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	<title>Arquivos google - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Google retira eventos culturais como Mês da História Negra e Orgulho LGBTQIA+ de calendário padrão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 13:01:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Google retirou eventos culturais como o M&#234;s da Hist&#243;ria Negra, celebrado em fevereiro e que homenageia a hist&#243;ria dos afro-americanos, e o M&#234;s do Orgulho LGBTQIA+ da lista de feriados e comemora&#231;&#245;es nacionais padr&#227;o exibidos no Google Agenda. A mudan&#231;a, que afeta tamb&#233;m o M&#234;s da Hist&#243;ria das Mulheres, o Dia da Mem&#243;ria do [&#8230;]</p>
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<p>O Google retirou eventos culturais como o<strong> Mês da História Negra</strong>, celebrado em fevereiro e que homenageia a história dos afro-americanos, e o Mês do Orgulho LGBTQIA+ da lista de feriados e comemorações nacionais padrão exibidos no Google Agenda. A mudança, que afeta também o Mês da História das Mulheres, o Dia da Memória do Holocausto, o Mês Nacional da Herança Hispânica e o Mês dos Povos Indígenas, foi implementada em meados de 2024, mas só agora começou a ser notada publicamente.</p>



<p>A gigante da tecnologia justificou a decisão afirmando que manter manualmente centenas de eventos culturais em escala global não seria &#8220;escalável nem sustentável&#8221;. Em comunicado à agência <em>Associated Press</em>, o Google explicou que, a partir de 2024, passou a exibir apenas feriados e datas comemorativas nacionais fornecidas pelo site timeanddate.com, permitindo que os usuários adicionem manualmente outros eventos importantes.</p>



<p>Ainda não está claro por que as alterações no Google Agenda estão sendo notadas apenas agora, mas a decisão já gera debates sobre o papel das grandes empresas na promoção da conscientização cultural e histórica. Críticos argumentam que a remoção desses eventos do calendário padrão pode diminuir a visibilidade de causas importantes.</p>



<p>Apesar da explicação, a mudança ocorre em um momento em que empresas de tecnologia têm reduzido publicamente seu compromisso com iniciativas de diversidade, equidade e inclusão (DEI). Nos Estados Unidos, o tema ganhou destaque após o ex-presidente <strong>Donald Trump</strong> emitir, em seu primeiro dia no cargo, uma ordem executiva que encerrava programas e políticas de DEI no governo federal.</p>



<p>O Google não divulgou uma lista completa dos eventos removidos, mas a medida afeta principalmente celebrações que destacam a história e as contribuições de grupos minoritários. A empresa não comentou se planeja revisar a decisão ou oferecer alternativas para garantir que esses eventos continuem acessíveis aos usuários.</p>



