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	<title>Arquivos literatura infantil - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Bianca Santana lança primeiro livro infantil inspirado em conversas com os próprios filhos sobre racismo e machismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2023 15:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Bianca Santana]]></category>
		<category><![CDATA[crianças negras]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Toda crian&#231;a que pede esmola no farol &#233; negra? Infelizmente, a maioria sim. Por isso voc&#234; fala que existe racismo, n&#233;?&#8221;. Este e outros di&#225;logos dif&#237;ceis de ter com as crian&#231;as comp&#245;em o primeiro livro infantil escrito pela mestra em educa&#231;&#227;o&#160;Bianca Santana.&#160;&#8220;Di&#225;logos feministas e antirracistas (e nada f&#225;ceis) com as crian&#231;as&#8221;&#160;&#233; uma publica&#231;&#227;o do selo&#160;Camale&#227;o, [&#8230;]</p>
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<p>“Toda criança que pede esmola no farol é negra? Infelizmente, a maioria sim. Por isso você fala que existe racismo, né?”. Este e outros diálogos difíceis de ter com as crianças compõem o primeiro livro infantil escrito pela mestra em educação <strong>Bianca Santana</strong>. “<strong><em>Diálogos feministas e antirracistas (e nada fáceis) com as crianças</em></strong>” é uma publicação do selo <strong>Camaleão</strong>, da <strong>Alta Books Editora</strong>, com as ilustrações de <strong>Tainan Rocha</strong>.</p>



<p>A autora trata de temas que geralmente são evitados pelas famílias – por conformismo ou medo de apresentar aos filhos uma realidade tão dura – e reforça ser possível dialogar sobre os espinhos que existem na sociedade sem macular qualquer inocência. Segurança, sistema prisional, política, saúde e outras pautas sociais como machismo e racismo são tratados de um jeito fácil de compreender sem perder a profundidade necessária.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="764" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/CAPA-1000x-DialogosFeministasAntirracistas-764x1024.jpg" alt="" class="wp-image-69040" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/CAPA-1000x-DialogosFeministasAntirracistas-764x1024.jpg 764w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/CAPA-1000x-DialogosFeministasAntirracistas-224x300.jpg 224w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/CAPA-1000x-DialogosFeministasAntirracistas-112x150.jpg 112w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/CAPA-1000x-DialogosFeministasAntirracistas-768x1030.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/CAPA-1000x-DialogosFeministasAntirracistas-150x201.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/CAPA-1000x-DialogosFeministasAntirracistas-300x402.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/CAPA-1000x-DialogosFeministasAntirracistas-696x933.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/CAPA-1000x-DialogosFeministasAntirracistas-313x420.jpg 313w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/CAPA-1000x-DialogosFeministasAntirracistas.jpg 1000w" sizes="(max-width: 764px) 100vw, 764px" /><figcaption class="wp-element-caption">Capa do livro “Diálogos feministas e antirracistas (e nada fáceis) com as crianças” (<em>Divulgação | Alta Books Editora</em>)</figcaption></figure>



<p>Bianca escreveu o livro a partir de conversas francas e generosas que teve com os próprios filhos para refletir, de forma sensível e sutil, sobre a realidade de muitas crianças negras brasileiras. A obra propõe gerar uma percepção aos pequenos leitores sem ferir o primeiro olhar do mundo.</p>



<p>“Diálogos feministas e antirracistas (e nada fáceis) com as crianças” pode ser encontrado no <strong><a href="https://www.amazon.com.br/Di%C3%A1logos-feministas-antirracistas-f%C3%A1ceis-crian%C3%A7as/dp/6581275174/ref=tmm_pap_swatch_0?_encoding=UTF8&amp;qid=1688486322&amp;sr=8-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da Amazon</a></strong> e no <strong><a href="https://altabooks.com.br/produto/dialogos-feministas-antirracistas-e-nada-faceis-com-as-criancas-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">e-commerce da Alta Books Editora</a></strong>, por R$ 49,90.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1000" height="682" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/MOCKUP-ABERTO-DialogosFeministasAntirracistas.jpg" alt="" class="wp-image-69041" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/MOCKUP-ABERTO-DialogosFeministasAntirracistas.jpg 1000w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/MOCKUP-ABERTO-DialogosFeministasAntirracistas-300x205.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/MOCKUP-ABERTO-DialogosFeministasAntirracistas-150x102.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/MOCKUP-ABERTO-DialogosFeministasAntirracistas-768x524.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/MOCKUP-ABERTO-DialogosFeministasAntirracistas-218x150.jpg 218w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/MOCKUP-ABERTO-DialogosFeministasAntirracistas-696x475.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/MOCKUP-ABERTO-DialogosFeministasAntirracistas-616x420.jpg 616w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Divulgação | Alta Books Editora</em></figcaption></figure>



