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	<title>Arquivos harvard - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 May 2025 13:23:36 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Harvard devolve fotos de escravizados após 175 anos em acordo com descendente</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/harvard-devolve-fotos-de-escravizados-apos-175-anos-em-acordo-com-descendente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 13:04:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tamara Lanier]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade Harvard entregar&#225; ao Museu Internacional Afro-Americano, na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, fotografias de 175 anos consideradas as mais antigas de pessoas escravizadas nos pa&#237;s. A decis&#227;o faz parte de um acordo judicial com Tamara Lanier, que afirma ser descendente de Renty e Delia, retratados nas imagens. Os daguerre&#243;tipos &#8212; precursores das [&#8230;]</p>
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<p>A Universidade Harvard entregará ao <strong>Museu Internacional Afro-Americano</strong>, na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, fotografias de 175 anos consideradas as mais antigas de pessoas escravizadas nos país. A decisão faz parte de um acordo judicial com <strong>Tamara Lanier</strong>, que afirma ser descendente de <strong>Renty </strong>e <strong>Delia</strong>, retratados nas imagens.</p>



<p>Os daguerreótipos — precursores das fotografias modernas — serão transferidos do Museu Peabody de Arqueologia e Etnologia, de Harvard, para o museu na Carolina do Sul, estado onde Renty e sua filha Delia foram escravizados em 1850, quando as fotos foram tiradas. O anúncio foi feito na quarta-feira (28) por <strong>Joshua Koskoff</strong>, advogado de Lanier, que classificou o acordo como uma vitória &#8220;sem precedentes&#8221; para descendentes de escravizados, durante entrevista concedida para a <a href="https://apnews.com/article/harvard-university-slave-photos-d9c01b7926bba2a686ff325617e93ce9"><em>Associated Press</em></a>.</p>



<p>&#8220;É um caso único na história americana&#8221;, disse Koskoff. &#8220;Ganhar controle sobre imagens de pessoas escravizadas que datam de tanto tempo — isso nunca aconteceu antes&#8221;, contou. As negociações encerram uma batalha judicial de 15 anos entre Lanier e Harvard, que detinha as imagens encomendadas pelo biólogo <strong>Louis Agassiz</strong>, cujas teorias racistas foram usadas para justificar a escravidão. Em 2019, Lanier processou a universidade, alegando que as fotos foram tiradas sem consentimento e retidas ilegalmente. O processo também criticou Harvard por lucrar com o licenciamento das imagens.</p>



<p>Em 2021, a Justiça de Massachusetts decidiu que as fotos pertenciam ao fotógrafo, não aos retratados, mas permitiu que Lanier buscasse indenização por danos morais. O tribunal reconheceu a &#8220;cumplicidade de Harvard nos horríveis atos que cercaram a criação dos daguerreótipos&#8221;.</p>



<p>Harvard afirmou em comunicado que há anos buscava &#8220;colocar as imagens em contexto apropriado&#8221; e ampliar o acesso a elas. O acordo inclui a transferência das fotos e um valor não divulgado em reparação, mas a universidade não reconheceu publicamente a descendência de Lanier ou seu vínculo com a escravidão.</p>



<p>Na quarta-feira, Lanier segurava um retrato de Renty ao lado de <strong>Susanna Moore</strong>, tataraneta de Agassiz. Ambas celebraram a resolução: &#8220;Esta propriedade roubada, imagens tiradas sem dignidade ou consentimento, será repatriada para um lar onde sua humanidade possa ser restaurada&#8221;, disse Lanier. Moore chamou as fotos de &#8220;projeto profundamente racista&#8221; e afirmou que a vitória mostra como &#8220;o significado desses objetos em museus pode e deve mudar&#8221;.</p>



