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	<title>Arquivos Luiz Gama - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 28 Jul 2025 14:46:24 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Novas evidências revelam mais detalhes sobre infância de Luiz Gama e a história de Luiza Mahin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 13:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[abolição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Documentos in&#233;ditos revelam novos detalhes sobre a inf&#226;ncia de Luiz Gama, s&#237;mbolo da luta contra a escravid&#227;o no Brasil, e a exist&#234;ncia de sua m&#227;e, Luiza Mahin. O intelectual negro nasceu livre em Salvador, em 21 de junho de 1831 &#8212; e n&#227;o em 1830, como se acreditava. Ele foi vendido como escravizado pelo pr&#243;prio [&#8230;]</p>
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<p>Documentos inéditos revelam novos detalhes sobre a infância de<strong> <a href="https://mundonegro.inf.br/com-ajuda-da-inteligencia-artificial-exposicao-recria-retratos-de-africanos-libertos-por-luiz-gama-no-seculo-xix/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luiz Gama</a></strong>, símbolo da luta contra a escravidão no Brasil, e a existência de sua mãe, <strong>Luiza Mahin</strong>. O intelectual negro nasceu livre em Salvador, em 21 de junho de 1831 — e não em 1830, como se acreditava. Ele foi vendido como escravizado pelo próprio pai aos 9 anos de idade, enviado ao Rio de Janeiro e, depois, a São Paulo, onde se alfabetizou, conquistou sua liberdade e se tornou um dos maiores defensores de pessoas negras escravizadas.</p>



<p>Pela primeira vez, registros históricos confirmam trechos da biografia do abolicionista. Segundo informações reveladas pela Folha de São Paulo, a comprovação vem de documentos guardados no <strong>Arquivo Público do Estado da Bahia</strong>: escrituras, testamento e um registro de batismo encontrados pelas pesquisadoras <strong>Lisa Earl Castillo</strong>, doutora em letras, e <strong>Wlamyra Albuquerque</strong>, historiadora e professora da UFBA (Universidade Federal da Bahia). As descobertas estão reunidas em artigo que será publicado na revista Afro-Ásia, do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) da UFBA.</p>



<p>Entre os achados está o testamento de <strong>Maria Rosa de Jesus</strong>, tia do pai de Luiz Gama, que confirma a origem do patrimônio familiar e aponta Luiza, descrita como nagô &#8211; grupo étnico da África Ocidental, como mãe de um menino chamado Luiz Gonzaga Pinto da Gama,<strong> “livre de toda a escravidão como se assim nascesse”</strong>. </p>



<p>O testamento também foi fundamental para que as pesquisadoras localizassem o registro de batismo de Luiz Gama, encontrado na freguesia de Santana, em Salvador. No documento, o pai, <strong>Antônio Agostinho Carlos Pinto da Gama</strong>, não aparece como genitor, mas como padrinho do menino — uma prática comum no período escravista. </p>



<p>No arquivo, o advogado também foi descrito como &#8220;pardo forro com três meses e meio de idade, filho de Luiza, escrava de Maria Rosa de Jesus&#8221;, contrariando a versão do abolicionista de que a sua mãe era uma africana livre, que havia sido presa por envolvimento em &#8220;planos de insurreições de escravos&#8221;, conforme ele relatou em carta ao também abolicionista Lúcio de Mendonça. </p>



<p>&#8220;Não existe nenhum indício de que ela tenha lutado na Revolta dos Malês ou na Sabinada. Tudo leva a crer que tenha sido vendida ou incluída em alguma transação feita pelo pai de Luiz Gama. E isso não diminui a importância histórica dela. Pelo contrário, isso a humaniza&#8221;, pontua Wlamyra Albuquerque&#8221;, disse Wlamyra Albuquerque à Folha de São Paulo.</p>



<p>Essa construção narrativa, segundo as pesquisadoras, pode ter sido uma forma de proteger a própria subjetividade diante do trauma. &#8220;Ele gera essa mulher, ele está criando essa narrativa. E a gente não quer dizer que a criação dessa narrativa é falsa. Tem a questão de serem lembranças de uma criança e tem a condição humana dele, que pode ter construído essa imagem para sobreviver emocionalmente&#8221;, completou Wlamyra.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Histórico do Genitor</strong></h3>



<p>As descobertas também ajudam a reconstituir a origem paterna de Luiz Gama. Seu pai, descrito por ele como fidalgo, que pertencia a &#8220;uma das principais famílias da Bahia de origem portuguesa&#8221;, e um “revolucionário em 1837”, pertencia a uma família com raízes em Santo Amaro, na Bahia. </p>



<p>Documentos mostram que, o pai de Ana Maria era desembargador, apesar de um certo prestígio e poder aquisitivo, Antônio Agostinho era um homem endividado, com histórico de jogos, conforme já havia relatado Luiz Gama, além de negociações de imóveis herdados. Em 1840, após perder quase todo o patrimônio, vendeu o próprio filho — um ato de traição tripla, segundo as autoras: como pai, como padrinho e como tutor legal da criança.</p>



