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	<title>Arquivos literatura negra - Mundo Negro</title>
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		<title>&#8216;Clube da Leitura Preta&#8217; transforma vidas de adolescentes quilombolas por meio da literatura no interior da Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 12:00:22 +0000</pubDate>
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<p>A escritora e pesquisadora <strong>Jessika de Oliveira</strong> tem mostrado que a literatura pode ser um instrumento poderoso de transformação social. Criadora do <strong>Clube da Leitura Preta</strong>, o primeiro voltado a adolescentes quilombolas em Jequié, interior da Bahia, ela tem promovido há três anos o letramento racial e o fortalecimento da identidade por meio de autores e autoras negras, para jovens de 13 a 16 anos, no Colégio Estadual Doutor Milton Santos, uma instituição de ensino quilombola.</p>



<p>O projeto nasceu de um incômodo. Durante o estágio na escola escola pública, Jessika percebeu que os alunos não se interessavam pelos livros disponíveis. Então, decidiu mudar a forma como a leitura era apresentada. O Clube rapidamente se tornou um refúgio de expressão e pertencimento. Jovens que antes não se viam como leitores passaram a se identificar com as histórias que liam.</p>



<p>“Um dos maiores impactos foi tornar interessante para os adolescentes, que é um público que está mais para a tecnologia. E o que mais me impactou foi quando alguns deles me disseram que não sabiam que tinham escritores parecidos com os pais deles ou avós e começaram a desengavetar escritos também. Isso me deu aquele [sentimento de] &#8216;estou no caminho certo&#8217;”, relata Jessika <strong>ao Mundo Negro.</strong></p>



<p>Recentemente no programa <strong>Azeviche</strong>, ela também relembrou como tudo começou, em 2022. “Eu falei, &#8216;vamos tirar esses livros do cano e vamos colocar Becos da Memória, vamos colocar os textos de Ryane Leão&#8217;. Como é que esses meninos são atravessados por violências? Em contrapartida, nesse mesmo ano nasceu o Clube da Leitura Preta, na periferia, lá no Barro Preto”, contou.</p>



<p>Jessika continuou relembrando o impacto da violência contra os adolescentes negros e a importância do projeto de leitura. “Vários meninos que participavam do clube na época, foram vítimas dessa guerra de drogas, morreram. Tinham episódios que a gente se reunia, por exemplo, que estava comendo bala lá fora, e a gente dentro do clube, dentro de uma escola, numa sala, fazendo literatura. A minha missão que eu tenho pra fazer na vida, depois que eu entendi algumas coisas, que é a gente precisa abrir alguns caminhos. Então se eu puder fazer algumas frechas de luz pra quem vem também é importante”, contou.</p>
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		<title>Lázaro Ramos homenageia Ruth de Souza com o livro &#8216;A Rainha da Rua Paissandu&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 13:34:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>L&#225;zaro Ramos transformou seus dias ao lado de Ruth de Souza em uma emocionante homenagem liter&#225;ria no livro &#8216;A Rainha da Rua Paissandu&#8217;. A obra celebra a primeira grande dama negra da dramaturgia brasileira, que se tornou a primeira atriz negra a atuar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e a primeira brasileira a [&#8230;]</p>
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<p><a href="https://mundonegro.inf.br/nao-quero-que-as-pessoas-estacionem-na-dor-diz-lazaro-ramos-sobre-mensagem-de-seu-novo-livro-na-nossa-pele/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Lázaro Ramos</strong> </a>transformou seus dias ao lado de <strong>Ruth de Souza </strong>em uma emocionante homenagem literária no livro <strong>&#8216;A Rainha da Rua Paissandu&#8217;</strong>. A obra celebra a primeira grande dama negra da dramaturgia brasileira, que se tornou a primeira atriz negra a atuar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e a primeira brasileira a ser indicada a um prêmio internacional de cinema. Ruth tem sua trajetória contada por quem se reconhece como parte do caminho que ela abriu para artistas negros no Brasil.</p>



<p>Nascida em um subúrbio do Rio de Janeiro, Ruth de Souza morou por alguns anos em Minas Gerais, mas voltou à capital carioca após a morte do pai. Ainda muito jovem começou a atuar em peças e, com pouco mais de 20 anos, entrou no Teatro Experimental do Negro, grupo que abriu caminho para os artistas negros no Brasil. Esta e tantas outras histórias a própria Ruth — ou Dona Ruth, como era carinhosamente chamada — conta neste livro, como contou a Lázaro Ramos pouco antes de falecer, aos 98 anos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="681" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-681x1024.jpg" alt="" class="wp-image-92031" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-681x1024.jpg 681w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-768x1155.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-1022x1536.jpg 1022w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-1362x2048.jpg 1362w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-279x420.jpg 279w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-150x226.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-300x451.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-696x1046.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-1068x1606.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1.jpg 1599w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /></figure>



<p>Lázaro, que em sua trajetória como artista sempre se sentiu na obrigação de continuar desbravando o caminho aberto por Ruth de Souza, faz jus a essa grande mulher ao traduzir literariamente, com muita sensibilidade, as palavras dela. “No seu tempo e espaço e na cadência do seu ser.”</p>



<p>Com delicadeza, valendo-se das múltiplas possibilidades do texto dramatúrgico, Lázaro lança luz não só sobre a vida da dama do teatro e do cinema nacionais, como também sobre a participação da memória e dos afetos na construção das nossas histórias. Misto de peça, memórias e tributo, <em>A Rainha da rua Paissandu</em>, reúne fotografias, ilustrações inéditas e farta pesquisa para contar a vida de Ruth de Souza.</p>



<p>Publicado pela editora Intrínseca, o livro impresso custa R$ 69,90. O e-book: 34,90.</p>