<p><strong>Tonya M. Matthews</strong>, CEO do museu na Carolina do Sul, disse que a transferência das imagens foi um momento que levou &#8220;175 anos para ser feito&#8221;. A instituição se comprometeu a incluir Lanier nas decisões sobre como a história de Renty e Delia será contada. Koskoff ressaltou que, apesar do acordo, Harvard ainda não assumiu publicamente seu papel na perpetuação da escravidão. &#8220;A verdade vai te encontrar — você só consegue se esconder dela por um tempo&#8221;, disse.</p>
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		<title>Crânio de líder da Revolta dos Malês exposto em museu de Harvard deve ser devolvido ao Brasil</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/cranio-de-lider-da-revolta-dos-males-exposto-em-museu-de-harvard-deve-ser-devolvido-ao-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Mar 2025 16:50:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[escravidão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cr&#226;nio de um dos l&#237;deres da Revolta dos Mal&#234;s, levado ilegalmente para os Estados Unidos h&#225; 190 anos, pode ser repatriado ao Brasil ainda em 2025. O objeto, que integra a cole&#231;&#227;o do Museu Peabody, da Universidade de Harvard, &#233; alvo de negocia&#231;&#245;es entre o governo brasileiro, pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) [&#8230;]</p>
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<p>O crânio de um dos líderes da <strong>Revolta dos Malês</strong>, levado ilegalmente para os Estados Unidos há 190 anos, pode ser repatriado ao Brasil ainda em 2025. O objeto, que integra a coleção do<em> Museu Peabody</em>, da Universidade de Harvard, é alvo de negociações entre o governo brasileiro, pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e o Centro Cultural Islâmico da Bahia (CCIB). A devolução do crânio, considerado um patrimônio histórico e simbólico da luta negra e islâmica no país, ocorreria durante as celebrações dos 190 anos da revolta, um dos maiores levantes de pessoas escravizadas nas Américas.</p>



<p>A Revolta dos Malês, ocorrida em Salvador (BA) nos dias 24 e 25 de janeiro de 1835, foi um movimento organizado majoritariamente por negros muçulmanos, muitos deles alfabetizados em árabe. O termo &#8220;malê&#8221; deriva da palavra iorubá &#8220;imalê&#8221;, que significa &#8220;muçulmano&#8221;. A revolta, inspirada na Revolução Haitiana, buscava a libertação do povo negro e a independência do jugo colonial. Apesar de reprimida violentamente, o levante deixou um legado de resistência e luta pela liberdade que ecoa até os dias atuais.</p>



<p>O crânio em questão pertenceu a um dos líderes da revolta, cuja identidade ainda não foi totalmente esclarecida. Ele foi roubado do Brasil por <strong>Gideon Theodore Snow</strong>, um diplomata americano que atuou como vice-cônsul em Alagoas e cônsul em Pernambuco na década de 1840. Snow entregou o crânio ao Museu Peabody, onde permanece exposto como parte de uma coleção que inclui restos mortais de cerca de 19 indivíduos escravizados no Brasil e no Caribe, além de milhares de nativos americanos, que foram utilizados como &#8216;objeto de pesquisa&#8217;  de eugenistas. </p>



<p>A existência do crânio foi revelada em 2022, após a publicação do livro <em>Masters of the Health: Racial Science and Slavery in U.S. Medical Schools</em>, do historiador Christopher Willoughby. A descoberta mobilizou pesquisadores e lideranças religiosas, que passaram a exigir a repatriação do objeto. Em novembro de 2023, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) formalizou um grupo de trabalho, batizado de GT Arakunrin — termo iorubá que significa &#8220;irmão&#8221; ou &#8220;companheiro&#8221; —, para acelerar as negociações com Harvard.</p>



<p><strong>Próximos passos</strong><br>Quando o crânio retornar ao Brasil, ele será submetido a estudos para determinar a idade aproximada do líder e realizar um teste de DNA, que pode revelar mais sobre a origem étnica dos participantes da revolta. Um escaneamento 3D também está planejado para reconstituir o rosto do Arakunrin, como é chamado o líder pelos membros do GT. Após os estudos, o crânio será enterrado de acordo com os rituais fúnebres islâmicos.</p>



<p>A repatriação do crânio se soma a outros recentes esforços do Brasil para resgatar seu patrimônio histórico, como a devolução do Manto Tupinambá, em 2023, após mais de 300 anos no Museu Nacional da Dinamarca, e do fóssil do dinossauro <em>Ubirajara jubatus</em>, restituído pela Alemanha no mesmo ano.</p>
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		<title>Número de estudantes negros de Direito em Harvard cai pela metade em um ano</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/numero-de-estudantes-negros-de-direito-em-harvard-cai-pela-metade-em-um-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 20:37:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Harvard Law School registrou em 2024 o menor n&#250;mero de estudantes negros matriculados desde a d&#233;cada de 1960, com uma queda pela metade em rela&#231;&#227;o ao ano anterior, segundo dados do New York Times. A redu&#231;&#227;o reflete os impactos diretos da decis&#227;o da Suprema Corte dos Estados Unidos, que, em 2023, proibiu o uso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A<strong> Harvard Law School </strong>registrou em 2024 o menor número de estudantes negros matriculados desde a década de 1960, com uma queda pela metade em relação ao ano anterior, segundo dados do New York Times.<strong><a href="https://mundonegro.inf.br/mcdonalds-desiste-de-praticas-de-diversidade-apos-decisao-da-suprema-corte-dos-eua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> A redução reflete os impactos diretos da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos</a></strong>, que, em 2023, proibiu o uso de ações afirmativas nas admissões universitárias.</p>