<p>Para as pesquisadoras é urgente a importância de resgatar memórias apagadas pelo racismo. &#8220;A documentação apresentada constitui mais um passo na construção de um diálogo ponderado entre memória, mito e a pesquisa documental sobre as experiências do negro e suas lutas insurgentes no Brasil. E a pesquisa histórica tem papel central nessa dinâmica.&#8221;</p>
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		<title>Filme &#8216;Doutor Gama&#8217; resgata história de um dos mais importantes juristas abolicionistas do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jun 2025 08:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[doutor gama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje &#233; dia de celebrar o nascimento de um dos maiores nomes da luta abolicionista no Brasil, Luiz Gama (1830-1882). Advogado autodidata, jornalista e poeta, Gama libertou mais de 500 pessoas escravizadas e se tornou s&#237;mbolo da resist&#234;ncia negra. Sua vida &#233; retratada no filme &#8216;Doutor Gama&#8217;, dirigido por Jeferson De. No longa, a trajet&#243;ria [&#8230;]</p>
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<p>Hoje é dia de celebrar o nascimento de um dos maiores nomes da luta abolicionista no Brasil, Luiz Gama (1830-1882). Advogado autodidata, jornalista e poeta, Gama libertou mais de 500 pessoas escravizadas e se tornou símbolo da resistência negra. Sua vida é retratada no filme &#8216;Doutor Gama&#8217;, dirigido por <strong>Jeferson De</strong>.</p>



<p>No longa, a trajetória do abolicionista é interpretada por três atores em diferentes fases: <strong>César Mello</strong>, <strong>Ângelo Fernandes</strong> e <strong>Pedro Guilherme</strong>. As atrizes <strong>Mariana Nunes</strong> e <strong>Samira Carvalho</strong> dividem o papel de <strong>Claudina Fortunato</strong>, esposa de Gama, retratando-a em distintas etapas da vida.</p>



<p>Filho de <strong>Luísa Mahin</strong>, ex-escravizada de origem africana, e de um fidalgo português que o vendeu aos 10 anos, Gama reconquistou a liberdade na juventude ao provar que havia nascido livre. Aos 17 anos, aprendeu Direito sozinho e, mesmo sem diploma, obteve autorização para atuar como jurista.</p>



<p>Na imprensa, fundou os jornais Diabo Coxo (1864) e O Cabrião (1866), usando a escrita para denunciar violações das leis antiescravistas. Em 1859, publicou &#8220;Primeiras Trovas Burlescas&#8221;, obra poética com críticas sociais e raciais. Reconhecido postumamente, Gama foi nomeado patrono da abolição da escravidão no Brasil em 2018 e, em 2015, recebeu o título de advogado pela OAB.</p>



<p>O elenco ainda conta com nomes como <strong>Romeu Evaristo</strong>, <strong>Zezé Motta</strong>, <strong>Teka Romualdo</strong>, <strong>Sidney Santiago</strong>, <strong>Dani Ornellas</strong>, <em>Alan Rocha</em>, <strong>Erom Cordeiro</strong>, <strong>Johnny Massaro</strong>, <strong>Higor Campagnaro</strong> e <strong>Isabél Zuaa</strong>, em um retrato plural da sociedade brasileira do século XIX.</p>
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		<title>Com ajuda da inteligência artificial, exposição recria retratos de africanos libertos por Luiz Gama no século XIX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 16:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Escravizados]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tecnologia e ancestralidade se encontram na exposi&#231;&#227;o &#8220;Eu, amanuense que escrevi&#8230;&#8221;, que estreia no dia 16 de maio no Arquivo P&#250;blico do Estado de S&#227;o Paulo, na capital paulista. A partir de registros hist&#243;ricos feitos &#224; m&#227;o pelo abolicionista, jurista, escritor e jornalista Luiz Gama, a mostra utilizou intelig&#234;ncia artificial para reconstruir os rostos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tecnologia e ancestralidade se encontram na exposição <strong>“Eu, amanuense que escrevi…”</strong>, que estreia no dia 16 de maio no <strong>Arquivo Público do Estado de São Paulo</strong>, na capital paulista. A partir de registros históricos feitos à mão pelo abolicionista, jurista, escritor e jornalista <a href="https://mundonegro.inf.br/governo-cria-premio-luiz-gama-de-direitos-humanos-e-revoga-medalha-princesa-isabel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Luiz Gama</strong></a>, a mostra utilizou inteligência artificial para reconstruir os rostos de 120 africanos libertos por ele entre 1864 e 1866. </p>



<p>Gama utilizou a lei de proibição do tráfico negreiro para emancipar os africanos e o uso da IA foi com base nas descrições físicas contidas nos documentos originais do Luiz Gama, para gerar rostos como retratos 3&#215;4, acompanhados por cédulas de identidade <strong>(RG)</strong> produzidas com dados atualizados, como se essas pessoas pudessem, hoje, acessar um direito básico ainda negado a muitos: o de existir oficialmente.</p>



<p>O conjunto documental sobre o abolicionista reúne nove periódicos que abordam sua atuação, incluindo o livro <strong>“Matrículas de Africanos Emancipados”</strong> de 1864, que contém manuscritos assinados pelo Gama. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="789" height="622" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-17.54.58.jpeg" alt="" class="wp-image-90081" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-17.54.58.jpeg 789w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-17.54.58-300x237.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-17.54.58-150x118.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-17.54.58-768x605.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-17.54.58-533x420.jpeg 533w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/WhatsApp-Image-2025-05-07-at-17.54.58-696x549.jpeg 696w" sizes="(max-width: 789px) 100vw, 789px" /><figcaption class="wp-element-caption">Crédito: Divulgação</figcaption></figure>



<p>Assinada por <strong>Diego Rimaos</strong>, a exposição também marca o reconhecimento do acervo <strong>“Presença Negra no Arquivo: Luiz Gama, articulador da liberdade (1830-1882)”</strong> como <strong>Patrimônio Documental da América Latina e do Caribe </strong>pela <strong>Unesco</strong>. O trabalho resgata e valoriza a luta de Gama pela liberdade e pela justiça, ao mesmo tempo em que aproxima o público das histórias de quem teve sua humanidade negada pelo sistema escravocrata.</p>



