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	<title>Arquivos livros - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Colecionador é criticado por vender livros de registros raros sobre escravização do século XIX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 21:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Colecionador]]></category>
		<category><![CDATA[Escravização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O escritor e colecionador Eduardo Helbert Urban viralizou nas redes sociais ao publicar um v&#237;deo mostrando livros cartoriais do s&#233;culo XIX com registros de escravizados &#8212; incluindo penas aplicadas e alforrias. No material, ele exibe a ficha de um homem chamado Tobias, descrito como &#8220;cor preta, cabelos crespos&#8221;, preso por &#8220;andar nas ruas fora de [&#8230;]</p>
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<p>O escritor e colecionador <strong>Eduardo Helbert Urban</strong> viralizou nas redes sociais ao publicar um vídeo mostrando livros cartoriais do século XIX com registros de escravizados — incluindo penas aplicadas e alforrias. No material, ele exibe a ficha de um homem chamado Tobias, descrito como &#8220;cor preta, cabelos crespos&#8221;, preso por &#8220;andar nas ruas fora de hora&#8221; e punido com &#8220;50 açoites&#8221;.</p>



<p>Os livros, segundo Urban, foram resgatados de um incêndio em um local de descarte de uma biblioteca, que ele não identificou. Ele afirmou que comprou os documentos e está vendendo um deles — o livro de óbitos já foi negociado. A postagem, no entanto, gerou críticas de quem defende que tais registros deveriam estar sob a guarda de museus ou arquivos públicos: &#8220;Espera. Você está vendendo esse livro? Espero que não porque é um documento de interesse público e as informações nele contidas precisam chegar ao conhecimento de todos, gratuitamente&#8221;, comentou um usuário. &#8220;Não importa se foi salvo de um incêndio, existem muitos locais públicos onde esses documentos históricos seriam perfeitamente preservados&#8221;, escreveu uma internauta.</p>



<p>Nas respostas ao vídeo, usuários argumentaram que os documentos são patrimônio público e deveriam estar em instituições como o Museu Afro ou o Museu Nacional. &#8220;São registros importantíssimos sobre a ancestralidade do nosso povo&#8221;, escreveu uma pessoa em mensagem direta. Nas redes, Urban se defendeu, alegando que age com &#8220;responsabilidade e pesquisa&#8221;. Disse ainda que não doará os livros, mas que restaurará e digitalizará o livro de alforrias para disponibilizar o conteúdo. </p>



<p>Urban rebateu: &#8220;Se não fosse pelo alfarrabista que me vendeu, esse livro estaria queimado&#8221;. Ele acrescentou que cartórios em cidades históricas não permitem acesso a esses registros e que, com a divulgação, está ajudando a preservar a memória.</p>



<p>Em stories, o colecionador desabafou sobre ataques pessoais e explicou que pegou um empréstimo para comprar os livros. &#8220;Não tem ninguém me apoiando nesse trabalho. Sou eu sozinho&#8221;, disse. Afirmou ainda que entrou em contato com órgãos públicos para vender os documentos, mas não obteve retorno.</p>



<p><strong>Questão patrimonial</strong></p>



<p>A polêmica envolve tanto a guarda desses materiais quanto o acesso a eles, já que muitos registros similares permanecem em condições precárias ou inacessíveis em arquivos oficiais.</p>



<p>Urban reiterou que venderá os livros &#8220;para colecionadores ou quem quiser comprar e doar&#8221;, mas que não tem condições de doá-los. &#8220;É um resgate histórico&#8221;, afirmou. &#8220;Se alguém quiser adquirir para doar, fica à vontade.&#8221;</p>
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		<title>Vencedor do ‘Que Seja Doce’, Marcos Wandebaster anuncia livro sobre bolos tradicionais brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 08:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[bolos]]></category>
		<category><![CDATA[chef confeiteiro]]></category>
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		<category><![CDATA[que seja doce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O chef confeiteiro Marcos Wandebaster, de 32 anos, &#233; uma refer&#234;ncia na confeitaria brasileira, combinando arte, ci&#234;ncia e tradi&#231;&#227;o em seus doces. Nascido em uma fam&#237;lia de mulheres negras cozinheiras, o fundador da CUMBUCA &#8211; Do&#231;aria Brasileira, o cearense utiliza insumos locais, t&#233;cnicas francesas e mem&#243;rias afetivas para valorizar a confeitaria. &#8220;Depois de ter trabalhado [&#8230;]</p>
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<p>O <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/especialista-em-combinar-doceria-cearense-com-patissiere-francesa-o-confeiteiro-marcos-wandebaster-faz-sucesso-com-seus-bolos-personalizados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">chef confeiteiro Marcos Wandebaster</a></strong>, de 32 anos, é uma referência na confeitaria brasileira, combinando arte, ciência e tradição em seus doces. Nascido em uma família de mulheres negras cozinheiras, o fundador da <strong>CUMBUCA &#8211; Doçaria Brasileira</strong>, o cearense utiliza insumos locais, técnicas francesas e memórias afetivas para valorizar a confeitaria.</p>



<p>“Depois de ter trabalhado por 10 anos em confeitarias independentes, cafeterias, buffets e confeitarias de restaurantes de alta gastronomia, senti a necessidade de alinhar minhas pesquisas sobre as ciências da confeitaria e sobre culturas alimentares brasileiras, meus estudos criativos e minhas memórias afetivas e direcioná-las para onde pudesse me expressar artisticamente e chamar atenção para o potencial da confeitaria brasileira”, explica o chef confeiteiro <strong>em entrevista ao Mundo Negro e Guia Black Chefs.&nbsp;</strong></p>



<p>Vencedor do título de ‘Confeiteiro Mais Doce&#8217; na 10ª temporada do reality show <strong>‘Que Seja Doce’</strong>, exibida no ano passado no GNT e disponível para assinantes do Globoplay, Marcos agora se prepara para lançar um livro que explora as ciências dos bolos tradicionais brasileiros, destacando a diversidade cultural.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.04-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-86760" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.04-768x1024.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.04-225x300.jpeg 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.04-112x150.jpeg 112w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.04-1152x1536.jpeg 1152w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.04-1536x2048.jpeg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.04-315x420.jpeg 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.04-150x200.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.04-300x400.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.04-696x928.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.04-1068x1424.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.04-scaled.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p>“Essas inquietações, juntas com a paixão por pesquisar e disseminar conhecimentos, me fizeram escrever as 100 primeiras páginas do meu livro que explora, além das nossas culturas alimentares, a química, a biologia, a física e a matemática por trás de cada reação para que os bolos aconteçam”, afirma.&nbsp;</p>