<p>Enquanto isso, organizações e ativistas têm incentivado o público a adicionar manualmente essas datas ao Google Agenda, ressaltando a importância de manter viva a memória e a celebração de lutas e conquistas históricas.</p>
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		<title>Google anuncia fim de metas de diversidade em meio a decisões da era Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 11:41:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[DEI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Google, empresa pertencente &#224; gigante de tecnologia Alphabet, emitiu um comunicado afirmando que n&#227;o buscar&#225; mais formalmente melhorar a diversidade de sua for&#231;a de trabalho. A decis&#227;o marca mais um passo no recuo do Vale do Sil&#237;cio em rela&#231;&#227;o a iniciativas de diversidade, equidade e inclus&#227;o (DEI), que s&#227;o constantemente atacadas pelo atual presidente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Google, empresa pertencente à gigante de tecnologia Alphabet, emitiu um comunicado afirmando que não buscará mais formalmente melhorar a diversidade de sua força de trabalho. A decisão marca mais um passo no recuo do Vale do Silício em relação a iniciativas de diversidade, equidade e inclusão (DEI), que são constantemente atacadas pelo atual presidente dos EUA, <strong>Donald Trump</strong>.</p>
<p>Em uma nota interna enviada aos funcionários, o Google afirmou que está revisando seus programas e que não terá mais &#8220;metas ambiciosas&#8221; relacionadas à representação: &#8220;Em 2020, definimos metas de contratação ambiciosas e nos concentramos em expandir nossos escritórios fora da Califórnia e Nova York para melhorar a representação&#8221;, disse <strong>Fiona Cicconi</strong>, diretora de pessoal da Alphabet, em um e-mail enviado à equipe na quarta-feira (5), de acordo com a agência Reuters, &#8220;&#8230;mas no futuro não teremos mais metas ambiciosas&#8221;, afirmava o texto do e-mail.</p>
<p>A gigante da tecnologia também afirmou em comunicado publicado pela Bloomberg que as mudanças acontecem &#8220;após recentes decisões judiciais&#8221;, se referindo às ordem administrativas emitidas por Trump que proíbem políticas de DE&amp;I: “Como contratante federal, nossas equipes também estão avaliando as mudanças possíveis após recentes decisões judiciais e ordens executivas sobre esse tema.”</p>
<p>A decisão do Google ocorre em um contexto de pressão política e legal contra iniciativas de DEI. Ao assumir seu mandato, Trump deixou claro seu objetivo de eliminar tais programas tanto no setor corporativo quanto no serviço público federal dos Estados Unidos. Ele chegou a pedir que agências governamentais identificassem empresas e organizações que deveriam ser investigadas por práticas consideradas &#8220;ilegais de DEI&#8221;.</p>
<p>Além disso, empresas têm revisado seus programas de diversidade para se protegerem de desafios legais, especialmente após a decisão da Suprema Corte dos EUA em 2023, que limitou o uso de ações afirmativas em processos de admissão universitária. Outras grandes corporações, como Amazon, Meta e Walmart, também reduziram suas iniciativas de DEI nos últimos meses.</p>
<p>A Alphabet, controladora do Google, enfrenta ainda uma proposta de acionistas do estado de Oklahoma que busca acabar com programas de DEI na empresa. O estado tem usado sua influência como investidor para pressionar corporações a abandonarem tais iniciativas.</p>
<p>A mudança no Google é particularmente significativa no Vale do Silício, região conhecida por ser um bastião de ideais liberais e progressistas. Recentemente, a empresa também alterou seus princípios de inteligência artificial, removendo uma passagem que prometia evitar o uso de IA em aplicações ambientais, como armas, segundo a Bloomberg.</p>
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		<title>Rebeca Andrade destacou-se como a personalidade mais buscada pelos brasileiros no Google em 2024</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/rebeca-andrade-destacou-se-como-a-personalidade-mais-buscada-pelos-brasileiros-no-google-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 13:50:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Buscas]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Rebeca Andrade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A retrospectiva das buscas no Google em 2024 revelou Rebeca Andrade como a personalidade mais procurada pelos brasileiros ao longo do ano. A ginasta, que brilhou nas Olimp&#237;adas de Paris, se tornando a maior medalhista brasileira de jogos ol&#237;mpicos ao conquistar quatro medalhas na competi&#231;&#227;o deste ano somando um total de seis medalhas ol&#237;mpicas conquistadas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A retrospectiva das buscas no <strong>Google</strong> em 2024 revelou <strong>Rebeca Andrade </strong>como a personalidade mais procurada pelos brasileiros ao longo do ano. A ginasta, que brilhou nas Olimpíadas de Paris, se tornando a maior medalhista brasileira de jogos olímpicos ao conquistar quatro medalhas na competição deste ano somando um total de seis medalhas olímpicas conquistadas na carreira.</p>



<p>Além do destaque de Rebeca, a atleta norte-americana, <strong>Simone Biles</strong>, principal oponente da brasileira, também esteve na lista das personalidades mais buscadas na plataforma. O levantamento também apontou a paixão nacional pelo futebol, que impulsionou buscas relacionadas à Copa América, Eurocopa e Copa do Brasil. O esporte esteve no centro das atenções ao lado de eventos como as eleições municipais e os desastres climáticos que marcaram o ano, incluindo inundações que atingiram o Rio Grande do Sul e a onda de calor excessivo no país.</p>