<p>“A recente decisão da Unesco é uma justiça histórica, reconhecendo a grandiosidade da obra de Luiz Gama, maior jurista do mundo moderno. Esta conquista é fruto do esforço da sociedade civil e do Estado de São Paulo, cuja missão é resgatar e recuperar esse legado custodiado pelo Arquivo Público”, comenta<strong> Bruno Rodrigues de Lima</strong>, responsável pela identificação do conjunto inicial dos documentos, pesquisador do Instituto Max Planck, fundador da Sociedade Luiz Gama e organizador das obras completas do abolicionista, premiado pelo Jabuti Acadêmico de 2024, com o volume “Direito 1870 &#8211; 1875: Luiz Gama” (Ed.Hedra).</p>



<p>A abertura contará com uma roda de conversa com especialistas e representantes do movimento negro, que irão refletir sobre memória, reparação histórica e o legado transformador de Luiz Gama. Entre os convidados estão Bruno Lima, <strong>Ednusa Ribeiro</strong>, do Arquivo do Estado e Meninas Mahin, <strong>Ligia Ferreira</strong>, da Fundação Bienal de São Paulo e a Universidade Federal de São Paulo.</p>



<p>A mostra é gratuita e poderá ser visitada no Arquivo Público do Estado de São Paulo, em Santana, zona norte da capital paulista.</p>



<p><strong>Serviço<br>Exposição “Eu, amanuense que escrevi…”<br></strong>Inauguração: 16 de maio de 2025<br>Local: Arquivo Público do Estado de São Paulo – Rua Voluntários da Pátria, 596,<br>Santana<br>Horário: 14h às 19h</p>
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		<item>
		<title>Governo Federal cria Prêmio Luiz Gama de Direitos Humanos e revoga medalha Princesa Isabel</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/governo-cria-premio-luiz-gama-de-direitos-humanos-e-revoga-medalha-princesa-isabel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 16:31:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
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		<category><![CDATA[Luiz Gama]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na &#250;ltima sexta-feira , 31 de mar&#231;o, o Governo Federal instituiu o Pr&#234;mio Luiz Gama de Direitos Humanos e revogou&#160;a Ordem do M&#233;rito da Princesa Isabel, segundo o governo, &#8220;um equivocado reconhecimento&#8221; assinado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro no final do mandato no ano passado. A decis&#227;o de criar um pr&#234;mio com o nome do abolicionista [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na última sexta-feira , 31 de março, o <strong><a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2023/abril/premio-luiz-gama-de-direitos-humanos-e-instituido-pelo-governo-federal-em-movimento-que-devolve-o-brasil-as-reais-raizes-nacionais">Governo Federal</a></strong> instituiu o Prêmio Luiz Gama de Direitos Humanos e revogou a Ordem do Mérito da Princesa Isabel, segundo o governo, &#8220;um equivocado reconhecimento&#8221; assinado pelo ex-presidente <strong>Jair Bolsonaro</strong> no final do mandato no ano passado. A decisão de criar um prêmio com o nome do abolicionista negro foi publicada ontem (3) no <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/decreto-n-11.463-de-31-de-marco-de-2023-474524846">Diário oficial da Uniã</a>o (DOU). </p>



<p>De acordo com uma nota publicada pelo governo, o decreto assinado pelo presidente <strong>Lula</strong> e pelo ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, <strong>Silvio Almeida</strong>, é uma “demonstração de mudança de paradigma”. &nbsp;“Não se trata de afirmar que uma pessoa branca não possa integrar a luta antirracista, mas de reafirmar o símbolo vital que envolve essa substituição: o reconhecimento de um homem negro abolicionista enquanto defensor dos direitos humanos”, afirmou <strong>Rita Oliveira</strong>, secretária-executiva do MDHC.</p>



<p>O Prêmio Luiz Gama de Direitos Humanos acontecerá a cada dois anos, sempre anos pares, e deve ser concedido a pessoas físicas ou jurídicas que tiverem realizado trabalhos notórios na promoção e defesa dos direitos humanos no Brasil.&nbsp;</p>



<p>A pasta que está sob gestão do jurista <strong>Silvio Almeida</strong> será responsável por conceder o prêmio que, segundo o governo, “primará pela cultura, educação e raízes do povo brasileiro na promoção e defesa dos direitos humanos”.</p>



<p>Luiz Gama nasceu na Bahia e era filho de um português com Luiza Mahin, uma importante figura que lutou pela libertação negra da escravização. Vendido como escravizado pelo pai para pagar uma dívida de jogo, Gama frequentou as aulas de Direito da Faculdade de Direito do Largo São Francisco em São Paulo como ouvinte por ter sido proibido de ingressar no curso como aluno. Isso garantiu que ele aprendesse o ofício para ingressar na carreira jurídica.&nbsp;</p>



