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	<title>Arquivos juventude negra - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 Jun 2025 16:57:39 +0000</lastBuildDate>
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		<title>No Mano a Mano, Lula critica violência policial: ‘Não é ficar perseguindo a pessoa pela cor’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 16:07:37 +0000</pubDate>
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<p>O presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong> (PT) foi o convidado do episódio mais recente do podcast Mano a Mano, apresentado por <strong>Mano Brown</strong> e <strong>Semayat Oliveira</strong>, que foi ao ar na última quinta-feira,19 d e junho. Em uma conversa gravada no Palácio da Alvorada, <strong>Lula</strong> falou sobre a realidade da juventude negra e periférica no Brasil, abordando especialmente a violência policial e as desigualdades que seguem matando os jovens.</p>



<p>Durante o episódio, <strong>Semayat Oliveira</strong> lembrou do Plano Juventude Negra Viva, lançado pelo governo federal, por meio do Ministério da Igualdade Racial, que busca a redução das vulnerabilidades que afetam a juventude negra brasileira e a violência letal alicerçada no racismo, questionando o presidente sobre ações para diminuir a violência: “Hoje, na periferia, a polícia age como se fosse inimigo. No bairro do pobre ela chega atirando, no bairro do rico ela chega perguntando. Porque nós estamos exigindo o uso da câmera? Porque ela vai tornar mais comedido o comportamento policial. Ele sabe que ele tá sendo vigiado, então ele tem que chegar e perguntar para as pessoas. Não é ficar perseguindo a pessoa pela cor, ou pelo bairro ou se a rua tem asfalto ou não. As pessoas têm que ter seriedade. É isso que nós queremos instruir”, disse Lula, ao defender a volta das câmeras corporais nos uniformes da polícia.</p>



<p>&#8220;A questão da segurança é um problema no Brasil desde que me conheço por gente. Hoje, o policial é mal remunerado, anda armado e, de preferência, ele não quer saber da violência que ele pratica. Por isso estamos exigindo a volta das câmeras para que a gente saiba o que vai fazer”, afirmou. </p>



<p>Ao lembrar a demarcação de terras indígenas e de territórios quilombolas durante a conversa com Mano Brown, Lula afirmou: &#8220;Você sabe quantos territórios indígenas já liberamos? Quantos quilombolas estamos legalizando? Estamos dando cidadania a um povo que estava sem esperança nesse país. E isso é tudo muito complicado, porque você tem toda uma máquina estruturada criando dificuldade para fazer&#8221;, disse.</p>



<p>Além da segurança pública, <strong>Lula</strong> falou sobre o cenário político nacional e garantiu que será candidato à reeleição em 2026. “Se depender do meu esforço físico, da minha consciência política, a extrema direita não volta a governar esse país, pode ter certeza disso”, destacou. O presidente criticou a dificuldade em disputar espaço nas redes sociais diante das campanhas de desinformação. “Eu nunca vou esperar que um bolsonarista fale bem de uma política minha. Eu acho que ele vai sempre nos criticar, ele vai sempre dizer uma mentira, sempre vai contar uma inverdade. E nós temos que estar preparados para isso. Eu trato isso com muita tranquilidade. É um jogo que está sendo jogado.”</p>



<p>Lula também reforçou seu compromisso com uma campanha limpa: “Eu só posso te dizer uma coisa, eu não utilizarei as redes digitais para contar mentiras contra nenhum adversário. Não me peçam para fazer uma campanha mentirosa, que não faz parte da minha vida.”</p>



<p><strong>Novas medidas sociais</strong></p>



<p>O presidente aproveitou o episódio para anunciar novas medidas sociais. Ele prometeu uma linha de crédito para entregadores de aplicativos comprarem motocicletas elétricas, além de lançar um programa para financiamento de reformas habitacionais. Lula também garantiu que pretende incluir o gás de cozinha na cesta básica, permitindo que cerca de 17 milhões de famílias tenham acesso gratuito ao botijão.</p>



<p>“Ainda este mês tenho que anunciar um programa de crédito para reforma de casa. Porque às vezes você tem sua casinha e não quer uma casa nova, você quer fazer um quarto, quer fazer um banheiro novo.”</p>



<p>Sobre o preço do gás, o presidente criticou a diferença entre o valor de venda da Petrobras e o preço pago nas periferias: “Um gás de cozinha sai da Petrobras a R$ 37 o botijão de 13 quilos e chega às pessoas por R$ 140. Então, estamos encontrando um meio de fazer com que essas pessoas mais pobres recebam este gás de graça.”</p>



