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	<title>Arquivos empreendedorismo feminino - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Ana Paula Xongani fala sobre ‘Vale Tudo’ e defende investimento que permita às empreendedoras negras &#8220;errar com mais segurança&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 12:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Paula Xongani, uma voz fundamental que une empreendedorismo e ativismo, compartilha reflex&#245;es potentes sobre a trajet&#243;ria da personagem Raquel, da novela &#8216;Vale Tudo&#8217;, pensando no impacto da narrativa midi&#225;tica para mulheres negras, al&#233;m da import&#226;ncia de acesso a cr&#233;dito e a urg&#234;ncia de pol&#237;ticas que favore&#231;am o crescimento de pequenos neg&#243;cios. Apesar de Xongani [&#8230;]</p>
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<p><strong><a href="https://mundonegro.inf.br/ana-paula-xongani-e-a-nova-contratada-da-area-de-influencia-da-globo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ana Paula Xongani</a></strong>, uma voz fundamental que une empreendedorismo e ativismo, compartilha reflexões potentes sobre a trajetória da personagem <strong>Raquel</strong>, da novela <strong>‘Vale Tudo’</strong>, pensando no impacto da narrativa midiática para mulheres negras, além da importância de acesso a crédito e a urgência de políticas que favoreçam o crescimento de pequenos negócios.</p>



<p>Apesar de Xongani perceber a similaridade de Raquel com muitas empreendedoras do Brasil, ela tem um duplo sentimento em relação à personagem, pois a novela deveria trazer uma outra narrativa. “O papel da Raquel se distancia da ideia desse imaginário positivo que a gente quer, de nos trazer luz, de nos trazer expectativa, de nos trazer boas experiências, inclusive de nos trazer <em>cases </em>de sucesso”, diz a empreendedora e comunicadora, em <strong>entrevista à editora-chefe do site Mundo Negro, Silvia Nascimento.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="990" height="619" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/image-15.png" alt="" class="wp-image-93822" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/image-15.png 990w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/image-15-300x188.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/image-15-150x94.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/image-15-768x480.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/image-15-672x420.png 672w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/image-15-696x435.png 696w" sizes="(max-width: 990px) 100vw, 990px" /><figcaption class="wp-element-caption">Raquel, interpretada pela Taís Araujo, na novela Vale Tudo (Foto: Reprodução/TV Globo)</figcaption></figure>
</div>


<p>Ela também fala sobre sua própria jornada à frente do <strong>Ateliê Xongani </strong>e da empresa de comunicação <strong>APX</strong>, revelando como o aprendizado adquirido no primeiro empreendimento ajudou a construir um segundo negócio mais sólido e estratégico. Além de mentorias, Ana Paula considera fundamental que mulheres negras tenham acesso direto a investimentos, para que possam ousar, inovar e até errar.</p>



<p>“Eu tenho certeza que o acesso ao dinheiro faria com que a gente acertasse melhor e errasse com mais segurança porque empreender também precisa ser sobre a possibilidade de errar. Porque quando a gente fala sobre investimento, a gente está falando sobre riscos, e riscos precisam ser considerados”, pontua, ao destacar a importância do financiamento direto dos órgãos públicos e privados, além do apoio da sociedade civil. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Leia a entrevista completa abaixo:</strong></h3>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-93823" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-683x1024.jpg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-768x1152.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-1024x1536.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-150x225.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-300x450.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-696x1044.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-1068x1602.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques.jpg 1365w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ana Paula Xongani (Foto: Divugação)</figcaption></figure>
</div>


<p><strong>MN: Ana, enquanto empreendedora no Brasil, quais reflexões o papel da Raquel de ‘Vale Tudo’ tem te despertado? </strong></p>



<p>Ana Paula: Eu tenho um duplo sentimento pelo papel da Raquel, porque nesses diálogos que eu tenho com as minhas seguidoras, a gente entendeu juntas que a dramaturgia, o papel da TV, o papel da novela é criar imaginários, principalmente imaginários positivos para mulheres negras, para empreendedoras negras, sendo que a gente é a maioria nesse país, e que o papel da Raquel, ele se distancia da ideia desse imaginário positivo que a gente quer, de nos trazer luz, de nos trazer expectativa, de nos trazer boas experiências, inclusive de nos trazer <em>cases </em>de sucesso, de como essa mulher empreende. Que atende no Brasil e consegue ter sucesso, enfim, então esse é um primeiro sentimento. </p>



