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	<title>Arquivos Holanda - Mundo Negro</title>
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		<title>Holanda devolverá bronzes de Benin para Nigéria: &#8220;Reparação da injustiça histórica&#8221;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/holanda-devolvera-bronzes-de-benin-para-nigeria-reparacao-da-injustica-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 17:25:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Benin]]></category>
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		<category><![CDATA[reparação histórica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Holanda anunciou nesta quarta-feira (19) a devolu&#231;&#227;o de 113 bronzes de Benin para Nig&#233;ria, marcando um momento significativo para a heran&#231;a cultural africana. Essas pe&#231;as foram saqueadas por tropas brit&#226;nicas no final do s&#233;culo XIX e, est&#227;o mantidas at&#233; hoje em um museu holand&#234;s. Em 1897, soldados brit&#226;nicos invadiram o antigo reino de Benin, [&#8230;]</p>
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<p>A <strong>Holanda </strong>anunciou nesta quarta-feira (19) a devolução de 113 bronzes de <strong>Benin </strong>para <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/carreira-negocios/com-refinaria-o-homem-mais-rico-da-africa-quase-dobra-fortuna-e-volta-ao-ranking-dos-100-mais-ricos-do-mundo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nigéria</a></strong>, marcando um momento significativo para a herança cultural africana. Essas peças foram saqueadas por tropas britânicas no final do século XIX e, estão mantidas até hoje em um museu holandês.</p>



<p>Em 1897, soldados britânicos invadiram o antigo reino de Benin, situado onde hoje é a Nigéria, e roubaram esculturas produzidas entre os séculos XVI e XVIII. Esses artefatos, que retratam a realeza, animais, divindades e símbolos da cultura edo, foram rapidamente comercializados e exibidos no <strong>Wereldmuseum</strong>, em Leyde.</p>



<p>&#8220;Com esta restituição, contribuímos para a reparação da injustiça histórica que permanece até os dias de hoje&#8221;, afirmou o ministro holandês da Cultura, Educação e Ciência, <strong>Eppo Bruins</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="888" height="559" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/image-10.png" alt="" class="wp-image-87952" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/image-10.png 888w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/image-10-300x189.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/image-10-150x94.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/image-10-768x483.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/image-10-667x420.png 667w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/image-10-696x438.png 696w" sizes="(max-width: 888px) 100vw, 888px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: FREEK VAN DEN BERGH / ANP / AFP</figcaption></figure>



<p>Além peças expostas no Wereldmuseum, o município de Roterdã também devolverá outros seis objetos saqueados na mesma invasão colonial.</p>



<p>A Nigéria tem lutado há anos pelo retorno dessas obras sagradas. Para <strong>Olugbile Holloway</strong>, diretor-geral da Comissão Nacional Nigeriana de Museus e Monumentos, essa será a maior devolução &#8220;de antiguidades de Benin diretamente relacionada com a expedição punitiva britânica de 1897&#8221;. No comunicado, ele ainda declarou: &#8220;Esperamos que seja um bom exemplo para os outros países do mundo&#8221;. </p>
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		<title>A chef brasileira que conquistou os paladares na Holanda com a culinária da Bahia </title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/a-chef-brasileira-que-conquistou-os-paladares-na-holanda-com-a-culinaria-da-bahia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Feb 2025 20:01:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>H&#225; quase 30 anos, Eliana Bernadete Moreira Chaves Arp, uma chef baiana, vem transformando a cena gastron&#244;mica europeia com os sabores ancestrais de sua terra.&#160; Morando na Holanda desde a d&#233;cada de 1990, ela encontrou na culin&#225;ria um caminho para se reconectar com suas ra&#237;zes e apresentar ao p&#250;blico europeu a riqueza da comida baiana, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há quase 30 anos,<strong> Eliana Bernadete Moreira Chaves Arp</strong>, uma chef baiana, vem transformando a cena gastronômica europeia com os sabores ancestrais de sua terra. </p>



<p>Morando na Holanda desde a década de 1990, ela encontrou na culinária um caminho para se reconectar com suas raízes e apresentar ao público europeu a riqueza da comida baiana, como o acarajé e a moqueca.&nbsp;</p>



<p>“Quando eu estou num evento gastronômico, como os que participo dentro e fora da Holanda, vejo pessoas ficarem, às vezes, pacientemente esperando em filas quilométricas pra experimentar ou degustar um prato preparado por mim. Confesso que já me emocionei várias vezes”, <strong>relata a chef em entrevista ao Mundo Negro e Guia Black Chefs. </strong></p>



<p>Entre idas e vindas para visitar família, agora Eliana retornou ao Brasil para aprender mais sobre a culinária ancestral. “Estou há 3 meses na Bahia. Ando querendo me aprofundar mais na gastronomia quilombola, nas tradições da gastronomia ribeirinha às margens do São Francisco. Tem tanta coisa que me fascina e me desperta enorme curiosidade”, conta. </p>