<p>De acordo com a<strong> American Bar Association (ABA)</strong>, apenas 19 estudantes negros ingressaram na turma de primeiro ano em 2024, representando 3,4% do total. Este número é uma queda acentuada em comparação aos 43 alunos registrados em 2023, e o mais baixo desde 1965, quando 15 estudantes negros foram admitidos.</p>



<p><strong>David B. Wilkins</strong>, professor de direito e diretor do <strong>Center on the Legal Profession </strong>em Harvard, atribuiu a redução ao &#8220;efeito assustador&#8221; da decisão judicial. “O número atual reflete uma mudança significativa na composição da turma, algo que não víamos há décadas”, disse. Ele destacou que a decisão da Suprema Corte mencionou Harvard diretamente, impactando a diversidade racial não apenas na universidade, mas em instituições de ensino superior em todo o país.</p>



<p><strong>Jeff Neal</strong>, porta-voz da Harvard Law, reiterou o compromisso da instituição com a diversidade, mas alertou contra tirar conclusões precipitadas com base em apenas um ano de dados. Neal enfatizou que a diversidade é fundamental para enriquecer a experiência educacional dos estudantes.</p>



<p>Além dos estudantes negros, houve uma queda nas matrículas de alunos hispânicos em Harvard, de 11% em 2023 para 6,9% em 2024. Em contrapartida, a proporção de estudantes brancos e asiáticos aumentou.</p>



<p>Outras universidades, como a<strong> Universidade da Carolina do Norte</strong>, que também foi mencionada no caso da Suprema Corte, experimentaram quedas menores nas matrículas de estudantes negros e hispânicos. Lá, o número de estudantes negros caiu de 13 para 9, e o de hispânicos de 21 para 13.</p>



<p>A ABA observou que mudanças nas categorias de relatório complicam a comparação ano a ano, especialmente com a inclusão de alunos não residentes nos EUA nas divisões raciais e étnicas.</p>



<p><strong>Sean Wynn</strong>, presidente da <strong>Harvard Black Law Students Association</strong>, expressou preocupação, descrevendo a redução das matrículas como uma &#8220;perda significativa&#8221; para a comunidade acadêmica. Wynn afirmou que a decisão comprometeu aspectos essenciais da experiência educacional em Harvard.</p>



<p>No entanto, <strong>Richard Sander</strong>, professor de direito na <strong>Universidade da Califórnia em Los Angeles</strong> (UCLA) e crítico das ações afirmativas, sugeriu que a decisão da Suprema Corte pode ter benefícios a longo prazo. Ele argumenta que a redistribuição de estudantes negros para outras instituições pode resultar em ambientes onde eles tenham mais chances de sucesso.</p>



<p>Apesar dos desafios, algumas universidades ainda conseguiram observar um aumento no número de estudantes negros. Em Stanford, por exemplo, o número quase dobrou, de 12 para 23 alunos entre 2023 e 2024.</p>
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		<title>Primeira mulher negra nomeada presidente de Harvard, Claudine Gay, renuncia ao cargo após protestos pró Palestina no campus e acusações de plágio</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/primeira-mulher-negra-nomeada-presidente-de-harvard-claudine-gay-renuncia-ao-cargo-apos-protestos-pro-palestina-no-campus-e-acusacoes-de-plagio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jan 2024 12:41:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[harvard]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No &#250;ltimo dia 2 de janeiro, Claudine Gay, primeira mulher negra nomeada presidente da Universidade de Harvard, anunciou sua ren&#250;ncia ao cargo. Sua sa&#237;da foi motivada por uma s&#233;rie de controv&#233;rsias que surgiram ap&#243;s um depoimento no Congresso dos Estados Unidos, onde foi questionada sobre manifesta&#231;&#245;es pr&#243; Palestina que ocorreram no campus da institui&#231;&#227;o. As [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No último dia 2 de janeiro, <strong>Claudine Gay</strong>, <a href="https://mundonegro.inf.br/harvard-nomeia-primeira-mulher-negra-para-ocupar-a-presidencia%ef%bf%bc/">primeira mulher negra nomeada presidente da Universidade de Harvard</a>, anunciou sua renúncia ao cargo. Sua saída foi motivada por uma série de controvérsias que surgiram após um depoimento no Congresso dos Estados Unidos, onde foi questionada sobre manifestações pró Palestina que ocorreram no campus da instituição.</p>



