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	<title>Arquivos Mulheres - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Oct 2025 16:49:59 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Namíbia é o primeiro país do mundo a ter mulheres nos cargos mais altos do governo</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/namibia-e-o-primeiro-pais-do-mundo-a-ter-mulheres-nos-cargos-mais-altos-do-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 08:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Nam&#237;bia entrou para a hist&#243;ria ao se tornar o primeiro pa&#237;s do mundo a ter mulheres ocupando simultaneamente os tr&#234;s cargos mais altos do governo: Presidente, Vice-Presidente e Presidente da Assembleia Nacional. A conquista, celebrada durante a 80&#170; Assembleia Geral da ONU em setembro, foi destacada pela presidente Netumbo Nandi-Ndaitwah como um marco do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/netumbo-nandi-ndaitwah-faz-historia-ao-tomar-posse-como-primeira-mulher-presidente-da-namibia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Namíbia </a></strong>entrou para a história ao se tornar o primeiro país do mundo a ter mulheres ocupando simultaneamente os três cargos mais altos do governo: Presidente, Vice-Presidente e Presidente da Assembleia Nacional. A conquista, celebrada durante a<strong> 80ª Assembleia Geral da ONU</strong> em setembro, foi destacada pela <strong>presidente Netumbo Nandi-Ndaitwah</strong> como um marco do progresso democrático e da igualdade de gênero no continente africano.</p>



<p>Empossada em 21 de março de 2025, Nandi-Ndaitwah assumiu a Presidência ao lado da <strong>vice-presidente Lucia Witbooi </strong>e da <strong>presidente da Assembleia Nacional Saara Kuugongelwa-Amadhila</strong>, formando uma equipe de liderança inteiramente feminina.</p>



<p>Durante seu discurso nas Nações Unidas, a presidente ressaltou que as nomeações se basearam em competência e dedicação, e não apenas em critérios de gênero. Ela reafirmou o compromisso do governo com o combate à violência de gênero, a ampliação dos direitos econômicos e fundiários das mulheres e o empoderamento da juventude por meio da educação e de oportunidades de emprego.</p>



<p>A conquista da Namíbia é resultado de um processo contínuo iniciado após a independência do país, em 1990. O partido governista SWAPO implementou políticas de promoção da igualdade de gênero, incluindo o sistema de cotas conhecido como “zebra”, que garante paridade entre homens e mulheres em cargos políticos.</p>



<p>Hoje, as mulheres representam cerca de 49% do Parlamento e 44% dos cargos ministeriais, colocando a Namíbia entre os países com maior representatividade feminina no mundo — e líder no continente africano. Esse avanço reflete reformas estruturais e o trabalho de organizações da sociedade civil que atuam na formação política, no combate à violência de gênero e na promoção da autonomia econômica feminina.</p>
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		<title>Queen Latifah anuncia programa voltado ao acolhimento de mulheres na menopausa</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/queen-latifah-anuncia-programa-voltado-ao-acolhimento-de-mulheres-na-menopausa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 10:18:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das estrelas mais influentes de Hollywood, Queen Latifah est&#225; usando sua voz para ampliar o conhecimento sobre a menopausa, em parceria com a WeightWatchers, que acaba de lan&#231;ar o programa WeightWatchers for Menopause. Segundo a empresa, o programa &#233; hol&#237;stico e apoia mulheres em todas as fases da menopausa &#8212; pr&#233;, durante e p&#243;s [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma das estrelas mais influentes de Hollywood, <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/queen-latifah-e-missy-elliott-se-tornam-as-primeiras-rappers-a-receber-a-medalha-de-artes-pela-casa-branca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Queen Latifah</a> </strong>está usando sua voz para ampliar o conhecimento sobre a menopausa, em parceria com a WeightWatchers, que acaba de lançar o programa <strong>WeightWatchers for Menopause</strong>.</p>



<p>Segundo a empresa, o programa é holístico e apoia mulheres em todas as fases da menopausa — pré, durante e pós — acompanhamento médico, orientação nutricional e espaços de acolhimento para troca de experiências, para que nenhuma mulher se sinta sozinha.</p>



