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	<title>Arquivos elisa lucinda - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos elisa lucinda - Mundo Negro</title>
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		<title>Elisa Lucinda celebra 40 anos de carreira: &#8220;Somos os mais jovens velhos que a humanidade já teve&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Aos 40 anos de carreira, Elisa Lucinda retoma nos palcos o formato que a revelou nos anos 1980 e leva pelo Brasil o espetáculo &#8220;Ensaio para uma Ideia&#8221;<br></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Elisa Lucinda estreou no Manouche, casa de shows da Zona Sul carioca, o espetáculo &#8220;Ensaio para uma Ideia&#8221;, construído sobre os mesmos pilares que definiram seu trabalho quando chegou de Vitória, no Espírito Santo, ao Rio de Janeiro, há exatamente quatro décadas: poesia declamada ao vivo, música instrumental, conversa direta com o público e improviso sem roteiro fechado. Após a primeira temporada na casa carioca, o espetáculo segue em turnê pelo Brasil, com passagens previstas por Vitória, Goiânia, Brasília, Salvador, São Paulo e Porto Alegre. A produção marca também os 40 anos de uma carreira que acumula 24 livros publicados, 27 produções teatrais, 26 trabalhos em televisão, 27 participações no cinema e cinco prêmios, entre eles o Kikito pelo conjunto da obra artística, concedido pelo Festival de Cinema de Gramado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No palco do Manouche, Elisa dividiu o espaço com o Duo Cafuzo, formado pelo saxofonista Glaucus Linx e pelo percussionista Sandro Lustosa, ambos com carreiras consolidadas nos cenários nacional e internacional. O espetáculo inclui uma caixinha de onde o público sorteia poemas, garantindo que cada apresentação tenha repertório parcialmente definido pela plateia, o que torna cada sessão única. A mesma dinâmica segue na turnê nacional, cujas datas serão anunciadas nos próximos meses.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="400" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-22.png" alt="" class="wp-image-96092" style="width:788px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-22.png 600w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-22-300x200.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-22-150x100.png 150w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: <em> Dalton Valério</em>/ Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A produção retoma um formato que Elisa praticou ao longo dos anos 1980 e 1990 nos bares do Rio ao lado de músicos como o percussionista Foguete Grande, Nestor Capoeira e Mestre Caboquinho, entre outros, num circuito de shows-poema que custava couvert baixo e reunia público escasso no começo, mas funcionou como base de tudo que construiu depois. Conversamos com Elisa Lucinda sobre os 40 anos que separam aquela jovem que chegou da capital capixaba da artista que hoje leva para o Brasil inteiro a mesma mistura de verso, voz e presença, sobre o papel das vozes negras na cultura brasileira e sobre o que a inteligência artificial jamais conseguirá fazer com um poema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;A bola está nas mãos e nos pés sexagenários&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Elisa Lucinda chegou ao Rio de Janeiro no final dos anos 1980 carregando um repertório que havia desenvolvido em Vitória e que, segundo ela, ainda não sabia o efeito que causaria. &#8220;Eu exibia a arte da declamação que havia trazido da minha cidade e ainda não sabia, até chegar nos bares, que meu jeito de dizer poesia iria encantar os pensadores da cidade maravilhosa&#8221;, contou durante a entrevista. Essa abertura de caminho no circuito alternativo carioca produziu vínculos que marcariam toda a trajetória seguinte. Manoel Carlos, Beth Carvalho, Kizuca Iamasaqui, Antonio Pitanga, Martinho da Vila, Zezé Polessa e Zezé Mota são alguns dos nomes que ela associa àquele período de shows nos bares, numa rede de encontros que se formou antes de qualquer visibilidade maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quatro décadas depois, a artista descreve a relação com o palco de forma distinta da que tinha nos anos 1980. Quando jovem, havia a necessidade de provar algo, de mostrar que aquele jeito de dizer poesia tinha sustentação. Agora, ela avalia que o risco continua presente, mas apoiado sobre outro chão: &#8220;Hoje, 40 anos depois, eu não tenho mais que provar nada e, como sou respeitada, é como se meu risco fosse mais seguro. Meus improvisos acontecem em cima de uma dama chamada experiência.&#8221; O ator e comediante Gregório Duvivier, que em seu espetáculo &#8220;O Céu da Língua&#8221; declara abertamente o amor pela palavra falada, disse a Elisa que ela foi para ele uma referência desse caminho, chamando-a de &#8220;princesa da palavra falada&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="1000" height="667" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-24.png" alt="" class="wp-image-96094" style="width:765px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-24.png 1000w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-24-300x200.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-24-150x100.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-24-768x512.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-24-630x420.png 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-24-696x464.png 696w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Jonathan Estrella/ Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Elisa também faz questão de situar essa geração de artistas em que ela e os músicos do Duo Cafuzo se inserem. Glaucus Linx e Sandro Lustosa, assim como ela, pertencem à faixa dos 60 anos, e é sobre essa condição que ela fala com precisão: &#8220;Nós somos da turma dos 60 mais e também somos os mais jovens velhos que a humanidade já teve. Namoram, se divertem, viajam, malham, se medicam com canabidiol, dançam, e estão extremamente produtivos, alinhados na expertise que o tempo de trabalho trouxe.&#8221; O espetáculo também responde ao que ela identifica como carência da cidade. O Rio de Janeiro perdeu ao longo dos últimos anos boa parte das casas que comportavam aquele formato de palco pequeno, sem telão, com artista caminhando entre a plateia. &#8220;O Rio de Janeiro está carente de lugares charmosos como o Manouche e o Rival, e aquela apresentação nos bares não existe mais&#8221;, observou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A temporada carioca produziu um episódio que ela citou como síntese do que espera da turnê: um pai que veio de Três Rios, interior do Rio, assistiu ao show com o filho de 16 anos e, ao final, o adolescente pediu ao pai que comprasse um saxofone para ele. O pai informou à artista que o filho nunca havia visto um saxofonista negro tocar antes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Griô, necropolítica e o que a inteligência artificial não sabe fazer</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrevista com Elisa Lucinda percorreu territórios que vão além do espetáculo no Manouche. A escritora, que ocupa na cultura brasileira um lugar específico como voz que atravessa décadas articulando raça, corpo e linguagem, falou sobre a função do griô na diáspora negra brasileira e sobre os limites da inteligência artificial generativa diante da poesia humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre o papel de griô, Elisa o define a partir de um eixo político e estético ao mesmo tempo. Para ela, a griô é uma pensadora que usa a arte para traduzir um olhar sobre a realidade, capaz de nomear o que a sociedade prefere não ver. &#8220;Uma griô é uma pensadora e usa da arte para traduzir o seu olhar privilegiado. Seu papel principal é retratar a realidade, adversa e não adversa, e exibi-la à sociedade como contribuição reflexiva do que vivemos&#8221;, disse. Ela contextualiza esse papel dentro de uma história de apagamento sistemático: o Brasil, avalia, foi pouco narrado pelas vozes negras porque o povo negro gastou energia demais tentando sobreviver numa sociedade construída para não reconhecê-lo. &#8220;O Brasil foi pouco contado pelas vozes negras. Em geral, o povo negro gasta muita energia tentando sobreviver numa sociedade que foi educada a apagá-lo.