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	<title>Arquivos EUA - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Jun 2025 12:05:45 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Brandy e Monica anunciam a primeira turnê conjunta da carreira; relembre os grandes sucesso</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/brandy-e-monica-anunciam-a-primeira-turne-conjunta-da-carreira-relembre-os-grandes-sucesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 13:41:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[Ariana Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Brandy]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Elas est&#227;o de volta! Brandy e Monica v&#227;o dividir o palco na primeira turn&#234; conjunta da carreira, e o nome n&#227;o poderia ser mais simb&#243;lico: &#8220;The Boy Is Mine&#8221;. Trata-se de uma homenagem ao cl&#225;ssico de 1998 que marcou uma gera&#231;&#227;o e dominou o topo da Billboard por 13 semanas seguidas. Duas das vozes mais [&#8230;]</p>
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<p>Elas estão de volta! <a href="https://mundonegro.inf.br/brandy-e-monica-vao-se-enfrentar-em-batalha-de-hits-no-verzuz/"><strong>Brandy </strong></a><strong><a href="https://mundonegro.inf.br/brandy-e-monica-vao-se-enfrentar-em-batalha-de-hits-no-verzuz/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">e </a></strong><a href="https://mundonegro.inf.br/brandy-e-monica-vao-se-enfrentar-em-batalha-de-hits-no-verzuz/"><strong>Monica</strong></a><strong> </strong>vão dividir o palco na primeira turnê conjunta da carreira, e o nome não poderia ser mais simbólico: <strong>&#8220;The Boy Is Mine&#8221;</strong>. Trata-se de uma homenagem ao clássico de 1998 que marcou uma geração e dominou o topo da Billboard por 13 semanas seguidas.</p>



<p>Duas das vozes mais poderosas e influentes do R&amp;B anunciam uma turnê que vai passar por 24 cidades dos EUA, começando no dia 16 de outubro e encerrando com chave de ouro no dia 7 de dezembro. A tour ainda contará com participações especiais de <strong>Kelly Rowland</strong>, <strong>Muni Long</strong> e do novo vencedor do American Idol, <strong>Jamal Roberts</strong>.</p>



<p>Além do hit <strong>&#8220;The Boy Is Mine&#8221;</strong>, que virou símbolo de uma era no R&amp;B, Brandy e Monica também brilharam juntas em <strong>“It All Belongs to Me”</strong> (2012) e no recente remix com <strong>Ariana Grande</strong>, que rendeu à dupla uma nova indicação ao Grammy, mais de duas décadas após o estouro inicial.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>Relembre os clipes de sucesso das cantoras:</strong></strong></h2>



<p><strong>&#8220;The Boy Is Mine&#8221; (1998)</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="qSIOp_K5GMw"><iframe title="Brandy &amp; Monica - The Boy Is Mine (Official Video)" width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/qSIOp_K5GMw?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p><strong>&#8220;It All Belongs to Me&#8221; (2012)</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="Mk7P1lKkCG0"><iframe title="Monica, Brandy - It All Belongs To Me" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/Mk7P1lKkCG0?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p><strong>&#8220;The Boy Is Mine (Remix)&#8221; – Ariana Grande (2024)</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="j69AZ7mfPlU"><iframe title="Ariana Grande, Brandy, Monica - the boy is mine (Remix) (Official Lyric Video)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/j69AZ7mfPlU?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p><strong>&#8220;Angel of Mine&#8221; (1998) – Monica</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="3eOuK-pYhy4"><iframe title="Monica - Angel Of Mine (Official Music Video)" width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/3eOuK-pYhy4?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p><strong>&#8220;Have You Ever?&#8221; (1998) – Brandy</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="Xkj1An6Wnec"><iframe title="Brandy - Have You Ever (Official Video)" width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/Xkj1An6Wnec?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Nyesha J. Arrington: a chef negra do Next Level Chef</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/nyesha-j-arrington-a-chef-negra-do-next-level-chef/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 08:50:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[chefs negras]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Next Level Chef]]></category>
		<category><![CDATA[Nyesha J. Arrington]]></category>
		<category><![CDATA[Reality show]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto no Brasil a vers&#227;o do reality Chef de Alto N&#237;vel, que estreia no pr&#243;ximo dia 15 de julho, ter&#225; uma bancada de jurados formada apenas por chefs brancos, Alex Atala, Jefferson Rueda e Renata Vanzetto, nos Estados Unidos o programa conta com uma jurada negra: a chef Nyesha J. Arrington. Um contraste que chama [&#8230;]</p>
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<p>Enquanto no Brasil a versão do reality <em>Chef de Alto Nível</em>, que estreia no próximo dia 15 de julho, terá uma bancada de jurados formada apenas por chefs brancos, Alex Atala, Jefferson Rueda e Renata Vanzetto, nos Estados Unidos o programa conta com uma jurada negra: a chef Nyesha J. Arrington. Um contraste que chama a atenção e levanta uma pergunta. Quem é essa chef que hoje ocupa um dos espaços de maior visibilidade na TV gastronômica americana?</p>