<p>No universo da cultura pop, os brasileiros acompanharam de perto o sucesso de <em>Divertida Mente 2</em>, o destaque nacional de <em>Ainda Estou Aqui</em> – que disputa uma vaga no Oscar –, e shows de grandes artistas como <strong>Madonna</strong>, <strong>Bruno Mars</strong> e <strong>Caetano &amp; Bethânia</strong>. Entre as músicas, &#8220;Só Fé&#8221;, do cantor Grelo, foi a mais buscada e viralizou nas redes sociais. Já entre os podcasts mais buscados, o &#8216;Não Inviabilize&#8217;, criado e apresentado por <strong>Déia Freitas</strong> se destacou.</p>



<p>Nas séries, produções inspiradas em games e doramas dominaram as pesquisas, refletindo o gosto diversificado do público por entretenimento. Já no campo das dúvidas, a pergunta mais feita foi “o que é mpox?”, acompanhando discussões de saúde que marcaram o ano.</p>



<p>Outro momento de grande comoção para os brasileiros foi a morte do apresentador <strong>Silvio Santos</strong>, em agosto deste ano, que liderou as buscas, além do músico, vocalista do grupo Molejo, <strong>Anderson Leonardo</strong>, falecido em abril. O nome do ex-ministro dos Direitos Humanos e Cidadania, <strong>Silvio Almeida</strong>, também ficou entre os mais buscados entre os nomes relacionados às tendências de Política. </p>
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		<title>Novo recurso do Google conecta vítimas de violência doméstica a ajuda imediata</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/novo-recurso-do-google-conecta-vitimas-de-violencia-domestica-a-ajuda-imediata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 21:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
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		<category><![CDATA[Violência contra a mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Violência domestica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (10), Dia Nacional de Luta contra a Viol&#234;ncia &#224; Mulher, o Google lan&#231;ou uma nova funcionalidade em sua ferramenta de busca para facilitar o acesso a servi&#231;os de apoio &#224;s v&#237;timas de viol&#234;ncia dom&#233;stica. Agora, ao pesquisar por termos como &#8220;ajuda viol&#234;ncia dom&#233;stica&#8221; ou &#8220;ajuda viol&#234;ncia contra mulher&#8220;, os usu&#225;rios s&#227;o direcionados a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nesta quarta-feira (10), <strong>Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher</strong>, o Google lançou uma nova funcionalidade em sua ferramenta de busca para facilitar o acesso a serviços de apoio às vítimas de violência doméstica. Agora, ao pesquisar por termos como <strong>&#8220;ajuda violência doméstica</strong>&#8221; ou <strong>&#8220;ajuda violência contra mulher</strong>&#8220;, os usuários são direcionados a canais de atendimento como o Ligue 180 e o Centro de Valorização da Vida (CVV), ambos disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana.</p>



<p>Desenvolvida em parceria com o Ministério das Mulheres e o CVV, a iniciativa visa conectar rapidamente vítimas de violência ou pessoas em situação de risco a serviços especializados. O Ligue 180 oferece informações sobre direitos, registro de denúncias e encaminhamento para serviços de apoio, enquanto o CVV proporciona suporte emocional sigiloso por telefone, chat online e e-mail.</p>



<p>&#8220;A violência doméstica é um problema social grave que exige uma resposta coletiva. No Google, continuamos a trabalhar para tornar essas ferramentas acessíveis no Brasil e em outros países onde atuamos&#8221;, destacou Luisa Phebo, líder de Parcerias Estratégicas de Impacto Social do Google na América Latina. &#8220;Nossa missão é garantir que as vítimas encontrem ajuda de forma rápida e eficaz.&#8221;</p>



<p>O reforço no combate à violência contra a mulher também foi sublinhado por Ellen dos Santos Costa, coordenadora-geral do Ligue 180: &#8220;O Google é um parceiro estratégico na ampliação da divulgação do Ligue 180. Essa nova funcionalidade é um grande avanço na prevenção da violência e no combate à desinformação, com informações verificadas no topo das buscas.&#8221;</p>