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="577" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-25-1024x577.png" alt="" class="wp-image-96095" style="aspect-ratio:1.7757456094772939;width:777px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-25-1024x577.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-25-300x169.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-25-150x84.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-25-768x433.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-25-746x420.png 746w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-25-696x392.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-25-1068x601.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/image-25.png 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Guga Melgar/ Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a conversa chegou à inteligência artificial generativa, Elisa foi precisa na distinção que faz entre aquilo que a tecnologia replica e aquilo que a poesia humana pressupõe. Para ela, a poesia da IA é, no máximo, um arremedo distante de almas que um dia pensaram os dados que a máquina retém. O ponto central de sua argumentação está no erro: muitos poemas nascem do ilógico, do incompreensível, do que não segue caminho previsto. &#8220;O que ela não sabe é que muitos poemas nascem do erro, do ilógico e até da não compreensão. A máquina não conhece a glória do erro&#8221;, afirmou. A inexatidão do ser humano, para Elisa, não é defeito a ser corrigido pela tecnologia, mas condição da qual a poesia real se alimenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Televisão e os próximos destinos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a turnê nacional do &#8220;Ensaio para uma Ideia&#8221; toma forma, Elisa Lucinda segue com presença constante na televisão. Atualmente integra o elenco de &#8220;Coração Acelerado&#8221; e, nos últimos anos, participou também de &#8220;Dona Beja&#8221; e &#8220;Vai na Fé&#8221;. A carreira na TV, que soma 26 produções, corre em paralelo com a produção literária e teatral que a sustenta desde os anos 1980, quando os shows nos bares cariocas ainda eram a única plataforma disponível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A turnê nacional do espetáculo, com passagens previstas por Vitória, Goiânia, Brasília, Salvador, São Paulo e Porto Alegre, tem datas a serem confirmadas. Informações sobre agenda e novidades do espetáculo são publicadas nos perfis do Duo Cafuzo: Glaucus Linx (@glaucuslinx) e Sandro Lustosa (@sandrolustosa).</p>
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		<title>“Cartas Para”: documentário leva vozes de Elisa Lucinda, Paulina Chiziane e Raquel Lima ao Festival do Rio</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/cartas-para-documentario-leva-vozes-de-elisa-lucinda-paulina-chiziane-e-raquel-lima-ao-festival-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 08:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O document&#225;rio &#8216;Cartas Para&#8217;, dirigido por V&#226;nia Lima, ser&#225; exibido na mostra &#8220;Premi&#232;re Brasil: Novos Rumos&#8221; do Festival do Rio. O filme acompanha as escritoras Elisa Lucinda (Brasil), Paulina Chiziane (Mo&#231;ambique) e Raquel Lima (Portugal) na troca de cartas que atravessam o Atl&#226;ntico e revisitam a hist&#243;ria colonial. A produ&#231;&#227;o revela desejos, dores e resist&#234;ncias [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O documentário <strong>&#8216;Cartas Para&#8217;</strong>, dirigido por Vânia Lima, será exibido na mostra “Première Brasil: Novos Rumos” do<strong> Festival do Rio</strong>. O filme acompanha as escritoras<strong> <a href="https://mundonegro.inf.br/festa-literaria-idealizada-por-elisa-lucinda-homenageia-nego-bispo-e-recebe-grandes-nomes-da-literatura/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Elisa Lucinda</a></strong> (Brasil), <strong>Paulina Chiziane </strong>(Moçambique) e <strong>Raquel Lima</strong> (Portugal) na troca de cartas que atravessam o Atlântico e revisitam a história colonial. A produção revela desejos, dores e resistências de escritoras negras em diferentes países da lusofonia, em uma narrativa que mistura som, espiritualidade e corpo para desafiar o racismo, o machismo e a xenofobia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A première acontece no dia 5 de outubro, em sessão para convidados. O público poderá assistir ao filme no dia 6, às 16h15, no <strong>Estação Rio 5</strong>, com debate após a sessão, e no dia 7, às 18h, no <strong>CineCarioca José Wilker 1</strong>. Os ingressos estarão disponíveis no site <strong><a href="https://www.ingresso.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ingresso.com</a></strong> a partir do dia 30 de setembro.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="540" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Paulina-Chiziane1-1024x540.jpg" alt="" class="wp-image-93735" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Paulina-Chiziane1-1024x540.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Paulina-Chiziane1-300x158.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Paulina-Chiziane1-150x79.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Paulina-Chiziane1-768x405.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Paulina-Chiziane1-1536x810.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Paulina-Chiziane1-2048x1080.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Paulina-Chiziane1-796x420.jpg 796w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Paulina-Chiziane1-696x367.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Paulina-Chiziane1-1068x563.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Paulina-Chiziane1-1920x1013.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Paulina Chiziane (Foto: Divulgação)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Todo poeta está escrevendo uma carta, um bilhete. Mesmo que seja para si mesmo. Mesmo que seja para o imaginário. Nunca é sem remetente”, afirmou a poetisa e atriz Elisa Lucinda, no filme. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“O poder de uma voz não conhece fronteiras e atravessa espaços e tempos. (…) Para ter voz, é preciso lutar por ela e conquistá-la”, escreveu Paulina Chiziane, a primeira mulher negra a publicar um romance em Moçambique e a primeira africana a receber o Prêmio Camões (2021), em carta para poetisa e ativista portuguesa Raquel Lima, revelada no filme. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="540" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Raquel-Lima1-1024x540.jpg" alt="" class="wp-image-93736" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Raquel-Lima1-1024x540.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Raquel-Lima1-300x158.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Raquel-Lima1-150x79.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Raquel-Lima1-768x405.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Raquel-Lima1-1536x810.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Raquel-Lima1-2048x1080.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Raquel-Lima1-796x420.jpg 796w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Raquel-Lima1-696x367.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Raquel-Lima1-1068x563.