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	<title>Arquivos literatura negra - Mundo Negro</title>
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	<title>Arquivos literatura negra - Mundo Negro</title>
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	<item>
		<title>Taís Araujo será protagonista na adaptação de &#8216;As Mulheres do Meu Pai&#8217;, romance sobre ancestralidade africana</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/tais-araujo-adaptacao-as-mulheres-do-meu-pai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Taís Araujo será protagonista da adaptação de As Mulheres do Meu Pai, romance de Agualusa que aborda identidade, memória e ancestralidade africana.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A atriz <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/tais-araujo-mulheres-negras-mudando-pele/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Taís Araujo</a></strong> foi anunciada como a protagonista de <strong>&#8216;As Mulheres do Meu Pai&#8217;</strong>, adaptação para o cinema do romance do escritor angolano <strong>José Eduardo Agualusa</strong>. O filme será dirigido pelo o cineasta português <strong>Mário Patrocínio</strong> (Maria Vitória).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No filme, Taís vai interpretar <strong>Laurentina</strong>, uma jovem moçambicana adotada por um casal luso-brasileiro e criada no Brasil. Ao receber uma carta do pai biológico, um renomado contrabaixista angolano, ela viaja a Angola para encontrá‑lo, mas descobre que ele havia morrido pouco antes de sua chegada. A narrativa se desenvolve a partir deste momento como uma busca por memória, identidade e pertencimento, conectando diferentes territórios do espaço lusófono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Interpretar uma personagem que embarca numa jornada para descobrir a sua própria identidade reflete o tipo de histórias que busco ao longo da minha carreira”, afirmou Taís Araújo ao site norte-americano Deadline. “Fazer parte de um filme que celebra a beleza da ancestralidade africana, contada pela perspectiva dos nossos irmãos e irmãs portugueses, é profundamente gratificante, e mal posso esperar para partilhá-lo com o público.”</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="682" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/91LM2p3cW1L._SL1500_-682x1024.jpg" alt="" class="wp-image-97319" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/91LM2p3cW1L._SL1500_-682x1024.jpg 682w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/91LM2p3cW1L._SL1500_-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/91LM2p3cW1L._SL1500_-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/91LM2p3cW1L._SL1500_-768x1153.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/91LM2p3cW1L._SL1500_-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/91LM2p3cW1L._SL1500_-150x225.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/91LM2p3cW1L._SL1500_-300x450.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/91LM2p3cW1L._SL1500_-696x1045.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/91LM2p3cW1L._SL1500_.jpg 999w" sizes="(max-width: 682px) 100vw, 682px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&#8216;As Mulheres do Meu Pai&#8217; é fruto de uma coprodução entre a brasileira Elo Studios e a portuguesa Bro Cinema. “O romance de Agualusa é uma obra literária poderosa que aborda identidade e ancestralidade a partir de uma perspectiva universal, e acreditamos que esta adaptação tem um grande potencial para repercutir globalmente”, destacou <strong>Sabrina Nudeliman Wagon</strong>, CEO da Elo Studios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autor de reconhecida trajetória, José Eduardo Agualusa é uma das vozes mais proeminentes da literatura africana em língua portuguesa. Entre os prêmios e indicações, estão o Independent Foreign Fiction Prize e a candidatura ao Booker International Prize. Sobre a adaptação, o autor declarou que o romance “nasceu, antes de tudo, como cinema” e expressou confiança na direção de Mário Patrocínio: “Confio na visão de Mário e em sua capacidade de preservar a delicadeza do livro, ao mesmo tempo que abraça a liberdade criativa que o cinema exige. Acredito que somente um cineasta com sua maturidade e relação orgânica com a África pode transformar isso não apenas em uma adaptação, mas em um encontro.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Elo Studios também ficará responsável pela distribuição do longa no Brasil. Não há, até o momento, informações sobre início de filmagens ou data de estreia.</p>
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		<title>Flip 2026: 5 obras afrocentradas para quem ama um bom livro </title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/flip-2026-5-lancamentos-afrocentrados-conhecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 17:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento acontece de 22 a 26 de julho, em Paraty, com o lan&#231;amento de obras que abordam ancestralidade, culturas perif&#233;ricas, exclus&#227;o social, espiritualidade, mem&#243;ria e pertencimento A 24&#170; edi&#231;&#227;o da Festa Liter&#225;ria Internacional de Paraty abre espa&#231;o para descobrir novos livros, editoras independentes e autores que ainda n&#227;o s&#227;o amplamente conhecidos pelo p&#250;blico. Entre os [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Evento acontece de 22 a 26 de julho, em Paraty, com o lançamento de obras que abordam ancestralidade, culturas periféricas, exclusão social, espiritualidade, memória e pertencimento</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty abre espaço para descobrir novos livros, editoras independentes e autores que ainda não são amplamente conhecidos pelo público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 22 e 26 de julho, a programação da Flip 2026, das casas parceiras e da Flip Preta apresenta obras recém-lançadas ou que chegarão oficialmente aos leitores nos próximos meses, além das mesas e entrevistas com autores nacionais e internacionais. Os livros abordam temas como ancestralidade, religiões de matriz africana, culturas periféricas, exclusão social, memória e pertencimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Mundo Negro selecionou cinco novidades editoriais afrocentradas que poderão ser conhecidas durante os dias do festival.