<p>Lula também falou sobre a necessidade de dialogar com a juventude brasileira e reconheceu que este público é um dos mais impactados pela falta de acesso e pelas desigualdades. “Conversar com a juventude brasileira é uma coisa séria. A juventude é muito mais vulnerável, é muito mais ousada, é muito mais rebelde. E nós precisamos conversar muito com a juventude, porque é ela quem vai construir o futuro desse país.”</p>



<p>Em resposta à jornalista <strong>Semayat Oliveira</strong> sobre a crise no INSS e o impacto nas pesquisas de opinião, Lula foi direto: “Quando sai uma denúncia de corrupção no meio do meu governo, é normal que no primeiro momento as pessoas pensem que foi no governo Lula, porque fomos nós que descobrimos. Eu tenho certeza que a gente vai melhorar na pesquisa, eu tenho certeza que o governo vai melhorar.”</p>



<p></p>
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		<title>Escola Marielle abre nova edição com foco em formar jovens comunicadores negros nas periferias do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 18:18:20 +0000</pubDate>
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<p>Voltada para juventudes negras das periferias cariocas, a nova edição da Escola Marielle de Comunicação está com inscrições abertas até o dia 8 de junho. A formação gratuita será realizada de 25 de julho a 10 de outubro, no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com certificação oficial como curso de extensão da instituição.</p>



<p>Idealizada pelo Instituto Marielle Franco em parceria com a organização Narra e apoio do IFCS/UFRJ, a iniciativa tem como objetivo formar uma nova geração de comunicadores e comunicadoras políticas comprometidas com causas sociais e com a transformação das realidades periféricas.</p>



<p>A formação será dividida em dois módulos: o primeiro, teórico, ocorrerá entre julho e setembro, enquanto o segundo, prático, será realizado entre setembro e outubro. Os conteúdos abordarão temas como comunicação estratégica, redes sociais, storytelling, audiovisual, identidade visual, imprensa, fotografia, captação de recursos e inteligência artificial. O curso também contará com mentorias em grupo e apoio para o desenvolvimento de campanhas reais, com foco em ações como a Marcha das Mulheres Negras.</p>



<p>Para garantir acesso e permanência, a Escola Marielle oferecerá auxílio-transporte, alimentação e materiais pedagógicos durante os encontros presenciais.</p>



<p>“A Escola Marielle é uma semente viva do legado de Marielle Franco, que acreditava profundamente no poder da comunicação para transformar o mundo. Formar comunicadoras e comunicadores políticos das periferias é, para nós, uma forma de disputar narrativas, valorizar memórias e construir futuros possíveis”, afirma <strong>Luyara Franco</strong>, filha de Marielle Franco e Diretora de Legado do Instituto.</p>



<p><strong>Luna Costa</strong>, fundadora e diretora executiva da Narra, destaca a potência já existente nas favelas: “As juventudes negras têm produzido uma comunicação potente e criativa na cultura, arte, humor e estética. Essas narrativas não apenas desafiam estruturas, mas constroem novos horizontes. A Escola vem justamente para reconhecer, fortalecer e conectar essas potências.”</p>



<p>As inscrições podem ser feitas até o dia 8 de junho pelo site <a href="http://escolamarielle.org">escolamarielle.org</a> ou pelas redes sociais das organizações envolvidas. A seleção levará em conta o perfil, a motivação e o envolvimento prévio com comunicação política ou de causas.</p>



<p></p>
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		<title>Perfilamento racial em abordagens policiais: o debate mais importante do ano no STF para nós negros</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/perfilamento-racial-em-abordagens-policiais-o-debate-mais-importante-do-ano-no-stf-para-nos-negros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 18:49:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Abordagem policial]]></category>
		<category><![CDATA[juventude negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ivair Augusto Alves dos Santos Voc&#234; conhece algum negro parente, amigo, irm&#227;o, primo, sobrinho, filho que n&#227;o tenha sido abordado pela pol&#237;cia? Eu, infelizmente, n&#227;o conhe&#231;o. Isso n&#227;o pode ser naturalizado, isso &#233; uma viol&#234;ncia com a qual aprendemos a conviver diariamente, e pedimos aos nossos filhos que nunca reajam a uma abordagem, levem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Ivair Augusto Alves dos Santos</em></p>



