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	<title>Arquivos Marielle Franco - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>2ª edição do Programa Marielle Franco oferece bolsas de R$ 3.500 para mulheres negras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 14:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Baob&#225; &#8211; Fundo para Equidade Racial vai conceder bolsas mensais de R$ 3.500 para 30 mulheres negras durante 18 meses, como parte da segunda edi&#231;&#227;o do Programa de Acelera&#231;&#227;o do Desenvolvimento de Lideran&#231;as Femininas Negras: Marielle Franco. A iniciativa, realizada em parceria com a Funda&#231;&#227;o Kellogg, Funda&#231;&#227;o Ford, Open Society Foundation e Instituto Ibirapitanga, [&#8230;]</p>
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<p>O <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/fundo-baoba-e-b3-social-lancam-nova-edicao-do-programa-black-stem-que-oferece-bolsas-no-exterior-para-estudantes-negros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Baobá – Fundo para Equidade Racial</a></strong> vai conceder<strong> bolsas mensais de R$ 3.500 para 30 mulheres negras durante 18 meses</strong>, como parte da segunda edição do <strong>Programa de Aceleração do Desenvolvimento de Lideranças Femininas Negras: Marielle Franco</strong>. A iniciativa, realizada em parceria com a Fundação Kellogg, Fundação Ford, Open Society Foundation e Instituto Ibirapitanga, busca ampliar a presença de mulheres negras em posições estratégicas de liderança política, social e econômica. As inscrições são gratuitas e seguem abertas até 14 de outubro.</p>



<p>Criado em 2019, o programa promove o desenvolvimento político, técnico e socioemocional de mulheres negras – cis, trans ou travestis – que atuam em instituições públicas, organizações da sociedade civil, organismos multilaterais ou empresas privadas. Mais do que o apoio financeiro, a iniciativa visa consolidar lideranças comprometidas com a construção de uma sociedade mais justa, com equidade racial e de gênero.</p>



<p>Além das bolsas, as selecionadas terão acesso a mentorias individuais e coletivas, participação em eventos organizados pelo Fundo Baobá e espaços de troca com outras lideranças femininas negras. O investimento também permitirá a implementação de planos de desenvolvimento individual, incluindo formações técnicas, políticas e socioemocionais, além de aquisição de equipamentos e experiências estratégicas para fortalecer suas trajetórias.</p>



<p>Na primeira edição, o programa apoiou 59 mulheres, com idades entre 22 e 69 anos, de 19 estados brasileiros e do Distrito Federal, representantes de territórios diversos &#8211; de centros urbanos a áreas rurais. As participantes atuavam em diferentes campos – da arte à ciência, passando pelos direitos humanos e pela educação –, o que reforçou a diversidade e pluralidade das trajetórias apoiadas. O impacto se refletiu em redes locais fortalecidas e em iniciativas que continuam ativas, mesmo após o término do ciclo de financiamento.<br><br>A diretora de Programa do Fundo Baobá, Fernanda Lopes, explica a importância dessa segunda edição do programa para o potencial de desenvolvimento das mulheres negras no país.“<em>O </em>2º edital de apoio individual é mais uma oportunidade <em>de </em>investimento em mulheres negras cis e trans<em>,</em> comprometidas com o enfrentamento ao racismo patriarcal e com a implementação de ações inovadoras, regenerativas e sustentáveis<em>. </em>Queremos apoiar e atuar em parceria com aquelas cujos objetivos, projetos e sonhos contribuam com a construção de uma sociedade justa e a promoção da equidade racial e de gênero&#8221;, diz<em>.</em><br> <br>Com metodologia aprimorada a partir da experiência anterior e da escuta de lideranças negras, o programa reafirma seu compromisso em investir na formação política e institucional de mulheres negras, criando redes de apoio e ampliando a capacidade de incidência política dessas lideranças.<br> <br>Viviana Santiago, pedagoga e ativista pelos direitos humanos de populações marginalizadas, foi uma das participantes da primeira edição do Programa Marielle Franco. Ela falou em 2022, em depoimento gravado, sobre o impacto positivo do programa na sua vida. “Quando penso na minha trajetória profissional, no meu percurso, eu tenho certeza de que tudo aquilo por onde eu caminhei e tudo aquilo que eu venho conquistando como profissional e liderança negra tem relação com o fato de nunca ter caminhado sozinha. Tem a ver com eu ter contado com a presença, com o apoio e conhecimento de outras mulheres negras e instituições que possibilitaram a mim ter acesso ao conhecimento, seja por cursos de formação e rodas de reflexão”, afirmou naquela oportunidade.<br> <br>Midiã Noelle, mestre em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia, foi outra donatária da primeira edição e compartilhou sua experiência de transformação em depoimento feito em vídeo em 2022. “Fui uma das aceleradas do Programa Marielle Franco e foi uma experiência muito importante, porque eu pude fortalecer minha liderança. Eu tinha o entendimento, fiz a minha proposição para entrar no processo, mas eu não reconhecia as minhas potencialidades individuais e como eu poderia construir o meu projeto de vida a partir daquilo que eu amo e acredito. O processo com o Baobá foi importante para eu entender, de fato, qual é meu compromisso comigo mesma”, disse.<br> <br>Ao impulsionar lideranças femininas negras em diferentes áreas do conhecimento – da ciência de dados à arquitetura, da psicologia à engenharia –, o Fundo Baobá fortalece narrativas positivas sobre o protagonismo dessas mulheres e reafirma seu papel central na transformação do Brasil em uma sociedade mais equitativa. </p>