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“A cor da felicidade”, de Lília Refle</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="708" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Capa-do-Livro-A-cor-da-felicidade-de-Lilia-Refle-Credito-Divulgacao-1-708x1024.png" alt="" class="wp-image-97261" style="aspect-ratio:0.6909546722736646;width:328px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Capa-do-Livro-A-cor-da-felicidade-de-Lilia-Refle-Credito-Divulgacao-1-708x1024.png 708w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Capa-do-Livro-A-cor-da-felicidade-de-Lilia-Refle-Credito-Divulgacao-1-207x300.png 207w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Capa-do-Livro-A-cor-da-felicidade-de-Lilia-Refle-Credito-Divulgacao-1-104x150.png 104w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Capa-do-Livro-A-cor-da-felicidade-de-Lilia-Refle-Credito-Divulgacao-1-768x1112.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Capa-do-Livro-A-cor-da-felicidade-de-Lilia-Refle-Credito-Divulgacao-1-1061x1536.png 1061w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Capa-do-Livro-A-cor-da-felicidade-de-Lilia-Refle-Credito-Divulgacao-1-290x420.png 290w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Capa-do-Livro-A-cor-da-felicidade-de-Lilia-Refle-Credito-Divulgacao-1-150x217.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Capa-do-Livro-A-cor-da-felicidade-de-Lilia-Refle-Credito-Divulgacao-1-300x434.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Capa-do-Livro-A-cor-da-felicidade-de-Lilia-Refle-Credito-Divulgacao-1-696x1007.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Capa-do-Livro-A-cor-da-felicidade-de-Lilia-Refle-Credito-Divulgacao-1-1068x1546.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Capa-do-Livro-A-cor-da-felicidade-de-Lilia-Refle-Credito-Divulgacao-1.png 1252w" sizes="(max-width: 708px) 100vw, 708px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O quarto romance da escritora baiana Lília Refle, “A cor da felicidade” acompanha Zulmira, uma menina de 10 anos nascida em Itamaraju, no sul da Bahia. Sua infância é marcada pela pobreza, pela falta de afeto e por um desejo constante de aprender.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação de Zulmira com o conhecimento começa a mudar quando ela conhece Afonso Batista, um intelectual que lhe ensina gramática e literatura. A proximidade entre os dois passa a ser alvo de suspeitas de abuso na cidade e transforma o destino de ambos.A partir desse conflito, o romance discute exclusão social, acesso à educação e as fronteiras entre afeto, moralidade e violência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicado pela Editora Patuá, “A cor da felicidade” terá uma sessão de autógrafos na quinta-feira (23), às 15h, na Casa Gueto, durante a Flip.&nbsp;</p>



<h3 id="h-escafandro-como-mergulhar-em-nossas-profundezas-de-janaina-portella" class="wp-block-heading"><strong>“Escafandro: como mergulhar em nossas profundezas”, de Janaína Portella</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="682" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/81lIV0Ag3IL-682x1024.jpg" alt="" class="wp-image-97262" style="aspect-ratio:0.6665041490741372;width:314px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/81lIV0Ag3IL-682x1024.jpg 682w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/81lIV0Ag3IL-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/81lIV0Ag3IL-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/81lIV0Ag3IL-768x1152.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/81lIV0Ag3IL-1024x1536.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/81lIV0Ag3IL-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/81lIV0Ag3IL-150x225.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/81lIV0Ag3IL-300x450.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/81lIV0Ag3IL-696x1044.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/81lIV0Ag3IL-1068x1602.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/81lIV0Ag3IL.jpg 1333w" sizes="(max-width: 682px) 100vw, 682px" /><figcaption class="wp-element-caption">Version 1.0.0</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A obra&nbsp; propõe um mergulho nas relações entre memória, pertencimento, cura e reconexão com a ancestralidade. A escritora Janaína Portella articula reflexões poéticas, espiritualidade afro-indígena e diálogos com a ciência para discutir o corpo, a natureza e os saberes ancestrais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No livro, o fundo das águas aparece como um território simbólico de encontro com emoções, memórias e possibilidades de transformação. Janaína é fundadora do projeto Arte-Curandeira e também autora de “7 encruzilhadas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a Flip, a escritora participa da mesa “Quem cura o mundo que nos feriu? Ancestralidade, corpo e experiências da vida”, na quinta-feira (23), às 16h, na Casa Poéticas Negras, ao lado de Aza Njeri. “Escafandro” também integra os lançamentos apresentados pela Oficinar em sua nova fase editorial. O livro chegou às livrarias neste ano.</p>



<h3 id="h-mc-nao-e-bandido-leituras-do-brasil-real-de-dani-monteiro" class="wp-block-heading"><strong>“MC não é bandido: leituras do Brasil real”, de Dani Monteiro</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="717" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/mcnaoebandido-49547700451083d28a17818931231227-1024-1024-717x1024.webp" alt="" class="wp-image-97263" style="aspect-ratio:0.700218818380744;width:312px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/mcnaoebandido-49547700451083d28a17818931231227-1024-1024-717x1024.webp 717w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/mcnaoebandido-49547700451083d28a17818931231227-1024-1024-210x300.webp 210w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/mcnaoebandido-49547700451083d28a17818931231227-1024-1024-105x150.webp 105w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/mcnaoebandido-49547700451083d28a17818931231227-1024-1024-768x1097.webp 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/mcnaoebandido-49547700451083d28a17818931231227-1024-1024-294x420.webp 294w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/mcnaoebandido-49547700451083d28a17818931231227-1024-1024-150x214.webp 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/mcnaoebandido-49547700451083d28a17818931231227-1024-1024-300x429.webp 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/mcnaoebandido-49547700451083d28a17818931231227-1024-1024-696x994.webp 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/mcnaoebandido-49547700451083d28a17818931231227-1024-1024.webp 1024w" sizes="(max-width: 717px) 100vw, 717px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Organizado por Dani Monteiro, “MC não é bandido: leituras do Brasil real” reúne ensaios, relatos e textos críticos sobre as relações entre cultura periférica, política e criminalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O livro discute como expressões artisticas como o funk, o rap e o hip-hop, produzidas principalmente por jovens negros e moradores de favelas, são estigmatizadas e associadas à criminalidade. Ao mesmo tempo, destaca a força econômica, social e simbólica dessas manifestações na construção de identidades e na transformação dos territórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quinta-feira (23), às 14h30, Dani Monteiro participa da mesa “MC não é bandido: cultura, juventude negra e o direito de existir”, na Casa Poéticas Negras, ao lado de Pastor Henrique Vieira e Mel Duarte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento também integra a programação da Flip Preta no domingo (26), às 16h30, no Quilombo do Campinho. A publicação está em pré-venda pela Editora Oficinar.</p>



