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	<title>Arquivos jornalismo negro - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 05 Jul 2021 16:35:09 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Aline Midlej assume o &#8216;Jornal das 10&#8217;, o mais importante telejornal da GloboNews</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/aline-midlej-assume-o-jornal-das-10-o-mais-importante-telejornal-da-globonews/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 16:35:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Aline Midlej]]></category>
		<category><![CDATA[Globonews]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres pretas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagem: Uol</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Aline Midlej</strong>, jornalista referência para meninas e mulheres negras, assume nesta segunda-feira (5) o comando do &#8216;<strong>Jornal das 10</strong>&#8216;, o mais importante telejornal da<strong> GloboNews</strong>, até então comandado pelo âncora <strong>Heraldo Pereira</strong> que vai assumir o noticiário político do Bom Dia Brasil. </p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://f.i.uol.com.br/fotografia/2021/06/30/162508584560dcd7959336a_1625085845_3x2_md.jpg" alt="Aline Midlej"/><figcaption>Imagem:João Miguel Jr/ Globo</figcaption></figure>



<p>A jornalista entende o significado da nova empreitada. &#8220;Uma conquista que carrega grande responsabilidade. Foram muitos anos dando “bom dia” aos assinantes, levando mesmo nas notícias mais duras com alguma leveza e o máximo de humanidade, principalmente nos meses de pandemia. O primeiro período na GloboNews foi de amadurecimento de um estilo, próximo e espontâneo, que espero aprimorar ainda mais no ‘<strong>J10</strong>&#8220;, diz.</p>



<p><strong>Confira a entrevista de Aline Midlej.</strong></p>



<p><strong>Quais suas memórias de grandes coberturas ou momentos especiais do J10?</strong></p>



<p>Foram muitas marcantes, mas destaco diferentes momentos do jornal ao longo desses 25 anos. No fatídico 11 de setembro de 2001, a cobertura que o J10 fez do ataque terrorista às torres gêmeas foi icônica. Todo mundo lembra o que estava fazendo naquele dia. Eu ainda era uma estudante de pré-vestibular e não desliguei da GloboNews o dia inteiro. Em 14 de maio de 2018, a notícia do assassinato da vereadora Marielle Franco apareceu no J10 daquela noite. No 30 de junho de 2019, o jornal transmitiu o encontro de Donald Trump e Kim Jong-um – era o primeiro presidente americano a entrar na Coreia do Norte. Mais recentemente, em 4 de maio, dia da morte do ator <strong>Paulo Gustavo</strong> pela covid-19, que foi confirmada durante o J10 daquela noite.</p>



<p><strong>Como você encara a responsabilidade de assumir o jornal mais antigo da GloboNews?</strong></p>



<p>Uma mistura de sentimentos intensos. Gratificação, honra e aquela ansiedade pré-estreia. Acima de tudo, o gosto bom de um reconhecimento que honrarei diariamente.</p>



<p><strong>Como você pretende contribuir com o J10?</strong></p>



<p>O mestre Heraldo Pereira deixa um legado de credibilidade. Espero engrandecer essa força, agregando dinamismo e leveza na comunicação dos fatos mais importantes do dia. Que os assinantes terminem o dia com os faros mais encaixados na mente, e doses de esperança no coração.</p>



<p><strong>Quais novidades o telespectador pode esperar com a sua chegada no jornal?</strong></p>



<p>Há um desejo de me conectar para além da vivência em estúdio. Estar mais perto das pessoas e histórias que compõem aquele momento que atravessamos. Para isso, quero manter uma rotina de gravações externas, reportagens que tragam perspectivas diferentes e mais próximas dos assinantes. Para a semana de estreia, passei uma manhã na Fiocruz com um dos maiores cientistas do país e um dos grandes nomes mundiais da vacina. A missão é falar sobre o patrimônio humano por trás de cada agulha que tem levado esperança para os braços dos brasileiros neste momento da pandemia.</p>



<p><strong>Assim como o J10, a GloboNews está completando 25 anos em 2021. O que representa essa marca e a relevância do canal e do jornal para o público?</strong></p>



<p>A GloboNews já tinha o topo do pódio como marca e veículo de notícias antes da pandemia. A emergência sanitária referendou isso, mais uma vez. Informação clara, bem apurada e analisada tem ajudado a preservar vidas. E as discussões do pós-pandemia ganham um lugar cada vez mais importante na nossa programação, em especial neste 2021, quando o canal completa 25 anos e se coloca no papel de intermediar ideias em prol de um Brasil mais unido e justo para todos. O ‘J10’ se colorará nessa missão todas as noites.</p>



