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	<title>Arquivos estudantes negros - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 18 Nov 2025 19:38:47 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Estudantes negros sofrem três vezes mais bullying racial do que estudantes brancos, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 15:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A violência racial dentro das escolas brasileiras continua sendo uma realidade alarmante e os dados mais recentes reforçam a gravidade. A nova edição da <strong>Avaliação do Futuro</strong>, divulgada pelo Instituto Ayrton Senna, revela que estudantes negros sofrem <a href="https://mundonegro.inf.br/divida-historica-jovens-negros-so-alcancarao-o-ritmo-dos-brancos-no-ensino-medio-em-15-anos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>três vezes mais bullying por raça ou cor em comparação aos estudantes brancos da rede pública</strong>.</a></p>



<p>O levantamento, um dos maiores mapeamentos nacionais sobre competências socioemocionais e convivência escolar, foi realizado em escolas do Ceará, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará e Paraná, em parceria com o CAEd/UFJF. Ao todo, 89 mil estudantes do Ensino Médio foram ouvidos.</p>



<p>Um em cada quatro estudantes relatou ter sofrido algum tipo de bullying nos 30 dias anteriores à pesquisa. Entre os principais motivos estão: aparência do corpo (11,8%); aparência do rosto (11,3%); raça/cor (9,5%); religião (6,1%); orientação sexual (5,6%); e região de origem (5,5%). Quando o recorte é racial, a desigualdade reforça o racismo no ambiente escolar: brancos: 6,83%; pardos: 9,19%; e pretos: 17,84%. </p>



<p>Para <strong>Ana Crispim</strong>, gerente de pesquisa do Instituto Ayrton Senna (eduLab21) e doutora em Psicologia, os padrões estéticos e as pressões sociais tornam a adolescência uma fase ainda mais desafiadora. “A adolescência é um período desafiador: fatores como as mudanças no corpo, somada à força dos padrões e estereótipos de beleza e das comparações e expectativas sociais, vulnerabilidades emocionais e sociais, pesam no dia a dia”, explica.</p>



<p>O instituto alerta que o bullying se manifesta de maneira sistemática: agressões verbais e físicas, humilhações, disseminação de boatos e cyberbullying. </p>



<p>No Ceará, onde mais de 56 mil estudantes participaram da avaliação, as escolas com melhores índices de abertura à diversidade registraram taxas menores de bullying (9%) do que aquelas com menor abertura (13%). Em relação ao indicador de convivência escolar, a diferença é ainda maior: escolas com altos níveis de convivência: 7% de bullying; escolas com baixos níveis: 17%.</p>



<p>Segundo<strong> Gisele Alves</strong>, gerente executiva do eduLab21, esses resultados mostram que ambientes que valorizam respeito, empatia e responsabilidade coletiva reduzirem significativamente a violência entre estudantes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Socioemocional como ferramenta de combate ao racismo </strong></h3>



<p>As competências de amabilidade, como empatia e respeito, e de abertura ao novo, relacionadas ao interesse por diferentes culturas e ideias, ajudam estudantes a se reconhecerem em suas diferenças e a conviver de forma mais inclusiva.</p>



<p>Ainda assim, os dados revelam outro alerta importante: 8 em cada 10 estudantes relataram sintomas significativos de ansiedade e depressão. Entre eles: 38,9% se sentem esgotados; 33,9% têm perdido o sono por preocupação; e 22% dizem se sentir incapazes de superar dificuldades.</p>



<p>“Promover o respeito à diversidade e a boa convivência escolar é essencial para criar ambientes escolares inclusivos, seguros e colaborativos, nos quais todos os estudantes possam se desenvolver plenamente. As competências socioemocionais desempenham um papel central nesse processo, ao apoiar os estudantes com habilidades que fortalecem a abertura, a empatia, a comunicação respeitosa, a resiliência e a responsabilidade”, afirma Silvia Lima, reforçando que o socioemocional tem papel decisivo para apoiar estudantes.</p>
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		<title>Educação pós-pandemia no Brasil: A realidade dos estudantes negros e o panorama da aprendizagem</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/educacao-pos-pandemia-no-brasil-a-realidade-dos-estudantes-negros-e-o-panorama-da-aprendizagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[KELLY BAPTISTA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2025 08:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade racial]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade social]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes negros]]></category>
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		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A desigualdade racial na educação brasileira é um problema persistente e alarmante, conforme destacado no estudo<strong> “Aprendizagem na Educação Básica no Brasil Pós-Pandemia”</strong>, feito pela <strong>ONG Todos pela Educação</strong>. Apesar de esforços para universalizar o ensino, os estudantes negros enfrentam desafios estruturais que comprometem seu aprendizado e desenvolvimento, refletindo um cenário de exclusão social e educacional.</p>



<p>Os dados mostraram que os <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/equidade-de-educacao-para-as-relacoes-etnico-raciais-uma-reparacao-historica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alunos negros apresentam níveis de aprendizagem significativamente mais baixos em comparação aos brancos e amarelos</a></strong>, revelando desigualdades sistêmicas. Essas diferenças de desempenho se aprofundaram na última década, afetando especialmente disciplinas como Matemática e Língua Portuguesa. As disparidades são particularmente evidentes em etapas críticas da educação, como o 9º ano do Ensino Fundamental e o Ensino Médio.</p>