<p></p>
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		<title>Autores negros se destacam na programação da Bienal do Livro; Chimamanda Ngozi Adichie é atração no 1º dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 15:41:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Bienal do Livro do Rio de Janeiro come&#231;ou nesta sexta-feira (13) e contar&#225; com a presen&#231;a da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, uma das grandes atra&#231;&#245;es do evento. Ela participa de um bate-papo especial com media&#231;&#227;o da atriz Ta&#237;s Araujo, &#224;s 19h, no Riocentro. A Bienal ser&#225; realizada at&#233; o dia 22 de junho [&#8230;]</p>
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<p>A <strong>Bienal do Livro do Rio de Janeiro</strong> começou nesta sexta-feira (13) e contará com a presença da escritora nigeriana <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/chimamanda-ngozi-adichie-vem-ao-brasil-para-bienal-do-livro-e-ciclo-de-palestras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Chimamanda Ngozi Adichie</a></strong>, uma das grandes atrações do evento. Ela participa de um bate-papo especial com mediação da atriz <strong>Taís Araujo</strong>, às 19h, no Riocentro. A Bienal será realizada até o dia 22 de junho e deve reunir mais de 600 mil pessoas.</p>



<p>Chimamanda é uma das vozes mais influentes da literatura e do feminismo negro no mundo. Durante a conversa, ela vai compartilhar detalhes da sua trajetória, das causas que atravessam sua escrita e dos oito livros publicados e traduzidos para o português:<strong> &#8216;Hibisco roxo&#8217;, &#8216;Meio sol amarelo&#8217;, &#8216;Americanah&#8217;, &#8216;A contagem dos sonhos&#8217;, &#8216;No seu pescoço&#8217;, &#8216;Sejamos todos feministas&#8217;, &#8216;Para educar crianças feministas&#8217;, &#8216;Notas sobre o luto&#8217; e &#8216;O lenço de cetim da mamãe&#8217;</strong>, assinado como Nwa Grace-James.</p>



<p>Entre os nomes nacionais, alguns dos grandes destaques na programação estão <strong>Jeferson Tenório</strong>, autor de<strong> &#8216;O avesso da pele&#8217; </strong>e<strong> &#8216;Estela sem Deus&#8217;</strong>; <strong>Lázaro Ramos</strong>, que recentemente publicou o livro<strong> &#8216;Na nossa pele: Continuando a conversa&#8217;</strong>; <strong>Rodrigo França</strong>, escritor do aclamado<strong> &#8216;O Pequeno Príncipe Preto&#8217;</strong> e a escritora <strong>Eliana Alves Cruz</strong>, autora de obras como<strong> &#8216;Água de barrela&#8217;</strong> e<strong> &#8216;Solitária&#8217;.</strong></p>



<p>A programação completa está disponível no site oficial da Bienal, onde também é possível comprar os ingressos<strong><a href="https://www.bienaldolivro.com.br/programacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> (clique aqui)</a></strong>. Os valores são de R$ 42 (inteira) e R$ 21 (meia). Professores e bibliotecários têm acesso gratuito ou desconto, mediante apresentação de carteira profissional.</p>
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		<title>Festa Internacional da Palavra em Itaúnas, no ES, rcelebra literatura negra, indígena e quilombola </title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 19:07:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre 21 e 24 de maio de 2025, Ita&#250;nas, distrito de Concei&#231;&#227;o da Barra, no Esp&#237;rito Santo, receber&#225; a segunda edi&#231;&#227;o da Festa Internacional da Palavra. O evento gratuito promete transformar a localidade conhecida por suas dunas m&#243;veis em um importante centro de discuss&#245;es liter&#225;rias, com foco especial na produ&#231;&#227;o de autores negros, ind&#237;genas e [&#8230;]</p>
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<p>Entre 21 e 24 de maio de 2025, Itaúnas, distrito de Conceição da Barra, no Espírito Santo, receberá a segunda edição da<strong> Festa Internacional da Palavra</strong>. O evento gratuito promete transformar a localidade conhecida por suas dunas móveis em um importante centro de discussões literárias, com foco especial na produção de autores negros, indígenas e quilombolas.</p>



<p>Sob a direção artística da escritora e atriz <strong>Elisa Lucinda</strong>, a programação mistura debates, oficinas, lançamentos de livros e apresentações musicais, levando importantes nomes negros e indígenas da literatura nacional. &#8220;Precisamos que nossas crianças e jovens tenham acesso às obras que reflitam suas realidades e heranças culturais. Quando um jovem negro, indígena ou quilombola se vê na literatura, ele entende que seu lugar no mundo também pode ser escrito, contado e celebrado&#8221;, afirma Lucinda, que escolheu o tema &#8220;Ler a vida&#8221; para esta edição.</p>



<p>Dois importantes nomes serão homenageados: o pensador quilombola <strong>Nêgo Bispo</strong>, falecido em 2023, e a escritora capixaba <strong>Bernadette Lyra</strong>, referência na literatura regional. O evento contará ainda com participações internacionais, como a cubana <strong>Teresa Cárdenas</strong>, além de nomes como <strong>Ailton Krenak</strong>, <strong>Itamar Vieira Junior</strong>, <strong>Eliana Alves Cruz</strong>, o filósofo <strong>Renato Nogueira</strong> e shows de <strong>Chico César</strong> e <strong>Bia Ferreira</strong>.</p>



<p>A curadoria, assinada por <strong>Guiomar de Grammont</strong> e <strong>Lívia Corbellari</strong>, priorizou vozes que representam a diversidade cultural brasileira. &#8220;Itaúnas, com sua paisagem quase surreal, é o cenário perfeito para acolher essas múltiplas narrativas que compõem nossa identidade&#8221;, observa Grammont.</p>



