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	<title>Arquivos dandara - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>‘Quilombo’: a história de Ganga Zumba, Zumbi, Dandara e o poder da fé na luta contra a escravidão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 17:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[antonio pitanga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste artigo especial para o Novembro Negro e Dia do Cinema Brasileiro, celebrado em 5 de novembro, recordei do filme &#8216;Quilombo&#8217; (1984), estrelado por grandes estrelas como Antonio Pitanga, Tony Tornado, Grande Otelo, Zez&#233; Motta e Antonio Pompeo, exibido no Festival de Cannes e premiado no XXIV Festival de Cinema de Cartagena. Dirigido por Cac&#225; [&#8230;]</p>
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<p>Neste artigo especial para o <strong>Novembro Negro</strong> e<strong> Dia do Cinema Brasileiro</strong>, celebrado em 5 de novembro, recordei do filme<strong> ‘Quilombo’</strong> (1984), estrelado por grandes estrelas como<strong> <a href="https://mundonegro.inf.br/males-filme-de-antonio-pitanga-sobre-o-levante-contra-a-escravidao-no-brasil-estreia-hoje-nos-cinemas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Antonio Pitanga</a>, Tony Tornado, Grande Otelo, Zezé Motta e Antonio Pompeo</strong>, exibido no Festival de Cannes e premiado no XXIV Festival de Cinema de Cartagena.</p>



<p>Dirigido por Cacá Diegues, um dos importantes nomes do movimento Cinema Novo, e baseado nos livros <strong>‘Ganga Zumba’ </strong>e <strong>‘Palmares’,</strong> o filme se passa em meados de 1650, quando um grupo de pessoas escravizadas se rebela em um engenho de Pernambuco e segue em direção ao <strong>Quilombo dos Palmares</strong> em busca da liberdade, junto aos ex-escravizados.&nbsp;</p>



<p>Entre eles está <strong>Ganga Zumba </strong>(Tony Tornado), príncipe africano e futuro líder do quilombo, que se torna padrinho de <strong>Zumbi </strong>(Antonio Pompeo). Anos depois, Zumbi se tornará símbolo da luta pela liberdade ao confrontar as ideias conciliatórias de seu padrinho e liderar Palmares contra o maior exército já mobilizado na história colonial do Brasil, ao lado da sua companheira <strong>Dandara </strong>(Zezé Motta).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="538" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-1024x538.png" alt="" class="wp-image-94632" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-1024x538.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-300x158.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-150x79.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-768x403.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-800x420.png 800w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-696x365.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image-1068x561.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/image.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tony Tornado em &#8216;Quilombo&#8217; (Foto: Divulgação)</figcaption></figure>



<p>O filme ‘Quilombo’ retrata os nossos heróis negros que lutaram pela liberdade, perseveram a cultura e a disciplina com os rituais religiosos. Se na sociedade atual nos desanimarmos com o racismo e as desigualdades, a gente pode assistir esse filme para nos conectarmos com os nossos ancestrais de forma cinematográfica para compreender como a fé aos orixás foi importante na luta contra a escravidão.</p>



<p>É necessário manter uma disciplina, respirar e ouvir seus orixás, que lhe ajudarão a compreender os verdadeiros aliados em uma luta. Não é uma tarefa fácil, mas é o que mantém o nosso povo de pé até hoje. </p>



<p>A trilha sonora também é outro marco do longa de produção brasileira-francesa, composto e gravado na voz do majestoso <strong>Gilberto Gil</strong>. Lançado em 1984, o LP <strong>‘Bande Originale du Film Quilombo’</strong> foi lançado inicialmente na Europa e depois distribuído no Brasil, se tornando um registro simbólico da resistência negra e da ancestralidade.&nbsp;</p>