<p>Além da condição socioeconômica, <strong>preconceitos estruturais e exclusão racial agravam a situação dos estudantes negros</strong>. O ambiente educacional muitas vezes não considera as necessidades específicas desses alunos, perpetuando aspectos históricos de opressão e desigualdade. Essas barreiras vão além do desempenho acadêmico, afetando também o bem-estar psicológico e emocional, devido à discriminação e falta de representatividade.</p>



<p>Outro aspecto preocupante é o fato de que, <strong>mesmo entre estudantes de níveis socioeconômicos equivalentes, os alunos negros têm desempenho inferior em comparação a outros grupos raciais.</strong> Essas interseccionalidades indicam que a pobreza e o racismo atuam de forma cumulativa, ampliando os desafios enfrentados por esses jovens no sistema educacional brasileiro.</p>



<p><strong>A pandemia de Covid-19 agravou ainda mais esse quadro.</strong> Enquanto os estudantes de todas as raças enfrentaram retrocessos educacionais, os negros encontraram uma barreira adicional para recuperar sua aprendizagem. A recuperação desigual reforça as lacunas existentes e demonstra que as consequências da pandemia não foram sentidas da mesma forma por todos.</p>



<p><strong>No Ensino Médio, etapa essencial para o desenvolvimento acadêmico e entrada no mercado de trabalho, as barreiras para os estudantes negros são ainda mais pesadas. </strong>Em disciplinas como Matemática, onde os avanços gerais já eram insuficientes, a situação para os estudantes negros foi praticamente de estagnação. Esses dados reforçam a necessidade de intervenções específicas e direcionadas.</p>



<p>A baixa eficácia das políticas públicas é outro ponto merecedor de atenção. Embora programas tenham sido implementados para reduzir a desigualdade educacional, os resultados revelam que<strong> as ações não têm sido suficientes para resolver as disparidades raciais</strong>. Isso aponta para a urgência de uma reflexão sobre a formulação e execução dessas iniciativas.</p>



<p>Para superar essas desigualdades,<strong> o estudo aponta que são necessárias ações interseccionais que combinem raça e classe social</strong>. Isso implicaria em políticas públicas articuladas, investimentos em formação docente para lidar com preconceitos e iniciativas que promovam a inclusão e a representatividade no ambiente escolar.</p>



<p>Acrescento, que ao refletir sobre estes dados, é importante aceitar que<strong> o combate à desigualdade racial no sistema educacional é uma responsabilidade coletiva</strong>. Apenas com um compromisso firme e contínuo será possível construir uma sociedade onde todos os estudantes, independentemente de raça ou cor, recebam uma educação de qualidade e oportunidades iguais para alcançar seu máximo potencial.</p>



