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	<title>Arquivos Joel Zito Araújo - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos Joel Zito Araújo - Mundo Negro</title>
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		<title>Cadernos Negros: um documento vivo da resistência literária brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 15:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Por: Rodrigo França</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há obras que não apenas registram a história, criam história. O documentário <strong>Cadernos Negros</strong>, dirigido pelo mestre<strong> Joel Zito Araújo</strong>, ilumina uma trajetória que não cabe em prateleiras, porque pulsa nas veias da literatura brasileira. Ao recuperar a gênese e a permanência de uma série que nasceu como gesto de insurgência, o filme nos lembra que a literatura sempre foi debate público, memória coletiva e projeto de país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inspirado nos cadernos de <strong>Carolina Maria de Jesus</strong>, o primeiro volume de Cadernos Negros surge em 1978, em São Paulo, quando escritoras e escritores negros, organizados com o fervor do período que antecede a redemocratização, afirmam um princípio simples, porém radical: não há literatura brasileira sem a voz negra. A série, publicada anualmente, alterna prosa e poesia, e desde o início encontra no coletivo <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/cidinha-da-silva-e-quilombhoje-lancam-livros-nesta-sexta-feira/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quilombhoje </a></strong>um abrigo e um motor, um encontro entre arte e ação cívica. O resultado é uma obra de longa duração, que alcança em 2024 o número 45, marco de persistência e de projeto estético que atravessa gerações.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/3ac5a430-2dc7-4bc9-883d-0950bfaed36b-1024x680.jpg" alt="" class="wp-image-94120" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/3ac5a430-2dc7-4bc9-883d-0950bfaed36b-1024x680.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/3ac5a430-2dc7-4bc9-883d-0950bfaed36b-300x199.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/3ac5a430-2dc7-4bc9-883d-0950bfaed36b-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/3ac5a430-2dc7-4bc9-883d-0950bfaed36b-768x510.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/3ac5a430-2dc7-4bc9-883d-0950bfaed36b-1536x1020.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/3ac5a430-2dc7-4bc9-883d-0950bfaed36b-632x420.jpg 632w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/3ac5a430-2dc7-4bc9-883d-0950bfaed36b-696x462.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/3ac5a430-2dc7-4bc9-883d-0950bfaed36b-1068x710.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/3ac5a430-2dc7-4bc9-883d-0950bfaed36b.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Diretor Joel Zito Araújo (Foto: Divulgação)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O filme não se limita a narrar datas. Ele nos convida a escutar quem fez e faz essa história. Conceição Evaristo, com sua escrevivência, dobra a linguagem para abrigar memórias e experiências que a literatura oficial insistiu em negar. Cuti, um dos idealizadores dos Cadernos, sustenta o eixo político e poético do projeto, lembrando que publicar não é apenas imprimir, é disputar sentido. Daniel Ramos pontua o vigor de uma criação que se amplia sem perder foco. Oswaldo de Camargo, referência incontornável, traz a espessura histórica de quem testemunhou o antes e o depois, a sombra e o clarão. Esmeralda Ribeiro reforça a arquitetura do Quilombhoje, gesto de continuidade que assegura que novos nomes não cheguem ao acaso, mas por direito. Márcio Barbosa representa a continuidade viva dos ideais que fundaram os Cadernos, com sua escrita lúcida e comprometida com a construção de uma literatura verdadeiramente plural e negra. Cada depoimento compõe uma cartografia de afetos, escolhas e responsabilidades que chegam à tela com a dignidade de quem narra a própria história.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A direção de Joel Zito Araújo entende a câmera como dispositivo de memória e de confronto. A montagem abre espaço para a ideia essencial dos Cadernos: literatura é ferramenta de emancipação e diagnóstico do país. O enquadramento, a escuta atenta e o ritmo das vozes preservam o lugar de fala sem transformá-lo em slogan, valorizam a experiência sem diluí-la em generalidades. A cada sequência, o documentário confirma a maturidade de um cineasta cuja obra tem sido central para revelar como o racismo organiza o imaginário brasileiro e como é possível desmontá-lo com rigor e beleza.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9325-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-94124" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9325-1024x576.