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	<title>Arquivos Massacre de Tulsa - Mundo Negro</title>
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		<title>Primeiro prefeito negro de Tulsa anuncia fundo de US$ 105 milhões para descendentes do Massacre de 1921</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 15:13:02 +0000</pubDate>
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<p>Em um gesto histórico, <strong>Monroe Nichols,</strong> o primeiro prefeito negro da cidade de Tulsa, anunciou neste domingo (1º) a criação de um fundo privado de US$ 105 milhões para tentar reparar os impactos duradouros do Massacre Racial de 1921. O plano inclui recursos voltados à moradia, bolsas de estudo, preservação cultural e apoio a pequenos negócios de descendentes das vítimas do ataque.</p>



<p>O anúncio aconteceu no Greenwood Cultural Center, no coração do distrito de Greenwood — área que, no início do século 20, era uma das comunidades negras mais ricas dos Estados Unidos. Conhecida como “Black Wall Street”, Greenwood foi destruída em 1921 por uma turba branca armada, em um dos maiores atos de violência racial da história americana. Estima-se que até 300 pessoas negras foram assassinadas, mais de 10 mil ficaram desabrigadas, e mais de mil residências e negócios foram incendiados.</p>



<p>Hoje, mais de 100 anos depois, ainda há sobreviventes vivos do massacre, como Viola Fletcher e Lessie Randle, ambas com mais de 110 anos, que seguem cobrando reparações e reconhecimento pelos danos sofridos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="681" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/000-9ab8uy-1024x681.jpg" alt="" class="wp-image-34916" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/000-9ab8uy-1024x681.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/000-9ab8uy-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/000-9ab8uy-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/000-9ab8uy-768x511.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/000-9ab8uy-696x463.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/000-9ab8uy-1068x710.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/000-9ab8uy-632x420.jpg 632w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/000-9ab8uy.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">“Eu estou aqui querendo justiça” disse Viola Fletcher. “Eu estou aqui pedindo para o meu país reconhecer o que acontece em Tulsa, em 1921”. Foto: Reprodução NPC.</figcaption></figure>



<p>O fundo, chamado Greenwood Trust, será dividido em três eixos: US$ 24 milhões para garantir acesso à moradia e propriedade a famílias descendentes; US$ 60 milhões para reabilitar estruturas históricas, revitalizar espaços urbanos e remover áreas degradadas; e US$ 21 milhões voltados a microcrédito, bolsas de estudo e aquisição de terrenos para empreendimentos liderados por pessoas negras.</p>



<p>O prefeito pretende captar todo o valor por meio de doações privadas até junho de 2026, com administração independente e conselho gestor próprio. “Vamos fazer esses investimentos para reconstruir o distrito de Greenwood e devolver a Tulsa a comunidade que deveríamos ter sido”, declarou Nichols durante a cerimônia, marcada também pela criação de um feriado municipal em memória às vítimas do massacre.</p>



<p>Embora o plano não ofereça compensações financeiras diretas aos sobreviventes, Damario Solomon-Simmons, advogado das vítimas e fundador da organização Justice for Greenwood, elogiou o anúncio. “Muitas das propostas refletem o que nossa comunidade vem exigindo há anos. Estamos prontos para transformar essas ideias em resultados concretos”, afirmou.</p>



<p>Além dos investimentos, Nichols anunciou a liberação de mais de 45 mil registros históricos e documentos públicos sobre o massacre, muitos deles inéditos. “É hora de tirar nossa história das sombras”, disse.</p>
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		<title>Estado de Oklahoma se recusa a discutir acordo com sobreviventes do Massacre de Tulsa, maior ataque racista dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 17:52:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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<p>O estado de Oklahoma, nos Estados Unidos, se posicionou contra um acordo com os sobreviventes que buscam reparações pelo violento <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/os-100-anos-do-massacre-de-tulsa-hbo-retratou-o-crime-em-duas-series/">Massacre de Tulsa</a></strong>, que aconteceu em 1921. A decisão foi tomada após uma apelação realizada pelos sobreviventes depois que um juiz do condado de Tulsa rejeitou o caso no mês de julho. A <strong>Suprema Corte de Oklahoma</strong> concordou em considerar o recurso apresentado pelos sobreviventes, e a divisão de litígios do procurador-geral estadual emitiu sua resposta na última segunda-feira, 14.</p>



<p>O <strong>massacre de Tulsa</strong>, também conhecido como o <strong>Massacre de Greenwood</strong>, foi um dos episódios mais violentos e perturbadores da história dos Estados Unidos. O distrito negro próspero de Greenwood que também é chamado de &#8220;Wall Street Negra&#8221; foi destruído por grupos racistas, resultando em centenas de mortes e na destruição completa da comunidade, que teve casas e comércios queimados, além de ter sido bombardeada por aviões. Atualmente, apenas três sobreviventes conhecidos desse terrível ataque estão vivos, todos com mais de 100 anos de idade: <strong>Lessie Benningfield Randle</strong>, <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/ainda-ouco-os-gritos-de-tulsa-diz-sobrevivente-de-107-anos-do-maior-massacre-racista-dos-eua/">Viola Fletcher</a></strong> e <strong>Hughes Van Ellis</strong>.</p>



<p>Esses sobreviventes entraram com um processo buscando reparação por parte da cidade, do estado e de outros responsáveis pela destruição de Greenwood. No entanto, vários outros demandantes originais, que são descendentes de sobreviventes, foram excluídos do caso pelo juiz do tribunal no ano passado.</p>



<p>O advogado dos sobreviventes, <strong>Damario Solomon-Simmons</strong>, lamentou a recusa do estado em negociar um acordo e afirmou: &#8220;Não é nenhuma surpresa que o estado, que participou de um massacre sem lei de cidadãos americanos, tenha se recusado a fazer um acordo&#8221;. Ele destacou que os sobreviventes do massacre são heróis e que Oklahoma teve mais de 100 anos para agir em benefício deles. &#8220;Os esforços do estado para confundir os sobreviventes vivos, encobrir a história e mudar as metas para todos que buscam justiça em Oklahoma nos colocam em perigo, e é por isso que precisamos que a Suprema Corte de Oklahoma aplique o estado de direito.&#8221;, disse.</p>



<p>A ação judicial foi movida com base na lei de incômodo público de Oklahoma, alegando que as consequências do massacre continuam a afetar a comunidade negra de Tulsa. Argumenta-se que a história de divisão e tensão racial da cidade é em parte resultado do massacre. No entanto, o estado contesta essa visão, afirmando que o pedido de alívio dos queixosos não foi devidamente delineado e que a maioria das alegações se baseia em fatos históricos conflitantes de mais de 100 anos atrás.</p>



<p>Na resposta ao recurso, o procurador-geral adjunto <strong>Kevin McClure</strong> afirma que a Guarda Nacional do estado foi ativada apenas para reprimir o distúrbio e deixou Tulsa depois que a missão foi cumprida. Já o processo movido pelos sobreviventes alega que membros da Guarda Nacional participaram do massacre, reunindo sistematicamente afro-americanos e “chegando ao ponto de matar aqueles que não deixaram suas casas”.</p>



<p>Os defensores das vítimas argumentam que a necessidade de justiça restaurativa permanece válida, especialmente considerando a presença dos sobreviventes e dos responsáveis até hoje.</p>
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