<p>As tensões aumentaram após esse depoimento, quando Gay foi questionada se as manifestações realizadas pelos alunos de Harvard pedindo o genocídio do povo judeu seriam uma violação das regras contra o assédio e o bullying na universidade. A então reitora respondeu com a frase: “Podem ser, dependendo do contexto”, considerada evasiva.</p>



<p> Além disso, acusações de plágio foram direcionadas a Gay, alegando que ela teria publicado artigos acadêmicos com trechos copiados de outras fontes. Após uma análise inicial de três de seus artigos, não foi constatada violação direta de padrões de pesquisa, mas foram identificadas citações problemáticas, levando a presidente a se comprometer a corrigir tais equívocos.</p>



<p>No entanto, a controvérsia se agravou quando surgiram novas acusações relacionadas à dissertação de doutorado de Gay, datada de 1997. Com as alegações se acumulando, a presidente decidiu renunciar ao cargo.</p>



<p>Em sua carta de renúncia,<strong> Claudine Gay</strong> disse ter convicção de que sua saída seria o melhor para a Universidade de Harvard, permitindo à comunidade acadêmica enfrentar esses desafios com foco na instituição, e não em uma figura individual. Ela afirmou: &#8220;Esta não foi uma decisão que tomei facilmente&#8221;.</p>



<p>&#8220;Estas últimas semanas ajudaram a tornar claro o trabalho que precisamos de fazer para construir esse futuro – para combater o preconceito e o ódio em todas as suas formas, para criar um ambiente de aprendizagem em que respeitemos a dignidade uns dos outros e nos tratemos com compaixão, e para afirmar nosso compromisso duradouro com a investigação aberta e a liberdade de expressão na busca pela verdade&#8221;, escreveu Gay na carta em que oficializou sua demissão.</p>



<p>Gay, que ocupava o cargo de 30ª presidente da Universidade de Harvard e era a primeira mulher negra a assumir o cargo, deve retornar ao corpo docente, onde leciona desde 2006.</p>



<p></p>
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		<title>Michael B. Jordan e Cynthia Erivo se juntam a professores de Harvard para ensinar em plataforma de aprendizagem interativa</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/michael-b-jordan-e-cynthia-erivo-se-juntam-a-professores-de-harvard-para-ensinar-em-plataforma-de-aprendizagem-interativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2023 19:46:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Cynthia Erivo]]></category>
		<category><![CDATA[harvard]]></category>
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		<category><![CDATA[Michael B. Jordan]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade de Harvard est&#225; lan&#231;ando uma nova plataforma interativa de aprendizagem chamada Versity, que conta com alguns dos professores mais renomados da institui&#231;&#227;o e celebridades como instrutores. Entre os famosos est&#227;o Michael B. Jordan, Cynthia Erivo e Amy Poehler, que ir&#227;o ajudar a moldar e desenvolver novos profissionais e habilidades para auxili&#225;-los na navega&#231;&#227;o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Universidade de Harvard está lançando uma nova plataforma interativa de aprendizagem chamada Versity, que conta com alguns dos professores mais renomados da instituição e celebridades como instrutores. Entre os famosos estão <strong>Michael B. Jordan</strong>, <strong>Cynthia Erivo</strong> e <strong>Amy Poehle</strong>r, que irão ajudar a moldar e desenvolver novos profissionais e habilidades para auxiliá-los na navegação do ambiente de trabalho.</p>



<p>Os cursos oferecidos pela plataforma serão totalmente virtuais e incluem títulos como &#8220;Propósito, Perspectiva e Persuasão&#8221; com a professora Jody Freeman e Amy Poehler, &#8220;Ética em Tecnologia: Pensamento Crítico na Era dos Aplicativos, Algoritmos e Inteligência Artificial&#8221; com Michael B. Jordan e Sandel e &#8220;Como Ser Você Mesmo no Trabalho: Autenticidade, Conexão e Identidade&#8221; com Henry Lewis Gates Jr. e Cynthia Erivo.</p>