<p>O &#8216;Jornal das 10&#8217; vai ao ar diariamente, sempre ás 22h.</p>
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		<title>Google forma 1ª turma do GNI Startup Lab, programa de aceleração de startup jornalísticas no Brasil</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/google-forma-1a-turma-do-gni-startup-lab-programa-de-aceleracao-de-startup-jornalisticas-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 04:23:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[google news initiative]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 7 de maio, chegou ao fim a participa&#231;&#227;o das dez startups da primeira edi&#231;&#227;o do programa de acelera&#231;&#227;o de neg&#243;cios jornal&#237;sticos da Google News Initiative (GNI) no Brasil. O projeto teve in&#237;cio em outubro de 2020, totalizando 20 semanas de imers&#227;o e contou com a participa&#231;&#227;o de ve&#237;culos de m&#237;dia comprometidos com um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia 7 de maio, chegou ao fim a participação das dez <strong>startups</strong> da primeira edição do programa de aceleração de negócios jornalísticos da<strong> Google News Initiative (GNI)</strong> no Brasil. O projeto teve início em outubro de 2020, totalizando  20 semanas de imersão e contou com a participação de veículos de mídia comprometidos com um jornalismo de qualidade, como <strong>Agência BORI</strong>, <strong>Agência Tatu</strong>,<strong> Alma Preta</strong>, <strong>AzMina</strong>, <strong>Fervura</strong>, <strong>São Paulo para Crianças</strong>, <strong>Galápagos</strong>, <strong>Núcleo Jornalismo</strong>, <strong>MyNews </strong>e <strong>Ponte Jornalismo</strong>. Durante a última semana do projeto, nos dias 4 e 5 de maio, os veículos pariticipantes cumpriram a última etapa do programa, composta de um dia para demonstração de projetos de negócios para investidores e representantes de fundos de investimento.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/0oLtE55GnKSfvz63LKuXKA9MizNVhfNmsxF2AWOE-cO8kQBIQz2KzPkVbF8UaKOW4R6W6Hk1e1JoRiHvbp05OKLattiZJSLsoAuU2w=h852" alt="" /><figcaption>Imagem: Google Initiative</figcaption></figure>



<p><br></p>



<p>A iniciativa abriu espaço para novas possibilidades no mercado nacional de comunicação, em um nicho pouco explorado por ações voltadas a impulsionar o empreendedorismo. A partir de conceitos já aplicados no&nbsp;<strong>Google for Startups</strong>&nbsp;, as empresas receberam recursos de até US﹩ 20.000 em financiamento, além de mentoria, treinamento e workshops sobre estratégia, produto, modelo de negócios, vendas e marketing, construção de comunidade e captação de recursos.<br>A ideia era que os empreendedores dessas startups pensassem no jornalismo como um produto, assim podendo potencializar as possibilidades de alcance de suas marcas. A pandemia do novo coronavírus afetou a indústria jornalística de maneira pesada, levando muitas empresas do setor a reduzir drasticamente despesas e pessoal. Uma das metas do GNI é manter o ecossistema de jornalismo em um patamar que não seja apenas o da sobrevivência, mas de sucesso, através de modelos de negócios e formatos narrativos inovadores. &#8220;O&nbsp;GNI Startup Lab&nbsp;incentivou os empreendedores a analisar suas empresas de outro ponto de vista, visando entender o potencial de suas ofertas atuais e descobrir como criar novas vias de receita para estabelecer, estrategicamente, modelos de negócios financeiramente mais sustentáveis, explicou Fabiana Zanni, coordenadora do GNI no Brasil.<br></p>



<p>Para que os gestores conseguissem repensar a oferta do jornalismo como um produto, foram desafiados a repensar metodologias e abordagens, encontrando maneiras sistemáticas para pensar o jornalismo por esse outro viés, usando estatégias de marketing como mapear a concorrência e a audiência para que se adaptem de maneira mais pragmática de acordo com o envolvimento com os consumidores. Tudo isso acompanhado por especialistas do Google em parceria com o&nbsp;Instituto de Estudo e Pesquisa (Insper)&nbsp;e a renomada escola de inovação, Echos&nbsp;.<br></p>



