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	<title>Arquivos meninas negras - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 25 Jun 2026 17:55:34 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos meninas negras - Mundo Negro</title>
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		<title>&#8220;Nem Cresci e Já Sou Mãe&#8221;: livro de Joyce Ribeiro revela que 7 em cada 10 meninas grávidas no Brasil são negras </title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/gravidez-adolescencia-joyce-ribeiro-nem-cresci-ja-sou-mae/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 14:49:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sete em cada dez meninas gr&#225;vidas no Brasil s&#227;o negras. O dado est&#225; entre os muitos n&#250;meros e relatos reunidos pela jornalista Joyce Ribeiro em &#8220;Nem Cresci e J&#225; Sou M&#227;e: Relatos sobre gravidez na adolesc&#234;ncia&#8221;, lan&#231;ado pela Gera&#231;&#227;o Editorial. Resultado de uma investiga&#231;&#227;o que re&#250;ne hist&#243;rias reais, entrevistas com especialistas e dados de pesquisas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Sete em cada dez meninas grávidas no Brasil são negras. O dado está entre os muitos números e relatos reunidos pela jornalista Joyce Ribeiro em &#8220;Nem Cresci e Já Sou Mãe: Relatos sobre gravidez na adolescência&#8221;, lançado pela Geração Editorial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Resultado de uma investigação que reúne histórias reais, entrevistas com especialistas e dados de pesquisas nacionais e internacionais, o livro analisa os efeitos da gravidez na adolescência na educação, na saúde, na autonomia e nos projetos de vida de meninas brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em conversa com o Mundo Negro, Joyce Ribeiro explica que a motivação para escrever a obra surgiu após décadas acompanhando o tema como jornalista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ao longo de mais de 25 anos de jornalismo, apresentei inúmeras reportagens sobre gravidez na adolescência. Mesmo com maior acesso à informação, os impactos continuam profundos quando essa gravidez acontece&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os relatos apresentados no livro estão histórias de adolescentes que enfrentaram abandono familiar, interrupção dos estudos e dificuldades para acessar redes de apoio. A obra também destaca que a gravidez precoce não pode ser compreendida apenas como uma escolha individual, mas como um fenômeno atravessado por desigualdades sociais, acesso à informação, violência e falhas na proteção de crianças e adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos episódios mais marcantes narrados na publicação foi compartilhado pela obstetra Larissa Cassiano. A médica relata o atendimento a uma menina de 11 anos que chegou a um hospital sem saber que estava grávida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ela estava em trabalho de parto e gritava pela mãe&#8221;, relembra a profissional, em um caso que evidencia a urgência de fortalecer mecanismos de proteção à infância e adolescência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Joyce Ribeiro, os desafios não terminam após o nascimento do bebê. A evasão escolar aparece como uma das consequências mais recorrentes, impactando diretamente a continuidade dos estudos e a inserção profissional dessas jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autora também chama atenção para a importância do apoio familiar e da educação sexual baseada em informação e diálogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Todas as entrevistadas reforçaram que conseguiram seguir adiante porque tiveram suporte familiar, especialmente das mães&#8221;, conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto abordado no livro é a participação dos meninos e de suas famílias diante de uma gravidez não planejada. Para Joyce, a responsabilização não pode recair exclusivamente sobre as adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Orientar, conversar, ensinar e acolher também deve fazer parte da formação dos meninos&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da obra, a jornalista defende que escolas, famílias, profissionais de saúde e gestores públicos atuem de forma articulada na prevenção da gravidez na adolescência e na proteção de meninas e meninos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra procura não oferecer aos leitores respostas definitivas relacionadas ao assunto, mas sim propor um debate acerca da responsabilidade coletiva, acesso à informação, proteção e oportunidades concretas para adolescentes enxergarem a possibilidade de trilhar caminhos diversos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao refletir sobre a experiência de escrever o livro, Joyce Ribeiro afirma que encerra esse processo com uma percepção ampliada sobre os desafios enfrentados por meninas e jovens mães.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Saio desta imersão com um olhar mais amoroso e protetor, especialmente em relação às nossas meninas. Espero que o livro seja ponto de partida para muitas conversas e reflexões&#8221;, conclui.</p>