<p><strong><a href="https://todospelaeducacao.org.br/wordpress/wp-content/uploads/2025/04/estudo-aprendizagem-na-educacao-basica-no-brasil-pos-pandemia-todos-pela-educacaodocx.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fonte: Aprendizagem na Educação Básica: situação brasileira no pós-pandemia</a></strong></p>
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		<title>Fundo Baobá e B3 Social lançam nova edição do Programa Black STEM, que oferece bolsas no exterior para estudantes negros</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/fundo-baoba-e-b3-social-lancam-nova-edicao-do-programa-black-stem-que-oferece-bolsas-no-exterior-para-estudantes-negros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 10:53:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[B3 Social]]></category>
		<category><![CDATA[Black STEM]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Fundo Baob&#225; para Equidade Racial, em parceria com a&#160;B3 Social, abriu as inscri&#231;&#245;es para a segunda edi&#231;&#227;o do&#160;Programa Black STEM, que concede bolsas complementares de&#160;R$ 35 mil&#160;para&#160;estudantes negros&#160;aprovados em cursos de gradua&#231;&#227;o no exterior nas &#225;reas de&#160;STEM&#160;(Ci&#234;ncias, Tecnologia, Engenharia e Matem&#225;tica). Ser&#227;o&#160;tr&#234;s vagas&#160;nesta edi&#231;&#227;o, e as inscri&#231;&#245;es seguem at&#233;&#160;30 de abril. O edital conta tamb&#233;m [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Fundo Baobá para Equidade Racial</strong>, em parceria com a <strong>B3 Social</strong>, abriu as inscrições para a segunda edição do <strong>Programa Black STEM</strong>, que concede bolsas complementares de R$ 35 mil para estudantes negros aprovados em cursos de graduação no exterior nas áreas de STEM (Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática). Serão três vagas nesta edição, e as inscrições seguem até 30 de abril.</p>
<p dir="ltr">O edital conta também com a parceria da BRASA (Brazilian Student Association), uma instituição liderada por estudantes brasileiros no exterior e oferece bolsas de estudo para pessoas que desejam estudar fora do Brasil. As inscrições para o Programa Black STEM podem ser feitas até o dia 30 de abril e o resultado com a lista de classificados será divulgado em 11 de julho. Para mais informações sobre o programa, o edital completo e o FAQ, acesse o link:  <a href="https://bit.ly/BS-2edicao" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://bit.ly/BS-2edicao&amp;source=gmail&amp;ust=1743169381400000&amp;usg=AOvVaw3LH6FYgZFNYA4-HaEDXvM_">https://bit.ly/BS-<wbr />2edicao</a></p>
<p>O objetivo do programa é apoiar a permanência de pessoas negras em universidades no exterior, grupo que historicamente contribui para a produção de conhecimento científico. Exemplos como o de <strong>Enedina Alves</strong>, primeira mulher negra a se formar em Engenharia no Brasil pelo Instituto de Engenharia do Paraná; <strong>Sonia Guimarães</strong>, primeira mulher negra brasileira a chegar ao doutorado em Física pela University of Manchester &#8211; Institute of Science and Technology. Ela é também professora do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o baiano <strong>Milton Santos</strong>, que foi doutor em Geografia pela Universidade de Estrasburgo (França) e professor no Massachusetts Institute of Technology (MIT), mostram a relevância dessa contribuição e a importância de apoiar a nova geração de cientistas negros.</p>
<p><figure id="attachment_88992" aria-describedby="caption-attachment-88992" style="width: 416px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-88992" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/FB_BlackSTEM_Post1_01100-1-240x300.png" alt="" width="416" height="521" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/FB_BlackSTEM_Post1_01100-1-240x300.png 240w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/FB_BlackSTEM_Post1_01100-1-819x1024.png 819w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/FB_BlackSTEM_Post1_01100-1-120x150.png 120w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/FB_BlackSTEM_Post1_01100-1-768x960.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/FB_BlackSTEM_Post1_01100-1-336x420.png 336w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/FB_BlackSTEM_Post1_01100-1-150x188.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/FB_BlackSTEM_Post1_01100-1-300x375.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/FB_BlackSTEM_Post1_01100-1-696x870.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/FB_BlackSTEM_Post1_01100-1-1068x1335.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/FB_BlackSTEM_Post1_01100-1.png 1080w" sizes="(max-width: 416px) 100vw, 416px" /><figcaption id="caption-attachment-88992" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure></p>
<p>Na primeira edição, o programa beneficiou cinco estudantes: Camilla Ribeiro (Pilotagem, em Portugal), Diovanna Stelmam (Computação, na China), Melissa Simplicio (Ciência da Computação, nos EUA), Rilary Oliveira (Medicina, na Argentina) e Eric Ribeiro (Engenharia Aeroespacial, nos EUA).</p>
<p>Fernanda Lopes, diretora de programas do Fundo Baobá, destaca que o Black STEM vai além do apoio financeiro: &#8220;A presença negra na ciência é relevante para a humanidade&#8221;, afirma. Ela cita exemplos como André Rebouças (pai da engenharia no Brasil) e a primeira médica registrada na história, uma mulher egípcia, para reforçar a importância de valorizar e ampliar a participação de pessoas negras na produção científica.</p>
<p>Fabiana Prianti, Head da B3, ressalta que a iniciativa &#8220;promove equidade racial e incentiva a permanência de estudantes negros em STEM&#8221;, contribuindo para um cenário acadêmico mais inclusivo.</p>
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		<title>Adolescência: estudantes negros e o retrato de uma escola que adoece</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/adolescencia-estudantes-negros-e-o-retrato-de-uma-escola-que-adoece/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 19:08:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência neftlix]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[série adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O caos das escolas p&#250;blicas foi um dos v&#225;rios inc&#244;modos que senti assistindo &#224; s&#233;rie Adolesc&#234;ncia, sucesso de cr&#237;tica e audi&#234;ncia exibido pela Netflix. Em especial no segundo epis&#243;dio, que se passa quase inteiramente dentro de uma escola, &#233; quase claustrof&#243;bico observar tantos jovens em um ambiente cinza &#8212; no sentido real e tamb&#233;m metaf&#243;rico. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O caos das escolas públicas foi um dos vários incômodos que senti assistindo à série<strong> <em>Adolescência</em></strong>, sucesso de crítica e audiência exibido pela Netflix. Em especial no segundo episódio, que se passa quase inteiramente dentro de uma escola, é quase claustrofóbico observar tantos jovens em um ambiente cinza — no sentido real e também metafórico. A violência verbal parece naturalizada; há falta de comprometimento por parte de alguns professores, reflexo de baixos salários; o bullying acontece diante de alunos e coordenadores que nada fazem. E, após o assassinato de Katie, a rotina seguiu como se nada tivesse acontecido, revelando uma brutalidade já normalizada. O luto se fez presente apenas na figura de<strong> Jade </strong>(Fatima Bojang), melhor amiga da vítima.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="597" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/Adolescence_UK_n_S1_E2_00_25_52_08-1024x597.webp" alt="" class="wp-image-88891" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/Adolescence_UK_n_S1_E2_00_25_52_08-1024x597.webp 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/Adolescence_UK_n_S1_E2_00_25_52_08-300x175.webp 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/Adolescence_UK_n_S1_E2_00_25_52_08-150x88.webp 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/Adolescence_UK_n_S1_E2_00_25_52_08-768x448.webp 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/Adolescence_UK_n_S1_E2_00_25_52_08-720x420.webp 720w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/Adolescence_UK_n_S1_E2_00_25_52_08-696x406.webp 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/Adolescence_UK_n_S1_E2_00_25_52_08-1068x623.webp 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/03/Adolescence_UK_n_S1_E2_00_25_52_08.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fatima Bojang como Jade- Foto: Reprodução Netflix</figcaption></figure>