<h3 id="h-benzo-de-leticia-andra" class="wp-block-heading"><strong>“Benzô”, de Letícia Andra</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="294" height="395" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/capa-Benzo.jpeg" alt="" class="wp-image-97264" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/capa-Benzo.jpeg 294w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/capa-Benzo-223x300.jpeg 223w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/capa-Benzo-112x150.jpeg 112w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/capa-Benzo-150x202.jpeg 150w" sizes="(max-width: 294px) 100vw, 294px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Voltado ao público infantojuvenil, “Benzô” acompanha Ayó, uma menina de 11 anos que encontra no benzimento ensinado pela avó um caminho de pertencimento, resistência e conexão com a própria história.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicado pela Editora Aziza e ilustrado por Danise Eliom, o livro aborda espiritualidade, ancestralidade, natureza, memória e o papel das mulheres negras na preservação de conhecimentos transmitidos entre gerações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Benzô” será lançado no sábado (25), às 17h30, no Quilombo do Campinho, dentro da programação da Flip Preta 2026.<a href="https://fundass.com.br/escritora-sebastianense-leticia-andra-lanca-livro-benzo-na-flip-preta-2026-em-paraty/?utm_source=chatgpt.com">&nbsp;</a></p>



<h3 id="h-o-crime-do-cais-do-valongo-de-eliana-alves-cruz" class="wp-block-heading"><strong>“O crime do Cais do Valongo”, de Eliana Alves Cruz</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="200" height="304" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/daf7d72ea567bb80a7458c286afb12c8.avif" alt="" class="wp-image-97265" style="aspect-ratio:0.6579139876025103;width:316px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/daf7d72ea567bb80a7458c286afb12c8.avif 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/daf7d72ea567bb80a7458c286afb12c8-197x300.avif 197w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/daf7d72ea567bb80a7458c286afb12c8-99x150.avif 99w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/daf7d72ea567bb80a7458c286afb12c8-150x228.avif 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A escritora Eliana Alves Cruz apresenta na Flip uma nova edição, revista e ampliada, de “O crime do Cais do Valongo”. O romance, que inaugura a série Crimes Coloniais, combina ficção histórica e investigação para abordar as marcas do tráfico transatlântico de africanos escravizados no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambientada no início do século XIX, a narrativa acompanha Muana Lomué, mulher moçambicana escravizada, e Nuno Alcântara Moutinho, livreiro mestiço e liberto, cujas trajetórias se cruzam após um assassinato na região do Valongo. A nova edição traz um epílogo inédito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eliana participa da mesa “O Brasil no Valongo” ao lado de Ana Maria Gonçalves, com mediação de Aza Njeri. O encontro será realizado no sábado (25), às 11h, na Casa Record.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviço</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>24ª Flip – Festa Literária Internacional de Paraty</strong><strong><br></strong><strong>Data:</strong> 22 a 26 de julho de 2026<br><strong>Local:</strong> Centro Histórico de Paraty, Rio de Janeiro<br><strong>Programação completa:</strong><a href="https://flip.org.br/programacao/"> site oficial da Flip<br></a><strong>Ingressos para o Programa Principal:</strong><a href="https://flip.fcticket.com.br/information?event=37083&amp;utm_source=chatgpt.com"> plataforma oficial de vendas</a>, sujeitos à disponibilidade</p>



<p class="wp-block-paragraph">As atividades citadas na Casa Gueto, na Casa Poéticas Negras e na Flip Preta são gratuitas, com entrada sujeita à capacidade de cada espaço. A Flip Preta acontece de 24 a 26 de julho no Quilombo do Campinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Festival Julho das Pretinhas anuncia 7ª edição com música, teatro e contação de histórias em Salvador</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/julho-das-pretinhas-7-edicao-salvador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:28:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[cultura negra]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[festivais]]></category>
		<category><![CDATA[infância negra]]></category>
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		<category><![CDATA[julho das pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das Pretinhas]]></category>
		<category><![CDATA[literatura infantil]]></category>
		<category><![CDATA[literatura negra]]></category>
		<category><![CDATA[oficinas culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Festival Julho das Pretinhas chega à 7ª edição em Salvador com música, teatro, oficinas e contação de histórias para crianças, adolescentes, famílias e educadores.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Festival Julho das Pretinhas</strong> chega à 7ª edição entre 20 e 25 de julho em Salvador, com programação gratuita voltada para crianças, adolescentes, famílias e educadores. Idealizado pela atriz, escritora e educadora<a href="https://mundonegro.inf.br/9-obras-de-autores-afro-brasileiros-para-celebrar-o-dia-nacional-do-livro-infantil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <strong>Cássia Valle</strong></a> e realizado pelo Instituto Calu Brincante, o evento tem curadoria de<strong> Lázaro Ramos, Valdineia Soriano, Lucila Laura, Pietra Gomes e Ayana Dantas</strong> e propõe fortalecer identidades das infâncias negras por meio da arte, da literatura e do brincar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tema <strong>“Imaginação, criatividade e criação para a construção das identidades infantis pretas”</strong>, esta edição destaca o poder criativo das crianças negras e investiga como práticas artísticas positivas para o pertencimento, a autoestima e o reconhecimento de suas histórias. “<em>O Julho das Pretinhas nasce do desejo de construir lugares onde nossas crianças possam se enxergar, criar e sonhar a partir das suas próprias referências. Quando uma criança negra encontra histórias, personagens e experiências que valorizam sua existência, ela entende que sua imaginação também é território de potência e transformação</em>”, afirma Cássia Valle. