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	<title>Arquivos marina silva - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos marina silva - Mundo Negro</title>
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		<title>Evento ‘Mulheres Pretas no Poder’ reúne e celebra lideranças negras da política, cultura e educação em SP </title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/mulheres-pretas-poder-celebra-liderancas-negras-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 19:46:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Marina Silva, Maca&#233; Evaristo, Cida Bento e outras lideran&#231;as foram homenageadas no Club Homs; idealizadora, Ruth Lopes &#233; pr&#233;-candidata a deputada federal por S&#227;o Paulo. Mulheres negras com atua&#231;&#227;o na pol&#237;tica, na cultura, na comunica&#231;&#227;o, na educa&#231;&#227;o e em outras &#225;reas se reuniram, na sexta-feira (24), no Club Homs, em S&#227;o Paulo, para uma noite [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Marina Silva, Macaé Evaristo, Cida Bento e outras lideranças foram homenageadas no Club Homs; idealizadora, Ruth Lopes é pré-candidata a deputada federal por São Paulo.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mulheres negras com atuação na política, na cultura, na comunicação, na educação e em outras áreas se reuniram, na sexta-feira (24), no Club Homs, em São Paulo, para uma noite de reconhecimento de trajetórias e fortalecimento de redes. Promovido pelo Instituto Mulher Negra &amp; Cia, o evento “Mulheres Pretas no Poder: A Noite das Vozes Negras” integrou as celebrações pelo Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação colocou em pauta a presença de mulheres negras em espaços de liderança e tomada de decisão, incluindo a política institucional. Entre as homenageadas estiveram Marina Silva (Rede-SP), ex-ministra do Meio Ambiente e deputada federal, e Macaé Evaristo (PT-MG), também deputada federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foram reconhecidas Rosângela Hilário, Zara Figueiredo, Jordana Araújo, Jessi Alves, Stela Maria, Madalena, Sol Vega, Milena Moreira, Ana Elisa, Cida Bento e Dani Pimenta. As trajetórias reunidas pelo encontro passam por áreas como educação, produção cultural, comunicação, empreendedorismo e atuação social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Idealizadora do evento e presidente do Instituto Mulher Negra &amp; Cia, a socióloga e comunicadora Ruth Lopes é pré-candidata a deputada federal por São Paulo pelo PT. Entre as participantes mencionadas nos registros públicos consultados, ela é a única cuja pré-candidatura à Câmara dos Deputados pelo estado foi confirmada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Durante muito tempo, aprendemos a celebrar histórias extraordinárias sem perguntar quem sustentou essas trajetórias. Este prêmio nasce para reconhecer mulheres negras que ocupam espaços de liderança e, ao mesmo tempo, lembrar que nenhuma delas chegou até aqui sozinha”, afirmou Ruth.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inspirado no mote “Nunca solte a mão de uma mulher preta”, o encontro destacou a construção coletiva por trás dessas trajetórias e a importância das redes formadas entre mulheres negras de diferentes gerações e campos de atuação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A noite marcou a celebração dos 50 episódios do “Pod da Preta”, apresentado por Ruth Lopes. O evento foi realizado pelo Instituto Mulher Negra &amp; Cia em parceria com a Frente Negra Online.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>O “Adestramento” da mulher negra: quando o racismo e a misoginia são institucionalizados</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-adestramento-da-mulher-negra-quando-o-racismo-e-a-misoginia-sao-institucionalizados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Priscilla Arantes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 13:39:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O que aconteceu na C&#226;mara dos Deputados no dia 2 de julho de 2025 n&#227;o foi um simples embate pol&#237;tico. Foi um ataque p&#250;blico e coordenado contra a Ministra Marina Silva, que &#233;, al&#233;m de Ministra do Meio Ambiente e Mudan&#231;a do Clima, deputada federal eleita pelo povo brasileiro, ou seja, ela faz parte daquela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O que aconteceu na Câmara dos Deputados no dia 2 de julho de 2025 não foi um simples embate político. Foi um ataque público e coordenado contra a <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/marina-silva-critica-violencia-politica-de-genero-apos-fala-sobre-enforca-la-psicopatas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministra Marina Silva</a></strong>, que é, além de Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, deputada federal eleita pelo povo brasileiro, ou seja, ela faz parte daquela Casa. Mesmo assim, ou justamente por isso, foi alvo de insultos, distorções, ironias, desrespeito e misoginia, num espetáculo que mais