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9325-300x169.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9325-150x84.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9325-768x432.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9325-1536x864.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9325-747x420.jpg 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9325-696x392.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9325-1068x601.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9325.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Esmeralda Ribeiro (Foto: Divulgação)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 1978, Cadernos Negros publica mais de trezentos autores negros, consolidando um patrimônio literário que afronta a lógica do apagamento. Não é uma antologia ocasional, é um corpo vivo de pensamento e invenção, uma escola rigorosa que ensina a ler o Brasil por dentro. A série afirma que a negritude não é apêndice e não é nicho. É fundamento da cultura nacional. Quando um país tenta definir quem merece ser lido e quem deve ficar na margem, os Cadernos insistem em deslocar a margem, ampliar o centro e desobedecer a geografia do privilégio. Isso é política, é ética e é também uma pedagogia da imaginação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documentário torna evidente que a disputa nunca foi apenas por espaço na página. A disputa é pelo modo como o Brasil se percebe. Durante décadas, nossa literatura majoritária preferiu a monocromia do cânone. Cadernos Negros trouxe multiplicidade de idiomas, de cadências, de mundos. Trouxe o cotidiano que vira épico pela sutileza da palavra, trouxe a história que não aceitava mais ser rodapé, trouxe a filosofia que aprende com a rua, com a cozinha, com o terreiro, com a sala de aula, com a fábrica. Essa ampliação de repertório não representa concessão, representa reparação e maturidade cultural.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9324-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-94126" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9324-1-1024x576.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9324-1-300x169.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9324-1-150x84.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9324-1-768x432.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9324-1-1536x864.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9324-1-747x420.jpg 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9324-1-696x392.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9324-1-1068x601.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/IMG_9324-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Osvaldo de Camargo (Foto: Divulgação)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ao colocar em evidência<strong> Conceição Evaristo</strong>, <strong>Cuti</strong>, Daniel Ramos, Oswaldo de Camargo e Esmeralda Ribeiro, entre outras presenças que constroem o projeto, o filme devolve nomes e rostos àquilo que tantas vezes foi reduzido a estatística. A cada página publicada, a cada voz que estreia, a série disputa com serenidade e firmeza a narrativa de um país que ainda convive com as amarras do racismo, herança que insiste em contaminar o mercado editorial, a crítica e o currículo escolar. A obra de Joel Zito não aponta dedos ao acaso, ela organiza evidências e convoca consciência, oferece ao público um mapa para atravessar o ruído e reconhecer o que sempre esteve aqui, pulsando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que a relevância de Cadernos Negros ultrapassa o círculo de leitoras e leitores habituais. Trata-se de um acervo indispensável para qualquer biblioteca pública, escolar ou universitária, para qualquer mediadora ou mediador de leitura, para qualquer pessoa que deseja compreender o Brasil com honestidade. A série prova que a literatura não serve apenas para consolar nem para ornamentar. Serve para transformar a imaginação nacional e, com isso, reordenar o possível.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Cuti-02-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-94127" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Cuti-02-1-1024x576.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Cuti-02-1-300x169.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Cuti-02-1-150x84.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Cuti-02-1-768x432.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Cuti-02-1-1536x864.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Cuti-02-1-747x420.jpg 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Cuti-02-1-696x392.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Cuti-02-1-1068x601.