<p><strong>Cronograma do edital individual</strong><br> <br>As inscrições para o Programa Marielle Franco: Apoio Individual são gratuitas e estarão abertas até 14 de outubro de 2025, pelo site <strong><a href="https://baoba.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>baoba.org.br</u></a></strong>. O resultado final será divulgado em 09 de janeiro de 2026.</p>



<p></p>
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		<title>Escola Marielle abre nova edição com foco em formar jovens comunicadores negros nas periferias do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 18:18:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Voltada para juventudes negras das periferias cariocas, a nova edi&#231;&#227;o da Escola Marielle de Comunica&#231;&#227;o est&#225; com inscri&#231;&#245;es abertas at&#233; o dia 8 de junho. A forma&#231;&#227;o gratuita ser&#225; realizada de 25 de julho a 10 de outubro, no Instituto de Filosofia e Ci&#234;ncias Sociais (IFCS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com [&#8230;]</p>
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<p>Voltada para juventudes negras das periferias cariocas, a nova edição da Escola Marielle de Comunicação está com inscrições abertas até o dia 8 de junho. A formação gratuita será realizada de 25 de julho a 10 de outubro, no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com certificação oficial como curso de extensão da instituição.</p>



<p>Idealizada pelo Instituto Marielle Franco em parceria com a organização Narra e apoio do IFCS/UFRJ, a iniciativa tem como objetivo formar uma nova geração de comunicadores e comunicadoras políticas comprometidas com causas sociais e com a transformação das realidades periféricas.</p>



<p>A formação será dividida em dois módulos: o primeiro, teórico, ocorrerá entre julho e setembro, enquanto o segundo, prático, será realizado entre setembro e outubro. Os conteúdos abordarão temas como comunicação estratégica, redes sociais, storytelling, audiovisual, identidade visual, imprensa, fotografia, captação de recursos e inteligência artificial. O curso também contará com mentorias em grupo e apoio para o desenvolvimento de campanhas reais, com foco em ações como a Marcha das Mulheres Negras.</p>



<p>Para garantir acesso e permanência, a Escola Marielle oferecerá auxílio-transporte, alimentação e materiais pedagógicos durante os encontros presenciais.</p>



<p>“A Escola Marielle é uma semente viva do legado de Marielle Franco, que acreditava profundamente no poder da comunicação para transformar o mundo. Formar comunicadoras e comunicadores políticos das periferias é, para nós, uma forma de disputar narrativas, valorizar memórias e construir futuros possíveis”, afirma <strong>Luyara Franco</strong>, filha de Marielle Franco e Diretora de Legado do Instituto.</p>



<p><strong>Luna Costa</strong>, fundadora e diretora executiva da Narra, destaca a potência já existente nas favelas: “As juventudes negras têm produzido uma comunicação potente e criativa na cultura, arte, humor e estética. Essas narrativas não apenas desafiam estruturas, mas constroem novos horizontes. A Escola vem justamente para reconhecer, fortalecer e conectar essas potências.”</p>



<p>As inscrições podem ser feitas até o dia 8 de junho pelo site <a href="http://escolamarielle.org">escolamarielle.org</a> ou pelas redes sociais das organizações envolvidas. A seleção levará em conta o perfil, a motivação e o envolvimento prévio com comunicação política ou de causas.</p>



<p></p>
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		<title>Anielle Franco critica cassação do mandato de Brazão por excesso de faltas e não por acusação do crime contra Marielle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 13:44:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A justificativa para a cassa&#231;&#227;o do mandato do ex-deputado Chiquinho Braz&#227;o pela C&#226;mara nesta quinta-feira (24) gerou rea&#231;&#227;o indignada da ministra Anielle Franco, irm&#227; da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), assassinada em 2018. O motivo: a decis&#227;o foi baseada apenas no excesso de faltas do parlamentar, e n&#227;o em seu suposto envolvimento como mandante do crime [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A justificativa para a cassação do mandato do ex-deputado <strong>Chiquinho Brazão</strong> pela Câmara nesta quinta-feira (24) gerou reação indignada da ministra <strong>Anielle Franco</strong>, irmã da vereadora <strong>Marielle Franco </strong>(PSOL-RJ), assassinada em 2018. O motivo: a decisão foi baseada apenas no excesso de faltas do parlamentar, e não em seu suposto envolvimento como mandante do crime que também vitimou o motorista <strong>Anderson Gomes</strong>.</p>