<p>Ao mesmo tempo, eu vejo muita similaridade do papel da Raquel com muitas empreendedoras do Brasil. Então, tanto a falta de acesso a crédito e a isso se tornar muito vulnerável, quanto esse lugar da confiança, de confiar nas pessoas e, de repente, as pessoas não serem tão confiáveis assim, quanto também a resiliência. O empreendedorismo exige no Brasil, por conta da falta de estrutura, uma resiliência muito grande. Então, acho que isso coincide com o papel da Raquel em Vale Tudo.&nbsp;</p>



<p>Também não posso deixar de dizer que fiquei muito emocionada. Eu fiquei, sim, emocionada com aquela cena onde ela fala: “Se eu cair 100 vezes, eu vou me levantar 101 vezes”. Eu me reconheço nessa fala, ao mesmo tempo que tem hora que eu não aguento mais. Ela falando: “vamos embora, é isso aí, vamos para frente”. Porque eu acho que esse lugar, dessa energia eterna, dessa positividade constante, empregada às mulheres negras que não podem desmurecer, também é muito problemático. Então é isso, eu tenho um sentimento duplo por essa personagem, ambíguo mesmo. E tô aceitando e acolhendo esses dois sentimentos complexos sobre a personagem.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-93824" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-683x1024.jpg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-768x1152.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-1024x1536.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-150x225.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-300x450.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-696x1044.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-1068x1602.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG.jpg 1365w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ana Paula Xongani (Foto: Divugação)</figcaption></figure>
</div>


<p><strong>MN: Como foi a sua jornada de empreendedora para lidar com as finanças e a parte jurídica? </strong></p>



<p>Ana Paula: Eu considero que eu tive duas jornadas. Eu tenho duas empresas. No Ateliê Xongani foi bastante inocente. Foi bastante inocente, fazendo com muito pouco. A gente no Ateliê Xongani nunca teve acesso a crédito. A gente nunca conseguiu nem dos programas federais, nem dos programas divulgados. Então a gente sempre investiu com recurso próprio. O que eu tenho certeza que dificultou essa jornada. Então no Ateliê Xongani era tudo muito primário. Primário não sei se é a palavra, né, mas artesanal, essa parte financeira e jurídica. Mas aí com o passar do tempo no Ateliê Xongani, eu fui aprendendo com muito estudo, mentorias importantes de consultores financeiros, mentoria de instituições como o Sebrae, estudo no Senac, enfim a gente mergulhou bastante nessa parte de estudo das finanças e da parte jurídica. Depois de um tempo, a gente tinha inclusive apoio jurídico. </p>



<p>Quando eu fui começar a minha segunda empresa que é a empresa de comunicação APX, eu já tinha um background muito maior da Ana Paula Xongani, então eu entendo que eu comecei muito mais madura, sabendo fazer uma gestão muito melhor e já entendendo desde muito cedo que algumas funções eu poderia contratar. Porque eu já parto de outro lugar. Eu sempre falo isso, que o Ateliê Xongani gerou autonomia para que a Ana Paula Xongani empreendesse de um outro lugar. Então, como eu estava empreendendo de outro lugar, eu não sabia que eu podia contratar parceiros e pagar parceiros para que isso acontecesse. Então não é à toa que hoje a APX tem 10 assessorias para apoiar, inclusive a assessoria jurídica, assessoria de finanças, assessoria de investimento. Enfim, então eu parto de um outro lugar, e é por isso que a gente tem resultados tão positivos, e não só, mas também a gente tem resultados perenes, a gente é sólido nesse mercado, graças a esse conhecimento jurídico de finanças.</p>



<p><strong>MN: Quais são os maiores desafios para as mulheres negras que empreendem no país? </strong></p>