<p>&#8220;Ela era a única pessoa que me entendia.&#8221; Essa frase pode ter muitas leituras, mas sabemos que, além da misoginia — abordada de forma brilhante na série — o racismo e a xenofobia também são temas que aparecem nas relações dos jovens, inclusive em grupos online. Se uma das reflexões de <em>Adolescência</em> é sobre frustrações transformadas em violência, é urgente incluir as questões raciais nesses debates.</p>



<p>Jade vem de um lar desestruturado, sem apoio da mãe, e sua cena final — o corpo jovem e negro, sozinho em meio a uma multidão — traduz outro tipo de adolescência: aquela em que nem os pais estão presentes, e o Estado falha de maneira sistemática.</p>



<p>Nos últimos anos, aumentaram os relatos de racismo no ambiente escolar, onde até mesmo grupos de WhatsApp e outros redes sociais,&nbsp; têm sido usados para humilhar estudantes negros.</p>



<p>No Brasil, tivemos o caso da aluna, filha de senegaleses, estudante do Colégio Franco-Brasileiro, que precisou mudar de escola após ser vítima de racismo. Em outro episódio doloroso, em 2024, um estudante negro e gay do colégio Bandeirantes tirou a própria vida após sofrer discriminação racial e social. A exposição constante a ambientes hostis, marcada por exclusões e violências simbólicas, pode impactar profundamente a saúde mental dos jovens.</p>



<p>A solidão dos alunos negros dentro das escolas também aparece na trajetória de <strong>Adam Bascombre</strong> (Amari Bacchus), filho do policial que investiga o caso ( Ashley Walters) . Ele falta frequentemente às aulas por conta da maneira como é tratado — inclusive na frente dos professores.</p>



<p>Um estudo publicado em 2021 no <em>JAMA</em> (Journal of the American Medical Association) revelou que, entre 1991 e 2019, <strong>a taxa de suicídio entre adolescentes negros nos Estados Unidos aumentou 79%</strong>, sendo o único grupo racial com crescimento significativo nesse período. Aqui no Brasil, um estudo realizado em 2023 pelo Ministério da Saúde apontou índice de suicídio entre adolescentes e jovens negros no Brasil é 45% maior do que entre brancos.</p>



<p>Se a série tem gerado um debate global sobre a violência de gênero desde a infância e alertado para os impactos emocionais sobre meninos, é igualmente necessário refletir sobre como meninos e meninas brancos interagem com pessoas racialmente diferentes. Não precisamos esperar por casos extremos: a violência que não deixa marcas visíveis já tem custado vidas.</p>



<p>O discurso de ódio tem crescido, com jovens sendo aliciados por ideologias extremistas, como o neonazismo. Os debates sobre diversidade parecem perder força em um mundo em que homens brancos tentam mais uma vez controlar os comportamentos sociais. Por isso, discutir a internet tóxica fazendo um recorte de raça entre os jovens — inclusive com crianças — se torna mais urgente do que nunca..</p>



<p>Os personagens de Adam e Jade não têm tanto tempo de tela por acaso. Eles representam uma adolescência que raramente é colocada no centro das discussões. E a pergunta permanece: quem está falando sobre esse tipo de adolescência?</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/adolescencia-estudantes-negros-e-o-retrato-de-uma-escola-que-adoece/">Adolescência: estudantes negros e o retrato de uma escola que adoece</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<title>Estudantes negros estão dez anos atrasados em relação aos brancos no ensino médio, segundo dados do IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 14:36:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[ensino médio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um levantamento realizado pela ONG Todos Pela Educa&#231;&#227;o com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&#237;stica (IBGE), mostrou que o n&#250;mero de&#160; estudantes pretos e pardos que est&#227;o matriculados no ensino m&#233;dio est&#225; dez anos atrasado em compara&#231;&#227;o aos alunos brancos. De acordo com mat&#233;ria veiculada no Jornal Nacional, na &#250;ltima ter&#231;a, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um levantamento realizado pela ONG Todos Pela Educação com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que o número de&nbsp; estudantes pretos e pardos que estão matriculados no ensino médio está dez anos atrasado em comparação aos alunos brancos.</p>



<p>De acordo com matéria veiculada no Jornal Nacional, na última terça, 30, a ONG identificou que o número de estudantes pretos e pardos matriculados no ensino médio no ano passado é igual ao número de alunos brancos matriculados há dez anos. Os números mostram que existem dez anos de atraso entre eles.</p>



<p>No levantamento foram considerados adolescentes de 15 a 17 anos que frequentam ou já concluíram o ensino médio. Os dados também mostram que a cada 10 jovens pretos de 19 anos no Brasil, apenas seis concluíram o ensino médio.</p>



<p>Segundo o G1, mesmo que o número de estudantes pretos no ensino médio tenha dobrado nos últimos dez anos na faixa etária, antes 3 em cada 10 jovens se formavam, a diferença em relação aos brancos da mesma idade ainda é significativa.</p>



<p>Entre jovens pardos, em 2021, de 10 jovens, apenas 4 tinham ensino médio completo. Em 2022 esse número evoluiu para seis em cada 10.&nbsp;</p>