<p>Além de mestra em educação pela USP (Universidade de São Paulo), Bianca é doutora em ciência da informação e autora dos livros “Arruda e guiné: resistência negra no Brasil contemporâneo”, “Continuo preta: a vida de Sueli Carneiro” e “Quando me descobri negra”.</p>



<p>Confira trecho divulgado do novo livro:</p>



<p>“<em>Hoje, na escola, a professora levou um texto e<br>perguntou o que tinha de errado nele. Só eu e a<br>Raquel percebemos que era um texto racista.<br>Por que racista?<br>A personagem era negra e se achava feia.<br>Queria ser branca para ser bonita.<br>E, quando vocês apontaram isso, o que a professora disse?<br>Ela gostou, mas um amigo ficou bravo.<br>Perguntou por que a gente tinha que falar de<br>racismo se a aula era de Língua Portuguesa.<br>E o que a professora disse?<br>Eu respondi antes dela. Disse que era óbvio<br>falar de racismo na aula de Língua Portuguesa<br>porque as pessoas são racistas em português”</em> (página 9).</p>
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		<title>Roteirista baiano lança HQ afrofuturista para público infanto-juvenil</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/roteirista-baiano-lanca-hq-afrofuturista-para-publico-infanto-juvenil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michael Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 10:59:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[literatura infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unindo refer&#234;ncias da mitologia africana, cultura afro-brasileira e do universo geek, o roteirista baiano e doutor em comunica&#231;&#227;o Marcelo Lima lan&#231;a a HQ &#8220;Os Afrofuturistas &#8211; o ataque dos Kips&#8221; voltado para o p&#250;blico infanto-juvenil. O lan&#231;amento oficial ser&#225; no dia 19 de maio e contou com a colabora&#231;&#227;o do ilustrador e co-autor da obra, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Unindo referências da mitologia africana, cultura afro-brasileira e do universo geek, o roteirista baiano e doutor em comunicação Marcelo Lima lança a HQ <strong>“Os Afrofuturistas – o ataque dos Kips”</strong> voltado para o público infanto-juvenil. O lançamento oficial será no dia 19 de maio e contou com a colaboração do ilustrador e co-autor da obra, Renato Barreto. “Os Afrofuturistas” é apoiado pelo programa Rumos, do Itaú Cultural. </p>



<p>Em uma linguagem jovem e com gírias da cultura baiana, a HQ conta a história de três irmãos, Tereza, Dandara e Cosme, que vivem em um dilema entre aprender sobre sua ancestralidade com o pai ou passar as férias conectadas na internet e jogando videogame. Mas seus planos mudam quando o pai das três jovens é raptado por criaturas misteriosas e eles precisam usar seus saberes ancestrais e conhecimentos com gibis e videogames para salvá-lo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="959" height="684" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/Os-Afrofuturistas-Arte-renato-barreto-1.jpeg" alt="" class="wp-image-65227" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/Os-Afrofuturistas-Arte-renato-barreto-1.jpeg 959w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/Os-Afrofuturistas-Arte-renato-barreto-1-300x214.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/Os-Afrofuturistas-Arte-renato-barreto-1-150x107.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/Os-Afrofuturistas-Arte-renato-barreto-1-768x548.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/Os-Afrofuturistas-Arte-renato-barreto-1-696x496.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/Os-Afrofuturistas-Arte-renato-barreto-1-589x420.jpeg 589w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/Os-Afrofuturistas-Arte-renato-barreto-1-100x70.jpeg 100w" sizes="(max-width: 959px) 100vw, 959px" /></figure>