<p>Ana Paula: Acesso a crédito, eu acho que isso é muito importante. Eu acho que a quebra desse teto entre o empreendedorismo e o empresariado. Até o nome eu venho questionando ultimamente. Por que as mulheres negras são empreendedoras e os homens brancos são empresários, startupers, enfim, outros nomes? Então eu acho que quebrar esse teto, entender o empreendedorismo como um primeiro passo, se não como um passo fadado e eterno, eu acho que é um desafio muito grande para nós mulheres negras que empreendemos aqui. </p>



<p>Tem uma outra coisa, aprofundando um pouco mais, que são os impostos, né. Quando você tenta dar um pequeno passo enquanto empreendedora no Brasil, principalmente quando você tem MEI, os impostos são muito caros, iguais a grandes empresas. Os encargos são muito caros. Então muitas vezes a gente fica travado nesse crescimento por conta disso. Deveria ter políticas que acompanhassem inclusive o limite, o faturamento dessas microempresas. Isso não acontece no Brasil e também eu acho que um desafio agora prático, da vida prática da empreendedora, é que quando você empreende você fica muito longe do que você sabe fazer. Um exemplo: se você é uma grande confeiteira, a última coisa que você vai fazer é confeitar bolos e isso é muito ruim. Emocionalmente é muito ruim, financeiramente é muito ruim, estruturalmente é muito ruim, porque a gente fica longe da nossa principal potência que a gente tem que dar conta de tudo, das potências, das fraquezas. Então isso é um problema constante na vida prática das empreendedoras do Brasil.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-93825" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-683x1024.jpg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-768x1152.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-1024x1536.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-150x225.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-300x450.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-696x1044.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-1068x1602.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG.jpg 1365w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ana Paula Xongani (Foto: Divugação)</figcaption></figure>
</div>


<p><strong>MN: Na sua opinião, o que hoje é mais urgente para impulsionar os negócios liderados por mulheres negras: mais mentorias ou mais investimento financeiro direto?</strong></p>



<p>Ana Paula: Se for para escolher entre os dois, eu acho que mais investimento direto porque, pensando de modo geral, as empreendedoras, a gente precisa o tempo todo se qualificar na questão financeira, mas tem muitas empreendedores que estão prontas para liderar e para gerir grandes investimentos. Então acho que mais financiamento direto dos órgãos públicos e privados, além do apoio da sociedade civil, também da credibilidade. Eu tenho certeza que o acesso ao dinheiro faria com que a gente acertasse melhor e errasse com mais segurança porque empreender também precisa ser sobre a possibilidade de errar. Porque quando a gente fala sobre investimento, a gente está falando sobre riscos e riscos ele precisa ser considerado, inclusive com uma margem de erros e mulheres negras não têm essa possibilidade de acertar. Acertar com grana, com o dinheiro em mãos, muito menos de errar.</p>



<p><strong>MN: Como o empreendedorismo influenciou na sua carreira?</strong></p>



<p>Ana Paula: O que eu aprendi como empreendedora contribuiu muito para esse segundo empreendimento de comunicação. E também nessas muitas facetas, nesses muitos braços que eu tinha ter no Ateliê Xongani, um deles era comunicação. E aí eu pude desenvolver a comunicação para abrir essa segunda empresa. Então a minha trajetória de empreendedorismo influenciou totalmente na minha trajetória como comunicadora, além do que eu falei na pergunta anterior que o meu primeiro empreendimento financiou o meu segundo empreendimento. Isso é uma coisa que me orgulha muito. Então o Ateliê Xongani deu o espaço de autonomia para a Ana Paula Xongani, não só a grana, mas tempo e estrutura. Isso é muito fundamental. Isso é muito bonito. O que a gente pretende como projeto de futuro, um projeto de autonomia onde a gente pode sustentar e investir nos nossos próprios projetos sonhos e acreditar neles. </p>
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		<title>PopCorn Gourmet chega a 10 anos como líder em franchising de pipocas e mira expansão no varejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 12:52:52 +0000</pubDate>
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<p>Em 2025, a <strong>PopCorn Gourmet </strong>completa uma década como a maior franquia de pipocas do Brasil. Fundada em Goiânia pela chef <strong>Elaine Moura</strong>, a marca surgiu com o objetivo de transformar a pipoca em um produto gourmet, aliando experiências sensoriais a ingredientes de alta qualidade.</p>