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Cuti-02-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Cuti (Foto: Divulgação)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Todos deveriam ter ciência da existência de Cadernos Negros. Não por obrigação, mas por desejo de realidade. Conhecer a série é encontrar a dignidade de uma tradição que venceu o silêncio com trabalho coletivo, teimosia e excelência estética. É aprender que o talento floresce quando encontra condições de circulação e reconhecimento. É admitir que o futuro da literatura brasileira depende de continuarmos abrindo portas, multiplicando editoras, fortalecendo políticas públicas e defendendo iniciativas que não se curvam à lógica do esquecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme de Joel Zito Araújo não encerra uma narrativa, inaugura nova etapa. Ao documentar esse percurso, ele convoca o público a agir. Que bibliotecas comprem os volumes. Que escolas trabalhem os textos. Que universidades revisem seus programas. Que as editoras olhem com seriedade para quem nunca foi convidado a sentar à mesa. Que leitoras e leitores, ao terminar a sessão, busquem os livros, compartilhem os nomes, ampliem o repertório da conversa nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Cadernos foram, são e continuarão sendo uma casa de muitas chaves. A cada volume, uma fresta a mais se abre na parede da desigualdade simbólica. A cada autora e a cada autor, um país mais legível se desenha. O documentário compreende e celebra essa obra. E nos oferece a chance de romper, com coragem e lucidez, as amarras que ainda insistem em decidir quem pode ser publicado e lido.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ailton Graça e Elisa Lucinda estrelam &#8220;O Pai da Rita&#8221;, de Joel Zito Araújo</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/ailton-graca-e-elisa-lucinda-estrelam-o-pai-da-rita-de-joel-zito-araujo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2022 16:21:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Ailton Graça]]></category>
		<category><![CDATA[elisa lucinda]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Joel Zito Araújo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ap&#243;s ser exibido em festivais nacionais como a 45&#170; Mostra Internacional de Cinema de S&#227;o Paulo (2021) e receber indica&#231;&#245;es a diversos pr&#234;mios no Festival do Rio (2021), estreia no dia 19 de maio o novo longa-metragem de fic&#231;&#227;o de Joel Zito Ara&#250;jo, &#8220;O Pai da Rita&#8221;. O filme &#233; uma com&#233;dia dram&#225;tica que narra [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Após ser exibido em festivais nacionais como a 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2021) e receber indicações a diversos prêmios no Festival do Rio (2021), estreia no dia 19 de maio o novo longa-metragem de ficção de <strong>Joel Zito Araújo</strong>, <em>&#8220;O Pai da Rita&#8221;</em>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme é uma comédia dramática que narra a história de Roque e Pudim, músicos, boêmios, e compositores da tradicional escola de samba Vai-Vai que tem como cenário o bairro do Bexiga. Entre lembranças e conflitos, os grandes amigos entram em uma guerra gerada por uma dúvida sobre o passado: Quem é o pai da Rita? Roque, Pudim ou, quem sabe, Chico Buarque? No elenco estão <strong>Ailton Graça, Jéssica Barbosa, Wilson Rabelo, Paulo Betti, Léa Garcia, Nathalia Ernesto e Elisa Lucinda</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerado um dos grandes cineastas e pensadores negros do país, Joel Zito Araújo transita com desenvoltura entre o cinema documentário e de ficção, colocando o negro em cena no Brasil e no mundo. Seu primeiro longa-metragem de ficção, o &#8220;Filhas do Vento&#8221;, de 2004, ganhou 8 Kikitos no Festival de Gramado, incluindo o prêmio de Melhor Diretor, e o de Melhor Filme do Festival de Tiradentes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Joel Zito dirigiu renomados filmes, como os documentários&nbsp; &#8220;A Negação do Brasil&#8221; (2001), vencedor do É Tudo Verdade, e &#8220;Meu Amigo Fela&#8221; (2019), que estreou no Festival Internacional de Roterdã-IFFR e ganhou o Prêmio Especial do Júri na Competição Internacional no É Tudo Verdade, os prêmios de Melhor Filme da Diáspora Africana do FESPACO/Burkina Faso, e&nbsp; de Ja&#8217;Net Documentário no Pan African Film Festival-PAFF em Los Angeles, entre outros. Com uma extensa obra que lhe deu 36 prêmios, atualmente Joel Zito segue a todo vapor, dirigindo a série-documental &#8220;PCC &#8211; O Poder Secreto&#8221; para a HBOMAX, e pretende entreter o público com esta mais nova comédia dramática, &#8220;O Pai da Rita&#8221;, em co-produção com a Globo Filmes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja o trailer:</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="xVlJRs_pHks"><iframe title="O Pai da Rita -  19 de maio nos cinemas (Trailer Oficial)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/xVlJRs_pHks?