parecia um linchamento institucional do que uma audiência pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deputados como <strong>Rodolfo Nogueira (PL-MS)</strong>, que presidia a sessão e fez piada com o uso de avião oficial pela Ministra; <strong>Evair Vieira de Melo (PP-ES)</strong>, que liderou os ataques com discurso inflamado e recheado de desinformação; além de <strong>Gustavo Gayer (PL-GO), Zé Trovão (PL-SC), Delegado Caveira (PL-PA), Silvia Waiãpi (PL-AP), Pastor Marco Feliciano (PL-SP), Rodrigo da Zaeli (PL-MT) e Coronel Chrisóstomo (PL-RO)</strong>, todos atuaram como se estivessem acima da Constituição, do regimento interno e do mínimo de decência parlamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Utilizaram o microfone e a imunidade parlamentar, que deveria proteger o debate democrático como escudo para seus preconceitos individuais, escancarando o racismo, o machismo e a intolerância religiosa com ares de normalidade. Essa imunidade não foi feita para isso. O que vimos foi a distorção de um privilégio constitucional sendo usado para tentar silenciar e humilhar uma das figuras públicas mais respeitadas do Brasil e do mundo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A violência política tem cor e gênero</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">É impossível assistir ao que aconteceu com Marina Silva e não reconhecer o padrão: a violência institucional contra mulheres negras no Brasil é muito mais brutal do que contra qualquer homem branco sob as mesmas condições. O que Marina enfrentou naquela audiência não seria tolerado se fosse dirigido a um ministro branco, de elite, ligado aos mesmos interesses que ela enfrenta diariamente com coragem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A necessidade de mais mulheres no Congresso é inquestionável. Mas o que também é inquestionável, e revoltante, é que todas que chegam estão submetidas a um tratamento inconstitucional, violento, deslegitimador e, muitas vezes, impune. Isso não é democracia, é barbárie travestida de debate.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E que fique claro: Marina não estava ali como convidada, como alguém de fora. Ela é deputada federal eleita, com a legitimidade que muitos ali parecem querer esquecer. Seu lugar é naquela Casa, e sua voz incomoda exatamente porque representa um Brasil que eles se recusam a aceitar: plural, diverso, popular, negro, amazônico, resistente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ataques não foram apenas pessoais, foram estratégicos. Acusaram a Ministra de “perseguir o agro”, de “confiscar gado”, de “culpar São Pedro” pelas queimadas, e de liderar um ministério “inoperante”. Tudo isso enquanto ignoram deliberadamente os dados que mostram uma queda de 46% no desmatamento da Amazônia e um investimento recorde em fiscalização e combate a incêndios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao distorcer os fatos, esses parlamentares tentam sabotar políticas públicas que buscam proteger o meio ambiente, conter o colapso climático e enfrentar crimes ambientais. Fazem isso em nome de uma suposta “defesa do produtor rural”, mas, na prática, defendem interesses ilegais e predatórios que avançam sobre terras públicas, indígenas e de conservação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Silenciar Marina é silenciar tudo o que ela representa ela, que hoje, um dos principais símbolos vivos da luta por justiça socioambiental. E é justamente isso que a torna alvo. Atacam Marina porque ela ousa dizer não à devastação. Porque ela diz sim à floresta, aos povos originários, à ciência e à democracia. Porque sua trajetória — uma mulher negra, evangélica, vinda do seringal — é uma ameaça à lógica racista e elitista que ainda domina o poder político brasileiro.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a Deputada Juliana Cardoso (PT-SP) denuncia que Marina é atacada “por não se curvar e não se vender”, ela está dizendo o óbvio que muitos insistem em ignorar. E quando a Deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG) afirma que “o que precisa ser adestrado nesta Casa é o racismo e a misoginia”, ela aponta o cerne do problema: o racismo político está institucionalizado, e ninguém faz nada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A democracia está em risco e o silêncio é cúmplice</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Essa audiência foi mais do que um episódio vergonhoso. Ela é um alerta sobre o que está em jogo. A tentativa de calar Marina é também uma tentativa de desacreditar os dados, atacar as instituições ambientais, relativizar o papel do Parlamento e transformar a arena política em um ringue de ódio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E não podemos esquecer: muitos dos que hoje atacam Marina são os mesmos que flertaram com os atos antidemocráticos. São os mesmos que defendem a liberação total de agrotóxicos, o garimpo ilegal e o desmonte das leis ambientais. Eles não têm compromisso com o futuro, têm compromisso com a destruição.