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	<title>Arquivos Instituto Marielle Franco - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Escola Marielle abre nova edição com foco em formar jovens comunicadores negros nas periferias do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 18:18:20 +0000</pubDate>
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<p>Voltada para juventudes negras das periferias cariocas, a nova edição da Escola Marielle de Comunicação está com inscrições abertas até o dia 8 de junho. A formação gratuita será realizada de 25 de julho a 10 de outubro, no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com certificação oficial como curso de extensão da instituição.</p>



<p>Idealizada pelo Instituto Marielle Franco em parceria com a organização Narra e apoio do IFCS/UFRJ, a iniciativa tem como objetivo formar uma nova geração de comunicadores e comunicadoras políticas comprometidas com causas sociais e com a transformação das realidades periféricas.</p>



<p>A formação será dividida em dois módulos: o primeiro, teórico, ocorrerá entre julho e setembro, enquanto o segundo, prático, será realizado entre setembro e outubro. Os conteúdos abordarão temas como comunicação estratégica, redes sociais, storytelling, audiovisual, identidade visual, imprensa, fotografia, captação de recursos e inteligência artificial. O curso também contará com mentorias em grupo e apoio para o desenvolvimento de campanhas reais, com foco em ações como a Marcha das Mulheres Negras.</p>



<p>Para garantir acesso e permanência, a Escola Marielle oferecerá auxílio-transporte, alimentação e materiais pedagógicos durante os encontros presenciais.</p>



<p>“A Escola Marielle é uma semente viva do legado de Marielle Franco, que acreditava profundamente no poder da comunicação para transformar o mundo. Formar comunicadoras e comunicadores políticos das periferias é, para nós, uma forma de disputar narrativas, valorizar memórias e construir futuros possíveis”, afirma <strong>Luyara Franco</strong>, filha de Marielle Franco e Diretora de Legado do Instituto.</p>



<p><strong>Luna Costa</strong>, fundadora e diretora executiva da Narra, destaca a potência já existente nas favelas: “As juventudes negras têm produzido uma comunicação potente e criativa na cultura, arte, humor e estética. Essas narrativas não apenas desafiam estruturas, mas constroem novos horizontes. A Escola vem justamente para reconhecer, fortalecer e conectar essas potências.”</p>



<p>As inscrições podem ser feitas até o dia 8 de junho pelo site <a href="http://escolamarielle.org">escolamarielle.org</a> ou pelas redes sociais das organizações envolvidas. A seleção levará em conta o perfil, a motivação e o envolvimento prévio com comunicação política ou de causas.</p>



<p></p>
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		<title>“Falta de compromisso”, critica Instituto Marielle Franco sobre Lula não indicar uma mulher negra ao STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 21:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A indica&#231;&#227;o de Fl&#225;vio Dino como o novo Ministro do Supremo Tribunal Federal, pelo presidente Luiz In&#225;cio Lula da Silva (PT), nesta segunda-feira (27), ainda repercurte de forma negativa entre o movimento negro nas redes sociais. Hoje, o Instituto Marielle Franco compartilhou a carta aberta do movimento Mulheres Negras Decidem, destinado ao presidente Lula, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A indicação de<strong><a href="https://mundonegro.inf.br/flavio-dino-se-manifesta-apos-ser-indicado-por-lula-ao-stf-prova-de-reconhecimento-profissional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Flávio Dino</a></strong> como o novo <strong>Ministro do Supremo Tribunal Federal</strong>, pelo <strong>presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)</strong>, nesta segunda-feira (27), ainda repercurte de forma negativa entre o movimento negro nas redes sociais. Hoje, o<a href="https://mundonegro.inf.br/carreira-negocios/novos-talentos-reforcam-o-time-da-agencia-silva-para-as-contas-do-twitter-coca-cola-e-instituto-marielle-franco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <strong>Instituto Marielle Franco</strong></a> compartilhou a carta aberta do movimento <strong>Mulheres Negras Decidem</strong>, destinado ao presidente Lula, e também expressou a indignação coletiva com o ocorrido. </p>



<p>“Durante os últimos meses, mulheres negras, ativistas, movimentos sociais e diversos outros setores da sociedade civil expressaram a necessidade de representação através da indicação de uma ministra negra no STF. Infelizmente, essa nomeação não se concretizou”, inicia o texto. </p>



