ludmilla, Ney Matogrosso, Marina Sena, Luísa Sonza e Maneva, cada um interpretando clássicos do cantor em performances criadas especialmente para o evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira abaixo os vencedores de cada categoria:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><span class="td_text_columns_two_cols">Axé — Melhor Artista: Olodum</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">Projeto Especial — Melhor Lançamento: João Gomes, Mestrinho, Jota.Pê — Dominguinho</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">Eletrônico — Melhor Lançamento: Africanoise — CABAÇA</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">Erudito — Melhor Lançamento: Gabriele Leite — Gunûncho</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">Funk — Melhor Artista: Deize Tigrona</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">Funk — Melhor Lançamento: Totonho e os Cabra — Aí Dentu: Funk de Embolada e Hip Hop do Mato</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">Instrumental — Melhor Artista: Hamilton de Holanda</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">MPB — Melhor Artista: Djavan</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">MPB — Melhor Lançamento: Djavan — Improviso</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">Pop — Melhor Artista: Luedji Luna</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">Pop — Melhor Lançamento: Luedji Luna — Antes Que A Terra Acabe</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">Raízes — Melhor Artista: Mestrinho</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">Rap/Trap — Melhor Artista: BK&#8217;</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">Reggae — Melhor Lançamento: Bia Ferreira, Little Lion Sound — O Seu Silêncio</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">Rock — Melhor Artista: Black Pantera</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">Samba — Melhor Artista: Alcione</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">Samba — Melhor Lançamento: Péricles — Pagode do Pericão (Ao Vivo Em São Paulo)</span></li>



<li><span class="td_text_columns_two_cols">Melhor Projeto Audiovisual: Gaby Amarantos — Rock Doido</span></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Taís Araujo viverá Elza Soares em cinebiografia produzida por Fernando Meirelles</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/tais-araujo-vivera-elza-soares-em-cinebiografia-produzida-por-fernando-meirelles/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 14:52:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ta&#237;s Araujo foi confirmada como protagonista da cinebiografia de Elza Soares, uma das maiores vozes da m&#250;sica brasileira. O longa ser&#225; produzido pela O2 Filmes, do cineasta Fernando Meirelles, e as grava&#231;&#245;es devem come&#231;ar no segundo semestre de 2026, segundo informa&#231;&#245;es da revista norte-americana Variety. O roteiro &#233; assinado por Patr&#237;cia Andrade, conhecida por &#8220;Dois [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Taís Araujo</strong> foi confirmada como protagonista da cinebiografia de<strong> Elza Soares</strong>, uma das maiores vozes da música brasileira. O longa será produzido pela O2 Filmes, do cineasta <strong>Fernando Meirelles</strong>, e as gravações devem começar no segundo semestre de 2026, segundo informações da revista norte-americana <em>Variety</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O roteiro é assinado por <strong>Patrícia Andrade</strong>, conhecida por <em>&#8220;Dois Filhos de Francisco&#8221;</em>, e<strong> Viviane Pistache</strong>. O projeto marca o retorno de Taís ao papel da cantora —ela já havia interpretado Elza no filme <em>&#8220;Garrincha – Estrela Solitária&#8221;</em> (2003), que abordava o relacionamento turbulento entre o jogador e a artista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha da atriz teve um aval especial: o da própria Elza. Em 2020, dois anos antes de sua morte, a cantora publicou um texto nas redes sociais direcionado a Taís, celebrando a parceria e destacando a semelhança entre as duas. &#8220;Você fará Elza nos cinemas. Que honra minha por te assistir vivendo a minha história e fazendo parte da sua&#8221;, escreveu. &#8220;Às vezes eu me pego te olhando, sem saber se sou eu ou você.