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Nossa resposta precisa ser coletiva, defender Marina Silva é defender a legitimidade das mulheres negras na política, a integridade das políticas ambientais, a ciência, o direito à verdade e o Estado Democrático de Direito. Não é apenas sobre uma pessoa. É sobre o Brasil que queremos construir e o Brasil que precisamos proteger.</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Não basta mais dizer “repudiamos”. É hora de exigir responsabilização pública e política. É hora de cobrar dos partidos, das lideranças e da sociedade civil que digam: não aceitaremos mais esse tipo de violência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marina não está sozinha. Ela representa milhões de brasileiras e brasileiros que lutam todos os dias para existir com dignidade. E enquanto houver uma floresta em pé e uma mulher negra resistindo no poder, haverá esperança.<br><em>Por </em><strong><em>Priscilla Arantes</em></strong><em>, comunicadora de impacto com ênfase em Políticas Públicas, fundadora do Instituto Afroella e </em><strong><em>Natália Figueiredo</em></strong><em>, gerente de Políticas Públicas da Proteção Animal Mundial.</em></p>
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		<title>&#8216;Se ponha no seu lugar’: Ministras negras enfrentam machismo e racismo no exercício do poder</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 13:48:45 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">As ministras <strong>Marina Silva</strong> (Meio Ambiente) e<strong> Macaé Evaristo </strong>(Direitos Humanos e Cidadania), duas mulheres negras em posições de destaque no governo <strong>Lula</strong>, são alvos de ataques machistas e racistas sofridos durante exercício de suas funções. Nesta terça-feira (27), Marina reagiu a ofensas em audiência no Senado, enquanto Macaé  contou em um evento que sofre ataques cotidianos nas redes sociais. Os casos, que não são uma novidade na política, mostram o desrespeito das instituições e do público com as mulheres e, sobretudo, com mulheres negras que estão na luta por causas fundamentais para a vida em sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se ponha no seu lugar&#8221;, disse o senador <strong>Marcos Rogério</strong> (PL-RO), à<strong> Marina Silva</strong> enquanto a ministra tentava defender seu ponto de vista durante a discussão na Comissão de Infraestrutura do Senado sobre pavimentação na Amazônia. Alvo de provocações e interrupções, ela também teve o microfone desligado pelo senador, que também era presidente do colegiado. Já <strong>Macaé Evaristo</strong> falou sobre violência online no Power Trip Summit, em Salvador: &#8220;Recebo xingamentos todos os dias, desde ‘é terrível olhar para mim’ até ofensas ao meu corpo, cabelo e sorriso&#8221;, disse. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os recentes acontecimentos, que não são casos isolados, trazem de volta às reflexões de <strong>Lélia Gonzalez</strong> sobre como a mulher negra é vista na sociedade brasileira. No livro Por um <em>Feminismo Afro-Latino-Americano</em>, que reúne diálogos e reflexões da intelectual, ela lembra como a opressão racista confina mulheres negras a estereótipos degradantes, mostrando que o racismo e o sexismo as colocam no &#8220;nível mais alto de opressão&#8221;. À exemplo das violências que sofrem nossas ministras, quando são silenciadas e subestimadas, não por sua trajetória política, mas porque há um incômodo em ver suas imagens negras, politizadas e insubordinadas ocupando lugares de autoridade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A dimensão racial nos impõe uma inferiorização ainda maior&#8221;, diz Lélia no livro, mas aqui sabemos que é necessário resistir, como sempre resistimos em nome de nossa existência. Marina incomodou ao resistir: &#8220;Eles gostariam que eu fosse uma mulher submissa. E eu não sou&#8221;, disse ela em entrevista após o episódio da última terça-feira. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto<strong> Macaé Evaristo</strong> destacou a resistência de mulheres negras no poder: &#8220;Nosso país é racista, machista e patriarcal. Precisamos construir uma irmandade para nos proteger&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No livro &#8220;Discursos de ódio contra negros nas redes sociais&#8221;, escrito pela jornalista<strong> Luciana Barreto</strong>, ela mostra que mulheres negras são as maiores vítimas dos discursos de ódio na internet. “Uso no livro uma pesquisa do <strong>professor Luiz Valério Trindade</strong> que mostra que 81% dos discursos de ódio racistas são direcionados às mulheres negras com características semelhantes a minha: profissional com curso superior, cabelo crespo etc”, afirmou em<a href="https://mundonegro.inf.br/em-livro-sobre-discurso-de-odio-na-internet-luciana-barreto-revela-que-mulheres-negras-sao-81-das-vitimas/"> entrevista</a> ao <strong>Mundo Negro</strong>. Ela ainda completa:&#8221; Tem uma intencionalidade muito evidente quando analisamos estes casos: o hater quer minar o emocional, quer atingir e distrair a vítima. De certa maneira, o hater quer “eliminar” a vítima daquele espaço, daquele local que ele julga não pertencer a ela. Brinco quando falo sobre isso: “não vou dar este gostinho ao hater”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós sabemos que resistir pode ser muito difícil, mas isso para nós, mulheres negras é a garantia da nossa sobrevivência. </p>
