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	<title>Arquivos empreendedoras negras - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 17 Nov 2025 11:56:22 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Empreendedoras negras são as que mais enfrentam barreiras no acesso ao crédito, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 18:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Fontes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulheres negras s&#227;o as que enfrentam os maiores obst&#225;culos para acessar cr&#233;dito e impulsionar seus neg&#243;cios no Brasil, segundo a 10&#170; edi&#231;&#227;o da pesquisa &#8220;Empreendedoras e Seus Neg&#243;cios 2025&#8221;, realizada anualmente pelo Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME) por meio do seu Laborat&#243;rio de G&#234;nero e Empreendedorismo, e execu&#231;&#227;o da Ideafix. O estudo revela dados sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Mulheres negras são as que enfrentam os maiores obstáculos para acessar crédito e impulsionar seus negócios no Brasil</strong>, segundo a 10ª edição da pesquisa “Empreendedoras e Seus Negócios 2025”, realizada anualmente pelo <strong>Instituto Rede Mulher Empreendedora </strong>(IRME) por meio do seu Laboratório de Gênero e Empreendedorismo, e execução da Ideafix. O estudo revela dados sobre acesso a crédito no Brasil e se dedicou a compreender os principais desafios e oportunidades para o crescimento dos pequenos negócios femininos e também revelou a desigualdade racial no acesso.</p>



<p>“Mulheres brancas têm 23% dos pedidos negados, contra 29% das mulheres negras. Além disso, os valores obtidos por mulheres negras tendem a ser menores: 37% delas receberam até R$2 mil, frente a 22% das mulheres brancas. Apenas 6% das empreendedoras negras acessaram empréstimos acima de R$20 mil, ante 20% das empreendedoras brancas”, explica <strong>Ana Fontes</strong>, empreendedora social e fundadora da Rede Mulher Empreendedora e do Instituto RME.</p>



<p>A pesquisa, que ouviu 1.043 mulheres de todas as regiões, revela que 57,3% das empreendedoras afirmam não ter dívidas em 2025 — um movimento que pode refletir tanto a cautela diante das incertezas econômicas quanto o esforço para manter as contas em dia. Ainda assim, a realidade financeira é marcada por contradições: 72,1% estão negativadas como pessoa física, indicando que muitas recorrem ao crédito pessoal enquanto mantêm seus CNPJs sem restrições.</p>



<p>Mesmo com a necessidade de investimento para crescer, 65,5% das empreendedoras nunca solicitaram crédito para o negócio, enquanto apenas 21% tentaram mais de uma vez. Entre as que buscaram recursos, os bancos privados lideram a procura (52,4%), seguidos por fintechs (39,6%) e bancos públicos (33,2%).</p>



<p>O estudo também evidencia que a informalidade segue como barreira para muitas mulheres: 74,5% acessam crédito como pessoa física, e apenas 35,3% como pessoa jurídica. As fintechs aparecem como alternativa para empréstimos menores e liberação rápida, enquanto bancos públicos e cooperativas atendem negócios formalizados e valores mais altos.</p>



<p>O perfil racial das participantes se divide entre <strong>mulheres negras (49%) e brancas (48%)</strong>. A maioria está entre 30 e 59 anos, com concentração na faixa dos 40 aos 49 anos. Em média, elas têm renda mensal de R$ 2.400, são chefes de família (58,3%) e sustentam outras pessoas com essa renda (69,4%). Pela primeira vez, o desemprego superou a busca por independência financeira como principal motivação para empreender.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Discriminação no processo de crédito</strong></h3>



<p>Entre as mulheres que tiveram o crédito negado, 30,5% relatam ter sofrido algum tipo de discriminação, enquanto esse percentual sobe para 35,5% entre aquelas que ainda aguardavam resposta. Questões como gênero, raça/cor, classe social, território periférico ou rural e escolaridade aparecem como motivadores do tratamento discriminatório.</p>



<p>No total, <strong>26,3% das empreendedoras tiveram o pedido de crédito negado</strong>, e 8,6% ainda esperam retorno. A negativação do nome foi o principal motivo apontado para a recusa (58,5%). Para muitas, a falta de crédito dificultou o planejamento dos negócios (23,4%) e até impactou a renda familiar (5,3%).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Setores onde essas mulheres atuam</strong></h3>