<p>A ferramenta, disponível em países como Índia, México, Argentina e Austrália, não apenas amplia o acesso a esses serviços, como também assegura que os dados apresentados sejam confiáveis, provenientes de fontes oficiais e parcerias de qualidade. Além das informações sobre o Ligue 180, a busca no Google inclui dados sobre linhas de apoio à prevenção do suicídio e canais de denúncia de abuso sexual infantil.</p>



<p>Para o Ministério das Mulheres, esse novo recurso é essencial para que mulheres em situação de violência, assim como seus familiares, saibam onde e como procurar ajuda de forma ágil e segura.</p>
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		<title>Google suspende ferramenta de IA após imagens geradas com pessoas negras como soldados nazistas e outros erros raciais</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/google-suspende-ferramenta-de-ia-apos-imagens-geradas-com-pessoas-negras-como-soldados-nazistas-e-outros-erros-raciais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 18:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Gemini]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Google suspendeu temporariamente a cria&#231;&#227;o de imagens de pessoas pela intelig&#234;ncia artificial (IA) do Gemini, ap&#243;s relatos de erros em representa&#231;&#245;es raciais e hist&#243;ricas nos conte&#250;dos. A informa&#231;&#227;o foi confirmada na &#250;ltima sexta-feira (23). Em atividade desde o in&#237;cio de fevereiro, quando a tecnologia ainda se chamava Bard, a ferramenta do Google cria imagens [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>Google </strong>suspendeu temporariamente a criação de imagens de pessoas pela <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/deputada-denuncia-racismo-algoritmico-apos-ia-associar-imagem-de-mulher-negra-ao-uso-de-armas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial (IA)</a></strong> do <strong>Gemini</strong>, após relatos de erros em representações raciais e históricas nos conteúdos. A informação foi confirmada na última sexta-feira (23). </p>



<p>Em atividade desde o início de fevereiro, quando a tecnologia ainda se chamava <strong>Bard</strong>, a ferramenta do Google cria imagens a partir das descrições de textos, feitas por usuários. No entanto, foram relatadas diversas imprecisões nos materiais gerados. </p>



<p>Um dos mais polêmicos, por exemplo, foi uma solicitação de imagens de soldados alemães nazistas em 1943. Um usuário mostrou que a resposta do Gemini foi com representações de homens negros e uma mulher asiática. Em outra situação, a ferramenta gerou imagens de pessoas negras e indígenas como “<strong>Pais Fundadores</strong>” (Founding Fathers) dos Estados Unidos, sendo que são todos homens brancos. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">This is not good. <a href="https://twitter.com/hashtag/googlegemini?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#googlegemini</a> <a href="https://t.co/LFjKbSSaG2">pic.twitter.com/LFjKbSSaG2</a></p>&mdash; LINK IN BIO (@__Link_In_Bio__) <a href="https://twitter.com/__Link_In_Bio__/status/1760066875583816003?ref_src=twsrc%5Etfw">February 20, 2024</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Still real real broke <a href="https://t.co/FrPBrYi47v">pic.twitter.com/FrPBrYi47v</a></p>&mdash; LINK IN BIO (@__Link_In_Bio__) <a href="https://twitter.com/__Link_In_Bio__/status/1760381145882177923?ref_src=twsrc%5Etfw">February 21, 2024</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p>“Reconhecemos o erro e pausamos temporariamente a geração de imagens de pessoas no Gemini enquanto trabalhamos em uma versão melhorada”, afirmou o Google no X (antigo Twitter).</p>



<p>Segundo a gigante da tecnologia, a sua IA generativa sofre com “alucinações”, fenômeno comum que pode afetar ferramentas. Deste modo, o robô acaba gerando respostas sem sentido, tendenciosas ou imprecisas. </p>



