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	<title>Arquivos Gabi de Pretas - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 22 Aug 2025 07:35:37 +0000</lastBuildDate>
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		<title>“A gente aprende ouvindo”: Gabi Oliveira revisita estética, rede de apoio e autonomia em conversa com Fátima Bernardes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2025 04:29:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[fatima bernardes]]></category>
		<category><![CDATA[Gabi de Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Gabi Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gabi Oliveira, uma influenciadora que se destaca por sua &#8220;maturidade, intelig&#234;ncia e consci&#234;ncia do papel&#8221; de comunicadora, compartilhou com F&#225;tima Bernardes suas profundas reflex&#245;es sobre a est&#233;tica da mulher negra, o poder da internet, a maternidade solo e a import&#226;ncia de uma rede de apoio. Com mais de 600 mil seguidores em uma &#250;nica rede [&#8230;]</p>
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<p><strong>Gabi Oliveira</strong>, uma influenciadora que se destaca por sua “maturidade, inteligência e consciência do papel” de comunicadora, compartilhou com Fátima Bernardes suas profundas reflexões sobre a estética da mulher negra, o poder da internet, a maternidade solo e a importância de uma rede de apoio. Com mais de 600 mil seguidores em uma única rede social, Gabi, de 33 anos, aborda suas vivências “com muita naturalidade” e “muita verdade”, características que Fátima Bernardes admira.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A Jornada de “Gabi de Pretas”: Despertar para a Estética e Identidade Negra</strong></h3>



<p>A entrada de Gabi Oliveira no universo digital, em 2015, foi motivada por uma questão pessoal e uma percepção de injustiça. O nome “Gabi de Pretas” surgiu de forma “básica” por não ser “muito criativa” na época, mas logo se tornou um marco em seu propósito. Sua transição capilar durante a universidade foi o ponto de partida para aprofundar a discussão sobre a estética da mulher negra, percebendo que “a conversa não terminava no cabelo”. As mulheres questionavam-se:<em> “Ah, mas por que a gente fala tão mal do nosso próprio cabelo, da nossa própria estética? Por que a gente rejeitou tanto isso desde a infância? Porque foi ensinado que isso era feio?”.</em> Essa indagação a impulsionou a usar a internet para promover um debate mais amplo e acessível sobre as raízes do racismo estrutural no Brasil, que impacta diretamente a autoimagem da população negra.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Influência e Internet: Compromisso com a Mudança Social</strong></h3>



<p>Formada em Relações Públicas, Gabi sentiu a “injustiça” de ver os importantes debates raciais ficarem restritos ao ambiente universitário, especialmente porque “a maior parte da população negra não vai acessar a universidade, infelizmente”. Apesar de se descrever como “muito tímida”, sentiu que “nasceu para isso”, e essa convicção a levou a “comprar uma câmera e ligar essa câmera”. A responsabilidade sempre foi um pilar em seu trabalho, ciente de que “cara, isso vai ficar na internet para sempre, para sempre; enquanto isso durar, enquanto essa plataforma durar, a responsabilidade eu sempre tive”. Sua atuação online se traduziu em um ativismo direto para pressionar a indústria da beleza. Gabi recorda a invisibilidade do mercado da mulher negra, onde as bases de maquiagem nacionais, por exemplo, “iam só até o tom da Tais Araujo até pouco tempo atrás”. Sua argumentação com as marcas era estratégica e incisiva: “Gente, vocês querem lucro? Tem um público aqui que vocês não estão atendendo, que está sedento para ser atendido, e vocês estão ignorando simplesmente por conta do racismo, basicamente”. Ela também enfatizou a necessidade de capacitar as equipes de atendimento nas lojas, pois “não adianta ter o produto e a pessoa se sentir intimidada na hora de entrar na loja, se sentir desrespeitada, não ter um bom atendimento; então precisa também ter esse treinamento para quem está na loja atendendo, não?”. A alegria de Gabi é ver o impacto dessas mudanças, como crianças negras hoje exibindo seus cabelos naturais “cacheados e crespos” nas praças, algo inimaginável no passado. Para ela, “sim, valeu muito a pena produzir conteúdo pra internet e produzir e gerar uma certa pressão na sociedade também para que as coisas mudassem”.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="BmgBWl_LfzA"><iframe title="Nossas vivências com Gabi Oliveira | ep. 06" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/BmgBWl_LfzA?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Maternidade Solo e Adoção: Planejamento, Flexibilidade e Autonomia</strong></h3>