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		<title>UOL e Drauzio Varella debatem dignidade menstrual e raça</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/dignidade-menstrual-desafios-meninas-negras-debate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:53:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[dignidade menstrual]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[saúde menstrual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Debate em evento do UOL e Portal Drauzio Varella aponta como ra&#231;a, g&#234;nero e acesso a direitos influenciam a experi&#234;ncia menstrual Durante o evento Pulso: um diagn&#243;stico da sa&#250;de e do bem-estar, promovido nesta ter&#231;a-feira (17) pelo UOL e pelo Portal Drauzio Varella, especialistas discutiram temas centrais para a sa&#250;de da popula&#231;&#227;o brasileira. Entre eles, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><em>Debate em evento do UOL e Portal Drauzio Varella aponta como raça, gênero e acesso a direitos influenciam a experiência menstrual</em></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o evento Pulso: um diagnóstico da saúde e do bem-estar, promovido nesta terça-feira (17) pelo UOL e pelo Portal Drauzio Varella, especialistas discutiram temas centrais para a saúde da população brasileira. Entre eles, a dignidade menstrual e os impactos que desigualdades sociais e raciais continuam exercendo sobre a vida de meninas e mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Mundo Negro acompanhou os debates e teve acesso ao estudo &#8220;Ser menina não deveria doer: as dimensões do direito das meninas à dignidade menstrual e o mapeamento legislativo no Congresso Nacional&#8221;, divulgado em maio de 2026. O documento chama atenção para um aspecto frequentemente invisibilizado nas discussões sobre menstruação: a dor, o estigma e as desigualdades estruturais que rotulam a experiência menstrual de milhões de brasileiras.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando a menstruação deixa de ser apenas uma questão de saúde</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a menstruação seja um processo biológico natural, especialistas apontam que ela continua cercada por silêncio, constrangimento e falta de informação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Historicamente, as políticas públicas voltadas ao tema concentraram-se no combate à pobreza menstrual e na distribuição de absorventes. Embora essas iniciativas sejam fundamentais, o estudo argumenta que elas não são suficientes para responder à complexidade do problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A saúde menstrual envolve também acesso à informação, acolhimento, diagnóstico de condições como a endometriose, privacidade, infraestrutura adequada e reconhecimento da dor como uma questão legítima de saúde pública.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dor menstrual continua sendo subestimada</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os números apresentados pelo estudo revelam a dimensão do problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre 66% e 73% das adolescentes e jovens mulheres convivem com dores menstruais. Destas, entre 30% e 35% relatam dores moderadas ou intensas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento também destaca que entre 62% e 75% das jovens encaminhadas para investigação especializada recebem posteriormente diagnóstico de endometriose. Mesmo assim, o diagnóstico da doença pode levar até 12 anos para ser confirmado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A demora no reconhecimento dos sintomas pode gerar impactos físicos, emocionais, educacionais e profissionais ao longo da vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O recorte racial da dignidade menstrual</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As desigualdades relacionadas à menstruação não atingem todas as meninas da mesma forma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o estudo, 58,8% das meninas que vivem sem banheiro ou chuveiro em casa são pretas ou pardas. O dado evidencia como raça, gênero e condição socioeconômica se cruzam no acesso a condições básicas para o cuidado menstrual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A realidade também dialoga com uma questão historicamente presente na sociedade brasileira: a naturalização da resistência da mulher negra à dor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisas nacionais e internacionais têm demonstrado que estereótipos raciais podem influenciar a forma como dores e sintomas relatados por pessoas negras são interpretados ou acolhidos por instituições e profissionais de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando esse cenário se encontra com os tabus em torno da menstruação, meninas negras podem enfrentar barreiras adicionais para ter suas necessidades reconhecidas e atendidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um debate sobre dignidade e direitos para milhares de estudantes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com avanços recentes no debate público, muitas meninas ainda escondem absorventes ao caminhar pelos corredores escolares, evitam pedir ajuda ou enfrentam dificuldades para acessar banheiros que garantam privacidade e segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo destaca que a menstruação marca um momento importante da vida de meninas e adolescentes, podendo impactar autoestima, participação social e permanência em ambientes educacionais quando não existem condições adequadas de acolhimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reunir profissionais da saúde, pesquisadores e comunicadores, o evento Pulso reforçou a importância da informação baseada em evidências para enfrentar desafios históricos da saúde brasileira.</p>