<p>O filme está disponível no YouTube e o álbum está disponível nas plataformas de streaming. Viva Ganga Zumba! Viva Zumbi! Viva Dandara!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="Ilh0cPBpduU"><iframe title="Filme Quilombo (1984)" width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/Ilh0cPBpduU?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>
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		<title>História de Dandara, heroína que lutou contra escravidão no Brasil, inspira espetáculo infantojuvenil em Salvador</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/historia-de-dandara-heroina-que-lutou-contra-escravidao-no-brasil-inspira-espetaculo-infantojuvenil-em-salvador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Anthunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2023 08:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[dandara]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O espet&#225;culo infantojuvenil &#8220;Dandara na Terra dos Palmares&#8221; homenageia a coragem e a luta das mulheres que fizeram a diferen&#231;a na hist&#243;ria do pa&#237;s. A obra destaca a trajet&#243;ria de Dandara dos Palmares, s&#237;mbolo da resist&#234;ncia dos negros escravizados no s&#233;culo 17. O espet&#225;culo, produzido pela Arte Sintonia Companhia de Teatro, segue em cartaz at&#233; [&#8230;]</p>
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<p>O espetáculo infantojuvenil &#8220;Dandara na Terra dos Palmares” homenageia a coragem e a luta das mulheres que fizeram a diferença na história do país. A obra destaca a trajetória de Dandara dos Palmares, símbolo da resistência dos negros escravizados no século 17.</p>



<p>O espetáculo, produzido pela Arte Sintonia Companhia de Teatro, segue em cartaz até o dia 21 de maio, aos domingos, às 11h, no Teatro Módulo, em Salvador. Os ingressos podem  ser adquiridos no Sympla <strong><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/82351">(CLIQUE AQUI)</a></strong> ou no local, no dia da apresentação, por R$40 (inteira) e R$20 (meia).</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/dandara_na_terra_dos_palmares__foto_anderson_soares___4_-1024x735.jpg" alt="" class="wp-image-65019" width="1024" height="735" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/dandara_na_terra_dos_palmares__foto_anderson_soares___4_-1024x735.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/dandara_na_terra_dos_palmares__foto_anderson_soares___4_-300x215.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/dandara_na_terra_dos_palmares__foto_anderson_soares___4_-150x108.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/dandara_na_terra_dos_palmares__foto_anderson_soares___4_-768x551.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/dandara_na_terra_dos_palmares__foto_anderson_soares___4_-1536x1103.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/dandara_na_terra_dos_palmares__foto_anderson_soares___4_-2048x1470.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/dandara_na_terra_dos_palmares__foto_anderson_soares___4_-696x500.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/dandara_na_terra_dos_palmares__foto_anderson_soares___4_-1068x767.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/dandara_na_terra_dos_palmares__foto_anderson_soares___4_-1920x1378.jpg 1920w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/05/dandara_na_terra_dos_palmares__foto_anderson_soares___4_-585x420.jpg 585w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Anderson Soares.</figcaption></figure>



<p>A montagem traz a história de uma sábia criança negra, que luta contra o racismo estrutural, em um linguagem lúdica para crianças, ao revelar a existência de uma heroína africana. Dandara é uma criança que tem sua vida marcada pelo racismo na escola. Após sofrer bullying e preconceito, a criança passa a rejeitar sua origem, inclusive o seu próprio nome. Com texto de <strong>Antônio Marques</strong> e direção de Agamenon de Abreu, a peça se inspira na história de uma guerreira negra do período colonial do Brasil que lutou ao lado de um dos ícones da resistência negra no país, Zumbi dos Palmares.</p>



<p>Com canções originais de <strong>Emillie Lapa</strong> e <strong>Natalyne Santos</strong>, o espetáculo conta, no elenco, com as atrizes mirins <strong>Maria Alice Xavier</strong> e <strong>Yandra Góes</strong>; os atores da companhia, <strong>Denise Correia</strong>, <strong>Gilson Garcia</strong> e <strong>Leonardo Freitas</strong> além dos atores convidados <strong>Diogo Lopes Filho </strong>e <strong>Natalyne Santos.</strong></p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p><strong>Espetáculo “Dandara na Terra dos Palmares”</strong></p>



<p><strong>Data</strong>: Até 21 de maio (aos domingos)</p>



<p><strong>Horário</strong>: 11h</p>



<p><strong>Local</strong>: Teatro Módulo</p>



<p><strong>Ingressos</strong>: R$40 (inteira) e R$20 (meia)</p>



<p><strong>Vendas</strong>: Sympla <strong><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/82351">(CLIQUE AQUI)</a></strong> ou no local, no dia da apresentação</p>