<p>O desejo de ser mãe sempre acompanhou Gabi, que “sempre pensou desde novinha” em ter filhos. A escolha pela adoção solo de dois irmãos biológicos mais velhos, um deles com deficiência intelectual, foi um processo consciente que começou de forma prática: “Literalmente joguei no Google como iniciar um processo de adoção”. Gabi compreendeu que a prioridade é sempre o bem-estar da criança, afirmando que “a nossa prioridade é a criança encontrar uma família que consiga suprir as demandas dela”, e não se deve tentar ser “super-herói” para evitar mais rompimentos de vínculo. Ela também ressalta a realidade das crianças em abrigos, onde “a criança basicamente é criada ali no carrinho; necessidades básicas: alimentar, dar banho e botar para dormir”. A chegada dos filhos trouxe uma intensidade inesperada, com “privação de sono” e a sensação de estar “igual um zumbi” nos primeiros meses. Contudo, Gabi construiu uma “rede bem grande” de apoio, diferenciando sua maternidade solo planejada de situações de abandono: “eu não sei exatamente esse lugar, porque foi planejado ser solo; é muito diferente da mulher que planeja compartilhar a maternidade e depois se ver abandonada”. A experiência da maternidade ensinou-lhe a lidar com o inesperado: “o imprevisível tá ali pra gente lidar com ele”. Para Gabi, “um dos grandes ensinamentos, para mim, foi mais ainda a flexibilidade, porque eu comecei a perceber ainda mais que não era tudo 8 ou 80; nem tudo sai como planejado ou como você quer”. Ela preza pela autonomia dos filhos, inclusive do que tem deficiência intelectual: “Mário, eu não estou criando filhos para ficarem na minha dependência para sempre; independente de ele ter deficiência intelectual, a gente preza pela autonomia dele”. Sobre o uso de telas, Gabi demonstra que é possível reverter hábitos, mesmo que já estabelecidos. Aos pais e mães “agoniados”, ela afirma: “Dá para limitar depois; eu fui e a primeira coisa que eu fiz foi tirar o tablet”. Sua postura é de firmeza e coerência: “a gente tem que ser firme, né? A gente tem que ser o adulto da relação; nós somos os adultos da relação, então se é não, é não”. Ela também aborda a história de origem dos filhos com naturalidade, afirmando que “a gente trata com muita naturalidade a história deles; eu falo passo a passo, toda vez que eles perguntam, falo o nome dos pais biológicos”, sem anular suas raízes. A maternidade, apesar dos desafios, trouxe-lhe uma “liberdade muito profunda”, mudando sua perspectiva e fazendo com que “muito pouca coisa me abala” hoje em dia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Pilares e Valores: Família, Educação e Confiança</strong></h3>