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		<title>Meninas negras de até 13 anos são as principais vítimas de violência sexual no Brasil, aponta Anuário de Segurança Pública</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/meninas-negras-de-ate-13-anos-sao-as-principais-vitimas-de-violencia-sexual-no-brasil-aponta-anuario-de-seguranca-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 14:05:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[meninas negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do Anu&#225;rio Brasileiro de Seguran&#231;a P&#250;blica de 2022, divulgados no in&#237;cio do segundo semestre, colocam em evid&#234;ncia a vulnerabilidade das meninas negras frente &#224; viol&#234;ncia sexual no Brasil. Os n&#250;meros revelam uma situa&#231;&#227;o alarmante, onde a combina&#231;&#227;o de idade e etnia coloca essas crian&#231;as e adolescentes em risco desproporcional. Os n&#250;meros mostram que no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Dados do <strong><a href="https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2023/07/anuario-2023.pdf">Anuário Brasileiro de Segurança Pública</a></strong> de 2022, divulgados no início do segundo semestre, colocam em evidência a vulnerabilidade das meninas negras frente à violência sexual no Brasil. Os números revelam uma situação alarmante, onde a combinação de idade e etnia coloca essas crianças e adolescentes em risco desproporcional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números mostram que no total 51.971 casos de estupro foram registrados em todo o país em 2022, excluindo Pernambuco. Esses dados representam um aumento de 15,3% em relação aos dados de 2021, que registraram 45.076 casos. Contudo, vale ressaltar que os estados do Acre, Bahia e Pernambuco não tiveram seus dados computados em 2021, o que pode influenciar as comparações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O anuário destaca que a faixa etária entre 10 e 13 anos concentra o maior número de crimes dessa natureza. A taxa de estupros a cada 100 mil pessoas nessa faixa etária é alarmante, atingindo 200,8 casos, mais do que o dobro da segunda faixa com maior incidência. Os números mostram um total de 56.820 casos de estupro de vulnerável no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados relacionados à etnia das vítimas pintam um quadro ainda mais preocupante. Crianças e adolescentes negros, categorizados como pretos e pardos, são as principais vítimas de estupro em praticamente todas as faixas etárias. A desigualdade racial é evidente, e a incidência de crimes dessa natureza entre pretos e pardos chega a 60% aos 13 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o relatório revela que a maioria das vítimas de estupro até os 13 anos é do sexo feminino, representando 86% dos registros. Isso ressalta a dimensão de gênero dessa violência, que afeta principalmente meninas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um aspecto chocante é que 72,2% dos estupros cometidos contra vítimas de até 13 anos ocorreram dentro da própria residência. Esse dado traz à tona a urgência de proteger as crianças em seu ambiente mais íntimo, oferecendo educação sexual desde a infância como forma de prevenir abusos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto à autoria dos crimes, o anuário aponta que em 71,5% dos casos, o estupro foi cometido por um familiar. Pais e padrastos são responsáveis por 44,4% dos crimes, revelando a proximidade dos agressores com as vítimas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números totais são igualmente assustadores: 2022 foi o ano com o maior número de registros de estupro e estupro de vulnerável da história, totalizando 74.930 vítimas. Isso significa um caso registrado a cada 7 minutos no país. A taxa de incidência cresceu 8,2% em comparação com 2021, chegando a 36,9 casos para cada 100 mil habitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante destacar que esses números representam apenas os casos notificados às autoridades, e a realidade da violência sexual pode ser ainda mais sombria. A divulgação desses dados é crucial para conscientizar a sociedade, pressionar por medidas de proteção às crianças e adolescentes e combater a cultura do silêncio que muitas vezes perpetua esses crimes.</p>
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		<title>Animação para proteger meninas negras do racismo e bullying na internet é lançada</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/animacao-para-proteger-meninas-negras-do-racismo-e-bullying-na-internet-e-lancada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rakeche Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 May 2021 12:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[meninas negras]]></category>
		<category><![CDATA[portal geledés]]></category>
		<category><![CDATA[racismo e bullying]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Geled&#233;s, Instituto da Mulher Negra, anunciou com o apoio da SaferNet, ONG&#160;refer&#234;ncia na&#160;defesa e na promo&#231;&#227;o dos direitos humanos na internet, e do Instagram, o lan&#231;amento de &#8216;Racismo e Bullying: Como proteger jovens negras?&#8217;,&#160; uma nova s&#233;rie de anima&#231;&#227;o sobre as formas de discrimina&#231;&#227;o que jovens negras sofrem e o impacto em suas vidas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Geledés</strong>, Instituto da Mulher Negra, anunciou com o apoio da <strong>SaferNet</strong>, ONG&nbsp;referência na&nbsp;defesa e na promoção dos direitos humanos na internet, e do Instagram, o lançamento de <strong>‘<em>Racismo e Bullying: Como proteger jovens negras?