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	<title>Arquivos favelas - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>A publicidade procura estrategistas, mas continua ignorando a maior escola de estratégia do país: a periferia </title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 16:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura periférica]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Let&#237;cia Sotero Recentemente, passei um fim de semana na casa da minha m&#227;e, em uma periferia de Salvador. Em um daqueles dias comuns, sem grandes acontecimentos, sa&#237;mos para comprar os ingredientes do almo&#231;o. A primeira pergunta parecia simples:&#160;&#8220;O que vamos comer hoje?&#8221;&#160; A partir dali, come&#231;ou uma sequ&#234;ncia de decis&#245;es que me fez pensar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Por: Letícia Sotero</em></strong></p>



<p>Recentemente, passei um fim de semana na casa da minha mãe, em uma periferia de <strong>Salvador</strong>. Em um daqueles dias comuns, sem grandes acontecimentos, saímos para comprar os ingredientes do almoço. A primeira pergunta parecia simples:&nbsp;&#8220;O que vamos comer hoje?&#8221;&nbsp;</p>



<p>A partir dali, começou uma sequência de decisões que me fez pensar sobre algo que o mercado da comunicação ainda não conseguiu compreender. Seguíamos para a primeira compra quando minha mãe interrompeu o caminho.&nbsp;&#8220;Não vamos por esse lado não. Está cheio de polícia.&#8221;&nbsp;</p>



<p>Mudamos a rota. Fizemos um caminho mais longo, recalculamos o percurso sem sequer discutir a decisão. Foi automático. Quem vive em determinados territórios aprende desde cedo que chegar ao mesmo lugar nem sempre significa seguir pelo mesmo caminho. Pouco depois, percebemos que faltava um ingrediente importante para a receita.&nbsp;&#8220;Não precisa. Vou inventar uma coisa aqui e vai dar certo.&#8221;&nbsp;E deu!&nbsp;Não porque fosse sorte, ou improviso, deu certo porque aquela solução já existia no repertório de quem passou anos aprendendo a fazer muito com pouco.&nbsp;</p>



<p>Mais tarde, minha irmã chegou do trabalho por uma rua diferente da habitual.&nbsp;&#8220;Vim por cima hoje. O ônibus demorou demais e eu precisava chegar antes das cinco. Ainda tenho aula de inglês.&#8221;&nbsp;</p>



<p>Mais uma escolha, uma adaptação, uma decisão tomada a partir da leitura do contexto. Naquele momento, comecei a perceber que havia passado o dia inteiro observando pessoas fazendo aquilo que o mercado costuma chamar de pensamento estratégico. Sem reuniões, sem apresentações de PowerPoint, sem metodologias sofisticadas, sem usar uma única vez a palavra estratégia.&nbsp;</p>



<p>Há alguns anos participei de uma formação voltada para estratégia de marcas, produtos e negócios, e aprendi que toda estratégia nasce de um problema, real ou percebido. No fundo, tudo se resume a uma pergunta: como resolvemos isso? Foi quando uma constatação me atravessou; Grande parte das pessoas com quem cresci já praticava pensamento estratégico muito antes de entrar em uma universidade, em uma agência ou em uma sala de treinamento corporativo.&nbsp;</p>



<p>Dependendo de onde você vem, aprende a desenvolver competências que muitas vezes nem percebe que possui.&nbsp;Quem cresce na abundância aprende determinadas habilidades, quem cresce na escassez aprende outras.&nbsp;</p>



<p>Na periferia, frequentemente somos treinados para antecipar problemas antes mesmo que eles aconteçam, se começa a chover, é preciso proteger o sapato que talvez seja o único disponível para trabalhar, estudar e circular pela cidade, se há uma operação policial no bairro, é preciso encontrar caminhos alternativos que garantam segurança, se falta um ingrediente, a receita muda, se o ônibus atrasa, a rota muda. Se o dinheiro não chega até o fim do mês, as prioridades mudam, a vida muda e nós mudamos junto com ela.&nbsp;</p>



<p>O que muita gente chama de sobrevivência talvez seja, na verdade, uma das formas mais sofisticadas de estratégia que existem, porque tudo isso exige leitura de contexto, adaptação rápida, capacidade de prever cenários, gerenciamento de recursos escassos e tomada de decisão sob pressão. Em qualquer agência de publicidade, consultoria de negócios ou laboratório de inovação, essas características seriam vistas como competências altamente desejáveis, mas quando elas vêm da periferia costumam receber outro nome: necessidade.&nbsp;</p>