<p>“Contudo, devido aos custos com as pesquisas e as elaborações editoriais, o livro encontra-se pronto para dar os próximos passos mediante a chegada de patrocínios e apoios”, relata ao destacar os desafios enfrentados por homens negros gays no mercado editorial.</p>



<p>Além de chef confeiteiro e empreendedor, Marcos também é consultor de confeitarias e cafeterias, pesquisador das Ciências da Confeitaria, das Culturas Alimentares brasileiras, artista visual e graduando em Gastronomia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.11.58-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-86762" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.11.58-768x1024.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.11.58-225x300.jpeg 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.11.58-113x150.jpeg 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.11.58-1152x1536.jpeg 1152w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.11.58-1536x2048.jpeg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.11.58-315x420.jpeg 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.11.58-150x200.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.11.58-300x400.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.11.58-696x928.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.11.58-1068x1424.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.11.58-scaled.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p><strong>Como surgiu a ideia da CUMBUCA e o que ela representa para você no cenário gastronômico brasileiro?</strong></p>



<p>A CUMBUCA &#8211; Doçaria Brasileira surgiu a partir de inquietações e inspirações na trajetória percorrida por minhas ancestrais até chegar a mim. Depois de ter trabalhado por 10 anos em confeitarias independentes, cafeterias, buffets e confeitarias de restaurantes de alta gastronomia, senti a necessidade de alinhar minhas pesquisas sobre as ciências da confeitaria e sobre culturas alimentares brasileiras, meus estudos criativos e minhas memórias afetivas e direcioná-las para onde pudesse me expressar artisticamente e chamar atenção para o potencial da confeitaria brasileira.</p>



<p>Utilizando insumos locais da estação, conhecimentos científicos e técnicas francesas clássicas e contemporâneas, a cozinha da CUMBUCA conta parte da história dos sabores brasileiros e mostra novas possibilidades de valorização das nossas memórias e da nossa gastronomia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.00-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-86763" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.00-768x1024.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.00-225x300.jpeg 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.00-113x150.jpeg 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.00-1152x1536.jpeg 1152w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.00-1536x2048.jpeg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.00-315x420.jpeg 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.00-150x200.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.00-300x400.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.00-696x928.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.00-1068x1424.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.00-scaled.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p><strong>Qual é o diferencial da sua abordagem na criação de doces que une arte, ciência e tradição?</strong></p>



<p>Quando decidi que queria me tornar Chef Confeiteiro percebi muito rapidamente que tudo, absolutamente tudo que acontece numa cozinha é CIÊNCIA! Essa foi a constatação que me fez pesquisar de forma autodidata as mais diversas possibilidades dos alimentos: gastronômica, nutricional, através da engenharia de alimentos, da antropologia, da história, da sociologia, da produção agrícola e das diversas dinâmicas de um serviço de alimentação.</p>



<p>Dessa forma, consigo fazer uma costura de conhecimentos de diversas áreas que se intercruzam nos bastidores da produção de um doce. Até mesmo a camada artística é baseada na ciência, como a formação das cores e as silhuetas das formas. Assim, abordar a confeitaria pensando as tradições das culturas alimentares, como executar os pratos corretamente e inová-los tendo a ciência como base, aconteceu organicamente.&nbsp;</p>



<p>Hoje traduzo os anos de pesquisas, trabalhos e conhecimentos científicos, técnicos e historiográficos em doces de apresentações contemporâneas com a essência e os sabores que estão nas nossas memórias afetivas.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.07-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-86764" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.07-768x1024.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.07-225x300.jpeg 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.07-113x150.jpeg 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.07-1152x1536.jpeg 1152w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.07-1536x2048.jpeg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.07-315x420.jpeg 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.07-150x200.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.07-300x400.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.07-696x928.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.07-1068x1424.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.12.07-scaled.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p><strong>O que você deseja explorar nesse livro sobre os bolos tradicionais brasileiros?</strong></p>



<p>Apesar de termos diversos tipos de bolos feitos por diferentes técnicas para celebrarmos os mais distintos momentos no Brasil, ainda há poucos estudos científicos que esmiúçam as ciências envolvidas nesse ofício. Outra questão pertinente é a pluralidade de culturas alimentares no território brasileiro que favorece o nascimento de inúmeras criações de doces e bolos regionais, e, ainda assim, a população brasileira desconhece a extensão das suas culturas doceiras.</p>



<p>Essas inquietações, juntas com a paixão por pesquisar e disseminar conhecimentos, me fizeram escrever as 100 primeiras páginas do meu livro que explora, além das nossas culturas alimentares, a química, a biologia, a física e a matemática por trás de cada reação para que os bolos aconteçam.</p>



<p>Contudo, devido aos custos com as pesquisas e as elaborações editoriais, o livro encontra-se pronto para dar os próximos passos mediante a chegada de patrocínios e apoios. Essa pergunta também abriu espaço para pontuar uma realidade pouquíssima falada: o não reconhecimento de homens negros gays, principalmente do Nordeste e do Norte brasileiro no mercado editorial. </p>



<p>Por mais elaborados e exclamativos que sejam nossos projetos intelectuais, o racismo que ampara a homofobia e a xenofobia ainda impede nossos corpos de serem vistos como produtores de intelectualidade, logo, conseguir patrocínio e apoio às produções se torna uma tarefa quase impossível e extremamente frustrante.<strong> Aproveito aqui a oportunidade para dizer: Empresas, apoiem nossos projetos! </strong>Nós, homens negros gays, produzimos nas mais diversas áreas e somos invisibilizados em todas elas. Já passou da hora da sociedade conhecer e reconhecer nossas narrativas na produção de conhecimento!</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.07.54-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-86765" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.07.54-1024x683.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.07.54-300x200.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.07.54-150x100.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.07.54-768x512.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.07.54-630x420.jpeg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.07.54-696x464.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.07.54-1068x712.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2024-12-28-at-15.07.54.jpeg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p><strong>Como foi participar e vencer a 10ª temporada do reality ‘Que Seja Doce’? O que essa experiência trouxe para sua carreira?</strong></p>