<p>Em entrevista à Essence, Latifah compartilhou como tem sido a sua jornada nesta fase com a menopausa. &#8220;Não posso dizer que tenha sido ruim. Para mim, é apenas mais um passo na minha jornada de saúde, cuidando de mim mesma, entendendo meu corpo e a vida. E é apenas mais um passo no caminho, na minha opinião&#8221;, relatou. </p>



<p>&#8220;Infelizmente, a menopausa não foi estudada o suficiente. Não foi divulgada o suficiente. As pessoas não foram educadas o suficiente sobre ela. E é aí que entra um pouco do estigma. É aí que entra um pouco da preocupação, porque você está sentindo algo que não entende ou não sabe. Você nem percebe que está acontecendo com você. Seu corpo está apenas mudando e você pode nem perceber. Os médicos podem nem entender o que está acontecendo. E é por isso que essa parceria com a WeightWatchers é tão importante, porque está fornecendo informações para as mulheres, e todas nós precisamos disso&#8221;, destacou. </p>



<p>Mais informações em: <a href="https://menopause.weightwatchers.com/us"><strong>menopause.weightwatchers.com/us</strong></a></p>
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		<title>O tempo e o gênero: o etarismo feminino e a invulnerabilidade masculina</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-tempo-e-o-genero-o-etarismo-feminino-e-a-invulnerabilidade-masculina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 May 2025 15:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Etarismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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		<category><![CDATA[patriarcado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Claudia Di Moura A passagem do tempo, por mais que seja um aspecto cientificamente mensur&#225;vel, tem efeitos bastante distintos na vida do homem e na da mulher. E nada disso est&#225; necessariamente ligado &#224;s nossas biologias.&#160; Existem alguns ditados na moda masculina que refor&#231;am a ideia de uma austeridade quase intr&#237;nseca &#224; sua natureza. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em><strong>Texto: <a href="https://mundonegro.inf.br/mulher-negra-latino-americana-em-primeiro-lugar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Claudia Di Moura</a></strong></em></p>



<p>A passagem do tempo, por mais que seja um aspecto cientificamente mensurável, tem efeitos bastante distintos na vida do homem e na da mulher. E nada disso está necessariamente ligado às nossas biologias.&nbsp;</p>



<p>Existem alguns ditados na moda masculina que reforçam a ideia de uma austeridade quase intrínseca à sua natureza. Um deles diz que o relógio é a joia do homem. Mas, numa análise mais polissêmica, tem algo mais por aí. O próprio tempo, do qual o relógio é avatar, parece estar agarrado ao pulso do homem, não como um adereço, e sim, como sua principal ferramenta de manutenção de hegemonia. Porque <strong>para homens e mulheres, o tempo passa diferente</strong> – não pelo que dizem os relógios, mas pelo que nos contam sobre os prazos de vida socialmente estabelecidos para os gêneros. </p>



<p>Historicamente, o homem detém a manivela do tempo na mão. A ele cabe decidir o que é velho e o que é novo, qual a maioridade penal, quantas semanas de gestação até um aborto ser considerado homicídio, quanto vale o tempo dedicado pela mulher ao lar e aos filhos, qual o preço de uma hora trabalhada no chão da fábrica e se uma menina de menos de quatorze anos está pronta para lhe servir sexualmente.<strong> O homem é senhor do tempo, e a mulher é vulnerável a ele, pois já nasce com prazo de validade</strong>, enquanto o homem &#8220;envelhece igual a vinho&#8221;. Por exemplo, uma gestação que acontece depois dos trinta e cinco anos de idade é chamada &#8220;gravidez idosa&#8221;. Ou tardia, que seja. O ponto é que, para o homem, nada nunca é tardio. </p>



