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	<title>Arquivos Festival LED - Mundo Negro</title>
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		<title>Patricia Hill Collins diz que encontrou inspiração nos quilombos ao falar de escolas comunitárias nos EUA, no Festival LED</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jun 2023 16:10:44 +0000</pubDate>
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<p>Um dos destaques do Festival LED &#8211; Luz na Educação, que começou na última sexta-feira, 16, a socióloga norte-americana Patricia Hill Collins, pioneira nos estudos de intersecção falou sobre ter entendido que as escolas comunitárias para alunos segregados que ajudou a criar nos EUA poderiam ser comparadas aos quilombos no Brasil. “Quando vim para o Brasil e encontrei o termo Quilombo percebi que era isso que estávamos fazendo”, disse ela. </p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/Design-sem-nome-80-2-1024x576.png" alt="" class="wp-image-66566" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/Design-sem-nome-80-2-1024x576.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/Design-sem-nome-80-2-300x169.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/Design-sem-nome-80-2-150x84.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/Design-sem-nome-80-2-768x432.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/Design-sem-nome-80-2-696x392.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/Design-sem-nome-80-2-1068x601.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/Design-sem-nome-80-2-747x420.png 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/Design-sem-nome-80-2.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p>Durante a palestra intitulada &#8220;Educação crítica: uma janela para novas possibilidades&#8221;, Patricia Hill Collins compartilhou sua jornada na educação e discutiu como a educação crítica é essencial para a construção de sociedades democráticas e equitativas, fazendo referência à obra &#8220;Pedagogia do Oprimido&#8221;, de Paulo Freire. </p>



<p>A professora ressaltou sua própria experiência pessoal ao afirmar: &#8220;Eu sou a primeira pessoa da minha família a se formar na faculdade&#8221;.  Hill Collins contou que seu trabalho na educação faz parte de um esforço coletivo intergeracional. &#8220;Isso é um esforço intergeracional. Uma pessoa de cada vez, de adquirir as habilidades e visão de mundo para seguir em frente&#8221;, disse.</p>



<p>Ela compartilhou sua motivação inicial para se tornar professora e a surpresa em relação ao alcance que a educação teve em sua vida: &#8220;Eu sabia que eu queria ser professora, mas eu não sabia o quão longe ser professora me levaria. Tudo o que eu sabia é que eu queria que a educação fosse diferente do que eu tinha tido&#8221;.</p>



<p>Patricia Hill Collins revelou que foi atraída pela filosofia da educação presente em &#8220;Pedagogia do Oprimido&#8221;, especialmente pela ideia de entender as relações de poder como base para a ação política. A professora norte-americana detalhou sua experiência ao ajudar a estruturar movimentos de escolas comunitárias dedicadas a alunos negros segregados e com o trabalho no centro educacional St Joseph’s Community School. </p>



<p>&#8220;Concentramos forças em conter a opressão racial. Naquela época, os alunos que recebiam nota “A” sentavam na frente e os com notas menores, atrás. Todos os considerados ruins eram negros. Achei isso um contexto de hierarquia social horrível, e começamos juntos a mudar: propus que todos sentassem em círculos e eles ficaram espantados&#8221;, revelou.</p>



<p>Além da referência na filosofia de Paulo Freire, a socióloga comparou o trabalho realizado nas escolas americanas ao que era feito nos quilombos no Brasil. &#8220;Quando vim para o Brasil e encontrei esse termo &#8216;quilombo&#8217; eu percebi que era isso que estávamos fazendo”, contou. &#8220;Essa noção desse espaço livre num contexto de opressão, em que você controla, você decide. Que você não pode botar a culpa em ninguém necessariamente”, explicou.</p>



<p>Durante a palestra, a socióloga também abordou a luta pela inclusão dos estudos negros no ensino superior, ressaltando que foram os alunos negros que iniciaram esse movimento. Ela enfatizou a importância de reivindicar o poder epistêmico por meio de obras como &#8220;O pensamento feminista negro&#8221;, em que escreveu sobre mulheres negras. Patricia Hill Collins enfrentou o desinteresse e o ceticismo acadêmico em relação a esse campo de estudo, com pessoas questionando a relevância das vivências das mulheres negras.</p>



<p>“O que tentei fazer com &#8216;O pensamento feminista negro&#8217; foi reivindicar o poder epistêmico. Eu escrevi sobre mulheres negras. Ninguém se interessava sobre mulheres negras na academia. As pessoas riam. ‘Porque a gente deveria se importar com essas mulheres?'&#8221;, relembrou ela. </p>