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Raquel-Lima1-1920x1013.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Raquel Lima (Foto: Divulgação)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para Vânia Lima, a experiência foi transformadora: “Acho que contamos uma história juntas, um filme com elas e não sobre elas. Foi uma experiência que mudou a minha forma de dirigir e de pensar documentário. O filme me ensinou a aceitar a força das histórias que ganharam vida própria durante a sua realização. O Festival do Rio será um primeiro encontro com o público, estou ansiosa e grata pela seleção em um dos maiores e mais tradicionais festivais do Brasil.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com mais de 30 projetos no currículo e 25 anos de atuação com o <strong>Grupo Têm Dendê</strong>, a diretora é uma das vozes mais ativas do audiovisual brasileiro. O filme conta ainda com<strong> Keyti Souza</strong> e <strong>Taguay Tayussy </strong>na produção executiva, <strong>Bruno Ramos </strong>na direção de produção e <strong>Cláudio Antônio</strong> na direção de fotografia, reunindo equipes do Brasil, Moçambique e Portugal para celebrar narrativas negras e descentralizadas.</p>
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		<title>Festa Internacional da Palavra em Itaúnas, no ES, rcelebra literatura negra, indígena e quilombola </title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 19:07:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre 21 e 24 de maio de 2025, Ita&#250;nas, distrito de Concei&#231;&#227;o da Barra, no Esp&#237;rito Santo, receber&#225; a segunda edi&#231;&#227;o da Festa Internacional da Palavra. O evento gratuito promete transformar a localidade conhecida por suas dunas m&#243;veis em um importante centro de discuss&#245;es liter&#225;rias, com foco especial na produ&#231;&#227;o de autores negros, ind&#237;genas e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Entre 21 e 24 de maio de 2025, Itaúnas, distrito de Conceição da Barra, no Espírito Santo, receberá a segunda edição da<strong> Festa Internacional da Palavra</strong>. O evento gratuito promete transformar a localidade conhecida por suas dunas móveis em um importante centro de discussões literárias, com foco especial na produção de autores negros, indígenas e quilombolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sob a direção artística da escritora e atriz <strong>Elisa Lucinda</strong>, a programação mistura debates, oficinas, lançamentos de livros e apresentações musicais, levando importantes nomes negros e indígenas da literatura nacional. &#8220;Precisamos que nossas crianças e jovens tenham acesso às obras que reflitam suas realidades e heranças culturais. Quando um jovem negro, indígena ou quilombola se vê na literatura, ele entende que seu lugar no mundo também pode ser escrito, contado e celebrado&#8221;, afirma Lucinda, que escolheu o tema &#8220;Ler a vida&#8221; para esta edição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dois importantes nomes serão homenageados: o pensador quilombola <strong>Nêgo Bispo</strong>, falecido em 2023, e a escritora capixaba <strong>Bernadette Lyra</strong>, referência na literatura regional. O evento contará ainda com participações internacionais, como a cubana <strong>Teresa Cárdenas</strong>, além de nomes como <strong>Ailton Krenak</strong>, <strong>Itamar Vieira Junior</strong>, <strong>Eliana Alves Cruz</strong>, o filósofo <strong>Renato Nogueira</strong> e shows de <strong>Chico César</strong> e <strong>Bia Ferreira</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A curadoria, assinada por <strong>Guiomar de Grammont</strong> e <strong>Lívia Corbellari</strong>, priorizou vozes que representam a diversidade cultural brasileira. &#8220;Itaúnas, com sua paisagem quase surreal, é o cenário perfeito para acolher essas múltiplas narrativas que compõem nossa identidade&#8221;, observa Grammont.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha de Itaúnas como sede não foi acidental. A vila, que é também um parque ecológico, abriga comunidades tradicionais onde a oralidade mantém viva a memória cultural. &#8220;Queremos que os visitantes experimentem essa conexão única entre paisagem, cultura e literatura&#8221;, explica Lucinda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira edição, realizada virtualmente em 2021 devido à pandemia, reuniu nomes como <strong>Lázaro Ramos </strong>e <strong>Daniel Munduruku</strong>. Agora, o evento consolida-se como um dos principais festivais literários do Espírito Santo, com projeção nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Serviço:<br>2ª Festa Internacional da Palavra<br>Data: 21 a 24 de maio de 2025<br>Local: Itaúnas, Conceição da Barra (ES)<br>Entrada franca</p>
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		<title>Festa literária idealizada por Elisa Lucinda homenageia Nêgo Bispo e recebe grandes nomes da literatura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2025 09:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[elisa lucinda]]></category>
		<category><![CDATA[espirito santo]]></category>
		<category><![CDATA[Festa Internacional da Palavra]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com idealiza&#231;&#227;o&#160;e&#160;dire&#231;&#227;o art&#237;stica da escritora&#160;e&#160;atriz capixaba&#160;Elisa&#160;Lucinda, a 2&#170; Festa&#160;Internacional da Palavra re&#250;ne grandes nomes da literatura nacional, aliando arte, oralidade&#160;e&#160;resist&#234;ncia cultural em um evento que atravessa g&#234;neros, gera&#231;&#245;es e territ&#243;rio. Com programa&#231;&#227;o gratuita, a segunda edi&#231;&#227;o promete transformar Ita&#250;nas, no Esp&#237;rito Santo, em um polo de literatura entre os&#160;dias 21&#160;e&#160;24 de maio. Este ano, a&#160;Festa&#160;homenageia&#160;dois [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com idealização e direção artística da escritora e atriz capixaba <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/quem-me-leva-para-passear-elisa-lucinda-lanca-novo-livro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Elisa Lucinda</a></strong>, a <strong>2ª</strong> <strong>Festa Internacional da Palavra</strong> reúne grandes nomes da literatura nacional, aliando arte, oralidade e resistência cultural em um evento que atravessa gêneros, gerações e território. Com programação gratuita, a segunda edição promete transformar Itaúnas, no Espírito Santo, em um polo de literatura entre os <strong>dias 21 e 24 de maio</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Este ano, a Festa homenageia dois grandes nomes da literatura e da luta pelos direitos culturais no Brasil: <strong>Nêgo Bispo e Bernadette Lyra. </strong>Antonio Bispo dos Santos, conhecido como Nêgo Bispo, foi filósofo, poeta, escritor, professor e líder quilombola, deixando um legado de resistência e pensamento crítico sobre identidade, terra e ancestralidade. Já Bernadette Lyra, uma das escritoras mais importantes do Espírito Santo, é reconhecida por sua vasta contribuição à literatura brasileira, explorando os gêneros de ficção e narrativa histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de quatro dias, escritores, poetas, artistas, educadores e leitores se reúnem para debates, oficinas criativas, lançamentos de livros e apresentações musicais. &#8220;Ler amplia nossos recursos para interpretar melhor a vida. Nos dá repertório. Nosso lema deste ano é: Ler a vida! A Festa da Palavra leva esse nome porque ali ela é a protagonista. Tão sutil, tão intensa, tão banal, tão discreta, tão densa… a palavra nos une e tem um grande potencial antibélico”, diz Elisa Lucinda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Festa Internacional da Palavra visa explorar a pluralidade de vozes e a inclusão cultural, dando protagonismo às narrativas decoloniais, indígenas, afro-brasileiras e quilombolas, trazendo autores que ressignificam a literatura e reafirmam a força da oralidade como um dos pilares da identidade nacional.