<p>Em vídeo publicado nas redes sociais, Anielle questionou o que classificou como uma &#8220;justiça pela metade&#8221;. &#8220;O suposto mandante do assassinato da minha irmã perdeu o seu mandato na Câmara dos Deputados. Mas vai ser um passo importante para a justiça e para a democracia brasileira? Nos preocupou muito que as motivações por trás dessa cassação sejam apenas justificadas por faltas e não pela acusação de um possível envolvimento em um assassinato tão vil, tão cruel como que foi o da Marielle e do Anderson. A manutenção dos direitos políticos de quem mandou matar Marielle é um desrespeito com a sociedade e está exposto assim na nossa cara&#8221;, afirmou.</p>



<blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Posicionamento sobre a perda do mandato de um dos acusados de ser o mandante do assassinato de a Marielle e Anderson.<br><br>Vale reforçar que os possíveis envolvidos continuam presos, sob investigação, e seguirão respondendo à justiça. <a href="https://t.co/MK0OwPEUIQ">pic.twitter.com/MK0OwPEUIQ</a></p>&mdash; Anielle Franco (@aniellefranco) <a href="https://twitter.com/aniellefranco/status/1915735221657350344?ref_src=twsrc%5Etfw">April 25, 2025</a></blockquote> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p>A Mesa Diretora da Câmara, liderada pelo presidente <strong>Hugo Motta</strong> (Republicanos-PB), seguiu o artigo 55 da Constituição, que prevê perda de mandato por ausência em mais de um terço das sessões. Brazão, preso desde março de 2024 e atualmente em prisão domiciliar, já havia tido o mandato cassado pelo Conselho de Ética em 2024, mas o processo só foi concluído agora.</p>



<p><strong><a href="https://mundonegro.inf.br/por-unanimidade-stf-torna-reus-os-acusados-de-mandar-matar-marielle-franco/">Irmãos Brazão se tornaram réus no caso de assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes</a></strong></p>



<p>Em junho de 2024, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, de forma unânime, abrir uma ação penal contra os envolvidos no assassinato da vereadora <strong>Marielle Franco </strong>e de seu motorista,<strong> Anderson Gomes</strong>, ocorrido em 2018. A denúncia, apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em maio, foi aceita pelos ministros e inclui os irmãos <strong>Domingos e Chiquinho Brazão</strong>, o delegado <strong>Rivaldo Barbosa</strong>, o ex-policial <strong>Ronald Paulo de Alves</strong> e o ex-assessor <strong>Robson Calixto Fonseca</strong> como acusados.</p>



<p>O ministro <strong>Alexandre de Moraes,</strong> relator do caso, afirmou que a acusação apresentou evidências substanciais ligando os interesses da organização criminosa aos assassinatos, e sustentou que o STF tem a competência necessária para julgar o caso. <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/presos-suspeitos-de-mandar-matar-marielle-franco-familia-celebra-um-passo-mais-perto-das-respostas/">Segundo a denúncia apresentada pela Procuradoria no mês passado</a></strong>, os irmãos Brazão teriam ordenado o assassinato para proteger interesses econômicos das milícias e silenciar a oposição política de <strong>Marielle Franco</strong>. A acusação é fundamentada na delação premiada do ex-policial <strong>Ronnie Lessa</strong>, que confessou ser o executor dos homicídios.</p>
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		<title>5ª edição do Festival Justiça por Marielle e Anderson cobra respostas sobre mandantes do crime após sete anos</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/5a-edicao-do-festival-justica-por-marielle-e-anderson-cobra-respostas-sobre-mandantes-do-crime-apos-sete-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 15:46:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A 5&#170; edi&#231;&#227;o do Festival Justi&#231;a por Marielle e Anderson acontece nesta sexta-feira (14), &#224;s 17h, na Pra&#231;a da Pira Ol&#237;mpica, no centro do Rio de Janeiro, com uma programa&#231;&#227;o que inclui shows, atividades culturais e debates gratuitos. O evento, organizado pelo Instituto Marielle Franco, marca os sete anos do assassinato da vereadora e de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A 5ª edição do <strong>Festival Justiça por Marielle e Anderson</strong> acontece nesta sexta-feira (14), às 17h, na <strong>Praça da Pira Olímpica</strong>, no centro do Rio de Janeiro, com uma programação que inclui shows, atividades culturais e debates gratuitos. O evento, organizado pelo <strong>Instituto Marielle Franco</strong>, marca os sete anos do assassinato da vereadora e de seu motorista, <strong>Anderson Gomes</strong>, ocorrido em 14 de março de 2018.</p>



<p>Neste ano, o festival ocorre após o júri popular que condenou os executores do crime, mas as famílias das vítimas e organizadores do evento seguem cobrando respostas sobre os mandantes do assassinato. <strong>Luyara Franco</strong>, filha de Marielle e diretora de Legado do instituto, destacou em suas redes sociais seu compromisso para manter vivo o legado deixado pela mãe. “O dia 14 de março nunca será só mais um dia. É memória viva, é resistência, é amor que nem a violência conseguiu silenciar. A cada ano, reafirmo meu compromisso de manter sua história acesa, de não deixar que sua voz se perca, de transformar a saudade em força&#8221;.</p>