<p>Como iniciei minha carreira na cozinha de casa impulsionado pelas histórias de minhas ancestrais e mais velhas, ter a oportunidade de honrá-las num programa de TV, entregando o troféu nas mãos de tia Luciêne, minha sous chef na competição, minha mentora na cozinha, na literatura e na produção de conhecimento, foi uma importante confirmação de que minha gastronomia tem lugar no mercado da confeitaria brasileira.</p>



<p>Do início ao fim da competição (incluindo as etapas preliminares), fui fiel ao que acredito enquanto movimento de confeitaria.&nbsp;</p>



<p>Pensei, preparamos e servimos doces que carregavam pluralidades dos sabores brasileiros, desde a utilização do Brigadeiro no clássico Bolo Ópera, nas frutas amarelas e na Cajuína (espumante cearense a base de caju) na prova dos Girassóis de Van Gogh e na castanha de caju, na flor de sal e no cumarú na prova do Céu Estrelado de Van Gogh.</p>



<p>Além da experiência de cozinhar numa competição de um famoso e importante programa de TV e de conhecer pessoas incríveis, o ‘Que Seja Doce&#8217; me proporcionou uma vitrine para o meu trabalho e virou chaves na minha carreira.&nbsp;</p>



<p>Quando ganhamos um Título de ‘Melhor Confeiteiro’ numa renomada competição para o cenário da gastronomia nacional, ganhamos também confiança em dar passos muito mais firmes e ousados.&nbsp;</p>



<p>De troféus em mãos, fui em busca das próximas conquistas, passando em primeiro lugar numa competição para assumir a vaga de Confeiteiro numa das cozinhas mais disputadas de Fortaleza (CE) e, meses depois, abrindo a CUMBUCA &#8211; Doçaria Brasileira.&nbsp;</p>



<p>Por ter ganhado o Reality e levado o nome da cidade onde nasci, a reconhecimento nacional, fui homenageado em novembro deste ano pela Câmara dos Vereadores de Guaiúba (CE).</p>



<p>No momento estou a todo vapor na cozinha da CUMBUCA, disponível para Consultorias, no processo de escrita do Livro e ansioso pelos desafios que me esperam nesse ano que irá iniciar.</p>
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		<title>Livro “Meninas Sonhadoras, Mulheres Cientistas”, escrito pela juíza Flávia Martins, é retirado de escolas de São José dos Campos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 08:31:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Juíza Negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na sexta-feira, 14, a editora Mostrada publicou uma nota repudiando a censura ao livro &#8220;Meninas Sonhadoras, Mulheres Cientistas&#8221;, escrito pela ju&#237;za Fl&#225;via Martins de Carvalho, que foi retirado das salas de aula e bibliotecas das escolas municipais de S&#227;o Jos&#233; dos Campos, interior de S&#227;o Paulo. Em nota, a editora manifestou surpresa com a decis&#227;o, [&#8230;]</p>
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<p>Na sexta-feira, 14, a editora Mostrada publicou uma nota repudiando a censura ao livro “Meninas Sonhadoras, Mulheres Cientistas”, escrito pela juíza <strong>Flávia Martins de Carvalho</strong>, que foi retirado das salas de aula e bibliotecas das escolas municipais de São José dos Campos, interior de São Paulo.</p>



<p>Em nota, a editora manifestou surpresa com a decisão, destacando que o livro, escrito em versos e ilustrado, conta a trajetória de cientistas renomadas como <strong>Sueli Carneiro</strong>,<strong> Lélia Gonzalez</strong>, <strong>Dorina Nowill</strong>, <strong>Débora Diniz</strong> e <strong>Marielle Franco</strong>, ressaltando suas contribuições para o conhecimento e a defesa dos direitos humanos. &#8220;Repudiamos qualquer tipo de censura e defendemos que obras que promovem o pensamento crítico e o exercício da cidadania devem permanecer nas escolas, sem quaisquer impedimentos de ordem autoritária&#8221;, declarou a editora.</p>



<p>A ordem de retirada foi comunicada às escolas na quarta-feira, 11, e cumprida no dia seguinte. O pedido foi feito pelo vereador Thomaz Henrique (PL), alegando que a presença de Débora Diniz, conhecida por sua defesa do aborto, justificava uma revisão do material. De acordo com a prefeitura, a obra passará por uma análise pela equipe técnica da Secretaria de Educação e Cidadania. </p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/C8NSRNMPrLG/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/C8NSRNMPrLG/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/C8NSRNMPrLG/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Editora Mostarda (@editoramostarda)</a></p></div></blockquote> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script>



<p>O livro &#8220;Meninas Sonhadoras, Mulheres Cientistas&#8221; vai além de uma simples compilação de biografias. Através de poesias e ilustrações, Flávia Martins de Carvalho celebra a vida de 20 mulheres, abordando suas histórias de superação e sucesso. A maioria das homenageadas são mulheres negras e brasileiras, mas a obra também destaca mulheres indígenas, brancas e estrangeiras, todas atuantes em diversas áreas e unindo suas atividades a ações afirmativas e sociais.</p>



<p>Flávia Martins de Carvalho, escritora e formada em Comunicação Social e Direito, é conhecida por produzir obras que enfatizam a representatividade e a autoestima de pessoas negras, uma carência que identificou em sua própria infância. Além disso, Carvalho atua como juíza auxiliar do juiz Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal.</p>
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		<title>Autor lança livro sobre ancestralidade africana, com lucro revertido para ONG que acolhe haitianos e africanos no interior de SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 17:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O professor, escritor e jornalista Josu&#233; Roupinha Jr. lan&#231;ou, no dia 19 de maio, o livro intitulado &#8220;Lembra, Preto&#8221;, ilustrado pelo artista F&#225;bio Vieira. Repleto de poemas e poesias que fazem um resgate &#224; ancestralidade africana, o autor traz luz &#224; import&#226;ncia da representatividade e do protagonismo do negro na sociedade valinhense. Ao adquirir o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O professor, escritor e jornalista Josué Roupinha Jr. lançou, no dia 19 de maio, o livro intitulado “Lembra, Preto”, ilustrado pelo artista Fábio Vieira. Repleto de poemas e poesias que fazem um resgate à ancestralidade africana, o autor traz luz à importância da representatividade e do protagonismo do negro na sociedade valinhense.</p>