<p>Com o decorrer do tempo, o homem tem enaltecido seu autoproclamado amadurecimento. Posa de sábio, distribui conselhos, ganha autoridade em seus cabelos brancos e uma virilidade celebrada. Já a mulher é ridicularizada, crê-se indesejável ou é fetichizada, tem suas emoções negligenciadas e diminuídas por um sistema que a invisibiliza. <strong>Se antes ela era criminalizada pelas mudanças de humor provocadas pelos ciclos hormonais, agora ela é lida como louca e amargurada por culpa da menopausa.</strong> E, ao contrário do que acontece com o gênero oposto, na tela do rosto feminino não cabem rugas ou sinais da passagem do tempo. Daí ela é obrigada a se submeter a procedimentos estéticos que reprimem a expressão facial das suas emoções básicas.</p>



<p>Isso porque, na revista da sociedade, <strong>o homem é o texto, e a mulher é a ilustração</strong>, muito bem impressa, revisada no Photoshop. A juventude eternamente registrada no retrato, enquanto, na vida real, o relógio dela gira mais rápido que a hélice de um liquidificador, moendo e destruindo sua dignidade. Medir a validade do corpo feminino a partir da funcionalidade do seu útero é mais um sinal de que, no dress code dos gêneros, a mulher é a bolsa do homem. Enquanto ele porta consigo as chaves, a carteira e o celular, ela precisa carregar a casa, a rotina das crianças, a integridade dos seus óvulos e o kit de maquiagem, indispensável para que seja socialmente apresentável. </p>



<p>Precisamos nos atentar para essas assimetrias e entender que <strong>o tempo é um construto ideológico fabricado, como todos os outros, pelas mãos hegemônicas do homem branco, heterossexual, cisgênero e capitalista.</strong> Lembrar que, para além de uma dimensão natural, o tempo é entortado em favor dessa classe, é fundamental e libertador, para que não caiamos em suas armadilhas e não nos permitamos a tatuagem, na testa, de um prazo de validade determinado por alguém que não nos criou.</p>



<p><em>*Claudia&nbsp;Di&nbsp;Moura&nbsp;é uma atriz afro-indigêna e ativista. Como atriz, busca levar para o mercado audiovisual e para o teatro as múltiplas lutas pelos direitos das mulheres, do povo negro e dos povos originários</em></p>
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		<item>
		<title>Globo amplia política de diversidade e fixa cota de 50% para mulheres e negros em novas contratações</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/globo-amplia-politica-de-diversidade-e-fixa-cota-de-50-para-mulheres-e-negros-em-novas-contratacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 18:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Globo anunciou, em seu Relat&#243;rio ESG 2024, a meta de que, at&#233; 2030, pelo menos 50% das novas contrata&#231;&#245;es sejam de mulheres e profissionais negros. O documento, divulgado nesta quarta-feira (30), detalha as estrat&#233;gias da empresa para ampliar a diversidade em seus quadros e em suas produ&#231;&#245;es, al&#233;m de reduzir impactos ambientais, como o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Globo anunciou, em seu Relatório ESG 2024, a meta de que, até 2030, pelo menos 50% das novas contratações sejam de mulheres e profissionais negros. O documento, divulgado nesta quarta-feira (30), detalha as estratégias da empresa para ampliar a diversidade em seus quadros e em suas produções, além de reduzir impactos ambientais, como o uso de energia renovável e a diminuição de emissões de carbono.</p>



<p>A empresa, que responde por 37% do consumo de vídeo no Brasil, segundo dados do próprio relatório, já vem adotando medidas nessa direção. Em 2024, lançou seu primeiro programa de trainee exclusivo para pessoas negras e com deficiência, que recebeu 15 mil inscrições. O relatório mostra ainda que 81% dos colaboradores recrutados pela empresa são de grupos sub-representados (negros, mulheres, população LGBTQIA+ e pessoas com deficiência), os dados mostram que houve o recrutamento de 53% de mulheres e de 45% de pessoas negras.</p>



<p>A busca por maior representatividade se estende também aos conteúdos produzidos pela emissora. Nas recentes novelas &#8220;Volta por Cima&#8221; e &#8220;Renascer&#8221;, 40% dos atores eram negros, enquanto no BBB 24 metade dos participantes eram mulheres e mais de 40% se declararam negros. A Globo também tem investido em produções que abordam temas sociais relevantes, como a série &#8220;Falas&#8221;, que discutiu questões como racismo, anticapacitismo e a trajetória das mulheres negras na sociedade brasileira.</p>



