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	<title>Arquivos Estados Unidos - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Exposição com fotografias de Gordon Parks destaca Malcolm X, cotidiano e infância da comunidade negra nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 17:55:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Comunidade Negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Retratos marcantes de Malcolm X, Martin Luther King e Muhammad Ali, al&#233;m de registros da vida cotidiana de pessoas negras em estados segregados dos EUA, est&#227;o na exposi&#231;&#227;o &#8216;Gordon Parks: a Am&#233;rica sou eu&#8217;, em cartaz a partir deste s&#225;bado (4), no IMS Paulista, com entrada gratuita. A mostra &#233; a primeira retrospectiva do fot&#243;grafo [&#8230;]</p>
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<p>Retratos marcantes de <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/filhas-de-malcolm-x-e-martin-luther-king-jr-desfilam-juntas-na-semana-de-moda-de-nova-york/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Malcolm X</a>, Martin Luther King </strong>e <strong>Muhammad Ali</strong>, além de registros da vida cotidiana de pessoas negras em estados segregados dos EUA, estão na exposição <strong>&#8216;Gordon Parks: a América sou eu&#8217;</strong>, em cartaz a partir deste sábado (4), no <strong>IMS Paulista</strong>, com entrada gratuita. A mostra é a primeira retrospectiva do fotógrafo no Brasil e a maior já realizada na América Latina, reunindo cerca de 200 imagens produzidas entre as décadas de 1940 e 1970, além de filmes, periódicos, depoimentos e publicações.</p>



<p>Com curadoria de<strong> Janaina Damaceno, Iliriana Fontoura Rodrigues </strong>e <strong>Maria Luiza Meneses,</strong> a exposição ocupa dois andares do centro cultural e apresenta um panorama da trajetória multifacetada de Parks (1912-2006), que foi também músico, cineasta e poeta. Entre as séries consagradas em exibição estão<strong> &#8216;De volta a Fort Scott&#8217;</strong> (1950) e <strong>&#8216;Histórias da segregação no sul&#8217; </strong>(1956).</p>



<p>Considerado um dos nomes centrais da fotografia mundial, Parks documentou com sensibilidade e contundência a experiência da população negra nos Estados Unidos, denunciando o racismo e a desigualdade em uma obra que uniu arte e ativismo. Foi o primeiro fotógrafo negro contratado pela revista <strong>Life</strong>, em 1948, e construiu uma carreira marcada por prestígio internacional e engajamento político. Além da fotografia, também se destacou no cinema com obras como<strong> &#8216;Shaft&#8217;</strong> (1971), clássico do movimento blaxploitation. </p>



<p>No sábado (4), às 11h, a equipe de curadoria participa de uma conversa com o público no cineteatro do IMS. A exposição é realizada em parceria com a Fundação Gordon Parks, responsável pela preservação de seu acervo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="694" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-13-1024x694.png" alt="" class="wp-image-93927" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-13-1024x694.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-13-300x203.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-13-150x102.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-13-768x520.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-13-1536x1041.png 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-13-620x420.png 620w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-13-696x472.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-13-1068x724.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-13.png 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Sem título, Harlem, 1963. Foto de Gordon Parks. Cortesia da Fundação Gordon Parks.</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">&#8220;<strong>A&nbsp;América&nbsp;sou eu</strong>&#8221;&nbsp;</h3>



<p>O título da exposição&nbsp;—&nbsp;A&nbsp;América&nbsp;sou eu&nbsp;—&nbsp;foi tirado de um texto que Parks escreveu para a revista&nbsp;Life, em 1968, no qual aborda uma questão crucial para o movimento negro nos EUA: o fato da democracia americana ter se consolidado sob um regime de segregação racial, excluindo a população negra. O texto acompanhava uma série de fotografias nas quais Gordon registrava as condições precárias dos Fontenelle, família negra moradora do Harlem.<br><br>Com suas próprias palavras, mas também ressoando as da família Fontenelle, o fotógrafo afirma: “<em>Entre nós dois há algo que vai além do sangue ou do preto e branco. Trata-se da nossa busca compartilhada por uma vida melhor, um mundo melhor. O solo sobre o qual protesto é o mesmo que você no passado protestou. As coisas pelas quais luto são as mesmas que você. As necessidades dos meus filhos são as mesmas que as dos seus. Eu, também, sou a&nbsp;América. A&nbsp;América&nbsp;sou eu. Ela me concedeu a única vida que tenho, então devo compartilhá-la em sua luta. Olhe para mim. Escute-me. Tente entender a minha luta contra o seu racismo. Ainda há uma chance para que consigamos viver em paz sob esses céus tão intempestivos.</em>”</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="800" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-25.jpg" alt="" class="wp-image-93928" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-25.jpg 800w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-25-300x300.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-25-150x150.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-25-768x768.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-25-420x420.jpg 420w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-25-696x696.jpg 696w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Sem título, Alabama, 1956. Foto de Gordon Parks. Cortesia da Fundação Gordon Parks.</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Séries feitas no Harlem e no Sul segregado</strong>&nbsp;</h3>