<p>Ao adquirir o livro, o leitor estará contribuindo com a Acovidas (Acolhimento Sem Fronteiras), visto que 50% do lucro obtido será revertido a essa ONG que acolhe haitianos, venezuelanos e africanos residentes em Valinhos (SP). No evento de lançamento, que contou com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura de Valinhos, também houve uma exposição de obras, que remetem à ancestralidade africana, do artista Anderson Vicentini.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-14.08.08-5.jpeg" alt="" class="wp-image-48875" width="251" height="377" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-14.08.08-5.jpeg 645w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-14.08.08-5-200x300.jpeg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-14.08.08-5-100x150.jpeg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-14.08.08-5-150x225.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-14.08.08-5-300x451.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-14.08.08-5-280x420.jpeg 280w" sizes="(max-width: 251px) 100vw, 251px" /><figcaption>Arte por Fabio Vieira</figcaption></figure></div>



<p>Idealizador e organizador da 1ª Marcha Zumbi dos Palmares em Valinhos (SP), Josué convidou a Doula, Educadora Perinatal e Mestra em Sociologia pela Unicamp,&nbsp; Daniela Rosa, para escrever o prefácio da obra: “Neste livro, você recebe o convite para apreciar o que foi feito por tanta gente preta. Fecho os olhos, imagino que seja possível sentir o cheiro das ervas memoráveis que perfumam as palavras contidas em ‘Lembra, Preto?’. Pode-se até ouvir o burburinho e as palavras dessa gente grandiosa que pavimentou a estrada que percorro”, conta Daniela.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-14.08.08-4.jpeg" alt="" class="wp-image-48876" width="260" height="390" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-14.08.08-4.jpeg 641w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-14.08.08-4-200x300.jpeg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-14.08.08-4-100x150.jpeg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-14.08.08-4-150x225.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-14.08.08-4-300x450.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-14.08.08-4-280x420.jpeg 280w" sizes="(max-width: 260px) 100vw, 260px" /><figcaption>Capa do livro</figcaption></figure></div>



<p>O autor, que traz em sua obra a facilidade de leitura, com textos curtos e profundos — muitas vezes perturbadores — sobre a vivência do negro na cidade de Valinhos (SP), acredita que isso possa democratizar o acesso a uma história muitas vezes negligenciada por muitos anos. “Eu optei por escrever um livro que, como disse a Daniela no prefácio, possa ser lido em um só fôlego. A ideia é que os poemas e poesias possam ser lidos como uma única história, que se mistura e se encontra na mesma linha de pensamento. Eu desejo que toda a população, independente da raça ou cor, leia e compreenda a mensagem que quero passar”, explica Josué.</p>



<p>“Lembra, Preto?” transforma, por exemplo, em poesia e arte a história do escravo Pio, que viveu em Valinhos (SP) e foi referenciado pelos jornais da época como um “<em>mulato de cabelos corridos e quase preto, de altura regular e cheio de corpo, nariz afilado, tendo nas costas um sinal de queimadura</em>” — sinal representado por Fábio Vieira como sendo mapa da cidade de Valinhos (SP).</p>



<p><strong>Serviço:</strong><br><strong>O quê?</strong> Livro de poemas e poesias “Lembra, Preto?”, de autoria do jornalista e professor Josué Roupinha Junior; ilustrado pelo artista Fábio Vieira<br><strong>Valor: </strong>R$ 29,90 + frete<br><strong>Compras através do número: </strong>(19) 991912000<br><strong>***Restam apenas 20 unidades do livro</strong><br></p>
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		<title>Carioca Vanessa Pfeil cria a primeira e maior plataforma de livros em português fora do Brasil</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/carioca-vanessa-pfeil-cria-a-primeira-e-maior-plataforma-de-livros-em-portugues-fora-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 12:18:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[literatura infantil]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Livros For Kids]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma de livros]]></category>
		<category><![CDATA[Vanessa Pfeil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160; administradora de empresas Vanessa Pfeil criou a&#160; Livros For Kids, maior plataforma de livros em portugu&#234;s fora do Brasil. O projeto come&#231;ou a ser idealizado quando se tornou m&#227;e, em 2012. Morando na Alemanha, ela fez uma promessa &#224; m&#227;e: Ensinar portugu&#234;s aos filhos g&#234;meos rec&#233;m-nascidos para que pudessem se comunicar com a av&#243; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A&nbsp; administradora de empresas <strong>Vanessa Pfeil</strong> criou a&nbsp;<strong> Livros For Kids</strong>, maior plataforma de livros em português fora do Brasil. O projeto começou a ser idealizado quando se tornou mãe, em 2012. Morando na Alemanha, ela fez uma promessa à mãe: Ensinar português aos filhos gêmeos recém-nascidos para que pudessem se comunicar com a avó brasileira e conhecerem sua cultura materna.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="684" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-684x1024.jpg" alt="" class="wp-image-37166" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-684x1024.jpg 684w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-768x1151.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-1025x1536.jpg 1025w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-696x1043.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3.jpg 1068w" sizes="(max-width: 684px) 100vw, 684px" /><figcaption>Imagem: Divulgação</figcaption></figure>



<p>“Quando meus filhos nasceram, eu comprei 200 livros no Brasil! Eu não sabia se voltaria no ano seguinte, então decidi levar uma boa quantidade, mas eu tinha amigas brasileiras que iam à minha casa e falavam: ‘Nossa, esse livro é bem bacana, me empresta?’ Foi quando eu percebi que havia um nicho de negócio, porque não têm <strong>livros em português do Brasil aqui na Europa</strong>”, relembra Vanessa. Em pouco tempo, ela percebeu que para manter a promessa que parecia simples, precisaria criar uma distribuidora de livros, que hoje, nove anos depois é o maior clube de livros em português brasileiro fora do Brasil, atuando em mais de 30 países, em toda a Europa, além de Etiópia, Austrália, Japão, Canadá, Singapura e Estados Unidos. Este mês, ela virá da Alemanha, país em que vive há mais de 15 anos, para o Brasil. Aqui, ela estreitará laços comerciais para a criação da <strong>Kids Bilíngue</strong>, primeira plataforma de livros infantis fora do Brasil.&nbsp;</p>