<p>O relatório mostra que a meta para 2030 é de que a empresa tenha &#8220;participação de pelo menos 80% da liderança, incluindo áreas<br>de conteúdo (estúdios, jornalismo e esporte), nos treinamentos de diversidade e inclusão e de <em>compliance</em>&#8220;. Em 2024, 86% da liderança foi treinada em temas de diversidade e inclusão e 96% em <em>compliance</em>.</p>



<p>Além das iniciativas voltadas para diversidade e meio ambiente, a Globo revisou em 2024 seus chamados &#8220;temas materiais&#8221;, realinhando prioridades para se manter aderente às melhores práticas de ESG do mercado.</p>
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		<title>Michelle Obama nega divórcio e critica pressão sobre mulheres que priorizam a si mesmas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/michelle-obama-nega-divorcio-e-critica-pressao-sobre-mulheres-que-priorizam-a-si-mesmas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 18:11:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Barack Obama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ex-primeira-dama dos EUA Michelle Obama usou uma participa&#231;&#227;o no podcast Work in Progress, divulgada nesta quarta-feira (9), para desmentir rumores de div&#243;rcio envolvendo seu casamento com o ex-presidente Barack Obama e refletir sobre as escolhas que tem feito desde que deixou a Casa Branca, em 2017. Em entrevista &#224; apresentadora Sophia Bush, Michelle afirmou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ex-primeira-dama dos EUA <strong>Michelle Obama</strong> usou uma participação no podcast <em>Work in Progress</em>, divulgada nesta quarta-feira (9), para desmentir rumores de divórcio envolvendo seu casamento com o ex-presidente <strong>Barack Obama </strong>e refletir sobre as escolhas que tem feito desde que deixou a Casa Branca, em 2017. Em entrevista à apresentadora <strong>Sophia Bush</strong>, Michelle afirmou que, ao priorizar suas próprias decisões, algumas pessoas interpretaram erroneamente que seu casamento de 32 anos estaria em crise.</p>



<p>Os rumores sobre uma possível separação do casal começaram quando <strong>Michelle Obama </strong>não compareceu ao funeral do ex-presidente dos EUA, <strong>Jimmy Carter</strong>, no dia 9 de janeiro, onde teria que se sentar ao lado do presidente recém-eleito, <strong>Donald Trump</strong>, e na posse dele. &#8220;Quando digo &#8216;não&#8217;, na maioria das vezes as pessoas entendem e respeitam. Mas nós, mulheres, lutamos com a ideia de decepcionar os outros&#8221;, disse. &#8220;Tanto que, este ano, alguns nem conseguiam imaginar que eu estava apenas fazendo uma escolha por mim mesma — acharam que meu marido e eu estávamos nos divorciando&#8221;. </p>



<p>Ela criticou a pressão social sobre as mulheres: &#8220;Não poderia ser uma mulher adulta tomando suas próprias decisões, certo? A sociedade faz isso conosco. Começamos a questionar: &#8216;O que estou fazendo? Para quem estou fazendo isso?&#8217;. E se não se encaixa no estereótipo do que esperam de nós, é rotulado como algo negativo&#8221;.</p>



<p>Michelle também falou sobre &#8220;decisões adultas&#8221; na casa dos 60 anos: &#8220;Se não for agora, quando? O que estou esperando? Como vou gastar os próximos 20 anos?&#8221;. E completou: &#8220;É hora de eu me perguntar: &#8216;Quem eu realmente quero ser todos os dias?'&#8221;.</p>



<p><strong>Barack reconhece &#8220;déficit&#8221; no casamento</strong></p>



<p>No dia 3 de abril, durante o evento <em>Sacerdote Series</em>, no Hamilton College (Nova York), <strong>Barack Obama</strong> fez raras declarações sobre o relacionamento, admitindo que precisou &#8220;compensar&#8221; ausências no passado. &#8220;Eu estava em um déficit profundo com minha esposa&#8221;, disse ao presidente da instituição, <strong>Steven Tepper</strong>. &#8220;Então, tenho tentado sair dessa situação fazendo coisas divertidas de vez em quando.&#8221;</p>