<p>O estudo também aponta que só em 2022, os indicadores conquistados pelos jovens pretos e pardos atingiram níveis semelhantes aos que estudantes brancos tinham há dez anos. Essa diferença sinaliza não só o abismo na conclusão do ensino médio, mas é gerada desde o início desta fase escolar.</p>



<p>Em 2021, uma <a href="https://mundonegro.inf.br/estudantes-negros-correm-mais-risco-de-abandonar-os-estudos-durante-a-pandemia-aponta-pesquisa/">pesquisa apresentada pelo Datafolha apontou que 43% dos estudantes negros da rede pública de educação básica corriam risco de abandonar os estudos por causa da pandemia</a>. Um percentual que atinge apenas 35% dos alunos brancos.</p>



<p>A falta de acesso a recursos e condições mínimas de estrutura são fatores que prejudicam a população negra jovem de acessar e se manter nas escolas e a pandemia é outro fator que pode ter agravado esse cenário. </p>
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		<title>Estudantes negros correm mais risco de abandonar os estudos durante a pandemia, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 16:07:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes negros]]></category>
		<category><![CDATA[evasão escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da Datafolha aponta que 43% dos estudantes negros na rede&#160; p&#250;blica de educa&#231;&#227;o b&#225;sica&#160; correm risco de abandonar os estudos por causa da pandemia. Entre os alunos brancos, o percentual &#233; de 35%. Os dados foram conseguidos a partir da perspectiva das fam&#237;lias.&#160; Para pais e respons&#225;veis os estudantes n&#227;o t&#234;m evolu&#237;do na aprendizagem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pesquisa da Datafolha</strong> aponta que 43% dos<strong> estudantes negros </strong>na rede&nbsp; pública de educação básica&nbsp; correm risco de abandonar os estudos por causa da pandemia. Entre os alunos brancos, o percentual é de 35%. Os dados foram conseguidos a partir da perspectiva das famílias.&nbsp; Para pais e responsáveis os estudantes não têm evoluído na aprendizagem e admitem que podem abandonar os estudos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/DUM86rBju9LFtOfA2zIXUenqq9g=/0x0:1700x1065/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/I/C/lTUayUSASMGOA6DsIieA/biko1.jpg" alt="Em Salvador, Instituto Steve Biko prepara estudantes negros e de escolas públicas para concorrer a vagas nas universidades — Foto: Divulgação / Instituto Steve Biko" /><figcaption>Imagem: Instituto Steve Biko</figcaption></figure>



<p>Em relação às diferenças socioeconômicas, o problema afeta quase metade dos estudantes das famílias que vivem com apenas um salário mínimo, em contraste com os 31% daquelas com renda entre dois e cinco salários mínimos. O risco é ainda maior nas áreas rurais (51%) do que nas urbanas (39%) e incide mais na região Nordeste (50%) do que na Sul (31%).&nbsp;</p>



<p>Outro ponto relevante da pesquisa diz respeito ao impacto da pandemia na alfabetização. De acordo com os pais e responsáveis, 88% dos estudantes matriculados no 1º, 2 º e 3 º ano do ensino fundamental estão em “processo de alfabetização”. Dessa proporção, mais da metade (51%) das crianças ficou no mesmo estágio de aprendizado, ou seja, não aprendeu nada de novo (29%), ou desaprendeu o que já sabia (22%), segundo a percepção dos responsáveis.</p>



<p>Mais uma vez, as desigualdades chamam atenção. No Nordeste, 28% dos familiares disseram que a criança desaprendeu, enquanto no Sul esse percentual é de 17%. A pesquisa mostra ainda que 57% dos estudantes brancos aprenderam coisas novas durante a pandemia na percepção de seus responsáveis – índice que cai para 41% entre os negros.&nbsp; “Em um ano de acompanhamento, os dados mostram esforços importantes das redes públicas para oferta do ensino remoto. Entretanto, as desigualdades em relação à qualidade dessa oferta se acentuaram, assim como os riscos de abandono escolar. É urgente para o país estabelecer uma estratégia compartilhada, que traga coerência ao processo, com o compromisso de ampliar as oportunidades aos mais vulneráveis, de modo a recuperar o que foi perdido agora e melhorar os resultados educacionais para as próximas gerações”, avalia a gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Itaú Social, Patrícia Mota Guedes.</p>



<p>Aprendizado na Pandemia — A pesquisa identificou que 96% dos estudantes receberam algum tipo de atividade escolar neste ano, mas isso não se reflete necessariamente na percepção dos responsáveis sobre o desempenho. Para 86% dos pais e responsáveis, o desempenho escolar dos seus filhos antes da pandemia era ótimo ou bom e, agora, esse índice caiu para 59% &#8212; uma diferença de 27 pontos percentuais. O baixo desempenho escolar é a principal preocupação deles no caso de alunos que não estão em processo de alfabetização.</p>



<p>Reabertura Desigual das Escolas — Segundo os pais e responsáveis entrevistados, apenas 24% dos estudantes tiveram as escolas reabertas (mesmo que parcialmente), mas na região Norte esse índice é ainda mais baixo, de apenas 6%. Somente 16% dos estudantes de baixo nível socioeconômico tiveram escolas reabertas, ante 38% daqueles que estudam em unidades de alto nível socioeconômico.</p>