<p>“A escolha de Flávio Dino para a vaga deixada por <strong>Rosa Weber</strong> no Supremo Tribunal Federal, como destacado pelo Mulheres Negras Decidem, em carta aberta ao presidente Lula, revela a falta de compromisso do presidente em enfrentar problemas históricos, como o racismo e o sexismo que estruturam as instituições estatais e, ao impedir o acesso de mulheres negras a espaços de poder e de tomada de decisão, impossibilita a consolidação da democracia no país”, destaca. </p>



<p>“Em 132 anos, o STF teve apenas 3 mulheres em 171 ministros. Nenhuma delas é uma mulher negra. Em um país com mais da metade da população composta por mulheres, e as mulheres negras representando o maior grupo demográfico (28%) do país, essa disparidade é inadmissível”, revela o Instituto Marielle Franco. </p>



<p>“Ao ignorar a possibilidade de indicar uma ministra negra ao STF, Lula desconsidera o papel fundamental desempenhado e liderado por mulheres negras em diversas campanhas e ações que promovem mudanças políticas significativas. A esperança por esse reconhecimento persiste há muito tempo; a nomeação teria sido um marco na promoção da igualdade de gênero e raça”, diz. E completa: “Não nos deteremos na luta por justiça, reparação e representatividade. Continuaremos firmes, buscando mudanças que verdadeiramente reflitam a diversidade do Brasil!”, finaliza a publicação. </p>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/C0M4_p2p9L3/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/C0M4_p2p9L3/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/C0M4_p2p9L3/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by Instituto Marielle Franco (@institutomariellefranco)</a></p></div></blockquote><script async src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></div>
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<p><strong>Leia a carta aberta do movimento Mulheres Negras Decidem na íntegra: </strong></p>



<p><em>Excelentíssimo Senhor Presidente, </em></p>



<p><em>Espero que esta mensagem o encontre bem. Antes de tudo, permita-nos lembrar da disposição e trabalho desempenhado pelas mulheres negras brasileiras em sua jornada rumo à Presidencia, na esperança de um Brasil mais inclusivo e diversificado.</em></p>



<p><em>É com um sentimento de profunda decepção que nos vemos obrigadas a escrever a respeito da recente nomeação para o Supremo Tribunal Federal. Lamentamos dizer que esta escolha reflete uma falta de compromisso no enfrentamento dos problemas históricos e urgentes do nosso país.</em></p>



<p><em>O STF é uma instituição crucial em nosso sistema democrático e a nomeação de uma mulher negra teria sido um marco Impar. No entanto, vemos mais uma oportunidade perdida sem esse avanço. Também nos desaponta seu descompromisso com as mulheres negras que, mesmo diante da permanente falta de acesso à direitos fundamentaís, continuam sendo agentes fundamentais para o aprimoramento da nossa democracia, tanto nas urnas ou quanto nas ruas.</em></p>



<p><em>Nós, mulheres negras, estamos prontas e qualificadas para ocupar espaços de tomada de decisão. Pedimos que você considere o impacto de suas escolhas no futuro do país, afinal o racismo persiste em nossa sociedade e a política institucional desempenha um papel fundamental na luta contra ele.</em></p>



<p><em>É hora de construir um caminho mais inclusivo, investir em políticas públicas que alcancem todas as comunidades e ouvir as bases. Não podemos ficar limitadas a posições às posições de resistência; temos de ocupar, inclusive, as mais altas esferas do poder.</em></p>



<p><em>Presidente Lula, sua eleição trouxe a esperança de que as bases e movimentos sociais teriam protagonismo nas decisões do governo. A nomeação de uma Ministra Negra para o STF era um passo importante nessa direção, e lamentavelmente, essa oportunidade foi desperdiçada.</em></p>