<p>Filha de pai negro e mãe coreana, Nyesha J. Arrington nasceu na Califórnia e formou-se no Art Institute of California – Los Angeles. Construiu sua trajetória em cozinhas estreladas, sob chefs como Josiah Citrin no Mélisse e Joël Robuchon em L’Atelier, até se tornar chef executiva no Wilshire Restaurant, em Santa Monica. Seu trabalho sempre refletiu uma combinação de técnica refinada com respeito às suas raízes culturais.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="814" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-24-at-20.59.20-814x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-91555" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-24-at-20.59.20-814x1024.jpeg 814w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-24-at-20.59.20-239x300.jpeg 239w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-24-at-20.59.20-119x150.jpeg 119w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-24-at-20.59.20-768x966.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-24-at-20.59.20-334x420.jpeg 334w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-24-at-20.59.20-150x189.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-24-at-20.59.20-300x377.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-24-at-20.59.20-696x875.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-24-at-20.59.20.jpeg 1018w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p>Decidida a imprimir sua identidade na cozinha, foi chef e sócia dos restaurantes Leona, de 2016 a 2017, em Venice, e Native, de 2017 a 2019, em Santa Monica. Ambos foram elogiados por críticos como Jonathan Gold, que descreveu seus pratos como o sabor de Los Angeles. Em 2015, foi eleita Chef do Ano pela Eater LA e, em 2012, entrou para a lista Zagat 30 Under 30. Sua cozinha valoriza ingredientes sazonais, memória afetiva e o território em que atua.</p>



<p>Além de sua carreira nos fogões, Nyesha se consolidou na televisão. Participou do <em>Top Chef: Texas</em>, em 2011, e desde 2022 é jurada e mentora do <em>Next Level Chef</em>, transmitido originalmente pela Fox e exibido no Brasil pela HBO. Para ela, ser mentora é um papel essencial. Ajudar chefs em formação a encontrar sua voz e evoluir na profissão é uma missão que leva a sério.</p>



<p>Com presença forte e carismática no programa, Nyesha J. Arrington reforça como a representatividade vai além da cozinha e chega aos espaços de decisão e visibilidade. Um exemplo que ainda falta no cenário brasileiro e que nos lembra da importância de ampliar as vozes e presenças negras em todos os níveis da gastronomia.</p>
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		<title>50 Cent quer impedir que Diddy receba perdão presidencial de Trump: “Não é aceitável”</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/50-cent-quer-impedir-que-diddy-receba-perdao-presidencial-de-trump-nao-e-aceitavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 12:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[50 cent]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>50 Cent continua fazendo barulho nas redes sociais com tudo o que envolve o caso Diddy. O rapper e empres&#225;rio deixou claro que pretende conversar diretamente com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para desencorajar qualquer possibilidade de perd&#227;o presidencial ao magnata Sean &#8220;Diddy&#8221; Combs. Ele quer garantir que Trump n&#227;o considere a hip&#243;tese [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>50 Cent</strong> continua fazendo barulho nas redes sociais com tudo o que envolve o caso <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/cassie-ventura-relata-abusos-e-rituais-coreografados-em-depoimento-perturbador-durante-julgamento-de-diddy/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Diddy</a></strong>. O rapper e empresário deixou claro que pretende conversar diretamente com o presidente dos Estados Unidos, <strong>Donald Trump</strong>, para desencorajar qualquer possibilidade de perdão presidencial ao magnata Sean “Diddy” Combs.</p>



<p>Ele quer garantir que Trump não considere a hipótese de clemência para o colega da indústria musical, atualmente envolvido em uma série de acusações que incluem assédio, abuso sexual, violência doméstica e tráfico sexual. </p>