<p>A base de quem Gabi Oliveira é hoje, segundo ela, é “definitivamente a minha família, principalmente a minha mãe; com certeza, ela sempre foi uma referência para mim”. Ela se sente “muito amada e muito protegida”, com uma “proteção de saber que eu tenho para onde voltar”. A sabedoria de sua avó analfabeta também foi fundamental: “A gente aprende estudando, mas a gente também aprende ouvindo”. Seu pai, um homem negro que sempre defendeu a ocupação de espaços, incutiu nela a convicção de que “a gente pode entrar em qualquer lugar”. Seus pais, segundo Gabi, “sempre confiaram muito, assim: não, a gente confia que vai dar certo, a gente confia que você vai conseguir, a gente confia”, uma confiança que ela busca replicar na educação de seus filhos. Gabi compartilha que a maternidade também a abriu para novas experiências, inclusive em relacionamentos. Ela tem saído bastante e está aberta a conhecer novas pessoas, com uma nova perspectiva: “não deu certo, no dia seguinte eu tenho que acordar, botar as crianças pra escola, entendeu? Não dá mais para ficar”. Essa tranquilidade e “liberdade muito grande” são frutos da experiência de ser mãe, que a fez perceber que “o relacionamento vai no momento que é bom para você, é para somar e tal”.</p>
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		<title>Mascavo é criticada por Gabi de Pretas por tratamento desigual em ação com influenciadoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 23:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Gabi de Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Mascavo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gabi de Pretas, conhecida por sua atua&#231;&#227;o em temas ligados &#224; representatividade negra na ind&#250;stria da beleza h&#225; uma d&#233;cada, usou o seu perfil no X (antigo Twitter) para criticar a abordagem da Mascavo, marca de Mari Saad, lan&#231;ada em outubro do ano passado. A equipe procurou a influenciadora e youtuber por e-mail para enviar [&#8230;]</p>
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<p><strong><a href="https://mundonegro.inf.br/gabi-de-pretas-diz-que-esta-realizada-com-a-maternidade-solo-meus-filhos-sao-o-projeto-da-minha-vida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gabi de Pretas</a></strong>, conhecida por sua atuação em temas ligados à representatividade negra na indústria da beleza há uma década, usou o seu perfil no X (antigo Twitter) para criticar a abordagem da <strong>Mascavo</strong>, marca de <strong>Mari Saad</strong>, lançada em outubro do ano passado. A equipe procurou a influenciadora e youtuber por e-mail para enviar um blush e um iluminador, dois produtos da nova linha de maquiagem, “para ela conhecer um pouco da marca”, alegando que acompanha o trabalho da Gabi nas redes sociais e gostaram muito conteúdo. </p>



<p>A própria Gabi respondeu o e-mail. “Se vocês acompanhassem meu trabalho, acho que perceberiam o quanto essa abordagem não é legal (ainda mais vindo de uma marca como a Mascavo)”, escreveu.</p>



<p>A youtuber lembrou que a empresa enfrentou críticas com o lançamento da primeira coleção com produtos que não contemplavam peles negras retintas. A influenciadora <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/a-falha-da-mascavo-um-espelho-das-lacunas-no-compromisso-empresarial-com-a-diversidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mirella Qualha</a></strong> foi uma das criadoras de conteúdo negra que se decepcionou ao testar um bronzer que prometia fototipos mais escuros e viralizou no TikTok na época. </p>



<p>“Vocês fizeram um lançamento que excluiu boa parte da população, incluindo pessoas com tonalidade de pele semelhante a minha. Mas isso vocês já sabem. Pediram desculpas e lançaram novos produtos. Agora, receber um e-mail me oferecendo apenas 1 blush e 1 iluminador? Rs”, ironizou.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">é cada coisa que parece até piada&#8230; <a href="https://t.co/jbWUWokUyG">pic.twitter.com/jbWUWokUyG</a></p>&mdash; Gabi Oliveira (@depretas) <a href="https://twitter.com/depretas/status/1912501953650639304?ref_src=twsrc%5Etfw">April 16, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p>A comunicadora também questionou os critérios para a entrega dos kits, sem mencionar nomes. “Estou na internet há 10 anos, e esse tipo de mensagem foge &#8216;e muito&#8217; do padrão de comunicação de qualquer marca grande. Qual é o critério para alguns influenciadoras receberem toda a linha de lançamentos e outros apenas um ou dois itens? Gostaria de entender melhor”.</p>