<p>Apesar dos rumores, o casal segue unido — e Michelle deixou claro que estão &#8220;mais apaixonados do que nunca&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>Justiça proíbe reprodução de &#8216;Million Years Ago&#8217;, de Adele, por semelhança com música &#8216;Mulheres&#8217;, composta por Toninho Geraes</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/justica-proibe-reproducao-de-million-years-ago-de-adele-por-semelhanca-com-musica-mulheres-composta-por-toninho-geraes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 17:46:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Adele]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Martinho da Vila]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justi&#231;a do Rio de Janeiro determinou que a m&#250;sica Million Years Ago, da cantora brit&#226;nica Adele, n&#227;o poder&#225; ser reproduzida ou comercializada no Brasil ou no exterior sem a autoriza&#231;&#227;o do compositor brasileiro Toninho Geraes que acusa a cantora de plagiar a can&#231;&#227;o Mulheres, composta por Geraes e que ficou conhecida na voz de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/justica-proibe-reproducao-de-million-years-ago-de-adele-por-semelhanca-com-musica-mulheres-composta-por-toninho-geraes/">Justiça proíbe reprodução de &#8216;Million Years Ago&#8217;, de Adele, por semelhança com música &#8216;Mulheres&#8217;, composta por Toninho Geraes</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Justiça do Rio de Janeiro determinou que a música <em>Million Years Ago</em>, da cantora britânica<strong> Adele</strong>, não poderá ser reproduzida ou comercializada no Brasil ou no exterior sem a autorização do compositor brasileiro <strong>Toninho Geraes</strong> que acusa a cantora de plagiar a canção <em>Mulheres,</em> composta por Geraes e que ficou conhecida na voz de <strong>Martinho da Vila</strong>. A decisão, que ainda cabe recurso, estipula multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento.</p>



<p>A canção foi popularizada por <strong>Martinho da Vila</strong> em 1996, e aponta semelhanças entre sua obra e a faixa de <strong>Adele</strong>, lançada em 2015. Segundo a sentença do juiz <strong>Victor Agustin Cunha</strong>, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, há &#8220;quase integral consonância melódica&#8221; entre as composições. A análise foi embasada por especialistas e comparações técnicas que identificaram o que o magistrado chamou de “indisfarçável simetria”.</p>



<p>A decisão judicial determina ainda que plataformas digitais removam a faixa de seus catálogos, mas essa medida só será efetivada após a notificação oficial dos serviços, cuja data ainda não foi definida. Até o momento, a gravadora <em>Sony Music</em>, responsável por <strong>Adele</strong>, não se manifestou. Em entrevista para o portal <em>Splash Uol</em>, o advogado de Geraes, <strong>Fredímio Trotta</strong>, reforçou que trata-se de &#8220;uma vitória histórica não só para o caso, como para a música brasileira&#8221;. &#8220;A decisão é histórica, dado o seu alcance, porque foi tomada no início do processo&#8221;, afirma o advogado. &#8220;Ela foi fundamentada, em grande parte, na prova que produzimos [em vídeo que compara as músicas; veja abaixo], citada pela decisão do juiz.&#8221;, contou ele.</p>



<p><strong>Toninho Geraes</strong> tornou o caso público em 2020, mas só em fevereiro de 2024 a denúncia chegou à justiça do Rio de Janeiro. O compositor pediu indenização de R$ 1 milhão e o reconhecimento de seus direitos autorais sobre a música. O cálculo dos valores a serem pagos ao compositor depende de dados confidenciais sobre vendas e audiência, que poderão ser obtidos mediante autorização judicial. <strong>Adele</strong>, o produtor Greg Kurstin e as empresas Sony, Universal e Beggars Group, que registraram a música da cantora podem recorrer da decisão que impede reprodução.</p>



