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	<title>Arquivos James Brown - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>De James Brown ao afrofuturismo: Documentário &#8220;We Want the Funk!&#8221; celebra o funk como voz da cultura negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2025 16:50:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Comunidade Negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O que &#233; o funk?&#8221; Essa &#233; a provoca&#231;&#227;o central de &#8220;We Want the Funk!&#8221;, novo document&#225;rio da s&#233;rie Independent Lens, da PBS, dispon&#237;vel gratuitamente no site e no aplicativo da plataforma, em ingl&#234;s. Dirigido por Stanley Nelson (vencedor do Emmy e da Medalha Nacional de Humanidades) e Nicole London, o filme mergulha na hist&#243;ria [&#8230;]</p>
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<p>&#8220;<em>O que é o funk?</em>&#8221; Essa é a provocação central de <strong>&#8220;We Want the Funk!&#8221;</strong>, novo documentário da série <em>Independent Lens</em>, da PBS, disponível gratuitamente no site e no aplicativo da <a href="https://www.pbs.org/independentlens/documentaries/we-want-the-funk/">plataforma</a>, em inglês. Dirigido por <strong>Stanley Nelson</strong> (vencedor do Emmy e da Medalha Nacional de Humanidades) e <strong>Nicole London</strong>, o filme mergulha na história do gênero musical que mistura R&amp;B, jazz, gospel e blues, destacando seu papel como expressão de identidade e resistência negra.</p>



<p>O documentário traça a evolução do funk desde os anos 1950 e 1960, quando a música pop era dominada por artistas brancos e a Motown vendia um soul &#8220;palatável&#8221; ao público branco. E mostra como a ascensão do movimento <strong>Black Power</strong> e as lutas por direitos civis, colaboraram para que o gênero ganhasse força como voz de orgulho negro.</p>



<p>Um marco foi <strong>&#8220;Say It Loud, I&#8217;m Black and I&#8217;m Proud&#8221;</strong>, de <strong>James Brown</strong> (1968). No filme, o trombonista <strong>Fred Wesley</strong> relembra como Brown levou crianças ao estúdio para gritar o refrão, criando um hino atemporal. <em>&#8220;Até o dia da minha morte, será a música mais significativa para mim&#8221;</em>, diz o DJ <strong>Donnie Simpson</strong>. <em>&#8220;Ela me ensinou o orgulho negro&#8221;.</em></p>



<p>A dificuldade em definir o funk é um tema recorrente no documentário. Em depoimento, <strong>Todd Boyd</strong>, professor da Universidade do Sul da Califórnia, resume: <em>&#8220;É funky. Mas não sei descrever. Quando você ouve, sabe o que é — e, mais importante, sabe quando sente&#8221;.</em> <strong>George Clinton</strong>, líder do Parliament-Funkadelic e um dos grandes nomes do funk, concorda: <em>&#8220;É uma atitude. Funk é tudo o que precisa ser, no momento em que precisa ser.&#8221;</em> Seu hit de 1976, <em>&#8220;Give Up the Funk (Tear the Roof Off the Sucker)&#8221;</em>, inclusive, inspirou o título do filme.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Funk, rock e afrofuturismo</strong></h3>



<p>O filme também mostra como o funk influenciou — e foi influenciado — por outros gêneros. O guitarrista <strong>Carlos Alomar</strong> revela que os riffs de <em>&#8220;Fame&#8221;</em>, hit que compôs com <strong>David Bowie</strong>, foram inspirados no funk. Clinton, por sua vez, admite que <em>&#8220;Fame&#8221;</em> o levou a criar <em>&#8220;Give Up the Funk&#8221;</em>.</p>



<p>Além disso, o documentário explora a conexão do Parliament-Funkadelic com o <strong>afrofuturismo</strong> — uma estética que mistura ficção científica e cultura negra. Clinton brinca que, se um dia encontrar alienígenas, só quer ter certeza de uma coisa: <em>&#8220;Que eles saibam dançar.&#8221;</em></p>



<p>Para Nelson, o funk não é uma moda passageira, como a disco. <em>&#8220;Depois que você lança o funk, ele não volta mais. Não dá para guardá-lo de volta na caixa.&#8221;</em></p>



<p>Com depoimentos de <strong>Questlove (The Roots), David Byrne (Talking Heads), Marcus Miller</strong> e outros, <em>&#8220;We Want the Funk!&#8221;</em> é tanto uma celebração quanto uma reflexão sobre um gênero que, mesmo sem definição clara, continua vivo — e essencial.</p>



<p><strong>Assista</strong>: <em>Disponível no app da PBS e no YouTube (Independent Lens).</em></p>
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