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A 7ª edição acontece na Biblioteca Monteiro Lobato e na sede da Didá. A abertura está marcada para 20 de julho, às 14h, na Biblioteca Monteiro Lobato, com a ação <strong>Fala Pretinhas</strong> — encontro com autores da coleção Linguinha do Dendê que compartilhamão processos criativos e inspirações — seguido da leitura dramatizada Maria Felipa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 21 de julho, das 14h às 17h, a sede da Didá recebe a <strong>Oficina Brinquerê</strong>, com atividades de escrita criativa, musicalização, teatro, dança e palhaçaria externas a crianças e profissionais da educação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 23 de julho, às 14h, será inaugurada a exposição <strong>Pretinhas Brincantes</strong>, seguida da apresentação de Griot Yaya, com participação do Bonde da Calu. O encerramento ocorrerá em 25 de julho, às 15h, com a <strong>Mostra Brinquerê </strong>— apresentações dos participantes das oficinas e sorteio de livros para o público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde sua criação em 2019, como desdobramento do Julho das Pretas, o festival se afirma como espaço de formação, encontros e celebração das narrativas negras através de workshops, espetáculos, exposições, música, dança, literatura e contação de histórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SERVIÇO:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O quê: 7ª edição do Festival Julho das Pretinhas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando: 20 a 25 de julho</p>



<p class="wp-block-paragraph">Onde: Biblioteca Monteiro Lobato e sede da Didá – Salvador (BA)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto: Gratuito</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhe em: <a href="https://www.instagram.com/julhodaspretinhas?igsh=cnhhcTlnOW5kZGRo" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>@julhodaspretinhas</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong>:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>20 de julho (tarde) – Fala Pretinhas:</strong><strong><br></strong>Biblioteca Monteiro Lobato<br>14h</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Encontro com autores da coleção <em>Linguinha do Dendê</em>, compartilhando processos criativos e inspirações.</li>



<li>Apresentação da leitura dramatizada <em>Maria Felipa</em>.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>21 de julho:</strong><strong><br></strong>Sede da Didá<br>14h às 17h</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ações formativas da Oficina Brinquerê, com atividades de escrita criativa, musicalização, teatro, dança e palhaçaria.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>23 de julho:</strong><strong><br></strong>Biblioteca Monteiro Lobato<br>14h</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Contação de histórias.</li>



<li>Abertura da exposição <em>Pretinhas Brincantes</em>.</li>



<li>Apresentação da <em>Griot Yaya</em>, com participação do Bonde da Calu.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>25 de julho – Encerramento do Festival:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>local a definir</em><strong><br></strong>15h</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mostra <em>Pretinhas</em>, com apresentações dos participantes da Oficina Brinquerê.</li>



<li>Celebração de encerramento.</li>



<li>Sorteio de livros para o público.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Angela Davis e Ana Maria Gonçalves são destaques da programação literária da Casa Sesc na Flip 2026</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/angela-davis-e-ana-maria-goncalves-sao-destaques-da-programacao-literaria-da-casa-sesc-na-flip-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:12:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Maria Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[Angela Davis]]></category>
		<category><![CDATA[casa sesc]]></category>
		<category><![CDATA[flip 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura negra]]></category>
		<category><![CDATA[PARATY]]></category>
		<category><![CDATA[Wole Soyinka]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casa Sesc re&#250;ne Angela Davis, Ana Maria Gon&#231;alves, Wole Soyinka e Cidinha da Silva na Flip 2026, em Paraty, entre 23 e 26 de julho. Veja a programa&#231;&#227;o completa. A Casa Sesc amplia sua programa&#231;&#227;o na Flip 2026 com uma agenda que re&#250;ne, entre 23 e 26 de julho, em Paraty, alguns dos principais nomes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Casa Sesc reúne Angela Davis, Ana Maria Gonçalves, Wole Soyinka e Cidinha da Silva na Flip 2026, em Paraty, entre 23 e 26 de julho. Veja a programação completa.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Casa Sesc amplia sua programação na Flip 2026 com uma agenda que reúne, entre 23 e 26 de julho, em Paraty, alguns dos principais nomes da literatura e do pensamento negro contemporâneo. O espaço do Sesc RJ recebe autores como Ana Maria Gonçalves, Socorro Acioli, Cidinha da Silva, Edimilson de Almeida Pereira, Monique Malcher e Muniz Sodré, além da já anunciada mesa entre Angela Davis e Wole Soyinka.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro entre Angela Davis e Wole Soyinka acontece no sábado (25), às 18h, com o título &#8220;América e África: uma conversa Atlântica&#8221; e mediação de Flávia Oliveira. A mesa propõe uma reflexão sobre liberdade, pensamento crítico e as conexões históricas entre os dois continentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação também dedica espaço à produção intelectual brasileira. Ana Maria Gonçalves e Edimilson de Almeida Pereira participam da mesa &#8220;As muitas tramas de Minas&#8221;, com mediação de Tarso de Melo, sobre as trajetórias de dois autores que ajudaram a redefinir os rumos da literatura brasileira contemporânea. Já Muniz Sodré é entrevistado por Flávia Oliveira e Isabela Reis em uma edição especial do podcast Angu de Grilo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cidinha da Silva divide a mesa &#8220;Entre romances e contos: os limites dos gêneros no agora&#8221; com Carlos Eduardo Pereira, sob mediação de Yasmin Santos, para discutir os desafios de narrar o presente na literatura contemporânea. A programação soma ainda debates sobre inteligência artificial e narrativas, com a participação de Nina da Hora, Sil Bahia e Lu Ain-Zaila, e sobre tradução literária, com Flânoir Bruno, floresta e Stephanie Borges.