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		<title>Marina Silva critica violência política de gênero após fala sobre &#8216;enforcá-la&#8217;: &#8220;psicopatas&#8221;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/marina-silva-critica-violencia-politica-de-genero-apos-fala-sobre-enforca-la-psicopatas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 13:00:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ministra do Meio Ambiente e Mudan&#231;a do Clima, Marina Silva, reagiu nesta quarta-feira (19) &#224;s declara&#231;&#245;es do senador Pl&#237;nio Val&#233;rio (PSDB-AM), que, durante um evento no Amazonas na &#250;ltima sexta-feira (14), disse: &#8220;Imagine o que &#233; tolerar a Marina seis horas e dez minutos sem enforc&#225;-la&#8221;. A fala do parlamentar gerou rep&#250;dio e foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, <strong>Marina Silva</strong>, reagiu nesta quarta-feira (19) às declarações do senador <strong>Plínio Valério</strong> (PSDB-AM), que, durante um evento no Amazonas na última sexta-feira (14), disse: &#8220;Imagine o que é tolerar a Marina seis horas e dez minutos sem enforcá-la&#8221;. A fala do parlamentar gerou repúdio e foi classificada pela ministra como uma incitação à violência contra mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Com a vida dos outros não se brinca. Quem brinca com a vida dos outros ou faz ameaça aos outros de brincadeira e rindo, só os psicopatas são capazes de fazer isso&#8221;, afirmou <strong>Marina Silva</strong> durante participação no programa <em>Bom Dia, Ministra</em>, transmitido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Ela ressaltou que a divergência política não pode se transformar em incentivo à violência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra também associou a declaração do senador a uma postura misógina. &#8220;Dificilmente isso seria dito se o debate fosse com um homem. É dito porque é com uma mulher preta, de origem humilde e uma mulher que tem uma agenda que, em muitos momentos, confronta os interesses de alguns&#8221;, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marina Silva</strong> destacou que a violência política de gênero é uma realidade constante, mesmo para mulheres em posições de destaque. &#8220;Se uma mulher que consegue se tornar governadora, prefeita, deputada, senadora ou ministra sofre violência política de gênero; [sofrem ainda] mais as mulheres de um modo geral, aquelas que não estão em posição muitas vezes de visibilidade&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio ocorreu durante um evento em que<strong> Plínio Valério</strong> criticava a participação de <strong>Marina Silva</strong> em uma audiência da CPI das ONGs. A fala do senador gerou reações também no Senado. Nesta quarta, o presidente da Casa, <strong>Davi Alcolumbre</strong>, usou a sessão plenária para repreender Valério, sugerindo que ele reconsiderasse suas palavras. &#8220;Fazer uma referência a essa fala, até mesmo justificar se foi uma fala equivocada&#8221;, disse Alcolumbre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o senador amazonense manteve sua posição. &#8220;Se você perguntar: ‘você faria de novo?’. Não. ‘Mas está arrependido?’. Não, porque eu não ofendi&#8221;, declarou Valério.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Com mais de 3 mil focos de incêndio no Pantanal, Marina Silva faz alerta: &#8220;Uma das piores situações já vistas&#8221;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/com-mais-de-3-mil-focos-de-incendio-no-pantanal-marina-silva-faz-alerta-uma-das-piores-situacoes-ja-vistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Anthunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 19:42:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo de Mato Grosso do Sul decretou situa&#231;&#227;o de emerg&#234;ncia por causa dos inc&#234;ndios no Pantanal.&#160;Apenas em 2024, mais 3 mil focos de fogo em grandes propor&#231;&#245;es foram registrados na regi&#227;o. At&#233; este domingo (23), o bioma registrou uma &#225;rea queimada de 627 mil hectares, com 480 mil hectares em Mato Grosso do Sul [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O governo de <strong>Mato Grosso do Sul </strong>decretou situação de emergência por causa dos incêndios no Pantanal. Apenas em 2024, mais 3 mil focos de fogo em grandes proporções foram registrados na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até este domingo (23), o bioma registrou uma área queimada de 627 mil hectares, com 480 mil hectares em Mato Grosso do Sul e 148 mil hectares em Mato Grosso, conforme informações da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Esses