<p>A área de alimentação e gastronomia concentra a maior parte das empreendedoras (19,6%), seguida pelos setores de beleza, estética e bem-estar (16,7%). Já segmentos como tecnologia (2,4%), transporte (1,8%) e turismo (1,5%) permanecem com baixa participação feminina — especialmente negra — evidenciando a necessidade de investimentos, inclusão e formação para ampliar o acesso dessas mulheres a setores mais lucrativos e valorizados. </p>



<p>Em 2025, o setor de beleza perdeu espaço, enquanto os negócios ligados a <strong>arte e cultura</strong> registraram crescimento. </p>



<p>A metodologia da pesquisa combina dados quantitativos e qualitativos e inclui entrevistas com representantes de instituições financeiras que atuam no Brasil e na América Latina. A coleta foi realizada em agosto de 2025.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Novo fundo para apoiar empreendedoras — com foco no Norte e Nordeste</strong></h3>



<p>Junto com a divulgação da pesquisa, o IRME anunciou o lançamento do <strong>FIRME – Fundo de Impacto e Renda para Mulheres Empreendedoras</strong>, que vai disponibilizar <strong>R$ 2,5 milhões em crédito orientado</strong> para mulheres à frente de pequenos negócios. O fundo prioriza empreendedoras das regiões <strong>Norte e Nordeste</strong>, além de negócios com impacto social e sustentável.</p>



<p>A iniciativa combina financiamento, capacitação e mentorias individuais, fortalecendo negócios desde o planejamento até a execução. O FIRME é realizado pelo Instituto RME com apoio da Rede Mulher Empreendedora e parceria do Banco Pérola, instituição com mais de 16 anos de experiência em microcrédito produtivo orientado.</p>



<p><strong>Pesquisa completa</strong>: <a href="https://institutorme.org.br/lab-irme/">https://institutorme.org.br/lab-irme/</a></p>
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		<title>48% das empreendedoras negras são mães solo e enfrentam a sobrecarga doméstica como principal desafio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 15:59:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedoras]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedoras negras]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Mães Solo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa in&#233;dita revela que quase metade (48%) das mulheres negras que empreendem no Brasil s&#227;o m&#227;es solo. O estudo &#8220;Empreendedoras Negras&#8221;, realizado pelo LAB (Laborat&#243;rio de G&#234;nero e Empreendedorismo) do Instituto RME em parceria com a Rede Mulher Empreendedora, mostra que esse percentual chega a 50,2% entre mulheres pretas e 46,9% entre pardas. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma pesquisa inédita revela que quase metade (48%) das mulheres negras que empreendem no Brasil são mães solo. O estudo &#8220;Empreendedoras Negras&#8221;, realizado pelo LAB (Laboratório de Gênero e Empreendedorismo) do Instituto RME em parceria com a Rede Mulher Empreendedora, mostra que esse percentual chega a 50,2% entre mulheres pretas e 46,9% entre pardas.</p>



<p>A pesquisa, que entrevistou 715 empreendedoras negras entre 14 e 18 de outubro de 2024, identificou que a sobrecarga de trabalho doméstico e familiar é o principal desafio enfrentado por essas mulheres, com um impacto médio de 4,2 em uma escala de 1 a 5. Em seguida, aparecem as dificuldades para obter crédito (3,9) e o racismo no ambiente de trabalho (3,5).</p>



<p>A discriminação racial aparece como uma barreira significativa: 70,7% das empreendedoras pretas e 52,8% das pardas relatam já ter sofrido racismo no ambiente de trabalho. Quando questionadas sobre como o racismo se manifesta, 71,2% das pretas afirmam que ele é mais cruel contra mulheres de pele mais escura &#8211; percepção compartilhada por 60,8% das pardas.  O acesso a crédito também se mostra um desafio estrutural. Muitas entrevistadas relataram dificuldades em obter empréstimos mesmo tendo cadastro regular. Uma das participantes da pesquisa contou: &#8220;Passei por humilhação no banco, desisti do empréstimo e meu negócio ficou parado&#8230; Racismo e machismo estrutural imperam.&#8221;</p>