<p>Você conhece algum negro parente, amigo, irmão, primo, sobrinho, filho que não tenha sido abordado pela polícia? Eu, infelizmente, não conheço. Isso não pode ser naturalizado, isso é uma violência com a qual aprendemos a conviver diariamente, e pedimos aos nossos filhos que nunca reajam a uma abordagem, levem sempre um documento com você.</p>



<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou, nesta quarta-feira (1), a análise de uma ação sobre o impacto do perfilamento racial nas abordagens policiais. A discussão foi levada à Corte pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo devido ao caso de um homem que foi condenado a 7 anos e 11 meses de prisão em regime fechado por tráfico de drogas, após ter sido pego com 1,53 gramas de entorpecente.</p>



<p>&#8220;O termo &#8220;perfilamento racial” se refere ao processo pelo qual as forças policiais fazem uso de generalizações fundadas na raça, cor, ascendência, nacionalidade ou etnicidade, ao invés de evidências objetivas ou o comportamento de um indivíduo, para sujeitar pessoas a batidas policiais, revistas minuciosas, verificações e reverificações de identidade e investigações, ou para proferir um julgamento sobre o envolvimento de um indivíduo em uma atividade criminosa. O perfilamento racial resulta diretamente na tomada de decisões discriminatórias.”</p>



<p>O debate sobre esse tema: perfilamento racial, é de fundamental importância para a vida de milhões de brasileiros, pois está se questionando um direito fundamental dos negros: o direito à vida, o da presunção da inocência. A abordagem da polícia sobre a juventude negra é sempre violenta, humilhante e desesperadora. Saber que seu filho pode ser abordado é o pesadelo de qualquer pai ou mãe. Se a população negra soubesse sobre o teor do julgamento que ocorre no STF, seria motivo de paralisação nacional. Um dia de jogo do Brasil, onde a circunstância da vida de ser negro está em disputa.</p>
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		<item>
		<title>O multiverso da juventude preta do século 21</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-multiverso-da-juventude-preta-do-seculo-21/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Durval Arantes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jul 2022 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[juventude negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos tempos de transforma&#231;&#245;es profundas e impactantes. Os fatos se sucedem em velocidade e intensidade. Testemunhamos todos os dias uma intera&#231;&#227;o alucinante entre o mundo virtual e o mundo concreto. A juventude &#233; a &#8220;ponte&#8221; natural entre a inf&#226;ncia e a vida adulta. E, neste cen&#225;rio, a juventude afrobrasileira antenada, entre os riscos e oportunidades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vivemos tempos de transformações profundas e impactantes. Os fatos se sucedem em velocidade e intensidade. Testemunhamos todos os dias uma interação alucinante entre o mundo virtual e o mundo concreto.</p>



<p>A juventude é a &#8220;ponte&#8221; natural entre a infância e a vida adulta. E, neste cenário, a juventude afrobrasileira antenada, entre os riscos e oportunidades existentes na narrativa complexa que é a experiência da vida neste século bem alucinante, dá mostras de que compreende e assume a relevância de seu &#8220;pretagonismo&#8221; na dinâmica de um mundo mais integrado e sempre desafiador para nós, pessoas pretas contemporâneas.</p>



<p>E cada vez mais a juventude preta promove a exaltação e a valorização de nossa ancestralidade, que é provavelmente o maior patrimônio espiritual e dialético de uma pessoa preta. A juventude preta tem ocupado o seu devido lugar de fala quando o assunto é família preta, que é, a rigor, o nosso porto seguro afetivo e o nosso ponto de partida de nossa mobilidade social e de nossas conquistas pessoais e coletivas.</p>



<p>E, em complemento à esta observação, a galera preta na faixa dos 15 e 25 anos entende, por exemplo, a importância do cuidado com a saúde da população preta também como um fator de cidadania e até mesmo de resistência cívica, diante de tantas demandas que são e estão historicamente associadas ao povo preto do Brasil.</p>



<p>O exercício da autoestima é cada vez mais observável no universo afro-adolescente brasileiro. Meninas e meninos da pele escura cada vez mais se olham no espelho e sentem orgulho da imagem ali refletida. Em que pesem os obstáculos vistos diante das incertezas políticas, sociais e econômicas destes tempos, os jovens pretos do Brasil estão cada vez mais interessados em<br>projetos e iniciativas culturais que dialogam diretamente com a sua estética e com a sua visão de mundo.</p>