<p>A companhia também contou que os ajustes falharam, não levando em consideração as situações nas quais não deveriam mostrar aquela terminada gama e o gerador teria se tornado “mais cauteloso”, recusando-se a responder certas solicitações.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">&quot;Can you generate images of the Founding Fathers?&quot; It&#39;s a difficult question for Gemini, Google&#39;s DEI-powered AI tool.<br><br>Ironically, asking for more historically accurate images made the results even more historically inaccurate. <a href="https://t.co/LtbuIWsHSU">pic.twitter.com/LtbuIWsHSU</a></p>&mdash; Mike Wacker (@m_wacker) <a href="https://twitter.com/m_wacker/status/1760343402665726148?ref_src=twsrc%5Etfw">February 21, 2024</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p>No entanto, a equipe afirma que o Gemini é capaz de fazer as melhores avaliações de segurança de uma IA já criada por eles, e que o objetivo é evitar conteúdo violento ou estereotipado. Logo, o Google garantiu melhorias no sistema e anunciou que haverá novos testes extensivos antes de estar disponível novamente. </p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/google-suspende-ferramenta-de-ia-apos-imagens-geradas-com-pessoas-negras-como-soldados-nazistas-e-outros-erros-raciais/">Google suspende ferramenta de IA após imagens geradas com pessoas negras como soldados nazistas e outros erros raciais</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ministério da Igualdade Racial e Google formalizam parceria para apoiar pesquisa sobre racismo na internet</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/ministerio-da-igualdade-racial-e-google-formalizam-parceria-para-apoiar-pesquisa-sobre-racismo-na-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 19:02:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[edital]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Igualdade Racial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Google anunciou que ir&#225; investir R$ 1 milh&#227;o para a cria&#231;&#227;o de um projeto, em parceria com o Minist&#233;rio da Igualdade Racial, para apoiar programadores negros e negras e institui&#231;&#245;es que pesquisam racismo na internet e discurso de &#243;dio on-line, nesta ter&#231;a-feira (6). Foi estabelecido um grupo de trabalho entre Minist&#233;rio e Google para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Google</strong> anunciou que irá investir R$ 1 milhão para a criação de um projeto, em parceria com o Ministério da Igualdade Racial, para apoiar programadores negros e negras e instituições que pesquisam racismo na internet e discurso de ódio on-line, nesta terça-feira (6). Foi estabelecido um grupo de trabalho entre Ministério e Google para moderação de conteúdos racistas nas plataformas da empresa , como o Youtube. A empresa também informou sobre outras iniciativas diretas de combate ao racismo, com apoio a pesquisas e suporte a negócios liderados por pessoas negras, por exemplo.</p>
<p><span style="color: #ffff00;"><a style="color: #ffff00;" href="https://mundonegro.inf.br/ministerio-da-igualdade-racial-propoe-medidas-antirracistas-ao-google-apos-repercussao-do-jogo-simulador-de-escravos/"><strong>O encontro entre as equipes, se deu após o caso do aplicativo que simulava práticas da escravidão que estava disponível na loja online da plataforma.</strong> </a></span>Durante a reunião, a ministra Anielle Franco abordou a necessidade da moderação e exclusão de conteúdos racistas, da desinformação e de discursos de ódio que veiculam na internet, a responsabilidade das plataformas digitais na perpetuação destes conteúdos, e questionou sobre políticas e protocolos de moderação de desinformação a nível global.</p>
<p>“É fundamental termos uma colaboração entre governo e iniciativa privada pra combate ao racismo e o discurso de ódio. O ambiente virtual, hoje, é onde mais se prolifera esse tipo de conteúdo e as grandes empresas de tecnologia têm responsabilidade nesta moderação. Já nos reunimos com a Meta e hoje foi com o Google, vamos continuar nos reunindo com mais plataformas”, afirma Anielle.</p>
<p>Em maio, a web descobriu um jogo racista que simula a escravidão no Play Store, plataforma de aplicativos do Google. Nele, o jogador é dono de escravos e tem o poder de omprar, vender e até torturar negros escravizados. O jogo só foi removido após a repercussão.</p>
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		<title>Jorge Lafond ganha homenagem em doodle do Google</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/jorge-lafond-ganha-homenagem-em-doodle-do-google/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 13:46:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Lafond]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje (29), o doodle do Google est&#225; fazendo uma homenagem para o ator e humorista Jorge Lafond, que completaria 71 anos nesta quarta-feira. Lafond ficou conhecido pela personagem &#8220;Vera Ver&#227;o&#8221;, interpretada no programa humor&#237;stico &#8220;A Pra&#231;a &#233; Nossa&#8221;, transmitido pelo SBT.&#160; Lafond faleceu em 2003, em S&#227;o Paulo, quando tinha 50 anos, depois de sofrer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje (29), o doodle do Google está fazendo uma homenagem para o ator e humorista Jorge Lafond, que completaria 71 anos nesta quarta-feira. Lafond ficou conhecido pela personagem “Vera Verão”, interpretada no programa humorístico “A Praça é Nossa”, transmitido pelo SBT.&nbsp;</p>