números já ultrapassam os de 2020, ano que marcou o recorde de devastação no bioma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, declarou que essa é uma das &#8216;piores situações já vistas&#8217;. <em>&#8220;Na Amazônia, a estiagem leva para esforços em relação à logística e abastecimento. E, no Pantanal, tem a ver com logística e incêndio. Porque nós estamos diante de uma das piores situações já vistas no Pantanal”,</em> declarou. &#8220;<em>Toda a bacia do Paraguai está em escassez hídrica severa. Nós não tivemos a cota de cheia, não tivemos interstício entre o El Niño e a La Niña, e isso faz com que uma grande quantidade de matéria orgânica em ponto de combustão esteja causando incêndios que são fora da curva em relação a tudo que se conhece”.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Marina também destacou que um dos principais fatores que contribuem para o aumento das queimadas são os incêndios intencionais iniciados por pecuaristas para renovar pastagens. <em>&#8220;Temos um dado que mostra que nos municípios que mais desmatam, há mais incêndios. No caso de Corumbá (MS), o município que mais desmatou, não por acaso, é também o que mais tem incêndios,”</em> pontuou.</p>
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		<title>Marina Silva defende decretação de estado de emergência climática em 1.942 cidades brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 May 2024 15:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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		<category><![CDATA[marina silva]]></category>
		<category><![CDATA[mudança climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marina Silva, ministra do Meio Ambiente e Mudan&#231;a do Clima, defendeu a decreta&#231;&#227;o de estado de emerg&#234;ncia em 1.942 cidades do Brasil, que correm risco de desastres clim&#225;ticos extremos, durante entrevista &#224; CNN Brasil, nesta sexta-feira (3). Nos &#250;ltimos dias, os brasileiros t&#234;m acompanhado os desastres que ocorridos no Rio Grande do Sul. Na noite [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://mundonegro.inf.br/marina-silva-e-eleita-uma-das-100-pessoas-mais-influentes-do-mundo-pela-time-ela-e-a-unica-brasileira-na-lista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Marina Silva</strong>, <strong>ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima</strong></a>, defendeu a decretação de estado de emergência em 1.942 cidades do Brasil, que correm risco de desastres climáticos extremos, durante entrevista à CNN Brasil, nesta sexta-feira (3). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos dias, os brasileiros têm acompanhado os desastres que ocorridos no<strong> Rio Grande do Sul</strong>. Na noite de quarta-feira, 1º de maio, o Estado decretou estado de calamidade após fortes chuvas que afetaram mais de 350 mil pessoas em 235 municípios. Na tarde de hoje, a Defesa Civil gaúcha confirmou que o número de mortos subiu para 37, além de 74 pessoas que continuam desaparecidas e 74 feridas. Mais de 30 mil pessoas estão fora de casa, sendo 7.949 pessoas em abrigos e 23.598 desalojados (na casa de familiares ou amigos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Marina Silva, o decreto permite que ações continuadas combatam episódios similares a esses. “Qual é a nossa expectativa? De poder decretar emergência climática nos 1.942 municípios que são suscetíveis a eventos climáticos extremos. Ao decretar emergência climática, você pode ter ações que sejam continuadas, às vezes de remoção de população, de drenagem, de encosta, de uma infraestrutura que seja adequada, sistemas de alerta que sejam rápidos, combinando tecnologia com relação e em integração com a comunidade”, explicou a ministra. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para conseguir essa medida, a Marina Silva conversou com o <strong>ministro da Fazenda, Fernando Haddad</strong>, sobre a possibilidade de garantir, por meio de excepcionalidade fiscal, recursos permanentes para municípios afetados no país. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós estamos dialogando com o Ministério Público, com o Tribunal de Contas da União (TCU), para decretar emergência em caráter permanente, para ter investimentos que sejam continuados. E aí você vai continuando por etapas, porque isso são investimentos de longo prazo. Você começa pelas áreas de maior risco. Qual é o problema? É que você tem que mudar a legislação”, disse.</p>