<p>A retrospectiva no IMS inclui as principais séries fotográficas realizadas por Parks, destacando como a produção sequencial de imagens é um aspecto importante em sua obra, com o objetivo de mostrar a complexidade dos sujeitos, documentando-os em sua integralidade, em contraponto a uma imagem única e estereotipada.&nbsp;</p>



<p>Uma das primeiras séries apresentadas, logo na entrada da exposição, é a dedicada a&nbsp;<strong>Ella Watson</strong> (1942). Quando produziu as imagens, Parks estagiava na Farm Security Administration (FSA), agência do governo americano, com o aporte de uma bolsa de estudos para artistas negros.<br><br>Ao chegar em Washington, D.C., Parks circulou pela cidade e, mesmo não estando em um território sulista, foi expulso e impedido de entrar em restaurantes, cinemas e de fazer compras em lojas. Para poder transmitir essa experiência, o fotógrafo decidiu fazer um ensaio com Ella Watson, funcionária do departamento de limpeza da FSA.&nbsp;Parks documentou diversas facetas da vida de Watson, como a convivência com os netos e sua importância na Igreja que frequentava.<br><br>Em uma das imagens mais marcantes da série, conhecida como&nbsp;<em>American Gothic</em>, Watson segura uma vassoura de um lado, e do outro um esfregão. A bandeira americana aparece no fundo, enfatizando a exclusão vivenciada pela comunidade negra nos EUA. Sobre a concepção da imagem, Parks relata:&nbsp;<em>“Então, coloquei-a diante da bandeira americana com uma vassoura em uma mão e um esfregão na outra. E eu disse: &#8216;American Gothic&#8217;. Foi assim que me senti naquele momento. Não me importava com o que os outros sentiam. Era isso que eu sentia em relação aos Estados Unidos e à posição de Ella Watson dentro dos Estados Unidos”.</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="819" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/snapins-ai_3733437518990996445-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-93932" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/snapins-ai_3733437518990996445-819x1024.jpg 819w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/snapins-ai_3733437518990996445-240x300.jpg 240w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/snapins-ai_3733437518990996445-120x150.jpg 120w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/snapins-ai_3733437518990996445-768x960.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/snapins-ai_3733437518990996445-336x420.jpg 336w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/snapins-ai_3733437518990996445-150x188.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/snapins-ai_3733437518990996445-300x375.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/snapins-ai_3733437518990996445-696x870.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/snapins-ai_3733437518990996445-1068x1335.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/snapins-ai_3733437518990996445.jpg 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto de Gordon Parks no IMS (Crédito: Maria Clara Villas)</figcaption></figure>



<p>Em seguida, a retrospectiva apresenta as imagens que Parks produziu no bairro do Harlem, em Nova York, destino de milhares de pessoas que fugiam da segregação racial do Sul. Neste núcleo, são exibidas as séries <strong>Líder de uma gangue no Harlem (</strong>1948), que marca a estreia de Parks na revista Life, e <strong>Homem invisível </strong>(1952), uma parceria entre ele e o escritor Ralph Ellison, além do filme <strong>Shaft</strong> (1971), tido como uma das principais obras do blaxplotation, gênero cinematográfico que reivindica o protagonismo negro no cinema norte-americano.<br><br>Na série <strong>De volta a</strong> <strong>Fort Scott</strong> (1950), também presente na mostra, o fotógrafo empreende um retorno a sua terra natal, no Kansas, sob o regime de segregação, onde conversa com ex-colegas de classe e registra o que aconteceu com eles que, em sua maioria, assim como o próprio Parks, migraram para o Norte em busca de melhores condições de vida, mas sem se livrar totalmente da violência e da precariedade imposta pela estrutura racista.</p>



<p>Outro destaque da exposição, <strong>Histórias da segregação no sul</strong> (1956), foi uma série encomendada pela Life, na qual Parks documentou o Sul segregado. Para poder produzir as imagens, o próprio fotógrafo passou por diversas situações de violência, sendo inclusive perseguido por nacionalistas brancos. Em imagens coloridas, Parks mostra o cotidiano das pessoas negras nesses estados, perpassado por diversos símbolos de violência e segregação, como as placas que sinalizavam lugares permitidos apenas para brancos. As fotografias denunciavam a realidade e os sistemas de dominação e, por outro lado, mostravam a complexidade e potência das pessoas, retratadas em toda sua plenitude e beleza. </p>