<p><em>Em 1770, Esperança Garcia escreveu &#8220;Ponha os olhos em mim&#8221;, o nosso chamado é para que as velhas formas de entendimento e produção do que é a Justiça enxerguem finalmente os verdadeiros desafios que precisamos enfrentar como nação. Não queremos ser apenas uma composição em uma fotografia bonita; queremos e seremos parte das decisões que moldam o futuro do nosso país.</em></p>
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		<title>Quatro anos depois do assassinato de Marielle, ato reúne artistas e ativistas no RJ</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/quatro-anos-depois-do-assassinato-de-marielle-ato-reune-artistas-e-ativistas-no-rj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2022 15:33:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira, Festival Justi&#231;a Por Marielle e Anderson toma o Circo Voador, no Rio de Janeiro. A vereadora Marielle Franco foi assassinada no dia 14 de mar&#231;o de 2018 e desde ent&#227;o, a fam&#237;lia n&#227;o tem respostas sobre quem &#233; o mandante do crime. Diante de mais um ano de dor e da certeza de [&#8230;]</p>
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<p><em>Nesta segunda-feira, Festival Justiça Por Marielle e Anderson toma o Circo Voador, no Rio de Janeiro.</em></p>



<p>A vereadora Marielle Franco foi assassinada no dia 14 de março de 2018 e desde então, a família não tem respostas sobre quem é o mandante do crime. Diante de mais um ano de dor e da certeza de que, mesmo que passem os anos, a luta por justiça continuará até que o crime seja resolvido,&nbsp; o Instituto Marielle Franco, dirigido e criado pela família de Marielle, vai realizar uma série de ações durante o mês de março, o Março por Marielle e Anderson.</p>



<p>A principal delas será&nbsp; Festival Justiça Por Marielle e Anderson no Circo Voador, Lapa, Centro do Rio de Janeiro, no próprio dia 14, com uma programação das 16h às 23h haverá diversas atividades numa agenda construída em colaboração com lideranças, coletivos, organizações e movimentos populares.As atividades começam às 16h com a roda de conversa &#8220;Estamos Prontas: A Radical Imaginação Política das Mulheres Negras&#8221; sobre o legado de mulheres negras na política, como Marielle, os desafios para este ano de eleições. De forma simultânea, haverá uma oficina com o coletivo Mulheres Que Escrevem, para a escrita de cartas pedindo justiça.</p>



<p>Em seguida, às 18h30, terá apresentação do Bloco Malunguetu, que fez sucesso na inauguração da Casa Marielle, promovida pelo Instituto, em março de 2020.&nbsp; Às 19h entra o som da DJ Thamy, que está confirmada no evento, e às 20h se apresentam poetisas, como MC Martina e MC Zuleide, que proclamarão seus pedidos de justiça com muita arte, emoção e poesia.&nbsp;</p>



<p>No momento, as famílias de Marielle e Anderson irão se apresentar e compartilhar o seu pedido por justiça. E em seguida entrarão cantoras negras reconhecidas de diferentes ritmos, para somar ao grande grito de justiça. Nomes como Jessica Ellen, Doralyce e Lelle já estão confirmados.&nbsp;</p>



<p>Os portões serão abertos às 15h e será disponibilizado um espaço recreativo para crianças, o Espaço Coruja, para que mães, pais e responsáveis possam acompanhar as atividades sabendo que os filhos estarão bem cuidados e se divertindo. Também já estará funcionando a lojinha vendendo placas e lenços para arrecadar fundos para o instituto.</p>



<p>Durante o mês de março, o Instituto terá uma agenda colaborativa para cadastrar atividades de homenagem à Marielle e Anderson e de pedido de justiça pelos 4 anos. Para inscrever sua atividade e ver as ações, basta acessar <a href="http://institutomariellefranco.org/4anos" rel="noreferrer noopener" target="_blank">institutomariellefranco.org/4anos</a>.</p>



<p>Para incidir sobre o caso, foi enviado um ofício solicitando uma reunião com o Governador e o Ministério Público do Rio de Janeiro para acompanhamento do processo de investigação e resolução neste marco dos quatro anos. O pedido foi enviado pelo Comitê Justiça por Marielle e Anderson, que é composto pelo Instituto Marielle Franco, pelas famílias de Marielle e Anderson, por Monica Benício, vereadora e companheira de Marielle, por Agatha Reis, companheira de Marielle, e pelas organizações Justiça Global e Anistia Internacional, que também vêm fazendo ações de incidência sobre o caso nos últimos anos.</p>
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		<title>Movimento Negro brasileiro participa da posse de Gabriel Boric, no Chile</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/movimento-negro-brasileiro-participa-da-posse-de-gabriel-boric-no-chile/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 13:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[anielle franco]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[movimento negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as representantes, Anielle Franco &#233; convidada para a cerim&#244;nia oficial Sete organiza&#231;&#245;es do movimento negro est&#227;o no Chile acompanhando a transforma&#231;&#227;o pol&#237;tica do pa&#237;s e realizando troca de experi&#234;ncias com lideran&#231;as do Pa&#237;s. Entre as institu&#231;&#245;es est&#227;o Casa Sueli Carneiro, Instituto Marielle Franco, Instituto de Refer&#234;ncia Negra Peregum, Movimento Mulheres Negras Decidem, Uneafro Brasil, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Entre as representantes, Anielle Franco é convidada para a cerimônia oficial</em></p>