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		<title>Marina Silva é eleita uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela TIME ; ela é a única brasileira na lista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Arthur Anthunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 15:02:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva foi eleita pela revista TIME como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2024. Ela &#233; a &#250;nica brasileira na lista, que tamb&#233;m inclui nomes estrangeiros como Colman Domingo, Taraji P. Henson e Burna Boy. Marina entrou na categoria de &#8216;l&#237;deres&#8217;. &#8220;Natural da Amaz&#244;nia, de fam&#237;lia de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Ministra do Meio Ambiente, <strong>Marina Silva</strong> foi eleita pela revista TIME como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2024. Ela é a única brasileira na lista, que também inclui nomes estrangeiros como <strong>Colman Domingo</strong>, <strong>Taraji P. Henson</strong> e <strong>Burna Boy</strong>. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="597" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/site-100-1024x597.png" alt="" class="wp-image-65687" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/site-100-1024x597.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/site-100-300x175.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/site-100-150x88.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/site-100-768x448.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/site-100-696x406.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/site-100-1068x623.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/site-100-720x420.png 720w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/site-100.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Agência Brasil</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Marina entrou na categoria de &#8216;líderes&#8217;. <em>&#8220;Natural da Amazônia, de família de seringueiros, Marina Silva aprendeu a ler e escrever ainda adolescente. Ela se tornou uma das senadoras mais influentes do Brasil e se candidatou à presidência&#8221;</em>, destacou a TIME.<em> &#8220;Hoje, como Ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas do país , ela está reconstruindo a capacidade do Brasil de deter o desenfreado desmatamento ilegal na Amazônia, uma missão que tem estado no centro de sua vida política e ativista. </em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O tradicional veículo norte-americano também destacou o trabalho de Marina em prol da energia sustentável. &#8220;<em>Contra todas as probabilidades, ela está a pressionar corajosamente por uma transição doméstica da energia centralizada baseada em combustíveis fósseis para a energia renovável gerada localmente&#8221;</em>, destacou o editorial.<em> &#8220;A nível internacional, ela defende que reconsideremos as nossas perspectivas limitadas sobre o que pode custar a proteção da natureza e, em vez disso, adotemos uma compreensão mais abrangente do extraordinário impacto econômico e valor que a natureza oferece</em>&#8220;.</p>
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		<title>Ministério do Meio Ambiente sofre desmonte e Marina Silva lamenta: &#8220;estamos vivendo um momento difícil&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michael Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 15:51:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[marina silva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos &#250;ltimos dias o Minist&#233;rio do Meio Ambiente vem sofrendo ataques que podem impactar o futuro da pasta. Nesta quinta-feira (25), durante a cerim&#244;nia de posse do novo presidente do Instituto Chico Mendes de Conserva&#231;&#227;o da Biodiversidade (ICMBio), a ministra Marina Silva disse que &#8220;estamos vivendo um momento dif&#237;cil&#8221;.&#160; &#8220;N&#243;s estamos vivendo um momento dif&#237;cil, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos dias o Ministério do Meio Ambiente vem sofrendo ataques que podem impactar o futuro da pasta. Nesta quinta-feira (25), durante a cerimônia de posse do novo presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a ministra Marina Silva disse que “estamos vivendo um momento difícil”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nós estamos vivendo um momento difícil, está difícil para todo mundo. Este é o momento das árvores fortes se colocarem na frente para proteger o que é essencial&#8221;, afirmou a ministra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministério de Marina Silva, e também o Ministério dos Povos Indígenas, da Sônia Guajajara, vem perdendo forças no Congresso e fortes críticas de ruralistas ligados ao governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Não está fácil, mas a melhor forma de contribuir é estando aqui, permanecendo aqui para que a gente possa fazer as grandes transformações que o Brasil precisa&#8221;</em>, disse a ministra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Vamos continuar dialogando até o momento da decisão final, que é no plenário. Obviamente que o diálogo interno está acontecendo. É um momento difícil para o nosso governo e uma parte do Congresso quer impor ao governo eleito do presidente Lula o modelo de gestão do governo Bolsonaro”</em>, complementou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entenda o caso</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O embate entre Marina Silva e o governo teve início com a Petrobras que pretende explorar petróleo e gás natural na foz do Amazonas, mas