<p>Talvez esse seja um dos pontos cegos mais persistentes da comunicação brasileira. O mercado procura estrategistas o tempo inteiro, procura pessoas capazes de resolver problemas complexos, identificar oportunidades e compreender comportamentos humanos, ao mesmo tempo, continua ignorando uma das maiores escolas de estratégia do país: a periferia.&nbsp;</p>



<p>Porque a estratégia não nasce apenas em salas de reunião, cursos de especialização ou frameworks importados, ela nasce no ponto de ônibus, nas feiras livres, nas cozinhas, nas vielas, nas casas onde a criatividade precisa ocupar o espaço que o dinheiro não consegue preencher. Existe uma inteligência construída pela experiência, uma sofisticação cognitiva produzida pela escassez, um conhecimento que dificilmente aparece nos currículos, mas que se manifesta diariamente na forma como milhões de pessoas organizam suas vidas.&nbsp;</p>



<p>O geógrafo <strong><a href="https://hubmundonegro.substack.com/p/100-anos-de-milton-santos-o-homem" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Milton Santos</a></strong> defendia que os territórios populares produzem suas próprias formas de conhecimento e inovação. Faz sentido. Poucas pessoas precisam interpretar contextos com tanta rapidez quanto aquelas que vivem em ambientes marcados pela instabilidade. Por isso, talvez seja hora de revisarmos uma narrativa que acompanha a pobreza há décadas. O pobre não é apenas um sobrevivente, e antes de sobreviver, ele precisa pensar possibilidades, precisa observar, antecipar, negociar, adaptar, reorganizar, criar alternativas e tomar decisões com informações incompletas e recursos limitados.Todos os dias. Viver na pobreza ou na escassez é, em muitos aspectos, uma experiência antropológica profunda, desenvolvendo uma percepção aguçada sobre pessoas, territórios, riscos e oportunidades. É aprender a mudar a rota sem abandonar o destino, é por muitas vezes criar caminhos onde aparentemente não existem caminhos.</p>



<p>E talvez esteja justamente aí uma das competências mais valiosas para a comunicação contemporânea, porque marcas, produtos e serviços precisam entender pessoas antes de vender para elas e quem passou a vida encontrando soluções em cenários complexos carrega uma bagagem que nenhuma metodologia, sozinha, é capaz de ensinar.&nbsp;</p>



<p>A periferia não é apenas um lugar onde se consome comunicação, é um lugar onde se produz estratégia todos os dias.&nbsp;</p>



<p>Talvez a publicidade esteja procurando estrategistas nos lugares errados.</p>
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		<title>Rincon Sapiência narra as vivências da quebrada em &#8220;Cotidiano&#8221;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/rincon-sapiencia-narra-as-vivencias-da-quebrada-em-cotidiano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 15:51:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[favelas]]></category>
		<category><![CDATA[Rincon Sapiência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A brasilidade do viol&#227;o aliada &#224; batida de funk d&#227;o o tom da m&#250;sica. &#8220;N&#243;s segue a meta porque a meta &#233; recuar jamais. N&#227;o sai da &#225;rea de conforto quem t&#225; rodeano. E nunca ache que o seu sonho &#233; querer demais, lembra do corre que &#233; feito no cotidiano&#8221;, dizem os primeiros versos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A brasilidade do violão aliada à batida de funk dão o tom da música. &#8220;Nós segue a meta porque a meta é recuar jamais. Não sai da área de conforto quem tá rodeano. E nunca ache que o seu sonho é querer demais, lembra do corre que é feito no cotidiano&#8221;, dizem os primeiros versos despejados na voz e no flow inconfundíveis de Rincon Sapiência. Assim começa &#8220;Cotidiano&#8221;, novo single que o cantor e compositor, da Zona Leste de São Paulo lança através da Altafonte.</p>



<p>A faixa traz células do funk rasteiro e conta o dia-a-dia da periferia, que apesar das dificuldades, se mantém confiante. A letra soa como incentivo para se seguir em frente. A faixa é produzida por Oldilla Beats, jovem produtor também da Zona Leste de São Paulo. &#8220;A ideia é trazer um texto para a periferia se identificar. É importante ter orgulho do nosso lugar de origem, sem abrir mão do desejo de ver as coisas mudarem pra melhor. O momento social do mundo pede muito isso&#8221;, acredita Rincon.</p>