<p>Hoje, a rede conta com mais de 60 unidades franqueadas, está presente em mil pontos de varejo e já exporta seus produtos. Desde a abertura da primeira franquia, em Ribeirão Preto (2016), a empresa se expandiu para 12 estados, acompanhando o crescimento do <em>franchising</em> de alimentação, que registrou alta de 8% em 2024, segundo a ABF. A marca oferece 15 sabores de pipoca, com técnicas que garantem crocância e padrão gourmet. Entre os destaques estão parcerias com marcas como a Nestlé, como os sabores Alpino, Sensação e Melhor com Ninho Trufado (o campeão de vendas), além de criações próprias como Caramelo com Flor de Sal, Paçoca com Especiarias e Cocada Branca (lançamento recente).</p>



<p>Para 2025, a empresa promete sete novos sabores, incluindo colaborações com grandes marcas. As embalagens variam de cones individuais  até a Super Caixa, que comporta até 10 variedades. &#8220;Nosso objetivo é proporcionar uma experiência única, com produtos de qualidade e sabores exclusivos. A expansão reforça nosso compromisso de levar a marca a mais pessoas&#8221;, afirma <strong>Elaine Moura</strong>, fundadora e CEO.</p>



<p>A marca ampliou seu portfólio com a Pop Coffee, loja conceito que harmoniza cafés especiais com pipocas, inspirada na tradição etíope de servir café com o snack. A rede também investe em sustentabilidade, reaproveitando excedentes da produção em receitas como cappuccinos, bolos, sorvetes e biscoitos. Já a Pop Milky é uma linha de quiosques de milkshakes temáticos, que se tornaram atração em shoppings.</p>



<p>A PopCorn Gourmet se destaca pelo perfil inclusivo: 80% dos franqueados são mulheres, e a liderança é majoritariamente composta por mulheres, pessoas negras e LGBTQIAPN+. Campanhas afirmativas têm aumentado a participação de empreendedores negros na rede.</p>



<p>O grupo fechou contratos com grandes redes varejistas, o que deve dobrar seu faturamento em relação a 2024.</p>
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		<title>Serena Williams será produtora executiva e protagonista de nova série documental da Amazon sobre CEOs mulheres</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/serena-williams-sera-produtora-executiva-e-protagonista-de-nova-serie-documental-da-amazon-sobre-ceos-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 13:52:28 +0000</pubDate>
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<p>A tenista e empresária <strong>Serena Williams</strong> será uma das protagonistas da nova série documental encomendada pelo <em>Prime Video</em> que destacará a trajetória de CEOs mulheres à frente de negócios diversos. O anúncio foi feito durante a segunda apresentação anual da empresa, no dia 12 de maio. Williams também será produtora executiva da série.</p>



<p>A série, ainda sem título, acompanhará Williams e outras executivas, como a cantora <strong>Thalía</strong>, a ex-modelo e estilista<strong> Dee Ocleppo Hilfiger</strong>, a fundadora da marca de beleza Cay Skin, <strong>Winnie Harlow</strong>, e a designer <strong>Isabela Rangel Grutman</strong>, entre outras. A produção mostrará os desafios e conquistas dessas mulheres em suas carreiras e vidas pessoais, além de momentos de descontração e troca entre elas.</p>



<p>A série chegará ao Prime Video em mais de 240 países, mas ainda não tem data de estreia definida. Com um patrimônio líquido de aproximadamente US$ 340 milhões (cerca de R$ 2 bilhões, na cotação atual), <strong>Serena Williams </strong>construiu um império financeiro como investidora e CEO. Através da <em>Serena Ventures</em>, seu fundo de capital de risco criado em 2014, já investiu em mais de 85 empresas &#8211; incluindo 14 &#8220;unicórnios&#8221; avaliados acima de US$ 1 bilhão &#8211; com foco em empreendedores sub-representados (79% das startups apoiadas são lideradas por minorias). No esporte, foi pioneira como uma das primeiras mulheres negras a ter participação em um time da NFL (Miami Dolphins) e hoje investe no Angel City FC, time feminino mais valioso do mundo, além de apoiar a futura franquia de Toronto na WNBA, que estreará em 2026.</p>