<p><br>Sete organizações do movimento negro estão no Chile acompanhando a transformação política do país e realizando troca de experiências com lideranças do País. Entre as instituções estão <strong>Casa Sueli Carneiro, Instituto Marielle Franco, Instituto de Referência Negra Peregum, Movimento Mulheres Negras Decidem, Uneafro Brasil, Geledés Instituto da Mulher Negra e Perifa Connection</strong>. Nesta sexta (11), elas acompanham a posse do novo presidente chileno, Gabriel Boric. Entre elas, <strong>Anielle Franco</strong>, é convidada oficial da cerimônia que ocorrem em Valparaíso.</p>



<p>Durante a viagem, as organizações que integram a <strong>Coalizão Negra por Direitos </strong>encontraram movimentos e organizações da sociedade civil, lideranças na Convenção que irá decidir a nova Constituinte chilena e três ministras do novo Governo.</p>



<p>O Chile passa por processos de transformação e uma onda de esperança avança no País. Destaque para a mobilização dos povos originários, como o mapuche, dos movimentos indígenas, para incidir na nova constituinte chilena, bem como as lideranças que estarão na posse de Boric.</p>



<p>Para <strong>Beatriz Lourenço</strong>, militante da Uneafro Brasil, o movimento negro brasileiro tem papel fundamental para o processo de construção da verdadeira democracia no Brasil.</p>



<p>&#8220;Se a sociedade brasileira entender a importância do movimento negro, podemos continuar nossa resistência, mas trazendo um pouco de esperança a partir das eleições de 2022 aqui também. Seja com o fortalecimento de lideranças negras, candidatas ou não, e na luta de militantes, principalmente com a liderança de mulheres negras&#8221;, acredita ela.</p>



<p>O grupo se reuniu com organizações que estão trabalhando para a maior participação política de grupos historicamente subrepresentados, como o Ahora nos toca participar e Ciudadanía Inteligente y Plataforma Contexto.</p>



<p>Além disso, o grupo conheceu a Convenção da formação da nova Constituinte chilena. Para Anielle Franco, diretora executiva do Instituto Marielle Franco e uma dos três brasileiros convidados para a posse de Boric, esse é um momento favorável na América Latina para os movimentos sociais, em especial o de mulheres negras.</p>



<p>&#8220;São as mulheres negras que estão historicamente à frente dos processos de construção do país e de consolidação da democracia brasileira. Este é um momento de maior evidência do protagonismo das mulheres negras. A candidatura de Francia Marquéz corrobora como esse processo abrange toda a América Latina. E, no Chile, vemos que as vozes das ruas e dos movimentos conseguiram avançar com suas pautas e ocuparam a política institucional. Isso nos dá também esperança para este ano no Brasil.&#8221;, pontua Anielle.</p>



<p>No dia 8 de março, o grupo ainda participou do 8M, marcha pelo Dia Internacional da Mulher, em Santiago. &#8220;É uma oportunidade de aprender com as mulheres negras colombianas estratégias de comunicação e mobilização para a construção de uma candidatura feminina e negra à Presidência, fato ainda inédito para nós no Brasil. Nós mulheres negras somos mais de 28% da população brasileira. Então, eleger uma presidenta negra é um projeto que está no horizonte, como um passo necessário para o aprofundamento da nossa democracia&#8221;, afirma Tainah Pereira, coordenadora política do Movimento Mulheres Negras Decidem.</p>