</em></strong>’,&nbsp; uma nova série de animação sobre as formas de discriminação que jovens negras sofrem e o impacto em suas vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o objetivo de educar e fomentar a discussão sobre o tema, a série, ilustrada por Bruna Bandeira, dirigida por Day Rodrigues e produzida pela agência Mutato, será protagonizada por <strong>Guta</strong>, uma menina negra de 13 anos que sonha em ser cineasta e guiará conversas com diferentes especialistas sobre como combater <strong>bullying e racismo</strong>, além de oferecer dicas de como meninas negras podem se proteger no <strong>Instagram </strong>e ter uma experiência mais segura e positiva na rede.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Racismo é uma violência sistêmica, uma violência de apagamento dos corpos não brancos. Ele acontece desde o momento que a gente não tem uma memória das resistências negras, a partir do momento em que simbolicamente somos violentados em relação à religião de matriz africana, festas e culturas populares. Tudo isso inclui o racismo, principalmente a animalização dos corpos negros, da criação de estereótipos e de um lugar que não leva a consideração à humanidade e sim a violência.” Explica Day Rodrigues, diferenciando do que seria o bullying.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O bullying é direcionado a alguém , não tá envolvido em um todo, tem a ver com um individuo e não a origem racial da pessoa.” Completa ela. &nbsp;&nbsp;</p>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/tv/COTnZQBhx2z/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="13" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/COTnZQBhx2z/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;"> View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/tv/COTnZQBhx2z/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by Portal Geledés (@portalgeledes)</a></p></div></blockquote><script async src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></div>
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<p class="wp-block-paragraph">A série contará com três vídeos que serão publicados durante todo o mês de abril no&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/p/CNX4PzcL8OY/">canal do IGTV</a>&nbsp;do&nbsp;Portal Geledés e sua primeira apresentação ocorreu no dia nacional contra o <em>Bullying, </em>que segundo a diretora do projeto, tem uma grande diferença com o racismo e que deve ser reconhecida pela população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A série em forma de IGTV conta com a animação feita por <strong>Bruna Bandeira</strong>, mulher preta e ilustradora, criadora da página “Imagine e Desenhe”, na qual fala com muito orgulho sobre ela. “A Imagine e Desenhe é uma rede de apoio. Sem tabus, onde pessoas se comunicam, trocam informações e se ajudam a todo momento. É onde refletimos que se a luta não for por todos, não estará sendo por nenhum de nós!” Explicou Bruna</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/animacao-para-proteger-meninas-negras-do-racismo-e-bullying-na-internet-e-lancada/">Animação para proteger meninas negras do racismo e bullying na internet é lançada</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<title>“Minha Barbie Negra” jornalista cria canal no Youtube para contar as histórias das Barbies negras</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/minha-boneca-negra-jornalista-cria-canal-no-youtube-para-contar-historia-das-barbies-negras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Apr 2021 18:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[barbie]]></category>
		<category><![CDATA[barbies negras]]></category>
		<category><![CDATA[bonecas]]></category>
		<category><![CDATA[meninas negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rafaela Breves &#233; jornalista, atriz, capoeirista, gestora p&#250;blica e colecionadora de Barbies Negras. Apaixonada por Barbies desde crian&#231;a, sempre se questionou o porqu&#234; de ter t&#227;o poucas bonecas parecidas com ela, e hoje, se dedica a mostrar e contar as hist&#243;rias das diversas Barbies negras atrav&#233;s de seu canal no Youtube. Confira a cole&#231;&#227;o de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Rafaela Breves é jornalista, atriz, capoeirista, gestora pública e colecionadora de Barbies Negras. Apaixonada por Barbies desde criança, sempre se questionou o porquê de ter tão poucas bonecas parecidas com ela, e hoje, se dedica a mostrar e contar as histórias das diversas Barbies negras através de seu canal no <strong>Youtube</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira a coleção de Rafaela:</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="432" height="177" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/image-3.png" alt="" class="wp-image-32929" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/image-3.png 432w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/image-3-300x123.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/image-3-150x61.png 150w" sizes="(max-width: 432px) 100vw, 432px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Poucas pessoas conhecem as centenas de Barbies negras que temos por aí, e há quem acredite que não podemos encontra-lás no Brasil. Mas em seu canal no Youtube, Rafaela já desmitifica esse mito e compartilha tudo sobre a coleção dela de Barbies negras.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="C0jN-vkH03c"><iframe title="MINHA COLEÇÃO DE BARBIES NEGRAS E A IMPORTÂNCIA DA REPRESENTATIVIDADE" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/C0jN-vkH03c?