<p>A escolha de Itaúnas como sede não foi acidental. A vila, que é também um parque ecológico, abriga comunidades tradicionais onde a oralidade mantém viva a memória cultural. &#8220;Queremos que os visitantes experimentem essa conexão única entre paisagem, cultura e literatura&#8221;, explica Lucinda.</p>



<p>A primeira edição, realizada virtualmente em 2021 devido à pandemia, reuniu nomes como <strong>Lázaro Ramos </strong>e <strong>Daniel Munduruku</strong>. Agora, o evento consolida-se como um dos principais festivais literários do Espírito Santo, com projeção nacional.</p>



<p>Serviço:<br>2ª Festa Internacional da Palavra<br>Data: 21 a 24 de maio de 2025<br>Local: Itaúnas, Conceição da Barra (ES)<br>Entrada franca</p>
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		<title>Obras de autores negros para celebrar o Dia Internacional do Livro Infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 17:58:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste Dia Internacional do Livro Infantil, comemorado em 2 de abril, o Mundo Negro selecionou uma lista de obras escritas por autores negros que contribuem para a forma&#231;&#227;o social e cultura de pequenos leitores, com uma literatura mais diversa e representativa.&#160; A literatura infantil desempenha um papel fundamental na constru&#231;&#227;o da identidade e da autoestima [&#8230;]</p>
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<p>Neste<strong> </strong><a href="https://mundonegro.inf.br/novo-livro-de-midia-noelle-ensina-como-a-comunicacao-pode-ser-uma-ferramenta-poderosa-no-enfrentamento-ao-racismo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Dia Internacional do Livro Infantil</strong>,</a> comemorado em 2 de abril, o<strong> Mundo Negro</strong> selecionou uma lista de obras escritas por autores negros que contribuem para a formação social e cultura de pequenos leitores, com uma literatura mais diversa e representativa. </p>



<p>A literatura infantil desempenha um papel fundamental na construção da identidade e da autoestima das crianças. Ao se verem refletidas em histórias, elas se sentem pertencentes e valorizadas, entendendo que suas vivências, traços e cultura são igualmente importantes.&nbsp;</p>



<p><strong>Veja a lista completa abaixo:</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O menino e sua árvore</strong></h2>



<p>O livro de Rodrigo França narra a encantadora jornada de Sol, um menino feliz cuja bisavó é uma árvore centenária. A obra explora a importância de fortalecer as raízes afetivas para um crescimento saudável, a sabedoria dos mais velhos, o acolhimento da família e o amor que fomenta a conexão com as origens.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="709" height="1000" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image.png" alt="" class="wp-image-89124" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image.png 709w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-213x300.png 213w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-106x150.png 106w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-298x420.png 298w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-150x212.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-300x423.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-696x982.png 696w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A menina que não sabia que era bonita</strong></h2>



<p>Lançado no início deste ano, o primeiro livro infantil da Tia Má convida as leitoras a uma jornada de autodescoberta e valorização da própria beleza, especialmente direcionada a meninas negras. A obra é inspirada nos desafios enfrentados pela própria autora para desenvolver sua autoestima desde cedo.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="480" height="644" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1.png" alt="" class="wp-image-89125" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1.png 480w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1-224x300.png 224w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1-112x150.png 112w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1-313x420.png 313w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1-150x201.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1-300x403.png 300w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sinto o que sinto: um passeio pelos sentimentos&nbsp;</strong></h2>



<p>O novo livro infantil do Lázaro Ramos, em parceria com o Mundo Bita, aborda de forma lúdica a importância de identificar e lidar com as emoções desde a infância. A história acompanha Dan, um menino negro que, ao viver situações do cotidiano, descobre que é possível sentir uma série de emoções – como raiva, alegria, orgulho e tristeza – e que aprender a reconhecê-las é essencial para lidar com elas de maneira saudável.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="802" height="1000" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2.png" alt="" class="wp-image-89126" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2.png 802w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2-241x300.png 241w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2-120x150.png 120w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2-768x958.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2-337x420.png 337w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2-150x187.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2-300x374.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2-696x868.png 696w" sizes="(max-width: 802px) 100vw, 802px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Meu crespo é de rainha</strong></h2>



<p>O clássico publicado pela renomada escritora bell hooks em 1999, apresenta diferentes penteados e cortes de cabelo crespo às meninas negras para valorização e autoestima do cabelo natural, em forma de poesia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="879" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-879x1024.png" alt="" class="wp-image-89127" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-879x1024.png 879w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-257x300.png 257w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-129x150.png 129w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-768x895.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-1318x1536.png 1318w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-1757x2048.png 1757w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-360x420.png 360w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-150x175.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-300x350.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-696x811.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-1068x1245.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-1920x2238.png 1920w" sizes="(max-width: 879px) 100vw, 879px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Chupim</strong></h2>



<p>No primeiro livro infantil do premiado Itamar Vieira Jr., ele convida as crianças a conhecer o campo, por intermédio do menino Julim, que é enviado pelo pai para espantar o Chupim, passarinho considerado uma praga por comer as plantações.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="750" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4.png" alt="" class="wp-image-89128" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4.png 1000w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4-300x225.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4-150x113.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4-768x576.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4-560x420.png 560w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4-80x60.png 80w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4-696x522.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4-265x198.png 265w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Azizi, o presente precioso</strong></h2>