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação entre Elza e Taís sempre foi marcada por afeto e admiração mútua. &#8220;Se não temos o mesmo sangue, somos feitas da mesma energia&#8221;, declarou a cantora no mesmo post, reforçando a identificação com a atriz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cinebiografia ainda não tem título definido, mas é um dos projetos mais aguardados da O2 Filmes. A expectativa é que o filme explore não só a trajetória artística de Elza, mas também seus enfrentamentos sociais e pessoais, como racismo, pobreza e violência de gênero —temas que atravessaram sua vida e obra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elza Soares morreu em janeiro de 2022, aos 91 anos, deixando um legado inquestionável para a cultura brasileira.</p>
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		<item>
		<title>Baco Exu do Blues critica influenciadores da CPI das Apostas durante show: &#8216;Isso é mal caratismo&#8217;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/se-segue-virginia-fonseca-nao-deveria-estar-aqui-diz-baco-exu-do-blues-em-show/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 12:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O rapper Baco Exu do Blues usou o palco durante show em Campinas (SP), na madrugada de s&#225;bado (24), para criticar a influenciadora Virg&#237;nia Fonseca, Carlinhos Maia e outros criadores de conte&#250;do envolvidos na CPI das Apostas. Em um v&#237;deo que viralizou nas redes sociais, o artista disparou contra quem apoia os digital creators acusados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O rapper <strong>Baco Exu do Blues</strong> usou o palco durante show em Campinas (SP), na madrugada de sábado (24), para criticar a influenciadora <strong>Virgínia Fonseca</strong>, <strong>Carlinhos Maia</strong> e outros criadores de conteúdo envolvidos na CPI das Apostas. Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, o artista disparou contra quem apoia os digital<em> creators</em> acusados de promover casas de apostas sem responsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ultimamente uma coisa me deixou extremamente puto, que foi a CPI com os influencers. Vocês viram essa m***? Primeiramente, se você segue a Virgínia e você está no meu show, você é uma pessoa retardada. Se você segue Carlinhos Maia e você está no meu show, você é uma pessoa retardada, você não devia estar aqui&#8221;, declarou o artista, que foi aplaudido pelo público. &#8220;Eu não fecho com filha da p*** que usa do poder da influência pra causar o mal na vida das pessoas. Você tem dinheiro já, tem poder, não precisa f*d*r a vida de ninguém. Isso é mal caratismo&#8221;, disse.</p>



<blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Rapaz! Baco Exu do Blues detonou Virgínia Fonseca, Carlinhos Maia e influenciadores que promovem &#39;trigrinho&#39; e jogos de aposta: &#39;Não apoio quem usa sua influência para prejudicar os outros. Não fecho com filho da puta que usa o poder de influência para fazer mal às pessoas.&#39; <a href="https://t.co/gTjvaebHce">pic.twitter.com/gTjvaebHce</a></p>&mdash; Lázaro Rosa 🇧🇷 (@lazarorosa25) <a href="https://twitter.com/lazarorosa25/status/1926645064324763716?ref_src=twsrc%5Etfw">May 25, 2025</a></blockquote> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="wp-block-paragraph">O cantor ainda reforçou sua posição contra quem lucra com publicidade de apostas: &#8220;Você tem dinheiro e poder, não precisa ferrar com a vida de ninguém. Isso é mau caratismo e falta de conduta&#8221;, disse Baco, que ainda destacou como pessoas mal intencionadas utilizam redes sociais fingindo ser boas: “Várias pessoas más fingem ser boas, legais no TikTok. Pau no c* de todo mundo”, finalizou ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Virgínia Fonseca</strong> foi uma das convocadas a depor na CPI das Apostas, onde respondeu como testemunha a perguntas da senadora <strong>Soraya Thronicke </strong>(União-MS) sobre a regulamentação de propagandas de cassinos online. Após o depoimento, a influencer perdeu mais de 100 mil seguidores e virou alvo de críticas nas redes.</p>