<p>A programação do festival inclui shows de artistas como <strong>Tássia Reis, Rashid, Mc Carol, Grupo No Lance &amp; Eliza, Dance Maré, Os Garotin e Noite das Estrelas</strong>, além de atividades culturais e debates. O evento terá transmissão ao vivo.</p>



<p>No sábado (15), parte da programação em homenagem à vereadora ocorre com o lançamento do livro infantil <strong>A História de Marielle Franco</strong>, escrito pela professora <strong>Pamella Passos</strong>, integrante do conselho consultivo do Instituto Marielle Franco e comadre da vereadora. O livro narra a trajetória de Marielle, desde sua infância e juventude na Maré até se tornar uma referência na luta pelos direitos humanos. O lançamento acontece na <strong>Livraria Eduardo Da Vinci</strong>, na Avenida Rio Branco, 185, no centro do Rio, às 10h.</p>



<p><strong>Marielle Franco</strong> foi eleita vereadora do Rio de Janeiro em 2016 com mais de 40 mil votos e tornou-se uma das principais vozes no combate ao crime organizado e na defesa dos direitos humanos. Ela e o motorista<strong> Anderson Gomes</strong> foram executados a tiros na noite de 14 de março de 2018, em um crime que chocou o país. Os executores confessos do crime apontaram <strong>Chiquinho Brazão</strong> e <strong>Domingos Brazão</strong> como os mandantes do assassinato. A vereadora era conhecida por seu trabalho contra a milícia e o crime organizado, o que, segundo investigações, teria motivado o atentado.</p>



<p><strong>Serviço</strong><br><strong>Festival Justiça por Marielle e Anderson</strong><br>Local: Praça da Pira Olímpica (Rua Primeiro de Março, 76-86 – Centro, Rio de Janeiro)<br>Horário: 17h<br>Entrada: Gratuita<br>Transmissão ao vivo disponível.</p>



<p>O caso Marielle e Anderson segue em aberto, com a sociedade cobrando respostas sobre os mandantes do crime que completa sete anos sem solução definitiva.</p>
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		<title>Caso Marielle Franco: Ronnie Lessa é condenado a 78 anos de prisão e Élcio de Queiroz a 59 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 18:27:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Elcio Queiroz]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Ronnie Lessa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ap&#243;s mais de seis anos do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, os ex-sargentos da Pol&#237;cia Militar do Rio de Janeiro Ronnie Lessa e &#201;lcio de Queiroz, foram condenados &#224; pris&#227;o pelo 4&#186; Tribunal do J&#250;ri do Rio. Ronnie Lessa, autor dos disparos, recebeu a pena de 78 anos e 9 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após mais de seis anos do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, os ex-sargentos da Polícia Militar do Rio de Janeiro Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, foram condenados à prisão pelo 4º Tribunal do Júri do Rio. </p>



<p>Ronnie Lessa, autor dos disparos, recebeu a pena de 78 anos e 9 meses de prisão, enquanto Élcio de Queiroz, que dirigiu o carro no atentado, foi condenado a 59 anos e 8 meses. Ambos também foram condenados a pagar juntos R$ 706 mil em indenização por dano moral para cada uma das vítimas.</p>



<p>O aguardado júri popular começou na manhã de quarta-feira (30) e foi encerrado na noite desta quinta-feira (31), com a decisão dos jurados. &#8220;A Justiça por vezes é lenta, é cega, é burra, é injusta, é errada, é torta, mas ela chega. A Justiça chega para aqueles que como os acusados acham que jamais serão atingidos pela Justiça&#8221;, disse a juíza Lúcia Glioche durante a sentença.</p>



<p>No entanto, os réus firmaram acordos de delação premiada, para reduzirem a execução da pena. Eles levaram informações que avançaram nas investigações, especialmente em relação aos mandantes do crime, os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe de Polícia Civil do Rio. Lessa ficará preso por, no máximo, 18 anos em regime fechado – e mais 2 anos em regime semiaberto. Já o Queiroz ficará preso, no máximo, por 12 anos em regime fechado.</p>



<p>Os prazos começaram a contar a partir da data em que foram presos, no dia 12 de março de 2019. Sendo assim, já foram descontados 5 anos e 7 meses das penas de cada um. Caso seja comprovado que houve alguma mentira na delação premiada, a acordo de cada réu pode ser anulado. </p>



<p>Os ex-sargentos prestaram depoimentos e assistiram ao julgamento por videoconferência da cadeia onde estão presos. Ronnie está no Complexo Penitenciário de Tremembé, em São Paulo, e Élcio no Complexo da Papuda, presídio federal em Brasília.</p>