<p>“Ele disse que consideraria o perdão para qualquer pessoa injustiçada, não é o caso do Puffy Daddy”, rebateu em um post afiado nas redes sociais. Nos comentários, ainda declarou: “Ele [Diddy] já disse coisas muito ruins sobre o Trump, não é aceitável. Vou entrar em contato com ele [Trump] para que ele saiba o que penso a respeito desse cara”.</p>



<p>Em seguida, o rapper também publicou o print de uma matéria internacional sobre sua intenção de conversar com Trump, e na legenda escreveu: “Donald Trump não leva desrespeito para casa e não se esquece de quem opta por ir contra ele… Em meio aos seus trabalhos para tornar a América grande outra vez, não há espaço para distração”.</p>



<p>Durante um evento na Casa Branca, na última sexta-feira (30), Trump falou sobre a possibilidade de perdoar o rapper. “Primeiro, eu daria uma olhada no que está acontecendo”, afirmou. “Não tenho acompanhado com muita atenção. Ele gostava muito de mim, mas acho que quando me candidatei, esse relacionamento acabou.” E completou: “Bem, ninguém perguntou. Eu sei que as pessoas estão pensando nisso. Eu olharia os fatos”. Em 2015, Diddy elogiou o republicano durante uma entrevista. “Donald Trump é um amigo meu e ele trabalha pesado”.</p>



<p>Em meio a uma série de postagens sarcásticas e provocativas de 50 cent sobre o caso Diddy, a mais recente traz o print de um tabloide britânico afirmando que ele pretende “bombardear as chances de perdão” ao artista. Ele rebateu direto: “Não disse que vou bombardear nada, só falei que faço questão que o Trump saiba das coisas”.</p>



<p>Os advogados do magnata Diddy negam veementemente as acusações, alegando que todos os relacionamentos sexuais do artista foram consensuais. Ainda assim, ele segue detido em uma penitenciária federal em Nova York, depois que diversos pedidos de fiança foram rejeitados, e segue em julgamento. </p>
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		<title>EUA justificam erro em visto de Erika Hilton com política binária &#8216;desde o nascimento&#8217;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/eua-justificam-erro-em-visto-de-erika-hilton-com-politica-binaria-desde-o-nascimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 13:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Erika Hilton]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil afirmou, em nota enviada &#224; imprensa na &#250;ltima quarta-feira (15), que a pol&#237;tica do pa&#237;s &#233; reconhecer apenas dois sexos &#8212; &#8220;masculino e feminino&#8221; &#8212;, considerados &#8220;imut&#225;veis desde o nascimento&#8221;. A declara&#231;&#227;o foi emitida ap&#243;s a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) denunciar que teve seu g&#234;nero registrado como &#8220;masculino&#8221; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil afirmou, em nota enviada à imprensa na última quarta-feira (15), que a política do país é reconhecer apenas dois sexos — &#8220;masculino e feminino&#8221; —, considerados &#8220;imutáveis desde o nascimento&#8221;. A declaração foi emitida após a deputada <strong>Erika Hilton</strong> (PSOL-SP) denunciar que teve seu gênero registrado como &#8220;masculino&#8221; em um visto diplomático, apesar de seus documentos brasileiros a identificarem como mulher.</p>



<p>&#8220;De acordo com a Ordem Executiva 14168, é política dos EUA reconhecer dois sexos, masculino e feminino, considerados imutáveis desde o nascimento&#8221;, disse a embaixada, sem comentar diretamente o caso da parlamentar. O órgão também afirmou que, por lei americana, os registros de visto são confidenciais.</p>



<p>A resposta dos EUA ocorre após Hilton denunciar que seu novo visto, emitido para uma viagem a eventos acadêmicos em Harvard e no MIT, ignorou sua identidade de gênero. A deputada afirmou que, em 2023, um visto anterior havia sido emitido corretamente com a marcação &#8220;feminino&#8221;. A deputada, primeira mulher trans eleita para o Congresso, anunciou que acionará o governo americano na ONU e na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). O PSOL também pressiona o Itamaraty a se manifestar.</p>