<p>No próximo andar, a retrospectiva exibe trechos de <strong>Com o terror na alma </strong>(The Learning Tree,1969), primeiro filme dirigido por um cineasta negro em Hollywood. De caráter autobiográfico, o longa-metragem é inspirado na infância de Parks no Kansas. As crianças, por sinal, assim como a religiosidade, são temas frequentes na produção do artista, como pontua a curadoria: <em>“Com algumas de suas imagens, Gordon Parks devolve às crianças negras um lugar onde elas podem ser apenas crianças brincando com um besouro de estimação, saltando em poças d’água em bairros rurais ou nas periferias das cidades ou lendo com os seus pais.”</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-27.jpg" alt="" class="wp-image-93931" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-27.jpg 800w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-27-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-27-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-27-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-27-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/unnamed-27-696x464.jpg 696w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Rio de Janeiro, 1961. Foto de Gordon Parks. Cortesia da Fundação Gordon Parks</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Parks e a relação com o Brasil</strong></h3>



<p>Outro aspecto importante ressaltado na retrospectiva é a presença de Parks no Brasil. Em 1961, o fotógrafo veio ao país a pedido da&nbsp;Life, para documentar a vida nas favelas cariocas. Ele acompanhou durante algumas semanas o cotidiano da família Da Silva, que migrou do Nordeste para o Rio de Janeiro e, em especial, de seu filho Flávio, que sofria de bronquite crônica. Devido à reportagem, a família recebeu doações dos leitores da revista e comprou uma casa no subúrbio, e Flávio foi levado para os Estados Unidos para tratar de sua doença. O caso teve grande repercussão na imprensa brasileira, e a revista&nbsp;O Cruzeiro&nbsp;enviou o fotógrafo Henri Ballot para fazer uma reportagem sobre a pobreza no Harlem.&nbsp;</p>



<p>Além da matéria, Parks realizou também seu primeiro filme,&nbsp;Flavio&nbsp;(1964). Narrado em primeira pessoa, com a voz de um menino, o curta faz parte da história do cinema da diáspora negra, sendo um dos primeiros filmes dirigidos por um homem negro em solo brasileiro.<strong>&nbsp;Na exposição, são apresentadas ainda imagens inéditas de Parks no Brasil: crianças jogando bola na lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, e um culto evangélico.</strong>&nbsp;</p>



<p>Em cartaz até 1 de março de 2026, a mostra contará com uma ampla programação, além de um catálogo com imagens e textos da exposição. Ao visitar a retrospectiva, o público poderá mergulhar na obra e trajetória de Parks, marcada pelo compromisso político e pela cumplicidade com os fotografados, como pontua a curadoria: “<em>A exposição é um reencontro com a história negra americana, mas também com um dos mais importantes fotógrafos do século XX, aquele que melhor documentou como a dignidade, o autocuidado e a beleza se tornaram formas de resistir a um sistema que desejava o aniquilamento de pessoas negras. Em sua obra, ele fala sobre subalternidade, sobre a estrutura racista americana, ao mesmo tempo que reforça narrativas de cumplicidade, de autoamor, de comunidade, de intimidade e confiança entre pessoas negras. Ele nos mostra nossas singularidades e a multiplicidade de nossas experiências como pessoas negras no mundo”</em>.&nbsp;</p>



<p><strong><u>SERVIÇO</u></strong></p>



<p><em><strong>Gordon Parks: a&nbsp;América&nbsp;sou eu</strong></em></p>



<p>De 4 de outubro de 2025 a 1 de março de 2026</p>



<p>Entrada gratuita</p>



<p>7<sup>o</sup>&nbsp;e 8<sup>o</sup>&nbsp;andar</p>



<p><strong>IMS Paulista</strong></p>



<p>Avenida Paulista, 2424. São Paulo</p>



<p>Tel.: 11 2842-9120</p>



<p>Horário de funcionamento: Terça a domingo e feriados (exceto segundas), das 10h às 20h.</p>



<p><br>&nbsp;</p>



<p></p>
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		<title>Barbara Marques, cineasta brasileira, é presa por imigração nos EUA após reunião para obter o green card</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 13:24:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Barbara Marques]]></category>
		<category><![CDATA[cineasta brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cineasta brasileira Barbara Marques foi presa pelo Servi&#231;o de Imigra&#231;&#227;o e Controle de Aduanas dos Estados Unidos (ICE) ap&#243;s participar de uma reuni&#227;o em Los Angeles relacionada &#224; obten&#231;&#227;o do green card, o cart&#227;o de resid&#234;ncia permanente no pa&#237;s. A informa&#231;&#227;o foi denunciada nas redes sociais pelo marido de Barbara, o ator norte-americano Tucker [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A cineasta brasileira <strong>Barbara Marques </strong>foi presa pelo <strong>Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos</strong> (ICE) após participar de uma reunião em Los Angeles relacionada à obtenção do<em> green card,</em> o cartão de residência permanente no país. A informação foi denunciada nas redes sociais pelo marido de Barbara, o ator norte-americano Tucker May. O casal se casou em abril deste ano.</p>



<p>Segundo May, a prisão ocorreu cerca de uma semana e meia atrás, durante uma reunião agendada sobre o processo de residência. Ele afirma que, após a audiência, um policial separou Barbara de seu advogado sob a alegação de que uma copiadora estava quebrada. “Uma vez separada de seu advogado, ela foi presa. O motivo de sua detenção foi uma audiência judicial perdida em 2019, da qual minha esposa nunca foi notificada”, escreveu ele no Instagram.</p>