<p>Os jovens pretos destes novos tempos, nominalmente as gerações &#8220;Y&#8221;, &#8220;Z&#8221;, e até mesmo os egressos da geração &#8220;Alfa&#8221;, estão cada vez mais politizados e cientes da sua importância enquanto cidadãs e cidadãos com direito ao voto e à escolha de seus representantes na gestão pública para a defesa de suas pautas, em um país desigual e sabidamente excludente.</p>



<p>A juventude preta devota das religiões de matriz africana professa e advoga em favor de sua fé, com legitimidade e reverência no mundo virtual e no mundo concreto, e isto é muito bom! E a juventude Afro-lgbtqia+ se posiciona progressivamente em busca do seu merecido respeito e inclusão no convívio em sociedade.</p>



<p>Muitas das filhas e dos filhos da comunidade preta que viveu as agruras e as atribulações dos anos 60 e 70 do século 20 tem um entendimento mais apurado do que é empreendedorismo, educação financeira, inteligência emocional afro-orientada, dominar um segundo ou terceiro idioma, respeito ao meio ambiente e sustentabilidade.</p>



<p>E, não menos importante, um outro avanço significativo tem sido o aprofundamento das jovens e dos jovens pretos do Brasil sobre a potência dialética que os ditos &#8220;Estudos Africanos&#8221; proporcionam em sua re-conexão existencial e em sua narrativa como seres humanos merecedores de respeito e do direito inalienável à uma vida decente e com dignidade. As leis 10.639 e 11645 e as ferramentas de pesquisa disponíveis via Internet precisam e devem ser cada vez mais disseminadas entre a juventude preta do Brasil.</p>



<p>O caminho ainda é espinhoso e cheio de percalços até atingirmos uma cidadania de primeira classe. Muitos indicadores ainda atestam que há, sim, o projeto nem tão velado de extermínio dos jovens afrodesendentes deste país. Isto é fato e precisa ser denunciado. Mas a nossa juventude de &#8220;melanina acentuada&#8221;, em grande medida e a despeito das dores do cotidiano, tem se mostrado uma salvaguarda reconfortante para os nossos destinos enquanto povo dentro de um país.</p>



