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	<title>Arquivos lgbtq+ - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 13 Nov 2020 17:51:34 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Rafiki: filme de romance LGBTQ+ foi banido no Quênia, mas fez história no principal festival de cinema do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 17:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[lgbtq+]]></category>
		<category><![CDATA[rafiki]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A palavra Rafiki significa &#8220;amiga&#8221; na l&#237;ngua sua&#237;li, um dos idiomas oficiais do Qu&#234;nia. Segundo os produtores do filme, a palavra &#233; usada por alguns homossexuais como apelido carinhoso para chamar a pessoa que ama de forma discreta. Estrelando Samantha Mugatsia e Sheila Munyiva o filme de 2018 narra um romance entre as amigas quenianas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A palavra <em>Rafiki significa “amiga” </em>na língua suaíli, um dos idiomas oficiais do Quênia. Segundo os produtores do filme, a palavra é usada por alguns homossexuais como apelido carinhoso para chamar a pessoa que ama de forma discreta.</p>



<p>Estrelando Samantha Mugatsia e Sheila Munyiva o filme de 2018 narra um romance entre as amigas quenianas Kena e Ziki, que precisam passar por cima da rivalidade da família e das crenças conservadoras do país para viverem uma paixão. </p>



<p>Com uma produção de muita presença feminina, o filme conta com muita emoção ao narrar a realidade da sociedade queniana, o longa foi proibido em seu país de produção, mas chamou atenção em muitos outros países, tendo feito história no Festival de Cannes, o principal festival de cinema do mundo.</p>



<p>O filme foi o primeiro de produção queniana a fazer parte da programação oficial do evento, competindo na segunda mostra mais importante do festival a mostra Um Certo Olhar &nbsp;</p>



<p><strong>Polêmicas:</strong></p>



<p>O filme infelizmente enfrentou muitas dificuldades de divulgação, já que foi banido pelo seu próprio país onde as relações homoafetivas são consideradas crimes podendo dar até 14 anos de prisão. Com a produção completa a diretora foi alertada que deveria fazer alterações no filme para que ele pudesse ser transmitido no país.&nbsp;</p>



<p>E Wanuri Kahiu se recusou, assim o governo proibiu a estreia, alegando “temática homossexual e clara intenção em promover o lesbianismo”. O país também não indicou o filme para a academia do Oscar, para concorrer pelo Oscar de Melhor Filme Estrangeiro</p>



<p>Confira o trailer deste e de outros filmes com protagonismo negro e temática LGBTQ+:</p>



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<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="nw83amZlPU"><a href="https://mundonegro.inf.br/no-mes-do-orgulho-7-filmes-lgbqia-com-protagonismo-negro/">No mês do Orgulho, 8 filmes e séries LGBTQIA+ com protagonismo negro</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;No mês do Orgulho, 8 filmes e séries LGBTQIA+ com protagonismo negro&#8221; &#8212; Mundo Negro" src="https://mundonegro.inf.br/no-mes-do-orgulho-7-filmes-lgbqia-com-protagonismo-negro/embed/#?secret=nw83amZlPU" data-secret="nw83amZlPU" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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		<title>Conheça Dandara Luz, mulher trans, preta e mestranda pela UFPE</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/conheca-dandara-luz-mulher-preta-trans-e-mestranda-pela-ufpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2020 23:40:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NEGRX E LGTB]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[lgbtq+]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dandara Luz &#233; a primeira mulher trans mestranda do departamento de tecnologias energ&#233;ticas e nucleares da UFPE Sabemos das dificuldades que cercam pessoas negras no ambiente acad&#234;mico e que as chances e oportunidades s&#227;o escassas, e esses desafios podem triplicar quando falamos de pessoas pretas e transg&#234;neros.&#160; Por isso, &#233; importante comemorar a entrada de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dandara Luz é a primeira mulher trans mestranda do departamento de tecnologias energéticas e nucleares da UFPE</p>