<p>Inspirado em casos reais e de muito afeto, a obra escrita por Lucimar Rosa Dias aborda o racismo estrutural brasileiro e fala sobre a possibilidade de pessoas de diferentes raças se tornarem uma família. A história narra a jornada de Azizi, um menino negro adotado por uma família branca, que encontra nas diferenças da cor a unidade da vida, do abraço e do amor.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="724" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5.png" alt="" class="wp-image-89129" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5.png 1000w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5-300x217.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5-150x109.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5-768x556.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5-580x420.png 580w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5-696x504.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5-324x235.png 324w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Kakopi, kakopi! Brincando e jogando com as crianças de vinte países africanos</strong></h2>



<p>O livro escrito pelo moçambicano Rogério Andrade Barbosa é uma continuação de &#8220;Ndule Ndule – Assim brincam as crianças africanas&#8221; e foi criado a partir do mapa do continente africanos e dessa maneira, as crianças têm conhecimento quais são as brincadeiras mais comuns em cada país. Gadidé, Surumba-Surumba, Chakyti-Cha, Corrida de Três, Osani, A Serpente e Nngapi são algumas das brincadeiras presentes na obra. Entender e descobrir o que elas são e como se brinca, faz parte da brincadeira do livro.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="738" height="1000" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6.png" alt="" class="wp-image-89130" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6.png 738w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6-221x300.png 221w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6-111x150.png 111w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6-310x420.png 310w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6-150x203.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6-300x407.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6-696x943.png 696w" sizes="(max-width: 738px) 100vw, 738px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>História pretinha das coisas: as descobertas de Ori</strong></h2>



<p>Para transformar trazer referências afrocentradas para crianças negras, a professora Bárbara Carine Soares Pinheiro escreveu este livro que apresenta uma narrativa fictícia que se passa nos dias atuais. Localizada entre a cidade de Salvador, na Bahia, e a cidade histórica de Meroé, no Sudão, a história remonta a invenções e personalidades reais históricas africanas e afrodiaspóricas. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="828" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-828x1024.png" alt="" class="wp-image-89131" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-828x1024.png 828w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-243x300.png 243w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-121x150.png 121w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-768x949.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-340x420.png 340w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-150x185.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-300x371.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-324x400.png 324w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-696x860.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7.png 1000w" sizes="(max-width: 828px) 100vw, 828px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Meu nome é Maalum</strong></h2>



<p>Maalum é uma menina negra brasileira que nasce e cresce em um lar rodeado de amor e de referências afrocentradas. Logo que a menina sai do seio de sua casa, ela se depara com os desafios impostos pelos discursos e práticas de uma sociedade racista: O negro é visto como diferente e fora do &#8220;padrão&#8221;. Por meio desta personagem os autores Magna Domingues e Eduardo Lurnel apresentam histórias da cultura africana que fazem parte da construção da identidade do povo brasileiro.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="968" height="1000" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8.png" alt="" class="wp-image-89132" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8.png 968w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8-290x300.png 290w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8-145x150.png 145w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8-768x793.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8-407x420.png 407w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8-150x155.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8-300x310.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8-696x719.png 696w" sizes="(max-width: 968px) 100vw, 968px" /></figure>
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		<title>Elisama Santos estreia na literatura infantil e ensina lições de coragem e amizade para os pequenos</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/elisama-santos-estreia-na-literatura-infantil-e-ensina-licoes-de-coragem-e-amizade-para-os-pequenos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Nov 2024 16:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Infantil. Elisama Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A psicanalista Elisama Santos, conhecida por best-sellers sobre educa&#231;&#227;o n&#227;o violenta e sa&#250;de mental, lan&#231;a seu primeiro livro infantil, &#8216;O Primeiro Mergulho&#8217;. Com ilustra&#231;&#245;es da premiada artista Ana Cardoso, a obra chega &#224;s livrarias apresentando uma delicada narrativa sobre coragem, amizade e supera&#231;&#227;o, protagonizada por um grupo de tartaruguinhas. A trama come&#231;a com o nascimento [&#8230;]</p>
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<p>A psicanalista <strong>Elisama Santos</strong>, conhecida por <em>best-sellers</em> sobre educação não violenta e saúde mental, lança seu primeiro livro infantil, &#8216;<em>O Primeiro Mergulho&#8217;</em>. Com ilustrações da premiada artista <strong>Ana Cardoso</strong>, a obra chega às livrarias apresentando uma delicada narrativa sobre coragem, amizade e superação, protagonizada por um grupo de tartaruguinhas.</p>



<p>A trama começa com o nascimento das pequenas tartarugas marinhas em uma praia, prontas para seguir rumo ao mar. Porém, uma delas se depara com o medo, que a impede de avançar. É a partir desse conflito que o livro explora o valor das amizades e da cooperação para vencer desafios, trazendo reflexões tanto para crianças quanto para os adultos que as acompanham.</p>



<p>Com &#8216;<em>O Primeiro Mergulho</em>&#8216;, a autora se aventura pela literatura infantil, trazendo sua visão sensível e acolhedora para um novo público. A obra já está disponível em livrarias e plataformas digitais.</p>



