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	<title>Arquivos Mulheres negras na literatura - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Produção literária de Carolina Maria de Jesus é tema de exposição do Instituto Moreira Salles em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Sep 2021 01:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Carmen Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Maria de Jesus]]></category>
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<p>A partir de 25 de setembro (sábado), o <strong>Instituto Moreira Salles</strong> exibe, em sua sede de São Paulo, a exposição <strong>&#8220;Carolina<em> Maria de Jesus: um Brasil para os brasileiros”</em></strong>. Entrelaçando diferentes linguagens, a mostra apresenta a trajetória e a produção da escritora, ressaltando aspectos pouco conhecidos de sua vida e obra. A entrada é gratuita, com agendamento prévio.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://mcusercontent.com/76d2ef9363dc3b9c5979766c3/images/3a1d0a8c-26b8-4398-71f9-1ca1325dbaa0.jpg" alt=""/><figcaption>Imagem: Divulgação/IMS</figcaption></figure>



<p>A seleção reúne aproximadamente 300 itens, entre fotografias, matérias de imprensa, vídeos e outros documentos. Inclui também obras de cerca de <strong>60 artistas</strong>, que dialogam com os temas investigados por Carolina. A curadoria é do antropólogo <strong>Hélio Menezes</strong> e da historiadora <strong>Raquel Barreto</strong> e a assistência de curadoria, da historiadora da arte <strong>Luciara Ribeiro</strong>. A mostra conta ainda com o trabalho de pesquisa da crítica literária e doutora em letras <strong>Fernanda Miranda</strong>.</p>



<p>Dividida em <strong>15 núcleos temáticos</strong>, a exposição ocupa o 8º e o 9º andar do IMS Paulista, tendo obras presentes também no 5º andar, no térreo e na avenida Paulista. A mostra apresenta as reflexões de Carolina de Jesus ao longo de sua trajetória, da infância na cidade de Sacramento (MG), no contexto pós-abolição da escravatura, passando por sua chegada à capital paulista, pelo lançamento e pela repercussão de seus livros, até o fim de sua vida, em Parelheiros (SP). Na seleção, é possível observar como Carolina interpretou as contradições, a política e a desigualdade do Brasil de seu período. A exposição evidencia também a importância histórica da autora para pautas como o antirracismo, as lutas pelo letramento e pela moradia.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://mcusercontent.com/76d2ef9363dc3b9c5979766c3/images/fded64c4-39e1-d521-f75c-bc5e0ae95330.jpg" alt=""/><figcaption>Estátua em bronze <em>Uma palavra que não seja esperar</em>&nbsp;(2018), de&nbsp;<strong>Flávio Cerqueira</strong>. estará presente na exposição</figcaption></figure>



<p>A exposição percorre a produção literária de Carolina, abordando a história e a recepção de suas obras e mostrando a amplitude e a complexidade de sua produção, em grande parte presente em cadernos manuscritos ainda não publicados. Para além do <strong>Quarto de despejo</strong> (1960), obra pela qual ficou mais conhecida e em que relata seu cotidiano na favela do Canindé, em São Paulo, a autora lançou em vida: <strong>Casa de alvenaria</strong> (1961), <strong>Pedaços da fome</strong>, cujo título original era <strong>A felizarda</strong> (1963), e <em>Provérbios</em> (1963). Após sua morte, foram publicados também <strong>Diário de Bitita</strong> (1986) e outras edições independentes reunindo textos seus. Ao longo de sua trajetória, <strong>Carolina escreveu ainda poemas, crônicas, peças de teatro e letras de música, a maioria também ainda inédita.</strong></p>



<p>Ao longo da mostra, as pessoas também encontrarão <strong>fotografias pouco conhecidas da artista</strong>. Há imagens em que a autora aparece sorrindo, usando roupas elegantes, como sobretudos e colares de pérolas, com o cabelo à mostra, de forma altiva. O conjunto traz, por exemplo, um registro de Carolina no aeroporto, em 1961, antes de embarcar para o lançamento de <em>Quarto de despejo</em> no Uruguai. Em outras fotos, ela aparece em um programa de televisão com os filhos, em 1962, ou, ainda, em 1963, utilizando um vestido que confeccionou especialmente para o Carnaval daquele ano.&nbsp;</p>



