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	<title>Arquivos Governo Trump - Mundo Negro</title>
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		<title>Trump encerra fiscalização federal em polícias investigadas por racismo após casos Floyd e Taylor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 17:16:16 +0000</pubDate>
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<p>O governo de<strong> Donald Trump</strong>, por meio do Departamento de Justiça dos EUA, decidiu encerrar unilateralmente a supervisão federal sobre as polícias de Minneapolis (Minnesota) e Louisville (Kentucky), além de abandonar investigações sobre conduta abusiva em outros seis departamentos policiais do país. A medida reverte ações de fiscalização iniciadas após os protestos globais contra violência racial em 2020.</p>



<p>A procuradora-geral adjunta <strong>Harmeet Dhillon</strong>, da Divisão de Direitos Civis, justificou a decisão afirmando que os acordos de reforma impostos pelo governo federal &#8220;minam a autonomia das comunidades&#8221;. O órgão também vai retirar conclusões oficiais sobre violações constitucionais já identificadas nesses locais. A mudança ocorre às vésperas do quinto aniversário da morte de <strong>George Floyd</strong>, assassinado por um policial de Minneapolis em 2020, e no rastro do caso <strong>Breonna Taylor</strong>, morta pela polícia de Louisville no mesmo ano. Ambos os episódios expuseram padrões de violência racial e levaram a protestos históricos que influenciaram a luta contra o racismo em outros países.</p>



<p>De acordo com a Reuters, especialistas apontam que a medida enfraquece mecanismos criados após décadas de lutas por direitos civis, incluindo ferramentas estabelecidas após o caso <strong>Rodney King</strong>, em 1991. Paralelamente, o governo Trump tem priorizado investigações sobre supostas violações de direitos de armas e casos de antissemitismo em universidades.</p>



<p>Além das duas cidades, foram atingidas pelas medidas as polícias de Phoenix (Arizona), Memphis (Tennessee), Trenton (Nova Jersey), Mount Vernon (Nova York), Oklahoma City (Oklahoma) e a Polícia Estadual da Louisiana. Em Louisville, o prefeito Craig Greenberg anunciou a contratação de um monitor independente para avaliar as reformas, com verba de US$ 750 mil. &#8220;Os objetivos continuam os mesmos, apenas o caminho mudará&#8221;, declarou.</p>



<p>Já em Minneapolis, o prefeito Jacob Frey afirmou que cumprirá todas as medidas previstas no acordo original, mesmo sem supervisão federal. A cidade mantém um compromisso paralelo com o estado de Minnesota para mudanças nas práticas policiais.</p>



<p><strong>Mudança de rumo</strong></p>



<p>A decisão representa uma guinada na atuação do Departamento de Justiça, que sob governos anteriores usava os chamados &#8220;decretos de consentimento&#8221; para obrigar reformas em departamentos problemáticos. Desde janeiro, a Divisão de Direitos Civis perdeu mais de 200 procuradores e teve casos redistribuídos para áreas burocráticas.</p>
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		<title>Governo Trump remove 381 livros de biblioteca militar que incluem assuntos como racismo e Holocausto em censura a temas &#8216;ideológicos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 13:34:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do presidente americano Donald Trump retirou 381 livros da biblioteca da Academia Naval dos Estados Unidos como parte de sua censura contra conte&#250;dos relacionados a diversidade, equidade e inclus&#227;o (DEI, na sigla em ingl&#234;s). Entre as obras removidas est&#227;o t&#237;tulos sobre feminismo, racismo, identidade de g&#234;nero e at&#233; o Holocausto. A ordem partiu [&#8230;]</p>
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<p>O governo do presidente americano <strong>Donald Trump</strong> retirou 381 livros da biblioteca da Academia Naval dos Estados Unidos como parte de sua censura contra conteúdos relacionados a diversidade, equidade e inclusão (DEI, na sigla em inglês). Entre as obras removidas estão títulos sobre feminismo, racismo, identidade de gênero e até o Holocausto.</p>



<p>A ordem partiu do gabinete do secretário de Defesa, <strong>Pete Hegseth</strong>, um dos principais nomes por trás da política de &#8220;limpeza ideológica&#8221; nas Forças Armadas americanas. A lista, divulgada pela Marinha na sexta-feira (9), inclui livros como: <em>&#8220;Lembrando o Holocausto&#8221;</em>, sobre a preservação da memória do genocídio de judeus na Segunda Guerra Mundial; <em>&#8220;Meio americano&#8221;</em>, que aborda a participação de afro-americanos no conflito; <em>&#8220;Uma mulher respeitável&#8221;</em>, sobre o papel público das mulheres negras no século XIX e<em>&#8220;Perseguindo Trayvon Martin&#8221;</em>, que discute o assassinato do jovem negro em 2012 e o racismo estrutural nos EUA.</p>



<p>Também foi removida a autobiografia&nbsp;<em>&#8220;Eu sei por que o pássaro canta na gaiola&#8221;</em>, da escritora e ativista <strong>Maya Angelou</strong>, ícone da literatura afro-americana e da luta pelos direitos civis. A triagem foi feita por meio de buscas por termos como &#8220;diversidade&#8221; e &#8220;equidade&#8221; no catálogo da biblioteca Nimitz. Inicialmente, cerca de 900 obras foram identificadas, das quais 381 foram retiradas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-89346" style="width:852px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-1024x576.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-300x169.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-150x84.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-768x432.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-747x420.jpeg 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-696x392.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-1068x601.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto de: Patrick Semansky/AP</figcaption></figure>
</div>


<p>Embora o decreto assinado por Trump em janeiro vetasse conteúdos sobre DEI apenas em escolas públicas do ensino básico, o Pentágono decidiu estender a diretriz às academias militares. A remoção ocorreu dias antes da visita de Hegseth à instituição, mas o governo nega ligação direta entre os fatos.</p>



<p>Um oficial anônimo revelou à Associated Press que a academia foi orientada &#8220;no fim da semana passada&#8221; a conduzir a revisão. &#8220;Não está claro se a ordem partiu diretamente de Hegseth ou de sua equipe&#8221;, disse a fonte.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Críticas: censura e apagamento histórico</strong></h3>



<p>A medida gerou reações de parlamentares e defensores da liberdade acadêmica, que acusam o governo de censura e perseguição ideológica. Servidores do Departamento de Defesa relataram à AP desconforto com o rigor da campanha, argumentando que a exclusão de obras históricas pode prejudicar a formação dos cadetes e apagar contribuições de minorias.</p>



<p>Entre os livros vetados estão temas historicamente alvos de governos autoritários, como sexualidade, direitos das mulheres e violência racial. Há ainda obras sobre a Ku Klux Klan, a condição feminina em países islâmicos e representações de raça e gênero na arte.</p>



<p>O Pentágono, no entanto, mantém a posição. Em nota, o Departamento de Defesa afirmou que as academias militares estão &#8220;comprometidas em executar e implementar os decretos do presidente&#8221;.</p>
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