<p>Reconhecida por obras como <em>Por Que Gritamos?</em>, <em>Conversas Corajosas</em> e <em>Educação Não Violenta</em>, a autora tem sua escrita voltada para temas como a maternidade, relacionamentos e a comunicação não violenta. Na TV, apresentou o programa <em>SAC das Emoções</em> no GNT e, nas redes sociais, compartilha reflexões sobre a vida cotidiana com sensibilidade e humor.</p>
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		<title>Lançamento de “Aspino e o boi” leva memórias quilombolas à literatura infantil</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/lancamento-de-aspino-e-o-boi-leva-memorias-quilombolas-a-literatura-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2024 21:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[consciência negra]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[quilombola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Meu av&#244;, meu pai e minhas tias eram todos musicistas e adoravam nos contar hist&#243;rias&#8221;, relembra Gessiane Nazario ao falar sobre Aspino e o boi, seu mais novo livro infantil. Lan&#231;ada pela Sophia Editora na Festa Liter&#225;ria Internacional de Paraty (Flip) de 2024, a obra mergulha nas hist&#243;rias orais da comunidade quilombola de Rasa, em [&#8230;]</p>
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<p>“Meu avô, meu pai e minhas tias eram todos musicistas e adoravam nos contar histórias”, relembra <a href="https://www.instagram.com/p/DCDLKpTR3Gv/?img_index=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gessiane Nazario ao falar sobre <em>Aspino e o boi</em></a>, seu mais novo livro infantil. Lançada pela Sophia Editora na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) de 2024, a obra mergulha nas histórias orais da comunidade quilombola de Rasa, em Armação dos Búzios (RJ), e narra a luta de um lavrador quilombola que resiste às ameaças de um fazendeiro disposto a desalojar as famílias locais.</p>



<p>Inspirada nas memórias de sua família, composta por gerações de quilombolas, Gessiane cria uma narrativa que vai além da literatura infantil, explorando temas como ancestralidade, expropriação de terras e resistência. Com ilustrações de Letícia Figueiredo, o livro apresenta a saga de Aspino, um lavrador que protege sua terra e sua comunidade das investidas de um boi enviado para intimidá-los.</p>



<p>Além de ser uma história de aventura e coragem, <em>Aspino e o boi</em> é um registro valioso das memórias dos descendentes de escravizados na Fazenda Campos Novos, localizada na Região dos Lagos. Gessiane, que também é pesquisadora, é neta do próprio Aspino e bisneta de Bibiana, figuras centrais da comunidade de Rasa, e traz no livro a trajetória de sua tataravó Madalena, mulher trazida de Angola ao Brasil em um navio negreiro. </p>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DCDLKpTR3Gv/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DCDLKpTR3Gv/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DCDLKpTR3Gv/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by Gessiane (@gessianenazario)</a></p></div></blockquote><script async src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></div>
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<p>“Ao transformar essas histórias em livro, quero oferecer ao público infantojuvenil uma importante reflexão sobre identidade, territorialidade e resistência”, declara a autora, que vê a obra como um instrumento de preservação da cultura quilombola.</p>
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		<title>Flip 2024 acontece entre 9 e 13 de outubro com destaque para programação afro-brasileira na Casa Poéticas Negras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2024 17:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 9 e 13 de outubro, a trar&#225; uma rica programa&#231;&#227;o cultural, com destaque para a participa&#231;&#227;o da Casa Po&#233;ticas Negras, parceira oficial do evento pelo quarto ano consecutivo. O espa&#231;o &#233; reconhecido pela dedica&#231;&#227;o &#224; promo&#231;&#227;o da educa&#231;&#227;o afroreferenciada e &#224; valoriza&#231;&#227;o da cultura negra, sendo um espa&#231;o importante na Flip para [&#8230;]</p>
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<p>Entre os dias<strong> </strong>9 e 13 de outubro<strong>,</strong> a<a href="https://www.instagram.com/flip_se/"> </a>trará uma rica programação cultural, com destaque para a participação da <a href="https://www.instagram.com/casapoeticasnegras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Casa Poéticas Negras</strong>,</a> parceira oficial do evento pelo quarto ano consecutivo. O espaço é reconhecido pela dedicação à promoção da educação afroreferenciada e à valorização da<strong> </strong>cultura negra<strong>,</strong> sendo um espaço importante na Flip para discussões sobre identidade, literatura e tradição.</p>



<p>Um dos grandes destaques da Flip deste ano é a escritora carioca Eliana Alves Cruz, vencedora do Prêmio Jabuti e roteirista indicada ao Emmy Internacional. Além de ser uma das convidadas oficiais do evento, Eliana também participará da programação de casas parceiras, incluindo a &#8220;Casa de Histórias&#8221;, uma colaboração com a Netflix, revista Piauí, Livraria Janela e a editora Mapa.Lab. Nesse espaço, ela lançará uma <em>plaquete </em>— <em>um livro de pequeno formato</em> — que trará o conto <em>Carta às cabeças brasileiras do futuro</em>, narrado por uma testemunha ocular da morte de um mártir inconfidente, reafirmando sua habilidade de trazer à tona questões profundas da nossa história e identidade.</p>



<p>O escritor e ilustrador Estevão Ribeiro, conhecido pelo trabalho na série da HBO &#8220;Cidade de Deus: A Luta Não Pára&#8221;, também estará presente, contribuindo com sua perspectiva inovadora no campo da literatura e do audiovisual. Outro destaque internacional da Flip é a escritora franco-camaronesa Léonora Miano, cujas obras abordam a herança africana e suas implicações no mundo contemporâneo. Tiganá Santana, autor baiano de &#8220;O livro africano sem título&#8221;, também integra a lista de convidados, trazendo sua visão sobre ancestralidade e tradições africanas.</p>



<p>A programação contará ainda com a participação de Cláudia Alexandre, vencedora do Prêmio Jabuti 2024, que trará discussões sobre sua obra &#8220;Exu Mulher: A Dimensão Feminina de Exu e o Matriarcado Nagô&#8221;. Outras figuras importantes, como o historiador Nielson Bezerra e o mestre em Ciência da Religião Pai David Dias, participarão de mesas voltadas à preservação das tradições afro-brasileiras, como a cultura dos terreiros e o sincretismo religioso.</p>



<p>Também serão abordados temas sobre preservação ambiental, com destaque para a participação do pesquisador Erahsto Felício, da Teia dos Povos, e da educadora Gabriela Murua, que discutirão a relação entre as comunidades negras, indígenas e a proteção do meio ambiente.</p>