<p>Procurado, o Ministério das Relações Exteriores não se pronunciou até a publicação desta reportagem.</p>
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		<item>
		<title>Erika Hilton vai denunciar Trump na ONU após receber visto dos EUA com gênero masculino</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/erika-hilton-vai-denunciar-trump-na-onu-apos-receber-visto-dos-eua-com-genero-masculino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 13:54:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) denunciou nesta quarta-feira (15) que o visto concedido pelos Estados Unidos a ela a identifica com o g&#234;nero masculino, contrariando seus documentos civis brasileiros, que a reconhecem como mulher. A parlamentar afirmou que acionar&#225; o pa&#237;s na ONU (Organiza&#231;&#245;es das Na&#231;&#245;es Unidas) e na Comiss&#227;o Interamericana de Direitos Humanos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) denunciou nesta quarta-feira (15) que o visto concedido pelos Estados Unidos a ela a identifica com o gênero masculino, contrariando seus documentos civis brasileiros, que a reconhecem como mulher. A parlamentar afirmou que acionará o país na ONU (Organizações das Nações Unidas) e na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) por considerar o caso um ato de transfobia e um desrespeito à sua identidade.</p>



<p> O visto anterior, emitido pelos EUA em 2023, registrava corretamente seu gênero como feminino. Hilton declarou que apresentou certidão de nascimento e passaporte diplomático com a identificação adequada durante o processo.  &#8220;Não se trata apenas de um caso de transfobia. É um documento sendo rasgado sem pudor. Vou acionar judicialmente o presidente [Donald] Trump na ONU e na CIDH. Queremos que o Itamaraty chame o embaixador [dos EUA] para explicações&#8221;, disse a deputada em entrevista à Folha de S. Paulo.</p>



<p> Ela ainda criticou o presidente americano, chamando-o de &#8220;homem doente que se sente dono da verdade&#8221;.  A Embaixada dos EUA no Brasil ainda não se manifestou sobre o ocorrido.  Hilton cancelou uma viagem aos Estados Unidos, onde participaria no sábado (12) de um painel na Brazil Conference, evento organizado pela comunidade brasileira das universidades Harvard e MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). A deputada alegou medo de sofrer constrangimentos no aeroporto devido à divergência entre o gênero no visto e em seus documentos.  &#8220;Senti medo, para ser sincera. Não aceitei me submeter a essa violência. Perdi uma atividade importante, mas não mereço esse desrespeito&#8221;, afirmou.  O PSOL anunciou que levará o caso a instâncias internacionais, pressionando também o governo brasileiro a se posicionar. A deputada é a primeira mulher trans eleita para o Congresso Nacional e tem sido vocal sobre pautas de gênero e direitos humanos.  </p>
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		<title>Governo Trump remove 381 livros de biblioteca militar que incluem assuntos como racismo e Holocausto em censura a temas &#8216;ideológicos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 13:34:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do presidente americano Donald Trump retirou 381 livros da biblioteca da Academia Naval dos Estados Unidos como parte de sua censura contra conte&#250;dos relacionados a diversidade, equidade e inclus&#227;o (DEI, na sigla em ingl&#234;s). Entre as obras removidas est&#227;o t&#237;tulos sobre feminismo, racismo, identidade de g&#234;nero e at&#233; o Holocausto. A ordem partiu [&#8230;]</p>
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<p>O governo do presidente americano <strong>Donald Trump</strong> retirou 381 livros da biblioteca da Academia Naval dos Estados Unidos como parte de sua censura contra conteúdos relacionados a diversidade, equidade e inclusão (DEI, na sigla em inglês). Entre as obras removidas estão títulos sobre feminismo, racismo, identidade de gênero e até o Holocausto.</p>



<p>A ordem partiu do gabinete do secretário de Defesa, <strong>Pete Hegseth</strong>, um dos principais nomes por trás da política de &#8220;limpeza ideológica&#8221; nas Forças Armadas americanas. A lista, divulgada pela Marinha na sexta-feira (9), inclui livros como: <em>&#8220;Lembrando o Holocausto&#8221;</em>, sobre a preservação da memória do genocídio de judeus na Segunda Guerra Mundial; <em>&#8220;Meio americano&#8221;</em>, que aborda a participação de afro-americanos no conflito; <em>&#8220;Uma mulher respeitável&#8221;</em>, sobre o papel público das mulheres negras no século XIX e<em>&#8220;Perseguindo Trayvon Martin&#8221;</em>, que discute o assassinato do jovem negro em 2012 e o racismo estrutural nos EUA.</p>