<p>May denunciou ainda que o centro de detenção de Adelanto estaria dificultando a comunicação de Barbara com seu advogado e atrasando a entrega de documentos enviados pelo correio.</p>



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<p>Nesta segunda-feira (29), ele informou que Barbara ainda não havia sido liberada e denunciou condições desumanas no local. &#8220;Ela está detida em um campo de detenção na Louisiana. Após quase 3 dias de viagem algemada, com períodos de mais de 12 horas sem comida ou água e com pouco ou nenhum sono, ela não conseguiu uma cama nesta unidade. Ela não tem antecedentes criminais, mas está recebendo tratamento desumano que não seria aceitável nem mesmo para criminosos experientes.&#8221;</p>



<p>Tucker detalhou que Barbara tem sofrido com negativa de tratamento médico para um problema nas costas, mesmo com um reconhecimento formal da necessidade do procedimento por uma unidade administrada pela mesma empresa. “Enquanto escrevo isto, ela está tentando dormir no chão”, afirmou.</p>



<p>O marido da cineasta pediu apoio da sociedade civil e de internautas para pressionar as autoridades. “Por favor, continuem me ajudando a exigir medidas para minha esposa e outros detentos que não merecem isso. Obrigado.”, escreveu.</p>



<p>Barbara Marques é conhecida por seus curta-metragens, como <strong>&#8216;Dia de Cosme e Damião&#8217; </strong>(2016) e <strong>&#8216;Cartaxo&#8217; </strong>(2020).</p>
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		<title>Estátua de Tina Turner, a Rainha do Rock ‘n’ Roll, é inaugurada em sua cidade natal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 15:50:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[escultura]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma est&#225;tua em homenagem a Tina Turner foi inaugurada no &#250;ltimo s&#225;bado (27) na cidade de Brownsville, no Tennessee, local onde a artista cresceu antes de se tornar a Rainha do Rock &#8216;n&#8217; Roll e uma das cantoras mais reconhecidas do mundo. A escultura, com cerca de 3 metros de altura, retrata Tina segurando um [&#8230;]</p>
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<p>Uma estátua em homenagem a <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/tina-turner-morre-aos-83-anos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tina Turner</a></strong> foi inaugurada no último sábado (27) na cidade de Brownsville, no Tennessee, local onde a artista cresceu antes de se tornar a<strong> Rainha do Rock ‘n’ Roll</strong> e uma das cantoras mais reconhecidas do mundo.</p>



<p>A escultura, com cerca de 3 metros de altura, retrata Tina segurando um microfone e usando seu penteado volumoso, como se estivesse em performance no palco. Criada pelo escultor<strong> Fred Ajanogha</strong>, a obra foi esculpida em argila e fundida em bronze, em um trabalho que levou cerca de um ano para ser concluído.</p>



<p>A cerimônia de inauguração fez parte dos <strong>Dia do Patrimônio de Tina Turner</strong>, celebração anual da vida e obra da artista no Tennessee. O monumento foi financiado por cerca de 50 doadores. A estátua foi instalada próxima ao<strong> Tina Turner Museum</strong>, que funciona na antiga escola que Turner frequentou quando criança, reformada e transferida para Brownsville em 2014.</p>



<p>Tina Turner faleceu em 24 de maio de 2023, aos 83 anos, de causas naturais. Ao longo de sua carreira, foi vencedora de oito prêmios <strong>Grammy </strong>e emplacou sucessos como Nutbush City Limits, Proud Mary e What&#8217;s Love Got to Do With It, se tornando referência para diferentes gerações de artistas.</p>
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		<title>Roteirista de &#8216;O Urso&#8217; é algemado após &#8220;senhora branca&#8221; reclamar de como ele estava sentado em um trem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 14:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alex O&#8217;Keefe, roteirista da premiada s&#233;rie &#8216;O Urso&#8217; e ex-redator de discursos de l&#237;deres democratas dos Estados Unidos, relatou ter sido preso de forma injusta ap&#243;s uma den&#250;ncia feita por uma &#8220;velha senhora branca&#8221; durante uma viagem de trem, no &#250;ltimo domingo (21). Nas redes sociais, O&#8217;Keefe afirmou que estava sentado normalmente em um vag&#227;o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Alex O&#8217;Keefe</strong>, roteirista da premiada série<strong> </strong><a href="https://mundonegro.inf.br/a-sutileza-sofisticada-que-nos-exclui-mesmo-quando-chegamos-la/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>&#8216;O Urso&#8217;</strong> </a>e ex-redator de discursos de líderes democratas dos Estados Unidos, relatou ter sido preso de forma injusta após uma denúncia feita por uma &#8220;velha senhora branca&#8221; durante uma viagem de trem, no último domingo (21).</p>



<p>Nas redes sociais, O’Keefe afirmou que estava sentado normalmente em um vagão da Metropolitan Transportation Authority (MTA) quando a passageira pediu que ele “corrigisse” sua posição sentada. Ao se recusar, ela o denunciou ao condutor, que acionou a polícia.</p>