<p>&nbsp;Nascida e criada no<strong> Complexo da Maré</strong>, encontrou nos livros que encontrava no lixo um alento para as necessidades que passava: “Quando não tinha o que comer em casa, eu lia. Quando faltava alguma coisa, eu lia. Eu digo que os livros me salvaram”, relembra.&nbsp;</p>



<p>&nbsp;No site da Livros For Kids é possível encontrar publicações para todos os gostos, desde <strong>clássicos da literatura brasileira</strong> passando por <strong>Turma da Mônica</strong>, de empoderamento racial, didáticos, religiosos, entre outros. A distribuição é feita através de time majoritariamente feminino, através de uma rede de 25 mulheres na equipe, a Livros For Kids tem se consolidado dentro e fora do Brasil. Para atender a demanda, este ano a empresa inaugurou seu novo depósito, na Alemanha, com 250 metros quadrados, que pode receber até 30 mil livros de uma única vez. “O trabalho que desenvolvemos ainda tem apoio das embaixadas da Alemanha, Espanha, Portugal, Japão, Austrália e demais países aonde estamos inseridos”, conta a empresária. “Fornecemos para governos, através das bibliotecas públicas e distribuímos para grandes livrarias também”, declara.</p>



<p>Segundo Vanessa, o próximo passo será a criação de um clube do livro bilíngue, através da criação da<strong> primeira plataforma de livros infantis bilíngues fora do Brasil</strong>, possibilitando que além de crianças, descendentes de brasileiros possam ter contato com a cultura e o idioma de seus suas mães e avós, podendo tornar multilíngues, sendo alfabetizados em mais de um idioma.</p>
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		<title>Will Smith anuncia lançamento de autobiografia co-escrita por autor de &#8220;A Sutil Arte de Ligar o F*da-se&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2021 18:22:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[autobiografia]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Manson]]></category>
		<category><![CDATA[WILL]]></category>
		<category><![CDATA[will smith]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O astro Will Smith anunciou em suas redes sociais o lan&#231;amento de sua autobiografia intitulada de &#8220;WILL&#8221;. O livro ser&#225; lan&#231;ado oficialmente em novembro deste ano, mas j&#225; est&#225; em pr&#233;-venda. O livro ganhar&#225; uma vers&#227;o audiobook narrada pelo pr&#243;prio Smith. O livro conta a inf&#226;ncia do ator e rapper no oeste da Filad&#233;lfia at&#233; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O astro <strong>Will Smith</strong> anunciou em suas redes sociais o lançamento de sua autobiografia intitulada de “WILL”. O livro será lançado oficialmente em novembro deste ano, mas já está em pré-venda. O livro ganhará uma versão audiobook narrada pelo próprio Smith.</p>



<p>O livro conta a infância do ator e rapper no oeste da Filadélfia até o estrelato como ator, produtor musical e rapper. Ele foi duas vezes indicado ao <strong>Oscar</strong> e ganhou quatro vezes o <strong>Grammy</strong>. “Foi um trabalho de amor”, disse Smith em sua postagem.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/204269895_833042410936009_1457356271760393547_n-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-36641" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/204269895_833042410936009_1457356271760393547_n-1024x1024.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/204269895_833042410936009_1457356271760393547_n-300x300.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/204269895_833042410936009_1457356271760393547_n-150x150.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/204269895_833042410936009_1457356271760393547_n-768x768.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/204269895_833042410936009_1457356271760393547_n-696x696.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/204269895_833042410936009_1457356271760393547_n-1068x1068.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/204269895_833042410936009_1457356271760393547_n-420x420.jpg 420w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/204269895_833042410936009_1457356271760393547_n.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Manson e Will Smith (Imagem: Instagram)</figcaption></figure>



<p>A obra foi assinada por Will junto a<strong> Mark Manson</strong>, autor do best seller “<strong>A Sutil Arte de Ligar o F*da-se</strong>&#8220;. O autor falou sobre o trabalho de pesquisa em postagem nas redes sociais. “Depois de três anos, dezenas de voos, centenas de horas de entrevistas e meses escrevendo, escrevendo e reescrevendo novamente, estou animado para anunciar que &#8220;WILL&#8221;, um livro sobre as histórias e lições da vida de Will Smith, finalmente terminou. Trabalhar com Will nos últimos anos tem sido um dos destaques da minha carreira. Ele é uma pessoa incrível, que tem muito a compartilhar com o mundo, e é uma honra ajudá-lo a fazer isso. O livro será lançado em 9 de novembro”, escreveu Manson.</p>



<p>A sinopse divulgada resume como &nbsp;&#8220;a história de como uma pessoa dominou as suas emoções, escrita de forma que pode ajudar todos a fazerem o mesmo&#8221;. A arte de capa é do artista Brandam Bmike Odums.</p>
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		<title>Coletivo &#8220;Mulheres Negras na Biblioteca&#8221; lança primeira plataforma para troca de livros de autoras pretas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/coletivo-mulheres-negras-na-biblioteca-lanca-primeira-plataforma-para-troca-de-livros-de-autoras-pretas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras na biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras na literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O coletivo Mulheres Negras na Biblioteca lan&#231;ar&#225; pelo site (www.mulheresnegrasnabiblioteca.com.br) a primeira biblioteca on-line, do Brasil, de troca de livros escritos por autoras negras. O lan&#231;amento da plataforma&#160; ser&#225; no dia 27 de maio, &#224;s 15h, via Zoom, em um evento em parceria com o SisEB (Sistema Estadual de Bibliotecas P&#250;blicas de S&#227;o Paulo), com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O coletivo <strong>Mulheres Negras na Biblioteca</strong><em> lançará pelo site </em><a href="http:/https://www.mulheresnegrasnabiblioteca.com.br/">(www.mulheresnegrasnabiblioteca.com.b<em>r</em></a>) a primeira biblioteca on-line, do Brasil, de troca de livros escritos por <strong>autoras negras</strong>. O lançamento da plataforma  será no dia 27 de maio, às 15h, via Zoom, em um evento em parceria com o SisEB (Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo), com as participações de <strong>Ola Ronke</strong> (‘<strong>The Free Black Women’s Library</strong><em>’</em>)  que serviu de inspiração para o projeto brasileiro , <strong>Carine Souza</strong> (‘<em>Mulheres Negras na Biblioteca’</em>) e Semayat Oliveira (‘<strong>Nós, mulheres da periferia</strong>’). O bate-papo online sobre ações de incentivo à leitura de obras de autoras negras abordará experiências realizadas nos Estados Unidos e no Brasil.</p>