<p>Luiz Gama trabalhou como advogado, escritor,&nbsp; jornalista e foi um líder abolicionista que ajudou a libertar mais de 500 pessoas escravizadas no Brasil.&nbsp; &nbsp;</p>
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		<title>&#8220;LUIZ GAMA NA PEQUENA ÁFRICA&#8221;, mini documentário sobre o abolicionista brasileiro ganha data de lançamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Arthur Anthunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jan 2022 21:16:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Gama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estrelado por Deo Garcez e Soraia Arnoni, o mini document&#225;rio &#8220;LUIZ GAMA NA PEQUENA &#193;FRICA&#8221; traz a hist&#243;ria do jornalista, poeta e advogado abolicionista que libertou mais 500 escravos do cativeiro ilegal. Os personagens do document&#225;rio convidam o p&#250;blico a caminhar pelo circuito cultural e tur&#237;stico conhecido como Pequena &#193;frica, refletindo sobre o processo hist&#243;rico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estrelado por <strong>Deo Garcez</strong> e <strong>Soraia Arnoni</strong>, o mini documentário <em>&#8220;LUIZ GAMA NA PEQUENA ÁFRICA&#8221;</em> traz a história do jornalista, poeta e advogado abolicionista que libertou mais 500 escravos do cativeiro ilegal.  Os personagens do documentário convidam o público a caminhar pelo circuito cultural e turístico conhecido como <strong>Pequena África</strong>, refletindo sobre o processo histórico de escravidão no Rio de Janeiro. As gravações foram realizadas em cinco pontos do circuito: Largo de São Francisco da Prainha, Pedra do Sal, Cais do Valongo e da Imperatriz, Cemitério dos Pretos Novos e Morro da Conceição.  O documentário, produzido pela Nova Criativa Social, será lançado no dia 28 de janeiro de 2022 e ficará disponível no site oficial do projeto: <a href="https://www.espetaculoluizgama.com.br/">https://www.espetaculoluizgama.com.br</a>. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="681" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/13_luiz_gama_na_pequena___frica_-_foto_marcelo_oliveira_bot_6963-1024x681.jpg" alt="" class="wp-image-43902" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/13_luiz_gama_na_pequena___frica_-_foto_marcelo_oliveira_bot_6963-1024x681.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/13_luiz_gama_na_pequena___frica_-_foto_marcelo_oliveira_bot_6963-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/13_luiz_gama_na_pequena___frica_-_foto_marcelo_oliveira_bot_6963-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/13_luiz_gama_na_pequena___frica_-_foto_marcelo_oliveira_bot_6963-768x511.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/13_luiz_gama_na_pequena___frica_-_foto_marcelo_oliveira_bot_6963-1536x1022.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/13_luiz_gama_na_pequena___frica_-_foto_marcelo_oliveira_bot_6963-2048x1363.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/13_luiz_gama_na_pequena___frica_-_foto_marcelo_oliveira_bot_6963-696x463.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/13_luiz_gama_na_pequena___frica_-_foto_marcelo_oliveira_bot_6963-1068x711.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/13_luiz_gama_na_pequena___frica_-_foto_marcelo_oliveira_bot_6963-1920x1278.jpg 1920w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/01/13_luiz_gama_na_pequena___frica_-_foto_marcelo_oliveira_bot_6963-631x420.jpg 631w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Foto: Marcelo Oliveira</figcaption></figure>



<p><strong>SOBRE O ESPETÁCULO</strong></p>



<p>Dirigido por <strong>Ricardo Torres</strong>, o espetáculo teatral &#8220;<strong>LUIZ GAMA: uma voz pela liberdade</strong>&#8221; retrata a importância da história de <strong>Luiz Gama</strong> para o nosso país, trazendo à tona assuntos que refletem na atualidade. Idealizado pelo ator e roteirista <strong>Deo Garcez</strong>, o espetáculo traz a força de um Brasil que luta contra a desigualdade. Soraia Arnoni passeia por diferentes personagens como apresentadora, musa inspiradora e <strong>Luísa Mahin</strong>, mãe do abolicionista. </p>



<p><em>“Trazemos um formato diferente, intitulado biografia dramatizada, que permite-nos apresentar a história de Luiz Gama e passear por alguns personagens escolhidos para contar esta história. Os temas abordados são muito atuais, o que instiga o público a discutir e participar do bate papo com os atores, proposto neste formato, após o espetáculo”</em>, afirma o diretor Ricardo Torres.</p>



<p>A concepção do mini documentário foi inspirado no espetáculo <em>&#8220;LUIZ GA</em>MA: uma voz pela liberdade&#8221;, uma visão histórica da vida de Luiz Gonzaga Pinto da Gama. Nas cenas, o ator Deo Garcez trabalha com diálogos que evocam a luta contra o racismo e a discriminação presente na sociedade brasileira de sua época. A cenografia remete a uma ambientação clássica e intimista. Com uma mesa de canto e duas cadeiras antigas, o ator trabalha a dualidade das expressões teatrais; ora está sentado lendo, encenando momentos de reflexão e ora levanta-se para denunciar as mazelas da sociedade escravocrata. Seu movimento corporal é parte do jogo de revolta e embate envolvendo o advogado e a sociedade. Além disso, a peça traz a mãe de Luiz Gama, encenada por Soraia Arnoni. </p>
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		<title>Depois de viver o pequeno Doutor Gama, Pedro Guilherme alça novos vôos no cinema e nas novelas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/depois-de-viver-o-pequeno-doutor-gama-pedro-guilherme-alca-novos-voos-no-cinema-e-nas-novelas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Aug 2021 15:45:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[doutor gama]]></category>
		<category><![CDATA[Jeferson De]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Gama]]></category>
		<category><![CDATA[Novela]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Guilherme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No in&#237;cio da breve passagem pela inf&#226;ncia do advogado&#160; Luiz Gama em sua cinebiografia rec&#233;m lan&#231;ada, &#8220;Doutor Gama&#8221;, chama a aten&#231;&#227;o a performance do ator mirim Pedro Guilherme, na &#233;poca das filmagens com 9 anos de idade, interpretando o futuro advogado que foi vendido como escravo pelo pai. Para encarnar o abolicionista, Pedro se inspirou [&#8230;]</p>
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<p>No início da breve passagem pela infância do advogado&nbsp; <strong>Luiz Gama</strong> em sua cinebiografia recém lançada, “<strong>Doutor Gama</strong>”, chama a atenção a performance do ator mirim <strong>Pedro Guilherme</strong>, na época das filmagens com 9 anos de idade, interpretando o futuro advogado que foi vendido como escravo pelo pai. Para encarnar o abolicionista, Pedro se inspirou em <strong>Chadwick Boseman</strong>, saudoso ator, eternizado na pele do herói Pantera Negra.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1016" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/85bebfd9-f214-4662-acf5-84fa3653ed35-1024x1016.jpg" alt="" class="wp-image-38891" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/85bebfd9-f214-4662-acf5-84fa3653ed35-1024x1016.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/85bebfd9-f214-4662-acf5-84fa3653ed35-300x298.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/85bebfd9-f214-4662-acf5-84fa3653ed35-150x149.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/85bebfd9-f214-4662-acf5-84fa3653ed35-768x762.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/85bebfd9-f214-4662-acf5-84fa3653ed35-696x690.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/85bebfd9-f214-4662-acf5-84fa3653ed35-1068x1059.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/85bebfd9-f214-4662-acf5-84fa3653ed35-423x420.jpg 423w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/85bebfd9-f214-4662-acf5-84fa3653ed35.jpg 1125w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Pedro Guilherme em cena de &#8216;Doutor Gama&#8217; (Imagem: Divulgação)</figcaption></figure>