<p>Outro dado do Datafolha mostra que, entre os estudantes que tiveram a escola reaberta, 40% não foram para a aula presencial. O principal motivo para isso foi algum fator ligado à pandemia. No retorno às escolas, 63% dos estudantes estão sendo avaliados para identificar as suas dificuldades, mas só 29% estão recebendo aulas de reforço.</p>



<p>Entre os estudantes que têm aulas a partir de casa, a dificuldade de manter a rotina aumentou de 58% em maio de 2020, para 69% um ano depois. O aumento foi em todos os ciclos, sendo mais expressivo entre as crianças dos anos iniciais (1º ao 5º ano do ensino fundamental) e da região Nordeste (que passou de 58% para 74%).</p>



<p>Sexta Onda — Em um período de um ano (de maio de 2020 a maio de 2021) foram realizadas seis pesquisas Datafolha na série “Educação não presencial na perspectiva dos estudantes e suas famílias”. Esta sexta onda registra a evolução de alguns indicadores da educação remota neste período. As pesquisas anteriores foram em maio, junho, julho, setembro e novembro de 2020. A pesquisa quantitativa foi realizada entre os dias 22 de abril e 21 de maio de 2021, com abordagem telefônica, com responsáveis por crianças e adolescentes com idades entre 6 e 18 anos da rede pública, em todas as regiões do país.</p>
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		<title>“Já É &#8211; Educação e Equidade Racial”, programa de apoio a estudantes negros começa em formato virtual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 13:55:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[equidade racial]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes negros]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira, 18 de mar&#231;o, &#224;s 19h, acontece a aula inaugural do &#8220;Programa J&#225; &#201; &#8211; Educa&#231;&#227;o e Equidade Racial&#8221;, promovido pelo Fundo Baob&#225; para Equidade Racial. O objetivo do projeto &#233; apoiar estudantes negros da periferia da cidade de S&#227;o Paulo e munic&#237;pios da Grande S&#227;o Paulo na supera&#231;&#227;o dos desafios que impede a [&#8230;]</p>
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<p>Nesta quinta-feira, 18 de março, às 19h, acontece a aula inaugural do “Programa Já É &#8211; Educação e Equidade Racial”, promovido pelo Fundo Baobá para Equidade Racial.</p>



<p>O objetivo do projeto é apoiar estudantes negros da periferia da cidade de São Paulo e municípios da Grande São Paulo na superação dos desafios que impede a entrada de negros no ensino superior.</p>



<p>Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), de 2018, o percentual de jovens de cor ou raça branca que frequentam ou concluem o ensino superior (36,1%) na faixa de 18 a 24 anos é praticamente o dobro do percentual observado entre jovens negros na mesma faixa etária (18,3%).&nbsp;</p>



<p>Embora em 2019 um outro estudo do IBGE tenha mostrado pela primeira vez, que o índice de alunos pardos e negros matriculados em universidades públicas brasileiras superou a taxa de alunos brancos, alcançando 50,3%, é muito importante pontuar também que pretos e pardos representam 55,8% da população brasileira e, portanto, por mais que sejam maioria nas universidades públicas, ainda estão proporcionalmente sub-representados.</p>



<p>A expectativa do Programa ‘Já É’ era de aulas e atividades presenciais, porém diante do cenário da pandemia da Covid-19, que está em seu pior momento no Brasil, o projeto foi adaptado para o formato virtual para que as e os estudantes não sofressem qualquer tipo de prejuízo.&nbsp;</p>



<p>Os 83 matriculados receberam do Fundo Baobá um computador pessoal e chip para conexão com a internet &#8211; algo difícil em alguns</p>



<p>bairros da periferia de São Paulo como em municípios da Grande São Paulo.&nbsp;</p>



<p>O significado da doação desses materiais de estudos é ainda maior pois com a facilidade do acesso a várias outras fontes de informação e conhecimento, o jovem poderá ter outro direcionamento para suas vidas.</p>



<p><strong>Sobre o Já É:</strong></p>



<p>O Já É, que tem o apoio da Citi Foundation, Demarest Advogados e Amadi Technology, é mais que uma bolsa de estudo. Além das aulas de cursinho, alunas, alunos, alunes terão apoio para enfrentamento dos efeitos psicossociais do racismo e para a ampliação das habilidades socioemocionais e vocacionais. Quando as aulas voltarem a ser presenciais, eles ainda terão auxílio alimentação e vale transporte. Com investimento de quase um milhão de reais, o Programa Já É foi lançado em 2020 e recebeu ao todo 245 inscrições. A aula inaugural agendada para esta quinta (18) será um evento fechado com a presença</p>



<p>de estudantes e seus familiares, além de representantes do Fundo Baobá, instituições apoiadoras do Programa Já É: Citi Foundation, Demarest Advogados e Amadi Technology e instituições parceiras como o Instituto Poli Saber/Cursinho da Poli.</p>
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		<title>Braskem: Gigante do setor petroquímico quer atrair universitários negros para o programa de estágio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2020 21:48:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[braskem]]></category>
		<category><![CDATA[diversiddade no mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[estágio]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes negros]]></category>
		<category><![CDATA[trainnees]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecida por ser uma das maiores produtoras de resinas termopl&#225;sticas das Am&#233;ricas e a maior produtora de polipropileno dos Estados Unidos, a Braskem tem investido em a&#231;&#245;es para aumentar a representatividade de grupos minorizados dentro da empresa.&#160; Um trabalho mais efetivo nesse sentido teve in&#237;cio entre 2015 e 2016 quando a empresa constru&#237;a a estrat&#233;gia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Conhecida por ser uma das maiores produtoras de resinas termoplásticas das Américas e a maior produtora de polipropileno dos Estados Unidos, a Braskem tem investido em ações para aumentar a representatividade de grupos minorizados dentro da empresa.&nbsp;</p>