<p>“Em 2020 fomos contempladas do edital do Programa VAI, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, com um proposta de biblioteca itinerante de trocas de livros de autoras negras, inspirada na ‘The Free Black Women’s Library’. mas tivemos que adaptar a proposta devido à pandemia. Então, pensamos em criar um site para a realização da troca, que será concluída via Correios”, explica a produtora cultural Carine Souza, uma das organizadoras do coletivo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="984" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Carine-Souza-2_Divulgacao.jpeg" alt="" class="wp-image-35124" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Carine-Souza-2_Divulgacao.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Carine-Souza-2_Divulgacao-300x288.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Carine-Souza-2_Divulgacao-150x144.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Carine-Souza-2_Divulgacao-768x738.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Carine-Souza-2_Divulgacao-696x669.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Carine-Souza-2_Divulgacao-437x420.jpeg 437w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Carine Souza, uma das integrantes do coletivo Mulheres Negras na Biblioteca (Imagem: Acervo pessoal)</figcaption></figure>



<p>Para que haja a troca dos livros, Carine explica que, no site cada pessoa poderá selecionar dois títulos por mês. Para que fazer a troca, ela deve se cadastrar e informar dois livros de autoras negras que ela tem e quer dar em troca; a solicitação será avaliada e ela receberá uma notificação de confirmação e um prazo para o envio das obras; quando os livros dela chegarem um prazo de envio é gerado.</p>



<p>O  acervo contará, inicialmente, com aproximadamente 200 livros de escritoras negras nos gêneros <strong>ficção-científica</strong>, <strong>ensaios</strong>, <strong>poesia</strong>, <strong>biografias</strong> e <strong>romances</strong> nacionais e internacionais. Em conversa com a escritora Ola Ronke, Carine não vê diferenças significativas no processo de invisibilização de autoras negras e que o objetivo comum de ambos os projetos é combater o apagamento das mulheres pretas no âmbito literário.</p>



<p>O coletivo Mulheres<em> Negras na Biblioteca </em>é um projeto de incentivo à leitura de obras de escritoras negras, idealizado e organizado por profissionais de Biblioteconomia e Letras, que se dedicam, desde 2016, a promover atividades culturais a fim de contribuir para a formação e aumento do público leitor de autoras negras, com o objetivo de tornar notável a importância da inclusão dessas obras nos acervos das bibliotecas. </p>



<p>“Costumamos dizer que o nosso trabalho é de formiguinha. Mas como estamos na base da pirâmide social, qualquer movimentação que fazemos, por menor que pareça ser, abala toda a estrutura. Para citar exemplos: em 2018, fomos convidadas pela coordenação do Sistema Municipal de Bibliotecas para um evento que eles estavam promovendo; aceitamos o convite, mas em contrapartida pedimos que considerassem uma lista com aproximadamente 200 títulos de autoras negras que enviamos para incluir nas listas de novas aquisições das bibliotecas; eles aceitaram. Após isso recebemos relatos de bibliotecas que receberam uma quantidade significativa de livros de autoras negras”, aponta, Carine.</p>



<p><strong>SERVIÇO</strong></p>



<p><strong>Lançamento do projeto <em>Mulheres Negras na Biblioteca de Trocas (MNBT)</em></strong></p>



<p><strong>Quando:</strong> 27 de maio</p>



<p><strong>Horário:</strong> 15h</p>



<p><strong>Onde:</strong> <a href="https://l.workplace.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fsiseb.sp.gov.br%2Fevento%2Fwebinar-autoras-negras-nas-bibliotecas-acoes-de-combate-a-invisibilizacao%2F%3Finstance_id%3D1019&amp;h=AT2j0f-KQgVs5VSuk8bdE95ODTG1XislxrBz4h5ALq9lsryBy9a5hvkSEnfG8yEtsJcyFetzbfaSOTrPRkQY60l-Xbi86gXCJtKDQDE3YBVLJwHrUw9n0G21Jc4xw5zU6ontF2sFBAo0wBo&amp;__tn__=-UK-R&amp;c[0]=AT22gNiiXOrr5FwHatYZ8H6VXx_cPgDRCqY9AZJ7lXsm3oWXmKjMTxDyxv-vHy6zruaW2HJ3Idn32SkGvMIsx3xSZKofHAoblh83onRadR185LyCxxo5z0GaAEUSvwBgzlXGM4m3iLDF3368M9nUkuw4jgVztQ01ZvGQilZslaWBsh5OhWdc72LmVtQ7hBTvwCy0FijPn1jNxpOuSp1fa4VaNY8GuSwesjrfBukiQA">http://siseb.sp.gov.br/&#8230;/webinar-autoras-negras-nas&#8230;/&#8230;</a></p>



<p><strong>Apoio:</strong> Programa VAI, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo</p>



<p><strong>Instagram:</strong> <a href="https://www.instagram.com/direct/t/340282366841710300949128122373862798176">@mulheresnegrasnabiblio</a></p>



<p></p>
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		<title>“Minha filha lava a louça desde que alcança a pia”:  as lições que aprendi com Rachel Maia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 23:19:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[escritoras negras]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[rachel maia]]></category>
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<p>Não foi nosso primeiro encontro, mas foi a primeira vez que realmente a conheci. <strong>Rachel Maia</strong> é para mim um colosso de representatividade que vai muito além dos cargos incríveis que essa executiva ocupou ao longo dos anos. Os 30 anos da sua trajetória profissional compõem boa parte do seu primeiro livro <strong>“Meu Caminho Até a cadeira número 1” </strong>(Editora Globo). &nbsp;&nbsp;Cria da periferia de São Paulo, Rachel já foi CEO no Brasil da grife Lacoste e das joalherias Pandora e Tiffany &amp; Co. e atualmente faz parte dos conselhos do grupo Soma, CVC e Unicef Brasil.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/CAPA-rachel-maia-260120214-1-683x1024.png" alt="" class="wp-image-32334" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/CAPA-rachel-maia-260120214-1-683x1024.png 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/CAPA-rachel-maia-260120214-1-200x300.png 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/CAPA-rachel-maia-260120214-1-100x150.png 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/CAPA-rachel-maia-260120214-1-768x1152.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/CAPA-rachel-maia-260120214-1-1024x1536.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/CAPA-rachel-maia-260120214-1-1366x2048.png 1366w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/CAPA-rachel-maia-260120214-1-696x1044.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/CAPA-rachel-maia-260120214-1-1068x1601.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/CAPA-rachel-maia-260120214-1-280x420.png 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/CAPA-rachel-maia-260120214-1.png 1654w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure></div>