<p>No set de filmagem surgiu a amizade entre Pedro e o veterano <strong>Romeu Evaristo</strong>, ex-intérprete do Saci Pererê, um dos personagens favoritos do ator mirim. “Foi linda essa amizade que segue até hoje com a promessa de um filme do diretor (<strong>Jeferson De</strong>) sobre um avô e seu neto que não o conhecia. Ele ficou encantado com seu talento e maturidade em tão pouco tempo de carreira. Criamos uma família, a<strong> Família Gama</strong>, conta a mãe de Pedro Guilherme, Renata de Paula.</p>



<p>O pequeno grande ator contracenou com <strong>Tais Araújo</strong> na elogiada novela “<strong>Amor de Mãe</strong>” (2019-2020), onde fez o papel de Tiago. A parceria rendeu elogios da atriz: “Amo esse menino, ele é potente, talentoso, inteligente, lindo e um parceiro incrível de cena. Ele carrega tanta emoção no olhar que eu embarco e tudo flui lindamente. Pedro, você é uma estrela!!”, postou Araújo em suas redes sociais. Antes desse trabalho, o ator foi o filho de Leandra Leal em “Aruanas” (2019-atual).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/f83a2ff7-dab8-418d-863f-2b4a95b96f88.jpg" alt="" class="wp-image-38892" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/f83a2ff7-dab8-418d-863f-2b4a95b96f88.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/f83a2ff7-dab8-418d-863f-2b4a95b96f88-225x300.jpg 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/f83a2ff7-dab8-418d-863f-2b4a95b96f88-113x150.jpg 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/f83a2ff7-dab8-418d-863f-2b4a95b96f88-150x200.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/f83a2ff7-dab8-418d-863f-2b4a95b96f88-300x400.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/f83a2ff7-dab8-418d-863f-2b4a95b96f88-696x928.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/f83a2ff7-dab8-418d-863f-2b4a95b96f88-315x420.jpg 315w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption>Imagem: Acervo pessoal</figcaption></figure>



<p>“O Pedro Guilherme começou aos 6 anos como modelo fazendo campanhas publicitárias e pela sua desenvoltura com a câmera chegou um teste para uma participação na série &#8220;<strong>3%</strong>&#8221; da<strong> Netflix</strong> e daí nunca mais parou .</p>



<p>&#8220;Seu crescimento teve a companhia do preconceito e desigualdade pela cor da sua pele , pelo cabelo crespo e pela raiva das pessoas que não aceitam que podemos e temos nossos direitos de mostrar nosso talento”, relata a mãe de Pedro. Ambos mudaram de São Paulo para o Rio de Janeiro por conta dos trabalhos, e tem dado certo.</p>



<p>No dia 15 de agosto (domingo), no Festival de Cinema de Gramado, a carinha de Pedro Guilherme será exibida em “O Novelo”, longa-metragem dirigido por Cláudia Pinheiro. O filme acompanha cinco crianças criadas pelo irmão mais velho, após a morte da mãe. Um dia, já adultos, eles recebem a notícia de que um homem em coma em uma UTI pode ser seu pai. Na sala de espera do Hospital os irmãos mergulham em seus conflitos e memórias.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://noticiasdatv.uol.com.br/media/_versions/artigos/globo-amor-de-mae-pedro-guilherme-tais-araujo-reproducao-1-12_fixed_large.jpg" alt="Filho de Taís Araujo em Amor de Mãe, ator entrega bronca de diretor nos  bastidores · Notícias da TV" /><figcaption>Cena da novela &#8216;Amor de Mãe&#8217; (Imagem: Reprodução)</figcaption></figure>



<p>Além do filme, o ator se prepara para voltar aos folhetins globais em “Além da Ilusão”, próxima novela das 18h. “Realmente estou em todas porque sou talentoso e gosto do que faço , quero contar histórias felizes de um menino preto .Eu fico feliz com o reconhecimento do meu trabalho”, conta o ator que estará em cena com <strong>Thiago Lacerda, Claudia Raia, Gabriela Duarte, Eriberto Leão, Bárbara Paz</strong>.</p>