<p>Para <strong>Ana Fontes</strong>, fundadora da Rede Mulher Empreendedora, os resultados mostram a necessidade de políticas específicas. &#8220;Precisamos criar mecanismos de apoio que considerem essa realidade complexa, desde linhas de crédito adaptadas até redes de cuidado infantil que permitam que essas mulheres possam empreender com mais igualdade.&#8221;</p>



<p>&#8220;Essas mulheres enfrentam o que chamamos de tripla discriminação: são negras, mulheres e mães solo em um mercado que não foi feito para elas&#8221;, afirma<strong> </strong>Fontes. &#8220;Elas precisam conciliar os negócios com os cuidados dos filhos e as tarefas domésticas, muitas vezes sem qualquer rede de apoio.&#8221;</p>



<p>O perfil das entrevistadas mostra que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>72% têm entre 30 e 49 anos</li>



<li>62,9% das mulheres pretas possuem ensino superior, contra 52,5% das pardas</li>



<li>47,6% faturam até R$ 2 mil mensais com seus negócios</li>



<li>Atuam principalmente nos setores de alimentação (24,8% entre pretas) e beleza (19,3%)</li>
</ul>



<p>A pesquisa foi realizada por meio de questionário online com metodologia quantitativa. Entre as motivações para empreender, a liberdade para fazer o que gosta aparece em primeiro lugar, seguida pelo aumento de renda e pela flexibilidade de horários &#8211; fatores particularmente relevantes para mães solo.</p>
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		<title>Fundo Agbara lança programa para potencializar iniciativas de 20 mulheres negras no ramo da alimentação</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/fundo-agbara-lanca-programa-para-potencializar-iniciativas-de-20-mulheres-negras-no-ramo-da-alimentacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 15:33:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedoras negras]]></category>
		<category><![CDATA[fundo agbara]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com os impactos negativos da pandemia na alimenta&#231;&#227;o, o Fundo Agbara, que &#233; um fundo filantr&#243;pico voltado ao empoderamento financeiro de mulheres negras, tenta reverter o atual cen&#225;rio de fome e pobreza nutricional, empoderando o p&#250;blico mais atingido com isso: As mulheres negras. &#8220;O povo negro sempre produziu cultura atrav&#233;s da arte da alimenta&#231;&#227;o e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com os impactos negativos da pandemia na alimentação, o <strong>Fundo Agbara</strong>, que é um fundo filantrópico voltado ao empoderamento financeiro de mulheres negras, tenta reverter o atual cenário de fome e pobreza nutricional, empoderando o público mais atingido com isso: As mulheres negras.</p>



<p>&#8220;O povo negro sempre produziu cultura através da arte da alimentação e também sempre empreendeu em suas comunidades, quilombos terreiros. O <strong>Ajeum </strong>vem para potencializar o que já é feito com cuidado e paixão. Oferecemos formações para aprimoramento técnico e empoderamento político-cidadão, junto com aportes financeiros para mulheres negras de todo o Brasil, com uma metodologia única, criada por e para mulheres negras! Estamos em êxtase com essa oportunidade!&#8221;, <strong>Aline Odara, Diretora Executiva do Fundo Agbara</strong>.</p>



<p>O intuito do <strong>Programa Ajeum</strong> é potencializar iniciativas de 20 mulheres negras periféricas de todo o Brasil que tenham geração de renda proveniente do ramo da alimentação. Para que essas mulheres tenham um sustento estável e proporcionem uma alimentação de qualidade para si, e a sua comunidade.</p>



<p>O edital irá selecionar 20 mulheres por programa. Primeira turma de outubro a novembro, e as demais no primeiro semestre<br>de 2023. As selecionadas contarão com uma capacitação técnica on-line e gratuita durante dois meses e aportes financeiros ao final da Jornada Formativa. Das 20 participantes, 16 receberão, ao final do programa o valor de R$1.250,00 cada e 04 receberão o valor de R$5.000,00 cada.</p>