<p>Nessas eleições, haverá uma grande disputa colocada sobre os representantes que irão propor diferentes modelos de país. A viagem comprova a vanguarda, força e influência do movimento negro brasileiro na América Latina que tem papel fundamental para o alcance da plena democracia no Brasil e está a frente dos processos históricos desta consolidação democrática.</p>
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		<title>Ativistas celebram movimentos das mulheres negras em nova minissérie do Canal Brasil</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/ativistas-celebram-movimentos-das-mulheres-negras-em-nova-minisserie-do-canal-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 12:05:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julho das Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento de Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Para onde vamos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Para Onde Vamos?&#8221; contou com equipe 100% feminina em produ&#231;&#227;o realizada durante a pandemia No dia 07 de julho, a&#768;s 19h30, estreia no Canal Brasil, a minisse&#769;rie documental Para Onde Vamos?, uma coprodu&#231;&#227;o da FLUXA Filmes e Canal Brasil. A partir do levantamento in&#233;dito de hist&#243;rias e de dados realizado pelo Movimento Mulheres Negras Decidem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>&#8220;Para Onde Vamos?&#8221; contou com equipe 100% feminina em produção realizada durante a pandemia</em></p>



<p>No dia 07 de julho, às 19h30, estreia no Canal Brasil, a minissérie documental Para Onde Vamos?, uma coprodução da FLUXA Filmes e Canal Brasil. A partir do levantamento inédito de histórias e de dados realizado pelo <strong>Movimento Mulheres Negras Decidem </strong>e pelo <strong>Instituto Marielle Franco</strong> no relatório homônimo em junho de 2020, a série apresenta o movimento de mulheres negras no Brasil através da história de ativistas que estão liderando verdadeiras revoluções no modo de fazer e pensar políticas públicas no país.</p>



<p>Ao longo de três episódios, PARA ONDE VAMOS? Apresenta uma narrativa de ação, potência e perspectiva positiva que desconstrói e subverte os espaços marcados por exclusão e violência. <strong>Anielle Franco</strong> (Rio de Janeiro), <strong>Áurea Carolina </strong>(Minas Gerais), <strong>Elaine Ferreira do Nascimento</strong> (Piauí), <strong>Paula Beatriz de Souza Cruz</strong> (São Paulo), e <strong>Vilma Reis</strong> (Bahia) são as entrevistadas que, de dentro da política institucional ou na sociedade civil, atuam em seus territórios e são representantes da maior força de progresso e renovação hoje no Brasil.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/gravacoes-de-para-onde-vamos_minisserie_foto-de-mayara-donaria_02-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-37237" width="768" height="576" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/gravacoes-de-para-onde-vamos_minisserie_foto-de-mayara-donaria_02-1024x768.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/gravacoes-de-para-onde-vamos_minisserie_foto-de-mayara-donaria_02-300x225.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/gravacoes-de-para-onde-vamos_minisserie_foto-de-mayara-donaria_02-150x113.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/gravacoes-de-para-onde-vamos_minisserie_foto-de-mayara-donaria_02-768x576.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/gravacoes-de-para-onde-vamos_minisserie_foto-de-mayara-donaria_02-1536x1152.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/gravacoes-de-para-onde-vamos_minisserie_foto-de-mayara-donaria_02-2048x1536.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/gravacoes-de-para-onde-vamos_minisserie_foto-de-mayara-donaria_02-696x522.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/gravacoes-de-para-onde-vamos_minisserie_foto-de-mayara-donaria_02-1068x801.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/gravacoes-de-para-onde-vamos_minisserie_foto-de-mayara-donaria_02-560x420.jpg 560w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/gravacoes-de-para-onde-vamos_minisserie_foto-de-mayara-donaria_02-80x60.jpg 80w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/gravacoes-de-para-onde-vamos_minisserie_foto-de-mayara-donaria_02-265x198.jpg 265w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption>Gravações do documentário Para Onde Vamos? Foto: Mayara Donaria</figcaption></figure>



<p>O relatório que originou a série entrevistou 245 ativistas negras por todo o Brasil e 62% delas afirmaram atuar diretamente em alguma ação de combate a COVID-19 e seus impactos. A pesquisadora em saúde pública Elaine Ferreira do Nascimento reforça no segundo episódio: &#8220;As grandes ações de segurança alimentar, de proteção à violência contra mulher, no Brasil inteiro, foram feitas por mulheres negras, por conta da ausência do Estado. A primeira grande iniciativa, por exemplo, de suporte às famílias chefiadas por mulheres durante a pandemia de covid 19, veio do Rio de Janeiro, da favela do Jacarezinho (&#8230;) Nós estamos falando de uma favela &#8211; 95% dessas famílias são chefiadas por mulheres negras.&#8221;</p>