<p>Também foi removida a autobiografia&nbsp;<em>&#8220;Eu sei por que o pássaro canta na gaiola&#8221;</em>, da escritora e ativista <strong>Maya Angelou</strong>, ícone da literatura afro-americana e da luta pelos direitos civis. A triagem foi feita por meio de buscas por termos como &#8220;diversidade&#8221; e &#8220;equidade&#8221; no catálogo da biblioteca Nimitz. Inicialmente, cerca de 900 obras foram identificadas, das quais 381 foram retiradas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-89346" style="width:852px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-1024x576.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-300x169.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-150x84.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-768x432.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-747x420.jpeg 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-696x392.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-1068x601.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto de: Patrick Semansky/AP</figcaption></figure>
</div>


<p>Embora o decreto assinado por Trump em janeiro vetasse conteúdos sobre DEI apenas em escolas públicas do ensino básico, o Pentágono decidiu estender a diretriz às academias militares. A remoção ocorreu dias antes da visita de Hegseth à instituição, mas o governo nega ligação direta entre os fatos.</p>



<p>Um oficial anônimo revelou à Associated Press que a academia foi orientada &#8220;no fim da semana passada&#8221; a conduzir a revisão. &#8220;Não está claro se a ordem partiu diretamente de Hegseth ou de sua equipe&#8221;, disse a fonte.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Críticas: censura e apagamento histórico</strong></h3>



<p>A medida gerou reações de parlamentares e defensores da liberdade acadêmica, que acusam o governo de censura e perseguição ideológica. Servidores do Departamento de Defesa relataram à AP desconforto com o rigor da campanha, argumentando que a exclusão de obras históricas pode prejudicar a formação dos cadetes e apagar contribuições de minorias.</p>



<p>Entre os livros vetados estão temas historicamente alvos de governos autoritários, como sexualidade, direitos das mulheres e violência racial. Há ainda obras sobre a Ku Klux Klan, a condição feminina em países islâmicos e representações de raça e gênero na arte.</p>



<p>O Pentágono, no entanto, mantém a posição. Em nota, o Departamento de Defesa afirmou que as academias militares estão &#8220;comprometidas em executar e implementar os decretos do presidente&#8221;.</p>
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		<title>Governo Trump expulsa embaixador da África do Sul dos Estados Unidos por &#8220;explorar questões raciais&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 22:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[áfrica do sul]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo dos Estados Unidos declarou o embaixador da &#193;frica do Sul, Ebrahim Rasool, como &#8220;persona non grata&#8221; e determinou sua expuls&#227;o do pa&#237;s. O an&#250;ncio foi feito nesta sexta-feira (14) pelo secret&#225;rio de Estado, Marco Rubio, que acusou Rasool de &#8220;explorar quest&#245;es raciais&#8221; e de &#8220;odiar a Am&#233;rica e Trump&#8221;. A medida ocorre semanas [&#8230;]</p>
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<p>O governo dos Estados Unidos declarou o embaixador da África do Sul, Ebrahim Rasool, como “persona non grata&#8221; e determinou sua expulsão do país. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (14) pelo secretário de Estado, Marco Rubio, que acusou Rasool de &#8220;explorar questões raciais&#8221; e de &#8220;odiar a América e Trump&#8221;.</p>



<p>A medida ocorre semanas após Washington suspender a ajuda financeira à África do Sul, sob a justificativa de que o governo sul-africano estaria promovendo discriminação contra a população branca.</p>



<p>&#8220;O embaixador da África do Sul nos Estados Unidos não é mais bem-vindo no nosso grande país. Não temos nada a discutir com ele e, por isso, ele é considerado PERSONA NON GRATA&#8221;, escreveu Rubio nas redes sociais.&nbsp;</p>



<p>A expressão “persona non grata”, usada em relações diplomáticas, significa que um representante estrangeiro perdeu o direito de permanecer no país anfitrião. Com isso, Rasool deverá deixar os Estados Unidos.</p>



<p>Rubio compartilhou um artigo do site Breitbart, alinhado ao governo Trump, para justificar a decisão. O texto cita declarações do embaixador sul-africano afirmando que o presidente dos EUA estaria liderando um movimento de supremacia branca.</p>