<p><strong><em>Com informações do g1</em></strong></p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/caso-marielle-franco-ronnie-lessa-e-condenado-a-78-anos-de-prisao-e-elcio-de-queiroz-a-59-anos/">Caso Marielle Franco: Ronnie Lessa é condenado a 78 anos de prisão e Élcio de Queiroz a 59 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<title>&#8220;Estou aqui como uma mãe que sofreu esses anos todos com a falta da filha&#8221;, diz mãe de Marielle Franco durante julgamento</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/estou-aqui-como-uma-mae-que-sofreu-esses-anos-todos-com-a-falta-da-filha-diz-mae-de-marielle-franco-durante-julgamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 13:08:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O julgamento de Ronnie Lessa e &#201;lcio de Queiroz, r&#233;us confessos pelo assassinato da ex-vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, foi retomado na manh&#227; desta quinta-feira, 31, no Rio de Janeiro, por volta das 8h, onde a justi&#231;a deve anunciar o veredito. Os familiares de Marielle chegaram juntos ao local. O primeiro dia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O julgamento de <strong>Ronnie Lessa</strong> e <strong>Élcio de Queiroz</strong>, réus confessos pelo assassinato da ex-vereadora <strong>Marielle Franco </strong>e do motorista <strong>Anderson Gomes</strong>, foi retomado na manhã desta quinta-feira, 31, no Rio de Janeiro, por volta das 8h, onde a justiça deve anunciar o veredito. Os familiares de Marielle chegaram juntos ao local. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/IMG_2388-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-84817" style="width:670px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/IMG_2388-1024x683.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/IMG_2388-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/IMG_2388-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/IMG_2388-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/IMG_2388-1536x1025.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/IMG_2388-2048x1366.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/IMG_2388-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/IMG_2388-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/IMG_2388-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/IMG_2388-1920x1281.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Família de Marielle Franco chega para o segundo dia de julgamento. | Foto: Mayara Donaria</figcaption></figure>
</div>


<p>O primeiro dia de julgamento foi marcado por um forte clima de dor e revolta. Durante mais de 13 horas, amigos e familiares das vítimas compartilharam suas histórias de luto e os anseios por justiça. <strong>Marinete Silva</strong> foi uma das vozes mais impactantes do dia. Emocionada, ela relembrou momentos da vida da filha, destacando a dor insuportável que a perda causou à família. &#8220;Cada vez mais dói, dói muito. Perder uma mãe, como a Luyara perdeu, nunca passou em nossa mente o que aconteceu com a minha filha. É uma falta, um vazio, um coração que tem um pedaço que foi arrancado covardemente, injustamente &#8220;, afirmou. Marinete também enfatizou sua não presença como uma mãe de uma figura pública, mas como uma mãe que sofre: &#8220;Estou aqui como uma mãe que sofreu esses anos todos com a falta da filha&#8221;.</p>



<p><strong>Fernanda Chaves</strong>, única sobrevivente do ataque que vitimou Marielle e Anderson, descreveu a cena do crime, detalhando os momentos de terror que viveu enquanto pedia ajuda. A viúva de Anderson, <strong>Ágatha Arnaus</strong>, lembrou que seu filho tinha apenas 1 ano e 7 meses quando o pai foi assassinado, e sua vida desde então foi marcada pela ausência e pelo sofrimento.</p>



<p>Os Réus, <strong>Ronnie Lessa</strong> e <strong>Élcio de Queiroz</strong> contaram, em detalhes, como planejaram e executaram o crime. Durante o depoimento, Lessa pediu perdão às famílias das vítimas, uma atitude que provocou reações de negação e angústia entre os presentes. A mãe de Marielle se mostrou visivelmente afetada pela confissão, enquanto a filha e a irmã de Marielle, <strong>Anielle Franco</strong>, choravam.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><a href="https://mundonegro.inf.br/seis-anos-depois-julgamento-dos-acusados-no-caso-marielle-e-anderson-comeca-no-rio/">Relembre o caso</a></strong></h3>



<p><strong>Marielle Franco</strong> e <strong>Anderson Gomes</strong> foram mortos no dia 14 de março de 2018, quando saíam de um evento que a vereadora havia acabado de participar. Anderson dirigia o carro quando o veículo foi alvejado a tiros no bairro do Estácio, no Rio de Janeiro. O assassinato do motorista e da vereadora foi emboscada planejada que teve como executores os ex-policiais <strong>Ronnie Lessa</strong> e <strong>Élcio de Queiroz</strong>, réus confessos pelas mortes.</p>



<p>A acusação afirma que Lessa teria sido o autor dos disparos, enquanto <strong>Élcio de Queiroz</strong> foi responsável por conduzir o veículo utilizado durante o crime. Durante as investigações, a justiça analisou imagens de segurança, fez interceptações telefônicas e quebrou o sigilo bancário de suspeitos de participar do planejamento do crime. Existem indícios de que os acusados possuem ligações com redes de milícia, conforme apontaram as interceptações telefônicas. O processo deve chegar à instâncias superiores já que ainda existem suspeitas sobre quem são os mandantes do crime.</p>