<p>Um trabalho mais efetivo nesse sentido teve início entre 2015 e 2016 quando a empresa construía a estratégia das frentes de trabalho do Programa de Diversidade e Inclusão, cada uma delas focada em grupos minorizados com um olhar especial para questões de equidade de gênero, raça e etnia, LGBTQIA+, classe social e das pessoas com deficiência. Agora em 2020, a Braskem mira seus esforços na inclusão racial, mais especificamente criando ações para trazer novos talentos para empresa.&nbsp;</p>



<p>Para este momento, além do engajamento dos líderes e programas de educação, foi necessária a atuação dos setores de comunicação e marketing, RH e a realização de eventos, como o<strong> Fórum Braskem de Diversidade e a Semana Braskem de Diversidade.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="995" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/IMG_99A1600721C7-1-1024x995.jpeg" alt="" class="wp-image-25098" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/IMG_99A1600721C7-1-1024x995.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/IMG_99A1600721C7-1-300x291.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/IMG_99A1600721C7-1-150x146.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/IMG_99A1600721C7-1-768x746.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/IMG_99A1600721C7-1-696x676.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/IMG_99A1600721C7-1-1068x1038.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/IMG_99A1600721C7-1-432x420.jpeg 432w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/IMG_99A1600721C7-1.jpeg 1125w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem : Reprodução Instagram</figcaption></figure>



<p>Junto a isso ainda há a <strong>Semana Braskem Universitários Negros. </strong><strong>Evento tem como objetivo fornecer aos universitários informações sobre a Braskem, o Programa de Estágio Universitário, oportunidades de carreira e também, informações e dicas para processos seletivos. </strong><strong>Além disso, haverá sorteio de bolsas de inglês.</strong></p>



<p>O evento acontecerá durante os dias 28/09 e 02/10 e contará com os seguintes temas:</p>



<p>28/09 às 17h &#8211; Importância da diversidade no ambiente de trabalho (Braskem)</p>



<p>29/09 às 17h &#8211; Estruturação de um Linkedin e CV atrativo (Bettha)</p>



<p>30/09 às 17h &#8211; Dicas para se preparar para processos seletivos (Braskem e Cia de Talentos)</p>



<p>01/10 às 17h &#8211; Bate-papo sobre carreiras com pro¬fissionais negros/as (Braskem)</p>



<p>02/10 às 17h &#8211; Roda de conversas com coletivos (Coletivo Djamila Ribeiro e Coletivo Ubuntu)</p>



<p>Desse modo, além da atração para o processo seletivo, os eventos têm como objetivo o desenvolvimento desses estudantes universitários e, ao final da Semana, 3 bolsas de um curso de inglês da EF serão sorteadas entre os participantes.&nbsp;</p>



<p><br>As inscrições para o evento podem ser feitas pelo link:<a href="https://www.bettha.com/vagas/1354-braskem-semana-braskem-universitarios-negros"> </a></p>



<p><a href="https://www.bettha.com/vagas/1354-braskem-semana-braskem-universitarios-negro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.bettha.com/vagas/1354-braskem-semana-braskem-universitarios-negro</a></p>