<p>Sabemos das dificuldades que cercam pessoas negras no ambiente acadêmico e que as chances e oportunidades são escassas, e esses desafios podem triplicar quando falamos de pessoas <strong>pretas e transgêneros. </strong></p>



<p>Por isso, é importante comemorar a entrada de uma travesti preta no programa de pós graduação na considerada pelo <strong>Academic Ranking of World Universities</strong> como a melhor universidade do Nordeste.</p>



<p>Em conversa com o Mundo Negro, Dandara falou um pouco sobre sua trajetória na academia e os desafios enfrentados enquanto uma mulher trans e negra.</p>



<p>“Foi tudo muito difícil, mas eu consegui ser aprovada em três universidades públicas do estado de Pernambuco (&#8230;) Minha transição de gênero aconteceu no meio do curso, e foi quando as coisas pioraram. Poucas pessoas respeitavam meu nome e gênero, o uso do banheiro era sempre um pesadelo pra mim até que eu abandonei o curso”.</p>



<p>Ao contar sua história, Dandara relata como a <strong>cisgeneridade branca pode ser cruel</strong>. Se tratando da universidade, que é um local majoritariamente hétero, cis e branco, para uma travesti negra se manter neste ambiente é mais que perseverança, é resistência. </p>



<p>“Um ano depois eu retorno e me formo sendo aprovada pela banca com 10 no TCC. Hoje, sou a primeira travesti negra formada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco.” conta Dandara, que em um ato de resistência retornou os seus estudos se tornando hoje, a&nbsp; primeira e única mestranda travesti do departamento inteiro.</p>
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		<title>&#8220;Guardei no armário&#8221;: livro de Samuel Gomes destaca pessoas negras que lidam com racismo e homofobia</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/guardei-no-armario-livro-de-samuel-gomes-destaca-pessoas-negras-que-lidam-com-racismo-e-homofobia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2020 18:53:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[NEGRX E LGTB]]></category>
		<category><![CDATA[gay]]></category>
		<category><![CDATA[lgbtq+]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[negro e gay]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil &#233; um dos pa&#237;ses que mais mata pessoas negras e tamb&#233;m o que mais mata gays e transexuais. Ser um brasileiro negro e gay &#233; ter muitos motivos para viver com medo. Felizmente temos pessoas que usam sua experi&#234;ncia de vida para guiar quem vive em situa&#231;&#245;es semelhantes e educar a sociedade como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Brasil é um dos países que mais mata pessoas negras e também o que mais mata gays e transexuais. Ser um brasileiro negro e gay é ter muitos motivos para viver com medo. </p>



<p>Felizmente temos pessoas que usam sua experiência de vida para guiar quem vive em situações semelhantes e educar a sociedade como um todo. O creator, escritor e consultor em diversidade <strong>Samuel Gomes </strong>lança o livro <strong>Guardei no Armário </strong> (Paralela – Cia das Letras) onde ele narra a vivência dele como homem gay , mas também conta a histórias de outras pessoas da comunidade LGBT. A maioria é negra. </p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-12-at-19.28.50-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-22119" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-12-at-19.28.50-1024x1024.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-12-at-19.28.50-300x300.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-12-at-19.28.50-150x150.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-12-at-19.28.50-768x768.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-12-at-19.28.50-696x696.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-12-at-19.28.50-1068x1068.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-12-at-19.28.50-420x420.jpeg 420w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-12-at-19.28.50.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>“O Guardei no Armário é um livro LGBT com grande representatividade negra, com o maior número de negros falando sobre sexualidade e aceitação. Das nove pessoas que entrevistei, sete são negras” diz Samuel. O livro se  tornou a obra mais vendida na na categoria LGBT na Amazon.</p>



<p>“Esse livro fala sobre a minha vivência e entendimento como homem negro de periferia. Mesmo tendo sido criado e crescido em uma família de pele retinta, minha identidade como homem negro só veio depois que saí da igreja evangélica, porque tudo que vem de África eles veem como demônio”, detalha Samuel .</p>