<p>A depender da gana de Pedro Guilherme em abraçar as novas oportunidades, ainda veremos muito de seu trabalho nas telinhas.</p>
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		<title>Sem espetacularizar o sofrimento, &#8216;Doutor Gama&#8217; traz bom suspense de tribunal na cinebiografia do abolicionista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Aug 2021 13:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[César Mello]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Dani Ornellas]]></category>
		<category><![CDATA[doutor gama]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jeferson De]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luiz Gama tem tido cada vez mais reconhecimento, seja por pares do direito, &#225;rea pela qual ficou conhecido, seja por pessoas que t&#234;m tido contato com sua luta abolicionista. E para coroar um ano extremamente ben&#233;fico para a mem&#243;ria de Gama, chega aos cinemas &#8220;Doutor Gama&#8221;, dirigido por Jeferson De. E n&#227;o teria m&#227;os melhores [&#8230;]</p>
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<p><strong>Luiz Gama</strong> tem tido cada vez mais reconhecimento, seja por pares do direito, área pela qual ficou conhecido, seja por pessoas que têm tido contato com sua luta abolicionista. E para coroar um ano extremamente benéfico para a memória de Gama, chega aos cinemas “<strong>Doutor Gama</strong>”, dirigido por Jeferson De. E não teria mãos melhores para comandar um longa sobre essa figura histórica do que o diretor responsável por ‘<strong>Correndo Atrás</strong>’ e ‘<strong>M8 -Quando a Morte Socorre a Vida</strong>’, todos filmes protagonizados por pessoas pretas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="762" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/Angelo-Fernandes-e-Teka-Romualdo-foto-Reproducao-Doutor-Gama-1024x762.jpg" alt="" class="wp-image-38595" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/Angelo-Fernandes-e-Teka-Romualdo-foto-Reproducao-Doutor-Gama-1024x762.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/Angelo-Fernandes-e-Teka-Romualdo-foto-Reproducao-Doutor-Gama-300x223.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/Angelo-Fernandes-e-Teka-Romualdo-foto-Reproducao-Doutor-Gama-150x112.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/Angelo-Fernandes-e-Teka-Romualdo-foto-Reproducao-Doutor-Gama-768x572.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/Angelo-Fernandes-e-Teka-Romualdo-foto-Reproducao-Doutor-Gama-1536x1143.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/Angelo-Fernandes-e-Teka-Romualdo-foto-Reproducao-Doutor-Gama-2048x1524.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/Angelo-Fernandes-e-Teka-Romualdo-foto-Reproducao-Doutor-Gama-696x518.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/Angelo-Fernandes-e-Teka-Romualdo-foto-Reproducao-Doutor-Gama-1068x795.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/Angelo-Fernandes-e-Teka-Romualdo-foto-Reproducao-Doutor-Gama-1920x1429.jpg 1920w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/Angelo-Fernandes-e-Teka-Romualdo-foto-Reproducao-Doutor-Gama-564x420.jpg 564w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/Angelo-Fernandes-e-Teka-Romualdo-foto-Reproducao-Doutor-Gama-80x60.jpg 80w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/08/Angelo-Fernandes-e-Teka-Romualdo-foto-Reproducao-Doutor-Gama-265x198.jpg 265w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>FOTO TIRADA EM PARATY 22/02/2019</figcaption></figure>



<p>O olhar racializado faz bem para o longa que em nenhum momento usa o período de escravidão para chocar o público com cenas de violência contra os escravizados, recurso utilizado recentemente em produções norte-americanas.</p>



<p>O longa passa rapidamente pela infância do futuro advogado e sua vontade de aprender a ler desde pequeno e sua venda como escravizado pelo pai.&nbsp; Em seguida, o jovem Gama (<strong>Angelo Fernandes</strong>) está com Antônio (<strong>Johny Massaro</strong>), o amigo que o ensinou a ler numa mesa de bar conversando com advogados brancos sobre direito com propriedade de doutor. Infelizmente essa fase da vida é mostrada de forma corrida e pouco vemos da formação e dúvidas que permearam a juventude do abolicionista e isso faz um pouco de falta. Inclusive a relação com a jovem <strong>Claudina</strong> (<strong>Samira Carvalho</strong>) que passa correndo apenas mostrando o envio de cartas e os dons de Gama como poeta romântico.</p>



<p>Se o começo do filme parece vacilante e corrido, do meio para frente a obra ganha força e musculatura com <strong>César Mell</strong>o encarnando de maneira excelente o personagem principal, que se vê diante de um caso difícil. Defender José (o ótimo <strong>Sidney Santiago</strong>) de uma condenação certa no caso em que o escravizado matou um ‘senhor’ para defender sua esposa de constantes abusos.</p>



<p>A contraposição às ponderações de Gama no tribunal ficam por conta de Pedro (Erom Cordeiro), que já tinha o antagonizado anos antes. O ator consegue despertar a antipatia esperada de um advogado que prega a morte de um escravizado e fornece bom contraponto ao discurso humanitário defendido por Luiz Gama.&nbsp;</p>



<p>É nos trechos do tribunal que reside a energia máxima do filme. A retórica&nbsp; do brilhante advogado sai de forma convincente da voz de Mello e há uma (não óbvia) quebra da quarta parede, com palavras que vão direto aos corações e mentes do espectador: “<strong>Quando um escravo&nbsp; mata o seu senhor, não estamos falando de assassinato. Não,senhores! Estamos falando de legítima defesa</strong>”.</p>



<p>Os olhos de cumplicidade e angústia de Claudina, vivida por <strong>Mariana Nunes</strong> suprem a ausência de mais diálogos entre os dois, o que desperta a curiosidade de como seria se houvesse maior exploração dessa dinâmica, mas para uma figura tão rica quanto Luiz da Gama, o longa cumpre bem seu objetivo de pintar um retrato sobre um ponto específico de sua história.</p>



<p>Não seria surpresa se Jeferson De fosse chamado para explorar outros casos do agora Doutor Honoris Causa pela USP ou até mesmo personagens que oferecem uma isão diferente quanto às formas de se lutar contra a escravidão como é o caso da imponente Maria Júlia, encarnada por <strong>Dani Ornellas</strong>.</p>