<p>No vídeo publicado no Instagram, é possível ouvir o roteirista dizendo que não cometeu “nada ilegal” enquanto policiais o retiram do assento. “Eles me tiraram do trem e me prenderam sem nem mesmo falar com a Karen que denunciou a única pessoa negra no trem. Na plataforma, a polícia me deteve e me interrogou”, escreveu O’Keefe.</p>



<p>O roteirista também relatou que um amigo da mulher teria dito que ele “não era mais minoria” enquanto aguardava a chegada dos policiais. Segundo ele, apenas outras pessoas negras permaneceram na plataforma para registrar o momento da abordagem. “Quando exigi um advogado e os lembrei de que nem sequer haviam tomado depoimento da mulher que fez a denúncia, acabaram me liberando”, contou.</p>



<p>O vídeo viralizou nas redes sociais e causou indignação. “A polícia não QUESTIONA a senhora sobre a reclamação?!”, escreveu um usuário no Instagram. Outro comentou: “As pessoas precisam se posicionar em defesa dos outros. Eu faria isso!”</p>



<p>O’Keefe ganhou projeção por seu trabalho em &#8216;O Urso&#8217;, série vencedora do Emmy de Melhor Série de Comédia, e também é conhecido por ter sido diretor de campanha do <strong>Green New Deal</strong>, projeto de lei de transição ecológica liderado pelo senador Ed Markey.</p>
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		<title>Material exclusivo da turnê de Beyoncé é furtado de carro de bailarino da turnê Cowboy Carter nos EUA</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/material-exclusivo-da-turne-de-beyonce-e-furtado-de-carro-de-bailarino-da-turne-cowboy-carter-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 23:20:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Atlanta]]></category>
		<category><![CDATA[beyonce]]></category>
		<category><![CDATA[cowboy carter]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[turnê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Materiais in&#233;ditos de Beyonc&#233;, incluindo m&#250;sicas n&#227;o lan&#231;adas, grava&#231;&#245;es de ensaios e playlists de futuros shows, foram furtados de um ve&#237;culo alugado por membros de sua equipe em Atlanta, nos EUA. O ocorrido foi registrado pela pol&#237;cia local na noite de domingo (13), horas antes da abertura de uma s&#233;rie de apresenta&#231;&#245;es da cantora na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Materiais inéditos de <strong>Beyoncé</strong>, incluindo músicas não lançadas, gravações de ensaios e playlists de futuros shows, foram furtados de um veículo alugado por membros de sua equipe em Atlanta, nos EUA. O ocorrido foi registrado pela polícia local na noite de domingo (13), horas antes da abertura de uma série de apresentações da cantora na cidade como parte da turnê <em>Cowboy Carter</em>.</p>



<p>De acordo com o boletim de ocorrência, o coreógrafo <strong>Christopher Grant</strong> e a dançarina <strong>Diandre Blue</strong> estacionaram um Jeep Wagoneer em um estacionamento no Krog Street Market por volta das 20h09. Ao retornarem, encontraram o vidro traseiro quebrado e duas malas desaparecidas. Entre os itens levados estavam discos rígidos e pendrives com conteúdos exclusivos da artista, além de roupas, laptops e fones de ouvido.</p>



<p>Grant afirmou à polícia que os arquivos roubados continham &#8220;informações confidenciais&#8221; relacionadas à turnê, incluindo versões marcadas de músicas inéditas, repertórios planejados para shows futuros e registros de apresentações passadas. A polícia rastreou parte dos objetos usando o serviço de localização dos fones de ouvido Apple, mas não divulgou detalhes sobre possíveis suspeitos.</p>



<p>A assessoria de <strong>Beyoncé</strong> não se manifestou sobre o caso. A cantora segue com a agenda de shows em Atlanta, onde se apresenta até esta segunda-feira (14), antes de encerrar a turnê em Las Vegas no dia 26.</p>



<p>Lançado em 2024, o álbum&nbsp;<em>Cowboy Carter</em>&nbsp;rendeu à artista um Grammy e foi aclamado por misturar influências do country com outros gêneros. A turnê homônima, iniciada em abril, tem sido elogiada pela crítica por sua produção elaborada e repertório dinâmico.</p>
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		<title>EUA justificam erro em visto de Erika Hilton com política binária &#8216;desde o nascimento&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 13:08:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil afirmou, em nota enviada &#224; imprensa na &#250;ltima quarta-feira (15), que a pol&#237;tica do pa&#237;s &#233; reconhecer apenas dois sexos &#8212; &#8220;masculino e feminino&#8221; &#8212;, considerados &#8220;imut&#225;veis desde o nascimento&#8221;. A declara&#231;&#227;o foi emitida ap&#243;s a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) denunciar que teve seu g&#234;nero registrado como &#8220;masculino&#8221; [&#8230;]</p>
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<p>A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil afirmou, em nota enviada à imprensa na última quarta-feira (15), que a política do país é reconhecer apenas dois sexos — &#8220;masculino e feminino&#8221; —, considerados &#8220;imutáveis desde o nascimento&#8221;. A declaração foi emitida após a deputada <strong>Erika Hilton</strong> (PSOL-SP) denunciar que teve seu gênero registrado como &#8220;masculino&#8221; em um visto diplomático, apesar de seus documentos brasileiros a identificarem como mulher.</p>