<p><strong>Classificação</strong>: Livre</p>



<p><strong>Informações</strong>: (71) 99269-8274</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Série do Fantástico terá especial de Consciência Negra com Jessica Ellen neste domingo</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/serie-do-fantastico-tera-especial-de-consciencia-negra-com-jessica-ellen-neste-domingo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 20:51:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Neste domingo, 22 o programa ‘Fantástico’, da Rede Globo, prepara para esse um episódio especial da série “Mulheres Fantásticas”, em homenagem ao Dia da Consciência Negra. Comemorada essa semana, a data faz referência à morte do Zumbi, o então líder do Quilombo dos Palmares. Muito se fala sobre ele, mas pouco se conhece sobre sua mulher. Dandara era uma mulher corajosa, que se uniu aos quilombolas na luta contra a escravidão e seguiu lutando pela liberdade de todos até morrer. Dandara é a personagem retratada na animação da série deste domingo e tem sua história narrada pela atriz Jessica Ellen.</p>



<p>Em seguida, Poliana Abritta conta a história de outra mulher fantástica, a médica Andreia Beatriz Silva dos Santos, que há 15 anos atua como médica em um complexo penal de Salvador, além de dar aulas de Medicina e liderar um movimento comunitário que prove discussões e reflexões sobre os negros no Brasil. “A gente sempre foi estimulado a entender que esse marcador da pele, ele é um marcador que conta muito da história e conta muito de uma maneira que as pessoas têm de nos olhar”, adianta a médica. “O que o processo de escravidão fez foi trazer tornar esses marcadores negativos. E a gente vive as marcas disso até hoje”, complementa. </p>



<p></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-19-at-16.37.25-1-1024x773.jpeg" alt="" class="wp-image-27739" width="543" height="410" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-19-at-16.37.25-1-1024x773.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-19-at-16.37.25-1-300x226.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-19-at-16.37.25-1-150x113.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-19-at-16.37.25-1-768x580.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-19-at-16.37.25-1-696x525.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-19-at-16.37.25-1-1068x806.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-19-at-16.37.25-1-557x420.jpeg 557w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-19-at-16.37.25-1-80x60.jpeg 80w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-19-at-16.37.25-1.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 543px) 100vw, 543px" /><figcaption>Foto: Divulgação</figcaption></figure></div>



<p>Filha de pai empacotador e mãe empregada doméstica, Andreia lembra os ideais de seu pai, expostos em uma carta que ele escreveu para sua mãe em 1966, antes mesmo da filha nascer: “Juntos haveremos de vencer para tornar fácil aqueles que no futuro dependerem de nós.&#8221; Andreia explica o significado disso para ela: “Essa carta ela funciona para mim como um manual de sobrevivência negra, num mundo tão hostil contra pessoas negras.” E carrega os ensinamentos de seu pai com ela, na educação de seu filho.</p>



<p>E comenta de que maneira 2020 ficará marcado pra ela: “2020 marca mais um ano de dor e sofrimento, que o ódio racial contra negros ele foi escancarado pro mundo mais uma vez. (…) Que ele sirva também para que as pessoas brancas também possam contribuir nessa luta”, desabafa Andreia.&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Livro narra crônicas de mulheres cariocas durante pandemia do COVID-19</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/livro-narra-cronicas-de-mulheres-cariocas-durante-pandemia-do-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2020 19:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[dandara]]></category>
		<category><![CDATA[flup]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Publicado pela Editora Conex&#227;o 7 e escrito pelo jornalista e roteirista Jeferson Pedro, o livro de cr&#244;nicas &#8220;Sa&#237;da de Emerg&#234;ncia&#8221; conta as hist&#243;rias de oito mulheres negras do Rio de Janeiro, que n&#227;o tiveram o privil&#233;gio de cumprir o isolamento social em casa, e foram trabalhar durante a pandemia do coronav&#237;rus, arriscando-se em &#244;nibus, trens, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Publicado pela Editora Conexão 7 e escrito pelo jornalista e roteirista Jeferson Pedro, o livro de crônicas “Saída de Emergência” conta as histórias de oito mulheres negras do Rio de Janeiro, que não tiveram o privilégio de cumprir o isolamento social em casa, e foram trabalhar durante a pandemia do coronavírus, arriscando-se em ônibus, trens, metrôs e barcas.&nbsp;</p>