<p>A <a href="https://versitylearning.com/">Versity</a> está disponível para compra para organizações desde 1º de maio, com lançamento completo previsto para junho. A plataforma foi desenvolvida para atender às necessidades em constante mudança do ambiente de trabalho, oferecendo cursos assíncronos em capítulos curtos para fornecer aos participantes e empresas uma maneira flexível de aprender. </p>



<p>Guy Schory, diretor digital da Endeavor, parceira de Harvard no projeto, afirmou que a Versity é uma plataforma única que combina uma pedagogia orientada para resultados com contadores de histórias de classe mundial para trazer uma perspectiva única e envolvente para a aprendizagem.</p>
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		<title>Harvard nomeia primeira mulher negra para ocupar a presidência</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/harvard-nomeia-primeira-mulher-negra-para-ocupar-a-presidencia%ef%bf%bc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Anthunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2022 13:10:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[harvard]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade de Harvard, uma das mais importantes do mundo, nomeu nesta &#250;ltima quinta-feira (15), Claudine Gay, 52, reitora da faculdade de Artes e Ci&#234;ncias, como sua 30&#170; presidente. Ela se torna a primeira pessoa negra a ocupar o prestigiado cargo. A universidade relata que, nos &#250;ltimos 16 anos, Gay, 52, ensinou sobre temas ligados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Universidade de Harvard, uma das mais importantes do mundo, nomeu nesta última quinta-feira (15), <strong>Claudine Gay</strong>, 52, reitora da faculdade de Artes e Ciências, como sua 30ª presidente. Ela se torna a primeira pessoa negra a ocupar o prestigiado cargo.</p>



<p>A universidade relata que, nos últimos 16 anos, Gay, 52, ensinou sobre temas ligados a governo e estudos afro-americanos, além de atuar como uma importante cientista política.  Ela deve assumir a nova função de presidente em 1º de julho de 2023. <em>&#8220;Para mim, esse papel é aproveitar o poder das ideias e apoiar as pessoas que as perseguem”</em>, disse Gay em comunicado. &#8220;<em>Poucas coisas me dão mais alegria, mais energia, do que conversar com um colega que trabalha em uma área que é nova para mim ou ouvir as perguntas que estão na mente de uma nova geração de alunos. Essas conversas me permitem ver o mundo com novos olhos.”</em></p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CmMuHelOW5m/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CmMuHelOW5m/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver essa foto no Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/CmMuHelOW5m/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Harvard University (@harvard)</a></p></div></blockquote> <script async="" src="//www.instagram.com/embed.js"></script>



<p>Filha de imigrantes haitianos, Gay relembrou o caminho que seus pais trilharam e que a levou a seguir a carreira acadêmica. &#8220;<em>Eles vieram para os Estados Unidos com muito pouco e se matricularam na faculdade enquanto criavam nossa família. Eles acreditam que a educação torna tudo possível. Ser um acadêmico abriu meu mundo e me ajudou a realizar um sonho que eu nunca poderia imaginar.”</em></p>



<p>Gay obteve seu bacharelado em Economia pela Universidade de Stanford. <em>&#8220;Se minha presença nesta função afirma o sentimento de pertencimento de alguém a Harvard, isso é uma grande honra”,</em> destacou ela sobre a representatividade em ser a primeira pessoa negra no cargo.<em> &#8220;E para aqueles que estão além de nossos portões, se isso os levar a olhar novamente para Harvard, a considerar novas possibilidades para si e para o futuro, então minha nomeação terá um significado para mim que vai além das palavras.”</em></p>



<p></p>
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		<title>Harvard se beneficiou da escravidão e doa US$ 100 milhões para reparação histórica</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/harvard-doa-us100-milhoes-para-reparacao-historica-da-escravidao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2022 23:53:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[harvard]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade Harvard anunciou uma doa&#231;&#227;o de US$ 100 milh&#245;es (R$ 498 milh&#245;es) para investir em pol&#237;ticas de repara&#231;&#227;o do racismo que a pr&#243;pria institui&#231;&#227;o ajudou a perpetuar. Todos os alunos receberam um e-mail com o comunicado feito pelo presidente da entidade, Lawrence Bacow, nesta ter&#231;a-feira (26). Junto a decis&#227;o, tamb&#233;m foi enviado um relat&#243;rio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Universidade Harvard anunciou uma doação de US$ 100 milhões (R$ 498 milhões) para investir em políticas de reparação do racismo que a própria instituição ajudou a perpetuar. Todos os alunos receberam um e-mail com o comunicado feito pelo presidente da entidade, Lawrence Bacow, nesta terça-feira (26). </p>