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mostra exibe filmes do início da carreira de Joel Zito Araújo</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/mostra-exibe-filmes-do-inicio-da-carreira-de-joel-zito-araujo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Joel Zito Araújo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filmes com o registro da visita de Nelson Mandela ao Brasil e a primeira vit&#243;ria jur&#237;dica em um caso de demiss&#227;o por racismo est&#227;o na mostra. Um dos principais respons&#225;veis pela emerg&#234;ncia do cinema negro no Brasil e com filmes exibidos e premiados em diversos festivais pelo mundo, Joel Zito Ara&#250;jo ganha mostra com nove [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Filmes com o registro da visita de Nelson Mandela ao Brasil e a primeira vitória jurídica em um caso de demissão por racismo estão na mostra.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais responsáveis pela emergência do cinema negro no Brasil e com filmes exibidos e premiados em diversos festivais pelo mundo, <strong>Joel Zito Araújo</strong> ganha mostra com nove dos seus filmes realizados entre os anos de 1987 e 1997.&nbsp;A programação ficará disponível de 22 de julho a 01 de agosto de 2021, no site criado especialmente para o projeto, e será retransmitida paralelamente pela TV dos Trabalhadores (TVT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O início da carreira do cineasta mineiro compreende a produção no formato de vídeo e sua contribuição ao vídeo popular (anos 1980/90). Ainda pouco conhecido, esse conjunto de filmes fundamentais para a memória do cinema brasileiro é o foco do projeto. São trabalhos raros e de difícil acesso, como&nbsp;<em>São Paulo Abraça Mandela&nbsp;</em>(1991),&nbsp;que retrata o encontro do líder sul-africano com os movimentos negros paulistas, e&nbsp;<em>A Exceção e a Regra&nbsp;</em>(1997), que documenta a primeira vitória jurídica na história do país de um caso de demissão por racismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A proposta desta Mostra que traz os meus primeiros dez anos de realizador cinematográfico foi uma surpresa para mim. Eu revisito com regularidade os meus longas para cinema, realizados a partir de 2000, mas meus curtas e médias estavam esquecidos. Redescobri personagens que entrevistei, histórias que desenvolvi, parcerias que fiz, pessoas com quem trabalhei, as minhas escolhas e experiências narrativas e os desafios que vivi neste período que foi de intensa formação&#8221;, diz Joel Zito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Por outro lado, revê-los é também ver o que estava se passando com a juventude do cinema ligada aos movimentos sociais e à luta pela redemocratização do país e dos seus meios de comunicação. Porque todos estes curtas e médias foram frutos de um compromisso e parcerias com os movimentos sociais, especialmente os movimentos negros&#8221;, relembra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos filmes se desdobram outras ações, como a abertura da mostra, com a psicóloga e ativista <strong>Cida Bento</strong> (amiga e colaboradora frequente de Joel Zito) e a Masterclass de encerramento com o homenageado, que garantirá certificado a quem participar. Na ocasião, o realizador abordará as singularidades da realização em vídeo, as circunstâncias históricas de sua prática e a relação com organizações civis no período da redemocratização, traçando paralelos com seus filmes atuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;São filmes fundamentais porque, ao se engajarem junto a movimentos sociais, nos ensinam não só sobre as lutas, mas também sobre como lutar através das imagens&#8221;</em>, afirma Vinícius Andrade, um dos idealizadores da mostra ao lado de Álvaro Andrade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os filmes ficarão disponíveis por 10 dias no site. Junto com eles, será lançado um catálogo, em formato de e-book. O material será composto por uma entrevista com Joel Zito, diálogos com parceiros de trabalho, como o advogado Hédio Silva Júnior e o diretor de fotografia Luiz Miyasaka, além de reflexões transversais sobre as obras, documentos e referências bibliográficas visando ampliar o conhecimento sobre a cinematografia abordada, fichas técnicas e fotografias de cada filme.