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2010 a jornalista participou da famosa <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/tag/feira-preta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Feira Preta”</a></strong> e se deparou com a exposição <strong>“Black Barbie”&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Eu fiquei simplesmente encantada com as possibilidades de Barbies que existiam e eu não fazia a mínima conta.” </em>revelou Rafaela em seu canal no Youtube.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rafaela descobriu o universo das Barbies negras com 27 anos, e lembrou o quanto sua vida seria diferente se ela tivesse descoberto na infância, a jornalista conta que toda vez que vê sua coleção lembra de si mesma quando criança:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Lembro daquela menina que adorava brincar de boneca, mas que não tinha uma boneca que fosse parecida com ela. Ela seria tão mais feliz se ela pudesse brincar com uma boneca de cabelo cacheado, uma boneca pretinha que ela pudesse se ver representada. Aquela menina teria a autoestima muito mais elevada.”</em> desabafou a jornalista</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui no <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/tag/bonecas-negras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mundo Negro</a></strong> já falamos sobre a importância do “se ver” e se sentir representado, e o quanto isso afeta na autoestima de crianças negras. Enquanto hoje temos uma geração de mulheres negras cicatrizando feridas causadas pelo racismo e falta de representatividade, podemos construir uma nova geração de meninas negras que reconhecem a sua beleza e se amam desde a primeira infância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também: <a href="https://mundonegro.inf.br/preta-pretinha-a-historia-por-tras-da-primeira-loja-de-bonecas-negras-do-brasil/">Preta Pretinha: a história por trás da primeira loja de bonecas negras do Brasil</a> e <a href="https://mundonegro.inf.br/as-rainhas-loiras-da-tv-e-os-danos-na-autoestima-das-criancas-negras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">As Rainhas loiras da TV e os danos na autoestima das crianças negras</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu quero que esse seja um espaço de representatividade, não só para as crianças negras, mas para as mulheres e homens da década de 90,80 enfim, não puderam brincar com brinquedos que fossem parecidos consigo mesmo.” concluiu Rafaela na <a href="https://www.youtube.com/watch?v=C0jN-vkH03c" target="_blank" rel="noreferrer noopener">apresentação do seu canal&nbsp;</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">No canal <strong>“Minha Barbie Negra”</strong> Rafaela apresenta Barbies de diferentes culturas e países! Tem Barbie baiana, nigeriana, albina, queniana e muito mais. Para além de um canal de bonecas, o “Minha Barbie Negra” resgata autoestima de mulheres e crianças negras e apresentam diferentes versões de Barbies que pelo apagamento causado pelo racismo muitos nem sequer sabiam da existência.</p>



<figure class="wp-block-embed-instagram wp-block-embed is-type-rich is-provider-instagram"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CNbSDPlpyyG/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="13" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CNbSDPlpyyG/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conheça o canal de Rafaela Breves:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.youtube.com/channel/UCnX96UD1cCBl_NnIWlV7BJQ">Minha Barbie Negra&nbsp;</a></p>
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		<title>279 meninas sequestradas em uma escola da Nigéria são soltas e devolvidas ao governo do país</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/279-meninas-sequestradas-em-uma-escola-da-nigeria-sao-soltas-e-devolvidas-ao-governo-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rakeche Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 15:32:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[meninas negras]]></category>
		<category><![CDATA[meninas sequestradas]]></category>
		<category><![CDATA[Nigéria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sequestro de 279 meninas em um col&#233;gio interno &#233; o mais recente de uma s&#233;rie de casos semelhantes de sequestro na Nig&#233;ria, um dos principais pa&#237;ses do Continente Africano.&#160;Pelo menos 42 pessoas foram sequestradas de uma escola estatal no m&#234;s passado e&#160;depois liberadas, ap&#243;s uma &#8216;negocia&#231;&#227;o do governo&#8217;. As meninas, que foram pegas enquanto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O sequestro de 279 meninas em um colégio interno é o mais recente de uma série de casos semelhantes de sequestro na Nigéria, um dos principais países do Continente Africano. Pelo menos 42 pessoas foram sequestradas de uma escola estatal no mês passado e depois liberadas, após uma &#8216;negociação do governo&#8217;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As meninas, que foram pegas enquanto estavam em aula, foram sequestradas na sexta-feira (26), por homens armados que invadiram sua escola estatal no estado de Zamfara, no noroeste da Nigéria, disse a polícia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As garotas chegaram na madrugada da terça-feira a casa do governo de Zamfara, onde estavam vestidas com hijabs em tons pastéis idênticos, assustadas, muitas delas diziam que viveram “os piores momentos de suas vidas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Yusuf Idris, porta-voz do governador regional Bello Matawalle, disse na terça-feira que todas as 279 meninas foram devolvidas em segurança, ficando presas para averiguação. Idris disse, ainda, que eles estavam em &#8220;boas condições&#8221;, embora algumas delas tivessem feridas abertas nos pés.