<p>&#8220;Ajeum, ancestralidade, a cozinha como espaço de poder, comer como um ato político. Vemos o Programa Ajeum, como uma ferramenta política, empreendedora e Antirracista&#8221;, <strong>Eliane Castro, Coordenadora de Programas de Fundo Agbara</strong>.</p>



<p>As inscrições estão abertas até o dia 19 de setembro. <strong>Acesse o link: http://fundoagbara.rds.land/programa-ajeum-a-alimentacao-e-ancestral</strong></p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>&#8220;Deu Match&#8221;: aplicativo gratuito quer facilitar a vida de quem quer comprar de mulheres negras</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/deu-match-aplicativo-gratuito-quer-facilitar-a-vida-de-quem-quer-comprar-de-mulheres-negras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 18:42:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedoras negras]]></category>
		<category><![CDATA[negras plurais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Incentivar o black money e ainda ajudar mulheres negras empreendedoras afetadas pela crise econ&#244;mica por conta do coronav&#237;rus &#233; um dos objetivos do aplicativo &#8220;Deu Match&#8221; . O app&#160; &#233; para dar o Match, entre as empreendedoras negras que poder&#227;o cadastrar gratuitamente todo seu estoque para venda e o comprador dar&#225; o Match direto com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Incentivar o black money e ainda ajudar mulheres negras empreendedoras afetadas pela crise econômica por conta do coronavírus é um dos objetivos do aplicativo &#8220;Deu Match&#8221; .</p>



<p>O app&nbsp; é para dar o Match, entre as empreendedoras negras que poderão cadastrar gratuitamente todo seu estoque para venda e o comprador dará o Match direto com a empreendedora. Facilitando e automatizando as vendas e facilitando aos consumidores a praticarem o giro econômico entre mulheres negras. Todos produtos para que sejam comercializados dentro do âmbito saúde tem obrigação de estarem dentro das regras da OMS.</p>



<p>Caroline Morais CEO&nbsp; da rede Negras Plurais responsável aplicativo, dá mais detalhes sobre o projeto inédito no Brasil que está com uma campanha de financiamento coletivo para que se torne realidade.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>&#8220;Desde o plano de negócio das Negras Plurais a ideia sempre foi ser uma plataforma centralizadora de produtos e serviços. Enquanto não tínhamos recursos financeiros para entrar na tecnologia fizemos esse trabalho de forma orgânica e manual&#8221;, explica Caroline.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="Tk6737b6hYo"><iframe title="DÊ UM MATCH NAS NEGRAS PLURAIS" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/Tk6737b6hYo?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p>Outro ponto forte do projeto é que há mulheres negras envolvidas desde a parte de TI, de criação do aplicativo até a outra ponta, onde entram as empresárias negras. A CEO dos Negras plurais ressalta:</p>



<p>&#8220;Acreditamos que ter o primeiro aplicativo de mulheres negras realizado por uma equipe de protagonismo negro é revolucionário e potente. Sabemos onde devemos atuar e como devemos potencializar só faltava o meio que é a tecnologia. Para expandir mais ainda a rede e principalmente as participantes da rede&#8221;.</p>



<p></p>



<p><strong>Ineditismo e madrinhas famosas</strong></p>



<p>Caroline explica que uma&nbsp; média 2000 mulheres já se inscreveram em projetos realizados da rede Negras Plurais. &#8220;O aplicativo pode ampliar para todo Brasil e América Latina e podendo chegar a números inimagináveis. O ineditismo desse projeto está na autonomia que ele entrega a cada mulher negra que participa e na conexão que é criada por todas elas juntas!&#8221;, explica.</p>



<p>E a ideia genial do projeto fez com que o &#8220;Deu Match&#8221; ganhasse aliadas importantes, como Cris Vianna, Isabel Fillardis, Nara Couto, Kenia Maria, Katiuscia Ribeiro, Dra Katleen Conceição e Dr. Fred Nicácio, Ale Garcia e Flávia Oliveira</p>