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Serão transmitidos em tempo real ainda três debates com autores e autoras dos textos do catálogo, como&nbsp;Bernardo Oliveira,&nbsp;Dácia Ibiapina,&nbsp;Débora Olimpio,&nbsp;Edileuza Souza,&nbsp;Ewerton Belico, Fabio Rodrigues, João Carlos Nogueira, Nicole Batista,&nbsp;Paulo Galo e&nbsp;Vladimir Seixas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As conversas serão mediadas pelo crítico de cinema Juliano Gomes, editor dos textos. E, completando a grade de atividades, a Mostra exibirá ainda dois programas bônus: O primeiro gira em torno do material bruto do filme&nbsp;<em>A Exceção e a Regra,</em>&nbsp;e o segundo é composto por três programas da série&nbsp;<em>Vídeo Popular &#8211; 30 Anos Depois</em>, exibido pela TV dos Trabalhadores (TVT) em 2015 e que teve Joel como apresentador. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da parceria com a TVT, a mostra teve o apoio da TV PUC de São Paulo, responsável pela preservação do acervo da Associação Brasileira de Vídeo Popular (ABVP).&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SERVIÇO</strong>:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MOSTRA JOEL ZITO ARAÚJO &#8211;&nbsp; UMA DÉCADA EM VÍDEO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>(1987-1997)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>De 22 de julho a 01 de agosto de 2021</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Site:&nbsp;</strong><a href="http://www.mostrajoelzitoaraujo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.mostrajoelzitoaraujo.com.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FILMES DA MOSTRA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nossos Bravos&nbsp;</strong>(1987, 31 min)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formato original: U-Matic</p>



<p class="wp-block-paragraph">Docudrama sobre as mobilizações trabalhistas do início do século XX no Brasil, protagonizadas por organizações sindicais de influência anarco- socialista. A partir de recursos ficcionais e arquivos históricos, o filme reconstitui parte importante da memória do sindicalismo brasileiro e de suas maiores greves, estabelecendo o diálogo entre diferentes gerações operárias. Com Lelia Abramo, Dionizio Azevedo, Dulce Muniz, Gésio Amadeo, Cláudio Ferrario, Javert Monteiro, Carla Margareth, Devanir Rodrigues. Apoio da Cinemateca Brasileira e Arquivo Edgar Leuenroth (UNICAMP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produção: DIEESE &#8211; Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos socioeconômicos &#8211; Equipe de Educação Sindical/ Montevideo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roteiro: Joel Zito Araújo e Peter Overbeck Direção: Joel Zito Araújo e Peter Overbeck Fotografia: Peter Overbeck</p>



<p class="wp-block-paragraph">Montagem: Joel Zito Araújo, Peter Overbeck e Susana Kirkjian</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Memórias de Classe</strong>&nbsp;(1989, 40 min)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formato original: U-Matic</p>



<p class="wp-block-paragraph">Documentário sobre o cotidiano e a luta dos trabalhadores da geração dos anos de 1930 no Brasil. Contado através das memórias de uma feminista e quatro sindicalistas, o filme mostra as diversas faces da experiência de organização dos trabalhadores nessa época, da influência varguista ao comunismo, culminando no traço comum da sua relação com as bases operárias. Ganhador do Concurso Nacional de Roteiros da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS)/Fundação Ford de 1988. Realizado com financiamento do Concurso e com apoio do DIEESE e da Cinemateca Brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produtora: Tapiri vídeo Roteiro: Joel Zito Araújo Direção: Joel Zito Araújo Fotografia: Valdir Tezinho</p>



<p class="wp-block-paragraph">Montagem: Valdir Tezinho, Rodrigo Astiz e Maria Angélica Lemos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Almerinda, Uma Mulher de Trinta</strong>&nbsp;(1991, 25 min)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formato original: U-Matic</p>



<p class="wp-block-paragraph">Resgate da história de vida da militante feminista dos anos 1930, Almerinda Farias Gama, participante da luta pelo direito de voto da mulher, na Constituinte de 1934, e ativista da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, junto a Bertha Lutz. Realizado em parceria com a</p>



<p class="wp-block-paragraph">S.O.S Corpo (Recife). Apoio da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS)/Fundação Ford, Fundação McArthur, Novib. Menção&nbsp;&nbsp; Honrosa,&nbsp;&nbsp; pelo&nbsp;&nbsp; caráter&nbsp;&nbsp; de&nbsp;&nbsp; preservação da memória, no 14º Guarnicê de Cine-Vídeo/Jornada de Cinema e Vídeo do Maranhão, em 1991. Selecionado para o Habana Film Festival/Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produtora: Tapiri vídeo/TV Viva</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roteiro: Joel Zito Araújo e Angela Freitas Direção: Joel Zito Araújo e Angela Freitas Fotografia: Valdir Tezinho</p>