<p>Para a coordenadora de Pesquisa, Ana Carolina Lourenço, do Mulheres Negras Decidem, o projeto faz parte da consolidação de um processo de amadurecimento muito grande. &#8220;Acho que de todos os processos que a gente vivenciou até hoje, o Para Onde Vamos é o mais completo na sua complexidade de temas, vozes, equipes envolvidas e parcerias. Espero que a série seja um convite para milhares de pessoas de que é possível sim construir um outro futuro e de que há maneiras e caminhos de fazer isso agora.&#8221;</p>



<p><strong>Equipe de mulheres —</strong> O trabalho, realizado durante a pandemia da Covid-19, contou apenas com profissionais mulheres na equipe. No set, apenas mulheres negras, que representam 80% de toda a produção. O propósito de manter equipes diversas e inclusivas é compromisso da FLUXA Filmes, produtora criada pelas jornalistas Bárbara Bárcia, Claudia Alves e Fernanda Prestes.</p>



<p>&#8220;Foi uma responsabilidade muito grande. Tínhamos um tema muito relevante para documentar e uma equipe muito enxuta por conta da pandemia. Só que a gente partiu de um lugar onde todo mundo sabia a importância do projeto, a produção executiva conversou muito sobre isso e eu, como diretora, era a representante em set da nossa produtora. Em todo o processo, houve um cuidado na escolha da equipe, montamos um set de mulheres negras e equipes locais, isso potencializou nossa relação com as entrevistadas&#8221;, conta Claudia Alves, que além da direção, também assina o roteiro da série.</p>



<p>Os números são expressivos no audiovisual, que apresenta um cenário majoritariamente masculino e branco. O último relatório da Ancine é alarmante: nenhuma mulher negra dirigiu ou roteirizou os filmes nacionais analisados pela agência no ano de 2016. Além disso, em cada cidade de filmagem, a produção também contou com profissionais locais para assistência de câmera e captação de som, buscando descentralizar o olhar de construção dessas narrativas.</p>



<p>Serviço:</p>



<p>Datas: 07 de julho (episódio 01) / 14 de julho (episódio 02) / 21 de julho (episódio 03)</p>



<p>Horário: 19h30</p>



<p>Canal: Canal Brasil</p>



<p>Streaming: Disponível no Globoplay a partir do dia 07 de julho</p>



<p>Site do relatório: https://www.paraondevamos.org/</p>
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		<title>“Dia Marielle Franco” é aprovado na Assembleia Legislativa da Paraíba</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/dia-marielle-franco-e-aprovado-na-assembleia-legislativa-da-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 16:25:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Paraíba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por maioria, o projeto de lei criado pela deputada estadual Estela Bezerra que prop&#245;e&#160; o &#8220;Dia Marielle Franco &#8211; Dia de enfrentamento &#224;s viol&#234;ncias contra as mulheres negras&#8221; foi aprovado em sess&#227;o da &#250;ltima ter&#231;a-feira (23) no calend&#225;rio oficial do estado da Para&#237;ba. O PL 1.313/2019 prev&#234; que no dia 14 de mar&#231;o (data do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por maioria, o projeto de lei criado pela deputada estadual Estela Bezerra que propõe  o “Dia Marielle Franco – Dia de enfrentamento às violências contra as mulheres negras” foi aprovado em sessão da última terça-feira (23) no calendário oficial do estado da Paraíba.</p>



<p>O PL 1.313/2019 prevê que no dia 14 de março (data do assassinato da vereadora Marielle) sejam efetuadas atividades de promoção da cidadania de mulheres negras da Paraíba.</p>



<p>O Projeto de Lei foi criado considerando os dados que comprovam que as mulheres negras são as maiores vítimas dos vários níveis de violências físicas e institucionais, de acordo com o Atlas da Violência 2018 do Instituto de Pesquisas Aplicadas (Ipea) &#8211; dados de violência entre os anos de 2006 e 2016.</p>