<p>Ao jornal O Globo, o advogado de Toninho, afirmou que buscou um acordo extrajudicial antes de acionar a Justiça, mas não obteve retorno de Adele. As gravadoras envolvidas argumentaram que apenas distribuem as obras e não têm responsabilidade sobre sua composição. Trotta contesta, afirmando que essas empresas lucraram com o suposto plágio e, portanto, devem ser responsabilizadas.</p>
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		<title>Ator se inspirou no Rio, praia e memórias afetivas para coleção que será lançada em NY</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/ator-se-inspirou-no-rio-praia-e-memorias-afetivas-para-colecao-que-sera-lancada-em-ny/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 19:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[MODA & Estilo]]></category>
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<p>Amanhã, dia 12 de novembro, o multiartista Ícaro Silva faz sua estreia no mundo da moda com o lançamento da coleção &#8220;Horizonte &#8211; Ato 1&#8221; em Nova York. Em parceria com a Bela Brand, Ícaro apresenta uma linha que não é apenas moda, mas uma extensão de suas memórias, emoções e a relação íntima que construiu com o estilo ao longo da vida. Inspirada na infância na cidade de Peruíbe, SP, e no estilo carioca, a coleção reflete o impacto de suas vivências e a visão singular que o ator e cantor traz para o universo das artes, agora também expressa em peças de moda.</p>



<p>Para Ícaro, a moda é mais do que estilo: é uma ferramenta de construção de identidade. “A moda sempre esteve presente na minha vida como ferramenta de construção de identidade. Uma extensão das minhas ideias através da minha imagem. Desde que escolhi o Rio como minha cidade, fui enfeitiçado pelo estilo livre e fluido de muitos cariocas e bairros. De Madureira a Ipanema, o conforto e a beleza da cidade passaram a fazer parte também do meu estilo e reavivaram minha relação com a praia e com o mar, distante desde as férias de infância na cidade de Peruíbe, SP,” relembra Ícaro.</p>



<p>A coleção &#8220;Horizonte &#8211; Ato 1&#8221; é, assim, uma tradução dessas memórias e de uma redescoberta com a moda. Ícaro desenhou peças gender neutral – bermudas, coletes, macacões, croppeds e sungas – pensando na leveza e no conforto que o estilo carioca lhe proporcionou. “Por isso que recebo o convite para a collab com a Bela Brand com muito entusiasmo. Contribuir com minha visão e com minhas memórias afetivas para essa coleção está sendo divertido e muito enriquecedor. Espero que o público receba essas peças com a dedicação e o amor com que estamos trabalhando nelas,” explica.</p>



<p>Com um olhar atento para a sustentabilidade, Ícaro quis que sua estreia na moda também refletisse responsabilidade ambiental, uma escolha que se traduz no uso de tecidos como algodão certificado e lycra reciclada, garantindo que a coleção respeitasse o meio ambiente. Após o lançamento, a coleção estará disponível ao público. </p>
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		<title>Mulheres são maioria como chefes de família, indica IBGE</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/mulheres-sao-maioria-como-chefes-de-familia-indica-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 15:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na impresa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Chefes de família]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, o n&#250;mero de mulheres que chefiam domic&#237;lios no Brasil supera o de mulheres identificadas como c&#244;njuges do respons&#225;vel pela casa, de acordo com dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&#237;stica (IBGE). Segundo o levantamento, 34,1% das mulheres no pa&#237;s s&#227;o respons&#225;veis pela resid&#234;ncia, enquanto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pela primeira vez, o número de mulheres que chefiam domicílios no Brasil supera o de mulheres identificadas como cônjuges do responsável pela casa, de acordo com dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o levantamento, 34,1% das mulheres no país são responsáveis pela residência, enquanto 25% ocupam a posição de esposa ou companheira do chefe do lar. Em 2010, 22,9% das mulheres eram responsáveis pelo domicílio, e 29,7% eram cônjuges.</p>



<p>Os números indicam que a proporção de lares comandados por mulheres aumentou significativamente em doze anos. Em 2010, os lares sob a liderança feminina representavam 39% do total, enquanto os homens chefiavam 61% das residências. Em 2022, esses índices estão praticamente equilibrados, com as mulheres à frente de 49% dos lares, e os homens, 51%.</p>