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com curadoria da escritora e dramaturga Guiomar de Grammont e Lívia Corbellari, o evento conta com participações de destaque, começando pela escritora, roteirista e ativista social cubana <strong>Teresa Cárdenas</strong>. Entre os escritores e poetas nacionais, estão nomes como a pedagoga <strong>Kiusam de Oliveira</strong>, o quadrinista <strong>Estevão Ribeiro</strong>, a escritora <strong>Marília Cafe</strong>, o jornalista e ex-deputado federal <strong>Jean Wyllys,</strong> a poeta e cronista<strong> Ediphôn Souza</strong>, a jornalista <strong>Livia Corbellari</strong>, o curador <strong>Saulo Ribeiro</strong>, a articuladora política<strong> Selma Dealdina Mbaye</strong>, a atriz e poeta <strong>Elisa Lucinda</strong>, o ganhador de dois prêmios Jabuti <strong>Itamar Vieira Junior</strong>, o poeta popular <strong>Arquimino dos Santo</strong>s, a atriz <strong>Ingrid Carrafa</strong>, a roteirista e jornalista <strong>Eliana Alves Cruz</strong>, a homenageada da edição <strong>Bernadette Lyra</strong>, a atriz e poeta <strong>Suely Bispo</strong>, a autora <strong>Guiomar de Grammont</strong>, a escritora de literatura de cordel capixaba <strong>Katia Bobbio</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também marcam presença o secretário de formação cultural, livro&nbsp;e&nbsp;leitura do MinC&nbsp;<strong>Fabiano Piúba</strong>, a deputada estadual do ES&nbsp;<strong>Camila Valadão</strong>,&nbsp;e&nbsp;o professor&nbsp;e&nbsp;slammer&nbsp;<strong>João Martins</strong>, além do dançarino&nbsp;e&nbsp;poeta&nbsp;<strong>Marceu Rosário,&nbsp;</strong>a escritora&nbsp;e&nbsp;jornalista&nbsp;<strong>Aline Dias</strong>, o professor&nbsp;e&nbsp;pesquisador&nbsp;<strong>Jeferson Gonçalves</strong>, a escritora&nbsp;e&nbsp;contadora de histórias&nbsp;<strong>Lilian Menenguci</strong>,&nbsp;<strong>Nando Rodrigues</strong>,&nbsp;<strong>Juane Vaillant</strong>,&nbsp;<strong>Geovana Pires</strong>&nbsp;e&nbsp;muitos outros artistas locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No campo do pensamento e ativismo, destacam-se e o escritor, pensador e ativista indígena <strong>Ailton Krenak</strong>, a pensadora e ativista indígena <strong>Yakui Tupinambá</strong>, o filósofo <strong>Renato Nogueira</strong>, a pesquisadora e filha do Nêgo Bispo <strong>Joana Maria</strong>, e a pesquisadora ambiental <strong>Marta Tristão</strong>. Já na música, o evento recebe a cantora e compositora <strong>Sandra Sá</strong>, a cantora <strong>Bia Ferreira</strong>, e o cantor <strong>Chico César</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Festa também dialoga diretamente com a juventude e a educação, incentivando a formação de leitores críticos e conscientes. &#8220;Precisamos que nossas crianças e jovens tenham acesso às obras que reflitam suas realidades e heranças culturais. Quando um jovem negro, indígena ou quilombola se vê na literatura, ele entende que seu lugar no mundo também pode ser escrito, contado e celebrado&#8221;, completa Lucinda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento é um ponto de encontro entre passado e futuro, ancestralidade e contemporaneidade, ampliando o alcance da literatura e seu papel como força transformadora. “Estou feliz por fazer, na vila de Itaúnas, esse movimento de literatura viva e, com isso, levar várias pessoas para tamanha beleza natural — uma vez que a vila é um parque ecológico. Será uma festa que encantará muitos através da literatura oral. Uma festa formadora de leitores, para melhor lermos a vida”, defende Lucinda.</p>
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		<title>Ailton Graça e Elisa Lucinda estrelam &#8220;O Pai da Rita&#8221;, de Joel Zito Araújo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2022 16:21:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Ailton Graça]]></category>
		<category><![CDATA[elisa lucinda]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Joel Zito Araújo]]></category>
		<category><![CDATA[o pai da rita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ap&#243;s ser exibido em festivais nacionais como a 45&#170; Mostra Internacional de Cinema de S&#227;o Paulo (2021) e receber indica&#231;&#245;es a diversos pr&#234;mios no Festival do Rio (2021), estreia no dia 19 de maio o novo longa-metragem de fic&#231;&#227;o de Joel Zito Ara&#250;jo, &#8220;O Pai da Rita&#8221;. O filme &#233; uma com&#233;dia dram&#225;tica que narra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Após ser exibido em festivais nacionais como a 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2021) e receber indicações a diversos prêmios no Festival do Rio (2021), estreia no dia 19 de maio o novo longa-metragem de ficção de <strong>Joel Zito Araújo</strong>, <em>&#8220;O Pai da Rita&#8221;</em>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme é uma comédia dramática que narra a história de Roque e Pudim, músicos, boêmios, e compositores da tradicional escola de samba Vai-Vai que tem como cenário o bairro do Bexiga. Entre lembranças e conflitos, os grandes amigos entram em uma guerra gerada por uma dúvida sobre o passado: Quem é o pai da Rita? Roque, Pudim ou, quem sabe, Chico Buarque? No elenco estão <strong>Ailton Graça, Jéssica Barbosa, Wilson Rabelo, Paulo Betti, Léa Garcia, Nathalia Ernesto e Elisa Lucinda</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerado um dos grandes cineastas e pensadores negros do país, Joel Zito Araújo transita com desenvoltura entre o cinema documentário e de ficção, colocando o negro em cena no Brasil e no mundo. Seu primeiro longa-metragem de ficção, o &#8220;Filhas do Vento&#8221;, de 2004, ganhou 8 Kikitos no Festival de Gramado, incluindo o prêmio de Melhor Diretor, e o de Melhor Filme do Festival de Tiradentes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Joel Zito dirigiu renomados filmes, como os documentários&nbsp; &#8220;A Negação do Brasil&#8221; (2001), vencedor do É Tudo Verdade, e &#8220;Meu Amigo Fela&#8221; (2019), que estreou no Festival Internacional de Roterdã-IFFR e ganhou o Prêmio Especial do Júri na Competição Internacional no É Tudo Verdade, os prêmios de Melhor Filme da Diáspora Africana do FESPACO/Burkina Faso, e&nbsp; de Ja&#8217;Net Documentário no Pan African Film Festival-PAFF em Los Angeles, entre outros. Com uma extensa obra que lhe deu 36 prêmios, atualmente Joel Zito segue a todo vapor, dirigindo a série-documental &#8220;PCC &#8211; O Poder Secreto&#8221; para a HBOMAX, e pretende entreter o público com esta mais nova comédia dramática, &#8220;O Pai da Rita&#8221;, em co-produção com a Globo Filmes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja o trailer:</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="xVlJRs_pHks"><iframe title="O Pai da Rita -  19 de maio nos cinemas (Trailer Oficial)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/xVlJRs_pHks?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>&#8220;Quem me leva para passear&#8221;: Elisa Lucinda lança novo livro</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/quem-me-leva-para-passear-elisa-lucinda-lanca-novo-livro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Dec 2021 13:47:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[elisa lucinda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rec&#233;m-chegada da Bienal de Portugal, a escritora e multiartista lan&#231;a seu 19&#186; livro enquanto estreia dois filmes no Festival do Rio, duas s&#233;ries na Amazon Prime e outros projetos sociais pela Casa Poema. Elisa Lucinda possui uma din&#226;mica de alto movimento &#8211; e a atual fase da poetisa, atriz, escritora e multiartista pode comprovar isso. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Recém-chegada da Bienal de Portugal, a escritora e multiartista lança seu 19º livro enquanto estreia dois filmes no Festival do Rio, duas séries na Amazon Prime e outros projetos sociais pela Casa Poema.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Elisa Lucinda possui uma dinâmica de alto movimento &#8211; e a atual fase da poetisa, atriz, escritora e multiartista pode comprovar isso. No próximo dia&nbsp;<strong>13 de dezembro</strong>&nbsp;na&nbsp;<strong>Blooks Livraria</strong>&nbsp;de Botafogo ela dá início a mais um passo lançando pela&nbsp;<strong>Editora Malê</strong>&nbsp;seu 19º livro, a autoficção <strong><em>Quem Me Leva para Passear</em></strong> retornando a personagem Edite, do &#8220;Livro do Avesso&#8221; (2019) que já está em vias da quarta edição. Fazendo uso da técnica literária fluxo de consciência, a escritora vai nos permitindo conhecer o pensamento de Edite que, em seu monólogo interior, com amor e humor, nos conduz a aprimorar o olhar para a vida e nos provoca na liberdade íntima do pensar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No primeiro volume da série ‘O pensamento de Edite / Livro do Avesso’, ainda não sabíamos que Edite era uma cozinheira e acompanhávamos seu pensamento diário como se estivéssemos lendo alguém que anota tudo que pensa. Neste segundo, não. Ela não escreve, mas nós temos acesso ao que ela pensa. Estamos dentro da cabeça de Edite vivendo com ela os seus sonhos, sua geografia, suas incongruências, contradições, falhas e epifanias, para o que der e vier. Na cabeça de Edite cabe tudo. É um bairro, uma praça imensa, um palácio, um quarteirão, um país. Seu nome próprio, que é também um verbo, já diz a que veio: Edite”, sintetiza a autora.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-Divulgacao-Quem-me-leva-para-passear-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-42570" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-Divulgacao-Quem-me-leva-para-passear-683x1024.jpg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-Divulgacao-Quem-me-leva-para-passear-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-Divulgacao-Quem-me-leva-para-passear-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-Divulgacao-Quem-me-leva-para-passear-768x1152.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-Divulgacao-Quem-me-leva-para-passear-1024x1536.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-Divulgacao-Quem-me-leva-para-passear-1366x2048.jpg 1366w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-Divulgacao-Quem-me-leva-para-passear-150x225.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-Divulgacao-Quem-me-leva-para-passear-300x450.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-Divulgacao-Quem-me-leva-para-passear-696x1044.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-Divulgacao-Quem-me-leva-para-passear-1068x1601.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-Divulgacao-Quem-me-leva-para-passear-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-Divulgacao-Quem-me-leva-para-passear.jpg 1654w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu processo de escrita, Elisa costuma pedir a amigos que leiam seus originais em voz alta “para que ela possa ter a noção da força oral daqueles arranjos de palavras e fazer assim os ajustes rítmicos do tecido em prosa coloquial e poética ao mesmo tempo”, reforça a capixaba. O ritual se repetirá no dia do lançamento, com presenças a serem confirmadas. Dentre os eleitos esteve&nbsp;<strong>Lázaro Ramos</strong>, que depõe na quarta capa do livro suas impressões da história: “Me transportei imediatamente para o universo de Edite que sim, em muitos momentos parecia ser algo particular, do exercício da liberdade dessa mulher preta cheia de desejos, uma querente por excelência e em outros momentos ela era muitas. Percebi pensamentos íntimos de avós, primas, tias, mãe ou até de desconhecidas. Edite é isso&#8230;. Uma ótima companhia para o nosso existir”, resume o ator, escritor e diretor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A parceria dos dois, aliás, vai além. A conexão criada com a personagem foi tanta que Lázaro está&nbsp;produzindo o podcast&nbsp;dos pensamentos de Edite, que serão gravados na voz da autora. E a dobradinha do ator com Elisa poderá ser vista ainda em “<em>Papai é Pop</em>”, filme de Caíto Ortiz que estreia no&nbsp;Festival do Rio&nbsp;e onde Elisa interpreta a mãe de Lázaro que, na trama, é casado com a personagem de Paola Oliveira. No mesmo festival, Lucinda também integra o elenco de outro lançamento, <strong>“<em>O Pai da Rita</em></strong>”, de Joel Zito, onde faz par romântico com Ailton Graça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recém-chegada de Portugal, onde representou o Brasil na&nbsp;Bienal Internacional de Poesias de Oeiras, a poetisa segue gravando a segunda temporada de “<em>Manhãs de Setembro</em>”, do Amazon Prime, onde interpreta Vanusa, a voz na consciência de Cassandra (Liniker) uma mulher trans que trabalha como motogirl. Na mesma plataforma, Elisa integra a série “<em>Desjuntados</em>”, dando vida à mãe do personagem Marcinho, interpretado pelo ator e comediante Yuri Marçal, enquanto aguarda o lançamento, pela Fox Disney, da série “<em>Não foi minha culpa</em>”, sobre violência feminina, dirigida por Susana Lira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E não para por aí: a atriz ganhou o&nbsp;Prêmio Especial do Júri&nbsp;no&nbsp;Festival de Gramado&nbsp;(2020) e, neste dezembro, tomou posse na&nbsp;Academia Brasileira de Cultura, ocupando a cadeira de Olavo Bilac e figurando entre nomes como Zeca Pagodinho, Elza Soares, Christiane Torloni, Ana Botafogo, Carlinhos de Jesus, entre outros. Ainda este mês filma sua participação como uma diretora de escola no filme “<em>Meninas não choram</em>”, produzido pela Morena Filmes. Neste começo de abertura pós pandemia, Lucinda segue numa frenética agenda em que viaja várias capitais do país com suas palestras nos projetos&nbsp;Diálogos Contemporâneos e Histórias Brilhantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A profunda relação de Elisa com&nbsp;<strong>Adélia Prado</strong>&nbsp;aparece em alguns pontos nesta fase profissional. Além de ter escolhido o dia do aniversário da renomada poetisa para o lançamento de “<em>Quem me leva para passear</em>”, Elisa foi convidada pela&nbsp;Editora Record&nbsp;para apresentar a edição especial e limitada de quatro livros de Adélia (A faca no peito / Coração Disparado / Bagagem / Oráculos de maio), onde versa sobre a obra da autora mineira num livreto de 45 páginas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela sua produtora junto à atriz e diretora Geovana Pires,&nbsp;<em>a&nbsp;<strong>Casa Poema</strong></em>, em parceria com MPT e OIT, Lucinda realiza dois projetos: “<strong>Sankofa</strong>”, que apresenta poesia falada nos quilombos, e “Catadoras de Poesia”, projeto em parceria com a&nbsp;<strong>Flup – Festa Literária das Periferias</strong>&nbsp;onde ministra aulas de poesia falada para mulheres de uma cooperativa de catadoras de papel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Enquanto Edite cozinha, refoga devagarinho o alho para o seu arroz soltinho, ela vai cozinhando o mundo ao seu redor. Bota no fogo os culpados, fatia e descasca hipocrisias, cheira mentiras e deixa de molho a injustiça. (&#8230;) Eu chamo Elisa Lucinda de furacão”, declara a escritora e chefe de cozinha&nbsp;Paola Carosella&nbsp;na orelha do novo livro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Título: Quem me leva para passear</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autora: Elisa Lucinda</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assunto: Ficção brasileira</p>