<p>Mulheres negras estão mais vulneráveis a sofrerem diversos tipos de violência no Brasil, segundo os dados&nbsp; somente no ano de 2016, 4.645 mulheres foram mortas, representando uma taxa de 4,5 homicídios para cada 100 mil brasileiras.</p>



<p><em>“Estamos construindo outra narrativa, de que as pessoas precisam ter a vida protegida e que as mulheres precisam estar em espaços de poder. É preciso ter muita força para ser uma mulher negra e estar na política. Essa data tem um pedido de memória e pedido de reparação, como foi reforçado pelos colegas que reconheceram a grandeza desse gesto”</em>, justificou Estela.</p>



<p>Há quase 3 anos, Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assassinados a tiros no Rio de Janeiro, mesmo com pressão e mobilização social a pergunta “Quem mandou matar Marielle?” continua sem resposta.</p>



<p><em>“A família de Marielle é paraibana, mas ela era uma cidadã do mundo, não só como uma mulher negra de periferia, mas como autoridade que foi executada pela milícia do Rio de Janeiro, os quais mantêm relações íntimas com a presidência da República”</em>, ressaltou a deputada Estela.</p>



<p>Outros políticos comentaram sobre a necessidade do ‘Dia Marielle Franco’: <em>“Não se trata apenas de fazer memória, mas homenagear e dizer que o espaço das mulheres precisa ser consolidado na Paraíba e no Brasil, Marielle nos representou e ainda nos representa”</em>, argumentou a deputada Cida Ramos (PSB)</p>



<p><strong>Informações: </strong><a href="https://www.brasildefatopb.com.br/2021/02/24/dia-marielle-franco-e-sancionado-na-assembleia-legislativa-da-paraiba"><strong>BdF Paraíba</strong></a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa sobre violência política contra candidatas negras é lançada por Instituto Marielle Franco</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/pesquisa-sobre-violencia-politica-contra-candidatas-negras-e-lancada-por-instituto-marielle-franco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2020 03:55:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>H&#225; 10 dias das elei&#231;&#245;es, o Instituto Marielle Franco apresenta vers&#227;o preliminar da pesquisa &#8216;Viol&#234;ncia Pol&#237;tica Contra Mulheres Negras&#8217; realizada com apoio da Terra de Direitos e Justi&#231;a Global, com candidatas negras de todas as regi&#245;es do Brasil. O estudo tem como objetivo analisar o cen&#225;rio da viol&#234;ncia pol&#237;tica eleitoral contra mulheres negras, que se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há 10 dias das eleições, o Instituto Marielle Franco apresenta versão preliminar da pesquisa ‘Violência Política Contra Mulheres Negras’ realizada com apoio da Terra de Direitos e Justiça Global, com candidatas negras de todas as regiões do Brasil. O estudo tem como objetivo analisar o cenário da violência política eleitoral contra mulheres negras, que se comprometeram com a Agenda Marielle Franco, projeto também do Instituto.&nbsp;</p>



<p>78% das candidatas negras nas eleições 2020, que responderam a pesquisa relataram ter sofrido algum tipo de violência virtual. As ofensas vão desde xingamentos racistas em suas páginas, até ataques sincronizados em transmissões ao vivo. Os principais agentes desses tipos de ações são grupos não identificados (45%), candidatos ou grupos militantes de partidos políticos adversários (30%) e grupos anti-feministas e&nbsp; grupos anti-feministas, racistas e neonazistas (15%).</p>



<p>Visibilizando o impacto que este tipo de violência tem sobre a vida política destas mulheres, o Instituto busca caminhos de superação e produção de medidas efetivas para a mudança desse cenário no âmbito nacional. Após o período eleitoral será lançada uma segunda versão, mais ampla, deste trabalho.&nbsp;</p>



<p>Sob o ímpeto de racializar a discussão de violência política no Brasil, o Instituto Marielle Franco mapeou junto a candidatas das eleições de 2020 as principais manifestações deste tipo de violência no exercício da vida política de mulheres negras que concorrem ao pleito este ano. São as mulheres negras que lideram os processos de transformação social nos mais diversos territórios do Brasil, reconhecer a importância e liderança que estes corpos têm na defesa de uma democracia plural, verdadeiramente participativa, antirracista, antimachista e LGBTIQ+fóbica é essencial.&nbsp;</p>