<p>O livro traz referências e conceitos do afrofuturismo, movimento com foco no protagonismo negro no passado e no presente, em uma linguagem para o público mais jovem. Ele também conta com um glossário com personagens importantes para a luta do povo negro, como Zumbi dos Palmares e Maria Felipa, e termos da mitologia afro-brasileira presentes na história.</p>



<p>Marcelo se inspirou na sua infância para criar “Os Afrofuturistas”, quando brincava de “faz de conta” com seus amigos no interior da Bahia. <em>“Desde pequeno eu já adorava quadrinhos, séries, RPGs, games e filmes de sci-fi e fantasia. Em minha fértil imaginação, eu e meus amigos éramos como membros de uma espécie de clubinho nerd e o quintal da minha casa virava o lugar seguro para nossas imaginações gerarem personagens, mundos e grandes aventuras”</em>, conta o autor.</p>



<p>Outro motivo que inspirou Marcelo foi a falta de identificação nos quadrinhos e a vontade de preencher essa lacuna. <em>“Quando comecei a pensar nessa história, um dos meus principais objetivos foi o de preencher essa ausência de identificação. Gosto de ver que hoje adultos e crianças têm um leque bem maior de protagonistas negros e negras para se relacionarem, mas ainda é preciso muito mais”</em>, afirma Marcelo.</p>



<p>“Os Afrofuturistas – o ataque dos Kips”&nbsp; está disponível no site da editora Veneta e na Amazon e em breve livrarias Escariz e LDM. No dia 3 de junho, Marcelo realiza uma roda de conversa para promover o livro e debater afrofuturismo, literatura e infância, no Pelourinho, em Salvador.</p>
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		<item>
		<title>Carioca Vanessa Pfeil cria a primeira e maior plataforma de livros em português fora do Brasil</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/carioca-vanessa-pfeil-cria-a-primeira-e-maior-plataforma-de-livros-em-portugues-fora-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 12:18:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[literatura infantil]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Livros For Kids]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma de livros]]></category>
		<category><![CDATA[Vanessa Pfeil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160; administradora de empresas Vanessa Pfeil criou a&#160; Livros For Kids, maior plataforma de livros em portugu&#234;s fora do Brasil. O projeto come&#231;ou a ser idealizado quando se tornou m&#227;e, em 2012. Morando na Alemanha, ela fez uma promessa &#224; m&#227;e: Ensinar portugu&#234;s aos filhos g&#234;meos rec&#233;m-nascidos para que pudessem se comunicar com a av&#243; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A&nbsp; administradora de empresas <strong>Vanessa Pfeil</strong> criou a&nbsp;<strong> Livros For Kids</strong>, maior plataforma de livros em português fora do Brasil. O projeto começou a ser idealizado quando se tornou mãe, em 2012. Morando na Alemanha, ela fez uma promessa à mãe: Ensinar português aos filhos gêmeos recém-nascidos para que pudessem se comunicar com a avó brasileira e conhecerem sua cultura materna.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="684" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-684x1024.jpg" alt="" class="wp-image-37166" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-684x1024.jpg 684w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-768x1151.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-1025x1536.jpg 1025w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-696x1043.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/PHOTO-2021-05-19-16-29-02-3.jpg 1068w" sizes="(max-width: 684px) 100vw, 684px" /><figcaption>Imagem: Divulgação</figcaption></figure>



<p>“Quando meus filhos nasceram, eu comprei 200 livros no Brasil! Eu não sabia se voltaria no ano seguinte, então decidi levar uma boa quantidade, mas eu tinha amigas brasileiras que iam à minha casa e falavam: ‘Nossa, esse livro é bem bacana, me empresta?’ Foi quando eu percebi que havia um nicho de negócio, porque não têm <strong>livros em português do Brasil aqui na Europa</strong>”, relembra Vanessa. Em pouco tempo, ela percebeu que para manter a promessa que parecia simples, precisaria criar uma distribuidora de livros, que hoje, nove anos depois é o maior clube de livros em português brasileiro fora do Brasil, atuando em mais de 30 países, em toda a Europa, além de Etiópia, Austrália, Japão, Canadá, Singapura e Estados Unidos. Este mês, ela virá da Alemanha, país em que vive há mais de 15 anos, para o Brasil. Aqui, ela estreitará laços comerciais para a criação da <strong>Kids Bilíngue</strong>, primeira plataforma de livros infantis fora do Brasil.&nbsp;</p>



