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	<title>Arquivos Frantz Fanon - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Franco-congolês autor de ‘O Soluço do Homem Negro’ opina sobre a democracia racial no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2020 00:53:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[democracia racial]]></category>
		<category><![CDATA[Frantz Fanon]]></category>
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<p>Na última quarta-feira (4), ao participar da programação da 14ª edição do Fronteiras do Pensamento Porto Alegre, o autor franco-congolonês Alain Mabanckou, expressou sua opinião acerca da democracia racial no Brasil. Ele que é um dos mais renomados nomes da literatura francesa contemporânea, traz em sua obra ‘O Soluço do Homem Negro’ experiências pessoais sobre suas vivências no Congo, Estados Unidos e França, e traz temas polêmicos como a responsabilidade dos negros do processo de escravidão.</p>



<p>Com mediação do jornalista e crítico literário Manuel da Costa Pinto, Alain explica sobre sua concepção prévia sobre o que viria ser a posição dos negros no Brasil, a partir de imagens disseminadas afora como a do ‘Rei Pelé’. “O Brasil não mudou minha definição do problema negro no Brasil. Ele existe porque mesmo, quando a gente faz a promoção do país em geral, se faz mais a promoção daquilo que é mais branco e menos preto. Mas eu penso que a nova geração de brasileiros está mudando a situação, por conta da literatura, da pintura, dos encontros, e também por intermédio da busca de sua identidade. O que falta no Brasil, o que o Brasil deveria fazer, é permitir aos seus negros poder compreender sua história. Que a história de todos esses negros seja uma história obrigatória na escola, que o brasileiro que é mais branco não fique espantado que seu irmão e sua irmã é negro”, explicita Mabanckou.</p>



<p>O escritor acredita que assim como afirma Frantz Fanon, em sua obra ‘Pele Negra, Máscaras brancas’, os negros brasileiros caíram neste lugar de dominação, hipocrisia ou cegueira política. Em ‘O Soluço do Homem Negro’, o autor retrata a tendência dos negros de definirem suas existências apenas a partir da dominação européia e da importância de serem autores da própria história. “O existencialismo negro que eu convoco e defini aqui, ele se empenha em lutar contra essa constatação. Assim como o existencialismo negro nega aquilo que querem nos apresentar como a superioridade do homem branco. Eu não devo viver com um complexo de inferioridade e dar a homens brancos mais do que eles já têm”, declarou o autor.</p>
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		<title>Dirigido por uma mulher negra, espetáculo teatral baseado na obra de Frantz Fanon, estreia no Sesc Belenzinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Prado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2020 14:59:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Frantz Fanon]]></category>
		<category><![CDATA[Pele Negra Máscaras Brancas]]></category>
		<category><![CDATA[sesc]]></category>
		<category><![CDATA[sesc belenzinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Pele Negra, Máscaras Brancas será encenado pela primeira vez fora da capital baiana em curta temporada no Sesc Belenzinho </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em curta temporada a peça Pele Negra, Máscaras Brancas estreia no Sesc Belenzinho na próxima sexta-feira, dia 24. O espetáculo ficara em cartaz até o dia 2 de fevereiro com apresentações às sextas e sábados às 21h30, domingos e feriados às 18h30, na Sala de Espetáculos I.</p>
<p>&#8220;Pele Negra, Máscaras Brancas&#8221; é o primeiro espetáculo da companhia de Teatro da UFBA (Universidade Federal da Bahia), dirigido por uma mulher negra: Onisajé (Fernanda Júlia). Essa também é a primeira vez que o espetáculo será encenado fora da capital baiana. A encenação é baseada na obra homônima de estreia de Frantz Fanon, adaptada por Aldri Anunciação.</p>
<p>Fanon foi um importante psiquiatra, filósofo e ensaísta martinicano, que pesquisou sobre as consequências psicológicas da colonização e do processo de descolonização, considerando seus aspectos sociológicos, filosóficos e psiquiátricos.</p>
<p>O elenco e equipe de produção são compostos majoritariamente por negros e negras, são eles: Iago Gonçalves, Igor Nascimento, Juliette Nascimento, Manu Moraes, Matheus Cardoso, Matheuzza Xavier, Rafaella Tuxá, Thallia Figueiredo, Victor Edvani e Wellington Lima.</p>
<p>A peça é distópica e perpassa três períodos – 1950, 2019 e 2888 &#8211; para falar sobre como o processo de colonização construiu sofrimentos psicológicos em corpos negros e ainda traz personagens analisadas pelo psiquiatra e filósofo Frantz Fanon.</p>
<p>Para Onisajé é muito significativo ter uma equipe formada por artistas pretos e pretas. Ela ressalta que, como encenadora, estar dirigindo esse espetáculo é um espaço importante de afirmação, de empoderar o povo preto. “A fala de uma encenadora mulher, negra, lésbica, do interior do estado, de periferia, que fez parte e faz dessa universidade &#8211; graduação, mestrado e agora doutorado – afirma e comprova a necessidade de colocar as nossas questões em todos os espaços”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>PELE NEGRA, MÁSCARAS BRANCAS</strong><br />
De 24 de janeiro à 02 de fevereiro de 2020. Sextas e sábados, às 21h30 e domingos, às 18h30 *no sábado 25/01, feriado, a sessão será às 18h30<br />
<strong>Local: </strong>Sesc Belenzinho &#8211; Sala de Espetáculos I (70 lugares)<strong><br />
Endereço: </strong>Rua Padre Adelino, 1000<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$ 30 (inteira); R$15 (pessoas com mais de 60 anos, com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$9 (credencial plena do Sesc &#8211; trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes. <strong>Venda online</strong> a partir de 14/01, à 12h e venda nas bilheterias das unidades do Sesc a partir de 15/01, às 17h30.<br />
<strong>Recomendação etária:</strong> 12 anos<br />
<strong>Duração:</strong> 100 minutos</p>
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