<p>Junto a decisão, também foi enviado um relatório produzido por um comitê de 14 membros de Harvard, apontando que houve trabalho escravo na instituição e que a instituição também se beneficiou do comércio de escravos e de negócios ligados à exploração de pessoas negras, mesmo após a abolição da escravidão em 1783 pela Constituição de Massachusetts, estado em que a universidade foi fundada.</p>



<p>“A escravidão e seu legado fazem parte da vida americana há mais de 400 anos. O trabalho de corrigir ainda mais seus efeitos persistentes exigirá nossos esforços nos próximos anos”, escreveu o presidente.</p>



<p>O relatório documenta que &#8220;a instituição de ensino superior mais antiga do país ajudou a perpetuar a opressão e a exploração racial da época&#8221; e ainda afirma que também houve a exclusão de estudantes negros e a defesa do racismo por acadêmicos da universidade.</p>



<p>Os autores do relatório recomendam oferecer aos descendentes de pessoas escravizadas em Harvard apoio educacional e outros tipos de auxílio, para que eles &#8220;possam recuperar suas histórias, contar suas histórias e buscar conhecimento empoderador&#8221;.</p>



<p>Outras universidades estadunidense criaram fundos nos últimos anos para reparar danos pela escravidão. Uma lei promulgada no estado da Virgínia, no ano passado, exige que cinco universidades públicas estaduais criem bolsas de estudo para descendentes de pessoas escravizadas pelas instituições.</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Bailarina Ingrid Silva é a palestrante principal, no evento da Harvard Lead</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/bailarina-ingrid-silva-e-a-palestrante-principal-no-evento-da-harvard-lead/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2021 23:56:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[harvard]]></category>
		<category><![CDATA[Ingrid Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na &#250;ltima segunda-feira (11) a bailarina Ingrid Silva anunciou em suas redes sociais que ser&#225; a palestrante principal, no evento de uma das universidades mais importantes do mundo: Harvard University Ingrid Silva ir&#225; palestrar na Confer&#234;ncia de Empoderamento e Desenvolvimento Latina 2021, sendo a primeira brasileira e primeira bailarina negra a mediar a confer&#234;ncia. &#8220;Come&#231;ando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na última segunda-feira (11) a bailarina Ingrid Silva anunciou em suas redes sociais que será a palestrante principal, no evento de uma das universidades mais importantes do mundo: Harvard University</p>



<p>Ingrid Silva irá palestrar na Conferência de Empoderamento e Desenvolvimento Latina 2021, sendo a primeira brasileira e primeira bailarina negra a mediar a conferência.</p>



<p>&#8220;Começando o ano com energia e positiva e com o pé direito&#8221;, publicou a bailarina em suas redes sociais.</p>



<figure class="wp-block-embed-twitter wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">E com muito Orgulhoooo que eu compartilho esta novidade inédita com vocês. Eu vou ser palestrante principal, no evento da Harvard Lead Conference que será dia 17 de Janeiro. <br>Eu sou a primeira brasileira e a primeira bailarina negra a ser palestrante principal. <a href="https://twitter.com/hashtag/GRATID%C3%83O?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#GRATIDÃO</a> <a href="https://t.co/Oy4YPkReO1">pic.twitter.com/Oy4YPkReO1</a></p>&mdash; Ingrid silva (@ingridsilva) <a href="https://twitter.com/ingridsilva/status/1348626326597599234?ref_src=twsrc%5Etfw">January 11, 2021</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p>O LEAD 2021, acontecerá de 15 de janeiro a 17 de janeiro de 2021 e será transmitido mundialmente. Os ingressos já podem ser adquiridos no <a href="http://www.harvardleadconference.org/register" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site</a></p>