<p>&nbsp;Nascida e criada no<strong> Complexo da Maré</strong>, encontrou nos livros que encontrava no lixo um alento para as necessidades que passava: “Quando não tinha o que comer em casa, eu lia. Quando faltava alguma coisa, eu lia. Eu digo que os livros me salvaram”, relembra.&nbsp;</p>



<p>&nbsp;No site da Livros For Kids é possível encontrar publicações para todos os gostos, desde <strong>clássicos da literatura brasileira</strong> passando por <strong>Turma da Mônica</strong>, de empoderamento racial, didáticos, religiosos, entre outros. A distribuição é feita através de time majoritariamente feminino, através de uma rede de 25 mulheres na equipe, a Livros For Kids tem se consolidado dentro e fora do Brasil. Para atender a demanda, este ano a empresa inaugurou seu novo depósito, na Alemanha, com 250 metros quadrados, que pode receber até 30 mil livros de uma única vez. “O trabalho que desenvolvemos ainda tem apoio das embaixadas da Alemanha, Espanha, Portugal, Japão, Austrália e demais países aonde estamos inseridos”, conta a empresária. “Fornecemos para governos, através das bibliotecas públicas e distribuímos para grandes livrarias também”, declara.</p>



<p>Segundo Vanessa, o próximo passo será a criação de um clube do livro bilíngue, através da criação da<strong> primeira plataforma de livros infantis bilíngues fora do Brasil</strong>, possibilitando que além de crianças, descendentes de brasileiros possam ter contato com a cultura e o idioma de seus suas mães e avós, podendo tornar multilíngues, sendo alfabetizados em mais de um idioma.</p>
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		<title>Lázaro Ramos: &#8220;A literatura é uma forma potente de fazer as crianças acreditarem nos seus sonhos&#8221;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/lazaro-ramos-a-literatura-e-uma-forma-potente-de-fazer-as-criancas-acreditarem-nos-seus-sonhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 May 2021 20:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[edith e a velha sentada]]></category>
		<category><![CDATA[lázaro ramos]]></category>
		<category><![CDATA[literatura infantil]]></category>
		<category><![CDATA[o pulo do coelho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma conversa com crian&#231;as, estudantes de uma escola p&#250;blica, fez com que o ator, diretor e escritor L&#225;zaro Ramos tivesse uma nova percep&#231;&#227;o sobre a import&#226;ncia dos livros para os mais jovens. O sonhar, que parece ser algo que faz parte de toda inf&#226;ncia, em um mundo sem muitas refer&#234;ncias, se torna quase um privil&#233;gio. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Uma conversa com crianças, estudantes de uma escola pública, fez com que o ator, diretor e escritor <strong>Lázaro Ramos</strong> tivesse uma nova percepção sobre a importância dos livros para os mais jovens.</em></p>



<p>O sonhar, que parece ser algo que faz parte de toda infância, em um mundo sem muitas referências, se torna quase um privilégio. “Eu vi no olhar ou no jeito de responder de algumas das crianças, que elas não sabiam nem que tinham direito de sonhar. Não é que não tinha um sonho. Era sobre não saber se poderia se poderia desejar ou conquistar alguma coisa além desse mundinho que elas vivem”, descreve Ramos em uma entrevista exclusiva à nossa editora-chefe, a jornalista Silvia Nascimento.</p>



<p>Lázaro brinda nossas famílias com dois novos livros: “O Pulo do Coelho” (Editora Carochinha) e “Edith e a Velha Sentada” (Editora Pallas). As duas obras falam sobre questões que serão uma mão na roda para pais, mães e adultos que querem oferecer uma alternativa às multitelas (TV/Celular/Tablets) às quais as crianças vivem imersas durante a pandemia, mas sem renunciar a temas que dizem respeito ao afeto, amor, autoconhecimento e até disciplina.</p>