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A maioria de nós se machucou nos pés e não podíamos continuar a caminhada, então eles (os sequestradores) disseram que atirariam em qualquer um que não continuasse a andar&#8221;, disse Umma Abubakar, uma das meninas sequestradas a repórteres reunidos na casa estadual na terça-feira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Atravessamos um rio e eles nos esconderam e nos deixaram dormir sob os arbustos em uma floresta.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando ocorreu o ataque na escola, as informações oficiais e divulgadas pelos maiores veículos de imprensa do país africano, eram de que um total de 317 alunas tinham sido sequestradas, contudo, ao voltar apenas 279, o porta-voz do governo falou que o primeiro número tinha sido falso e que as pessoas acreditassem que houve o resgate de todas as sequestradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sequestro para obter resgate (em forma de dinheiro com uma combinação governamental) é comum em partes da Nigéria e se tornou um grande desafio para a segurança pública do país.&nbsp;Algumas pessoas relataram que os governadores dos estados pagam resgates regularmente para garantir a segurança das vítimas, mas raramente admitem fazê-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Idris disse que nenhum resgate foi pago pela libertação das meninas, dizendo à CNN que as meninas sequestradas foram libertadas depois que &#8220;bandidos arrependidos&#8221; agiram como intermediários para negociar sua libertação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, falou recentemente que os governadores precisavam reaver &#8220;sua política de recompensar bandidos com dinheiro e veículos&#8221;, dizendo que o tiro &#8220;poderia sair pela culatra com consequências potencialmente desastrosas&#8221;. Buhari também pediu aos governadores estaduais que trabalhem duro para garantir a segurança de suas escolas.</p>



<figure class="wp-block-embed-twitter wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">I join the affected families and the people of Zamfara State in welcoming and celebrating the release of the abducted  students of GGSS Jangebe. This news bring overwhelming joy. I am pleased that their ordeal has come to a happy end without any incident.</p>&mdash; Muhammadu Buhari (@MBuhari) <a href="https://twitter.com/MBuhari/status/1366652026998951937?ref_src=twsrc%5Etfw">March 2, 2021</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
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<p class="wp-block-paragraph">Após a volta das vítimas, o presidente falou em suas redes sócias que estava feliz com o desfecho da história, mas iria trabalhar duro para pôr fim a acidentes de sequestros sombrios e dolorosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos trabalhando duro para pôr fim a esses incidentes de sequestro sombrios e dolorosos. Os militares e a polícia continuarão a perseguir os sequestradores&#8221;, disse ele.</p>
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		<title>Afeto e informação: Dicas para a menina negra de hoje ser uma mulher feliz no futuro</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/dicas-para-a-menina-negra-de-hoje-ser-uma-mulher-feliz-no-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2020 04:25:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[meninas negras]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas meninas negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas vezes a consci&#234;ncia da cor surge para nossas crian&#231;as quando elas sofrem racismo e essa &#233; a pior maneira de despertar a sua identidade. Falaremos aqui sobre meninas negras. N&#227;o por acaso, muitas ao se descobrirem negras se acham menos bonitas e dignas de afeto, como se fosse um produto de segunda linha, sempre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas vezes a consciência da cor surge para nossas crianças quando elas sofrem racismo e essa é a pior maneira de despertar a sua identidade. Falaremos aqui sobre meninas negras. Não por acaso, muitas ao se descobrirem negras se acham menos bonitas e dignas de afeto, como se fosse um produto de segunda linha, sempre à sombra das meninas brancas.</p>
<p>Nos EUA chegaram fazer um <a href="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/infancia-interrompida-estudo-mostra-que-garotas-negras-sao-vistas-como-menos-inocentes-do-que-garotas-brancas-da-mesma-idade/" target="_blank" rel="noopener">estudo comparando meninas negras como brancas</a> na perspectiva da receptividade social. Os números mostraram que as garotas negras são vistas de forma mais adulta que as brancas de forma que também estariam mais sujeitas a violência e assédio sexual.</p>
<p>Se as mulheres negras de hoje sem referências negras na infância já movem o mundo, imagine como serão as da nova geração que já têm mães e pais mais conscientes?</p>
<p>Se você cria meninas negras e está perdida ou perdido na missão, vou te dar algumas dicas. Sou mãe de três meninas.</p>
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<ul>
