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	<title>Arquivos Juliano Moreira - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Google homenageia o psiquiatra Juliano Moreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kauan Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 05:08:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e bem estar]]></category>
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		<category><![CDATA[Juliano Moreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No anivers&#225;rio de 148 anos de seu nascimento, o m&#233;dico psiquiatra brasileiro &#233; o tema do Doodle dessa quarta-feira, 6 de janeiro. Os doodles, s&#227;o vers&#245;es comemorativas do logo do site de buscas. O autor Alexandre Dumas e o arquiteto Tebas foram outras personalidades negras hist&#243;ricas a ganharem doodles em suas homenagens nos &#250;ltimos meses, [&#8230;]</p>
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<p>No aniversário de 148 anos de seu nascimento, o médico psiquiatra brasileiro é o tema do Doodle dessa quarta-feira, 6 de janeiro. Os doodles, são versões comemorativas do logo do site de buscas. O autor Alexandre Dumas e o arquiteto Tebas foram outras personalidades negras históricas a ganharem doodles em suas homenagens nos últimos meses, e agora chegou a vez de Juliano Moreira.  </p>



<p>O capricorniano nasceu em Salvador, e vinha de uma família pobre. Entrou para a Faculdade de Medicina da Bahia com apenas 13 anos e se formou aos 18 em 1.891.  Cinco anos depois disso, já era professor na mesma instituição. Por sete anos, entre 1895 e 1902, residiu na Europa onde se dedicou a estudar diversos cursos sobre doenças mentais. Quanto voltou para o Brasil em 1903, se mudou para o Rio de Janeiro onde se tornou Diretor do Hospício Nacional Nacional de Alienados, cargo esse que exerceu 1930, três anos antes de sua morte por Tuberculose em 2 de maio 1933. <br></p>



<p>Entre os pontos principais da carreira de Moreira, destacam-se seu posicionamento contra o racismo cientifico e o seu pioneirismo em relação à disciplina psicanalítica no ensino de medicina do Brasil. Naquela época, acreditava-se que (dentre outras coisas errôneas) que doenças mentais tinham relação com a raça. Moreira, fazia parte de um pequeno grupo de profissionais que acreditavam que os problema estavam em coisas como condições sanitárias e educacionais adversas, alcoolismo, verminoses entre outras coisas, mas não no preconceito de raças.</p>



<p>Durante o tempo em que foi diretor do Hospício Nacional de Alienados, ele implantou uma série de mudanças que se alinhavam com a modernização da psiquiatria na prática asilar (internações). Essas mudanças foram: Abolição das camisas e coletes de força, bem como das grades nas janelas, inclusão de neurologistas, pediatras, oftalmologistas, ginecologistas e dentistas no corpo docente. Além disso, foram instalados laboratórios de bioquímica e anatomia patológica no hospital. </p>



<p>O membro da Academia Brasileira de Ciências, faleceu em Petrópolis, e não deixou filhos. Em 1936 foi homenageado com hospital psiquiátrico na Bahia que leva o seu nome.  </p>



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</div><figcaption>Vídeo sobre Juliano, que faz parte da série ‘Cientistas do Brasil que você precisa conhecer’, do canal Nexo Jornal (2019)</figcaption></figure>
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		<title>Academia Brasileira de Ciências homenageia um dos primeiros médicos negros do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Prado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2020 23:06:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Juliano Moreira]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>Academia Brasileira de Ciências</strong> (ABC) e o <strong>Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) </strong>acabam de lançar mais um vídeo do &#8220;Ciência gera Desenvolvimento&#8221;, projeto criado pela ABC em 2017 e com parceria do IDOR desde o ano passado. O objetivo da iniciativa é divulgar, através de animações curtas e com linguagem acessível, a vida e legado de grandes nomes da ciência brasileira. Em novembro do ano passado, foi escolhido o geógrafo Milton Santos; já em 2020, a quinta edição do projeto homenageia o psiquiatra Juliano Moreira.</p>



<p>Desta vez, o homenageado será Juliano Moreira. Nascido em Salvador, no ano de 1873, <strong>Juliano Moreira</strong> foi um dos principais nomes da psiquiatria brasileira e um dos primeiros a trazer para a área os conceitos da psicanálise, criada por Sigmund Freud, e da genética psiquiátrica moderna, desenvolvida por Emil Kraepelin. Moreira representou o Brasil em diversos congressos na Europa, África e Ásia, além de ter revolucionado o tratamento de pacientes psiquiátricos através de práticas humanizadas, como a abolição do uso de camisas de força e do uso de grades nas janelas dos hospitais. O médico ainda foi uns principais nomes da ciência nacional a refutar as teorias do racismo científico predominante na época, que defendia que transtornos psiquiátricos estavam associados a misturas étnicas, o que marcaria a sociedade brasileira como geneticamente inferior às europeias.</p>



<p>Além de suas brilhantes conquistas profissionais e pioneirismos científicos, Juliano Moreira também rompeu rígidas barreiras racistas da época. Negro e filho de uma empregada doméstica, recebeu uma boa educação proporcionada por seu padrinho e patrão de sua mãe, o Barão de Itapuã. E Juliano aproveitou bem a oportunidade, ingressando na Faculdade de Medicina da Bahia aos 13 anos — dois anos antes da abolição formal da escravatura no país. Mais tarde, Moreira ainda participou como membro fundador da Sociedade Brasileira de Psiquiatria, Neurologia e Medicina Legal e da própria ABC, na qual, como vice-presidente, recebeu o físico Albert Einstein no país, em 1925. No triênio seguinte, tornou-se presidente da entidade que ajudou a erguer.</p>



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