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das mesas, o espaço recebe apresentações musicais e poéticas. Arnaldo Antunes abre a programação noturna de quinta-feira (23) com uma performance que explora as possibilidades sonoras da palavra. Anelis Assumpção apresenta o show &#8220;Pitadas de SAL&#8221; na sexta-feira (24), e Chico César leva ao palco o espetáculo &#8220;FOFO&#8221;, baseado em seu álbum mais recente, no sábado (25).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação inclui também atividades de acessibilidade, com Libras e audiodescrição em todos os dias de evento, e a performance &#8220;Na surdina&#8221;, que une literatura, gesto e língua de sinais em uma experiência voltada tanto para o público surdo quanto ouvinte.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Local: Casa Sesc RJ, Flip 2026, Paraty</em><br><em>Classificação: livre</em><br><em>Acessibilidade: Libras e audiodescrição</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>QUINTA-FEIRA, 23 DE JULHO</strong><br>10h às 11h15 — Pelo direito de ler e escrever, com Silvia Castrillón e Eliana Yunes, mediação de Adriana Ferrari<br>12h às 14h — Leituras poéticas com André Capilé e APÊAGÁ<br>14h às 15h15 — Mediação literária: encontros, territórios e sentidos da leitura, com Volnei Canônica e Bel Santos Mayer, mediação de Galeno Amorim<br>16h às 17h15 — Trânsito entre as Artes e a Ciência, com Ana Kemper e Castiel Vitorino Brasileiro, mediação de Moisés Nascimento<br>18h às 19h — Angu de Grilo entrevista Muniz Sodré<br>20h às 21h — Performance poética por Arnaldo Antunes</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SEXTA-FEIRA, 24 DE JULHO</strong><br>10h às 11h15 — A vida em estado de linguagem, com Calila das Mercês e Anelis Assumpção, mediação de Bianca Santana<br>12h às 14h — Leituras poéticas com Slam de Surdes e Valeska Torres<br>14h às 15h15 — Inteligência artificial, narrativas e poder: quem escreve o futuro?, com Nina da Hora, Sil Bahia e Lu Ain-Zaila, mediação de Joyce Freitas Brandão<br>16h às 17h15 — Entre romances e contos: os limites dos gêneros no agora, com Carlos Eduardo Pereira e Cidinha da Silva, mediação de Yasmin Santos<br>18h às 19h — As muitas tramas de Minas, com Ana Maria Gonçalves e Edimilson de Almeida Pereira, mediação de Tarso de Melo<br>20h às 21h — Show poético Pitadas de SAL, com Anelis Assumpção</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SÁBADO, 25 DE JULHO</strong><br>10h às 11h15 — Tradução como criação, com Flânoir Bruno, floresta e Stephanie Borges, mediação de Diogo Brunner<br>12h às 14h — Na surdina: performance literária em Libras e em Português, com Elinilson Soares e Lucas Sol<br>16h às 17h15 — O que nos assombra, com Socorro Acioli e Monique Malcher, mediação de Bianca Santana<br>18h às 19h — América e África: uma conversa Atlântica, com Angela Davis e Wole Soyinka, mediação de Flávia Oliveira<br>20h às 21h — Show &#8220;FOFO&#8221;, com Chico César</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DOMINGO, 26 DE JULHO</strong><br>10h às 11h15 — Apresentação da coleção De Bem do Sesc RJ: reflexões em educação ambiental, com Helena Oliveira</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ATIVIDADES CONTÍNUAS</strong><br>23 a 25 de julho, das 10h às 18h, e 26 de julho, das 10h às 14h — Mediação de leitura &#8220;Aconchego do Conto&#8221;, com a Cia. Trilhos<br>23 a 26 de julho — Intervenção poética &#8220;Biscoitinhos da Sorte Poéticos&#8221;, com Mikamesmo<br>23 a 26 de julho — Intervenção poética &#8220;Retire um Poema&#8221;, com Yassu Noguchi</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ATIVIDADES EXTERNAS</strong><br>23 e 24 de julho, das 10h às 16h — &#8220;Correio do Amor de Outrora: sua carta de amor por encomenda&#8221;, com Aline Miranda<br>25 de julho, das 10h às 16h, e 26 de julho, das 10h às 14h — &#8220;Converso com mães&#8221;, com Letícia Bassit</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Conceição Evaristo e Eliana Alves Cruz lançam Escreviventes </title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/conceicao-evaristo-eliana-alves-cruz-lancam-escreviventes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:53:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[conceição evaristo]]></category>
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		<category><![CDATA[Flip]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[literatura negra]]></category>
		<category><![CDATA[Pallas Editora]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Obra re&#250;ne uma conversa in&#233;dita entre as escritoras e antecipa o document&#225;rio hom&#244;nimo dirigido por Estev&#227;o Ribeiro, previsto para estrear nos festivais em 2027.&#160; Concei&#231;&#227;o Evaristo e Eliana Alves Cruz transformaram d&#233;cadas de amizade, literatura e reflex&#245;es sobre a vida em Escreviventes, livro lan&#231;ado pela Pallas Editora que inaugura a cole&#231;&#227;o Mem&#243;rias Brasileiras. A publica&#231;&#227;o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Obra reúne uma conversa inédita entre as escritoras e antecipa o documentário homônimo dirigido por Estevão Ribeiro, previsto para estrear nos festivais em 2027.&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Conceição Evaristo e Eliana Alves Cruz transformaram décadas de amizade, literatura e reflexões sobre a vida em <em>Escreviventes</em>, livro lançado pela Pallas Editora que inaugura a coleção <em>Memórias Brasileiras</em>. A publicação registra uma conversa inédita entre as duas autoras e antecipa o documentário homônimo dirigido por Estevão Ribeiro, atualmente em pós-produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro aconteceu durante dois dias, em dezembro de 2025, na Kaza 123, quilombo urbano localizado em Vila Isabel, no Rio de Janeiro. A obra preserva o diálogo e a amizade entre duas escritoras que compartilham uma trajetória marcada pela produção literária e pelo compromisso com a construção de narrativas a partir de suas próprias experiências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação chega em um momento simbólico para ambas. Em 2026, Conceição Evaristo celebra 80 anos, enquanto Eliana Alves Cruz completa 60. Conceição consolidou o conceito de escrevivência por meio de obras como <em>Ponciá Vicêncio</em>, <em>Becos da memória</em>, <em>Olhos d&#8217;água</em> e <em>Canção para ninar menino grande</em>, que a tornaram referência da