<p>Rasool assumiu o posto diplomático em janeiro de 2025, quando apresentou suas credenciais ao então presidente Joe Biden. Esta era sua segunda passagem como embaixador em Washington.</p>



<p>A crise entre os dois países se agravou no início de fevereiro, quando Trump cortou a assistência financeira à África do Sul. Segundo o presidente americano, a medida foi uma resposta à reforma agrária promovida pelo governo sul-africano, que prevê a desapropriação de terras para redistribuição.</p>



<p>A legislação sul-africana busca reduzir a desigualdade no acesso à terra. Atualmente, cerca de 75% das terras agrícolas de propriedade plena estão nas mãos de brancos, que representam menos de 10% da população. Os negros, maioria no país, possuem apenas 4% dessas áreas.</p>



<p>O bilionário Elon Musk, nascido na África do Sul e aliado de Trump, afirmou que os brancos sul-africanos são vítimas de &#8220;leis racistas de propriedade&#8221;.</p>
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		<title>Trump e o fim do DEI: Professor vê paralelos entre ataque à diversidade e segregação das Leis Jim Crow</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/trump-e-o-fim-do-dei-professor-ve-paralelos-entre-ataque-a-diversidade-e-segregacao-das-leis-jim-crow/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 19:05:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nos Estados Unidos, pol&#237;ticas de Diversidade, Equidade e Inclus&#227;o (DEI) est&#227;o sob forte ataque. Em declara&#231;&#245;es recentes, o ex-presidente Donald Trump afirmou que pretende desmantelar essas iniciativas e compensar financeiramente estudantes brancos que, segundo ele, foram prejudicados pelas pol&#237;ticas de equidade. Essa postura &#233; refor&#231;ada pelo Project 2025, um plano conservador elaborado pela Heritage Foundation [&#8230;]</p>
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<p>Nos Estados Unidos, políticas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) estão sob forte ataque. Em declarações recentes, o ex-presidente Donald Trump afirmou que pretende desmantelar essas iniciativas e compensar financeiramente estudantes brancos que, segundo ele, foram prejudicados pelas políticas de equidade. Essa postura é reforçada pelo <em>Project 2025</em>, um plano conservador elaborado pela Heritage Foundation que visa erradicar o DEI em instituições federais e educacionais, criando o que críticos consideram um retrocesso nos direitos civis. Para <strong>Linn Washington Jr.</strong>, professor de jornalismo na Temple University e experiente analista de questões de raça e justiça nos Estados Unidos, o movimento lembra a era das Leis Jim Crow, que institucionalizaram a segregação racial no país e promoveram divisões sociais e econômicas com impactos duradouros na população negra.</p>



<p>Washington Jr. destaca que as políticas de DEI foram desenvolvidas para enfrentar desigualdades estruturais e incluir grupos historicamente marginalizados. Ele acredita que o desmantelamento dessas iniciativas representa uma ameaça aos avanços conquistados na igualdade racial e social. “Eles querem acabar com todo o DEI. DEI agora se tornou a pior coisa do mundo, como se estivessem ‘vindo atrás dos seus filhos’, querendo mudar suas ideias,” afirmou o professor. Para ele, o ataque ao DEI reflete um padrão histórico de exclusão, e ele traça paralelos entre o momento atual e a implementação das Leis Jim Crow no final do século XIX.</p>



<p>Segundo Washington Jr., as Leis Jim Crow foram criadas em uma época de crise econômica, quando fazendeiros brancos e negros pobres começaram a se unir contra a opressão econômica. “Na década de 1890, com a depressão no país, fazendeiros pobres do sul — negros e brancos — começaram a perceber que tinham algo em comum: a pobreza. Eles entendiam que o problema não era entre eles, mas o capitalismo do norte, que os explorava,” explicou o professor. Para evitar essa união, foram instituídas as Leis Jim Crow, estabelecendo divisões raciais. Washington Jr. vê um padrão semelhante na retórica conservadora contra o DEI, onde a questão racial é usada para fomentar divisões e impedir a união das comunidades.</p>



<p>A fala recente de Trump, em um vídeo de 2023, reafirma sua postura anti-DEI ao prometer medidas punitivas contra instituições que promovam iniciativas de equidade. “As escolas que persistirem na discriminação explícita e ilegal, sob o pretexto de equidade, não apenas terão suas dotações tributadas, mas&#8230; serão multadas em até o valor total de suas dotações,” afirmou Trump. Ele ainda acrescentou: “Vamos tirar essa insanidade antiamericana de nossas instituições de uma vez por todas.”</p>