<li><strong>Elogie a beleza :</strong> Falaremos sobre o interno mais para frente, mas a beleza é o externo e não temos como ser hipócritas com a forma como o mundo lida com a aparência. Meninas negras têm vários tons de pele, texturas de cabelo e traços. Os traços mais “fora” do padrão são os que mais devem ser elogiados: o cabelo  mais crespo, o nariz mais largo, os lábios mais grossos, o tom mais escuro. Tudo o que é mais perto do padrão tem referência, a beleza negra ainda carece de representatividade real.  No livro da<strong> Lupita Nyongo</strong> a cor da sua personagem Sulwe, que sofre por ser mais escura até dentro da sua família, se sente mais linda ao ser comparada com a noite, escura e cheia de beleza, como a garotinha.</li>
</ul>
<p><a href="https://giphy.com/gifs/not-my-s-11tdLFCV8UUdUY"><img decoding="async" src="https://media.giphy.com/media/11tdLFCV8UUdUY/giphy.gif" alt="Blue Ivy Afro GIF - Find &amp; Share on GIPHY" width="480" height="274" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Enalteça o conhecimento do povo negro</strong>: A contribuição do povo negro vai muito além da nossa genialidade na música e no esporte. Das pirâmides do Egito até a Dra. Jaqueline sequenciando o genoma do coronavírus no Brasil, nosso intelecto teve imensurável contribuição para humanidade. O filme “Estrelas além do Tempo”, por exemplo, é uma história para todas as idades e conta como três mulheres negras ,  Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe) que fizeram parte de uma equipe da Nasa em época de forte segregação racial. Elas foram fundamentais para que os EUA fossem o primeiro país a orbitar a Terra.</li>
</ul>
<p><a href="https://giphy.com/gifs/foxhomeent-black-history-month-hidden-figures-l1KcPomNdcKbXgV7q"><img decoding="async" src="https://media.giphy.com/media/l1KcPomNdcKbXgV7q/giphy.gif" alt="Hidden Figures Science Woman GIF by 20th Century Fox Home Entertainment - Find &amp; Share on GIPHY" width="480" height="270" /></a></p>
<ul>
<li><strong>Representatividade importa:</strong> Beyoncé, Iza, Maju , uma mulher na família que fez algo incrível. Se não formos nós mostrando aos mais jovens como somos incríveis, ninguém o fará, ao menos não da forma que sentimos que deve ser feito. Tente ter em casa referências na decoração e até no material escolar, de algo que seja racialmente representativo. Outras culturas fazem isso de forma muito natural. Sem nos enxergar na sociedade e sendo tão jovens, é fácil achar que não nos encaixamos ou pertencemos a determinado ambiente. Faça um uso sábio das redes sociais seguindo pessoas negras inspiradoras, seja por sua aparência, seja pelos seus feitos.<img decoding="async" src="https://media.giphy.com/media/26FL7FnCT9aI9gULK/giphy.gif" /></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Fale sobre racismo:</strong> A melhor maneira de começar a falar sobre racismo com os filhos é dando um contexto histórico antes que eles tenham que lidar com isso, porque infelizmente irão. Se começamos pela narrativa da violência e segregação, não temos a dimensão de como isso chega na criança. É importante que ela entenda que o racista está errado e que os contextos históricos fizeram com que hoje a maioria das pessoas negras viva na pobreza. Ressalte que isso não tem nada a ver com a competência dos negros e sim é fruto de um longo período da história, mais de 300 anos, onde pessoas brancas escravizam pessoas negras e que isso ainda se reflete nos dias de hoje, mas as coisas estão melhorando.</li>
</ul>
<p><a href="https://www.instagram.com/p/B9byhk9nIcT/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/p/B9byhk9nIcT/ </a></p>
<ul>
<li><strong>O cabelo crespo não é brinquedo de gente curiosa:</strong> Assim como acontece com as mulheres negras e crespas adultas, umas se incomodam de ter seus cabelos tocados, outras não. Porém como responsáveis por meninas negras temos sempre que ensinar que cabelo faz parte do corpo e o toque do outro, sem permissão não deve ser visto como algo normal. As pequenas terão dificuldade de verbalizar esse incomodo, então cabe aos adultos tomar as providências caso o cabelo da criança negra seja alvo de curiosidade alheia, piada e fofoca. Se ela quiser alisar, explique que o cabelo natural é o que a deixa mais bonita, que é também mais o saudável e busque imagens de crespas para inspirá-la.</li>
</ul>
<p><a href="https://giphy.com/gifs/rihanna-gif-fzub3vneXmvx6"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://media.giphy.com/media/fzub3vneXmvx6/giphy.gif" alt="Hair Afro GIF - Find &amp; Share on GIPHY" width="268" height="322" /></a></p>
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<li><strong>Sobre amor e preterimento</strong>: a solidão da mulher negra não vale somente na esfera do relacionamento amoroso. Ele nasce na infância quando a menina negra não é chamada para atividade em grupo da escola ou para ser o par do coleguinha festa junina.  A nova geração evoluiu, mas ainda é criada por pessoas racistas. Por isso o amor da família é fundamental. No livro “Na minha pele”,<strong> Lázaro Ramos</strong> destaca o enfoque que ele dá em termos de carinho à sua filha Maria Antonia por entender que o mundo lá fora não será sempre gentil com ela no campo do afeto. Essa é uma decisão sábia. O amor da família é fundamental para autoestima e ferramenta indispensável que fará com que a menina negra sinta que se o outro não gosta dela, o problema está nele.</li>
</ul>
<p>Essa é uma lista de dicas colaborativa e adoraria saber sua opinião e sugestão. Use os comentários!</p>