<p>Após revelar os prints na publicação, Gabi ainda reafirmou o seu posicionamento e a sua relevância no mercado de beleza. “Antes da marca pensar em existir eu já estava na internet falando sobre falta de produtos pra pele negra, minha filha. Tá duro, dorme!”, escreveu.</p>



<p>Em nota, a Mascavo afirmou que está revendo seus<em> &#8220;processos para que situações como essa não se repitam&#8221;.</em></p>



<p><strong><em>Confira a nota da Mascavo na íntegra:</em></strong></p>



<p><em>Nós, da marca Mascavo, acompanhamos a trajetória e reconhecemos a relevância da influenciadora Gabi Oliveira, conhecida como GabiDePretas. Lamentamos que o contato com nossa equipe tenha gerado desconforto. Estamos revendo nossos processos para que situações como essa não se repitam.</em></p>



<p><em>Recentemente, realizamos o lançamento de novas tonalidades de blushes, contornos e bronzers para atender a diversidade de peles do Brasil. Como marca, estamos nos conectando com grandes referências do mercado e formadores de opinião para conhecerem nossos produtos.</em></p>



<p><em>Vale ressaltar que a campanha foi planejada em fases, de forma estruturada e alinhada com o calendário de lançamentos de nossos produtos. Algumas dessas fases são pontuais, focadas em produtos específicos, enquanto outras possuem maior alcance e gama de produtos. Em todas as fases, contemplamos diferentes perfis de influenciadores, respeitando a pluralidade de tons de pele, trajetórias e comunidades representadas.</em></p>



<p><em>Reforçamos que todos os detalhes, tanto das ações já realizadas quanto das etapas futuras da campanha, após o ocorrido, foram compartilhados diretamente com a influenciadora GabiDePretas, por meio da CEO da Côrtes e Companhia, Egnalda Côrtes. Com total transparência, nosso canal segue aberto para ouvir, acolher e construir novas possibilidades, de forma respeitosa e colaborativa.</em></p>
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		<title>Gabi de Pretas diz que está realizada com a maternidade solo: &#8220;Meus filhos são o projeto da minha vida&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Arthur Anthunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 May 2024 14:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Gabi de Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A apresentadora e youtuber Gabi de Pretas est&#225; na capa da revista Ela. Para o ve&#237;culo, ela declarou que est&#225; realizada com a maternidade solo e compartilhou imagens de seus filhos Clara Lua, de 6 anos, e&#160;M&#225;rio, de 11. &#8220;[Ter filhos] foi uma escolha minha. Tenho vontade de ter um relacionamento s&#233;rio, sim, mas a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/gabi-de-pretas-diz-que-esta-realizada-com-a-maternidade-solo-meus-filhos-sao-o-projeto-da-minha-vida/">Gabi de Pretas diz que está realizada com a maternidade solo: &#8220;Meus filhos são o projeto da minha vida&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A apresentadora e youtuber <strong><a href="https://oglobo.globo.com/google/amp/ela/gente/noticia/2024/05/12/gabi-de-pretas-fala-sobre-adocao-dos-filhos-e-maternidade-solo-se-eu-queria-tanto-ser-mae-por-que-nao-adotar.ghtml">Gabi de Pretas</a></strong> está na capa da revista Ela. Para o veículo, ela declarou que está realizada com a maternidade solo e compartilhou imagens de seus filhos <strong>Clara Lua</strong>, de 6 anos, e <strong>Mário</strong>, de 11. <em>“[Ter filhos] foi uma escolha minha. Tenho vontade de ter um relacionamento sério, sim, mas a criação deles sempre será uma responsabilidade minha. Se eu queria tanto ser mãe, por que não adotar? Meus filhos são o projeto da minha vida e não tem nada mais importante do que eles”,</em> destacou Gabi.</p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/C63o2AIO8Zu/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/C63o2AIO8Zu/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/C63o2AIO8Zu/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Ela &#8211; Jornal O Globo (@elaoglobo)</a></p></div></blockquote> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script>