<p>Os interessados <strong>no programa de estágio da Braskem </strong>devem acessar o link abaixo:<br><a href="http://bit.ly/estagio-braskem2020">http://bit.ly/estagio-braskem2020</a>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/braskem-gigante-do-setor-petroquimico-quer-atrair-universitarios-negros-para-o-programa-de-estagio/">Braskem: Gigante do setor petroquímico quer atrair universitários negros para o programa de estágio</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<item>
		<title>Excelência Negra : adolescente sem teto é aprovado em 17 universidades nos EUA</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/excelencia-negra-adolescente-sem-teto-e-aprovado-em-17-universidades-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Mar 2019 20:34:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Dylan Chidick]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes negros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filho de m&#227;e solteira, residindo em um abrigo de pessoas sem teto e com dois irm&#227;o mais jovens (g&#234;meos) com s&#233;rios problemas card&#237;acos.&#160;&#160;Dylan Chidick, de apenas 17 anos, tem um perfil comum do negro adolescente perif&#233;rico que teria motivos razo&#225;veis para colocar o trabalho na frente dos estudos. Incentivado por sua m&#227;e, Khadine Phillip, Chidick [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Filho de mãe solteira, residindo em um abrigo de pessoas sem teto e com dois irmão mais jovens (gêmeos) com sérios problemas cardíacos.  <strong>Dylan Chidick</strong>, de apenas 17 anos, tem um perfil comum do negro adolescente periférico que teria motivos razoáveis para colocar o trabalho na frente dos estudos.</p>
<p><figure id="attachment_11489" aria-describedby="caption-attachment-11489" style="width: 1456px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-11489" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2019/03/Captura-de-Tela-2019-03-17-às-17.13.25.png" alt="" width="1456" height="808" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/03/Captura-de-Tela-2019-03-17-às-17.13.25.png 1456w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/03/Captura-de-Tela-2019-03-17-às-17.13.25-150x83.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/03/Captura-de-Tela-2019-03-17-às-17.13.25-300x166.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/03/Captura-de-Tela-2019-03-17-às-17.13.25-768x426.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/03/Captura-de-Tela-2019-03-17-às-17.13.25-1024x568.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/03/Captura-de-Tela-2019-03-17-às-17.13.25-696x385.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/03/Captura-de-Tela-2019-03-17-às-17.13.25-1068x593.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/03/Captura-de-Tela-2019-03-17-às-17.13.25-757x420.png 757w" sizes="(max-width: 1456px) 100vw, 1456px" /><figcaption id="caption-attachment-11489" class="wp-caption-text">Dylan com sua mãe e os irmãos (Foto CBS)</figcaption></figure></p>
<p>Incentivado por sua mãe,<strong> Khadine Phillip</strong>, Chidick dedicou várias horas do seu dia aos estudos e acabou impressionando a ONG<strong> Women Raising,</strong> que deu suporte a família de Dylan e disponibilizou um local para que o adolescente pudesse estudar, longe dos agitos do abrigo. O resultado de tanto esforço somado à inteligência de Dylan, foi a aprovação em 17 universidades.</p>
<p>&#8220;Minha família passou por muita coisa e sempre tinha pessoas dizendo &#8216;Você não pode fazer isso&#8217;, ou &#8216;Isso não é para você&#8217;. E agora com essas aprovações eu só comprovo o que eu já sabia, eu quero e eu consigo o que eu quiser&#8221;,  declarou o adolescente ao WPTV, noticiário americano.</p>
<p>O jovem também é imigrante, de Trindade e Tobago e agora terá a felicidade de escolher onde estudar. Entre as candidatas estão as universidades Siena College, Kean University, Caldwell University e York College of Pennsylvania. Dylan é o primeiro da sua família a  fazer o curso superior.</p>
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		<title>Relações étnico-raciais viram disciplina na FGV</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/relacoesraciaisfgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2017 20:55:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes negros]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos casos de racismo e discrimina&#231;&#227;o s&#227;o, entre muitas coisas, ignor&#226;ncia sobre a relev&#226;ncia da comunidade negra para o crescimento do pa&#237;s. &#160;A Lei 10.639/03, que versa sobre o ensino da hist&#243;ria e cultura afro-brasileira e africana, nas escolas, &#233; praticamente ignorada, mas felizmente cada vez surgem alterativas para suprir essa car&#234;ncia sobre esse tipo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos casos de racismo e discriminação são, entre muitas coisas, ignorância sobre a relevância da comunidade negra para o crescimento do país.  A Lei 10.639/03, que versa sobre o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana, nas escolas, é praticamente ignorada, mas felizmente cada vez surgem alterativas para suprir essa carência sobre esse tipo de conhecimento.</p>
<p>Pensando em atualizar os conceitos étnicos-raciais e de gênero de seus alunos, a Fundação Getúlio Vargas (FGV), oferece  partir do segundo semestre de 2017, as disciplinas eletivas “História das relações étnico-raciais no Brasil” e “Questões de gênero: espaço, voz e poder” para todos os seus cursos de graduação (Administração, Ciências Sociais, Direito, Economia e Matemática Aplicada).</p>
<p>De acordo com a instituição, as eletivas propõem a ampliação de potencial de análise dos estudantes, sobretudo porque estimulam a inquietação, o questionamento e a reflexão. “História das relações étnico-raciais no Brasil” tem como objetivo examinar criticamente as relações étnico-raciais no Brasil e seu processo histórico, bem como oferecer a compreensão das práticas de miscigenação e de discriminação raciais ao longo da história brasileira. A disciplina também busca conhecer trajetórias de importantes personagens da história brasileira que foram silenciados e estabelecer relações sobre a situação atual das questões étnico-raciais no Brasil com o longo debate social ligado a elas.</p>
<p>Já a eletiva “Questões de gênero: espaço, voz e poder” tem o intuito de identificar e melhor compreender cenários de desigualdade de gênero.</p>
<p>A Coordenação de Tecnologias Aplicadas ao Ensino (CTAE), em parceria com a Escola de Ciências Sociais da FGV (História das relações étnico-raciais no Brasil) e com a Escola de Direito FGV de São Paulo (Questões de gênero: espaço, voz e poder) foram as responsáveis pela criação das disciplinas.</p>
<p>Para mais informações sobre a disciplina “História das relações étnico-raciais no Brasil”, <a class=" gtm-external" href="http://sv.www5.fgv.br/fgvonline/cpdoc/email_mkt/20170628/ementa_hrerb_cpdoc_2017_formatado.pdf" target="_blank" rel="noopener">acesse o <em>site</em></a>. Para conhecer o programa da eletiva “Questões de gênero: espaço, voz e poder”, <a class=" gtm-external" href="http://sv.www5.fgv.br/fgvonline/cpdoc/email_mkt/20170628/ementafinal_QGEVP_direito_SP_2017_revisto_formatado.pdf" target="_blank" rel="noopener">acesse o <em>site</em></a>.</p>
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