<p>A pesquisa aponta que o aumento na participação das mulheres como chefes de família está ligado ao crescimento de lares monoparentais femininos e à ampliação da presença feminina no mercado de trabalho e no acesso à educação. A chefia de lares femininos é mais comum em áreas urbanas e entre mulheres de baixa renda, especialmente entre mulheres negras, que representam uma parcela significativa desse perfil.</p>



<p>Para o IBGE, os dados refletem mudanças estruturais na sociedade brasileira, onde o modelo familiar tradicional se diversifica e o papel das mulheres nas decisões domésticas e financeiras cresce consideravelmente. A pesquisa destaca ainda que, com essa mudança, surgem novas necessidades para políticas públicas e programas voltados a apoiar a liderança feminina nos lares, especialmente entre as chefes de família que conduzem o lar sozinhas.</p>
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		<title>Raça é prioridade: para Camila Valverde, do Pacto Global da ONU no Brasil, o investimento em mulheres negras é fundamental para o desenvolvimento econômico do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 09:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a 68&#170; Sess&#227;o da Comiss&#227;o da ONU sobre a Situa&#231;&#227;o das Mulheres (CSW), realizada em Nova York at&#233; o dia 22 de mar&#231;o, o Pacto Global da ONU &#8211; Rede Brasil est&#225; &#224; frente de uma s&#233;rie de eventos paralelos. Este encontro anual, considerado um dos mais importantes f&#243;runs internacionais sobre igualdade de g&#234;nero, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Durante a 68ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres (CSW), realizada em Nova York até o dia 22 de março, o Pacto Global da ONU &#8211; Rede Brasil está à frente de uma série de eventos paralelos. Este encontro anual, considerado um dos mais importantes fóruns internacionais sobre igualdade de gênero, reúne líderes globais, representantes de governos, organizações da sociedade civil e outras partes interessadas para debater e promover os direitos e o empoderamento das mulheres em todo o mundo. O Pacto Global da ONU, que tem como objetivo mobilizar empresas em torno de princípios de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção, está liderando uma delegação com mais de 150 mulheres brasileiras para participar ativamente dessas discussões. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O recorte racial dentro do debate sobre a realidade das mulheres têm sido uma constante dentro dos debates. Seja em temas como violência doméstica, tecnologia e economia do cuidado, é um consenso que mulheres negras carecem de um olhar diferenciado. Para além dos cuidados assistenciais que esse grupo merece, <strong>Camila Valverde</strong>, COO e Diretora da Frente de Impacto, atribui às mulheres negras um poder em mudar a situação econômica do país e do mundo. E uma das funções dela é incentivar a iniciativa privada a participar dessa conversa e para além das palavras trazer recursos para mudanças efetivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Pesquisas da ONU apontam que a pobreza no Brasil diminuiu, entretanto, 72% da população que é considerada pobre são mulheres negras, mães solteiras com filhos abaixo de 12 anos. Então tem um recorte muito claro de onde nós precisamos investir para que o nosso país se desenvolva&#8221; explicou Camila durante o Café da Manhã com Lideranças Femininas, realizado pelo Pacto Global, na manhã do dia 13. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A rede brasileira do Pacto Global, tem uma frente específica com foco na comunidade negra, que é o  Movimento Raça é Prioridade em parceria com o CEERT. O Movimento também conta outras instituições parceiras estratégicas, e tem como ambição alcançar 1500 empresas comprometidas em ter 50% de pessoas negras em posição de liderança até 2030. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Há um recorte muito claro de onde nós precisamos investir para que o nosso país se desenvolva. Também deixa uma mensagem de otimismo, porque se estamos aqui reunidas é para discutir, debater e mudar atividades para que essa gente avance no Brasil&#8221;, diz Camila se referindo aos eventos paralelos realizados pela Rede Brasil do Brasil do Pacto Global da ONU dentro do CSW. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela finaliza dizendo que empresas que não fazem investimentos ESG, não terão relevância no mercado. &#8220;Eu acredito que no futuro não terá espaço para as empresas que não pensem nas questões de desenvolvimento sustentável, como mulheres, pessoas negras, impacto ambiental. Eu sou bem otimista em relação a isso&#8221;. </span></p>