<p>O livro retrata o dia a dia dessas mulheres em situações como os desafios para a realização do saque do auxílio emergencial concedido pelo Governo Federal. &#8220;Carla viu de perto, o sofrimento de quem não conseguia receber o auxílio emergencial. Inconsoláveis, as pessoas choravam sentadas na porta do banco, ou agarradas na grade. Algumas tinham chegado às três da manhã. O desespero de quem não tem de onde tirar dinheiro para comer, não tem cor.&#8221;, retrata determinado trecho do livro.<br><br>O escritor Jeferson Pedro tem uma carreira reconhecida pela FLUP 2012 com a publicação de seu texto&nbsp; “Levando um violão” publicado na antologia 43 novos autores. No mesmo ano, escreveu os argumentos e os roteiros do curta metragem “Danúbio Azul”, e em 2016, do curta “Tião”. Em 2020, lançou o romance Dandara, pela Editora A Dona da Casa.</p>



<p>O lançamento de “Saída de Emergência” ocorrerá no dia 1º de dezembro, às 19h, ao vivo do <a href="https://www.youtube.com/channel/UCb46-pznCRDdKp6lIvx1ZvA">Youtube da Editora Conexão 7</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Wakanda in Madureira faz 2 anos e apresenta o Musical Dandara dos Palmares</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/wakanda-in-madureira-faz-2-anos-e-apresenta-o-musical-dandara-dos-palmares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thais Prado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2020 18:37:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Dabdara dos Palmares]]></category>
		<category><![CDATA[dandara]]></category>
		<category><![CDATA[Wakanda in Madureira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Se a coloniza&#231;&#227;o separou nossas fam&#237;lias, Wakanda quer juntar&#8221;. &#201; dessa forma que professor de Hist&#243;ria e Filosofia Raymundo Jonathan define esse movimento que ele criou e organizou, o Wakanda In Madureira. Para comemorar os dois anos de &#8216;Wakanda in Madureira&#8216;,&#160;o grupo MultiArte do musical Dandara dos Palmares. A entrada ser&#225;&#160;de custo colaborativo do p&#250;blico [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/wakanda-in-madureira-faz-2-anos-e-apresenta-o-musical-dandara-dos-palmares/">Wakanda in Madureira faz 2 anos e apresenta o Musical Dandara dos Palmares</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wakanda-in-madureira-o-que-a-colonizacao-separou-nossa-wakanda-quer-juntar/" target="_blank" rel="noopener">&#8220;Se a colonização separou nossas famílias, Wakanda quer juntar&#8221;</a>.</strong> É dessa forma que professor de História e Filosofia Raymundo Jonathan define esse movimento que ele criou e organizou, o Wakanda In Madureira. Para comemorar os dois anos de &#8216;<strong>Wakanda in Madureira</strong>&#8216;, o grupo MultiArte do musical<strong> Dandara dos Palmares</strong>. A entrada será de custo colaborativo do público e acontece no dia 14 de Março.</p>
<p>&#8220;Venha conhecer e se apaixonar por esta que marcou a História do maior Quilombo do período colonial do Brasil&#8221;.</p>
<p>O Musical &#8216;Dandara dos Palmares&#8217; retrata a história e trajetória da &#8220;guerreira que preferiu a morte à escravidão&#8221; e que hoje é uma das maiores representantes da força da mulher negra. Muito mais do que somente &#8220;a mulher do Zumbi&#8221;, Dandara foi esposa e mãe mas também guerreira e líder da luta contra a escravidão.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Local: Arena Carioca Fernando Torres<br />
Horário: 13hrs<br />
Custo: entrada colaborativa</p>
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<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/B9M6fW4pSZT/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by WΔKΔNDΔ IN MΔDURΣIRΔ (@wakandainmadureira)</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que no Brasil “Hidden Figures” foi traduzido como “Estrelas Além do Tempo”?</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/por-que-no-brasil-hidden-figures-foi-traduzido-como-estrelas-alem-do-tempo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2017 14:43:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cinema negro]]></category>
