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	<title>Arquivos google news initiative - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Google forma 1ª turma do GNI Startup Lab, programa de aceleração de startup jornalísticas no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 04:23:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[google news initiative]]></category>
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		<category><![CDATA[jornalismo negro]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia 7 de maio, chegou ao fim a participação das dez <strong>startups</strong> da primeira edição do programa de aceleração de negócios jornalísticos da<strong> Google News Initiative (GNI)</strong> no Brasil. O projeto teve início em outubro de 2020, totalizando  20 semanas de imersão e contou com a participação de veículos de mídia comprometidos com um jornalismo de qualidade, como <strong>Agência BORI</strong>, <strong>Agência Tatu</strong>,<strong> Alma Preta</strong>, <strong>AzMina</strong>, <strong>Fervura</strong>, <strong>São Paulo para Crianças</strong>, <strong>Galápagos</strong>, <strong>Núcleo Jornalismo</strong>, <strong>MyNews </strong>e <strong>Ponte Jornalismo</strong>. Durante a última semana do projeto, nos dias 4 e 5 de maio, os veículos pariticipantes cumpriram a última etapa do programa, composta de um dia para demonstração de projetos de negócios para investidores e representantes de fundos de investimento.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/0oLtE55GnKSfvz63LKuXKA9MizNVhfNmsxF2AWOE-cO8kQBIQz2KzPkVbF8UaKOW4R6W6Hk1e1JoRiHvbp05OKLattiZJSLsoAuU2w=h852" alt="" /><figcaption>Imagem: Google Initiative</figcaption></figure>



<p><br></p>



<p>A iniciativa abriu espaço para novas possibilidades no mercado nacional de comunicação, em um nicho pouco explorado por ações voltadas a impulsionar o empreendedorismo. A partir de conceitos já aplicados no&nbsp;<strong>Google for Startups</strong>&nbsp;, as empresas receberam recursos de até US﹩ 20.000 em financiamento, além de mentoria, treinamento e workshops sobre estratégia, produto, modelo de negócios, vendas e marketing, construção de comunidade e captação de recursos.<br>A ideia era que os empreendedores dessas startups pensassem no jornalismo como um produto, assim podendo potencializar as possibilidades de alcance de suas marcas. A pandemia do novo coronavírus afetou a indústria jornalística de maneira pesada, levando muitas empresas do setor a reduzir drasticamente despesas e pessoal. Uma das metas do GNI é manter o ecossistema de jornalismo em um patamar que não seja apenas o da sobrevivência, mas de sucesso, através de modelos de negócios e formatos narrativos inovadores. &#8220;O&nbsp;GNI Startup Lab&nbsp;incentivou os empreendedores a analisar suas empresas de outro ponto de vista, visando entender o potencial de suas ofertas atuais e descobrir como criar novas vias de receita para estabelecer, estrategicamente, modelos de negócios financeiramente mais sustentáveis, explicou Fabiana Zanni, coordenadora do GNI no Brasil.<br></p>



<p>Para que os gestores conseguissem repensar a oferta do jornalismo como um produto, foram desafiados a repensar metodologias e abordagens, encontrando maneiras sistemáticas para pensar o jornalismo por esse outro viés, usando estatégias de marketing como mapear a concorrência e a audiência para que se adaptem de maneira mais pragmática de acordo com o envolvimento com os consumidores. Tudo isso acompanhado por especialistas do Google em parceria com o&nbsp;Instituto de Estudo e Pesquisa (Insper)&nbsp;e a renomada escola de inovação, Echos&nbsp;.<br></p>



<p>Os veículos escolhidos tem como características o olhar da diversidade sobre a comunicação. São portais e agências que representam parcelas da população costumeiramente invisibilizadas por parte dos meios de comunicação tradicionais. Por exemplo, O AzMina, une comunicação, tecnologia e jornalismo para combater a desigualdade de gênero. O portal lidera campanhas de conscientização sobre desigualdade e violência e lançou, recentemente, o app PenhaS para combater a violência contra a mulher por meio da informação, criação de redes de apoio e produção de provas, enquanto que o Alma Preta e o Ponte Jornalismo são especializados, respectivamente, nos debates sobre conflitos raciais e na cobertura de pautas relacionadas aos Direitos Humanos.<br></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/Pe9GJgSPPo2mYXj-awoCrG-lrDm1r9urkZ0TLtvEjHmPmQ3U-bu0wE2yuWG2L1wkXjJEWpVnfWDnFcQLD15xuXN1oVyX5VVhDAf2NQ=h852" alt="" /><figcaption>Imagem: Google News Initiative</figcaption></figure>



<p>Essas iniciativas, muitas vezes chamada de &#8220;mídia alternativa&#8221;, tem tido cada vez mais importância para pautar os debates públicos, tendo como seus idealizadores, indivíduos que viveram na pele demandas marginalizadas.&#8221;A sociedade ganha uma pluralidade maior de vozes. Vale destacar que esse interesse em fomentar diversidade e inclusão nos programas que nós temos é padrão em todo a GNI. É uma das propostas centrais. Temos uma preocupação grande com esse tema e a atenção redobrada para não deixar de fora iniciativas que, historicamente, tenham menos oportunidades de alcançar seus públicos no ecossistema de notícias&#8221;, acrescentou Zanni.<br>Segundo dados do GNI, 50% dos veículos participantes do projeto foram fundados por mulheres e um terço por negros. Os representantes de são oriundos de São Paulo, Rio de Janeiro, Alagoas, Paraná e Espírito Santo, englobando três regiões do país..<br>. </p>



<p>A próxima edição do GNI será lançada na América Latina com foco em empreendedores hispanoamericanos.</p>
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