<p>Os veículos escolhidos tem como características o olhar da diversidade sobre a comunicação. São portais e agências que representam parcelas da população costumeiramente invisibilizadas por parte dos meios de comunicação tradicionais. Por exemplo, O AzMina, une comunicação, tecnologia e jornalismo para combater a desigualdade de gênero. O portal lidera campanhas de conscientização sobre desigualdade e violência e lançou, recentemente, o app PenhaS para combater a violência contra a mulher por meio da informação, criação de redes de apoio e produção de provas, enquanto que o Alma Preta e o Ponte Jornalismo são especializados, respectivamente, nos debates sobre conflitos raciais e na cobertura de pautas relacionadas aos Direitos Humanos.<br></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/Pe9GJgSPPo2mYXj-awoCrG-lrDm1r9urkZ0TLtvEjHmPmQ3U-bu0wE2yuWG2L1wkXjJEWpVnfWDnFcQLD15xuXN1oVyX5VVhDAf2NQ=h852" alt="" /><figcaption>Imagem: Google News Initiative</figcaption></figure>



<p>Essas iniciativas, muitas vezes chamada de &#8220;mídia alternativa&#8221;, tem tido cada vez mais importância para pautar os debates públicos, tendo como seus idealizadores, indivíduos que viveram na pele demandas marginalizadas.&#8221;A sociedade ganha uma pluralidade maior de vozes. Vale destacar que esse interesse em fomentar diversidade e inclusão nos programas que nós temos é padrão em todo a GNI. É uma das propostas centrais. Temos uma preocupação grande com esse tema e a atenção redobrada para não deixar de fora iniciativas que, historicamente, tenham menos oportunidades de alcançar seus públicos no ecossistema de notícias&#8221;, acrescentou Zanni.<br>Segundo dados do GNI, 50% dos veículos participantes do projeto foram fundados por mulheres e um terço por negros. Os representantes de são oriundos de São Paulo, Rio de Janeiro, Alagoas, Paraná e Espírito Santo, englobando três regiões do país..<br>. </p>