<p>Lafond faleceu em 2003, em São Paulo, quando tinha 50 anos, depois de sofrer problemas cardíacos. O ator interpretou o personagem icônico entre o fim dos anos de 1990 e o começo dos anos 2000, tornando-se uma referência negra na televisão brasileira.</p>



<p>No início deste ano, em janeiro, o espetáculo  “JORGE pra sempre VERÃO”, dirigido pelo ator e diretor Rodrigo França,  estreou no Sesc Santana, em São Paulo. A produção apresenta uma ficção desenvolvida sobre uma história verídica: a da relação que, devido ao preconceito, deixou de existir entre Jorge Lafond e a prima Aline.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/hali-fotos-de-capa-98-1024x576-1.png" alt="" class="wp-image-63199" width="823" height="463" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/hali-fotos-de-capa-98-1024x576-1.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/hali-fotos-de-capa-98-1024x576-1-300x169.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/hali-fotos-de-capa-98-1024x576-1-150x84.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/hali-fotos-de-capa-98-1024x576-1-768x432.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/hali-fotos-de-capa-98-1024x576-1-696x392.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/03/hali-fotos-de-capa-98-1024x576-1-747x420.png 747w" sizes="(max-width: 823px) 100vw, 823px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução</figcaption></figure>
</div>


<p>Na peça, escrita e produzida por Aline Mohamad e com texto teatral desenvolvido em parceria com Diego do Subúrbio, a atriz Aretha Sadick interpreta Vera Verão, Alexandre Mitre dá vida a Lafond e Noemia Oliveira faz o papel da prima Aline. </p>
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		<title>Enedina Alves Marques, a primeira engenheira negra no Brasil, é homenageada pelo Google</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/enedina-alves-marques-a-primeira-engenheira-negra-no-brasil-e-homenageada-pelo-google/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2023 15:33:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Enedina Alves Marques]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Google Doodle de hoje (13), est&#225; homenageando a paranaense Enedina Alves Marques, a primeira engenheira negra no Brasil. Se estivesse viva, ela completaria 110 anos nesta sexta-feira.&#160; Filha de um lavrador e uma empregada dom&#233;stica, Enedina foi alfabetizada aos 12 anos e se formou em engenharia civil em 1945, na Universidade Federal do Paran&#225; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>Google Doodle</strong> de hoje (13), está homenageando a paranaense<strong> Enedina Alves Marques</strong>, a primeira engenheira negra no Brasil. Se estivesse viva, ela completaria 110 anos nesta sexta-feira. </p>



<p>Filha de um lavrador e uma empregada doméstica, Enedina foi alfabetizada aos 12 anos e se formou em engenharia civil em 1945, na Universidade Federal do Paraná (UFPR), se tornando a primeira brasileira negra a se formar na área no país.</p>



<p>Nascida em Curitiba, a engenheira trabalhou da infância até a faculdade em casas de elite como babá e empregada doméstica, assim como sua mãe.</p>



<p>Quando se formou, aos 32 anos, começou a trabalhar na Secretaria de Viação Obras Públicas do Paraná. Com diversas obras publicadas, uma das mais importantes, é o levantamento topográfico da Usina Hidrelétrica Capivari-Cachoeira, a maior central hidrelétrica subterrânea do sul do Brasil.</p>