<p>&#8220;De acordo com a Ordem Executiva 14168, é política dos EUA reconhecer dois sexos, masculino e feminino, considerados imutáveis desde o nascimento&#8221;, disse a embaixada, sem comentar diretamente o caso da parlamentar. O órgão também afirmou que, por lei americana, os registros de visto são confidenciais.</p>



<p>A resposta dos EUA ocorre após Hilton denunciar que seu novo visto, emitido para uma viagem a eventos acadêmicos em Harvard e no MIT, ignorou sua identidade de gênero. A deputada afirmou que, em 2023, um visto anterior havia sido emitido corretamente com a marcação &#8220;feminino&#8221;. A deputada, primeira mulher trans eleita para o Congresso, anunciou que acionará o governo americano na ONU e na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). O PSOL também pressiona o Itamaraty a se manifestar.</p>



<p>Procurado, o Ministério das Relações Exteriores não se pronunciou até a publicação desta reportagem.</p>
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		<title>Erika Hilton vai denunciar Trump na ONU após receber visto dos EUA com gênero masculino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 13:54:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) denunciou nesta quarta-feira (15) que o visto concedido pelos Estados Unidos a ela a identifica com o g&#234;nero masculino, contrariando seus documentos civis brasileiros, que a reconhecem como mulher. A parlamentar afirmou que acionar&#225; o pa&#237;s na ONU (Organiza&#231;&#245;es das Na&#231;&#245;es Unidas) e na Comiss&#227;o Interamericana de Direitos Humanos [&#8230;]</p>
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<p>A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) denunciou nesta quarta-feira (15) que o visto concedido pelos Estados Unidos a ela a identifica com o gênero masculino, contrariando seus documentos civis brasileiros, que a reconhecem como mulher. A parlamentar afirmou que acionará o país na ONU (Organizações das Nações Unidas) e na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) por considerar o caso um ato de transfobia e um desrespeito à sua identidade.</p>



<p> O visto anterior, emitido pelos EUA em 2023, registrava corretamente seu gênero como feminino. Hilton declarou que apresentou certidão de nascimento e passaporte diplomático com a identificação adequada durante o processo.  &#8220;Não se trata apenas de um caso de transfobia. É um documento sendo rasgado sem pudor. Vou acionar judicialmente o presidente [Donald] Trump na ONU e na CIDH. Queremos que o Itamaraty chame o embaixador [dos EUA] para explicações&#8221;, disse a deputada em entrevista à Folha de S. Paulo.</p>



<p> Ela ainda criticou o presidente americano, chamando-o de &#8220;homem doente que se sente dono da verdade&#8221;.  A Embaixada dos EUA no Brasil ainda não se manifestou sobre o ocorrido.  Hilton cancelou uma viagem aos Estados Unidos, onde participaria no sábado (12) de um painel na Brazil Conference, evento organizado pela comunidade brasileira das universidades Harvard e MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). A deputada alegou medo de sofrer constrangimentos no aeroporto devido à divergência entre o gênero no visto e em seus documentos.  &#8220;Senti medo, para ser sincera. Não aceitei me submeter a essa violência. Perdi uma atividade importante, mas não mereço esse desrespeito&#8221;, afirmou.  O PSOL anunciou que levará o caso a instâncias internacionais, pressionando também o governo brasileiro a se posicionar. A deputada é a primeira mulher trans eleita para o Congresso Nacional e tem sido vocal sobre pautas de gênero e direitos humanos.  </p>
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		<title>Ne-Yo defende relacionamento poliamoroso e diz que parceiras não podem ter outros homens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 16:08:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista ao The Angie Martinez Show, do Power 105.1, o cantor Ne-Yo, detalhou como funciona seu relacionamento poliamoroso com quatro mulheres. O astro de &#8220;So Sick&#8221; afirmou que a &#8220;brutal honestidade&#8221; &#233; a base da din&#226;mica, mas deixou claro que suas parceiras n&#227;o t&#234;m permiss&#227;o para se relacionar com outros homens &#8212; mesmo que [&#8230;]</p>
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<p>Em entrevista ao <em><strong>The Angie Martinez Show</strong></em>, do Power 105.1, o cantor <strong>Ne-Yo</strong>, detalhou como funciona seu relacionamento poliamoroso com quatro mulheres. O astro de <em>&#8220;So Sick&#8221;</em> afirmou que a &#8220;brutal honestidade&#8221; é a base da dinâmica, mas deixou claro que suas parceiras não têm permissão para se relacionar com outros homens — mesmo que ele possa sair com várias pessoas.</p>