<p>Sobre literatura dentro da sua casa, Lazinho diz que não há regras até por conta do ritmo de trabalho dele e parceira da vida e trabalho, a atriz Taís Araújo. “Desde cedo a gente colocou a coisa da leitura na casa da gente como prazer, e não como obrigação. A gente sempre trouxe muitos livros que eles se enxergassem e se vissem. Não adianta mandar ler se a gente não lê, então a gente fica com nosso livrinho debaixo do braço, eles veem o objeto na nossa mão. Eu fui fruto de uma concepção errada de que a gente só tinha que ler por obrigação”.</p>



<p>Nessa entrevista conversamos sobre seus livros, pandemia e a crianças do futuro.&nbsp;</p>



<p><strong>Mundo Negro – “O Pulo do Coelho” fala sobre sonhos, frustrações, autonomia, sucesso, fracasso e resiliência. Foi uma obra pensada para essas crianças que estão crescendo em meio a pandemia?</strong></p>



<p>Ele começou a ser escrito há quatro anos, mas quando chegou a pandemia, eu mudei algumas coisas no livro porque eu entendi que ele tinha utilidade para as famílias que estavam vivendo com suas crianças impossibilitadas de viverem como criança gosta, como todos nós gostamos de viver, com liberdade encontrando os amigos. É um livro que fala sobre um coelho que fica confinado numa cartola e que um dia ele resolve fugir para ter a liberdade e ele se torna mágico.  É sobre autonomia, é sobre ele sonhar e desejar, que são temas estão muito na minha cabeça já há muito tempo. Eu acho que esse livro começou sabe quando?  Eu sempre faço visitas a escolas para falar sobre meus livros e eu lembro de um dia eu fiquei muito impressionado quando cheguei numa escola pública lá em Salvador, e chegou aquele velho momento em que eu perguntei “O que vocês sonham em ser?”. Eu vi no olhar ou no jeito de responder de algumas das crianças, que elas não sabiam nem que tinham direito de sonhar. Não é que não tinha um sonho. Era sobre não saber se poderia se poderia desejar ou conquistar alguma coisa além desse mundinho que elas vivem. E isso me chamou atenção. Eu fiquei querendo muito falar sobre isso e o livro começou aí, desse dia do passeio na escola.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="778" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/MKP_ALTA_O_pulo_do_coelho_capa_menino-778x1024.jpg" alt="" class="wp-image-35585" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/MKP_ALTA_O_pulo_do_coelho_capa_menino-778x1024.jpg 778w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/MKP_ALTA_O_pulo_do_coelho_capa_menino-228x300.jpg 228w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/MKP_ALTA_O_pulo_do_coelho_capa_menino-114x150.jpg 114w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/MKP_ALTA_O_pulo_do_coelho_capa_menino-768x1011.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/MKP_ALTA_O_pulo_do_coelho_capa_menino-1167x1536.jpg 1167w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/MKP_ALTA_O_pulo_do_coelho_capa_menino-1556x2048.jpg 1556w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/MKP_ALTA_O_pulo_do_coelho_capa_menino-696x916.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/MKP_ALTA_O_pulo_do_coelho_capa_menino-1068x1406.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/MKP_ALTA_O_pulo_do_coelho_capa_menino-319x420.jpg 319w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/MKP_ALTA_O_pulo_do_coelho_capa_menino-scaled.jpg 1945w" sizes="(max-width: 778px) 100vw, 778px" /><figcaption><em>Capa de O Pulo do Coelho de Lázaro Ramos com ilustrações de Lais Dias .</em><br><em>Foto: Divulgação</em></figcaption></figure>



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<p><strong>E a relação com a pandemia?</strong></p>



<p>Eu percebi que o livro se encaixava muito bem para falar desse momento do confinamento, que é um assunto difícil para a gente falar com essas crianças e nós não temos todas as respostas. A gente perde a paciência com nossos filhos às vezes e a gente não sabe o que oferecer para eles sossegarem e para se entreterem. &nbsp;A gente não sabe explicar quando é que isso vai passar ou como lidar com isso. &nbsp;Foi em cima dessa vivência toda que eu adaptei o livro e acabei juntando os dois assuntos.</p>