foi negado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Ibama, alegando falta de segurança ambiental do projeto. O que causou uma crise entre a ministra Marina Silva e o governo, principalmente o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já na quarta-feira (24) o Ministério do Meio Ambiente sofreu um “desmonte” da pasta, como uma resposta direta ao conflito. Uma Comissão Mista aprovou uma Medida Provisória, que define uma nova estrutura para o governo de Lula e tira poderes do ministério da Marina. A MP ainda precisa passar pela Câmara e pelo Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Medida, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Política Nacional de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente para o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Cadastro Ambiental Rural (CAR), sai da responsabilidade do MMA e vai para o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. O CAR é um registro obrigatório para propriedades rurais para controle das áreas desmatadas e também era um dos principais meios da Marina de combater a grilagem e o desmatamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério dos Povos Indígenas também foi atacado e sofreu uma perda de poderes. A comissão mista também aprovou a mudança da gestão da demarcação das terras do Ministério dos Povos Indígenas para voltar para o Ministério da Justiça.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados também aprovou um requerimento de urgência para votar o marco temporal das terras indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Não gostamos de ver o que está acontecendo no Congresso. Não é bom para ninguém, inclusive para o Congresso, agronegócio e sobretudo para os avanços que alcançamos ao longo de mais de quatro décadas”</em>, disse Marina na posse.</p>
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		<title>Marina Silva e Taís Araujo são as mulheres negras mais admiradas do Brasil, revela pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Arthur Anthunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 14:21:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[marina silva]]></category>
		<category><![CDATA[Taís Araujo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo levantamento feito pelo Instituto Qualibest, e divulgado pela Forbes Brasil nesta quinta-feira (16), revelou os nomes das mulheres mais admiradas do Brasil. A atual Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, 65, foi a mulher negra mais lembrada pelos brasileiros, seguida pela atriz Ta&#237;s Araujo, 44. Foram ouvidas mais de 1506 pessoas, de diferentes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um novo levantamento feito pelo Instituto Qualibest, e divulgado pela <strong><a href="https://forbes.com.br/forbes-mulher/2023/03/fernanda-montenegro-e-de-novo-a-mulher-mais-admirada-do-pais/">Forbes Brasil</a></strong> nesta quinta-feira (16), revelou os nomes das mulheres mais admiradas do Brasil. A atual Ministra do Meio Ambiente, <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/tag/marina-silva/">Marina Silva</a></strong>, 65, foi a mulher negra mais lembrada pelos brasileiros, seguida pela atriz <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/tag/tais-araujo-3/">Taís Araujo</a></strong>, 44. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram ouvidas mais de 1506 pessoas, de diferentes regiões do país, dentro da pesquisa. A presença de Marina Silva no ranking, citada por 2,5% dos entrevistados, reforça sua imagem perante os brasileiros, principalmente após o maior destaque no cenário político do país, associado à sua luta constante em questões ambientais e de mudança climática. Taís Araujo, por sua vez, citada por 1,7% dos entrevistados, também figurou a lista do ano passado. Sua imagem é, frequentemente, associada a uma pessoa de opiniões sinceras e com uma carreira bem sucedida no mercado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/capa-69-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-62172" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/capa-69-1024x576.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/capa-69-300x169.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/capa-69-150x84.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/capa-69-768x432.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/capa-69-1536x864.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/capa-69-696x392.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/capa-69-1068x601.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/capa-69-747x420.jpg 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/capa-69.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Tom Barreto. </figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;<em>Se por um lado as artes já eram espaços com uma forte presença feminina, vemos agora mulheres do espectro político aparecerem no ranking e se destacarem</em>&#8220;, conta <strong>Daniela Malouf</strong>, diretora-geral da Qualibest. Apesar dos nomes apresentados, dentro do ranking geral de 10 mulheres mais admiradas, apenas duas personalidades negras foram citadas.</p>