<p>A juventude preta do Brasil do Brasil veio para brilhar e vencer!</p>
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		<item>
		<title>Com destaque crescente, organizações das juventudes negras enfrentam momento crucial de renovação</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/com-destaque-crescente-organizacoes-das-juventudes-negras-enfrentam-momento-crucial-de-renovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2019 21:40:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na luta por visibilidade e acesso ao ensino superior, buscam maior representatividade pol&#237;tica, interpretam a sociedade brasileira na literatura e na m&#250;sica e sua cultura em slams, rodas de rima e bailes funk ou reunidos em coletivos com variados graus de organiza&#231;&#227;o, os jovens s&#227;o protagonistas nas organiza&#231;&#245;es que trabalham com temas do movimento negro. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na luta por visibilidade e acesso ao ensino superior, buscam maior representatividade política, interpretam a sociedade brasileira na literatura e na música e sua cultura em slams, rodas de rima e bailes funk ou reunidos em coletivos com variados graus de organização, os jovens são protagonistas nas organizações que trabalham com temas do movimento negro.</p>
<p>A conclusão disso é um dos destaques da <strong>Pesquisa Nacional sobre Organizações de Juventude Negra</strong>. Realizado pelo <strong>Itaú Social</strong>, em parceria com o <strong>Observatório de Favelas</strong>, o estudo partiu de um mapeamento inicial de 200 entidades do movimento negro, que evidenciou a predominância das ações para jovens. Em seguida, a equipe de pesquisa desenhou um perfil das organizações de juventudes negras, usando como base informações detalhadas fornecidas por 40 <strong>Organizações da Sociedade Civil</strong> (OSCs), responsáveis por 63 projetos.</p>
<p><em>“É uma juventude extremamente propositiva, que pauta e reivindica sua visibilidade nos espaços público, político e de aprendizagem. E que está constantemente buscando novas maneiras de somar forças para o enfrentamento das desigualdades”</em>, explica <strong>Juliana Yade</strong>, especialista em educação do Itaú Social e uma das coordenadoras da pesquisa.</p>
<p>O retrato indica um cenário de ação de jovens para jovens: a juventude é o foco exclusivo das atividades de 70% das instituições pesquisadas, sendo que a grande maioria delas, 92%, possui jovens de até 29 anos entre seus colaboradores. Com localização concentrada nas regiões Nordeste (38%) e Sudeste (30%) – seguidas por Norte, Sul e Centro-Oeste -, as organizações apresentam escopo variado de atuação. Os três temas mais prevalentes são arte e cultura, direitos humanos e educação</p>
<p>Num cenário de crise, ganham espaço soluções colaborativas como as parcerias – compartilhamento de espaço, serviços e metodologias com outras entidades sem envolver recurso financeiro. “<em>Atualmente, 28 dos 63 projetos participantes só se viabilizam por meio de parcerias sem qualquer recurso financeiro, o que traz desafios para sua implementação e continuidade</em>”, diz a pesquisadora.</p>
<p>Mesmo com as dificuldades, a pesquisa conclui pelo dinamismo das organizações de juventudes negras. A todo tempo, associações, coletivos e organizações da sociedade civil criam novas ferramentas para combater o racismo institucional. “<em>Reconhecer a importância e também as dificuldades desse movimento é um caminho para entender e apoiar iniciativas que dialoguem com a equidade étnico-racial</em>”, finaliza Juliana.</p>
<p>Acesse os documentos:<br />
Sumário: <a href="https://goo.gl/3aQLGR">https://goo.gl/3aQLGR</a>.<br />
Pesquisa completa: <a href="https://goo.gl/2uofb9">https://goo.gl/2uofb9</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prêmio de literatura contempla jovens negros escritores</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/premio-de-literatura-contempla-jovens-negros-escritores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2017 23:57:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[juventude negra]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio literário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Faculdade Zumbi dos Palmares e a Sociedade Afro-Brasileira de Desenvolvimento Sociocultural (Afrobras) promovem o&#160;&#8220;Pr&#234;mio Jovem Negro de Literatura 2017&#8221;,&#160;para revelar novos talentos e promover a literatura produzida por jovens autores negros do Brasil. O objetivo &#233; valorizar a produ&#231;&#227;o liter&#225;ria da juventude negra, al&#233;m de mostrar e valorizar o talento intelectual da popula&#231;&#227;o afro-brasileira. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Faculdade Zumbi dos Palmares e a Sociedade Afro-Brasileira de Desenvolvimento Sociocultural (Afrobras) promovem o “Prêmio Jovem Negro de Literatura 2017”, para revelar novos talentos e promover a literatura produzida por jovens autores negros do Brasil.</p>
<p>O objetivo é valorizar a produção literária da juventude negra, além de mostrar e valorizar o talento intelectual da população afro-brasileira.  O primeiro colocado terá sua obra publicada com uma tiragem de 1.000 exemplares, o vencedor assinará um contrato de publicação com a editora Unipalmares, que poderá fazer parceria ou não com outra editora.</p>
<p>O Prêmio faz parte das ações realizadas durante a “Festa do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra – FlinkSampa”, que acontece nos dias 16, 17 e 18 de novembro, no Campus da Faculdade Zumbi dos Palmares, em São Paulo, com entrada franca.</p>