literatura brasileira. Já Eliana, jornalista de formação, construiu uma trajetória reconhecida por premiações como o Prêmio Jabuti, conquistado em 2022 com <em>A vestida</em>, e o Prêmio Guimarães Rosa, da Academia Brasileira de Letras, na categoria Melhor Livro de Ficção, por <em>Meridiana</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em <em>Escreviventes</em>, a conversa percorre temas como racismo, maternidade, sexualidade e envelhecimento. Durante o diálogo, Conceição recupera a palavra &#8220;parecenças&#8221;, utilizada para definir as afinidades que aproximam as autoras e permeiam toda a narrativa da obra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra também reúne depoimentos do escritor Itamar Vieira Junior, do filósofo Renato Nogueira, da escritora cubana Teresa Cárdenas e da jornalista Flávia Oliveira. As participações ampliam as reflexões propostas pelas autoras ao longo do livro e ajudam a contextualizar a relevância de suas produções para a literatura e para a cultura brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação antecipa o universo do documentário <em>Escreviventes</em>, dirigido por Estevão Ribeiro. O longa tem estreia prevista em festivais em 2027 e lançamento comercial em 2028, tornando o livro o primeiro registro público do encontro entre as escritoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O livro já está em pré-venda e será lançado oficialmente durante a 24ª FLIP. Para saber mais sobre a obra e acompanhar as novidades, acesse o perfil oficial da @pallaseditora no Instagram.</p>
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		<item>
		<title>Cida Bento lança audiobook de &#8220;O Pacto da Branquitude&#8221; </title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/cida-bento-audiobook-pacto-da-branquitude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 18:44:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Antirracismo]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura negra]]></category>
		<category><![CDATA[O Pacto da Branquitude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O livro &#8220;O Pacto da Branquitude&#8221;, da psic&#243;loga, pesquisadora e escritora Cida Bento, passou a contar com uma vers&#227;o em audiobook. A novidade amplia as formas de acesso &#224; obra, que prop&#245;e reflex&#245;es sobre branquitude, racismo, rela&#231;&#245;es de poder, privil&#233;gios e os mecanismos que sustentam as desigualdades na sociedade brasileira. Lan&#231;ado originalmente em 2022 em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O livro &#8220;O Pacto da Branquitude&#8221;, da psicóloga, pesquisadora e escritora Cida Bento, passou a contar com uma versão em audiobook. A novidade amplia as formas de acesso à obra, que propõe reflexões sobre branquitude, racismo, relações de poder, privilégios e os mecanismos que sustentam as desigualdades na sociedade brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lançado originalmente em 2022 em formato impresso, o livro tornou-se uma das principais referências para os debates sobre relações raciais no Brasil ao analisar como a branquitude se estrutura e atua na manutenção das desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em declaração nas redes sociais, a autora afirmou que espera que a versão em áudio alcance novos públicos, estimule diálogos e fortaleça o compromisso coletivo com a construção de uma sociedade antirracista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O audiobook de &#8220;O Pacto da Branquitude&#8221; já está disponível nas principais plataformas digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Flip 2026: Zadie Smith, Djaimilia de Almeida e Ana Paula Tavares estão entre os destaques da edição</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/flip-2026-zadie-smith-ana-paula-tavares-destaques/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 18:58:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula tavares]]></category>
		<category><![CDATA[djaimilia pereira de almeida]]></category>
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		<category><![CDATA[Juliana Borges]]></category>
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		<category><![CDATA[zadie smith]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escritora brit&#226;nica Zadie Smith, a luso-angolana Djaimilia Pereira de Almeida, a angolana Ana Paula Tavares e o escritor brasileiro Edimilson de Almeida Pereira est&#227;o entre os destaques da programa&#231;&#227;o da Flip 2026. O festival liter&#225;rio, que acontece entre os dias 22 e 26 de julho em Paraty (RJ), tamb&#233;m contar&#225; com a participa&#231;&#227;o da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A escritora britânica Zadie Smith, a luso-angolana Djaimilia Pereira de Almeida, a angolana Ana Paula Tavares e o escritor brasileiro Edimilson de Almeida Pereira estão entre os destaques da programação da Flip 2026. O festival literário, que acontece entre os dias 22 e 26 de julho em Paraty (RJ), também contará com a participação da pesquisadora e escritora Juliana Borges, responsável pela mediação da aguardada conversa com Zadie Smith.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Divulgada nesta terça-feira (23), a programação completa da Festa Literária Internacional de Paraty reúne autores de diferentes países e consolida a presença de escritoras e escritores negros em algumas das principais mesas da edição deste ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Zadie Smith participa pela primeira vez da Flip</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais destaques desta edição é a participação inédita da escritora britânica Zadie Smith. Autora de obras como <em>Dentes Brancos</em> e <em>A Fraude</em>, a romancista ocupará um dos horários mais prestigiados da programação, em uma conversa mediada pela pesquisadora Juliana Borges.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecida internacionalmente por romances que abordam identidade, pertencimento, classe, migração e transformações sociais, Zadie Smith construiu uma extensa e respeitada trajetória na literatura contemporânea em língua inglesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua participação marca um dos momentos mais aguardados da programação e reforça a presença de autoras negras em espaços centrais dos grandes festivais literários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Djaimilia Pereira de Almeida integra programação do festival</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro nome de destaque é a escritora luso-angolana Djaimilia Pereira de Almeida, vencedora de duas edições do Prêmio Oceanos e autora de obras que exploram deslocamentos, memória, relações familiares e experiências da diáspora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Djaimilia participa da mesa <em>Falo do que Impede o Sono</em>, ao lado do escritor franco-argelino Kamel Daoud, com mediação da jornalista Adriana Ferreira Silva.