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		<item>
		<title>Marina Silva e Sônia Guajajara são anunciadas como novas ministras no governo Lula</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/marina-silva-e-sonia-guajajara-sao-anunciadas-como-novas-ministras-no-governo-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2022 14:04:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
		<category><![CDATA[marina silva]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério dos Povos Originários]]></category>
		<category><![CDATA[Sônia Guajajara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O futuro presidente Luiz In&#225;cio Lula da Silva (PT) nomeou as deputadas eleitas Marina Silva (Rede), 64, como a nova Ministra do Meio Ambiente e a S&#244;nia Guajajara (PSOL), 48, como a primeira Ministra dos Povos Origin&#225;rios. Lula realizou o an&#250;ncio de 16 novos ministros na tarde desta quinta-feira (29), no CCBB (Centro Cultural do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O futuro presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong> (PT) nomeou as deputadas eleitas <strong>Marina Silva</strong> (Rede), 64, como a nova <strong>Ministra do Meio Ambiente</strong> e a <strong>Sônia Guajajara</strong> (PSOL), 48, como a primeira<strong> Ministra dos Povos Originários</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Lula realizou o anúncio de 16 novos ministros na tarde desta quinta-feira (29), no CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil) em Brasília, a três dias para posse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marina Silva volta a assumir o cargo após 14 anos, quando também foi convidada para comandar a pasta nos dois governos de Lula, entre 2003 e 2008. O nome dela já era esperado depois que fontes da articulação do governo confirmaram que a Simone Tebet (MDB), 52, interessada na disputa pelo Meio Ambiente, seria Ministra do Planejamento e Orçamento, também confirmada hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lula havia oferecido a Marina, o cargo de chefe de Autoridade Climático, que segundo ela, seria um &#8220;cargo técnico&#8221; e travou a disputa com Simone Tebet, sem abrir mão do ministério. Mas a emedebista afirmou que só aceitaria assumir a pasta, se entrasse em acordo com a ex-senadora. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas redes sociais, Marina comemorou o cargo: &#8220;Agradeço a confiança depositada pelo @LulaOficial para, juntos com a nossa mobilizada sociedade, enfrentarmos o grande desafio de resgatar e atualizar a agenda socioambiental perdida&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://twitter.com/MarinaSilva/status/1608492287788449792
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<p class="wp-block-paragraph">Sônia Guajajara fez uma publicação antes do anúncio oficial: &#8220;Sinto muito honrada e feliz com a nomeação de Ministra. Mais do que uma conquista pessoal, esta é uma conquista coletiva dos povos indígenas, um momento histórico de princípio de reparação no Brasil. A criação do Ministério é a confirmação do compromisso que Lula assume com nós&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Sinto muito honrada e feliz com a nomeação de Ministra. Mais do que uma conquista pessoal, esta é uma conquista coletiva dos povos indígenas, um momento histórico de princípio de reparação no Brasil. A criação do Ministério é a confirmação do compromisso que Lula assume com nós.</p>&mdash; Sonia Guajajara (@GuajajaraSonia) <a href="https://twitter.com/GuajajaraSonia/status/1608477591354081280?ref_src=twsrc%5Etfw">December 29, 2022</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
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<p class="wp-block-paragraph">A futura ministra foi um dos três nomes enviados pela Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), junto com Joenia Wapichana, deputada federal por Roraima que não conquistou a reeleição; e Weibe Tapeba, vereador de Caucaia (CE), como sugestões para o cargo mais alto do Ministério dos Povos Originários, criado pelo novo governo de Lula que será implementado em 2023. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de eleito, Lula chegou a considerar que a Ministério dos Povos Originários virasse um pasta, mas os ativistas indígenas lutaram para que a promessa feita durante a campanha fosse cumprida. Segundo Lula, o futuro presidente da Funai (Fundação Nacional do Índio) ainda não foi decidido, mas afirmou que será uma pessoa indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De 37 ministérios, cinco são pessoas negras e uma indígena: Marina Silva para o Ministério do Meio Ambiente, Silvio Almeida para Ministério dos Direitos Humanos, Anielle Franco para Ministério da Igualdade, Margareth Menezes para Ministério da Cultura, Luciana Santos para Ciência e Tecnologia e a Sônia Guajajara para o Ministério dos Povos Orginários.</p>
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