<p>Pra quem quer concorrer ao “Prêmio Jovem Negro de Literatura” de 2017, é necessário enviar a obra e fazer a inscrição até o dia 30 de outubro, através do site do <strong><a href="http://flinksampa.com.br/premio-jovem-negro-de-literatura/" target="_blank" rel="noopener">FlinkSampa</a></strong>. Para conferir todo o regulamento do prêmio, clique <strong><a href="http://flinksampa.com.br/wp-content/uploads/2017/07/REGULAMENTO-CONCURSO-JOVEM-NEGRO-2017-final-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a></strong>.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-6913 aligncenter" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2017/09/Banner-FlinkSampa-300x115.png" alt="" width="639" height="245" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/Banner-FlinkSampa-300x115.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/Banner-FlinkSampa-150x57.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/Banner-FlinkSampa-768x293.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/Banner-FlinkSampa-1024x391.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/Banner-FlinkSampa-696x266.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/Banner-FlinkSampa-1068x408.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/Banner-FlinkSampa-1100x420.png 1100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/Banner-FlinkSampa.png 1396w" sizes="(max-width: 639px) 100vw, 639px" /></p>
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		<title>Cultura negra influencia cada vez mais jovens afrodescendentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 17:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ações afirmativas]]></category>
		<category><![CDATA[consciência negra]]></category>
		<category><![CDATA[juventude negra]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A expressão “orgulho de ser negro” foi abolida do vocabulário de muitas pessoas por medo do preconceito. Com o passar do tempo, porém, o resgate cultural fez com que os negros assumissem a “negritude” na maneira de ser. Cada vez mais difundida entre os jovens brasileiros, a cultura afro está presente no visual, nas preferência musicais, nos estudos e na religião.</p>
<p>Por influência da mãe, o motoboy Calleb Augusto do Nascimento, de 22 anos, começou a se engajar no movimento negro há quatro anos. O conhecimento do mundo afro fez com que o rapaz mudasse seu estilo e assumisse suas preferências musicais, no caso, o <em>reggae</em>. “Fiz o <em>rasta</em> [<em>penteado característico dos apreciadores do reggae</em>] para me diferenciar, quis mostrar meu estilo <em>black</em>. Se você for ver, 80% dos homens negros têm cabelo rapado. Eu sou o único entre os meus amigos [que tem esse visual]”. Para ele, o negro está conseguindo conquistar o seu espaço, pois está mais “desinibido para isso”.</p>
<p>Cada vez mais, os jovens estão se identificando com a cultura negra. Prova disso são os dados do Censo 2010, divulgados recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrando que os jovens brasileiros entre 15 e 24 anos se declaram pretos e pardos mais do que os adultos. De 34 milhões de jovens nessa faixa de idade, 18,5 milhões se autodeclararam pretos e pardos. Dentre os adultos, 54 milhões dos 107 milhões dessa faixa etária (25 a 59 anos) se disseram pretos ou pardos.</p>
<p>De acordo com o sociólogo e professor do Decanato de Extensão Universitária da Universidade de Brasília (Un<strong>B)</strong> Ivair Augusto Alves dos Santos, o movimento de resgate cultural negro começou na década de 1950. “Em 1970, a mudança foi física, ou seja, na aparência, com o movimento Black Power. Na década de 2000, a mudança é política e envolve o debate de ações afirmativas.”</p>
<p>Santos atribui esse movimento impulsionado pela juventude às transformações tecnológicas, uma vez que os jovens negros de hoje têm mais possibilidades. “Se compararmos as possibilidades, vemos que são maiores. Você tem grupos de música que conseguem atingir grandes massas, tem mais informações também.”</p>
<p><img decoding="async" class="alignright" src="http://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/_agenciabrasil/files/imagecache/300x225/gallery_assist/25/gallery_assist683455/prev/Agencia%20Brasil181111_RNA4563.JPG" alt="" />A cabeleireira Rosemeire de Oliveira, de 32 anos, aponta uma mudança de mentalidade no país, lembrando que, antigamente, ninguém falava sobre “o que é ser negro”. Ela trabalha em um salão afro de Brasília há 12 anos. A maioria dos clientes, segundo ela, são os jovens. “Teve uma época que ser negro era moda. Agora, os negros realmente estão se assumindo e aprendendo a se gostar mais.”</p>
<p>A trança de raiz é o penteado mais popular no salão de Rosemeire. embora também haja procura por alisamento. “Tem gente que alisa o cabelo porque gosta, mas tem outras que o fazem porque o trabalho impõe ou para se sentirem mais iguais às outras pessoas. Essas ainda não se assumiram”, disse a cabeleireira.</p>
<p>Cliente de Rosemeire desde criança, a estudante Brenda Araújo Soares Alexandrino de Souza, de 14 anos,  usa tranças no cabelo desde os 3 anos. “Tinha cabelo volumoso e minha mãe fazia as tranças. Minhas amigas gostam, admiram e estão pensando em fazer.”</p>
<p>A adolescente, que faz aniversário hoje (20), Dia da Consciência Negra, acredita que as pessoas estão se identificando mais com a cultura. “Antigamente, não tinham coragem de se mostrar por causa do preconceito. Eu não tenho medo disso.”</p>
<p><img decoding="async" class="alignright" src="http://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/_agenciabrasil/files/imagecache/300x225/gallery_assist/25/gallery_assist683455/prev/Agencia%20Brasil181111_RNA4629.JPG" alt="" />O percussionista baiano Ubiratã Jesus do Nascimento, de 40 anos, conhecido como Biradjham, cresceu envolvido com a cultura negra. Há 25 anos trabalha com música e já tocou com bandas famosas da Bahia.</p>
<p>Adepto do candomblé, Biradjham diz que os negros têm mais liberdade atualmente. &#8220;O movimento está mais forte. A mudança cultural vem de muito tempo, mas hoje tem mais força&#8221;.<br />
Fonte: AB</p>
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