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ana Paula Tavares leva a literatura angolana para Paraty</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A escritora, poeta, historiadora e pesquisadora angolana Ana Paula Tavares, vencedora do Prêmio Camões de 2025, também integra a programação principal da Flip.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua obra é marcada pelo diálogo entre memória, oralidade, história e experiências femininas. Sua participação acontece em uma mesa individual mediada pelo poeta Tarso de Melo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Edimilson de Almeida Pereira representa a literatura negra brasileira</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A programação também contará com a presença do escritor, poeta e pesquisador Edimilson de Almeida Pereira, um dos nomes mais relevantes da literatura brasileira contemporânea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua produção literária e acadêmica dialoga com religiosidades afro-brasileiras, cultura popular, memória e patrimônio cultural, temas que ocupam lugar de destaque em sua trajetória intelectual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação completa da Flip 2026 está disponível nos canais oficiais do evento:&nbsp;flip.org.br.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>‘Somos Sol Vivo’: Aza Njeri lança livro com proposta de nova ética baseada em filosofias africanas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/somos-sol-vivo-aza-njeri-livro-filosofias-africanas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 15:02:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça "Somos Sol Vivo", novo livro de Aza Njeri pela HarperCollins. Uma obra radical que une ancestralidade, artes e filosofias africanas para curar o presente.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em um movimento de retorno às origens para curar o presente, incorporando o princípio ancestral de Sankofa, a intelectual <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/projeto-de-pesquisa-internacional-liderado-pela-dra-aza-njeri-foi-contemplado-por-um-dos-maiores-editais-de-pesquisa-brasil-franca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Aza Njeri</a></strong> lança a obra <strong>&#8216;<em>Somos Sol Vivo: ensaios radicais sobre experiências da Vida</em>&#8216;</strong>. No livro, a pesquisadora desenvolve o conceito de &#8220;Solaridade&#8221;, uma provocação para que a sociedade brasileira abandone as bases coloniais e reconstrua seu imaginário a partir da valorização comunitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma narrativa fluida e emocionante, a doutora em Literaturas Africanas tece reflexões que entrelaçam sua própria história pessoal e familiar com análises críticas sobre o sistema sociopolítico global, a educação e as artes. O coração da obra bate no conceito de &#8220;Sol Vivo&#8221;, cunhado pela autora como um princípio essencial de vitalidade e responsabilidade coletiva. Em contraposição ao individualismo adoecedor do Ocidente, a Solaridade orienta os valores de convivência para uma perspectiva comunitária de existência, onde o brilho de cada indivíduo é nutrido pela coletividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em suas redes sociais, a escritora celebrou a chegada da obra, que condensa uma longa trajetória de dedicação acadêmica e espiritual. &#8220;Esse livro é a reunião dos meus últimos sete anos de pesquisa, um trabalho aprofundado que perpassa as filosofias africanas, filosofias afrodiaspóricas, principalmente as de terreiro. Passa por um trabalho pelas artes, pensando música, literatura e cinema, e, principalmente, faz uma crítica ao mundo contemporâneo&#8221;, destaca a autora. &#8220;Essa obra é muito especial porque eu me dediquei durante muito tempo para pensá-la e estou muito feliz em saber que agora ela ganha o mundo para também acender outros sóis.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos ensaios, <em>Somos Sol Vivo</em> se revela um verdadeiro <em>tour de force</em>. A autora utiliza a educação e a pesquisa como ferramentas inegociáveis de reparação histórica de populações marginalizadas. O livro apresenta ao leitor uma &#8220;gramática de resistência&#8221;, fortalecendo os debates contemporâneos sobre o letramento racial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para estruturar essa jornada, cada capítulo é conectado a um Adinkra—conjunto de símbolos visuais do povo Ashanti (Gana) que sintetiza provérbios, valores e conceitos filosóficos fundamentais. A obra ainda estabelece conexões profundas com as filosofias Bacongo e Ubuntu (&#8220;Eu sou porque nós somos&#8221;), mostrando como o apagamento da presença negra na constituição simbólica do país empobrece nossa compreensão de mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra já está disponível para venda no site oficial da editora HarperCollins Brasil. Aza Njeri reforça o convite para que o público se reconecte com essas reflexões urgentes. &#8220;Venha conhecer esse meu novo trabalho, feito para acender o seu sol com muito respeito, e lembrar a todos, todas e todes que a nossa humanidade, ela é inegociável&#8221;, convida a escritora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aza Njeri é professora e pesquisadora de literaturas, culturas, artes e filosofias africanas e afro-diaspóricas. Integra o corpo docente da PUC-Rio, além de atuar como roteirista, crítica teatral e literária, e criadora de conteúdo no YouTube.</p>