<p>O ex-conselheiro do Tribunal de Contas, <strong>Domingos Brazão</strong>, e o deputado federal,<strong> Chiquinho Brazão</strong>, além do delegado Rivaldo Barbosa estão sendo investigados em um processo no Supremo Tribunal Federal (STF) como suspeitos pela morte de Marielle e Anderson. A suspeita é de que tenham encomendado o assassinato de Marielle com o objetivo de silenciar o trabalho político que a vereadora vinha realizando. </p>



<p><strong>Ronnie Lessa</strong> e <strong>Élcio de Queiroz</strong> podem enfrentar penas de até 84 anos de prisão cada um, devido às acusações de duplo homicídio triplamente qualificado e tentativa de homicídio. De acordo com o jornalista <strong>Ariel Freitas</strong>, o julgamento avalia a responsabilidade direta dos ex-policiais na execução, enquanto o processo paralelo no STF, que investiga os supostos mandantes como<strong> Domingos Brazão</strong> e o delegado <strong>Rivaldo Barbosa</strong>, também pode resultar em penas semelhantes.</p>



<p></p>
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		<title>Seis anos depois, julgamento dos acusados no caso Marielle e Anderson começa no Rio</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/seis-anos-depois-julgamento-dos-acusados-no-caso-marielle-e-anderson-comeca-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 13:48:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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<p>No início da manhã desta quarta-feira (30), teve início o julgamento dos ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, confessos no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Realizado no 4º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, o julgamento ocorre mais de seis anos após o atentado, com os réus acompanhando as sessões por videoconferência a partir da prisão onde estão detidos.</p>



<p>O primeiro depoimento foi de Fernanda Chaves, assessora de Marielle e sobrevivente do ataque. Ela descreveu o momento dos disparos, destacando o choque inicial e o impacto duradouro do evento. Emocionada, Chaves relembrou como precisou deixar o país após o ataque, enfrentando anos de insegurança e readaptação. &#8220;Eu estava ensanguentada, muito suja de sangue. E comecei a gritar por socorro, pedir ajuda, por uma ambulância&#8221;, detalhou.</p>



<p>O segundo depoimento foi de Marinete Silva, mãe de Marielle. Marinete abordou a trajetória da filha, desde o envolvimento com causas sociais até o início da carreira política, destacando o vazio deixado por sua ausência. Ela mencionou ainda seu próprio receio inicial em relação ao cargo público de Marielle, motivado pelas crescentes ameaças e pressões. Em suas palavras, a candidatura de Marielle era um ponto de preocupação, mas ela destacou o comprometimento e o amor que a filha tinha pelo seu trabalho.</p>



<p>A terceira testemunha, Mônica Benício, viúva de Marielle, também emocionou o tribunal. Benício relembrou o compromisso de Marielle com os direitos das minorias e seu crescimento na política. Descreveu ainda o impacto pessoal e profissional da perda, destacando o último encontro entre elas. “Eu lembro do último segundo que vi a minha esposa com vida. E ela disse: ‘Eu te amo’”, revelou.</p>



<p>Este julgamento deve durar ao menos dois dias e conta com o depoimento de nove testemunhas, que auxiliarão na análise das acusações de duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio. Se condenados, os réus poderão enfrentar penas de até 84 anos cada. Em paralelo, o Supremo Tribunal Federal mantém o processo contra outros suspeitos de envolvimento, incluindo figuras como Domingos Brazão e Rivaldo Barbosa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><span class="td_text_columns_two_cols"><strong>Entenda o caso</strong></span></h3>



<p>O assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes ocorreu em 14 de março de 2018, quando o carro em que estavam foi alvejado a tiros no bairro do Estácio, no Rio de Janeiro. Marielle, vereadora e ativista de direitos humanos, e Anderson, seu motorista, foram mortos em uma emboscada planejada, que gerou indignação nacional e internacional, impulsionando uma investigação ampla e complexa. O crime foi visto como um ataque não apenas à figura de Marielle, mas também aos valores que ela representava na luta contra a violência institucional e pelo empoderamento das minorias.</p>



<p>Após meses de investigação, os ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz foram apontados como executores do crime. Segundo a acusação, Lessa teria sido o autor dos disparos, enquanto Queiroz dirigia o veículo usado na emboscada. A investigação foi marcada pela análise de imagens de segurança, interceptações telefônicas e quebra de sigilo bancário, além de indícios que revelaram ligações dos acusados com redes de milícia. Apesar da prisão e do julgamento atual dos dois executores, as suspeitas sobre os mandantes do crime ainda pairam, levando o processo a instâncias superiores.</p>