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<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="585" height="585" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-01-at-20.05.43.jpeg" alt="" class="wp-image-87402" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-01-at-20.05.43.jpeg 585w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-01-at-20.05.43-300x300.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-01-at-20.05.43-150x150.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-01-at-20.05.43-420x420.jpeg 420w" sizes="(max-width: 585px) 100vw, 585px" /></figure>
</div>


<p><strong>Leia a entrevista completa abaixo:&nbsp;</strong></p>



<p><strong>Há quanto tempo você está atuando com o seu empreendimento na Europa e como foi o processo de introduzir a culinária baiana na Holanda e em outros países europeus?&nbsp;</strong></p>



<p>Eu me casei no ano de 1988 com o holandês Richard Arp e mudamos pra Amsterdam</p>



<p>uns 6 anos depois exercendo fora os afazeres de esposa, mãe e dona de casa, ocupei alguns cargos na Holanda, mas a maternidade me fez realmente parar e me dedicar a família e foi aí que percebi que a gastronomia de minha terra era algo que além de me dar muito prazer, atraía, a princípio, a atenção de meu esposo, familiares e amigos, foi então que buscando entender qual seria a melhor maneira de canalizar toda essa energia e um certo talento de maneira positiva, e é claro, que me desse também uma estabilidade financeira em que eu não precisasse necessariamente voltar a trabalhar como empregada de uma empresa ou algum órgão. Eu queria empreender e para isso me preparei através dos cursos de apoio do governo holandês.&nbsp;</p>



<p>E aí começou a minha trajetória, a princípio com o Caipirinha Club porque eu entendi, através dos cursos em empreendedorismo, que teria que buscar um nome que tivesse ou causasse impacto. Como o famoso cocktail brasileiro na época era algo muito famoso e o que eu pretendia era levar uma mistura de elementos de minha cultura (culinária, música, dança, literatura, teatro, moda etc.), o nome Caipirinha Club me pareceu adequado e foi aprovado pelos mentores do curso.</p>



<p>Já são quase 30 anos empreendendo. Nesses meus 36 anos vivendo na Europa, indo e vindo visitar a família e observando as diversas vertentes da nossa culinária, &#8211; e não digo só da baiana, me atrai também a gastronomia de outros estados, Goiás e Minas Gerais, por exemplo. Ultimamente ando querendo me aprofundar mais na gastronomia quilombola, nas tradições da gastronomia ribeirinha às margens do São Francisco, inclusive de onde eu vim. Tem tanta coisa que me fascina e me desperta enorme curiosidade.</p>



<p><strong>Além do sabor, a culinária baiana carrega muito de história e ancestralidade. Como você transmite isso para os seus clientes na Holanda? Eles são abertos a novos sabores?&nbsp;</strong></p>



<p>Meu marido holandês, por exemplo, é louco pela culinária baiana, mas ele eu nem conto. Casado comigo todos estes anos e é suspeito (risos).&nbsp;</p>



<p>Mas quando eu estou num evento gastronômico, como os que participo dentro e fora da Holanda, vejo pessoas ficarem, às vezes, pacientemente esperando em filas quilométricas pra experimentar ou degustar um prato preparado por mim. Confesso que já me emocionei várias vezes.&nbsp;</p>



<p><strong>Quais pratos são os mais pedidos pelos seus clientes europeus? Algum deles já se tornou favorito no cardápio?</strong></p>



<p>Os pratos baianos mais disputados são: Acarajé e Abará completos (vatapá, caruru, saladinha e camarão seco); Moquecas (incluindo as veganas); Feijoada; Tropeiro. Os Salgadinhos brasileiros também são bem apreciados e o Pão de Queijo. As sobremesas mais degustadas são: Doce de leite; Pudim de leite condensado; Canjica.&nbsp;</p>



<p>Eu sempre apresento algo diferenciado, principalmente quando a questão é Comida Vegana e Vegetariana, dar um sabor bem baiano aos pratos deixa quem não come proteína animal bem feliz.&nbsp;</p>



<p><strong>Existe algum prato ou ingrediente da gastronomia europeia que você incorporou ao seu estilo baiano de cozinhar?</strong></p>



<p>Eu já dei minha colaboração. Muitos turistas que foram à Holanda nestes últimos 8 anos tiveram a surpresa de experimentar pratos típicos da culinária holandesa através de minhas mãos, e a surpresa era grande, viu?</p>



<p>Eu estive durante 8 anos, do dia que abriu até o dia que fechou a frente deste empreendimento, que não era meu, mas de uma amiga muito querida que me fez sentir tão necessária que não consegui deixa-lá na mão. E quando o negócio findou por motivos familiares, ela disse que manteria funcionando se eu quisesse assumir totalmente. A gastronomia holandesa é uma opção, mas minha devoção é a culinária de minha terra de origem, por isso agradeci e revirei a proposta.</p>



<p><strong>O que o público pode esperar da sua gastronomia após essa temporada de imersão na Bahia?</strong></p>



<p>Eu estou há 3 meses na Bahia, sorrateiramente observando o que a Bahia tem de inovador; são inúmeras iguarias que com certeza levarei para Europa. Me aguardem!</p>
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