<p><a href="https://somos.globo.com/movimento-led-luz-na-educacao/festival-led-luz-na-educacao/noticia/vem-ai-a-2a-edicao-do-festival-led-luz-na-educacao-confira-a-programacao-completa.ghtml">Clique aqui</a> e confira a programação completa.</p>
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		<title>“Que a gente tenha a coragem de cultivar todos os dias o amor pelo saber”, destaca Lázaro Ramos durante o Festival LED</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jun 2023 15:43:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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<p>Com reflexões fundamentais sobre passado, futuro e educação no Brasil, o Festival LED &#8211; Luz na Educação iniciou o primeiro dia de evento levantando discussões sobre as &#8220;Trajetórias ancestrais: como o passado pode guiar futuros plurais?&#8221;, reunindo o ator, diretor e escritor Lázaro Ramos, a escritora Ana Maria Gonçalves e o ator e escritor Daniel Munduruku para explorar a importância de aprender com nossos ancestrais como forma de moldar futuros desejáveis.</p>



<p>O diálogo, que ocorreu nesta manhã no auditório do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, buscou estabelecer conexões entre as raízes históricas do país e as possibilidades de construir um futuro mais equitativo e inclusivo. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_9137-1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-66532" width="824" height="618" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_9137-1-1024x768.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_9137-1-300x225.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_9137-1-150x113.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_9137-1-768x576.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_9137-1-1536x1152.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_9137-1-2048x1536.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_9137-1-696x522.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_9137-1-1068x801.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_9137-1-1920x1440.jpg 1920w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_9137-1-560x420.jpg 560w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_9137-1-80x60.jpg 80w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_9137-1-265x198.jpg 265w" sizes="(max-width: 824px) 100vw, 824px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Maycon Cabral</figcaption></figure>
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<p>A escritora Ana Maria Gonçalves, conhecida por suas obras que exploram questões históricas e sociais, trouxe sua visão afiada sobre a importância de resgatar e compreender a trajetória ancestral para construir sociedades mais justas. A escritora falou sobre seu livro &#8220;Um defeito de cor&#8221;: &#8220;Conta também a história oficial do Brasil contada a partir de um ponto de vista que a gente não está acostumada a ler&#8221;, disse ela ao destacar a importância de trazer um novo ponto de vista sobre a escravização no Brasil, contando a história a partir do povo negro, diferente do que é contado pelo colonizador e que está nos livros das escolas.</p>



<p>Lázaro Ramos contribuiu com suas experiências e reflexões sobre a representatividade e a valorização das narrativas negras, trazendo à tona a relevância da ancestralidade afro-brasileira na construção de futuros plurais. O ator e diretor pontuou a importância da valorização do saber e dos professores: “Professores, além de necessários, precisam ser valorizados, respeitados e são fundamentais para a construção do projeto de nação&#8221;.</p>



<p>Lázaro relembrou sua própria trajetória educacional e deixou um recado importante sobre a importância da educação: &#8220;Desejo que a gente tenha a coragem de cultivar todos os dias o amor pelo saber, pela escola, pelos professores, porque nesse ambiente da escola a gente cria memórias que vão durar para sempre&#8221;. </p>



<p>Daniel Munduruku, escritor, professor, ator e ativista indígena, trouxe uma perspectiva valiosa sobre a sabedoria ancestral indígena e sua relevância na construção de um futuro mais consciente. &#8220;Eu sou um educador de formação e quero ser visto dessa maneira e estou usando as ferramentas possíveis para educar o olhar do meu povo que é o povo brasileiro. Os povos indígenas trazem consigo a sabedoria ancestral, a sabedoria muito antiga, pra antes de nós e para além de nós&#8221;, destacou ele.</p>



<p>&#8220;O povo indígena que tem milhares de anos de existência nessa terra é um povo criativo. Tão criativo que é capaz de preservar sua vida, sua existência e seu modo de olhar para o mundo sem precisar se autodestruir&#8221;, pontuou. &#8220;O povo indígena está aí para provocar e dizer, &#8216;nós somos filhos da terra&#8217; ou não seremos nada&#8221;. </p>



<p>A conversa no palco LED Inspira foi um momento de reflexão coletiva sobre como o passado pode ser um guia para a construção de futuros desejáveis. Através da intersecção de perspectivas diversas e da valorização das trajetórias ancestrais, buscou-se iluminar caminhos para uma sociedade mais equitativa, inclusiva e consciente de suas raízes.</p>
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