<p>A engenheira também já recebeu diversas homenagens. No Paraná, o nome da Enedina foi inscrito junto com o de outras 53 brasileiras no Monumento à Mulher. Em 2006, na cidade de Maringá, foi fundado o Instituto de Mulheres Negras Enedina Alves Marques. O seu nome também foi colocado na placa do prédio administrativo do Setor de Tecnologia da UFPR, além de nomear um bairro de Curitiba.</p>



<p>Sem parentes próximos, Enedina sofreu um infarto e morreu em agosto de 1981 na sua casa. O corpo foi encontrado cerca de sete dias depois pelo porteiro do prédio. </p>



<p></p>
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		<title>Google Brasil abre canais de contratação para profissionais negros em tecnologia e negócios</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/google-brasil-abre-canais-de-contratacao-para-profissionais-negros-em-tecnologia-e-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Anthunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2022 20:12:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[emprego para negros]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Google Brasil anunciou nesta quarta-feira, 2 de mar&#231;o, novidades para contrata&#231;&#227;o de colaboradores no pa&#237;s. A partir de agora, as pessoas candidatas que se auto-identificarem como pretas e pardas poder&#227;o aplicar para vagas identificadas como&#160;Inclus&#227;o da Comunidade Negra. &#8220;Temos o compromisso global&#160;de tornar o Google uma empresa cada vez mais representativa e diversa. Por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Google Brasil anunciou nesta quarta-feira, 2 de março, novidades para contratação de colaboradores no país. A partir de agora, as pessoas candidatas que se auto-identificarem como pretas e pardas poderão aplicar para vagas identificadas como <strong>Inclusão da Comunidade Negra</strong>.</p>



<p><em>&#8220;Temos o compromisso global de tornar o Google uma empresa cada vez mais representativa e diversa. Por isso, seguiremos com nossos esforços de contratação de pessoas da comunidade negra, disponibilizando canais dedicados de inscrição nas áreas de engenharia e de negócios&#8221;</em>, afirma <strong>Lisiane Lemos</strong>, gerente de programas de Recrutamento em Diversidade, Equidade e Inclusão do Google para América Latina. <em>&#8220;Acreditamos que o investimento em equidade racial e em inclusão no mercado de trabalho é urgente e deve ser responsabilidade de todas as organizações. Além disso, temos certeza que a representatividade de nossa força de trabalho permite criar produtos mais úteis para todas as pessoas.&#8221;</em></p>



<p>Para se candidatar a estas vagas, o processo é simples: basta visitar a página de Carreiras da empresa e buscar por vagas identificadas com o complemento &#8220;<strong>Black Community Inclusion&#8221;</strong> (Inclusão da Comunidade Negra, na tradução livre). A iniciativa começou a ser testada no fim do ano passado com posições na área de Engenharia de Software. De acordo com a empresa, ao longo de 2022, mais oportunidades focadas em pessoas negras serão abertas gradualmente nas áreas de tecnologia e de negócios. Atualmente, já há canais dedicados para posições em Engenharia de Software, Google Cloud e área de Negócios. Os contratados poderão trabalhar no modelo híbrido, no qual a maioria dos funcionários fica três dias no escritório e dois dias trabalhando remotamente. Dependendo da função, também é possível se candidatar a vagas 100% remotas.</p>