<p><strong>Destaques da Programação:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>10 de outubro, às 18h: &#8220;Pedagogia do axé: saberes, lutas e resistência dos povos de terreiro&#8221; com Pai Dário (RJ), Juliana Drumond (RJ) e Tiganá Santana (BA). Mediação: Iyá Pollyanna ty Ayrá (Paraty).</li>



<li>11 de outubro, às 17h: &#8220;A urgência da difusão dos saberes africanos&#8221; com Pai David Dias (SP), Nielson Bezerra (RJ) e Júlio César Boaro (SP). Mediação: Luana Vignon.</li>



<li>12 de outubro, às 11h: &#8220;Criar o real: entre o jornalismo e a ficção&#8221; com Eliana Alves Cruz (RJ), Bianca Santana e Paulo Vicente Cruz. Mediação: Heleine Fernandes.</li>



<li>12 de outubro, às 20h: &#8220;Quando as artes se encontram e tudo vira poesia&#8221; com Elisa Lucinda (ES), Odailta Alves (PE) e Héloa (SE). Mediação: Elis Trindade (SP).</li>
</ul>



<p></p>
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		<title>“Conectar-se com a ancestralidade é tão importante quanto conectar-se com a história”, afirma Ibi Zoboi sobre seu livro &#8220;Nigeria Jones&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Aug 2024 13:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[literatura negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na mais recente obra da escritora haitiana-americana Ibi Zoboi, &#8220;Nigeria Jones&#8221;, publicada no Brasil pela editora HarperCollins, temas como feminismo, din&#226;micas familiares complexas e a import&#226;ncia da ancestralidade s&#227;o explorados com profundidade. O livro acompanha a jornada de Nigeria Jones, uma jovem criada em um grupo separatista e antissistema, cujo mundo desmorona quando sua m&#227;e, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na mais recente obra da escritora haitiana-americana <strong>Ibi Zoboi</strong>, &#8220;Nigeria Jones&#8221;, publicada no Brasil pela editora HarperCollins, temas como feminismo, dinâmicas familiares complexas e a importância da ancestralidade são explorados com profundidade.</p>



<p>O livro acompanha a jornada de <strong>Nigeria Jones</strong>, uma jovem criada em um grupo separatista e antissistema, cujo mundo desmorona quando sua mãe, a matriarca do grupo, decide ir embora. Em uma entrevista exclusiva para o<strong> Mundo Negro</strong>, <strong>Ibi Zoboi </strong>revela como suas experiências pessoais influenciaram  na criação de sua obra e destaca a relevância das temáticas abordadas.</p>



<p>&#8220;Como muitos jovens universitários, eu procurava por espaços que me ensinassem minha verdadeira história, já que não a aprendi na escola. Esses espaços se concentravam no desenvolvimento pessoal, saúde, cultura e história. Eles não eram perfeitos, mas foi aí que entendi que posso ter a liberdade de viver a vida que desejo.&#8221;, contou Zoboi.</p>



<p><strong>Mundo Negro:</strong> <strong>Houve algum evento ou experiência pessoal que influenciou a criação desta história?</strong></p>



<p><strong>Ibi Zoboi:</strong> Sim, eu tenho uma experiência pessoal com espaços radicais negros. Como muitos jovens universitários, eu procurava por espaços que me ensinassem minha verdadeira história, já que não a aprendi na escola. Esses espaços se concentravam no desenvolvimento pessoal, saúde, cultura e história. Eles não eram perfeitos, mas foi aí que entendi que posso ter a liberdade de viver a vida que desejo.</p>



<p><strong>MN:</strong> <strong>&#8220;Nigeria Jones&#8221; aborda temas profundos como feminismo, dinâmicas familiares e ancestralidade. Qual é a principal mensagem que você deseja transmitir aos seus leitores, especialmente aos jovens leitores negros?</strong></p>



<p><strong>Zoboi:</strong> Quero que todos os leitores entendam que é necessário remixar os valores com os quais você foi criado se eles são prejudiciais para você, mesmo que tenham sido úteis para os outros. O pai de Nigeria acredita que tem todas as respostas para ajudar os negros a serem livres, mas Nigeria não se sente livre. Ela teve que desaprender algumas coisas que seu pai lhe ensinou para descobrir o que é verdadeiro para ela. Só você sabe o que é melhor para você, mesmo que tenha uma família amorosa tentando guiá-lo na direção certa.</p>



<p><strong>MN:</strong> <strong>Como você vê a importância de explorar e se conectar com a ancestralidade na busca pela libertação e identidade pessoal?</strong></p>



<p><strong>Zoboi:</strong> Conectar-se com a ancestralidade é tão importante quanto conectar-se com a história. A história não é nada sem as pessoas que a fazem. Essas pessoas também foram nossos avós e bisavós. Honrá-los é honrar a história.</p>