<p>&#8220;Colaborar com essas CEOs inspiradoras tem sido uma jornada extraordinária para todos os envolvidos&#8221;, afirmou <strong>Lauren Anderson</strong>, chefe de inovação de marca e conteúdo da Amazon MGM Studios, em comunicado. &#8220;Acreditamos que os clientes da Amazon apreciarão vivenciar, em primeira mão, como elas equilibram suas personas públicas, suas atividades profissionais e suas responsabilidades pessoais.&#8221;</p>
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		<title>Unindo técnica ancestral e design autoral, marceneira negra abre caminho para mulheres em profissão masculinizada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 May 2025 12:55:03 +0000</pubDate>
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<p>Em um setor historicamente masculino, a marceneira <strong>Luana Hazine</strong> construiu uma carreira marcada por superação e identidade. Sua trajetória começou após um episódio de <em>burnout </em>em 2017, quando buscou recomeçar longe do ambiente corporativo. Oito anos depois, ela se dedica integralmente à marcenaria, unindo funcionalidade, design autoral e ancestralidade em suas peças.</p>



<p>Natural de São Paulo, Luana descobriu o ofício ao revisitar memórias da infância, como a construção de um carrinho de rolimã. &#8220;Esse momento me fez recordar o quanto eu gostava de mexer com madeira e a alegria de usar uma peça feita por mim. A partir daí, busquei escolas e cursos e comecei na marcenaria com madeira maciça. Desde então, já são oito anos aprendendo e ensinado todos os dias&#8221;, conta. Formada no Atelier da Madeira, escola tradicional na capital paulista, ela enfrentou resistência por ser mulher em um ambiente predominantemente masculino.</p>



<p>Além do preconceito de gênero, Luana destaca a falta de referências de mulheres negras na área. &#8220;O desafios são vários. Tanto de ter jogo de cintura com pessoas que ainda desconfiam do trabalho por eu ser mulher, quanto o desafio de representatividade que é ainda maior. É difícil encontrar outras marceneiras negras por aí. Elas existem, eu conheço algumas, mas ainda temos poucas referências. Isso aumenta a responsabilidade de abrir portas&#8221;, afirma. Entre suas inspirações estão a britânica <strong>Helen Welch</strong>, uma das poucas marceneiras negras em destaque no exterior, e o mestre japonês <strong>Morito Ebine</strong>, especialista em técnicas tradicionais.</p>



<p>A reação dos clientes, segundo ela, ainda é de surpresa, mas evoluiu para admiração. &#8220;As reações são sempre de surpresa e num geral, atualmente, mais de admiração do que de desconfiança. Especialmente porque eu trabalho com peças autorais na maioria dos casos, então as pessoas já me contratam <em>[me] </em>conhecendo. Mas há sempre uma curiosidade sobre como me tornei marceneira, o porque e enfim&#8221;, relata. Sua criação mais famosa, a bandeja Date — que acomoda taças de vinho sem tombar —, virou carro-chefe e símbolo de sua identidade como artesã.</p>



<p><strong>Marcenaria com raízes afrocentradas</strong></p>


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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-90418" style="width:684px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-1024x683.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-1536x1024.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_0479.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Lucas Pacheco</figcaption></figure>
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<p>Além da funcionalidade, Luana incorpora elementos de sua ancestralidade em peças que mesclam técnicas tradicionais e design contemporâneo. &#8220;Quero trazer uma luz sobre esse fato. Minhas peças carregam não apenas funcionalidade, mas também uma conexão profunda com minha identidade e minhas raízes&#8221;, explica. Desde 2022, ela oferece mentorias para mulheres interessadas em marcenaria, incentivando a ocupação de espaços não tradicionais.</p>



<p>Após anos conciliando a profissão com o <em>marketing</em>, decidiu se dedicar exclusivamente à madeira em 2025 e oferece mentoria para outras mulheres que querem desbravar o trabalho na marcenaria. Seu conselho para outras mulheres é direto: &#8220;O grande desafio é começar, porque depois que começa a gente não para mais. Então meu conselho é, comece! O primeiro passo é o essencial para essa nova porta de possibilidades&#8221;.</p>
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