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	<title>Arquivos Museu da Abolição - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Produtores culturais lançam catálogo inédito sobre a coleção de arte africana do Museu da Abolição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raio Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 15:05:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da Abolição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A publica&#231;&#227;o digital foi elaborada por produtores culturais negros de Pernambuco e apresenta registros fotogr&#225;ficos e catalogr&#225;ficos in&#233;ditos deste acervo &#8220;Cultura material africana: primeiro cat&#225;logo do Acervo de Arte Africana do Museu da Aboli&#231;&#227;o&#8221; &#233; o t&#237;tulo da publica&#231;&#227;o in&#233;dita que ser&#225; lan&#231;ada nesta quinta-feira em um evento virtual. A obra, assinada por Isabelle de [&#8230;]</p>
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<p><em>A publicação digital foi elaborada por produtores culturais negros de Pernambuco e apresenta registros fotográficos e catalográficos inéditos deste acervo</em></p>



<p><br>“Cultura material africana: primeiro catálogo do Acervo de Arte Africana do Museu da Abolição” é o título da publicação inédita que será lançada nesta quinta-feira em um evento virtual. A obra, assinada por Isabelle de Oliveira Ferreira, Sandir Barros Costa e Wellington Ricardo da Silva, será publicada pela Editora Universitária (UFPE) e estará disponível gratuitamente para download no <a href="http://www.ufpe.br/editora"><strong>site</strong></a> da mesma e do <a href="http://museudaabolicao.museus.gov.br"><strong>Museu da Abolição</strong></a> no próximo dia 27. </p>



<p>Às 19h desta quinta-feira será realizado o lançamento oficial do catálogo, em live transmitida pelo perfil do Instagram<br>do MAB e do Mandume Coletivo Cultural, coletivo que se propõe a repensar o lugar da população afro-pernambucana no mercado cultural a partir do desenvolvimento de projetos, ações formativas e consultorias.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Escultura-Olumeye-da-etnia-ioruba-Foto-do-Mandume-Cultural-684x1024.jpg" alt="" class="wp-image-44035" width="342" height="512" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Escultura-Olumeye-da-etnia-ioruba-Foto-do-Mandume-Cultural-684x1024.jpg 684w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Escultura-Olumeye-da-etnia-ioruba-Foto-do-Mandume-Cultural-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Escultura-Olumeye-da-etnia-ioruba-Foto-do-Mandume-Cultural-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Escultura-Olumeye-da-etnia-ioruba-Foto-do-Mandume-Cultural-768x1151.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Escultura-Olumeye-da-etnia-ioruba-Foto-do-Mandume-Cultural-1025x1536.jpg 1025w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Escultura-Olumeye-da-etnia-ioruba-Foto-do-Mandume-Cultural-150x225.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Escultura-Olumeye-da-etnia-ioruba-Foto-do-Mandume-Cultural-300x449.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Escultura-Olumeye-da-etnia-ioruba-Foto-do-Mandume-Cultural-696x1043.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Escultura-Olumeye-da-etnia-ioruba-Foto-do-Mandume-Cultural-1068x1600.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Escultura-Olumeye-da-etnia-ioruba-Foto-do-Mandume-Cultural-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Escultura-Olumeye-da-etnia-ioruba-Foto-do-Mandume-Cultural.jpg 1080w" sizes="(max-width: 342px) 100vw, 342px" /><figcaption>Escultura Olumeye da etnia iorubá. Foto: Mandume Cultural</figcaption></figure>



<p>A publicação contou com recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo do Estado de Pernambuco, na modalidade de Microprojeto Cultural. O objetivo da obra é permitir o acesso gratuito, integral e facilitado ao acervo de arte africana do Museu da Abolição (MAB), localizado no Recife, e a partir daí fomentar reflexões sobre a importância do universo cultural africano que problematizem as narrativas encontradas na indústria cultural, que frequentemente partem das perspectivas fetichizadas, estereotipadas e esvaziadas de reflexões sobre aspectos de África. </p>



<p>O acervo de arte africana do MAB é uma amostra da cultura material de povos sofisticados, desenvolvidos e que se preocupam com noções de sustentabilidade, tecnologia, inovação, desenvolvimento e ancestralidade. A publicação do catálogo busca ser um elemento de colaboração à tarefa de restituir imaginários sobre a importância da estética africana para o mundo, considerando África o berço da humanidade e dando, em especial, aos afro-pernambucanos e afro-brasileiros a possibilidade de conhecer um pouco o universo dessa grande matriz de formação da identidade cultural brasileira a partir de um viés que não seja as memórias da escravidão e as mazelas do racismo. </p>