<p>Atualmente, quem tiver interesse em saber mais sobre o processo seletivo do Google pode acessar este <a href="https://agenciaenvios.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRmNhcmVlcnMuZ29vZ2xlLmNvbSUyRmhvdy13ZS1oaXJlJTJGOjM1ODYxOTMzOTM6cGF1dGFzQG11bmRvbmVncm8uaW5mLmJyOmU3ZWI3Mw==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a>, já os canais dedicados para a comunidade negra podem ser encontrados na <a href="https://agenciaenvios.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRmNhcmVlcnMuZ29vZ2xlLmNvbSUyRmpvYnMlMkZyZXN1bHRzJTJGJTNGY29tcGFueSUzREdvb2dsZSUyNmNvbXBhbnklM0RZb3VUdWJlJTI2amRwJTNEUEFTVF9NT05USCUyNmpsZCUzRDEwJTI2amxvJTNEZW5fVVMlMjZsb2NhdGlvbiUzRC0xNC4yMzUwMDQlMjUzQS01MS45MjUyNzk5OTk5OTk5OSUyNTNBQnJhc2lsJTI1M0FCUiUyNTNBJTI1M0EyMDg3LjA0MTU0NDUzNTIyMDUlMjUzQUNPVU5UUlklMjUzQSUyNTNBJTI1M0ElMjUzQSUyNTNBJTI1M0ElMjUzQSUyNTNBJTI1M0ElMjUzQSUyNTNBJTI1M0ElMjUzQSUyNTNBJTI2bG9jYXRpb24lM0RCcmF6aWwlMjZxJTNEYmxhY2slMjUyMGluY2x1c2lvbiUyNnNvcnRfYnklM0RkYXRlJTI2dXRtX2NhbXBhaWduJTNERGl2dWxnYSUyNUMzJTI1QTclMjVDMyUyNUEzbyUyNTIwMTAwJTI1MjB2YWdhcyUyNnV0bV9pZCUzRDI4ODM2ODU3OCUyNnV0bV9zb3VyY2UlM0RTaXRlJTI1MjBjYXJyZWlyYXMlMjUyMEJSOjM1ODYxOTMzOTM6cGF1dGFzQG11bmRvbmVncm8uaW5mLmJyOmJlMzVmMg==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">página de carreiras</a>.</p>
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		<title>Google oferece treinamento gratuito em marketing digital com foco em publicitários negros</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/abre-inscricoes-para-o-blackchain-programa-de-mentorias-para-profissionais-negros-publicitarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rakeche Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2021 18:35:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Curso]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[representatividade negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em busca de apoiar empreendedores e profissionais negros que querem melhorar seus conhecimentos sobre publicidade no mundo digital, o Google abre inscri&#231;&#245;es para a s&#233;tima edi&#231;&#227;o do Black Ads Academy, programa de treinamento em marketing digital com foco em aumentar a representatividade negra na &#225;rea. Pela segunda vez, as sess&#245;es ser&#227;o oferecidas em formato on-line, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em busca de apoiar empreendedores e profissionais negros que querem melhorar seus conhecimentos sobre publicidade no mundo digital, o Google abre inscrições para a sétima edição do Black Ads Academy, programa de treinamento em marketing digital com foco em aumentar a representatividade negra na área. <br></p>



<p>Pela segunda vez, as sessões serão oferecidas em formato on-line, permitindo que pessoas de qualquer local do Brasil participem. Complementar ao Black Ads Academy, o Blackchain é um novo programa lançado este ano pelo Google para promover educação, networking e mentorias entre profissionais negros de agências.</p>



<p>Ambas as iniciativas têm o objetivo de oferecer oportunidades de capacitação para pessoas negras no mercado digital e de publicidade, além de desenvolverem a liderança e outras habilidades requisitadas na área.&nbsp;</p>



<p>“Queremos valorizar a criatividade, inovação e esforço de profissionais e empreendedores negros e negras, que lutam todos os dias para manter e desenvolver seus negócios e carreiras, sobretudo nesse momento de incertezas”, explica Christiane Silva Pinto, gerente de marketing de produto do Google Brasil e fundadora do AfroGooglers &#8211; comitê responsável por promover diversidade racial e inclusão no Google Brasil.</p>



<p>Os interessados em participar do Black Ads Academy poderão se inscrever por meio do <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf5X0q0BMly5_WAFIQWUyhqS_d3wPP8oIsEqqYEdAgH_5haMw/viewform">formulário</a> até 23 de setembro. Já as inscrições para o Black Data Academy – que irão até 14 de setembro – podem ser realizadas por meio do <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdDtz0xyuXZeqnagRKmzn95z-nSnlp6ZEB7yytXZNPNaeAq5w/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener">formulário</a>. Para conhecer todas as iniciativas do Google, acesse o Blog do Google Brasil.</p>
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