<p>O <em>Project 2025</em>, elaborado pela Heritage Foundation, formaliza esse movimento ao propor a eliminação de termos como &#8220;diversidade&#8221;, &#8220;equidade&#8221; e &#8220;inclusão&#8221; de regulamentações federais, e até o fechamento do Departamento de Educação, apontado como disseminador dessas políticas. A <em>Teen Vogue</em> criticou o plano, destacando que ele representa um “retrocesso perigoso” e um “apagamento das conquistas na luta contra a desigualdade racial e social nos EUA.”</p>



<p>Na visão do professor, a oposição ao DEI não é apenas uma questão de ideologia, mas uma ameaça estrutural que pode comprometer décadas de progresso em direitos civis e inclusão.</p>



<p>(<em>Nota: A entrevista com o professor Linn Washington Jr. foi realizada por nossa equipe durante o Reporting Tour nos EUA, um programa que reúne jornalistas internacionais para cobrir questões de relevância global.</em>)</p>
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		<title>Filme brasileiro sobre vivências negras compete no Chicago International Film Festival</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/filme-brasileiro-sobre-vivencias-negras-compete-no-chicago-international-film-festival/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2024 17:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[CHICAGO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O curta-metragem &#8220;Estamos Tentando&#8220;, dirigido por Guilherme Gomes e Julia Conatti, foi selecionado para representar o Brasil na 60&#170; edi&#231;&#227;o do Chicago International Film Festival. Competindo ao lado de produ&#231;&#245;es estreladas por grandes nomes como Samuel L. Jackson e Tom Hanks, o filme ser&#225; exibido na se&#231;&#227;o &#8220;Black Perspectives Shorts: Growing Pains&#8221; neste s&#225;bado, dia [&#8230;]</p>
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<p>O curta-metragem<strong> &#8220;<em>Estamos Tentando</em></strong>&#8220;, dirigido por Guilherme Gomes e Julia Conatti, foi selecionado para representar o Brasil na <strong>60ª edição do Chicago International Film Festival</strong>. Competindo ao lado de produções estreladas por grandes nomes como Samuel L. Jackson e Tom Hanks, o filme será exibido na seção &#8220;<strong>Black Perspectives Shorts: Growing Pains</strong>&#8221; neste sábado, dia 19 de outubro, às 18h30, no AMC New City, em Chicago. O curta aborda as dificuldades enfrentadas por pessoas negras no Brasil em uma narrativa que mescla questões sociais e pessoais.</p>



<p>Com apenas 16 minutos de duração, <em>Estamos Tentando</em> acompanha a trajetória de Luna, uma jovem negra recém-formada que busca espaço no mercado de trabalho enquanto revisita uma amizade com Thiago, um ex-colega que agora é uma estrela do pagode. </p>



<p>O elenco conta com nomes de peso, como Augusto Madeira, vencedor do Grande Otelo de Melhor Ator Coadjuvante, Mel Lisboa, Lucas Oranmian e Jamile Cazumbá. &#8220;Estar entre talentos consagrados e emergentes foi um aprendizado marcante&#8221;, comenta o diretor Guilherme Gomes, ressaltando a importância de contar histórias que abordem o racismo e as complexidades das relações humanas.</p>



<p>Antes de sua estreia em Chicago, o curta já foi exibido no <strong>FEST New Directors New Films</strong>, em Portugal, e será destaque no Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul, no Rio de Janeiro, no dia 23 de outubro. Produzido pela produtora Para Nós Por Nós (PNPN), com apoio do Programa de Ação Cultural (Proac) e outras produtoras, o filme faz parte de uma seção dedicada a destacar vozes negras no cinema, com potencial de ser pré-selecionado para o Oscar.</p>