<p>A projeto Guardei no Armário não é novo, mas o novo livro ( a primeira foi uma edição independente)  fala sobre o novo Samuel, que não é mais evangélico e se casou, tudo em primeira pessoa criando uma conexão mais pessoal com o leitor.</p>



<p>“Nesse livro eu falo sobre o meu casamento com o Luiz, minha relação com meus pais, da visão do meu pai para eu me aceitar”, detalha Gomes. &nbsp;</p>



<p>Guardei no Armário<br>Autor: Samuel Gomes<br>Editora: Selo Paralela –  Cia das Letras Páginas – 128<br>Pré-venda <a href="https://www.amazon.com.br/dp/8584391789/ref=sr_1_3?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=159A4O6P20VHV&amp;dchild=1&amp;keywords=guardei+no+armario&amp;qid=1594416664&amp;s=books&amp;sprefix=guardei+no+a,stripbooks,280&amp;sr=1-3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">(clique aqui)</a> <br></p>
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		<title>Rainha das rainhas: Filho da cantora Sade Adu a homenageia por apoio em sua transição de gênero</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/rainha-das-rainhas-filho-da-cantora-sade-adu-a-homenageia-em-seu-instagram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 16:35:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[família preta]]></category>
		<category><![CDATA[homens trans]]></category>
		<category><![CDATA[lgbtq+]]></category>
		<category><![CDATA[mães negras]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[sade]]></category>
		<category><![CDATA[transgenero]]></category>
		<category><![CDATA[transição de gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Izaak, filho &#250;nico da cantora Sade, n&#227;o poupa elogios a sua m&#227;e, que esteve o seu lado o apoiando durante sua transi&#231;&#227;o de g&#234;nero:&#160;&#8220;Foi uma &#225;rdua e longa jornada, mas conseguimos! Estamos indo para casa!!!&#8221; Quando o processo finalizou, Izaak se mostrou muito agradecido, e orgulhoso por ter seguido adiante at&#233; o fim. &#8220;Um agradecimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Izaak, filho único da cantora Sade, não poupa elogios a sua mãe, que esteve o seu lado o apoiando durante sua transição de gênero: “Foi uma árdua e longa jornada, mas conseguimos! Estamos indo para casa!!!”</p>
<p>Quando o processo finalizou, Izaak se mostrou muito agradecido, e orgulhoso por ter seguido adiante até o fim.</p>
<p>“Um agradecimento especial a minha mãezinha, ao meu pai, família e amigos por todo o suporte que me deram diariamente. Nunca será esquecido”, Izaak mais uma vez exalta o apoio de sua mãe e amigos.</p>
<p>A cantora de soul, Sade Adu que sempre se manteve muito reservada quanto sua vida pessoal, nunca falou publicamente sobre o processo de transição de seu filho. Mas, nas redes sociais de Izaak foi possível acompanhar o grande carinho entre mãe e filho. Antes, durante e no fim de sua transição.</p>
<p>“Obrigado por estar ao meu lado nestes últimos seis meses. Obrigado por lutar comigo para que eu pudesse completar o homem que eu sou. Obrigado por me encorajar quando as coisas estavam difíceis e pelo amor que me deu. O coração mais puro. Eu te amo muito”</p>
<p>Izaak agradeceu e elogiou sua mãe em mais uma postagem na sua conta no Instagram.</p>
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<div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div>
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<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/B22RY17AiAn/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by Izaak Theo (@izaaktheo)</a></p>
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</blockquote>
<p><script async src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></div>
<p>Durante seis meses Izaak se manteve em repouso, se recuperando da cirurgia que deu fim ao processo de transição de gênero.</p>
<p>Em 2016, Izaak se assumiu um homem trans, e em setembro de 2019 concluiu sua transição. Em suas postagens nas redes sociais, ele recorda como o apoio recebido pela família foi essencial para sua trajetória.</p>
<p>Durante esse tempo de recuperação, Izaak usou sua conta no Instagram para fazer desabafos e mostrar sua complicada rotina pós-cirurgia.</p>