<p></p>
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		<title>&#8220;Nunca pare de acreditar &#8220;: Ciara se forma em Harvard</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/nunca-pare-de-acreditar-ciara-se-forma-em-harvard/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2019 04:47:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Ciara]]></category>
		<category><![CDATA[harvard]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>M&#227;e, cantora, dan&#231;arina, produtora, esposa, mulher de muita f&#233; e engajada em causas sociais.&#160; Ufa! Ciara &#233; excel&#234;ncia negra para ningu&#233;m botar defeito e como se n&#227;o bastasse, ela acaba de&#160; terminar um curso em&#160;Harvard, a universidade mais cobi&#231;ada do planeta. Ela se formou no curso especial de Neg&#243;cios de Entretenimento, M&#237;dia e Esportes e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mãe, cantora, dançarina, produtora, esposa, mulher de muita fé e engajada em causas sociais.  Ufa! <strong>Ciara</strong> é excelência negra para ninguém botar defeito e como se não bastasse, ela acaba de  terminar um curso em <strong>Harvard</strong>, a universidade mais cobiçada do planeta.</p>
<p>Ela se formou no curso especial de <strong>Negócios de Entretenimento, Mídia e Esportes</strong> e usou sua conta no <a href="https://www.instagram.com/p/ByRiEs_n5NZ/?igshid=1jh76vefrn4je" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a> para celebrar seu feito com os fãs.</p>
<p><em>&#8220;Meu sonho de faculdade se tornou realidade e eu celebrarei esse momento para sempre. Que sensação surreal foi ir as aulas, interagir com meus colegas de classe, mergulhar nos estudos de caso e explorar os campos de Harvard e Cambridge. Nunca desista de sonhar, nunca desista de acreditar&#8221;, postou Ciara.</em></p>
<p>É uma surra de inspiração, não é mesmo?</p>
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		<item>
		<title>Harvard elege Rihanna como a humanitária do ano</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/harvard-elege-rihanna-como-a-humanitaria-do-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2017 02:16:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[caridade]]></category>
		<category><![CDATA[harvard]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deu no New York Times. Rihanna n&#227;o levou nenhum Grammy para casa esse ano, mas seu trabalho&#160;e investimentos em estudos de combate ao c&#226;ncer e projetos de educa&#231;&#227;o e cidadania renderam&#160;&#224; artista de Barbados o t&#237;tulo de Humanit&#225;ria do Ano conferido pela Harvard, uma das mais prestigiadas universidades do planeta. &#8220;Rihanna criou &#160;um centro de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Deu no New York Times. Rihanna não levou nenhum Grammy para casa esse ano, mas seu trabalho e investimentos em estudos de combate ao câncer e projetos de educação e cidadania renderam à artista de Barbados o título de Humanitária do Ano conferido pela Harvard, uma das mais prestigiadas universidades do planeta.</p>
<p>&#8220;Rihanna criou  um centro de oncologia e medicina nuclear para diagnosticar e tratar câncer de mama no Hospital Queen Elizabeth em Bridgetown, Barbados&#8221;, disse S. Allen Counter, diretor da Fundação Harvard.</p>
<p><img decoding="async" src="http://www.sharegif.com/wp-content/uploads/2014/04/hair-fliprihannasmile-gifgrammys.gif" /></p>
<p>&#8220;Ela também criou o Programa de Bolsas de Estudo da Fundação Clara e Lionel [nomeado para sua avó e avô] para estudantes que frequentam uma faculdade nos Estados Unidos de países caribenhos e apoia a Parceria Global para a Educação e o Projeto Cidadão Global, uma campanha plurianual que fornecerá crianças Com acesso à educação em mais de 60 países em desenvolvimento, dando prioridade às meninas e às pessoas afetadas pela falta de acesso à educação no mundo de hoje &#8220;.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://68.media.tumblr.com/9b954d23c3a4b8bcee4b115f6948f223/tumblr_inline_nskq0aaikw1swehz0_500.gif" /></p>
<p>Rihanna aparecerá no campus da Universidade de Harvard em 28 de fevereiro para aceitar o prêmio, que foi dado em anos anteriores a Malala Yousafzai, James Earl Jones e Arthur Ashe, entre outros. Caso você seja estudante da Harvard e tiver por lá, poderá ver a musa pop receber o prêmio, sem pagar nada.</p>
<p>Beleza, talento musical, senso de moda invejável, mas sem perder a consciência do seu poder e responsabilidade com mundo. Parabéns Rihanna.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://media.giphy.com/media/l0NwR9Q0fLq90c3XG/giphy.gif" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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