<p>A próxima edição do GNI será lançada na América Latina com foco em empreendedores hispanoamericanos.</p>
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		<title>Maju Coutinho estreia na bancada do Jornal Hoje e recebe elogio dos internautas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/maju-coutinho-estreia-na-bancada-do-jornal-hoje-e-recebe-elogio-dos-internautas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 01:53:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[jornal hoje]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Maju Coutinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A jornalista Maria Julia Coutinho assumiu a bancada do Jornal Hoje, da Rede Globo, nesta segunda-feira (30). Ap&#243;s a sa&#237;da de Sandra Annenberg para o Globo Rep&#243;rter, Maju chega ao JH acompanhada de novidades. O est&#250;dio foi reformulado, a bancada est&#225; mais alta e ela passa a comandar o jornal de p&#233;, al&#233;m de usar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A jornalista<strong> Maria Julia Coutinho</strong> assumiu a bancada do <strong>Jornal Hoje</strong>, da <strong>Rede Globo</strong>, nesta segunda-feira (30). Após a saída de <strong>Sandra Annenberg</strong> para o <strong>Globo Repórter</strong>, Maju chega ao JH acompanhada de novidades. O estúdio foi reformulado, a bancada está mais alta e ela passa a comandar o jornal de pé, além de usar um dispositivo para exibir fotos e vídeos.</p>
<p>Nas redes sociais, a jornalista recebeu muitos elogios. Teve também quem fizesse criticas ao jornal, devido a quantidade de casos policiais exibidos. Maju também passou a interagir com o público. Antes de assumir a bancada, ela chegou a apresentar o jornal como plantonista aos sábados.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt">Nossa tá lindo o novo cenário do Jornal Hoje.<br />
Toda sorte para a linda, diva e talentosa Maju Coutinho.<a href="https://twitter.com/hashtag/JornalHoje?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#JornalHoje</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/JH?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#JH</a> <a href="https://t.co/TdazvfUIrZ">pic.twitter.com/TdazvfUIrZ</a></p>
<p>— Camila Júlia ≠&#x2615;&#x1f965; (@cj_cabo) <a href="https://twitter.com/cj_cabo/status/1178708668247871488?ref_src=twsrc%5Etfw">September 30, 2019</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt">A Maria Júlia Coutinho merece todo sucesso do mundo! Ela está confortável, segura e carismática no comando do novo <a href="https://twitter.com/hashtag/JornalHoje?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#JornalHoje</a>! <a href="https://t.co/gpn6iQNCB3">pic.twitter.com/gpn6iQNCB3</a></p>
<p>— Oton &#x2728; (@otonstar) <a href="https://twitter.com/otonstar/status/1178708760166051842?ref_src=twsrc%5Etfw">September 30, 2019</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>&#8220;J<em>á estava acostumada a ficar de pé na previsão do tempo. Para mim, essa possibilidade de movimentação facilita a comunicação</em>&#8220;, disse a apresentadora. Desde 2013, ela era protagonista da previsão do tempo de diversos jornais da Globo, incluindo o Jornal Nacional, do qual também foi apresentadora em alguns dias.</p>
<p>Maju afirmou que estava muito feliz com este novo desafio. &#8220;<em>É adrenalina pura apresentar o JH. Vi pessoas que admiro muito passarem por ele. É uma honra estar nesse jornal vibrante, que vai ao ar no meio do dia, quando tudo está acontecendo. É pura adrenalina. Estou muito animada com este novo desafio</em>&#8220;, contou em material divulgado pela Globo.</p>
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		<item>
		<title>Festival Latinidades discute democratização da comunicação</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/afrolatinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2016 05:27:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[afrolatinas]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A democratiza&#231;&#227;o da comunica&#231;&#227;o no pa&#237;s, marcos regulat&#243;rios relacionados &#224; comunidade afrodescendente e a inser&#231;&#227;o do negro nas m&#237;dias tradicionais foram temas discutidos nesta ter&#231;a-feira (26) no Festival Latinidades. O evento, em sua nona edi&#231;&#227;o, vai at&#233; domingo (31) no Museu Nacional em Bras&#237;lia. Na mesa de abertura do Latinidades, a jornalista e &#226;ncora do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A democratização da comunicação no país, marcos regulatórios relacionados à comunidade afrodescendente e a inserção do negro nas mídias tradicionais foram temas discutidos nesta terça-feira (26) no Festival Latinidades. O evento, em sua nona edição, vai até domingo (31) no Museu Nacional em Brasília.</p>
<p>Na mesa de abertura do Latinidades, a jornalista e âncora do jornal <em>Repórter Brasil Tarde</em>, <strong>TV Brasil</strong>, da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>, Luciana Barreto, ressaltou a importância do protagonismo negro dentro do jornalismo no Brasil e o impacto dessas referências para a juventude do país. A jornalista destacou ainda a importância do papel da cobertura jornalística na desconstrução de estereótipos da identidade negra.</p>
<p>“A televisão reproduz estereótipos e viola nossa identidade”, disse. Para Luciana, é necessário que haja ocupação dos espaços na comunicação por minorias para que as temáticas sobre esses grupos não sejam retiradas do noticiário nacional ou veiculados de forma equivocada. “Os meios de comunicação estão destruindo, massacrando a nossa identidade. Temos que brigar para ocupar esse lugar porque é uma forma de resistir a essa cultura”.</p>
<p><strong>Políticas afirmativas</strong></p>
<p>As políticas afirmativas voltadas para afrodescendentes, como sistema de cotas, foi um dos aspectos abordados pela jornalista e secretária executiva do <strong>Conselho Curador da EBC</strong>, Juliana Cézar Nunes. Para ela, a articulação do movimento negro ajudou a potencializar o uso das redes sociais como instrumento de conexão e empoderamento da comunidade negra.</p>
<p>“Acho que o grande salto foi quando conseguimos articular o campo da cultura e da comunicação. Quem na cultura negra ganhava dinheiro com a cultura negra eram os brancos. Resgatar marcos e espaços importantes de articulação ajudou a potencializar o uso que a gente faz das redes sociais”, disse. Para a jornalista, os desafios da comunicação são financiamento de mídias, o debate sobre marcos regulatórios em telecomunicações e o acesso à interatividade na TV digital, que deve iniciar seu funcionamento no país a partir de 2018.</p>
<p>Também participaram do debate o fundador da Casa de Cultura Tainã e da Rede Mocambos &#8211; que atuam para a apropriação de softwares livres por comunidades quilombolas, indígenas e periféricas, Mestre TC, de São Paulo, e o produtor cultural do Rio de Janeiro Dom Filó, um dos mentores, na década de 1970, do Movimento Black Rio.</p>
<p>A programação, disponível no <em>site </em><a href="http://www.afrolatinas.com.br/">www.afrolatinas.com.br</a>, inclui debates, conferências, lançamentos de livros, oficinas, cinema, feiras e <em>shows</em>, entre outras atividades. O festival traz ainda uma exposição de fotos que retrata quilombolas de várias regiões do país e de diferentes faixas etárias que, em 18 de novembro de 2015, participaram, em Brasília, da Marcha das Mulheres Negras – Contra o Racismo, a Violência e pelo Bem-Viver, evento que reuniu representantes das mais de 3 mil comunidades quilombolas.</p>
<p>Texto e fotos: Agência Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
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