<p>&#8220;Esse processo é cansativo, doloroso, exaustivo emocionalmente, fisicamente e desconfortável (eu não posso nem dormir como uma pessoa normal no momento)&#8221; e em alguns posts chegou a criticar os procedimentos que havia se submetido &#8220;Por que diabos eu preciso enfrentar tudo isso para ser quem eu sou?&#8221;</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/p/B0bz5vnAhHk/">https://www.instagram.com/p/B0bz5vnAhHk/</a></p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/rainha-das-rainhas-filho-da-cantora-sade-adu-a-homenageia-em-seu-instagram/">Rainha das rainhas: Filho da cantora Sade Adu a homenageia por apoio em sua transição de gênero</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<item>
		<title>Criada em 2016, Redes vivas ganha novas funcionalidades e inicia parceria com ZenKlub</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/criada-em-2016-redes-vivas-ganha-novas-funcionalidades-e-inicia-parceria-com-zenklub/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2019 22:47:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[desabafo social]]></category>
		<category><![CDATA[lgbtq+]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[rede vivas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criada em 2016, atrav&#233;s do&#160;Desabafo Social, a Redes Vivas &#8211; Sa&#250;de da Popula&#231;&#227;o NEGRA e LGBT, tem o proposito de promover a sa&#250;de das popula&#231;&#245;es negra e LGBTQI+ atrav&#233;s das tecnologias de sa&#250;de. Este ano, o projeto ganha outro formato, com base nos dados de desemprego no Brasil. A plataforma ser&#225; lan&#231;ada nesta sexta-feira (1). [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/criada-em-2016-redes-vivas-ganha-novas-funcionalidades-e-inicia-parceria-com-zenklub/">Criada em 2016, Redes vivas ganha novas funcionalidades e inicia parceria com ZenKlub</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Criada em 2016, através do <strong>Desabafo Social</strong>, a <strong>Redes Vivas – Saúde da População NEGRA e LGBT</strong>, tem o proposito de promover a saúde das populações negra e LGBTQI+ através das tecnologias de saúde. Este ano, o projeto ganha outro formato, com base nos dados de desemprego no Brasil. A plataforma será lançada nesta sexta-feira (1).</p>
<p>55,8% da população brasileira é negra e, de acordo com o <strong>IBGE</strong>, 63,7% dos desempregados no Brasil são pretos ou pardos. Dos trabalhadores, os brancos recebem 75% a mais que pretos e pardos. Com essa observação, a instituição aposta na supervisão e atendimento psicológico online com profissionais negros e LGBQI+, gerando renda e democratizando o acesso a terapia.</p>
<p>&#8220;<em>A plataforma do Redes Vivas não foi criada apenas atendimento. Optamos também pela supervisão para os profissionais nos modelos multidisciplinar e psicológica, com o intuito de proporcionar o aprimoramento profissional e pessoal, experiência interdisciplinar e educação continuada. A proposta é ter algo que extrapole o que temos no mercado, o convencional. E escolhemos a ZenKlub como parceiro principal, porque eles nos disponibilizam uma tecnologia segura e é credenciado pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) para atendimento online e juntos vamos disponibilizar para cada profissional negro e LGBTQI+, uma plataforma que potencialize o bem-estar por meio de conteúdos, palestras, ações que promovam a saúde mental e emocional</em>&#8221; , diz <strong>Gabriel Leal</strong>, fundador do Redes Vivas</p>
<p>A plataforma é bastante simples. Os clientes acessam o site, escolhem o psicólogo ou psicóloga e agenda a consulta. Todos psicólogos possuem descrição do currículo. Acesse: www.redesvivas.com.br.</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/criada-em-2016-redes-vivas-ganha-novas-funcionalidades-e-inicia-parceria-com-zenklub/">Criada em 2016, Redes vivas ganha novas funcionalidades e inicia parceria com ZenKlub</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<title>Empresária de São Paulo cria modelo de calcinha para transexuais com o intuito de evitar problemas urinários</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/empresaria-de-sao-paulo-cria-modelo-de-calcinha-para-transexuais-com-o-intuito-de-evitar-problemas-urinarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jun 2019 