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	<title>Arquivos #justiceforgeorgefloyd - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 25 May 2021 15:20:56 +0000</lastBuildDate>
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		<title>“Só demonstrar preocupação com a causa, não resolve”, diz publicitário Ricardo Silvestre sobre marcas brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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<p>Quem aqui se lembra das ocupações de perfis nas redes de celebridades brancas por pessoas negras, do <em>“Black Out Tuesday”</em> e Facebook, Instagram e Twitter mudando seus logos para cor preta? O assassinato de <strong>George Floyd </strong>que completa um ano nesse 25 de maio, fez da Internet um palco de protesto e revolução e as marcas não tiveram como fazer vista grossa a essa conversa.</p>



<p>A agência <strong><a href="https://blackinfluence.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Black Influence </a></strong>do publicitário <strong>Ricardo Silvestre</strong>, nasceu um pouco antes desse do ano que mudaria a história da comunidade negra e como sua empresa trabalha com um casting de pessoas pretas e periféricas, ele pode sentir, literalmente na pele, os impactos midiáticos de um novo momento da discussão sobre a importância da vida das pessoas negras.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" src="blob:https://mundonegro.inf.br/840b316e-0e1c-4fe6-a2ee-6ff205afa044" alt=""/></figure>



<p>“Não sei se a publicidade se tornou mais consciente, mas posso afirmar que notamos uma maior preocupação por parte das marcas principalmente no que se refere à movimento negro e comunidade negra brasileira”, detalha o publicitário. &nbsp;&nbsp;Para ele a morte de Floyd trouxe à tona um tema que é muito sensível “que é visto muitas vezes como um tabu por muitas pessoas e por muitas marcas”. &nbsp;Silvestre acredita que os olhos do mundo para as questões sobre violência contra a comunidade negra fizeram com “que as marcas ampliassem seus esforços para demonstrar um maior engajamento pelo tema e mostrar que de fato é algo relevante para elas”.</p>



<p>Ricardo destaca a importância de ações que incluam, além da discussão de temas sociais sensíveis, a contratação e remuneração honesta de pessoas negras<strong>.</strong> “Só demonstrar preocupação com a causa não irá resolver o problema que notamos nas dinâmicas de contratação de influenciadores negros, por exemplo. Acho que esse ocorrido deve trazer toda a necessidade de se repensar a forma como influenciadores negros e não negros são contratados e remunerados de maneiras tão discrepante e diferente infelizmente&#8221;, reflete Silvestre.</p>



<p>“Essa revolução, entre aspas, que a morte de Floyd causou não pode ser adormecida, ela precisa resistir. &nbsp;Essas grandes marcas precisam entender também o seu papel fundamental nessa transformação da sociedade. Um ano da morte de Floyd o que mudou? Aqui no Brasil nós conseguimos algo positivo desde esse episódio? &nbsp;São esses questionamentos que a gente sempre faz no dia a dia e geralmente a resposta é não. Nada mudou, infelizmente”, finalizada Ricardo.</p>



<p><strong>Foto: Bruno Gomes </strong></p>
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		<title>Movimento antirracista cresceu no Brasil após morte de George Floyd, diz pesquisa</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/movimento-antirracista-cresceu-no-brasil-apos-morte-de-george-floyd-diz-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2020 14:07:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[#blacklivesmatter]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Segundo a <strong>Zygon AdTech</strong> o levantamento que ocorreu entre os meses de maio, junho e julho de 2020 apontou que o pico de engajamento ao movimento “<em>Vidas Negras Importam</em>” já registrou 1,6 milhão de tweets em um só dia no país.</p>



<p>O estudo foi iniciado no dia 12 de maio (véspera da celebração da abolição da escravatura no Brasil) e analisou o engajamento, perfil dos usuários e os conteúdos dos movimentos antirracistas no twitter, em 4 etapas diferentes. Foram elas: de 12/05 a 26/05 Período anterior ao caso do George Floyd, de 27/05 a 07/06 no momento de maior repercussão do caso, 08/06 a 19/06 após a alta do caso, e de 20/06 a 19/07 na “nova fase” do movimento.</p>



<p>Analisando esses períodos foi possível entender que, mesmo após o momento de maior repercussão do caso na mídia e nas redes sociais a média de publicações diárias que remetem ao movimento antirracista teve um aumento de 46%. Indo de 8,2 mil (pré manifestações e mobilizações nas rede) para 12,1 no (pós manifestações e mobilizações) os número do pós se mantiveram estáveis e é hoje considerado o “novo normal” do movimento.</p>



<p>Embora o caso de <strong>George Floyd</strong> tenha sido o estopim para as discussões raciais nas mídias digitais e tradicionais, apenas 7,7% do total de publicações citavam o nome dele. Lembrando que aqui no Brasil, uma semana antes da morte de George Floyd, já se falava sobre a morte de <strong>João Pedro</strong>, menino de 14 anos, morto a tiros dentro de casa durante ação policial.</p>



<p>Casos como o de George Floyd ocorrem todos os dias no Brasil, aqui a cada 23 minutos um jovem negro é morto e na maioria dos casos, pelas mãos dos agentes de segurança. No Brasil, os assuntos mais populares que dão início aos debates raciais são violência (28,9%) e manifestações de rua (15,4%).</p>



<p>Em aprofundação da pesquisa, foi possível ter acesso aos perfis das pessoas que levantavam as <em># e </em>mediavam debates de combate ao racismo nas redes sociais durante esses períodos.&nbsp; E além dos ativistas e influencers negros estavam os adolescentes fãs de cultura oriental (K-pop ou mangá).</p>



<p>Além do assunto estar sendo mais debatido na mídia, e mais pessoas e empresas estão se comprometendo com a luta antirracista, os jovens passaram a se engajar mais com a causa após os tristes acontecimentos de 2020, de forma que mantém o assunto no topo dos mais comentados e pressiona a sociedade para mudanças.</p>



<p><strong>Lucas Reis</strong>, CEO da <strong>Zygon AdTech</strong> comentou sobre esses resultados e a importância da pesquisa “A discussão antirracista mudou de patamar no Brasil, e este estudo ajuda a quantificar isso. Achamos que é importante pra sociedade que esse assunto tenha maior repercussão, e ficamos orgulhosos em contribuir para esse debate com um estudo feito por uma equipe majoritariamente formada por pessoas negras (&#8230;)”</p>
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