<p>Ele explica que no contexto histórico do Brasil, o cotidiano do homem preto e da mulher preta sempre foi sobreviver, mas viver também é importante. &#8220;Aproveitar o momento, as formas que a periferia criou de sociedade. Muitas vezes é esgoto a céu aberto, mas também tem árvores, áreas verdes, praças. É falar sobre progresso, saúde, não necessariamente sobre estar numa mansão, morar no bairro X, ou ter um carro Y. É mostrar as outras formas de viver bem&#8221;, desenvolve o rapper, que mesmo citando referências automotivas, grifes, costura um texto que frisa também a importância das coisas simples: &#8220;&#8230;cheio de marca nessas roupas isso custa caro, se não tem grana pra comprar pode ficar tranquilo. Quem nasce no berço de ouro o dinheiro compra, mas veja bem é maloquêro é quem tem estilo&#8221;.</p>



<p>A principal referência desta música é o funk consciente, vertente do ritmo que tem se destacado em São Paulo e vem narrando a convivência nas comunidades, mostrando as vielas das quebradas nos clipes, assim como fazia o rap nos anos 90. &#8220;Tem um bonde fazendo músicas incríveis como MC Lipe, Paulinho da Capital, Kayblack, Hariel e Menor da VG. Tenho curtido bastante, porque vejo como as pessoas recebem essas mensagens e cantam emocionadas. Por isso me senti à vontade de trazer essa energia pra minha música também&#8221;, justifica.</p>



<p>Confira o clipe de &#8220;Cotidiano&#8221;:</p>



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</div></figure>



<p></p>
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		<title>Carnaval social: Influenciadora do meme dos R$ 3 lança ação para customização de abadás feito por artesãs de favelas do Rio</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/carnaval-social-influenciadora-do-meme-dos-r-3-lanca-acao-para-customizacao-de-abadas-feito-por-artesas-de-favelas-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tassia di Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2020 06:51:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[3 reais]]></category>
		<category><![CDATA[abadas]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[favelas]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Musiva]]></category>
		<category><![CDATA[periferia]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel 3 reais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Carnaval est&#225; chegando e muita gente s&#243; pensando na Sapuca&#237;, em camarotes e nos bloquinhos e para n&#227;o ficar de fora da folia, o Instituto Musiva resolveu inovar: Junto com a blogueira e empreendedora Raquel Motta, que ficou conhecida nacionalmente pelo meme dos 3 Reais, criou um servi&#231;o de customiza&#231;&#227;o de abadas, fantasias e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Carnaval está chegando e muita gente só pensando na Sapucaí, em camarotes e nos bloquinhos e para não ficar de fora da folia, o Instituto Musiva resolveu inovar: Junto com a blogueira e empreendedora Raquel Motta, que ficou conhecida nacionalmente pelo meme dos 3 Reais, criou um serviço de customização de abadas, fantasias e produção de acessórios carnavalescos. A produção será feita por artesãs de favelas do Rio.</p>
<p>https://www.instagram.com/p/B8Efr7cAKyO/</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O interessado entra em contato com o Musiva, que cria uma proposta personalizada para atender ao evento ou festa do cliente, e no dia e local combinado uma equipe de artesãs, junto com a influenciadora digital mais conhecida como Raquel 3Reais vai até o evento e trabalha customizando camisas ou criando brincos, arcos e adereços carnavalescos. “No pacote de serviços temos brincos com preço a partir de R$ 3, e os convidados do parceiro ainda terão de brinde uma notinha de R$ 3 autografada por mim, com direito à foto, olha que chique Gente!”, aponta Raquel Motta.</p>
<p>https://www.instagram.com/p/B7wP_H6gxq7/</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O organizador do evento, além de enriquecer sua festa, ainda tem a presença de Raquel e contribui para a geração de renda de artesãos dos projetos sociais realizados pelo Instituto Musiva como o Tecendo Arte, patrocinado pela Prefeitura do Rio, e que promove cursos de capacitação em artesanato sustentável e o Negócio Sustentável que realiza aceleração e mentoria para projetos de base comunitária.</p>
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