19:13:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[ideias]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[são Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A t&#233;cnica em hemoterapia, Silvana da Silva, decidiu criar o modelo de calcinha para transexuais ap&#243;s ouvir algumas hist&#243;rias e entender que precisava fazer algo que ajudasse essas pessoas. Silvana teve a sensibilidade de notar que muitos transexuais e travestis tinham problemas urin&#225;rios por passar muito tempo sem ir ao banheiro, j&#225; que utilizavam fitas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A técnica em hemoterapia, Silvana da Silva, decidiu criar o modelo de calcinha para transexuais após ouvir algumas histórias e entender que precisava fazer algo que ajudasse essas pessoas.</p>
<p>Silvana teve a sensibilidade de notar que muitos transexuais e travestis tinham problemas urinários por passar muito tempo sem ir ao banheiro, já que utilizavam fitas adesivas ou colas de alta fixação para esconder a genitália masculina. Ela criou o modelo com o intuito de mudar a realidade dessas pessoas.<br />
<span style="font-style: italic;"><br />
“Eu pensei, nossa, é um absurdo a pessoa sair pela manhã e só poder ir ao banheiro à noite, porque a cola da fita só sai a base de água e, mesmo assim, é dolorido. Falei, eu tenho que criar alguma coisa para ajudar”,</span> disse a empresária em entrevista ao portal de notícias G1.</p>
<p><figure id="attachment_12491" aria-describedby="caption-attachment-12491" style="width: 1600px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-12491 size-full" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7836-fabio-tito.jpg" alt="" width="1600" height="1066" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7836-fabio-tito.jpg 1600w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7836-fabio-tito-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7836-fabio-tito-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7836-fabio-tito-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7836-fabio-tito-1024x682.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7836-fabio-tito-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7836-fabio-tito-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7836-fabio-tito-630x420.jpg 630w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /><figcaption id="caption-attachment-12491" class="wp-caption-text">Foto: Fábio Tito</figcaption></figure></p>
<p>Ela é de Guaianases, Zona Leste de São Paulo, e teve dificuldade de encontrar alguém que conseguisse aplicar suas ideias, após criar o produto por meio de desenhos. Chegou a fazer uma parceria com uma costureira que fez alguns modelos, mas não deu certo e ela foi desvinculada do negócio.</p>
<p>“<em>Fui atrás de uma costureira que é outro ponto muito complicado de se encontrar pelo meu público ser LGBT. As pessoas não me discriminam aqui por eu ser negra, porque eu já faço parte aqui da região, mas me discriminam por eu ser LGBT. Eu falava, ‘tem como você fazer isso aqui pra mim?’ e as pessoas falavam, ‘ah, mas é um produto PET, o que é isso?’ E quando eu explicava a situação as pessoas falavam, ‘ah, eu não faço esse tipo de serviço</em>”, explicou.</p>
<p>Com o tempo e a necessidade de procurar outra profissional que desse esse suporte, conheceu Renata Martins, também de <strong>Guianases</strong>. “Já costurei de tudo. Adoro fazer peças novas. Quando ela chegou aqui, eu nem poderia pegar o caso dela, mas por ser um projeto inovador e eu nunca ter feito nada do tipo eu resolvi tentar fazer e deu super certo”, disse em entrevista ao G1.</p>
<p><figure id="attachment_12496" aria-describedby="caption-attachment-12496" style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-12496" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7820-fabio-tito-g1.jpg" alt="" width="1000" height="667" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7820-fabio-tito-g1.jpg 1000w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7820-fabio-tito-g1-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7820-fabio-tito-g1-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7820-fabio-tito-g1-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7820-fabio-tito-g1-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/calcinha-trans-2019-04-17-f99a7820-fabio-tito-g1-630x420.jpg 630w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-12496" class="wp-caption-text">Renata e Silvana. Foto: Fabio Tito</figcaption></figure></p>