<p>“A velha sentada” também voltou por isso, porque fala sobre uso equilibrado de tecnologia que é um assunto na casa de todo mundo. &nbsp;A criançada está o tempo todo na televisão ou no celular. &nbsp;Não tem uma amiga ou amigo que eu conheci que não esteja em algum momento gritando para o seu filho sair da frente de alguma tela. Aí pensei que eu tenho esses dois livros que podem contribuir para esses assuntos e outros como autoestima, autonomia e autoconhecimento, por conta da história da menina que entra na própria cabeça.</p>



<p><strong>Falando sobre “Edith e a Velha Sentada”, a questão do que é emoção e o que é sentimento é bem confusa até para nós, adultos. Para você, de que forma os livros podem contribuir para o autoconhecimento das crianças? Nessa fase pandêmica muitas estão fazendo terapia pela primeira vez e falar sobre si é difícil. Os personagens podem ajudar?</strong></p>



<p>Exato tanto pela identificação dos personagens quanto pelo tema. Esse livro é um pouco fruto de uma percepção de que tinha até meus 26, 27 anos de idade . Eu não sabia que eu podia falar e pensar sobre autocuidado. Eu não sabia que eu podia ter dúvida. Eu não sabia que eu podia chorar, eu não sabia que eu podia pedir ajuda. Eu vivia com aquela velha mensagem de que “você tem que dar certo, você tem que ser superior a todo mundo”. &nbsp;Eu vim saber isso com 27 anos de idade. Ninguém nunca conversou sobre esses assuntos comigo, nem de forma séria, nem de forma lúdica.</p>



<p>O livro veio para tapar esse buraquinho também, para gente pensar isso e ir se cuidando, se alimentando, criando parcerias e aprendendo a lidar com as frustrações.  Os dois livros têm isso na verdade. Tem uma frase no “Pulo do coelho” que eu quero até fazer um quadro para botar no meu escritório e diz assim: “não existe sucesso nem para fracasso que seja eterno”. É uma frase que ela traz algo de realidade, mas ela também é um estímulo para saber quando a gente receber alguns nãos, e a vida vai dar um monte de não para gente, a gente não pode desistir. Tem caminhos e a gente vai encontrando e vai mantendo a nossa sede de vitória, de vencer, de lutar e de construir aquilo que a gente sonha deseja.</p>



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<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="804" height="1000" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Edith-e-a-velha-sentada_baixa-1.jpg" alt="" class="wp-image-35584" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Edith-e-a-velha-sentada_baixa-1.jpg 804w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Edith-e-a-velha-sentada_baixa-1-241x300.jpg 241w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Edith-e-a-velha-sentada_baixa-1-121x150.jpg 121w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Edith-e-a-velha-sentada_baixa-1-768x955.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Edith-e-a-velha-sentada_baixa-1-696x866.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/Edith-e-a-velha-sentada_baixa-1-338x420.jpg 338w" sizes="(max-width: 804px) 100vw, 804px" /><figcaption><em>Capa do livro Edith e a Velha Sentada, de Lázaro Ramos com ilustrações de Edson Ikê. Foto: Divulgação.</em></figcaption></figure></div>



<p><strong>Você acredita que as crianças do futuro, as pós pandemia, serão melhores do que nós fomos?</strong> </p>



<p>Acho que as nossas crianças vão ter sequelas desse período, no jeito de se relacionar, de criar, na maneira de se relacionar com o outro e com a rua. E essa mudança, eu acho, que só virá se nós adultos, como somos o espelho para eles, tivermos consciência e revermos o nosso comportamento. Passa por tudo, passa por votar melhor, por um líder melhor. Nessa nova era, desse período pós pandemia, a gente vai ter que reconstruir tudo. Vamos ter que reconstruir as cidades, as profissões e as relações. A mensagem que a gente vai passar para as nossas crianças passa também por uma por uma consciência de como a gente lida com o meio ambiente. Não há como a gente não falar sobre isso. Não há como a gente não pensar mais sobre isso. &nbsp;Eu tenho me obrigado muito a pensar sobre isso porque eu entendi que a função das cidades mudou e vai mudar, o jeito se reunir mudou e vai mudar, o jeito da gente lidar com o que a gente come, com o que a gente planta vai mudar. &nbsp;A gente vai ter que ter essa consciência. &nbsp;A mudança deles vai acontecer, se nós também fizemos um esforço para isso. Porque afinal de contas nós somos espelho.</p>
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