<p>A Rede Negras Plurais convocou a comunidade para ajudar a tirar esse projeto do papel e lançar o aplicativo. Por meio de uma campanha da plataforma Benfeitoria, quem quiser somar pode fazer doações a partir de R$ 25 reais . Quem participar da campanha ganha recompensas bem legais. Quem doar R$ 250 reais, por exemplo, ganha uma mentoria no mês de Junho.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="557" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/06/Captura-de-Tela-2020-06-08-às-13.37.34-1024x557.png" alt="" class="wp-image-20162" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/06/Captura-de-Tela-2020-06-08-às-13.37.34-1024x557.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/06/Captura-de-Tela-2020-06-08-às-13.37.34-300x163.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/06/Captura-de-Tela-2020-06-08-às-13.37.34-150x82.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/06/Captura-de-Tela-2020-06-08-às-13.37.34-768x418.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/06/Captura-de-Tela-2020-06-08-às-13.37.34-1536x836.png 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/06/Captura-de-Tela-2020-06-08-às-13.37.34-2048x1115.png 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/06/Captura-de-Tela-2020-06-08-às-13.37.34-696x379.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/06/Captura-de-Tela-2020-06-08-às-13.37.34-1068x581.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/06/Captura-de-Tela-2020-06-08-às-13.37.34-772x420.png 772w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Para ajudar esse aplicativo se tornar realidade contribua com a campanha clicando aqui:</p>