<p class="wp-block-paragraph">Montagem: Joel Zito Araújo e Angela Freitas</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alma Negra da Cidade</strong>&nbsp;(1991, 30 min)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formato original: U-Matic</p>



<p class="wp-block-paragraph">A persistência da discriminação racial não impediu a afirmação da comunidade negra no espaço urbano de São Paulo. Dois cantores, um poeta, uma empresária, uma empregada doméstica, uma mãe de santo, um jovem, todos afro-brasileiros residentes em São Paulo, contam suas origens, trajetórias de vida, sonhos, angústias, e como vêem a situação da população negra 102 anos após a abolição formal da escravatura. Documentário realizado para exibição na TV Gazeta, no dia 13 de maio de 1992. Parceiros: Coordenadoria Especial do Negro (CONE) e Prefeitura Municipal de São Paulo. Apoio da TV dos Trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produtora: Tapiri Vídeo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Direção de produção: Maria Angelica Lemos Roteiro: Joel Zito Araújo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Direção: Joel Zito Araújo Fotografia: Luiz Miyasaka Montagem: Valdir Afonso</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>São Paulo Abraça Mandela</strong>&nbsp;(1991, 22 min)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formato original: U-Matic</p>



<p class="wp-block-paragraph">Documentário sobre a visita de Nelson e Winnie Mandela à cidade de São Paulo, registrando o seu encontro com a comunidade negra e os movimentos sociais atuantes na cidade. O filme mostra a recepção oficial e a importância de suas presenças para o processo de reconhecimento do papel dos afro-brasileiros na formação do país. Parceiros: Coordenadoria</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especial do Negro (CONE), Prefeitura Municipal de São Paulo e Comitê Paulista de Recepção a Mandela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produção: TV dos trabalhadores (TVT) Roteiro: Joel Zito Araújo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Direção: Joel Zito Araújo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fotografia: Cláudio Morelli, Nestor Neregato Montagem: Roberto Cardoso</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Homens de Rua</strong>&nbsp;(1991, 32 min)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formato original: SVHS e U-Matic</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme se aproxima das vivências de homens e mulheres obrigados a sobreviver nas ruas de São Paulo no início dos anos 1990, época de deterioração das condições de vida dos trabalhadores, alto índice de desemprego e aumento da pobreza urbana. Entre a abordagem do problema como algo estrutural e um olhar sensível para os personagens, o documentário retrata a vida de pessoas que perderam seus trabalhos, distanciaram-se de seus afetos e viram sua identidade desintegrar-se. Parceria com a Secretaria Municipal do Bem Estar Social, da Prefeitura Municipal de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produtora: Tapiri vídeo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Direção de produção: Franklin G. Pinto Roteiro: Joel Zito Araújo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Direção: Joel Zito Araújo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fotografia: Luiz Miyasaka e Robson de Azevedo Montagem: Cleiton Capellossi</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Retrato em Preto e Branco</strong>&nbsp;(1992, 15 min)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formato original U-Matic</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documentário é estruturado como uma vídeo-carta de um homem negro denunciando a persistência do racismo na sociedade e na mídia brasileira, um século depois do fim oficial da escravidão. Apresenta, assim, as contradições entre duas imagens das relações raciais no Brasil: a imagem divulgada no exterior, que difunde o mito da democracia racial, e a imagem interna, apresentada nos livros didáticos e na televisão, nos quais são perpetuados os estereótipos negativos contra a população negra. Com Guilherme Santana. Supervisão do Centro de Estudo das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) e parceria com o Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário (IBEAC). Exibido no IV Encontro Latino Americano de Vídeo (Peru), na Muestra Latinoamericano de Video Educativo y Cultural (Chile), na Premiète da Muestra Europeenne</p>