<p>‘Doutor Gama’ é um dinâmico <strong>suspense de tribunal</strong> que deixa a curiosidade ver mais sobre seu herói.</p>
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		<title>&#8216;Doutor Gama&#8217;: Falamos com o elenco da cinebiografia que estreia amanhã nos cinemas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/doutor-gama-falamos-com-o-elenco-da-cinebiografia-que-estreia-amanha-nos-cinemas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 18:25:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[abolição]]></category>
		<category><![CDATA[Angelo Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[César Mello]]></category>
		<category><![CDATA[doutor gama]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jeferson De]]></category>
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		<category><![CDATA[Mariana Nunes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com dire&#231;&#227;o de Jeferson De,&#160; o longa-metragem &#8220;Doutor Gama&#8221; ,&#160;inspirado na vida do advogado e jornalista abolicionista Luiz&#160; Gama, estreia dia 5 de agosto nos cinemas, dando luz &#224; uma personalidade que tem ganhado cada vez mais notoriedade (de forma merecida). Vendido por seu pai para mercadores de pessoas escravizadas e mandado para S&#227;o Paulo. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com direção de<strong> Jeferson De</strong>,  o longa-metragem “<strong>Doutor Gama</strong>” , inspirado na vida do advogado e jornalista abolicionista <strong>Luiz  Gama</strong>, estreia dia 5 de agosto nos cinemas, dando luz à uma personalidade que tem ganhado cada vez mais notoriedade (de forma merecida). Vendido por seu pai para mercadores de pessoas escravizadas e mandado para São Paulo. Conquista sua própria liberdade aos 18 anos e aprende a ler com a ajuda de um estudante de Direito.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://globofilmes.globo.com/uploads/2021/03/MG_8257.jpg" alt="" /><figcaption>Imagem: Divulgação</figcaption></figure>



<p>O longa traz no elenco três atores interpretando Luiz Gama: <strong>Pedro Guilherme</strong> (criança),   <strong>Angelo Fernandes</strong> Luiz (jovem)  e <strong>César Mello </strong>(adulto). &#8220;Eu nunca tinha dirigido três atores fazendo o mesmo personagem. Foi um desafio muito grande, mas eu me coçava pois adoro essa coisa de novos desafios&#8221;, diz Jeferson De.</p>



<p>O elenco da cinebiografia traz diversos rostos de pele escura em posições de importância e protagonismo bem-vindos para o cinema nacional, seguindo proposta já conhecida dentro da filmografia de Jeferson De, responsável por filmes como ‘<strong>Correndo Atrás</strong>’ e ‘<strong>M8 &#8211; Quando a Morte Socorre a Vida</strong>’. &#8220;Tem uma diferença bem interessante após barateamento de tecnologia para fazer seus filmes. Há uma geração crescendo atrás das câmeras, aprendendo como escrever roteiro, como dirigir um filme. Tem muita gente madura, principalmente no streaming. Não foram os atores e atrizes que apareceram nos filmes que modificaram a indústria americana. Foi importante, mas foi um start para que diretores e produtores fizessem seus filmes. Falo da<strong> Ava Duvernay</strong>, do <strong>Barry Jenkins</strong>, do <strong>Spike Lee</strong>”, exemplifica  De sobre a importância de amadurecer a <strong>produção cinematográfica negra no Brasil</strong>. Para o diretor, a quantidade de diretores e produtores atrás das câmeras potencializa as oportunidades de crescimento da diversidade, já que as decisões criativas e de investimento ficam nas mãos de indivíduos com visão mais racializada.</p>



<p>A atriz<strong> Mariana Nunes</strong>, que vive <strong>Claudina</strong>, esposa de Gama, tem linha de raciocínio parecida com a do diretor.  &#8220;As pessoas confundem diversidade com cota. Acham que diversidade é colocar um preto ali na sala de roteiro, mas não pensam nos lugares de direção, de chefia. Não pensam para além de diversidade, de inclusão. A inclusão e trazer o diverso e criar condições para que esse universo exista plenamente e existir plenamente é ele falar do seu ponto de vista, do seu lugar de fala e falar com pessoas que tenham outro ponto de vista”, diz a atriz.</p>



<p>Retratando a figura de um abolicionista ferrenho em tempos de Brasil governado pelo conservadorismo feroz, o ator César Mello aponta que a produção de ‘Doutor Gama’ “ faz parte da construção de resistência” e reflete “Esses dias ouvi uma frase muito bonita. A gente ouve muito falar que estamos doentes (&#8230;) Eu ouvi a frase &#8216;não é tempo de parar, não é tempo de ficar quietos, de lamber feridas. É tempo de resistir, tempo de falar, tempo de lutar&#8221;, diz.</p>



<p>Recentemente <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/luiz-gama-recebe-o-titulo-de-doutor-honoris-causa-pela-universidade-de-sao-paulo-usp/">Luiz Gama recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de São Paulo (USP)</a></strong>, corrigindo uma injustiça histórica e seu retrato cinematográfico chega num momento em que se anseia por saber mais sobre sua vida. A linguagem acessível do cinema trará luz a um público que não pode se familiarizar com o abolicionista pelos meios acadêmicos. &#8220;Acho um pouco burro a gente não realizar que existe um público sedento dessas obras. E pessoas pretas e brancas. Muitos brancos vem agradecer por essas obras existirem porque começam a ter uma dimensão diferente da questã racial no Brasil e muitos negros se sentindo contemplados por essa história estar sendo contada&#8221;, Conclui Mariana Nunes</p>