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		<title>Eliana Alves Cruz vence prêmio da ABL de Melhor Livro de Ficção com &#8216;Meridiana&#8217;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/eliana-alves-cruz-vence-premio-abl-romance-meridiana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eliana Alves Cruz conquista o Prêmio Guimarães Rosa da ABL com Meridiana, romance que narra a ascensão de uma família negra. Confira os detalhes!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Academia Brasileira de Letras (ABL) </strong>anunciou o romance<strong> &#8216;Meridiana&#8217;</strong>, de <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/ja-nos-consideramos-vitoriosos-diz-eliana-alves-cruz-apos-indicacao-de-anderson-spider-silva-ao-emmy-internacional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Eliana Alves Cruz</a></strong>, como o vencedor do <strong>Prêmio Guimarães Rosa de Melhor Livro de Ficção</strong>, na última sexta-feira (12). Escritora consagrada, em 2022, Eliana já havia conquistado o Prêmio Jabuti com a coletânea de contos &#8216;A Vestida&#8217;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8216;Meridiana&#8217; (Companhia das Letras, 2025) acompanha a trajetória de três gerações de uma família negra no processo de ascensão social. A trama centraliza os desdobramentos socioeconômicos e afetivos decorrentes da mudança do grupo de uma comunidade para um condomínio de classe média, expondo tensões estruturais da sociedade brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A comissão considerou o livro uma odisseia, ou anti-odisseia, de uma família negra, um romance de grande intensidade emocional, numa trama muito bem urdida, que divide polos ao pôr em trânsito os conflitos advindos de uma mudança da favela para um condomínio de classe média. Trata-se, portanto, de uma história de busca de inserção que expõe um quadro social complexo com suas adversidades cotidianas que levantam novas questões de um repertório já secular, mas que fecha acenando para as boas novas que o futuro terá para contar. Por todos os méritos literários, Meridiana, de Eliana Alves Cruz, é o livro merecedor do Destaque em Ficção da ABL, neste 2026”, diz o comunicado da ABL.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="434" height="650" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-30.png" alt="" class="wp-image-96157" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-30.png 434w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-30-200x300.png 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-30-100x150.png 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-30-280x420.png 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-30-150x225.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-30-300x449.png 300w" sizes="(max-width: 434px) 100vw, 434px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">Eliana Alves comemora a mais recente conquista literária. “Muito bonito e muito surpreendente. É uma honra muito grande. A ABL é uma referência nacional, uma referência na cultura do nosso país. Estão lá e estiveram grandes intelectuais brasileiros e brasileiras. Então, é realmente muito importante ter uma obra como Meridiana nesse lugar de premiação”, afirma. “Embora o livro seja relativamente curto, construir seis vozes em primeira pessoa, seis vozes de uma mesma família, dando a cada uma sua particularidade, sua personalidade e sua identidade, foi realmente uma arquitetura bem difícil”, explica a escritora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eliana Alves Cruz consolidou-se como uma das vozes mais influentes da literatura contemporânea voltada à memória e à história afro-brasileira, acumulando prêmios de prestígio como o Oliveira Silveira por seu romance de estreia, &#8216;Água de Barrela&#8217; — que também recebeu Menção Honrosa na Brown University, além de ter sido semifinalista do Prêmio Oceanos com &#8216;O Crime do Cais do Valongo&#8217;. Autora de obras densas que discutem as heranças coloniais e as dinâmicas sociais do país, como &#8216;Solitária e Nada Digo de Ti, Que em Ti Não Veja&#8217;, ela também transita com sucesso pela literatura infantojuvenil em títulos como &#8216;Gênios da Nossa Gente&#8217; e &#8216;Milena e o Enigma do Pássaro Antigo&#8217;, este último escrito em parceria com Mauricio de Sousa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente à literatura, Eliana também possui uma sólida carreira no audiovisual, onde atuou como roteirista-chefe da série &#8216;Capoeiras&#8217; (Disney+), colaborou no projeto &#8216;Narrativas Negras&#8217; (Paramount) e integrou a equipe de roteiro da cinebiografia &#8216;Anderson Spider Silva&#8217;, produção indicada ao International Emmy Awards, além de comandar o programa literário &#8216;Trilha de Letras&#8217; na TV Brasil.</p>
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		<title>Thiago Thomé lança livro sobre ensinamentos dos Pretos-Velhos</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/thiago-thome-livro-ensinamentos-pretos-velhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 15:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[espiritualidade afro-brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obra re&#250;ne mais de cem reflex&#245;es baseadas nos ensinamentos associados aos Pretos-Velhos, entidade de destaque nas tradi&#231;&#245;es religiosas afro-brasileiras, e j&#225; est&#225; em pr&#233;-venda. O ator, cantor e escritor Thiago Thom&#233; anunciou a pr&#233;-venda de Um Velho Preto Disse, livro que re&#250;ne reflex&#245;es inspiradas nos ensinamentos dos Pretos-Velhos, figuras centrais da espiritualidade afro-brasileira e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A obra reúne mais de cem reflexões baseadas nos ensinamentos associados aos Pretos-Velhos, entidade de destaque nas tradições religiosas afro-brasileiras, e já está em pré-venda.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ator, cantor e escritor Thiago Thomé anunciou a pré-venda de Um Velho Preto Disse, livro que reúne reflexões inspiradas nos ensinamentos dos Pretos-Velhos, figuras centrais da espiritualidade afro-brasileira e da transmissão de saberes ancestrais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação surge a partir de uma série de mensagens compartilhadas por Thomé nas redes sociais que, segundo o autor, já ultrapassaram 50 milhões de visualizações. Agora, esses conteúdos passam a circular também em formato impresso, ampliando o acesso a ensinamentos sobre ancestralidade, fé e autoconhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas tradições afro-brasileiras, os Pretos-Velhos ocupam um lugar de profundo respeito e sabedoria. Eles representam a memória ancestral e a valorização da experiência acumulada ao longo da vida, e sua presença é reconhecida especialmente em religiões de matriz africana, onde seus conselhos e orientações integram práticas espirituais e comunitárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Um Velho Preto Disse, Thomé apresenta mais de cem mensagens construídas a partir de sua interpretação e vivência desses ensinamentos. A proposta é oferecer ao leitor momentos de reflexão que possam ser acessados em diferentes situações do cotidiano, seja em períodos de desafio, na busca por equilíbrio emocional ou na conexão com a ancestralidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra será publicada pela Editora Planeta e já está disponível em pré-venda nas redes sociais e nos canais divulgados pelo autor. As datas dos eventos de lançamento ainda não foram anunciadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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