<p><em>*Esse é o primeiro texto da minha coluna &#8220;<strong>Nossas meninas negras&#8221;</strong> com foco na informação de pais e mães de meninas negras e também com conteúdo dedicado às pretinhas.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/dicas-para-a-menina-negra-de-hoje-ser-uma-mulher-feliz-no-futuro/">Afeto e informação: Dicas para a menina negra de hoje ser uma mulher feliz no futuro</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<title>“Cansei de livros sobre meninos brancos e seus cães”. Garota de 12 anos, faz da literatura negra infantil sua bandeira como ativista</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/cansei-de-livros-sobre-meninos-brancos-e-seus-caes-garota-de-12-anos-faz-da-literatura-negra-infantil-sua-bandeira-como-ativista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2017 04:11:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[meninas negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Somos muito preocupados com a voca&#231;&#227;o das crian&#231;as, mas muitos ignoram a veia empreendedora ou senso de oportunidade para criar algo novo, que muitas t&#234;m desde pequenas. No caso das crian&#231;as negras, a falta de representatividade na hora de se divertir, as fazem querer criar&#160;aquilo que elas sentem falta. Marley Dias, na &#233;poca com 11 [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/cansei-de-livros-sobre-meninos-brancos-e-seus-caes-garota-de-12-anos-faz-da-literatura-negra-infantil-sua-bandeira-como-ativista/">“Cansei de livros sobre meninos brancos e seus cães”. Garota de 12 anos, faz da literatura negra infantil sua bandeira como ativista</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Somos muito preocupados com a vocação das crianças, mas muitos ignoram a veia empreendedora ou senso de oportunidade para criar algo novo, que muitas têm desde pequenas. No caso das crianças negras, a falta de representatividade na hora de se divertir, as fazem querer criar aquilo que elas sentem falta.</p>
<p>Marley Dias, na época com 11 anos era uma ávida leitora e estava entediada com os livros que ela lia na escola ou que encontrava nas lojas. De acordo com a jovem americana, a maioria era “sobre meninos brancos e seus cães”.</p>
<p>Ela então decidiu por conta própria mudar isso e lançou em 2015 a campanha #1000BlackGirlBooks (mil livros de garotas negras). Seu objetivo era coletar e doar 1.000 livros que tivessem garotas negras como personagem principal. Hoje, Dias tem mais de 9 mil livros acumulados.</p>
<p><figure id="attachment_6194" aria-describedby="caption-attachment-6194" style="width: 699px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6194 size-full" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2017/06/Sem-titulo.jpg" alt="" width="699" height="420" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/Sem-titulo.jpg 699w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/Sem-titulo-150x90.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/Sem-titulo-300x180.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/Sem-titulo-696x418.jpg 696w" sizes="(max-width: 699px) 100vw, 699px" /><figcaption id="caption-attachment-6194" class="wp-caption-text">Marleu Dias: &#8220;Cansei de não me ver nos livros&#8221; (Foto: Reprodução Instagram)</figcaption></figure></p>
<p>Para a revista  Forbes Women, a garota americana refletiu sobre como ela foi capaz de transformar sua frustração em um movimento poderoso.</p>
<p>“A frustração é combustível que pode levar ao desenvolvimento de uma ideia inovadora e útil”<a href="https://twitter.com/intent/tweet?url=http%3A%2F%2Fwww.forbes.com%2Fsites%2Fmaggiemcgrath%2F2017%2F06%2F13%2Ffrom-activist-to-author-how-12-year-old-marley-dias-is-changing-the-face-of-childrens-literature%2F&amp;text=%22Frustration%20is%20fuel%20that%20can%20lead%20to%20the%20development%20of%20an%20innovative%20%26%20useful%20idea.%22%20-%20%40iammarleydias%20%23redefinepower">,</a> disse a pequena sábia.</p>
<p>Em sua inúmeras entrevistas, ela destaca que livros com meninas negras como personagem principal, são para todas as crianças, visto que nem todas as garotas negras têm a mesma história.</p>
<p>Marley além de coletar e doar livros para comunidade, conversa com educadores, advogados, celebridades e legisladores sobre a importância da diversidade na literatura. Seu próximo passo agora é escrever seu próprio livro.</p>
<p><figure id="attachment_6195" aria-describedby="caption-attachment-6195" style="width: 696px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6195 size-full" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2017/06/030317-marley-dias-embed.jpg" alt="" width="696" height="615" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/030317-marley-dias-embed.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/030317-marley-dias-embed-150x133.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/030317-marley-dias-embed-300x265.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/030317-marley-dias-embed-475x420.jpg 475w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /><figcaption id="caption-attachment-6195" class="wp-caption-text">Dias quer coletar, distribuir e escrever seus próprios livros (Foto: Reprodução Instagram)</figcaption></figure></p>
<p>“Eu quero criar um espaço onde seja natural incluir meninas negras como eu e fazer delas as protagonistas das histórias”, finaliza a Dias.</p>
<p>Marley fez um site com o catálogo dos livros colecionados. As obras estão todas em Inglês. Para saber mais clique <a href="http://bit.ly/2sD0gcc">aqui.</a></p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/cansei-de-livros-sobre-meninos-brancos-e-seus-caes-garota-de-12-anos-faz-da-literatura-negra-infantil-sua-bandeira-como-ativista/">“Cansei de livros sobre meninos brancos e seus cães”. Garota de 12 anos, faz da literatura negra infantil sua bandeira como ativista</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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