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		<title>Homenageado pela série &#8216;Tributo&#8217;, Tony Tornado fala sobre fama, ditadura e reinvenção na TV: &#8220;feliz em saber que contribui tanto&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 14:50:54 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Aos 94 anos, <strong>Tony Tornado</strong> é um dos grandes nomes da televisão e da música brasileira. O artista será o homenageado especial da semana no documentário &#8216;Tributo&#8217;, transmitido na sexta-feira (23) pela TV Globo e que celebrará suas contribuições para a cultura brasileira. Em entrevista exclusiva, Tornado alou sobre a emoção de ser homenageado: &#8220;Foi uma emoção muito grande. Em muitos momentos, não me senti merecedor de tal homenagem, mas ao ver o resumo dos trabalhos que realizei, fico feliz em saber que contribui tanto – e ainda sigo agregando – para a história da televisão, da música e da nossa cultura como um todo.&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio de <em>Tributo</em> dedicado a <strong>Tony Tornado </strong>resgata sua carreira multifacetada, desde os tempos dos festivais de música nos anos 1970 até sua atuação em novelas, filmes e séries. O documentário inclui depoimentos de personalidades como <strong>Lázaro Ramos</strong>, <strong>Emicida</strong>, <strong>Juliana Alves</strong> e <strong>Camila Pitanga</strong>. Além da homenagem na sexta-feira, o ator poderá ser visto no episódio da terceira temporada da série <em>Encantado’s</em>, exibida após <em>Vale Tudo</em>.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os momentos marcantes do documentário, Tony citou a participação do filho, <strong>Lincoln Tornado</strong>, e do Trio Ternura, além do reencontro com<strong> Lázaro Ramos</strong>, que recriou o icônico <em>Baile do Tornado</em>. <em>&#8220;Lazinho é um irmão querido. Somos amigos há muitos anos – e foi só diversão. Feliz de ter sido com ele! O baile me fez viajar no tempo&#8221;</em>, contou o ator, que começou na TV Tupi e ingressou na Globo em 1976, ele participou de produções marcantes como Roque Santeiro (1985), Agosto (1993) e Encantado’s (2022-2025), no cinema, atuou em produções como Pixote (1980) e Quilombo (1984).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artista destacou o significado especial dessa homenagem: &#8220;Primeiro, pela iniciativa partir da empresa em que trabalho há quase 50 anos, pela qual tenho tanto carinho e afeto. Depois, por ter a oportunidade de ver antigos colegas e amigos, juntos com uma nova geração, buscando mergulhar na minha história. Foi tudo muito incrível!&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um homem combativo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando tinha apenas 12 anos, Tony pegou a estrada pela primeira vez rumo ao sonho de ser paraquedista no Rio. Desde então, seus caminhos foram muitos, sendo o mais especial o que o levou ao Harlem, em Nova York, onde testemunhou a efervescência do movimento negro e um novo estilo musical representado por nomes como<strong> James Brown</strong> e <strong>Chubby Checker</strong>. O período foi fundamental para a sua formação como artista. Tony também conta sua história inusitada com <strong>Janis Joplin</strong> e sobre a época da ditadura militar, que lhe obrigou a deixar o Brasil, cada vez mais incomodada com o combativo<strong> Tony Tornado</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre seu legado, o ator diz: &#8220;Como um artista que sempre buscou dar o seu melhor, independente do personagem, da fala – ou da ausência dela –, e da fama. Com a música, sempre quis falar algo e usar a arte para tocar as pessoas&#8221;. Para o ator, escolher um trabalho favorito na televisão é &#8220;muito difícil&#8221;: &#8220;mas o Gregório Fortunato, da minissérie ‘Agosto’ (1993), foi um dos mais desafiadores da minha carreira até agora&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Convido a todos para viajar comigo no tempo&#8221;, disse o Tornado, encerrando com sua mensagem característica: <em>&#8220;Right on, brother. Right on, sister!</em> Quero aproveitar também para deixar minha mensagem de paz e amor: quando duas mãos se encontram, reflete no chão uma sombra da mesma cor&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especial Tributo é um original Globoplay e TV Globo e vai ao ar na sexta-feira (22), depois do Globo Repórter. O programa tem direção de <strong>Matheus Malafaia</strong> e <strong>Marcos Nepomuceno</strong>, e produção de <strong>Fernanda Neves</strong>. Encantado’s vai ao ar às terças e quintas, após Vale Tudo.</p>