<p>Em conversa com Martinez, o cantor contou que a pergunta que mais fazem a ele é se as esposas podem ter outros relacionamentos: “A pergunta que mais me fazem é: ‘Elas podem namorar outras pessoas além de mim?’ É essa pergunta que eu ouço o tempo todo, e vou responder agora: não. E vou te dizer por quê. Não, elas não podem. Olha só, quando fiquei com essas mulheres, eu não pedi exclusividade a elas. Não exigi exclusividade. Elas que me ofereceram. Elas vieram até mim e disseram: ‘Quero ser exclusiva sua, só sua'&#8221;, revelou.</p>



<p>Em fevereiro deste ano,<strong> Ne-Yo</strong> assumiu o relacionamento com <strong>Brionna Williams</strong>, uma de suas bailarinas e a quarta esposa do cantor, que também namora <strong>Bella</strong> e <strong>Phoenix Feather</strong>, modelos que trabalham na plataforma OnlyFans, e <strong>Arielle Hill</strong>. Na entrevista, ele ainda reforçou: &#8220;Não estou forçando ninguém a ficar aqui&#8221;, disse. &#8220;Se, por qualquer motivo, você decidir que isso não é mais para você, a porta nunca está trancada. Você tem permissão para seguir seu caminho. Não quero que ninguém pense que estou manipulando essas mulheres a fazer algo que não querem. Todos que estão aqui vieram por escolha própria. Elas tomaram a decisão&#8221;.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Polêmica com os filhos</strong></h3>



<p>Ne-Yo admitiu ter conversado abertamente com seus filhos sobre seus múltiplos relacionamentos. &#8220;Já disse a eles: &#8216;Essa é a namorada do papai, e aquela também, e aquela também. E ela vai fazer cereal para vocês, lavar suas roupas. É família, é comunidade.'&#8221;</p>



<p>A declaração provocou a ira de Bagnerise, sua ex-esposa, que respondeu em redes sociais: &#8220;E eu não disse para você, seu idiota, não fazer essa merda na frente dos meus filhos?&#8221;. </p>



<p>Apesar das críticas, o cantor segue compartilhando imagens com suas parceiras nas redes sociais, onde elas aparentam estar satisfeitas com o arranjo. Enquanto isso, fãs e críticos ainda se adaptam ao &#8220;novo Ne-Yo&#8221;.</p>
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		<title>Michelle Obama nega divórcio e critica pressão sobre mulheres que priorizam a si mesmas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 18:11:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ex-primeira-dama dos EUA Michelle Obama usou uma participa&#231;&#227;o no podcast Work in Progress, divulgada nesta quarta-feira (9), para desmentir rumores de div&#243;rcio envolvendo seu casamento com o ex-presidente Barack Obama e refletir sobre as escolhas que tem feito desde que deixou a Casa Branca, em 2017. Em entrevista &#224; apresentadora Sophia Bush, Michelle afirmou [&#8230;]</p>
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<p>A ex-primeira-dama dos EUA <strong>Michelle Obama</strong> usou uma participação no podcast <em>Work in Progress</em>, divulgada nesta quarta-feira (9), para desmentir rumores de divórcio envolvendo seu casamento com o ex-presidente <strong>Barack Obama </strong>e refletir sobre as escolhas que tem feito desde que deixou a Casa Branca, em 2017. Em entrevista à apresentadora <strong>Sophia Bush</strong>, Michelle afirmou que, ao priorizar suas próprias decisões, algumas pessoas interpretaram erroneamente que seu casamento de 32 anos estaria em crise.</p>



<p>Os rumores sobre uma possível separação do casal começaram quando <strong>Michelle Obama </strong>não compareceu ao funeral do ex-presidente dos EUA, <strong>Jimmy Carter</strong>, no dia 9 de janeiro, onde teria que se sentar ao lado do presidente recém-eleito, <strong>Donald Trump</strong>, e na posse dele. &#8220;Quando digo &#8216;não&#8217;, na maioria das vezes as pessoas entendem e respeitam. Mas nós, mulheres, lutamos com a ideia de decepcionar os outros&#8221;, disse. &#8220;Tanto que, este ano, alguns nem conseguiam imaginar que eu estava apenas fazendo uma escolha por mim mesma — acharam que meu marido e eu estávamos nos divorciando&#8221;. </p>



<p>Ela criticou a pressão social sobre as mulheres: &#8220;Não poderia ser uma mulher adulta tomando suas próprias decisões, certo? A sociedade faz isso conosco. Começamos a questionar: &#8216;O que estou fazendo? Para quem estou fazendo isso?&#8217;. E se não se encaixa no estereótipo do que esperam de nós, é rotulado como algo negativo&#8221;.</p>



<p>Michelle também falou sobre &#8220;decisões adultas&#8221; na casa dos 60 anos: &#8220;Se não for agora, quando? O que estou esperando? Como vou gastar os próximos 20 anos?&#8221;. E completou: &#8220;É hora de eu me perguntar: &#8216;Quem eu realmente quero ser todos os dias?'&#8221;.</p>