<p class="wp-block-paragraph">ISBN: 978-65-87746-64-7&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Páginas: 196</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sinopse: Em &#8220;Quem me leva para passear&#8221; Elisa Lucinda retorna a personagem Edite, do &#8220;Livro do avesso&#8221;. Fazendo uso da técnica literária fluxo de consciência, Elisa vai nos permitindo conhecer o pensamento de Edite, que em seu monólogo interior com amor e humor nos conduz a aprimorar o olhar para a vida.</p>
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		<title>Produção literária de Carolina Maria de Jesus é tema de exposição do Instituto Moreira Salles em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Sep 2021 01:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Carmen Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Maria de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[elisa lucinda]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição literária]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulheres negras na literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Zezé Menezes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de 25 de setembro (s&#225;bado), o Instituto Moreira Salles exibe, em sua sede de S&#227;o Paulo, a exposi&#231;&#227;o &#8220;Carolina Maria de Jesus: um Brasil para os brasileiros&#8221;. Entrela&#231;ando diferentes linguagens, a mostra apresenta a trajet&#243;ria e a produ&#231;&#227;o da escritora, ressaltando aspectos pouco conhecidos de sua vida e obra. A entrada &#233; gratuita, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A partir de 25 de setembro (sábado), o <strong>Instituto Moreira Salles</strong> exibe, em sua sede de São Paulo, a exposição <strong>&#8220;Carolina<em> Maria de Jesus: um Brasil para os brasileiros”</em></strong>. Entrelaçando diferentes linguagens, a mostra apresenta a trajetória e a produção da escritora, ressaltando aspectos pouco conhecidos de sua vida e obra. A entrada é gratuita, com agendamento prévio.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://mcusercontent.com/76d2ef9363dc3b9c5979766c3/images/3a1d0a8c-26b8-4398-71f9-1ca1325dbaa0.jpg" alt=""/><figcaption>Imagem: Divulgação/IMS</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A seleção reúne aproximadamente 300 itens, entre fotografias, matérias de imprensa, vídeos e outros documentos. Inclui também obras de cerca de <strong>60 artistas</strong>, que dialogam com os temas investigados por Carolina. A curadoria é do antropólogo <strong>Hélio Menezes</strong> e da historiadora <strong>Raquel Barreto</strong> e a assistência de curadoria, da historiadora da arte <strong>Luciara Ribeiro</strong>. A mostra conta ainda com o trabalho de pesquisa da crítica literária e doutora em letras <strong>Fernanda Miranda</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dividida em <strong>15 núcleos temáticos</strong>, a exposição ocupa o 8º e o 9º andar do IMS Paulista, tendo obras presentes também no 5º andar, no térreo e na avenida Paulista. A mostra apresenta as reflexões de Carolina de Jesus ao longo de sua trajetória, da infância na cidade de Sacramento (MG), no contexto pós-abolição da escravatura, passando por sua chegada à capital paulista, pelo lançamento e pela repercussão de seus livros, até o fim de sua vida, em Parelheiros (SP). Na seleção, é possível observar como Carolina interpretou as contradições, a política e a desigualdade do Brasil de seu período. A exposição evidencia também a importância histórica da autora para pautas como o antirracismo, as lutas pelo letramento e pela moradia.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://mcusercontent.com/76d2ef9363dc3b9c5979766c3/images/fded64c4-39e1-d521-f75c-bc5e0ae95330.jpg" alt=""/><figcaption>Estátua em bronze <em>Uma palavra que não seja esperar</em>&nbsp;(2018), de&nbsp;<strong>Flávio Cerqueira</strong>. estará presente na exposição</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A exposição percorre a produção literária de Carolina, abordando a história e a recepção de suas obras e mostrando a amplitude e a complexidade de sua produção, em grande parte presente em cadernos manuscritos ainda não publicados. Para além do <strong>Quarto de despejo</strong> (1960), obra pela qual ficou mais conhecida e em que relata seu cotidiano na favela do Canindé, em São Paulo, a autora lançou em vida: <strong>Casa de alvenaria</strong> (1961), <strong>Pedaços da fome</strong>, cujo título original era <strong>A felizarda</strong> (1963), e <em>Provérbios</em> (1963). Após sua morte, foram publicados também <strong>Diário de Bitita</strong> (1986) e outras edições independentes reunindo textos seus. Ao longo de sua trajetória, <strong>Carolina escreveu ainda poemas, crônicas, peças de teatro e letras de música, a maioria também ainda inédita.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da mostra, as pessoas também encontrarão <strong>fotografias pouco conhecidas da artista</strong>. Há imagens em que a autora aparece sorrindo, usando roupas elegantes, como sobretudos e colares de pérolas, com o cabelo à mostra, de forma altiva. O conjunto traz, por exemplo, um registro de Carolina no aeroporto, em 1961, antes de embarcar para o lançamento de <em>Quarto de despejo</em> no Uruguai. Em outras fotos, ela aparece em um programa de televisão com os filhos, em 1962, ou, ainda, em 1963, utilizando um vestido que confeccionou especialmente para o Carnaval daquele ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dada a relevância e singularidade de Carolina, o IMS e a curadoria consideraram essencial a formação de um conselho consultivo externo que pudesse enriquecer o conteúdo da exposição. O grupo  é composto por&nbsp;<strong>Bel Santos Mayer</strong>, educadora social e uma das criadoras do projeto Biblioteca Caminhos da Leitura;&nbsp;<strong>Denise Ferreira da Silva</strong>, filósofa e professora da University of British Columbia;&nbsp;<strong>Carmen Silva</strong>, escritora e liderança do Movimento Sem-Teto do Centro;&nbsp;<strong>Conceição Evaristo</strong>, doutora em literatura e escritora;&nbsp;<strong>Elisa Lucinda</strong>, escritora, poeta e atriz;&nbsp;<strong>Lúcia Xavier</strong>, assistente social e fundadora da ONG Criola;&nbsp;<strong>Mãe Celina de Xangô</strong>, yalorixá e gestora do Centro Cultural Pequena África;&nbsp;<strong>Paula Beatriz de Souza Cruz</strong>, professora e diretora da Escola Estadual Santa Rosa de Lima;&nbsp;<strong>Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva</strong>, doutora em educação e professora emérita da Universidade Federal de São Carlos;&nbsp;<strong>Sueli Carneiro</strong>, doutora em educação, filósofa e fundadora da ONG Geledés;&nbsp;<strong>Zezé Menezes</strong>, bióloga e ex-coordenadora do Núcleo de Consciência Negra da USP; e a atriz&nbsp;<strong>Zezé Motta</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mostra, haverá um vídeo com depoimentos das integrantes do conselho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviços:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Carolina Maria de Jesus: um Brasil para os brasileiros</strong></em><br><strong>Abertura:</strong> 25 de setembro de 2021<br><strong>Visitação:</strong> até 30 de janeiro de 2022<br><strong>IMS Paulista&nbsp;</strong><br>Entrada gratuita</p>