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		<title>Estudo do IFood, em Salvador, mostra que mulheres negras são mais da metade dos donos de restaurantes da plataforma</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/estudo-do-ifood-em-salvador-mostra-que-mulheres-negras-sao-mais-da-metade-dos-donos-de-restaurantes-da-plataforma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2023 12:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afro Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedoras]]></category>
		<category><![CDATA[iFood Acredita]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro balan&#231;o divulgado pelo programa &#8216;iFood Acredita&#8217;, realizado em Salvador e que visa acelerar o empreendedorismo negro na plataforma,&#160; identificaram por meio do programa que 70% dos empreendedores participantes s&#227;o mulheres.&#160; O programa piloto, liberado para restaurantes cadastrados na plataforma e tamb&#233;m para aqueles que ainda n&#227;o utilizam o app como recurso, tamb&#233;m constatou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro balanço divulgado pelo programa &#8216;iFood Acredita&#8217;, realizado em Salvador e que visa acelerar o empreendedorismo negro na plataforma,  identificaram por meio do programa que 70% dos empreendedores participantes são mulheres. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O programa piloto, liberado para restaurantes cadastrados na plataforma e também para aqueles que ainda não utilizam o app como recurso, também constatou que as usuárias possuem idades entre 25 e 44 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo também mostrou que 70% dos empreendedores estão liderando seu próprio negócio pela primeira vez, além de apontar que  78% deles trabalham sozinhos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao identificar o perfil dos empreendedores inscritos no programa e suas principais dificuldades, a equipe de Equidade do iFood tem reunido esforços para viabilizar melhorias no processo de trabalho deles.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Estamos muito felizes porque já temos indícios e condições de seguir em &#8220;mergulho profundo&#8221; nesses próximos meses, entendendo os motivos pelos quais alguns empreendedores, após entrarem no programa, decolam alto, enquanto outros, mesmo com incentivos, não avançam em resultados”, explicou Angel Vasconcelos, diretora de </span><span style="font-weight: 400;">equidade do iFood.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda durante o programa, 83% dos participantes acionaram a consultoria de performance e quase 400 certificados foram emitidos no iFood Decola, para os participantes do programa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nosso objetivo é potencializar os negócios de empreendedores negros, propondo </span><span style="font-weight: 400;">mais visibilidade dentro do aplicativo. Para aprimorar o desempenho na </span><span style="font-weight: 400;">plataforma, oferecemos consultoria de performance, além de treinamentos de </span><span style="font-weight: 400;">gestão e operação pelo iFood Decola, plataforma de educação gratuita do iFood </span><span style="font-weight: 400;">voltada para parceiros”, explica Angel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A executiva acrescentou que uma linha de crédito facilitada foi disponibilizada para os empreendedores. Através dela, eles conseguem financiamento com tarifas reduzidas como uma forma de apoiar financeiramente seus negócios. </span></p>
<p><b>Necessidade de recorte de gênero </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em junho deste ano, uma pesquisa divulgada pelo Sebrae com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que mais de 10 milhões de mulheres no Brasil são donas do próprio negócio, e a maioria delas começou a empreender por necessidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As maiores responsáveis pelo cuidado, as mulheres podem encontrar no trabalho com alimento, uma forma de equilibrar o trabalho doméstico, que inclui gerir a casa e a vida dos filhos, com o empreendedorismo no ramo alimentício. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, são as empreendedoras mulheres que mais investem em educação, de acordo com pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), que mostrou que mulheres empreendedoras estudam 16% mais que os homens. Com aumento da renda, elas também investem mais na educação dos filhos, o que pode gerar resultados positivos de longo prazo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse recorte se torna fundamental para entendermos as demandas sociais e, a partir de iniciativas, como a do &#8216;iFood Acredita&#8217;, desenvolver soluções que possam alavancar seus negócios e melhorar a renda delas e, consequentemente,  a de todos os empreendedores.</span></p>
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