<p><strong>Barack reconhece &#8220;déficit&#8221; no casamento</strong></p>



<p>No dia 3 de abril, durante o evento <em>Sacerdote Series</em>, no Hamilton College (Nova York), <strong>Barack Obama</strong> fez raras declarações sobre o relacionamento, admitindo que precisou &#8220;compensar&#8221; ausências no passado. &#8220;Eu estava em um déficit profundo com minha esposa&#8221;, disse ao presidente da instituição, <strong>Steven Tepper</strong>. &#8220;Então, tenho tentado sair dessa situação fazendo coisas divertidas de vez em quando.&#8221;</p>



<p>Apesar dos rumores, o casal segue unido — e Michelle deixou claro que estão &#8220;mais apaixonados do que nunca&#8221;.</p>
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		<title>Governo Trump remove 381 livros de biblioteca militar que incluem assuntos como racismo e Holocausto em censura a temas &#8216;ideológicos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 13:34:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do presidente americano Donald Trump retirou 381 livros da biblioteca da Academia Naval dos Estados Unidos como parte de sua censura contra conte&#250;dos relacionados a diversidade, equidade e inclus&#227;o (DEI, na sigla em ingl&#234;s). Entre as obras removidas est&#227;o t&#237;tulos sobre feminismo, racismo, identidade de g&#234;nero e at&#233; o Holocausto. A ordem partiu [&#8230;]</p>
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<p>O governo do presidente americano <strong>Donald Trump</strong> retirou 381 livros da biblioteca da Academia Naval dos Estados Unidos como parte de sua censura contra conteúdos relacionados a diversidade, equidade e inclusão (DEI, na sigla em inglês). Entre as obras removidas estão títulos sobre feminismo, racismo, identidade de gênero e até o Holocausto.</p>



<p>A ordem partiu do gabinete do secretário de Defesa, <strong>Pete Hegseth</strong>, um dos principais nomes por trás da política de &#8220;limpeza ideológica&#8221; nas Forças Armadas americanas. A lista, divulgada pela Marinha na sexta-feira (9), inclui livros como: <em>&#8220;Lembrando o Holocausto&#8221;</em>, sobre a preservação da memória do genocídio de judeus na Segunda Guerra Mundial; <em>&#8220;Meio americano&#8221;</em>, que aborda a participação de afro-americanos no conflito; <em>&#8220;Uma mulher respeitável&#8221;</em>, sobre o papel público das mulheres negras no século XIX e<em>&#8220;Perseguindo Trayvon Martin&#8221;</em>, que discute o assassinato do jovem negro em 2012 e o racismo estrutural nos EUA.</p>



<p>Também foi removida a autobiografia&nbsp;<em>&#8220;Eu sei por que o pássaro canta na gaiola&#8221;</em>, da escritora e ativista <strong>Maya Angelou</strong>, ícone da literatura afro-americana e da luta pelos direitos civis. A triagem foi feita por meio de buscas por termos como &#8220;diversidade&#8221; e &#8220;equidade&#8221; no catálogo da biblioteca Nimitz. Inicialmente, cerca de 900 obras foram identificadas, das quais 381 foram retiradas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-89346" style="width:852px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-1024x576.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-300x169.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-150x84.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-768x432.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-747x420.jpeg 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-696x392.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12-1068x601.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/download-12.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto de: Patrick Semansky/AP</figcaption></figure>
</div>


<p>Embora o decreto assinado por Trump em janeiro vetasse conteúdos sobre DEI apenas em escolas públicas do ensino básico, o Pentágono decidiu estender a diretriz às academias militares. A remoção ocorreu dias antes da visita de Hegseth à instituição, mas o governo nega ligação direta entre os fatos.</p>



<p>Um oficial anônimo revelou à Associated Press que a academia foi orientada &#8220;no fim da semana passada&#8221; a conduzir a revisão. &#8220;Não está claro se a ordem partiu diretamente de Hegseth ou de sua equipe&#8221;, disse a fonte.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Críticas: censura e apagamento histórico</strong></h3>



<p>A medida gerou reações de parlamentares e defensores da liberdade acadêmica, que acusam o governo de censura e perseguição ideológica. Servidores do Departamento de Defesa relataram à AP desconforto com o rigor da campanha, argumentando que a exclusão de obras históricas pode prejudicar a formação dos cadetes e apagar contribuições de minorias.</p>



<p>Entre os livros vetados estão temas historicamente alvos de governos autoritários, como sexualidade, direitos das mulheres e violência racial. Há ainda obras sobre a Ku Klux Klan, a condição feminina em países islâmicos e representações de raça e gênero na arte.</p>



<p>O Pentágono, no entanto, mantém a posição. Em nota, o Departamento de Defesa afirmou que as academias militares estão &#8220;comprometidas em executar e implementar os decretos do presidente&#8221;.</p>
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