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	<title>Arquivos Escravização - Mundo Negro</title>
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		<title>Colecionador é criticado por vender livros de registros raros sobre escravização do século XIX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 21:23:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Colecionador]]></category>
		<category><![CDATA[Escravização]]></category>
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<p>O escritor e colecionador <strong>Eduardo Helbert Urban</strong> viralizou nas redes sociais ao publicar um vídeo mostrando livros cartoriais do século XIX com registros de escravizados — incluindo penas aplicadas e alforrias. No material, ele exibe a ficha de um homem chamado Tobias, descrito como &#8220;cor preta, cabelos crespos&#8221;, preso por &#8220;andar nas ruas fora de hora&#8221; e punido com &#8220;50 açoites&#8221;.</p>



<p>Os livros, segundo Urban, foram resgatados de um incêndio em um local de descarte de uma biblioteca, que ele não identificou. Ele afirmou que comprou os documentos e está vendendo um deles — o livro de óbitos já foi negociado. A postagem, no entanto, gerou críticas de quem defende que tais registros deveriam estar sob a guarda de museus ou arquivos públicos: &#8220;Espera. Você está vendendo esse livro? Espero que não porque é um documento de interesse público e as informações nele contidas precisam chegar ao conhecimento de todos, gratuitamente&#8221;, comentou um usuário. &#8220;Não importa se foi salvo de um incêndio, existem muitos locais públicos onde esses documentos históricos seriam perfeitamente preservados&#8221;, escreveu uma internauta.</p>



<p>Nas respostas ao vídeo, usuários argumentaram que os documentos são patrimônio público e deveriam estar em instituições como o Museu Afro ou o Museu Nacional. &#8220;São registros importantíssimos sobre a ancestralidade do nosso povo&#8221;, escreveu uma pessoa em mensagem direta. Nas redes, Urban se defendeu, alegando que age com &#8220;responsabilidade e pesquisa&#8221;. Disse ainda que não doará os livros, mas que restaurará e digitalizará o livro de alforrias para disponibilizar o conteúdo. </p>



<p>Urban rebateu: &#8220;Se não fosse pelo alfarrabista que me vendeu, esse livro estaria queimado&#8221;. Ele acrescentou que cartórios em cidades históricas não permitem acesso a esses registros e que, com a divulgação, está ajudando a preservar a memória.</p>



<p>Em stories, o colecionador desabafou sobre ataques pessoais e explicou que pegou um empréstimo para comprar os livros. &#8220;Não tem ninguém me apoiando nesse trabalho. Sou eu sozinho&#8221;, disse. Afirmou ainda que entrou em contato com órgãos públicos para vender os documentos, mas não obteve retorno.</p>



<p><strong>Questão patrimonial</strong></p>



<p>A polêmica envolve tanto a guarda desses materiais quanto o acesso a eles, já que muitos registros similares permanecem em condições precárias ou inacessíveis em arquivos oficiais.</p>



<p>Urban reiterou que venderá os livros &#8220;para colecionadores ou quem quiser comprar e doar&#8221;, mas que não tem condições de doá-los. &#8220;É um resgate histórico&#8221;, afirmou. &#8220;Se alguém quiser adquirir para doar, fica à vontade.&#8221;</p>
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