<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) mantém ativo um processo paralelo que investiga figuras de destaque suspeitas de serem os mandantes do crime, como o ex-conselheiro do Tribunal de Contas Domingos Brazão e o deputado federal Chiquinho Brazão, além do delegado Rivaldo Barbosa. Esses suspeitos respondem pelo crime devido ao foro privilegiado, e a suspeita é de que o assassinato tenha sido encomendado para calar Marielle em função de seu trabalho político. Se condenados, os envolvidos, incluindo Lessa e Queiroz, podem enfrentar penas que somam até 84 anos de prisão cada, pelos crimes de duplo homicídio triplamente qualificado e tentativa de homicídio.</p>



<p>Caso sejam condenados, Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz poderão enfrentar penas de até 84 anos de prisão cada um, devido às acusações de duplo homicídio triplamente qualificado e tentativa de homicídio. O julgamento avalia a responsabilidade direta dos ex-policiais na execução, enquanto o processo paralelo no STF, que investiga os supostos mandantes como Domingos Brazão e o delegado Rivaldo Barbosa, também pode resultar em penas semelhantes.<br><br></p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/seis-anos-depois-julgamento-dos-acusados-no-caso-marielle-e-anderson-comeca-no-rio/">Seis anos depois, julgamento dos acusados no caso Marielle e Anderson começa no Rio</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<item>
		<title>Julgamento de acusados do assassinato de Marielle acontece dia 30 de outubro</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/julgamento-de-acusados-do-assassinato-de-marielle-acontece-dia-30-de-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 17:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na impresa]]></category>
		<category><![CDATA[Elcio Queiroz]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No pr&#243;ximo dia 30 de outubro, Ronnie Lessa e &#201;lcio de Queiroz, ex-policiais militares acusados do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, enfrentar&#227;o j&#250;ri popular no 4&#186; Tribunal do J&#250;ri do Rio de Janeiro. O julgamento, previsto para as 9h, marca um momento crucial em um caso que permanece em evid&#234;ncia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No próximo dia 30 de outubro, Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, ex-policiais militares acusados do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, enfrentarão júri popular no <strong>4º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro.</strong> O julgamento, previsto para as 9h, marca um momento crucial em um caso que permanece em evidência desde 2018.</p>



<p>Segundo as investigações, Lessa teria efetuado os disparos contra Marielle e Anderson, enquanto Queiroz dirigia o veículo usado no ataque. O crime, ocorrido em março de 2018, chocou o país e chamou a atenção de organizações internacionais, que questionam a motivação política por trás do assassinato e buscam transparência no desfecho do processo. Ambos os réus respondem por homicídio duplamente qualificado e por tentativa de homicídio contra a assessora de Marielle, Fernanda Chaves, que sobreviveu ao ataque.</p>



<p>Para garantir segurança no julgamento e evitar tumultos, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou o julgamento sem a presença de público externo, limitando o acesso àqueles diretamente envolvidos no processo. Com o julgamento se aproximando, o Ministério Público e as defesas se preparam para a apresentação das provas, enquanto organizações de direitos humanos planejam acompanhar de perto os desdobramentos do caso.</p>



<p>Lessa e Queiroz, que já cumprem outras penas por envolvimento com atividades criminosas, foram transferidos para a penitenciária de Tremembé, em São Paulo, como medida de segurança. Movimentos sociais e familiares de Marielle Franco têm se manifestado regularmente, pedindo justiça e transparência nas investigações, que ainda buscam identificar os mandantes do crime. O caso Marielle Franco tornou-se um símbolo de luta contra a violência política e tem mobilizado a sociedade brasileira em campanhas de combate à violência e defesa dos direitos humanos.</p>
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		<item>
		<title>Por unanimidade, STF torna réus os acusados de mandar matar Marielle Franco</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/por-unanimidade-stf-torna-reus-os-acusados-de-mandar-matar-marielle-franco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 18:34:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, de forma un&#226;nime, abrir uma a&#231;&#227;o penal contra os envolvidos no assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, ocorrido em 2018. A den&#250;ncia, apresentada pela Procuradoria-Geral da Rep&#250;blica (PGR) em maio deste ano, foi aceita pelos ministros e inclui os irm&#227;os Domingos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, de forma unânime, abrir uma ação penal contra os envolvidos no assassinato da vereadora <strong>Marielle Franco </strong>e de seu motorista,<strong> Anderson Gomes</strong>, ocorrido em 2018. A denúncia, apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em maio deste ano, foi aceita pelos ministros e inclui os irmãos <strong>Domingos e Chiquinho Brazão</strong>, o delegado <strong>Rivaldo Barbosa</strong>, o ex-policial <strong>Ronald Paulo de Alves</strong> e o ex-assessor <strong>Robson Calixto Fonseca</strong> como acusados.</p>



<p>O ministro <strong>Alexandre de Moraes,</strong> relator do caso, afirmou que a acusação apresentou evidências substanciais ligando os interesses da organização criminosa aos assassinatos, e sustentou que o STF tem a competência necessária para julgar o caso. <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/presos-suspeitos-de-mandar-matar-marielle-franco-familia-celebra-um-passo-mais-perto-das-respostas/">Segundo a denúncia apresentada pela Procuradoria no mês passado</a></strong>, os irmãos Brazão teriam ordenado o assassinato para proteger interesses econômicos das milícias e silenciar a oposição política de Marielle Franco. A acusação é fundamentada na delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, que confessou ser o executor dos homicídios.</p>