<p>“A pesquisa realizada pelo Instituto Marielle Franco tenta retratar o impacto que a violência política tem sob os corpos de mulheres negras candidatas nas eleições de 2020. É importante ressaltar que historicamente, as mulheres negras que se colocam à disposição para concorrer ao pleito institucional têm sido recebidas por violências e opressões estruturais de raça, gênero e classe. Em nosso estudo, identificamos que quase 8 a cada 10 mulheres candidatas comprometidas com a Agenda Marielle Franco, que responderam essa pesquisa, apontaram que já sofreram algum tipo de violência virtual. Por outro lado, do total de mulheres que sofreram violência política nestas eleições, apenas 32% efetuou denúncia. Esperamos que esta pesquisa ajude a visibilizar esse cenário no país e impulsione as autoridades públicas a pensar em medidas efetivas e imediatas de combate a essa violência que afeta mulheres negras das mais diferentes formas”, avalia Anielle Franco, diretora executiva do Instituto Marielle Franco.&nbsp;</p>



<p>Esse é o primeiro informe de uma pesquisa, que terá uma versão completa &#8211; com outros dados sobre mais tipos de violência política &#8211; antes do segundo turno do período eleitoral. Para conferir a pesquisa e se inscrever para receber em primeira mão o segundo informe da pesquisa é só acessar <a href="http://www.violenciapolitica.org/">www.violenciapolitica.org</a>.</p>
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		<title>Casa Marielle: Abertura contará com acervo pessoal e político de Marielle Franco</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/casa-marielle-abertura-contara-com-acervo-pessoal-e-politico-de-marielle-franco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thais Prado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2020 16:05:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Marielle]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Marielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Marielle Franco, criado pela fam&#237;lia por justi&#231;a e mem&#243;ria de Marielle, far&#225; a abertura da Casa Marielle Franco no domingo (1). A ideia &#233; ser um espa&#231;o que amplifique debates, rodas de conversa e oficinas culturais e pol&#237;ticas. O Instituto tamb&#233;m lan&#231;ou uma vaquinha online para apoiar o projeto. A casa que ser&#225; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Instituto Marielle Franco</strong>, criado pela família por justiça e memória de Marielle, fará a abertura da Casa Marielle Franco no domingo (1). A ideia é ser um espaço que amplifique debates, rodas de conversa e oficinas culturais e políticas. O Instituto também lançou uma vaquinha online para <a href="http://apoie.institutomariellefranco.org" target="_blank" rel="noopener"><strong>apoiar</strong></a> o projeto.</p>
<p>A casa que será símbolo de luta e resistência no Rio de Janeiro, contará com uma exposição permanente do acervo pessoal e político de Marielle Franco.</p>
<p>Na abertura, uma série de artistas se apresentarão. A programação completa estará disponível nos próximos dias no <a href="https://facebook.com/events/s/abertura-da-casa-marielle-bloc/2547251878927579/?ti=as" target="_blank" rel="noopener"><strong>evento do Facebook</strong></a>. Até o momento os confirmados são:</p>
<p>MC Léo<br />
Tambores de Olokum<br />
Doralice &amp; Bia Ferreira</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-17003 aligncenter" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2020/02/IMG-20200228-WA0031-300x157.jpg" alt="" width="300" height="157" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/02/IMG-20200228-WA0031-300x157.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/02/IMG-20200228-WA0031-150x79.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/02/IMG-20200228-WA0031-696x364.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/02/IMG-20200228-WA0031.jpg 720w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>E se você for de fora do Rio e quer agir também por Marielle durante o mês de março, dá pra inscrever a sua atividade no <a href="http://institutomariellefranco.org/marco-por-marielle" target="_blank" rel="noopener"><strong>mapa de ações.</strong></a></p>
<p><a href="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/instituto-marielle-franco-rodara-o-brasil-para-lutar-por-justica/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Leia também: Instituto Marielle Franco pede ajuda para rodar o Brasil e lutar por justiça</strong></a></p>
<p>A casa só foi possível com o apoio de mais de 600 pessoas, conseguiu bater 50% de sua primeira meta. A família de Marielle segue buscando apoios necessários para levar esse sonho para todos os cantos do país, <strong><a href="http://apoie.institutomariellefranco.org" target="_blank" rel="noopener">apoie</a>.</strong></p>
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