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		<title>Iza e Orkestra Rumpilezz recebem time de artistas consagrados no Devassa Encontros Tropicais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Prado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 14:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[Devassa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Buscando sempre celebrar e enaltecer a criatividade tropical brasileira, Devassa, marca do grupo HEINEKEN no Brasil, apresenta no dia 21 de novembro sua segunda edi&#231;&#227;o dos Encontros Tropicais. O projeto que, em 2019, reuniu Gilberto Gil e BaianaSystem pela primeira vez no mesmo palco, traz este ano para o Museu du Ritmo, em Salvador, um [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Buscando sempre celebrar e enaltecer a criatividade tropical brasileira, <strong>Devassa</strong>, marca do grupo <strong>HEINEKEN</strong> no Brasil, apresenta no dia 21 de novembro sua segunda edição dos <strong>Encontros Tropicais</strong>. O projeto que, em 2019, reuniu Gilberto Gil e BaianaSystem pela primeira vez no mesmo palco, traz este ano para o Museu du Ritmo, em Salvador, um espetáculo que promete homenagear a ancestralidade da música brasileira, com um toque criativo contemporâneo, misturando ritmos e gerações. A partir das 20h, Iza e o maestro Letieres Leite, com sua Orkestra Rumpilezz, recebem Carlinhos Brown, Margareth Menezes, Larissa Luz, BNegão, Mateus Aleluia, ChicoCorrea, João Milet Meirelles e Lazzo Matumbi em um encontro inédito, que será transmitido no canal do YouTube de Devassa e no Multishow.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>Esse show celebra a nossa criatividade brasileira e todas as iniciativas que fizemos ao longo do ano, fomentando a cena musical e ressaltando as expressões culturais que traduzem a criatividade do Brasil. O tropical é a atitude que transforma nossa herança de ritmos do Brasil com novas manifestações que surgem a todo momento, impactando não só a música como a moda, estilo de vida e comportamento</em>”, explica Gabriel D’Angelo Braz, Diretor de Marketing de Devassa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com direção artística e roteiro de Elísio Lopes Jr. (Rede Globo), e curadoria musical de Coy Freitas, também responsável pela curadoria da Plataforma de Música de Devassa, o show revelará arranjos musicais criados pela Orkestra Rumpilezz, que pela primeira vez incorporará beats eletrônicos ao já tradicional som de percussão e sopros, em parceria com os djs ChicoCorrea, produtor musical em grupos musicais como Jessica Caitano e Berra Boi com João Milet Meirelles, produtor do live electronics do grupo BaianaSystem, para trazer um espetáculo que enaltece e glorifica a música e cultura negra brasileira, durante o mês da consciência negra. A concepção, cenografia e produção e realização é assinada pela agência Atenas, responsável também pela Plataforma de Música da marca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2019, Devassa investe em ações sob seu posicionamento Tropical Transforma, que tem como objetivo glorificar a criatividade transformadora do brasileiro. Com apoio à festivais de música por todo o país e fomento à cultura, a marca criou o projeto #UnidosPelaMúsicaBrasileira durante a pandemia, visando arrecadar fundos para profissionais do backstage da produção de eventos musicais. Durante esse período, realizou lives de enorme sucesso como de Gilberto Gil, Novos Baianos, Duda Beat &amp; Nando Reis, o Festival dos Festivais e Elza Soares. Desta vez, o QR Code disponibilizado na tela durante a transmissão levará doações para as instituições Backstage Invisível e Invisível Essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A parceria entre Iza e a marca vai além deste show. A cantora é protagonista da nova Campanha de Devassa, e tem o papel de reforçar a valorização da criatividade brasileira, unindo as referências da música popular com o que há de mais novo na tropicalidade do Brasil. Ela, uma das 100 personalidades Afrodescendentes Mais Influentes do Mundo em 2020, retrata melhor do que ninguém o novo momento de Devassa que valoriza a criatividade e diversidade da cultura e música nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SERVIÇO</strong><br>Encontros Tropicais: Iza e Orkestra Rumpillez convidam Carlinhos Brown, Margareth Menezes, Larissa Luz, BNegão, Mateus Aleluia, Lazzo Matumbi, Chico Correa e João Milet Meirelles<br>Local: Museu do Ritmo – Salvador<br>Data: 21/11/2020<br>Horário: 20h<br>Transmissão: Youtube.com/Devassa e canal Multishow</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/Encontros-Tropicais-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-27706" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/Encontros-Tropicais-1024x576.