<p>Hoje Silvana é Microempresária. Largou dois empregos para investir em seu próprio negócio. Participou da <strong>Vai-Tec</strong>, <strong>Programa de Aceleração de Empresas da Periferia</strong>, financiado pela <strong>Prefeitura de São Paulo </strong>e foi uma das selecionadas, recebendo uma premiação em dinheiro de aproximadamente R$ 33 mil, com mentoria, e acompanhamento individual para que os negócios se desenvolvam.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Atualmente, ela vende produtos dentro e fora do Brasil. Porém, sendo que os ganhos da marca, por enquanto, só lhe permitem sobreviver. Seu objetivo é levar a invenção além do seu negócio. “<em>Eu sempre falo que meu sonho é que um dia o uso da fita vire uma lenda urbana</em>”, finaliza.</p>
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		<title>Rede Vivas de Saúde da População Negra e LGBT+ promove feira de educação em Lauro de Freitas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2019 08:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[lgbtq+]]></category>
		<category><![CDATA[redes vivas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Redes Vivas &#8211; Sa&#250;de da Popula&#231;&#227;o Negra e LGBT+, em parceria com o Terreiro Oy&#225; Matamba de Kakuruc&#225;, promove mais uma edi&#231;&#227;o da Feira de Educa&#231;&#227;o em Sa&#250;de.&#160;O evento ser&#225; realizado no dia 06 de julho, de 9h &#224;s 16h, no Terreiro Oy&#225; Matamba de Kakuruca, localizado na Rua Mario Ogando Silva, 22 &#8211; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O<strong> Redes Vivas &#8211; Saúde da População Negra e LGBT+</strong>, em parceria com o <strong>Terreiro Oyá Matamba de Kakurucá</strong>, promove mais uma edição da <strong>Feira de Educação em Saúde</strong>. O evento será realizado no dia 06 de julho, de 9h às 16h, no Terreiro Oyá Matamba de Kakuruca, localizado na<strong> Rua Mario Ogando Silva</strong>, 22 &#8211; <strong>Jardim Porão/Lauro de Freitas</strong>.</p>
<p>O intuito da feira é proporcionar um espaço para se pensar a integralidade em saúde nas comunidades e, além disso, fortalecer o entendimento sobre o cuidado e autocuidado.</p>
<p>&#8220;<em>A edição da Feira de Cultura e Educação em Saúde do Redes Vivas se dá pelo aumento das violações e violências contra as religiões de matriz africana, principalmente o candomblé. Por isso, a nossa intenção é disseminar a premissa da religião que é a integração com a comunidade a qual ela está localizada</em>&#8220;, explica <strong>Gabriel Leal</strong>, idealizador do projeto.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12421 aligncenter" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2019/06/FB_IMG_1560778658967.jpg" alt="" width="569" height="804" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/FB_IMG_1560778658967.jpg 720w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/FB_IMG_1560778658967-106x150.jpg 106w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/FB_IMG_1560778658967-212x300.jpg 212w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/FB_IMG_1560778658967-696x984.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/FB_IMG_1560778658967-297x420.jpg 297w" sizes="(max-width: 569px) 100vw, 569px" /><br />
Para esta edição, será realizada uma feijoada beneficente para manutenção do espaço sagrado e educacional Oyá Matamba e um ato contra a intolerância religiosa que a zeladora do espaço, <strong>Thiffany Odara</strong>, vem sofrendo.</p>
<p>Confira a programação:</p>
<p>9h às 14h &#8211; Feira de Saúde com: acolhimento social, oficina de corporeidade (alongamentos e percepção de si), oficina de musicalidade e identidade em saúde, oficina de saúde bucal, oficina de saúde sexual; oficina de orientação profissional;</p>
<p>A partir das 12h &#8211; Feijão beneficente: valor R$ 10,00 (Um prato + um copo de refresco ou refrigerante)</p>
<p>14h às 16h &#8211; Cultural: Performances, apresentações e muito mais</p>
<p>16h às 17h &#8211; Roda de conversa de mulheres negras</p>
<p>18h &#8211; Ato contra a intolerância religiosa</p>
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