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	<title>Arquivos heteroidentificação - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Minicurso online vai explicar como a Constituição e o STF tratam identidade e pertencimento racial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 17:29:03 +0000</pubDate>
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<p>No próxima segunda-feira, dia 22 de setembro, às 19h, o <strong>JusRacial</strong> promove um <strong>minicurso ao vivo no YouTube</strong> para esclarecer como a Constituição Federal e os tribunais superiores interpretam os critérios de raça, cor, etnia e afrodescendência no Brasil. A aula será ministrada pelo <strong>jurista Dr. Hédio Silva Júnior. </strong></p>



<p>A Constituição Federal utiliza esses quatro critérios para reconhecer a diversidade étnico-racial que compõe a sociedade brasileira. Já a Convenção Interamericana Contra o Racismo acrescentou a categoria “afrodescendentes” ao texto constitucional.</p>



<p>O <strong>Supremo Tribunal Federal (STF)</strong> tem julgado casos que definem o alcance jurídico dessas categorias e, junto ao <strong>Superior Tribunal de Justiça (STJ)</strong>, reconhece o uso de provas complementares para comprovar identidade racial, pontos essenciais para o funcionamento das políticas de cotas e outras ações afirmativas.</p>



<p>Além disso, o curso vai esclarecer debates como a <strong>PEC 227/2024</strong>, apelidada de forma equivocada como <strong>“PEC do fim dos pardos”</strong>. Segundo o <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/stf-e-acionado-para-manter-pretos-e-pardos-como-criterio-para-cotas-raciais-apos-decisao-sobre-heteroidentificacao/">Dr. Hédio Silva</a></strong>, a PEC “não decreta fim de segmento étnico nenhum. Essa PEC institui um fundo para patrocinar políticas de promoção da igualdade racial. É bem-vinda, porque no Brasil se fala muito em política de igualdade racial e a gente sabe que é zero orçamento para política de igualdade racial”, explica.</p>



<p>Ele também alerta para a importância de compreender os termos utilizados pela Constituição. “Se há segmento pardo que entende que ele não é afro-brasileiro nem afrodescendente, vai à Constituição, altera 4, 5 dispositivos da Constituição, altera tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário, e lembra que ao se criar essa categoria anômala, nova na história da humanidade, os pardos que se beneficiam hoje de políticas de ação afirmativa, vão deixar de ter esse benefício. Agora, certamente não vão deixar de morrer na mão de maus policiais tratados como não brancos. Sobre tudo isso, eu vou tratar num minicurso”, destaca.</p>



<p><strong><a href="https://pay.kiwify.com.br/qjyMmA5" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui </a></strong>para inscrição no minicurso! O valor do investimento custa R$70.</p>



<p><br><br></p>
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		<title>STF é acionado para manter pretos e pardos como critério para cotas raciais após decisão sobre heteroidentificação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 09:17:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[cotas raciais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Idafro (Instituto de Defesa dos Direitos das Religi&#245;es Afro-Brasileiras) protocolou uma a&#231;&#227;o no STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo que a Corte reafirme o entendimento hist&#243;rico de que o crit&#233;rio v&#225;lido para acesso &#224;s cotas raciais em universidades e concursos p&#250;blicos &#233; a autoidentifica&#231;&#227;o como preto ou pardo, e n&#227;o a exig&#234;ncia de que o [&#8230;]</p>
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<p>O <a href="https://mundonegro.inf.br/idafro-notifica-presidencia-por-falta-de-atualizacao-sobre-revogacao-da-lei-afonso-arinos-no-site-oficial-do-governo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Idafro</strong> </a>(Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-Brasileiras) protocolou uma ação no <strong>STF </strong>(Supremo Tribunal Federal) pedindo que a Corte reafirme o entendimento histórico de que o critério válido para acesso às cotas raciais em universidades e concursos públicos é a autoidentificação como preto ou pardo, e não a exigência de que o candidato se declare “negro”.</p>



<p>A iniciativa é uma resposta à recente decisão do STF (RE 1.553.243/CE), que autorizou o controle judicial sobre as bancas de heteroidentificação e estabeleceu que os candidatos devem se declarar “negros” ou “pardos”. Para o Idafro, esse entendimento representa um retrocesso, pois contraria decisões anteriores como a ADPF 186 e a ADC 41, além do <strong>Estatuto da Igualdade Racial </strong>e resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que reconhecem a cor da pele e os traços fenotípicos como parâmetros centrais para aferição.</p>



<p>Na petição, os advogados <strong>Dr. Hédio Silva Jr., Silvia Souza, Anivaldo dos Anjos e Maira Vida</strong> argumentam que a exigência de comprovação de origem racial foge ao propósito das cotas.</p>



<p>“Atribuir às Comissões de Heteroidentificação a responsabilidade de decidir sobre cor da pele e traços fenotípicos é algo concreto e viável. Já definir origem racial ou descendência genética é tarefa impossível e sem respaldo jurídico”, afirmam.</p>



<p>Para o jurista Hédio Silva Jr., um dos autores da ação, o pedido busca restabelecer a segurança jurídica. “O Idafro pede que o Supremo resgate sua própria jurisprudência, reafirmando que basta a autoidentificação como preto ou pardo. ‘Negro’ não é critério jurídico ou administrativo, mas uma noção ligada a origem racial, impossível de ser aferida objetivamente. Já os traços fenotípicos como cor da pele, cabelo, características faciais, oferecem parâmetros claros e objetivos para as comissões. É isso que garante segurança jurídica e respeito à dignidade dos candidatos.”</p>



<p>O documento também relembra o emblemático julgamento do Caso Ellwanger (2003), no qual o STF consolidou o entendimento de que “raça é uma construção social definida pela negrofobia”. Para o Idafro, isso reforça que pretos e pardos são igualmente alvos do racismo estrutural e, portanto, devem ter garantido o direito às políticas de ação afirmativa.</p>
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