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	<title>Arquivos discursos de ódio - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>&#8216;Se ponha no seu lugar’: Ministras negras enfrentam machismo e racismo no exercício do poder</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 13:48:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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<p>As ministras <strong>Marina Silva</strong> (Meio Ambiente) e<strong> Macaé Evaristo </strong>(Direitos Humanos e Cidadania), duas mulheres negras em posições de destaque no governo <strong>Lula</strong>, são alvos de ataques machistas e racistas sofridos durante exercício de suas funções. Nesta terça-feira (27), Marina reagiu a ofensas em audiência no Senado, enquanto Macaé  contou em um evento que sofre ataques cotidianos nas redes sociais. Os casos, que não são uma novidade na política, mostram o desrespeito das instituições e do público com as mulheres e, sobretudo, com mulheres negras que estão na luta por causas fundamentais para a vida em sociedade.</p>



<p>&#8220;Se ponha no seu lugar&#8221;, disse o senador <strong>Marcos Rogério</strong> (PL-RO), à<strong> Marina Silva</strong> enquanto a ministra tentava defender seu ponto de vista durante a discussão na Comissão de Infraestrutura do Senado sobre pavimentação na Amazônia. Alvo de provocações e interrupções, ela também teve o microfone desligado pelo senador, que também era presidente do colegiado. Já <strong>Macaé Evaristo</strong> falou sobre violência online no Power Trip Summit, em Salvador: &#8220;Recebo xingamentos todos os dias, desde ‘é terrível olhar para mim’ até ofensas ao meu corpo, cabelo e sorriso&#8221;, disse. </p>



<p>Os recentes acontecimentos, que não são casos isolados, trazem de volta às reflexões de <strong>Lélia Gonzalez</strong> sobre como a mulher negra é vista na sociedade brasileira. No livro Por um <em>Feminismo Afro-Latino-Americano</em>, que reúne diálogos e reflexões da intelectual, ela lembra como a opressão racista confina mulheres negras a estereótipos degradantes, mostrando que o racismo e o sexismo as colocam no &#8220;nível mais alto de opressão&#8221;. À exemplo das violências que sofrem nossas ministras, quando são silenciadas e subestimadas, não por sua trajetória política, mas porque há um incômodo em ver suas imagens negras, politizadas e insubordinadas ocupando lugares de autoridade. </p>



<p>&#8220;A dimensão racial nos impõe uma inferiorização ainda maior&#8221;, diz Lélia no livro, mas aqui sabemos que é necessário resistir, como sempre resistimos em nome de nossa existência. Marina incomodou ao resistir: &#8220;Eles gostariam que eu fosse uma mulher submissa. E eu não sou&#8221;, disse ela em entrevista após o episódio da última terça-feira. </p>



<p>Enquanto<strong> Macaé Evaristo</strong> destacou a resistência de mulheres negras no poder: &#8220;Nosso país é racista, machista e patriarcal. Precisamos construir uma irmandade para nos proteger&#8221;.</p>



<p>No livro &#8220;Discursos de ódio contra negros nas redes sociais&#8221;, escrito pela jornalista<strong> Luciana Barreto</strong>, ela mostra que mulheres negras são as maiores vítimas dos discursos de ódio na internet. “Uso no livro uma pesquisa do <strong>professor Luiz Valério Trindade</strong> que mostra que 81% dos discursos de ódio racistas são direcionados às mulheres negras com características semelhantes a minha: profissional com curso superior, cabelo crespo etc”, afirmou em<a href="https://mundonegro.inf.br/em-livro-sobre-discurso-de-odio-na-internet-luciana-barreto-revela-que-mulheres-negras-sao-81-das-vitimas/"> entrevista</a> ao <strong>Mundo Negro</strong>. Ela ainda completa:&#8221; Tem uma intencionalidade muito evidente quando analisamos estes casos: o hater quer minar o emocional, quer atingir e distrair a vítima. De certa maneira, o hater quer “eliminar” a vítima daquele espaço, daquele local que ele julga não pertencer a ela. Brinco quando falo sobre isso: “não vou dar este gostinho ao hater”.</p>