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/Encontros-Tropicais-300x169.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/Encontros-Tropicais-150x84.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/Encontros-Tropicais-768x432.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/Encontros-Tropicais-1536x864.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/Encontros-Tropicais-696x392.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/Encontros-Tropicais-1068x601.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/Encontros-Tropicais-747x420.jpg 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/Encontros-Tropicais.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Salloma Salomão ministra curso online “Raízes Africanas na Música Brasileira” em novembro pelo Sesc</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 10:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[áfrica]]></category>
		<category><![CDATA[música africana]]></category>
		<category><![CDATA[música brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[salloma salomão]]></category>
		<category><![CDATA[sesc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ap&#243;s o lan&#231;amento de 16 atividades online no m&#234;s de outubro, o Centro de M&#250;sica do Sesc S&#227;o Paulo, trar&#225; mais seis op&#231;&#245;es para novembro. Dentre as palestras, workshops e aulas, o historiador Salloma Salom&#227;o ministrar&#225; o curso &#8220;Ra&#237;zes Africanas na M&#250;sica Brasileira&#8221;. Dividido em quatro encontros de uma hora de dura&#231;&#227;o, o curso ser&#225; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Após o lançamento de 16 atividades online no mês de outubro, o Centro de Música do Sesc São Paulo, trará mais seis opções para novembro. Dentre as palestras, workshops e aulas, o historiador Salloma Salomão ministrará o curso “Raízes Africanas na Música Brasileira”. Dividido em quatro encontros de uma hora de duração, o curso será ministrado via plataforma Zoom aos sábados, a partir do dia 7 de novembro. As inscrições, pelo site do Sesc SP, abrem no dia 29 para quem possui credencial plena e no dia 30 para o público em geral.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ementa do minicurso pretende apresentar um panorama crítico a um campo de pesquisa etnomusicológica baseado no trabalho acadêmico de Kazadi Wa Mukuna, que colocou em relevância e reflexão os elementos centro africanos basilares na cultura musical brasileira. Serão abordados as culturas musicais e suas associações com a religiosidade africana em suas diversas manifestações; as dinâmicas socioculturais influenciadas pela urbanização e marginalização pós abolição; culturas musicais afro-brasileiras na contemporaneidade; entre outros temas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Salloma Salomão é educador, historiador e crítico da cultura brasileira, sendo seus trabalhos autorais mais recentes, o livro Negras Insurgências, a peça musical Agosto na Cidade Murada (2018) e a trilha sonora do filme Todos Mortos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SERVIÇO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Curso Raízes Africanas Na Música Brasileira<br>Instrutor: Salloma Salomão<br>Período: De 7 a 28/11. Sábados, às 19h<br>Plataforma: Zoom<br>Vagas: 25<br>Público: jovens e adultos, estudantes de música e interessados em geral.<br>Valores: R$ 16,50 (Credencial Plena); R$ 27,50 (meia entrada); R$ 55,00 (inteira).<br>Inscrições: A partir de 29/10 (Credencial Plena) e 30/10 (todos os públicos) em <a href="https://yusbimaatsorage.i-mpr.com/link.php?code=bDpodHRwJTNBJTJGJTJGc2VzY3NwLm9yZy5iciUyRmNlbnRyb2RlbXVzaWNhOjEzNjc0NjIzODY6c2lsdmlhQG11bmRvbmVncm8uaW5mLmJyOjdlYzhlZA==">sescsp.org.br/centrodemusica</a></p>
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