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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/07/SEU-NOME-TEMPLATE-MN-FEED-Maio-Junho-2024-1080-x-1350-px-2024-07-31T163658.839-1-819x1024.png" alt="" class="wp-image-81883" style="width:537px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/07/SEU-NOME-TEMPLATE-MN-FEED-Maio-Junho-2024-1080-x-1350-px-2024-07-31T163658.839-1-819x1024.png 819w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/07/SEU-NOME-TEMPLATE-MN-FEED-Maio-Junho-2024-1080-x-1350-px-2024-07-31T163658.839-1-240x300.png 240w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/07/SEU-NOME-TEMPLATE-MN-FEED-Maio-Junho-2024-1080-x-1350-px-2024-07-31T163658.839-1-120x150.png 120w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/07/SEU-NOME-TEMPLATE-MN-FEED-Maio-Junho-2024-1080-x-1350-px-2024-07-31T163658.839-1-768x960.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/07/SEU-NOME-TEMPLATE-MN-FEED-Maio-Junho-2024-1080-x-1350-px-2024-07-31T163658.839-1-150x188.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/07/SEU-NOME-TEMPLATE-MN-FEED-Maio-Junho-2024-1080-x-1350-px-2024-07-31T163658.839-1-300x375.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/07/SEU-NOME-TEMPLATE-MN-FEED-Maio-Junho-2024-1080-x-1350-px-2024-07-31T163658.839-1-696x870.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/07/SEU-NOME-TEMPLATE-MN-FEED-Maio-Junho-2024-1080-x-1350-px-2024-07-31T163658.839-1-1068x1335.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/07/SEU-NOME-TEMPLATE-MN-FEED-Maio-Junho-2024-1080-x-1350-px-2024-07-31T163658.839-1-336x420.png 336w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/07/SEU-NOME-TEMPLATE-MN-FEED-Maio-Junho-2024-1080-x-1350-px-2024-07-31T163658.839-1.png 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>
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<p><strong>Folha: A protagonista Nigeria Jones passa por uma jornada intensa de autodescoberta e transformação. Como você desenvolveu essa personagem e sua evolução ao longo da história?</strong></p>



<p><strong>MN:</strong> A história de Nigeria também é minha própria história de evolução. Eu cresci em um lar de imigrantes rigoroso. Tive que forjar meu próprio caminho para me tornar a pessoa que sou hoje. Minha mãe queria que eu vivesse o sonho americano. Mas na história de Nigeria, seu pai quer que ela evite o sonho americano. Ambas crescemos em comunidades que nos protegeram do mundo exterior. Ambas estávamos indo contra os desejos de nossos pais. Tive que recorrer às minhas próprias experiências e às experiências dos jovens que conheço para contar a história dela. Todos nós passamos por essa jornada.</p>



<p><strong>MN:</strong> <strong>O livro retrata um aspecto pouco discutido da cultura afro-americana. Como você acredita que essa representação pode impactar os leitores, tanto nos EUA quanto no Brasil?</strong></p>



<p><strong>Zoboi:</strong> Existem comunidades negras em todo o mundo que abraçam sua história e cultura. Quero visitar a Bahia, onde existem tradições que conectam o povo do Brasil ao povo da Nigéria, por exemplo. Temos comunidades semelhantes nos EUA. Nem tudo foi perdido durante a escravidão. Nem tudo foi tirado de nós. Algumas pessoas estão trabalhando duro para preservar a cultura e, às vezes, elas erram. Mas vale a pena documentar para que os leitores saibam que os negros são multifacetados.</p>
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		<title>Dia Nacional do Livro Infantil: 9 obras para ler com crianças negras</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/dia-nacional-do-livro-infantil-9-obras-para-ler-com-criancas-negras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 17:10:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura negra]]></category>
		<category><![CDATA[livro infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, 18 de abril, &#233; o&#160;Dia Nacional do Livro Infantil. Para celebra esse dia, o Mundo Negro selecionou 9 livros escritos por autores negros para ler com as crian&#231;as negras ou presente&#225;-las. Os livros com representatividades negras e hist&#243;rias sobre a cultura do povo negro na di&#225;spora ou no continente africano, fortalecem a autoestima das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje, 18 de abril, é o <strong>Dia Nacional do Livro Infantil</strong>. Para celebra esse dia, o <strong>Mundo Negro</strong> selecionou 9 livros escritos por autores negros para ler com as crianças negras ou presenteá-las.</p>



<p>Os livros com representatividades negras e histórias sobre a cultura do povo negro na diáspora ou no continente africano, fortalecem a autoestima das crianças e ajudam no combate ao racismo. As obras escolhidas tratam de temas como ciência, culinária, ancestralidade, identidade, sentimentos, entre outros. </p>



<p><strong>Confira a lista completa abaixo:</strong></p>



<p><strong>As incríveis aventuras de Nirobe na terra do Não</strong></p>



<p>O livro da escritora Janine Rodrigues fala sobre Nirobe, um garoto esperto e atrevido, que convive com todos os sentimentos: Felicidade, Medo, Tristeza, Coragem, Respeito, Inteligência, mas o Não ainda era incompreendido. Curioso e afoito, ele tenta driblar o Não e assim fazer tudo o que quer, mas acaba descobrindo que o Não nem sempre é o que lhe parece.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-16.png" alt="" class="wp-image-78460" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-16.png 600w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-16-300x300.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-16-150x150.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-16-420x420.png 420w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p><strong>Cozinheirinhos da Diáspora: saberes e sabores de nossa culinária ancestral e afetiva</strong></p>



<p>O primeiro livro infantil impresso da Chef Aline Chermoula, inspirado na Culinária da Diáspora Africana pelas Américas, destaca receitas com alimentos originários do continente africano como forma de resgate de ancestralidade. A obra é ilustrada, interativa e traz receitas de pratos inspirados na cultura culinária afro-ameríndia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="826" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-15-826x1024.png" alt="" class="wp-image-78455" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-15-826x1024.png 826w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-15-242x300.png 242w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-15-121x150.png 121w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-15-768x952.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-15-150x186.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-15-300x372.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-15-696x862.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-15-339x420.png 339w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-15.png 1000w" sizes="(max-width: 826px) 100vw, 826px" /></figure>