<p>Nós sabemos que resistir pode ser muito difícil, mas isso para nós, mulheres negras é a garantia da nossa sobrevivência. </p>
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		<title>“Sabemos onde sua mãe mora”,  ataque à filha  de Djamila Ribeiro mostra que ódio está acima das questões políticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 00:50:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[discursos de ódio]]></category>
		<category><![CDATA[djamila ribeiro]]></category>
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<p>“Um factoide”. Foi assim que a filosofa <strong>Djamila Ribeiro</strong> definiu um conteúdo em vídeo que repercutia um post publicitário no Instagram da escritora promovendo ações de prevenção ao Covid-19 de uma empresa de Taxi. Ela deu uma entrevista nessa tarde para Globonews para falar sobre o assunto.</p>



<p>Nem todo mundo gostou de ver a ativista promovendo uma empresa de transporte individual no mesmo momento que há protestos em escala nacional criticando o repasse que empresas de entrega e transporte privado urbano fazem aos motoboys e motoristas. &nbsp;</p>



<p>“Uma pessoa fez um vídeo dizendo que eu era contra a greve dos motoboys sendo que essa empresa ( da publicidade) não tinha nada a ver com entregas, que eu era contra a classe trabalhadora , que eu era inimiga das empregadas domésticas, e pegou esse fato e transformou em um factoide completo e de repente quando vi, milhares de pessoas compartilharam esse vídeo e vieram no Instagram para me xingar”, detalha a ativista.</p>



<p>Ativistas estão acostumados com os ataques, mas nesse caso, até a filha da ativista, de 15 anos, acabou recebendo mensagens com conteúdo de ódio . “No domingo, mandaram (mensagens com ameaças) &nbsp;para o meu celular e para o celular da minha filha, aí eu achei a gota d&#8217;água. É a primeira vez que vou à delegacia para tomar uma atitude em relação a isso&#8221;, disse a escritora à Globonews. Djamila registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo.</p>



<p>“A Djamila só pensa em dinheiro”.</p>



<p>“Sua mãe é uma desgraça! Você não tem vergonha de ser filha dela?”.</p>



<p>“Nós sabemos onde sua mãe mora. Não tema arrego”.</p>



<p>“Sua mãe só pensa em dinheiro . Ela está contra os trabalhadores”. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="864" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/Captura-de-Tela-2020-07-28-às-21.28.00-1024x864.png" alt="" class="wp-image-22747" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/Captura-de-Tela-2020-07-28-às-21.28.00-1024x864.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/Captura-de-Tela-2020-07-28-às-21.28.00-300x253.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/Captura-de-Tela-2020-07-28-às-21.28.00-150x127.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/Captura-de-Tela-2020-07-28-às-21.28.00-768x648.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/Captura-de-Tela-2020-07-28-às-21.28.00-696x587.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/Captura-de-Tela-2020-07-28-às-21.28.00-1068x901.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/Captura-de-Tela-2020-07-28-às-21.28.00-498x420.png 498w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/07/Captura-de-Tela-2020-07-28-às-21.28.00.png 1088w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>&nbsp;Essas foram as mensagens, que a jovem recebeu por SMS. Como mensurar o impacto emocional em uma adolescente ao descobrir que haters da sua mãe tem seu número de telefone e ainda sabem onde elas moram?</p>



<p>Djamila ainda lembrou que esses trabalhos publicitários que ela faz em suas redes sociais, financiam as pessoas que trabalham para ela. “As pessoas esquecem o contexto que a gente vive hoje,  de crise, eu tenho uma empresa, eu preciso pagar pessoas”, detalhou a filósofa.</p>



<p>A escritora atacou o Twitter , onde a repercussão do vídeo ganhou maior proporção e disse que a plataforma ganha dinheiro com as polêmicas. “Essa plataforma [ Twitter ] precisa se responsabilizar por explorar economicamente o racismo e a misoginia”, argumentou.</p>
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