<p class="wp-block-paragraph">Avenida Paulista, 2424<br>São Paulo<br>Tel.: 11 2842-9120</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horário de funcionamento</strong>: Terça a domingo e feriados (exceto às segundas), das 12h às 18h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para visitar a mostra, é preciso realizar agendamento prévio no seguinte site da <strong><a href="http://www.sympla.com.br/imspaulista">Sympala</a></strong>.</p>
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		<title>Tema do Afro Presença 2021 discute maior presença de universitários negros no mercado de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 16:04:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Afropresença]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Est&#227;o abertas as inscri&#231;&#245;es para o Afro Presen&#231;a 2021, evento 100% online e gratuito que tem como objetivo encorajar o di&#225;logo e a&#231;&#245;es afirmativas para a inclus&#227;o de universit&#225;rios e universit&#225;rias negros e negras no mercado de trabalho. Idealizado e coordenado pelo Minist&#233;rio P&#250;blico do Trabalho (MPT) e com realiza&#231;&#227;o da Rede Brasil do Pacto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Estão abertas as inscrições para o <strong>Afro Presença 2021</strong>, evento 100% online e gratuito que tem como objetivo encorajar o diálogo e ações afirmativas para a inclusão de <strong>universitários e universitárias negros e negras no mercado de trabalho</strong>. Idealizado e coordenado pelo <strong>Ministério Público do Trabalho</strong> (MPT) e com realização da <strong>Rede Brasil do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU)</strong>. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/09/240507936_905545460045155_1634292570356604357_n-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-39576" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/09/240507936_905545460045155_1634292570356604357_n-1024x1024.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/09/240507936_905545460045155_1634292570356604357_n-300x300.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/09/240507936_905545460045155_1634292570356604357_n-150x150.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/09/240507936_905545460045155_1634292570356604357_n-768x768.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/09/240507936_905545460045155_1634292570356604357_n-696x696.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/09/240507936_905545460045155_1634292570356604357_n-1068x1068.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/09/240507936_905545460045155_1634292570356604357_n-420x420.jpg 420w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/09/240507936_905545460045155_1634292570356604357_n.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem: Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"> Trazendo o mote &#8220;Derrube muros, abrindo portas&#8221;, o projeto acontece nos dias 8, 9 e 10 de setembro e reúne em sua segunda edição grandes personalidades como o a jornalista e apresentadora<strong> Luciana Barreto</strong>, o jornalista e crítico de TV <strong>Maurício Stycer</strong>, a historiadora e antropóloga<strong> Lilia Schwarcz</strong>, o Co-fundador do <strong>Instituto Brasileiro da Diversidade</strong> e ativista do movimento negro <strong>Hélio Santos</strong>, o jornalista, escritor, cartunista e ativista na luta pela igualdade racial no Brasil<strong> Maurício Pestana</strong>, a produtora e atriz Maria Gal, a atriz, jornalista, apresentadora e ex-atleta olímpica <strong>Lica Oliveira</strong>, o ex-atleta <strong>Zequinha Barbosa</strong>, o ator brasileiro <strong>Val Perré</strong>, a poetisa, jornalista, escritora, cantora e atriz brasileira<strong> Elisa Lucinda</strong> e o antropólogo brasileiro-congolês <strong>Kabengele Munanga</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os inscritos poderão desfrutar de uma programação de palestras, aulas magnas, debates, painéis e oficinas, além de terem acesso à &#8220;Vitrine de Oportunidades&#8221;, com vagas de emprego disponibilizadas. O evento prepara, ainda, dinâmicas interativas para os participantes e apresentações artísticas de grandes nomes como o <strong>Olodum</strong> e o espetáculo teatral Solano, Vento Forte Africano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta edição, o evento conta com o apoio de grandes marcas como B3, BASF, Bayer, Bradesco, BTG Pactual, Coca-Cola, Colgate, Dow Química, Itaú, J.P. Morgan Brasil, Natura, Santander, TIM e Unilever. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para conferir a programação completa e participar, basta acessar o <strong><a href="https://www.afropresenca.com.br">site do Afropresença</a></strong>. e preencher o formulário de inscrição. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições estarão abertas até o final do evento (10 de setembro).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento acontecerá entre 9h e 21h nos três dias.&nbsp;</p>
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		<title>Dirigida por Elisa Lucinda, Festa da Palavra traz Lázaro Ramos, Ellen Oléria e Chico César como convidados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jul 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[bia ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[chico césar]]></category>
		<category><![CDATA[elisa lucinda]]></category>
		<category><![CDATA[ellen oléria]]></category>
		<category><![CDATA[Feira literária]]></category>
		<category><![CDATA[Festa da Palavra]]></category>
		<category><![CDATA[lazaro ramos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160; 1&#170;&#160; edi&#231;&#227;o da feira liter&#225;ria nacional Festa da Palavra acontecer&#225; entre os dias 22 e 25 de julho. Com dire&#231;&#227;o art&#237;stica da atriz, escritora e poetisa capixaba Elisa Lucinda, com transmiss&#227;o online e gratuita pelo canal do evento no YouTube, a iniciativa &#233; um est&#237;mulo ao h&#225;bito da leitura, intencionando aproximar os leitores dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp; 1ª&nbsp; edição da feira literária nacional<strong> Festa da Palavra</strong> acontecerá entre os dias 22 e 25 de julho. Com direção artística da atriz, escritora e poetisa capixaba <strong>Elisa Lucinda</strong>, com transmissão online e gratuita pelo<a href="https://www.youtube.com/FestaDaPalavra"> canal</a> do evento no YouTube, a iniciativa é um estímulo ao hábito da leitura, intencionando aproximar os leitores dos escritores da língua portuguesa e celebrar o encontro dos autores com o público. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="853" height="853" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/197385970_2802908136686143_2277193696723179480_n.jpg" alt="" class="wp-image-37712" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/197385970_2802908136686143_2277193696723179480_n.jpg 853w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/197385970_2802908136686143_2277193696723179480_n-300x300.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/197385970_2802908136686143_2277193696723179480_n-150x150.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/197385970_2802908136686143_2277193696723179480_n-768x768.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/197385970_2802908136686143_2277193696723179480_n-696x696.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/197385970_2802908136686143_2277193696723179480_n-420x420.jpg 420w" sizes="(max-width: 853px) 100vw, 853px" /><figcaption>Imagem:Jonathan Estrella</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A própria Elisa Lucinda apresenta seu espetáculo “<strong>Palavra é Poder</strong>” no dia da abertura da feira, que acontece em <strong>Itaúnas (Espírito Santo)</strong>. &#8220;Achei que seria muito natural realizar uma festa literária aqui, para que, nacional e internacionalmente, fossem mais reconhecidas suas maravilhas, seu Parque Ecológico, sua culinária especialíssima, a beleza de seu rio, seu forró, sua vida sofisticadamente simples e, por isso mesmo, muito boa. Assim nasceu a Festa da Palavra”, relembra a artista, que possui casa no local onde desenvolveu parte de sua obra literária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre os 23 convidados estão confirmados autores e personalidades como o músico <strong>Chico César</strong>, o ator<strong> Lázaro Ramos</strong>, o escritor e professor indígena <strong>Daniel Munduruku</strong>, o escritor capixaba Caê Guimarães, o poeta cabo-verdiano <strong>Filinto Elísio</strong> e as escritoras Bernadette Lyra e Maria Rezende. O evento conta ainda com apresentações musicais e teatrais, oficina de Kuisam de Oliveira e palestra de Joel Zito Araújo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os shows musicais o destaque fica por conta de duas cantoras e ativistas dos direitos das <strong>mulheres negras e LGBTQ+</strong>, Bia Ferreira e Ellen Oléria. Ambas trazem em seu repertório músicas de força e empoderamento das mulheres negras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devido à pandemia de Covid-19, em sua primeira edição o evento será totalmente online, sem a presença de público. “O nome do projeto tem um propósito de comemorar a palavra, afinal, ela está na base da maioria dos entretenimentos: livros, cinemas, novelas, séries &#8211; tudo nasce na palavra. Fazer uma festa onde a colocamos em seu lugar de rainha, em seu patamar de grande celebrante, pode exercer um papel importantíssimo na formação de leitores, e na inspiração de professores e alunos e tantos outros profissionais”, celebra Elisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A realização do evento é do Instituto Manguerê e do Ministério do Turismo &#8211; Secretaria Especial da Cultura. A produção é da MM Projetos Culturais e o festival conta com o apoio da Secretaria da Cultura do ES, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), da prefeitura municipal de Conceição da Barra e da Sociedade dos Amigos Por Itaúnas (SAPI).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SERVIÇO:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1ª FESTA DA PALAVRA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando: 22 a 25 de julho</p>