<p>Para mim, uma mulher negra madura que abriu caminho para alguns, mas carece de representatividade no mundo dos negócios, Rachel é uma mulher admirável por dentro e por fora. É aquela luz que guia a gente.</p>



<p>Em março, durante o mês das mulheres, tive a oportunidade de entrevistá-la. Rachel estava um com uma agenda corrida por conta da maratona de eventos relativos ao lançamento do seu livro. A obra de Rachel é realmente voltada para todo mundo, sendo uma leitura leve, mas nada superficial, onde a super executiva conta detalhes da sua trajetória profissional, mas também pessoal e isso faz com que toda mundo possa de identificar com pelo menos um capítulo do livro. “Eu recomendo que as pessoas leiam como convém, mas ler capítulos de forma aleatória, pode fazer com que algumas partes do livro, não façam muito sentido” recomenda a autora. &nbsp;</p>



<p>Rachel notou que eu estava usando um brinco da coleção da Pandora, que comprei durante a gestão dela e não por acaso, usei durante a entrevista como uma forma homenagem.</p>



<p>Dessa conversa de um pouco mais de uma hora, extrai alguns pontos principais: </p>



<p><strong>As conquistas pessoais sempre inspiram mais do que as materiais</strong></p>



<p>Viver sem referências para gente se inspirar gera um vazio. <strong>Oprah Winfrey, Barack Obama e Nelson Mandela,</strong> o que ela chamou em tom de brincadeira de “santíssima trindade”, são as grandes inspirações de Rachel, sem contar claro, sua própria mãe. Voltando aos ídolos estrangeiros, não é o lado de gestão que captou a atenção da executiva brasileira. “Olha no caso da Oprah, muitos pensam que gosto dela por causa da fortuna e da maneira que ela administra os negócios, mas não. Eu gosto da forma que ela viveu a vida, de como ela superou as dificuldades. Eu a vi a primeira vez assistindo ‘A cor púrpura’ e a figura dela, desde lá me chamou a atenção. Ela sofreu várias violências, foi estuprada e mesmo assim dedica a vida em prol do outro, inspirando as pessoas”.</p>



<p><strong>Luxo pode ser bom, mas se apegar a ele, não é importante</strong></p>



<p>&nbsp;A presença de Rachel é puro luxo. Ela é alta, anda e se porta como a autoridade que é, e sempre está impecavelmente vestida. Conversando com ela sobre luxo, vem a surpresa: ela  circula nesse mundo das grifes, marcas de luxo e prestígio de forma bem ponderada, pelo menos em uma perspectiva mais pessoal.</p>



<p>“Eu faço faxina na minha igreja. Minha relação com o luxo sempre foi tranquila. Uma vez durante um voo acabei perdendo joias que comprei durante todos os anos que trabalhei na Tiffany &amp; Co., algo irrecuperável, mas eu vou fazer o que? Eu compro as coisas das empresas que trabalho, como essa que estou vestindo (era uma camiseta da Lacoste), mas eu não vivo em função do luxo, na minha infância nunca nem imaginei fazer parte desse mundo”, detalha Rachel.</p>



<figure class="wp-block-image size-large td-caption-align-center td-img-style-shadow"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="847" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Crédito_Claudio-Gatti_011-1024x847.png" alt="" class="wp-image-32327" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Crédito_Claudio-Gatti_011-1024x847.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Crédito_Claudio-Gatti_011-300x248.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Crédito_Claudio-Gatti_011-150x124.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Crédito_Claudio-Gatti_011-768x636.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Crédito_Claudio-Gatti_011-1536x1271.png 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Crédito_Claudio-Gatti_011-2048x1695.png 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Crédito_Claudio-Gatti_011-696x576.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Crédito_Claudio-Gatti_011-1068x884.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/Crédito_Claudio-Gatti_011-508x420.png 508w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Foto: Claudio Gatti</figcaption></figure>



<p><strong>Servir a comunidade sim, mas sem pirar &nbsp;</strong></p>



<p>Rachel é bem humilde ao avaliar sua importância como o maior nome da comunidade negra dentro do mundo corporativo, “Estrela da comunidade é a Tais Araújo”, disse ela em tom de brincadeira.&nbsp; “Eu tenho muita gente que precisa da minha atenção, que esperam respostas minha, mas é complicado poder atender todo mundo. Isso até é algo que trabalho em terapia, mas é impossível poder ouvir todo mundo. Nossa comunidade tem muitas necessidades”.</p>



<p><strong>É difícil crescer sem rede de apoio</strong></p>



<p>Pela conversa ficou evidente que sem uma rede de apoio, Rachel não seria essa mulher que a gente conhece. Ela é Sarah Maria e de Pedro Antônio. “Sempre contei muito com o apoio da minha mãe e da minha família para cuidar das minhas coisas. Minha casa tem sempre gente circulando, pessoas que me ajudam com as crianças e que confio integralmente, que ensinam coisas para os meus filhos e não fico em cima”, explica a executiva. E ao contrário de muitas mulheres de uma geração educada de uma forma que a dupla jornada é fonte de culpa, Rachel não tem nenhuma relutância em delegar funções. “Não tenho nenhum complexo de culpa quando deixo meus filhos com pessoas que confio para poder trabalhar. Acho que nós mulheres temos que nos livrar disso em algum momento”. Em relação aos filhos, ela é mãe de um casal, a mãe Rachel estimula a independência dos filhos. “Minha filha já sabe lavar louça desde que alcança a pia. Aqui em casa incentivo a independência e não tem isso de ficar esperando tudo ser servido, de mão beijada”, detalha. &nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large td-caption-align-center td-img-style-shadow"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/161745650_2558283197809126_253419601792662822_n-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-32329" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/161745650_2558283197809126_253419601792662822_n-1024x684.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/161745650_2558283197809126_253419601792662822_n-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/161745650_2558283197809126_253419601792662822_n-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/161745650_2558283197809126_253419601792662822_n-768x513.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/161745650_2558283197809126_253419601792662822_n-696x465.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/161745650_2558283197809126_253419601792662822_n-1068x713.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/161745650_2558283197809126_253419601792662822_n-629x420.jpg 629w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/03/161745650_2558283197809126_253419601792662822_n.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Rachel Maia e sua filha Sarah Maria  &#8211; Foto: Reprodução Instagram</figcaption></figure>