<p><a href="https://benfeitoria.com/negrasplurais">https://benfeitoria.com/negrasplurais</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mulheres discutem comunicação e representatividade, em evento em SP</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/mulheres-discutem-comunicacao-e-representatividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 23:29:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[comunicadoras negras]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedoras negras]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres digitais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>N&#227;o somos todos iguais, nem entre n&#243;s, comunidade negra. Ent&#227;o imagine a complexidade de se criar conte&#250;do para p&#250;blicos complexo, tentando agradar o maior n&#250;mero de pessoas? Voltado para jornalistas, publicit&#225;rios, produtores de conte&#250;do e comunicadores em geral, o Mulheres Digitais, evento com foco na presen&#231;a online das mulheres, traz em sua quinta edi&#231;&#227;o mulheres, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Não somos todos iguais, nem entre nós, comunidade negra. Então imagine a complexidade de se criar conteúdo para públicos complexo, tentando agradar o maior número de pessoas?</p>
<p>Voltado para jornalistas, publicitários, produtores de conteúdo e comunicadores em geral, o Mulheres Digitais, evento com foco na presença online das mulheres, traz em sua quinta edição mulheres, de maioria negra para discutir como do lado da produção de conteúdo, é possível criar formas de entregar um conteúdo interessa e honesto para sua audiência.</p>
<p>O evento traz grandes nomes do jornalismo, da publicidade e do empreendedorismo, como a jovem Monique Evelle, proprietária da <a href="http://evelleconsultoria.com.br">Evelle Consultoria</a> &#8211; Consultoria em Direitos Humanos e integrante do programa <a href="http://g1.globo.com/profissao-reporter/">Profissão Repórter</a> da rede Globo. Monique sobe ao palco para abordar um tema bem espinhoso. Se todo mundo fala sobre tendências por que será que ainda usamos velhos costumes? O que precisa mudar?</p>
<p><figure id="attachment_6849" aria-describedby="caption-attachment-6849" style="width: 1080px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-6849" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2017/09/19931871_472561026410537_5188038653519069184_n.jpg" alt="" width="1080" height="1080" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/19931871_472561026410537_5188038653519069184_n.jpg 1080w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/19931871_472561026410537_5188038653519069184_n-150x150.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/19931871_472561026410537_5188038653519069184_n-300x300.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/19931871_472561026410537_5188038653519069184_n-768x768.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/19931871_472561026410537_5188038653519069184_n-1024x1024.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/19931871_472561026410537_5188038653519069184_n-696x696.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/19931871_472561026410537_5188038653519069184_n-1068x1068.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/19931871_472561026410537_5188038653519069184_n-420x420.jpg 420w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /><figcaption id="caption-attachment-6849" class="wp-caption-text">Monique Evelle do Profissão Repórter</figcaption></figure></p>
<p>Completando o time de empreendedoras  Adriana Barbosa, da <a href="http://www.feirapreta.com.br">Feira Preta</a> e Luana Teófilo, do <a href="https://www.painelbap.com.br">Painel Bap</a> abrem o evento mostrando importantes pesquisas que elas coletaram durante os últimos anos sobre os novos consumidores empoderados e o que isso tem a ver com o mercado atual.</p>
<p><figure id="attachment_6727" aria-describedby="caption-attachment-6727" style="width: 956px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-6727" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2017/09/adriana-barbosa-idealizadora-da-feira-preta-1349450126879_956x500.jpg" alt="" width="956" height="500" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/adriana-barbosa-idealizadora-da-feira-preta-1349450126879_956x500.jpg 956w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/adriana-barbosa-idealizadora-da-feira-preta-1349450126879_956x500-150x78.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/adriana-barbosa-idealizadora-da-feira-preta-1349450126879_956x500-300x157.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/adriana-barbosa-idealizadora-da-feira-preta-1349450126879_956x500-768x402.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/adriana-barbosa-idealizadora-da-feira-preta-1349450126879_956x500-696x364.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/adriana-barbosa-idealizadora-da-feira-preta-1349450126879_956x500-803x420.jpg 803w" sizes="(max-width: 956px) 100vw, 956px" /><figcaption id="caption-attachment-6727" class="wp-caption-text">Adriana Barbosa: Fundadora da Feira Preta</figcaption></figure></p>
<p>O evento ainda traz as jornalistas Daiana Garbin, do canal <a href="https://www.youtube.com/channel/UCg-pv0HJbbmob5dtzRDdtXw">Eu Vejo</a>, Joice Berth do <a href="http://justificando.cartacapital.com.br">Portal Justificando</a>, Bianca Santana da <a href="https://revistacult.uol.com.br/home/">Revista Cult</a>, Aline Ramos do <a href="https://www.buzzfeed.com/?country=br&amp;utm_term=.rfyQBGZar5#.uy5B8dXkOW">BuzzFeed</a> e Alexandra Gurgel do canal <a href="https://www.youtube.com/channel/UC2LQ5jMieMZjb5k5Gprp2JQ">Alexandrismo</a>. As publicitárias Joyce Prestes do <a href="http://www.thinkeva.com.br">Think Eva</a>, Tânia Matsuoka ex <a href="https://www.facebook.com/pages/Pong-Dynasty/526465454095878?fref=mentions">Pong Dynasty</a> e Helenice Moura da <a href="http://www.pragmacomunicacao.com.br/">Pragma Comunicação</a>. E as youtubers Beatriz Diaféria do canal <a href="http://www.pragmacomunicacao.com.br/">Yo Ban Boo</a> e Stella Yeshua do canal <a href="https://www.youtube.com/channel/UCY_7RPrwwz6N_KZUoVQNEqQ">Estaremos Lá</a>.</p>
<p>Essa edição do Mulheres Digitais está sendo feita em parceria com o Mundo Negro e <a href="http://www.comunique-se.com.br/">Portal Comunique-se</a>.</p>
<p>Leitores do Mundo Negro tem desconto especial na compra do ingresso. Serão ao todo 15 inscrições com desconto para quem usar o código MNnoMD05 entre os dias 29/09/17 e 26/10/17. Compre seu ingresso <a href="http://www.eventomulheresdigitais.com.br/#ingressos">clicando aqui. </a></p>
<p>Vale lembrar que o palco é das mulheres, mas homens são bem-vindos na plateia.</p>
<p><strong>Serviço: Mulheres Digitais</strong><br />
Dia: 28 de outubro (sábado) das 9h00 às 17h00<br />
Local: Universidade São Judas – Unidade Mooca. (auditório da reitoria)<br />
R. Taquari, 546 &#8211; Mooca, São Paulo.<br />
<a href="http://www.eventomulheresdigitais.com.br/">http://www.eventomulheresdigitais.com.br/</a></p>
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<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/mulheres-discutem-comunicacao-e-representatividade/">Mulheres discutem comunicação e representatividade, em evento em SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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