<p>“Cada elemento presente neste catálogo foi pensado para ampliar a experiência do leitor e aguçar ainda mais as reflexões sobre o valor cultural e histórico dessa coleção. Um conjunto de elementos, como cores, tipografias, fundos, ângulos, imagens, ilustrações e alguns termos foram aprimorados para comportar os principais atributos deste acervo”, destaca Wellington Silva, produtor cultural e um dos idealizadores do catálogo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Mascara-facial-Baule-Foto-Mandume-Cultural-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-44036" width="512" height="342" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Mascara-facial-Baule-Foto-Mandume-Cultural-1024x684.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Mascara-facial-Baule-Foto-Mandume-Cultural-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Mascara-facial-Baule-Foto-Mandume-Cultural-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Mascara-facial-Baule-Foto-Mandume-Cultural-768x513.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Mascara-facial-Baule-Foto-Mandume-Cultural-696x465.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Mascara-facial-Baule-Foto-Mandume-Cultural-1068x713.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Mascara-facial-Baule-Foto-Mandume-Cultural-629x420.jpg 629w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/Mascara-facial-Baule-Foto-Mandume-Cultural.jpg 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /><figcaption>Mácara Facial Baule. Foto: Mandume Cultural.</figcaption></figure>



<p>Graças à publicação do catálogo digital, o público poderá ter acesso a toda coleção de arte africana do MAB que, até o início de 2022, apenas 32 peças haviam sido expostas no museu. Com a conclusão em breve da reforma no MAB e a flexibilização das regras de convívio com a Covid-19, a perspectiva é de que os frequentadores voltem a ter acesso in loco à coleção. </p>



<p>&#8220;Acreditamos que com o catálogo será possível levar o acervo para fora dos muros institucionais do MAB. O acesso gratuito a esse material poderá aproximar diversos públicos de uma coleção com grande potencial de pesquisa e trabalhos culturais. Com o fechamento do MAB devido à reforma, o acesso a essa coleção, em sua completude em exposições, ainda é incerto, mas, a nossa certeza é, que diversas pessoas conhecerão essas peças por meio desse material&#8221;, pontua Isabelle Ferreira, pesquisadora e uma das idealizadoras do catálogo.</p>



<p>Além de Isabelle Ferreira, Sandir Costa e Wellington Silva, o evento de lançamento contará com a participação de Suênia Damásio, Sales Mesmo, Luana de Oliveira, Jefferson Henrique e Thuanye Duarte, jovens negros selecionados para compor a construção do conteúdo fotográfico destinado ao material e participar da imersão sobre cultura material. A iniciativa incluiu formações sobre África e diáspora, arte africana, fotografia e produção cultural, através de atividades presenciais que respeitaram todos os protocolos de segurança diante do novo coronavírus.</p>



<p>O acervo de cultura africana do MAB guarda aspectos marcantes de países e grupos étnicos de África, sobretudo formas de criar, cultuar e perceber o universo através de esculturas, máscaras e outros tipos de objetos. São 107 peças oriundas de 12 nações africanas: Camarões, Costa do Marfim, Gabão, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Máli, Nigéria, República Democrática do Congo, Serra Leoa e Zimbábue.</p>



<p>As peças do acervo de arte africana chegaram ao MAB em dezembro de 2016, graças a uma apreensão da Receita Federal. O museu foi beneficiado pela Lei n° 12.840 de 9 de julho de 2013, que determina a destinação aos museus federais de todos os bens de valor cultural, artístico ou histórico que passem a fazer parte do patrimônio da União por meio de apreensões em controle aduaneiro ou fiscal, seguidas de penas de perdimento, após processos administrativos e jurídicos. </p>



<p><strong>Serviço:</strong><br>O que: Lançamento do catálogo digital “Cultura material africana: primeiro catálogo do<br>Acervo de Arte Africana do Museu da Abolição”<br>Quando: Dia 27/01<br>Onde: Instagram do Museu da Abolição (@museuabolicao) e do Mandume Coletivo Cultural<br>(@mandumecultural)<br>Horário: 19h<br>Evento online e gratuito</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/produtores-culturais-lancam-catalogo-inedito-sobre-a-colecao-de-arte-africana-do-museu-da-abolicao/">Produtores culturais lançam catálogo inédito sobre a coleção de arte africana do Museu da Abolição</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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