<p class="wp-block-paragraph">de Vídeos Latino-Americaines (França), e no Chicago Latino Film Festival (EUA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produção: Paulo Bueno, Bia Ribeiro &#8211; Companhia de Vídeo Roteiro: Joel Zito Araújo e Hédio Silva Junior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Direção: Joel Zito Araújo Fotografia: Luiz Miyasaka Montagem: Paulo Bueno</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Eu, Mulher Negra</strong>&nbsp;(1994, 31 min)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formato original: U-Matic</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encomendado pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP) a partir Projeto &#8220;Saúde Reprodutiva da Mulher Negra&#8221;, coordenado por Elza Berquó, o filme faz parte de um compromisso de solidariedade pelo resgate de cidadania da população negra brasileira. São imagens e vozes que carregam a experiência de diferentes mulheres negras, tendo como eixo os problemas e desafios enfrentados para o cuidado com sua saúde reprodutiva. Participações de Ruth de Souza, Malu Mendes, Gueda Liberto, Patrícia Pereira, Ângela Baptista Alves e Lourdes das Graças Chagas. Apoio: Fundação McArthur e Novib.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produtora: Tapiri vídeo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Direção de produção: Maria Lúcia da Silva Roteiro: Joel Zito Araújo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Direção: Joel Zito Araújo Fotografia: Luiz Miyasaka Montagem: Paulo Weidebach</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Exceção e a Regra</strong>&nbsp;(1997, 39 min)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formato original: Betacam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme investiga como as denúncias de racismo são tratadas pela justiça brasileira, relatando a história inédita de persistência e dignidade de um homem negro: Vicente do Espírito Santo tornou-se um caso de exceção por ter sido a primeira vítima de racismo a furar o cerco e chegar vitoriosamente ao Tribunal Superior do Trabalho e ao horário nobre da Rede Globo. Parceria com o Núcleo de Estudos Negros (NEN). Apoio: Fundação Ford, Sinergia SC, Fundação Cultural Palmares, Agentes de Pastoral Negros Quilombo Central, Câmera de Vereadores de Salvador, Centro de Estudo das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), Central Única de Trabalhadores (CUT-SP), Geledés, Secretaria de Negros e Negras &#8211; PT Nacional, Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente, Sindicato dos Bancários (ES), Sindicato dos Bancários de Florianópolis, Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores da Indústria Energética (MG), Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações (MG). Selecionado para o Festival Nacional de Vídeo “Brasilidade”, organizado pela Cinemateca do MAM-RJ e Goethe- Institut.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produção: Tapiri vídeo Roteiro: Joel Zito Araújo Direção: Joel Zito Araújo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fotografia: Luiz Miyasaka e Valdir Tezinho Montagem: Joel Zito Araújo e Renato Tapajós</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PROGRAMAS ESPECIAIS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programa I</strong>&nbsp;&#8211; Bônus A Exceção e a Regra</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conjunto de materiais extra em torno do filme A Exceção e a Regra. O primeiro deles apresenta parte do material bruto do documentário, com imagens inéditas do julgamento do caso de Vicente do Espírito Santo. O segundo consiste em um trailer extraído do primeiro corte do filme, quando este ainda se chamava A Herança de Zumbi. Por fim, uma versão produzida para o público estrangeiro – dublada em inglês e com duração reduzida em relação à cópia brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programa II</strong>&nbsp;&#8211; Série Vídeo Popular &#8211; 30 Anos Depois</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2015, o arquivo da Associação Brasileira do Vídeo Popular (ABVP) tornou-se matéria-prima para uma série sobre os 30 anos do vídeo popular. Produzida pela TV PUC (responsável pela preservação do arquivo da ABVP) em parceria com a TV dos Trabalhadores (TVT), na qual foi exibida, a série teve como apresentador Joel Zito Araújo. Dentre 26 episódios, três foram selecionados para exibição: o Episódio 1 tem participação de membros do Movimento Negro Unificado (MNU), com quem Joel Zito nutriu fortes laços; o Episódio 9, sobre o vídeo Exclusão Social (1995, de Renato Tapajós, realizado pela Tapiri, produtora da qual Joel Zito foi sócio, dialoga com filmes da Mostra (como Homens de Rua); Por fim, o Episódio 16, sobre as relações raciais no Brasil, faz uso de trechos e debate questões presentes em Retrato em Preto e Branco</p>
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