<p class="wp-block-paragraph">Horário: A partir das 16h</p>



<p class="wp-block-paragraph">Onde: <a href="https://www.youtube.com/FestaDaPalavra">Canal do evento no YouTube</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>EVENTO GRATUITO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PROGRAMAÇÃO FESTA DA PALAVRA</strong> &#8211; 22 a 25 de julho de 2021</p>



<p class="wp-block-paragraph">DIA 22/07 &#8211; quinta-feira</p>



<p class="wp-block-paragraph">16h – Abertura (presença do Secretário de Cultura do ES, Fabrício Noronha, e do Governador do Estado, Renato Casagrande)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Homenagem a Patrona da Festa – Sra. Maria Filina</p>



<p class="wp-block-paragraph">16h35 – Espetáculo “Palavra é Poder”, com Elisa Lucinda</p>



<p class="wp-block-paragraph">17h30 – Mesa: “Histórias do meu mundo”, Marcelino Freire, Caê Guimarães, Tom Farias e Elisa Lucinda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">19h – Show – Juliano Gauche</p>



<p class="wp-block-paragraph">DIA 23/07 &#8211; sexta-feira</p>



<p class="wp-block-paragraph">16h &#8211; Mesa &#8220;Como me tornei escritora&#8221;, Kiusam de Oliveira, Bernadete Lyra e Maria Rezende.</p>



<p class="wp-block-paragraph">18h &#8211; Ações Literárias da Escola Municipal de Ensino Fundamental Benônio Falcão de Gouvêa, de Itaúnas</p>



<p class="wp-block-paragraph">18h15 &#8211; Mesa &#8220;A força poética das narrativas&#8221;, com João Carrascoza, Elisa Lucinda e<strong> Filinto Eliseo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">19h45 &#8211; Bate papo Musical, com Chico César e Elisa Lucinda</p>



<p class="wp-block-paragraph">DIA 24/07 – sábado</p>



<p class="wp-block-paragraph">16h &#8211; Mesa &#8220;A arte e a liberdade para amar&#8221;, com Valentine, <strong>Jean Willys</strong>, <strong>Viviane Mosé</strong> e Elisa Lucinda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">17h45 &#8211; Mesa “<strong>Na minha pele</strong>”, com Elisa Lucinda e Lázaro Ramos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">19h05 &#8211; Palestra “O cinema negro diaspórico”, com <strong>Joel Zito</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">20h05 &#8211; Espetáculo “Na boca da Palavra” &#8211; Elisa e Geovana Pires.</p>



<p class="wp-block-paragraph">21h05 – Show – <strong>Bia Ferreira</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">DIA 25/07 – domingo</p>



<p class="wp-block-paragraph">16h – Oficina “Corporeidade Poética: Transcendendo o Corpo a partir da Ancestralidade Africana”, com Kiusam de Oliveira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">16h50 &#8211; Exibição do Filme “Itaúnas Sempre Vivo, da foz à nascente” – direção: Jefferson de Albuquerque Junior e Kika Gouvêa. Realização: SAPI – Sociedade Amigos de Itaúnas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">17h30 &#8211; Mesa &#8220;Salve o rio Itaúnas&#8221;, com Daniel Munduruku, Martha Tristão e Márcia Lederman (SAPI).</p>



<p class="wp-block-paragraph">19h25 – Show – Ellen Oléria</p>
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		<title>“Pode entrar”: Elisa Lucinda mostra sua casa no próximo episódio do programa</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/pode-entrar-elisa-lucinda-mostra-sua-casa-no-proximo-episodio-do-programa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rakeche Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 13:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[elisa lucinda]]></category>
		<category><![CDATA[gnt]]></category>
		<category><![CDATA[pode entrar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A poetisa, escritora e atriz&#160;Elisa Lucinda&#160;mostra os c&#244;modos de sua casa no Rio de Janeiro no novo epis&#243;dio de &#8220;Pode Entrar&#8220;, que ser&#225; lan&#231;ado nesta quinta, dia 1&#186; de julho, no YouTube&#160;Casa GNT. No programa, ela compartilha toda a decora&#231;&#227;o que fez sozinha na resid&#234;ncia, de m&#243;veis pintados a l&#225;pis at&#233; imagens de santos restauradas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A poetisa, escritora e atriz&nbsp;<strong>Elisa Lucinda</strong>&nbsp;mostra os cômodos de sua casa no Rio de Janeiro no novo episódio de &#8220;<strong>Pode Entrar</strong>&#8220;, que será lançado nesta quinta, dia 1º de julho, no YouTube&nbsp;<strong>Casa GNT</strong>. No programa, ela compartilha toda a decoração que fez sozinha na residência, de móveis pintados a lápis até imagens de santos restauradas de forma criativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elisa define o local como &#8220;uma casa dos sentidos&#8221;, e também um cenário, por ser onde realiza os ensaios de sua nova peça, e o lugar em que fazia os saraus de poesia antes da pandemia. No tour virtual, ela mostra ainda os instrumentos musicais na sala, a cortina com um poema seu na janela, a coleção de bibelôs no quarto, sua varanda, na qual decora textos, repousa e cuida de suas plantas perfumadas e horta em vasos, entre outros cantos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com direção de Leticia Prisco, a atração, gravada remotamente, conta com novos episódios às quintas, às 21h, no YouTube Casa GNT.<br><br></p>
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