<p>A influenciadora, que possui mais de 630 mil seguidores no Instagram, contou detalhes sobre o processo de adoção de seus filhos. <em>&#8220;Sinto que realmente dei à luz quando os conheci. Fiquei muito feliz, mas também bateu um medo, insegurança se eu daria conta”,</em> disse Gabi para a revista Ela. </p>



<p><em>&#8220;Soube ali que eram eles, na hora disse para uma amiga: ‘Acho que achei meus filhos’”</em>, relembrou de Pretas. &#8220;<em>Meu filho tem deficiência intelectual, e no meu cadastro original não havia essa especificação. Aceitei a condição, mas entendo que teria sido difícil se não fosse minha situação financeira, que me permite buscar suporte adequado, e minha família, que me apoiou muito”.</em></p>



<p>Gabi também contou que não planeja ter mais filhos. &#8220;<em>É incrível acompanhar o desenvolvimento das crianças, vê-las crescendo. Mas não sou dessas mães que pede: ‘Tempo, passa devagar’, sou do tipo que suplica: ‘Tempo, passa no seu tempo’”</em>, finalizou.</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/gabi-de-pretas-diz-que-esta-realizada-com-a-maternidade-solo-meus-filhos-sao-o-projeto-da-minha-vida/">Gabi de Pretas diz que está realizada com a maternidade solo: &#8220;Meus filhos são o projeto da minha vida&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<title>&#8220;Não é um processo de caridade&#8221;, diz Gabi de Pretas sobre adoção e o caso Carol Nakamura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 16:08:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[carol nakamura]]></category>
		<category><![CDATA[Gabi de Pretas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ativista Gabi de Pretas publicou um v&#237;deo nesta quarta-feira (01), explicando a complexidade do caso da atriz Carol Nakamura ao expor o filho, de 12 anos, nas redes sociais, indignada por ele escolher voltar aos cuidados da m&#227;e biol&#243;gica, depois de tr&#234;s anos com a guarda provis&#243;ria. Para iniciar, Gabi explica que a Nakamura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ativista <strong>Gabi de Pretas</strong> publicou um vídeo nesta quarta-feira (01), explicando a complexidade do caso da atriz <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/safado-carol-nakamura-expoe-filho-adotivo-de-12-anos-apos-crianca-voltar-para-mae-biologica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Carol Nakamura</a> </strong>ao expor o filho, de 12 anos, nas redes sociais, indignada por ele escolher voltar aos cuidados da mãe biológica, depois de três anos com a guarda provisória. </p>



<p>Para iniciar, Gabi explica que a Nakamura não estava em um processo de adoção legal, e sim de guarda. &#8220;A imprensa ajudou muito a disseminar uma ideia incorreta. Existe o processo de guarda e de adoção. A guarda pode ser entregue para um familiar cuidar do seu filho, quando você está passando por uma situação difícil. Mas essa criança não deixa de ser o seu filho&#8221;.</p>



<p>Já no processo de adoção, &#8220;o foco é de uma criança que precisa de uma outra família porque a família de origem não está presente, alguém faleceu ou não tem condições. A Justiça percebe e encaminha aquela criança para adoção&#8221;.</p>



<p>A Carol Nakamura entrou em um processo conhecido como &#8220;entrega direta&#8221;, explica a Gabi. &#8220;[É quando] a família está passando por algum tipo de dificuldade e entrega diretamente essa criança para outra família. Isso é inseguro para todo mundo. Esse é um processo tão complexo que a justiça tenta combater. Porque ele pode facilitar abuso infantil, tráfico de criança. Imagina se toda família pudesse simplesmente entregar, sem nenhuma avaliação, o seu filho para qualquer pessoa?&#8221;, ressalta.</p>



<p>Perplexa com a exposição da criança, Gabi não poupou as críticas com o caso. &#8220;Você não pode fazer uma ação social e voltar com uma criança&#8221;.</p>



