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	<title>Arquivos intolerância à lactose - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>População negra é mais intolerante à lactose devido a variantes genéticas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/populacao-negra-e-mais-intolerante-a-lactose-devido-a-variantes-geneticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 17:03:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[intolerância à lactose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo publicado na revista Frontiers in Genetics avaliou 25 popula&#231;&#245;es de 12 pa&#237;ses latino-americanos, com &#234;nfase em afro-brasileiros e quilombolas Pesquisadores do Departamento de Gen&#233;tica da Universidade Federal do Paran&#225; (UFPR) analisaram a presen&#231;a do alelo respons&#225;vel pela persist&#234;ncia da lactase, enzima essencial para a digest&#227;o de latic&#237;nios, nas popula&#231;&#245;es negras e quilombola das Am&#233;ricas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Estudo publicado na revista Frontiers in Genetics avaliou 25 populações de 12 países latino-americanos, com ênfase em afro-brasileiros e quilombolas</em></p>



<p>Pesquisadores do Departamento de Genética da Universidade Federal do Paraná (UFPR) analisaram a presença do alelo responsável pela persistência da lactase, enzima essencial para a digestão de laticínios, nas populações negras e quilombola das Américas. A conclusão foi de que a tendência à intolerância à lactose, já alta entre povos americanos, é particularmente sensível para essas populações.</p>



<p>Como o alelo se desenvolveu de forma independente por toda a Europa e em populações pastoralistas da África – dependentes de rebanhos para subsistência –, existem diferentes mutações africanas e apenas uma europeia. Em artigo&nbsp;<a href="https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fgene.2021.671079/full" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicado na revista científica&nbsp;<em>Frontiers in Genetics</em></a>, os cientistas analisam a frequência com que cada mutação está presente no continente americano.</p>



<p>Essa e outras pesquisas desenvolvidas no Departamento de Genética da UFPR aspiram contrapor o viés eurocêntrico predominante nos estudos biomédicos do mundo todo e, dessa forma, proporcionar melhores diagnósticos para doenças, permitindo tratamentos mais eficientes para todas as populações.</p>



<p>A enzima lactase é formada por enterócitos do intestino delgado, ou seja, é composta por células responsáveis por quebrar determinadas moléculas, como as da lactose, um açúcar não absorvível presente no leite de mamíferos. Esse processo, chamado de hidrólise, transforma a lactose em glicose e galactose, açúcares de fácil absorção pela mucosa intestinal.</p>



<p>Portanto, a persistência da lactase permite que o indivíduo consuma leite na vida adulta, pois tem um organismo capaz de fazer a digestão da lactose corretamente. Já a hipolactasia primária – ou a não persistência da lactase – está relacionada à indigestão e à má absorção da lactose, que pode ocasionar intolerância à lactose ou outros problemas gastrointestinais, como gases e diarreia. A pesquisa da UFPR avaliou exatamente isso, a persistência ou não da lactase.</p>



<p>A professora Marcia Holsbach Beltrame, orientadora do estudo, explica que a lactase é altamente expressa por recém-nascidos, mas que, com o crescimento, é natural que a enzima deixe de estar presente no organismo, ocasionando a não persistência da lactase.</p>



<p>“O normal é que a enzima lactase esteja presente apenas na infância, pois é na fase de amamentação que consumimos leite. Depois, ela para de ser produzida”.</p>



<p>Para a realização do estudo, os cientistas da UFPR realizaram sequenciamento genético em brasileiros negros para encontrar a enzima lactase. A pesquisa avaliou os dados genômicos de pessoas negras em todo o continente americano com a parceria do pesquisador Victor Borba, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>



<p><em>Com informações da UFPR.</em></p>



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