<p>Dada a relevância e singularidade de Carolina, o IMS e a curadoria consideraram essencial a formação de um conselho consultivo externo que pudesse enriquecer o conteúdo da exposição. O grupo  é composto por&nbsp;<strong>Bel Santos Mayer</strong>, educadora social e uma das criadoras do projeto Biblioteca Caminhos da Leitura;&nbsp;<strong>Denise Ferreira da Silva</strong>, filósofa e professora da University of British Columbia;&nbsp;<strong>Carmen Silva</strong>, escritora e liderança do Movimento Sem-Teto do Centro;&nbsp;<strong>Conceição Evaristo</strong>, doutora em literatura e escritora;&nbsp;<strong>Elisa Lucinda</strong>, escritora, poeta e atriz;&nbsp;<strong>Lúcia Xavier</strong>, assistente social e fundadora da ONG Criola;&nbsp;<strong>Mãe Celina de Xangô</strong>, yalorixá e gestora do Centro Cultural Pequena África;&nbsp;<strong>Paula Beatriz de Souza Cruz</strong>, professora e diretora da Escola Estadual Santa Rosa de Lima;&nbsp;<strong>Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva</strong>, doutora em educação e professora emérita da Universidade Federal de São Carlos;&nbsp;<strong>Sueli Carneiro</strong>, doutora em educação, filósofa e fundadora da ONG Geledés;&nbsp;<strong>Zezé Menezes</strong>, bióloga e ex-coordenadora do Núcleo de Consciência Negra da USP; e a atriz&nbsp;<strong>Zezé Motta</strong>.&nbsp;</p>



<p>Na mostra, haverá um vídeo com depoimentos das integrantes do conselho.</p>



<p><strong>Serviços:</strong></p>



<p><em><strong>Carolina Maria de Jesus: um Brasil para os brasileiros</strong></em><br><strong>Abertura:</strong> 25 de setembro de 2021<br><strong>Visitação:</strong> até 30 de janeiro de 2022<br><strong>IMS Paulista&nbsp;</strong><br>Entrada gratuita</p>



<p>Avenida Paulista, 2424<br>São Paulo<br>Tel.: 11 2842-9120</p>



<p><strong>Horário de funcionamento</strong>: Terça a domingo e feriados (exceto às segundas), das 12h às 18h.</p>



<p>Para visitar a mostra, é preciso realizar agendamento prévio no seguinte site da <strong><a href="http://www.sympla.com.br/imspaulista">Sympala</a></strong>.</p>
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		<title>Coletivo &#8220;Mulheres Negras na Biblioteca&#8221; lança primeira plataforma para troca de livros de autoras pretas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras na biblioteca]]></category>
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<p>O coletivo <strong>Mulheres Negras na Biblioteca</strong><em> lançará pelo site </em><a href="http:/https://www.mulheresnegrasnabiblioteca.com.br/">(www.mulheresnegrasnabiblioteca.com.b<em>r</em></a>) a primeira biblioteca on-line, do Brasil, de troca de livros escritos por <strong>autoras negras</strong>. O lançamento da plataforma  será no dia 27 de maio, às 15h, via Zoom, em um evento em parceria com o SisEB (Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo), com as participações de <strong>Ola Ronke</strong> (‘<strong>The Free Black Women’s Library</strong><em>’</em>)  que serviu de inspiração para o projeto brasileiro , <strong>Carine Souza</strong> (‘<em>Mulheres Negras na Biblioteca’</em>) e Semayat Oliveira (‘<strong>Nós, mulheres da periferia</strong>’). O bate-papo online sobre ações de incentivo à leitura de obras de autoras negras abordará experiências realizadas nos Estados Unidos e no Brasil.</p>



<p>“Em 2020 fomos contempladas do edital do Programa VAI, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, com um proposta de biblioteca itinerante de trocas de livros de autoras negras, inspirada na ‘The Free Black Women’s Library’. mas tivemos que adaptar a proposta devido à pandemia. Então, pensamos em criar um site para a realização da troca, que será concluída via Correios”, explica a produtora cultural Carine Souza, uma das organizadoras do coletivo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="984" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Carine-Souza-2_Divulgacao.jpeg" alt="" class="wp-image-35124" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Carine-Souza-2_Divulgacao.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Carine-Souza-2_Divulgacao-300x288.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Carine-Souza-2_Divulgacao-150x144.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Carine-Souza-2_Divulgacao-768x738.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Carine-Souza-2_Divulgacao-696x669.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Carine-Souza-2_Divulgacao-437x420.jpeg 437w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Carine Souza, uma das integrantes do coletivo Mulheres Negras na Biblioteca (Imagem: Acervo pessoal)</figcaption></figure>