<p></p>
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		<title>Met Gala 2025 resgata história do dandismo negro na moda</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/met-gala-2025-resgata-historia-do-dandismo-negro-na-moda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Oct 2024 09:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[MODA & Estilo]]></category>
		<category><![CDATA[A$AP Rocky]]></category>
		<category><![CDATA[Colman Domingo]]></category>
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		<category><![CDATA[moda]]></category>
		<category><![CDATA[Pharrel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Met Gala 2025 promete trazer uma reflex&#227;o poderosa sobre a moda e a hist&#243;ria da di&#225;spora africana. Com o tema &#8220;Superfine: Tailoring Black Style&#8221; (Impec&#225;vel: a confec&#231;&#227;o do Estilo Negro), o evento, conhecido por suas exibi&#231;&#245;es extravagantes e criativas, focar&#225; no dandismo negro. A exposi&#231;&#227;o, que ser&#225; realizada pelo Museu de Arte Metropolitana de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Met Gala 2025 promete trazer uma reflexão poderosa sobre a moda e a história da diáspora africana. Com o tema “<strong>Superfine: Tailoring Black Style”</strong> (<em>Impecável: a confecção do Estilo Negro</em>), o evento, conhecido por suas exibições extravagantes e criativas, focará no dandismo negro. A exposição, que será realizada pelo Museu de Arte Metropolitana de Nova York (The Met), explora a relação entre o estilo indumentário dos homens negros e a construção de suas identidades durante o período escravocrata.</p>



<p>O dandismo, caracterizado pela vestimenta sofisticada e elegante, vai além da moda. Para a população negra no contexto histórico da diáspora, era um símbolo de resistência, reinvenção e afirmação. Enquanto o mundo transitava da escravidão para a emancipação, o estilo refinado dos dândis se tornou uma forma de reconfigurar sua presença social, desafiando estereótipos e se posicionando como sujeitos de sua própria história.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="680" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/190722132126-05-dandy-lion-1024x680.webp" alt="Foto: Daniele Tamagn/CNN/Divulgação" class="wp-image-84113" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/190722132126-05-dandy-lion-1024x680.webp 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/190722132126-05-dandy-lion-300x199.webp 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/190722132126-05-dandy-lion-150x100.webp 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/190722132126-05-dandy-lion-768x510.webp 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/190722132126-05-dandy-lion-632x420.webp 632w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/190722132126-05-dandy-lion-696x462.webp 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/190722132126-05-dandy-lion-1068x709.webp 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/190722132126-05-dandy-lion.webp 1480w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Daniele Tamagn/CNN/Divulgação</figcaption></figure>



<p>A exposição &#8220;Superfine&#8221; pretende destacar como essa estética influenciou a identidade negra ao longo dos anos. O uso do terno bem cortado, tecidos de alta qualidade e uma postura imponente representam, para muitos, uma reinterpretação da masculinidade negra, especialmente em um cenário de opressão. O Met busca evidenciar como essa escolha estética se entrelaçou com o desejo de liberdade e reconhecimento em diversas sociedades, principalmente no contexto colonial e pós-colonial.<br><br>Nesta edição, o evento contará com <a href="https://mundonegro.inf.br/met-gala-2025-reune-pharrell-lebron-e-hamilton-e-nomes-da-moda-e-cultura/">a presença de quatro coanfitriões de peso</a>: <strong>Pharrell Williams, Colman Domingo, Lewis Hamilton e A$AP Rocky</strong>. Além disso,<strong> LeBron James</strong>, astro do basquete e ativista social, será o copresidente honorário, reforçando a importância de figuras negras de destaque na liderança do evento. Marcado para 5 de maio de 2025, o Met Gala, promovido por Anna Wintour, promete trazer não só celebridades e estilistas à vanguarda da moda, mas também uma reflexão histórica sobre a diáspora africana e a importância do estilo como ferramenta de expressão e resistência.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/16-lens-dandy-embed-superJumbo-1024x680.jpg" alt="Foto: Daniele Tamagn/Divulgação" class="wp-image-84115" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/16-lens-dandy-embed-superJumbo-1024x680.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/16-lens-dandy-embed-superJumbo-300x199.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/16-lens-dandy-embed-superJumbo-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/16-lens-dandy-embed-superJumbo-768x510.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/16-lens-dandy-embed-superJumbo-1536x1020.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/16-lens-dandy-embed-superJumbo-632x420.jpg 632w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/16-lens-dandy-embed-superJumbo-696x462.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/16-lens-dandy-embed-superJumbo-1068x709.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/16-lens-dandy-embed-superJumbo-1920x1275.jpg 1920w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/10/16-lens-dandy-embed-superJumbo.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Daniele Tamagn/Divulgação</figcaption></figure>
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