<p>“Doutor Gama” estreia dia 5 de agosto nos cinemas.</p>
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		<title>Luiz Gama recebe o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de São Paulo (USP)</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/luiz-gama-recebe-o-titulo-de-doutor-honoris-causa-pela-universidade-de-sao-paulo-usp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jun 2021 23:31:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[abolição]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
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		<category><![CDATA[Intelectualidade negra]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Gama]]></category>
		<category><![CDATA[usp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luiz Gama se torna o primeiro brasileiro negro a receber o t&#237;tulo de Doutor Honoris Causa concedido pela USP (Universidade de S&#227;o Paulo). Uma das figura centrais na luta abolicionista brasileira, Luiz Gama (1830-1842) recebeu homenagem p&#243;stuma proposta pela ECA (Escola de Comunica&#231;&#245;es e Artes) e aprovada pelo Conselho Universit&#225;rio da USP em reuni&#227;o realizada [&#8230;]</p>
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<p><strong>Luiz Gama</strong> se torna o primeiro brasileiro negro a receber o título de<strong> Doutor Honoris Causa</strong> concedido pela <strong>USP </strong>(<strong>Universidade de São Paulo</strong>). Uma das figura centrais na luta abolicionista brasileira, Luiz Gama (1830-1842) recebeu homenagem póstuma proposta pela<strong> ECA</strong> (<strong>Escola de Comunicações e Artes</strong>) e aprovada pelo Conselho Universitário da USP em reunião realizada nesta terça-feira (29) virtualmente.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://mst.org.br/wp-content/uploads/2020/06/LuizGama_desenho.jpg" alt="Luiz Gama e as cartas que contam histórias de resistência preta - MST"/><figcaption>Luiz Gama em imagem de acervo histórico</figcaption></figure>



<p>Antes da decisão a ECA já tinha levantado uma campanha a favor da aprovação do título em favor de Gama. Os posts da campanha tiveram mais de 50 mil visualizações no Twitter e foram compartilhados nas redes sociais pelos perfis do CRUESP e da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF), da Faculdade de Saúde Pública (FSP), da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e por seguidores da ECA nas redes sociais.</p>



<p>Filho de mãe africana livre e pai português, Luiz Gama foi vendido como um escravo aos 10 anos de idade pelo pai endividado.Conseguiu A liberdade aos 18 anos após processo judicial e passou a frequentar como ouvinte as aulas de direito na  Faculdade de Direito do Largo São Francisco (hoje um dos campus da USP). Com conhecimento adquirido atuou, ainda que sem diploma, como advogado e foi figura decisiva na libertação de negros escravizados. Como jornalista escreveu textos a respeito da condição dos escravizados em <em>A Gazeta da Corte</em>, <em>A Província de São Paulo</em>, <em>Cabrião</em> e <em>Correio Paulistano</em>.  <br>Em artigo para o site da USP, o <strong>professor Dennis de Oliveira</strong> diz considerar Gama o primeiro intelectual público brasileiro. “Por que eu o chamo de intelectual público? “Porque ele percebeu que meramente a ação jurídica não seria suficiente. Ele articulou a ação política com uma ação quase militante. No jornalismo, na poesia e nas letras, Luiz Gama militava em prol do abolicionismo. Por isso foi um intelectual público. Ele fez uma análise sofisticada do que era a sociedade daquela época e expressou isso em sua produção literária, jornalística e jurídica com um objetivo: acabar com a escravidão. Era um intelectual orgânico”, diz o professor.</p>



<p>O título de Doutor Honoris Causa é mais um passo para compensar o apagamento histórico que Luiz Gama sofreu durante muitos anos.</p>
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		<title>Em &#8220;Província Negra&#8221;, Luiz Gama vira personagem de história em quadrinhos</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/em-provincia-negra-luiz-gama-vira-personagem-de-historia-em-quadrinhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2019 14:58:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Gama]]></category>
		<category><![CDATA[Província Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Considerado o maior abolicionista do Brasil, Luiz Gama ganha hist&#243;ria em quadrinhos para fortalecer ainda mais a signific&#226;ncia de sua luta. Intitulada &#8220;Prov&#237;ncia Negra&#8220;, a obra tem lan&#231;amento previsto para o segundo semestre de 2019. Este ano, ele tamb&#233;m foi homenageado com uma ala de desfile da Mangueira, campe&#227; do carnaval carioca. A hist&#243;ria &#233; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Considerado o maior abolicionista do <strong>Brasil</strong>, <strong>Luiz Gama</strong> ganha história em quadrinhos para fortalecer ainda mais a significância de sua luta. Intitulada &#8220;<strong>Província Negra</strong>&#8220;, a obra tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2019. Este ano, ele também foi homenageado com uma ala de desfile da <strong>Mangueira</strong>, campeã do carnaval carioca.</p>
<p>A história é ambientada na <strong>São Paulo</strong> de 1869 e transporta os leitores para um momento em que a maior cidade do país tinha pouco mais de 40 mil habitantes, muita garoa e muita efervescência cultural. Província Negra mistura ficção e realidade, produzindo uma graphic novel policial que agrada aos interessados em história, política, Direito e no movimento negro no Brasil. E, principalmente, aos interessados em histórias em quadrinhos.</p>
<p>O roteiro é assinado por<strong> Kaled Kanbour</strong> e as artes por <strong>Kris Zullo.</strong> A parceria artística é reeditada depois de quase duas mil páginas de quadrinhos criadas pela dupla, ao longo de cinco anos para a <strong>Editora Abril</strong> e <strong>Caras</strong>. Segundo Kaled, o objetivo do projeto é “<em>divulgar a figura histórica de Luiz Gama para o maior número de pessoas e refletir sobre as terríveis condições em que ele se criou, resistiu e lutou pela abolição da escravidão. Personagem que ainda é relevante e fundamental no contexto atual</em>”.</p>
<p>Conheça o enredo: <em>Província de São Paulo, 1869. Luiz Gama, jurista negro, o mais combativo abolicionista do país, é envolvido numa série de assassinatos de proprietários rurais, sendo considerado pela força policial como o principal suspeito. Com a ajuda de seu aprendiz, o jovem e aspirante a advogado, Saul Pompeu, Luiz Gama percorre os labirintos e cenários da cidade provincial, numa sociedade escravagista e violenta, para resolver por conta própria o mistério e provar sua inocência.</em></p>
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