<p>Para que haja a troca dos livros, Carine explica que, no site cada pessoa poderá selecionar dois títulos por mês. Para que fazer a troca, ela deve se cadastrar e informar dois livros de autoras negras que ela tem e quer dar em troca; a solicitação será avaliada e ela receberá uma notificação de confirmação e um prazo para o envio das obras; quando os livros dela chegarem um prazo de envio é gerado.</p>



<p>O  acervo contará, inicialmente, com aproximadamente 200 livros de escritoras negras nos gêneros <strong>ficção-científica</strong>, <strong>ensaios</strong>, <strong>poesia</strong>, <strong>biografias</strong> e <strong>romances</strong> nacionais e internacionais. Em conversa com a escritora Ola Ronke, Carine não vê diferenças significativas no processo de invisibilização de autoras negras e que o objetivo comum de ambos os projetos é combater o apagamento das mulheres pretas no âmbito literário.</p>



<p>O coletivo Mulheres<em> Negras na Biblioteca </em>é um projeto de incentivo à leitura de obras de escritoras negras, idealizado e organizado por profissionais de Biblioteconomia e Letras, que se dedicam, desde 2016, a promover atividades culturais a fim de contribuir para a formação e aumento do público leitor de autoras negras, com o objetivo de tornar notável a importância da inclusão dessas obras nos acervos das bibliotecas. </p>



<p>“Costumamos dizer que o nosso trabalho é de formiguinha. Mas como estamos na base da pirâmide social, qualquer movimentação que fazemos, por menor que pareça ser, abala toda a estrutura. Para citar exemplos: em 2018, fomos convidadas pela coordenação do Sistema Municipal de Bibliotecas para um evento que eles estavam promovendo; aceitamos o convite, mas em contrapartida pedimos que considerassem uma lista com aproximadamente 200 títulos de autoras negras que enviamos para incluir nas listas de novas aquisições das bibliotecas; eles aceitaram. Após isso recebemos relatos de bibliotecas que receberam uma quantidade significativa de livros de autoras negras”, aponta, Carine.</p>



<p><strong>SERVIÇO</strong></p>



<p><strong>Lançamento do projeto <em>Mulheres Negras na Biblioteca de Trocas (MNBT)</em></strong></p>



<p><strong>Quando:</strong> 27 de maio</p>



<p><strong>Horário:</strong> 15h</p>



<p><strong>Onde:</strong> <a href="https://l.workplace.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fsiseb.sp.gov.br%2Fevento%2Fwebinar-autoras-negras-nas-bibliotecas-acoes-de-combate-a-invisibilizacao%2F%3Finstance_id%3D1019&amp;h=AT2j0f-KQgVs5VSuk8bdE95ODTG1XislxrBz4h5ALq9lsryBy9a5hvkSEnfG8yEtsJcyFetzbfaSOTrPRkQY60l-Xbi86gXCJtKDQDE3YBVLJwHrUw9n0G21Jc4xw5zU6ontF2sFBAo0wBo&amp;__tn__=-UK-R&amp;c[0]=AT22gNiiXOrr5FwHatYZ8H6VXx_cPgDRCqY9AZJ7lXsm3oWXmKjMTxDyxv-vHy6zruaW2HJ3Idn32SkGvMIsx3xSZKofHAoblh83onRadR185LyCxxo5z0GaAEUSvwBgzlXGM4m3iLDF3368M9nUkuw4jgVztQ01ZvGQilZslaWBsh5OhWdc72LmVtQ7hBTvwCy0FijPn1jNxpOuSp1fa4VaNY8GuSwesjrfBukiQA">http://siseb.sp.gov.br/&#8230;/webinar-autoras-negras-nas&#8230;/&#8230;</a></p>



<p><strong>Apoio:</strong> Programa VAI, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo</p>



<p><strong>Instagram:</strong> <a href="https://www.instagram.com/direct/t/340282366841710300949128122373862798176">@mulheresnegrasnabiblio</a></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/coletivo-mulheres-negras-na-biblioteca-lanca-primeira-plataforma-para-troca-de-livros-de-autoras-pretas/">Coletivo &#8220;Mulheres Negras na Biblioteca&#8221; lança primeira plataforma para troca de livros de autoras pretas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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