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	<title>Arquivos inspiração profissional feminina - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Unindo técnica ancestral e design autoral, marceneira negra abre caminho para mulheres em profissão masculinizada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 May 2025 12:55:03 +0000</pubDate>
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<p>Em um setor historicamente masculino, a marceneira <strong>Luana Hazine</strong> construiu uma carreira marcada por superação e identidade. Sua trajetória começou após um episódio de <em>burnout </em>em 2017, quando buscou recomeçar longe do ambiente corporativo. Oito anos depois, ela se dedica integralmente à marcenaria, unindo funcionalidade, design autoral e ancestralidade em suas peças.</p>



<p>Natural de São Paulo, Luana descobriu o ofício ao revisitar memórias da infância, como a construção de um carrinho de rolimã. &#8220;Esse momento me fez recordar o quanto eu gostava de mexer com madeira e a alegria de usar uma peça feita por mim. A partir daí, busquei escolas e cursos e comecei na marcenaria com madeira maciça. Desde então, já são oito anos aprendendo e ensinado todos os dias&#8221;, conta. Formada no Atelier da Madeira, escola tradicional na capital paulista, ela enfrentou resistência por ser mulher em um ambiente predominantemente masculino.</p>



<p>Além do preconceito de gênero, Luana destaca a falta de referências de mulheres negras na área. &#8220;O desafios são vários. Tanto de ter jogo de cintura com pessoas que ainda desconfiam do trabalho por eu ser mulher, quanto o desafio de representatividade que é ainda maior. É difícil encontrar outras marceneiras negras por aí. Elas existem, eu conheço algumas, mas ainda temos poucas referências. Isso aumenta a responsabilidade de abrir portas&#8221;, afirma. Entre suas inspirações estão a britânica <strong>Helen Welch</strong>, uma das poucas marceneiras negras em destaque no exterior, e o mestre japonês <strong>Morito Ebine</strong>, especialista em técnicas tradicionais.</p>



<p>A reação dos clientes, segundo ela, ainda é de surpresa, mas evoluiu para admiração. &#8220;As reações são sempre de surpresa e num geral, atualmente, mais de admiração do que de desconfiança. Especialmente porque eu trabalho com peças autorais na maioria dos casos, então as pessoas já me contratam <em>[me] </em>conhecendo. Mas há sempre uma curiosidade sobre como me tornei marceneira, o porque e enfim&#8221;, relata. Sua criação mais famosa, a bandeja Date — que acomoda taças de vinho sem tombar —, virou carro-chefe e símbolo de sua identidade como artesã.</p>



<p><strong>Marcenaria com raízes afrocentradas</strong></p>


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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-90418" style="width:684px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-1024x683.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-1536x1024.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Lucas Pacheco</figcaption></figure>
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<p>Além da funcionalidade, Luana incorpora elementos de sua ancestralidade em peças que mesclam técnicas tradicionais e design contemporâneo. &#8220;Quero trazer uma luz sobre esse fato. Minhas peças carregam não apenas funcionalidade, mas também uma conexão profunda com minha identidade e minhas raízes&#8221;, explica. Desde 2022, ela oferece mentorias para mulheres interessadas em marcenaria, incentivando a ocupação de espaços não tradicionais.</p>



<p>Após anos conciliando a profissão com o <em>marketing</em>, decidiu se dedicar exclusivamente à madeira em 2025 e oferece mentoria para outras mulheres que querem desbravar o trabalho na marcenaria. Seu conselho para outras mulheres é direto: &#8220;O grande desafio é começar, porque depois que começa a gente não para mais. Então meu conselho é, comece! O primeiro passo é o essencial para essa nova porta de possibilidades&#8221;.</p>
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