<p>Em caso de encontrar uma criança em vulnerabilidade com a família, por exemplo, a Gabi explica o melhor caminho é chamar o conselho tutelar, para que um profissional investigue o caso e saiba os caminhos a serem seguidos. E a outra opção é apadrinhar a criança ou a família para dar um suporte necessário.</p>



<p>Com internautas destilando comentários negativos sobre a escolha errada a criança por voltar a morar com a mãe biológica por causa da pobreza, Gabi também rebate que o afeto tem em todo lugar. </p>



<p>&#8220;Pessoas pobres, em vulnerabilidade, tem afeto também com os seus filhos. Minha avó era extremamente pobre e mesmo assim, elas e os filhos dela tinham extremo afeto&#8221;, diz.</p>



<p>A forma que a Carol expôs a criança e o apoio que ela recebeu na internet também foi um ponto levantado sobre o propósito da adoção.</p>



<p>&#8220;Colocando adoção como caridade, tanto que ela listou todas as coisas boas que ela fez. Filho nenhum deve nada para os pais. Esse não é um processo de salvação, de caridade. Isso não faz dele uma mercadoria. Ele é uma criança em situação de vulnerabilidade&#8221;.</p>



<p>Gabi adotou sozinha de forma legal duas crianças, um menino de 9 anos e uma menina de 4. Desde então, em compartilha as experiências de uma mãe solo com dois filhos adotados e preserva a imagem deles nas redes sociais. </p>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/tv/CeQ6xPkAAj2/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/CeQ6xPkAAj2/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/tv/CeQ6xPkAAj2/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by Gabi Oliveira (@gabidepretas)</a></p></div></blockquote><script async src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></div>
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<p><strong>Carol Nakamura fala sobre o filho novamente</strong></p>



<p>Depois da exposição da criança no Instagram, houve uma chuva críticas contra o filho e Carol saiu em defesa dele. &#8220;Não critiquem em hipótese alguma, independente de ele estar morando comigo ou não, ele continua sendo meu filho, na minha cabeça, no meu coração. Ele é pré-adolescente que não teve educação, não teve regra na infância ele, então, é óbvio que não se acostumou com isso. Então, por favor, não julguem nunca, em possibilidade alguma, a atitude dele&#8221;.</p>



<p>Ela também ressaltou que ainda defende a adoção, apesar da experiência pessoal. &#8220;Adoção é um ato de amor, de carinho, de empatia, de compaixão, de solidariedade, de Deus. Adoção é a coisa mais que pode acontecer na vida, independente da parte que for difícil. O fato dele ter escolhido ir embora não quer dizer que eu me arrependa, só quer dizer que eu estou triste. Só isso, mais nada. Nunca me arrependi&#8221;.</p>



<p><strong>Entenda melhor o caso</strong></p>



<p>Carol Nakamura conheceu a criança há três anos em uma ação social no lixão do Gramacho, Rio de Janeiro, fora da escola. Sem a mãe presente e morando só com a com a avó na época, ela pediu autorização para levá-lo para casa para que ele estudasse. </p>



<p>Ela passou a visitar a criança regularmente, mesmo quando a mãe reapareceu e elas dividiram a guarda. No relato dado nesta quarta-feira (31), ela falou sobre o filho: &#8220;Estava safado, não tem outra palavra para dizer por que ele já tinha entendido que eu não tinha a guarda dele. Então, se a gente brigasse ou colocasse de castigo por alguma coisa que ele fez de errado, ou chamasse atenção, ele queria ir para a casa da mãe. Chegava na casa da mãe, se a mãe fizesse o mesmo, ele queria voltar para cá, e nisso ele ia faltando na aula. Ele estava, não tem outra palavra, sem vergonha. E ele tinha que tomar uma decisão.&#8221;</p>



<p></p>



<p><br></p>
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