<p><strong>Da cor que eu sou</strong></p>



<p>Primeiro livro lançado pela influenciadora digital <strong>Andressa Reis</strong>, conta a história da criança Maria. Ela sempre soube que as pessoas existem no mundo em diversos tamanhos, formas e cores. Por isso estranhou quando sua melhor amiga, Júlia, lhe presenteou com um desenho um tanto quanto estranho. A obra entra no universo da diversidade e destaca a beleza que existe nas nossas diferenças.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="499" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-8.png" alt="" class="wp-image-78446" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-8.png 500w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-8-300x299.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-8-150x150.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-8-421x420.png 421w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>



<p><strong>Diálogos feministas e antirracistas (e nada fáceis) com as crianças</strong></p>



<p>O primeiro livro infantil escrito pela mestra em educação Bianca Santana, trata de temas que geralmente são evitados pelas famílias e reforça ser possível dialogar sobre os espinhos que existem na sociedade sem macular qualquer inocência. Segurança, sistema prisional, política, saúde e outras pautas sociais como machismo e racismo são tratados de um jeito fácil de compreender sem perder a profundidade necessária.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="764" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-14.png" alt="" class="wp-image-78454" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-14.png 764w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-14-224x300.png 224w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-14-112x150.png 112w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-14-150x201.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-14-300x402.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-14-696x933.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-14-313x420.png 313w" sizes="(max-width: 764px) 100vw, 764px" /></figure>



<p><strong>E Foi Assim Que Eu E A Escuridão Ficamos Amigas</strong></p>



<p>O segundo livro escrito pelo rapper Emicida, fala em versos, sobre como é precisa coragem e determinação para superar o medo que por vezes podem nos paralisar. Uma menina tem medo da Escuridão. Quando chega a noite, vem a preocupação e a ansiedade: afinal, o que o escuro pode esconder? O que ela nem imagina é que, do outro lado, a Escuridão também é uma menina — cujo maior medo é a claridade, e todo tipo de coisa que se revela quando nasce o sol.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="650" height="650" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-6.png" alt="" class="wp-image-78444" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-6.png 650w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-6-300x300.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-6-150x150.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-6-420x420.png 420w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></figure>



<p><strong>Luanda no mundo da ciência</strong></p>



<p>Obra assinada pela professora Ana Lúcia Nunes de Sousa, professora do Instituto Nutes de Educação em Ciências e Saúde (Nutes), da UFRJ, acompanha a pequena Luanda, que precisa escrever uma redação com o tema “O que você quer ser quando crescer?”. Com a ajuda da sua prima mais velha, ela descobre a trajetória de cientistas negras do Rio de Janeiro que a inspiram. O livro aborda a vida dessas mulheres de forma lúdica, a partir do olhar infantil da personagem.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="564" height="562" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-18-at-17.29.57.jpeg" alt="" class="wp-image-78453" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-18-at-17.29.57.jpeg 564w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-18-at-17.29.57-300x299.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-18-at-17.29.57-150x149.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-18-at-17.29.57-421x420.jpeg 421w" sizes="(max-width: 564px) 100vw, 564px" /></figure>



<p><strong>Meu crespo é de rainha</strong></p>



<p>Esse clássico publicado pela escritora bell hooks em 1999, apresenta diferentes penteados e cortes de cabelo crespo às meninas negras para valorização e autoestima do cabelo natural, em forma de poesia.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="879" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-10.png" alt="" class="wp-image-78448" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-10.png 879w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-10-258x300.png 258w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-10-129x150.png 129w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-10-768x895.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-10-150x175.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-10-300x349.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-10-696x811.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-10-361x420.png 361w" sizes="(max-width: 879px) 100vw, 879px" /></figure>



<p><strong>O Menino e Sua Árvore</strong></p>



<p>O novo livro infantil recém-lançado por Rodrigo França, narra a encantadora jornada de Sol, um menino feliz cuja bisavó é uma árvore centenária. A obra explora a importância de fortalecer as raízes afetivas para um crescimento saudável, a sabedoria dos mais velhos, o acolhimento da família e o amor que fomenta a conexão com as origens. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="820" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/Snapinsta.app_434279103_18430609987019896_1913228653339584899_n_1080-820x1024.jpg" alt="" class="wp-image-78450" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/Snapinsta.app_434279103_18430609987019896_1913228653339584899_n_1080-820x1024.jpg 820w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/Snapinsta.app_434279103_18430609987019896_1913228653339584899_n_1080-240x300.jpg 240w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/Snapinsta.app_434279103_18430609987019896_1913228653339584899_n_1080-120x150.jpg 120w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/Snapinsta.app_434279103_18430609987019896_1913228653339584899_n_1080-768x959.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/Snapinsta.app_434279103_18430609987019896_1913228653339584899_n_1080-150x187.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/Snapinsta.app_434279103_18430609987019896_1913228653339584899_n_1080-300x374.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/Snapinsta.app_434279103_18430609987019896_1913228653339584899_n_1080-696x869.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/Snapinsta.app_434279103_18430609987019896_1913228653339584899_n_1080-1068x1333.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/Snapinsta.app_434279103_18430609987019896_1913228653339584899_n_1080-336x420.jpg 336w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/Snapinsta.app_434279103_18430609987019896_1913228653339584899_n_1080.jpg 1080w" sizes="(max-width: 820px) 100vw, 820px" /></figure>



<p><strong>Sinto o que sinto e a incrível história de Asta e Jaser</strong></p>



<p>Lázaro Ramos, que além de escritor é ator e diretor, neste livro fala sobre os sentimentos e que é normal senti-los. Dan, protagonista da história e um personagem do Mundo Bita, passa por situações que não entende e vai em busca de resposta com seu avô, que conta a história de seus antepassados.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-9-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-78447" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-9-1024x1024.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-9-300x300.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-9-150x150.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-9-768x768.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-9-696x696.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-9-1068x1068.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-9-420x420.png 420w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/04/image-9.png 1360w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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