<p><em>&#8220;De forma clara e lógica, a Procuradoria Geral da República expôs que, após a colaboração premiada de um dos suspeitos — na verdade o executor material confesso, Ronnie Lessa —, foi possível colher indícios mínimos de autoria e materialidade a respeito da existência de uma organização criminosa relacionada às milícias do estado do Rio de Janeiro, no qual, em tese […] o deputado federal João Francisco Inácio [Chiquinho] Brazão faria parte, exercendo influência política desde os anos 2000 e que teria sido o responsável pela prática como mandante dos crimes de homicídios&#8221;</em>, declarou o ministro.</p>



<p>Este processo prepara o terreno para o julgamento definitivo, no qual os acusados poderão ser absolvidos ou condenados, com a determinação das penas correspondentes.</p>
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		<item>
		<title>O que separa a Marielle Franco da Cláudia Ferreira? </title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-que-separa-a-marielle-franco-da-claudia-ferreira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tainara Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 21:36:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[claudia silva ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tivemos o Domingo de Ramos marcado pela pris&#227;o dos acusados de serem os&#160; mandates do assassinato com 4 tiros na cabe&#231;a em 14 de mar&#231;o de 2018, da 5&#170;&#160; vereadora mais votada da cidade do Rio de Janeiro nas elei&#231;&#245;es de 2016, com&#160; 46.502 votos.&#160; Marielle Franco, mulher negra, ativista e cria da favela da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tivemos o Domingo de Ramos marcado pela prisão dos acusados de serem os&nbsp; mandates do assassinato com 4 tiros na cabeça em 14 de março de 2018, da 5ª&nbsp; vereadora mais votada da cidade do Rio de Janeiro nas eleições de 2016, com&nbsp; 46.502 votos.&nbsp;</p>



<p>Marielle Franco, mulher negra, ativista e cria da favela da Maré que a gente sabe&nbsp; a cor da pele de quem e por quem ela travava sua luta. “Nós estamos no&nbsp; processo democrático, vai ter que aturar mulher negra, trans, lésbica ocupando&nbsp; a diversidade.” entoou a Marielle em um dos seus discursos. E infelizmente,&nbsp; foram esses atravessamentos que incomodaram a ponto de ceifar a sua vida.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Por mais que, acreditemos que a política é, e porque é, a ferramenta de&nbsp; transformação social, foi ela também que conduziu a impunidade do seu caso,&nbsp; arrastado por 6 anos numa tríade de polícia, política e crime como bem elucidou&nbsp; o Marcelo Freixo.&nbsp;</p>



<p>Mas não é só de dor e revolta que este crime é conduzido. Neste aparato público&nbsp; temos a sua irmã, atual ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, que assim&nbsp; como tantas outras mulheres negras encabeçaram o que podemos chamar de&nbsp; um “contragolpe da impunidade.”&nbsp;</p>



<p>Candidaturas femininas em todo o Brasil se baseiam na trajetória de Marielle&nbsp; para dar continuidade à diversidade na qual se referia. “Vamos levante e lute!”&nbsp; parafraseando Edson Gomes é assim que se articula a resistência do movimento&nbsp; negro para não se perder o que já conquistou neste país. Tainá de Paula (PT),&nbsp; Thais Ferreira (PSOL), Karen Santos (PSOL), Laura Sito (PT), Bruna Rodrigues&nbsp; (PCdoB) são algumas dessas guerreiras.&nbsp;</p>



<p>O lugar da mulher negra neste país ainda é de subalternização e não&nbsp; protagonismo, o que se faz ainda mais importante e necessária a presença&nbsp; feminina nas esferas de poder pois, é a ausência dela que se apega a&nbsp; impunidade pois, quem espera justiça de corpos que são violentados há mais de&nbsp; 500 anos?&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Os 06 anos de Marielle não estão distantes dos 10 anos de Cláudia Silvia&nbsp; Ferreira, arrastada por 350 metros num carro da Polícia Militar pelas ruas do&nbsp; bairro de Madureira, também no Rio de Janeiro. Quando marcamos os 06 anos&nbsp; de Mari é porque tememos que se aconteça o mesmo: impunidade.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O juiz Alexandre Abrahão Teixeira, do 3º Tribunal do Júri, concluiu que os&nbsp; policiais acusados eram inocentes. Será que se uma mulher negra estivesse a&nbsp; frente deste caso a sentença seria a mesma? Remetendo mais uma vez a Edson&nbsp; Gomes: “No campo de batalha cheira a morte, no campo de batalha a morte é&nbsp; mais forte.” o que pedimos aqui é que deixemos de morrer e que as rédeas deste&nbsp; país, em todas as suas dimensões, seja orientada pela maioria populacional,&nbsp; neste Brasil que é afro-brasileiro.</p>
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