<p><strong>Oportunidades para negros não podem ser esnobadas</strong></p>



<p>A geração de Rachel e a minha também nem sabia o que eram ações afirmativas e programas de inclusão de pessoas negras. O racismo era visto como parte da sociedade, mas raramente problematizado como uma questão estrutural. Só a militância e ativismo negro via o mercado de trabalho de forma racializada. Se hoje temos grandes empresas como Bayer, Avon e Magazine Luiza implementando programas históricos para o aumento de pessoas negras nessas empresas, temos que focar também nesses jovens negros para que eles não deixem a oportunidade passar. Rachel é bem enfática sobre isso. “Não dá para ter essa mentalidade de que ações afirmativas são favores e que, portanto, a gente não precisa. A gente precisa se oportunidades sim e coisas assim nunca aconteceram. Não importa se você acha que é favor, se inscreva, participe dessas oportunidades que a gente não sabe se acontecerão novamente. Tem que se inscrever sim, tentar, participar e aproveitar essas chances feitas especialmente para pessoas da comunidade negra. Não é sobre ser coitadinho e precisar de ajuda, é sobre ter chance de mudar a sua vida”.</p>



<p> <strong><em>Meu caminho até a cadeira número 1</em>&nbsp;</strong>tem uma versão impressa e digital. <a href="http://globolivros.globo.com/livros/meu-caminho-ate-a-cadeira-numero-1#:~:text=Conquistar%20um%20cargo%20de%20diretoria,casa%20com%20todas%20as%20irm%C3%A3s." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui para mais informações. </a></p>
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		<item>
		<title>“32 vozes negras por Marielle”: Escritoras negras lançam livro em homenagem a Marielle Franco</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/32-vozes-negras-por-marielle-escritoras-negras-lancam-livro-em-homenagem-a-marielle-franco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rakeche Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 19:55:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[livros para negros]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser&#225; lan&#231;ado na pr&#243;xima segunda-feira, 1 de fevereiro, o livro &#160;&#8220;32 vozes negras por Marielle Franco.&#160;Por tantas outras mulheres negras que foram assassinadas e principalmente por todas n&#243;s: nossas vidas importam!&#8221;. O objetivo do projeto &#233; fazer com que mulheres negras (cis ou trans) traduzam em palavras, poetizando e/ou narrando, mais um momento de dor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Será lançado na próxima segunda-feira, 1 de fevereiro, o livro &nbsp;&#8220;32 vozes negras por Marielle Franco.&nbsp;Por tantas outras mulheres negras que foram assassinadas e principalmente por todas nós: nossas vidas importam!&#8221;.</p>



<p>O objetivo do projeto é fazer com que mulheres negras (cis ou trans) traduzam em palavras, poetizando e/ou narrando, mais um momento de dor e violência. O livro será disponibilizado gratuitamente em algumas plataformas digitais (que será divulgada na segunda-feira pelo Blogueiras negras).</p>



<p>A publicação, uma iniciativa do site Blogueiras Negras junto com a Livraria Africanidades, conta com a participação de 32 escritoras negras de todo o Brasil que responderam a uma chamada pública feita em 2018, semanas após o assassinato de Marielle Franco.</p>



<p>O prefácio é de Anielle Franco, irmã de Marielle, a arte da capa foi feita por Kaísa Santos e a diagramação por Ariane Cor. O livro também tem versão em inglês, a tradução ficou sob a responsabilidade de Jess Oliveira e Bruna Barros</p>



<p>&#8220;Que Marielle siga inspirando a luta e a construção política de muitas mulheres negras que estão pelo mundo, e que sua trajetória seja a maré que inunda o oceano de transformações que ainda veremos transbordar”, falou Anielle Franco no prefácio do livro.</p>
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		<title>‘Promised Land’ Novo Livro de Obama estará disponível em 17 de novembro</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/promised-land-novo-livro-de-obama-estara-disponivel-em-17-de-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rakeche Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 16:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Barack Obama]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[obama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O livro, que em portugu&#234;s chama-se &#8220;Terra Prometida&#8221;, ser&#225; o primeiro de dois volumes das obras de Obama. Promised Land ser&#225; lan&#231;ado em 25 idiomas em todo mundo no dia 17 de novembro. O livro oferece algumas das principais reflex&#245;es de Obama e sua opini&#227;o de como os Estados Unidos deve &#8220;curar suas divis&#245;es e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O livro, que em português chama-se “Terra Prometida”, será o primeiro de dois volumes das obras de Obama. Promised Land será lançado em 25 idiomas em todo mundo no dia 17 de novembro. O livro oferece algumas das principais reflexões de Obama e sua opinião de como os Estados Unidos deve “curar suas divisões e fazer a democracia funcionar para todos”, segundo o mesmo.</p>



<p>Com a data anunciada pelo instagram, Obama falou que estava emocionado por terminar um livro tão importante e completou que “tentou fornecer um relato honesto de minha campanha presidencial e de meu mandato: os principais eventos e as pessoas que a moldaram”.</p>



<p>Alguns capítulos estão destinados a mostrar a jornada pessoal de Barack e Michelle Obama e de como enfrentaram os acertos e erros durante o tempo em que ele foi o presidente os Estados Unidos.</p>



<p>Obama relatou ainda que o livro é uma leitura divertida e informativa e que esperava mais do que qualquer coisa que o livro inspire os jovens em todo o país &#8211; e em todo o mundo &#8211; a tomar o bastão, erguer a voz e desempenhar sua parte na reconstrução do mundo para o Melhor.</p>



<figure class="wp-block-embed-instagram wp-block-embed is-type-rich is-provider-instagram"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.instagram.com/p/CFPKQCVgFjo/
</div></figure>
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