		<category><![CDATA[dandara]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[machado de assis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mundonegro.inf.br/mundonegro/?p=6181</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#201; not&#243;rio que o Brasil tem uma dificuldade hist&#243;rica na discuss&#227;o clara e consciente sobre o racismo at&#233; hoje institucionalizado em nossa sociedade. Afinal, foram quase 400 anos de escravid&#227;o, criando normas, sistemas e conceitos ainda vigentes no pa&#237;s e que impactam a popula&#231;&#227;o negra cotidianamente.&#160; N&#227;o &#224; toa os dados s&#227;o alarmantes. Liliane Rocha [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/por-que-no-brasil-hidden-figures-foi-traduzido-como-estrelas-alem-do-tempo/">Por que no Brasil “Hidden Figures” foi traduzido como “Estrelas Além do Tempo”?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>É notório que o Brasil tem uma dificuldade histórica na discussão clara e consciente sobre o racismo até hoje institucionalizado em nossa sociedade. Afinal, foram quase 400 anos de escravidão, criando normas, sistemas e conceitos ainda vigentes no país e que impactam a população negra cotidianamente.  Não à toa os dados são alarmantes.</strong></p>
<ul>
<li><em>Liliane Rocha Por Diretora Presidente na empresa <a id="js_5d1" class="profileLink" href="https://www.facebook.com/Gestaokairos/?ref=br_rs" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=899305210132106" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Gestão Kairós</a></em></li>
</ul>
<p>Apesar de termos uma expressiva população negra no Brasil, estimada em 51% da população, somando pretos e pardos, estudos apontam que somente teremos equidade salarial em 127 anos, ou seja meados de 2.137. Em 2010 um estudo sinalizou que dentre as mortes por homicídio no país 75% eram negros. Dos cerca de 16 milhões de brasileiros na extrema pobreza em 2012, 65% eram negros.  Negros representam somente 5,3% no quadro executivo das grandes empresas, 5% dos políticos no congresso nacional. Se estratificarmos o IDH brasileiro em brancos e negros, veremos que o país dos brancos teria índices similares a países europeus, enquanto o país dos negros teria dados extremamente similares aos dos países mais pobres do mundo.</p>
<p>Relembro todos esses dados para reforçar o cenário atual do país, pois muitos céticos ainda duvidam do abismo de direitos entre brancos e negros. E o ponto para o qual quero chamar a atenção nesse artigo é como um filme que traz um posicionamento tão claro em relação a opressão e avanços da luta racial como “Hidden Figures” que traduzido em português teria o título de “Figuras escondidas”, no Brasil é traduzido como “Estrelas Além do Tempo”. Veja bem, não tratasse apenas de uma questão de gostar ou não do título. Está claro que Figuras Escondidas tem um viés mais provocativo e ideológico enquanto “Estrelas Além do Tempo” tem um viés mais romanceado. Assim, a mudança na tradução para o português expressa a dificuldade do brasileiro na discussão transparente do racismo no país.</p>
<p>É evidente que o filme que conta a história de cientistas negras da NASA, que no auge da corrida espacial travada entre Estados Unidos e Rússia durante a Guerra Fria, tiveram um papel crucial para a vitória dos Estados Unidos, liderando uma das maiores operações tecnológicas registradas na história americana e se tornando verdadeiras heroínas da nação, tem no título “Figuras Escondidas” uma clara reflexão crítica em relação as milhares de personalidades sejam  negros, judeus, mulheres, entre outros, que desempenharam papel fundamental ao longo da história da humanidade, mas simplesmente foram saqueados da história.</p>
<p>Vejamos algumas das “Figuras Escondidas” do Brasil na questão racial que você sequer talvez saiba que existiram ou que eram negros e negras.  Vejamos alguns exemplos:</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6184 aligncenter" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2017/06/reproducao_destaque_dandara.jpg" alt="" width="403" height="302" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/reproducao_destaque_dandara.jpg 800w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/reproducao_destaque_dandara-150x113.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/reproducao_destaque_dandara-300x225.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/reproducao_destaque_dandara-768x576.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/reproducao_destaque_dandara-80x60.jpg 80w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/reproducao_destaque_dandara-265x198.jpg 265w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/reproducao_destaque_dandara-696x522.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/reproducao_destaque_dandara-560x420.jpg 560w" sizes="(max-width: 403px) 100vw, 403px" />Dandara dos Palmares</strong> foi uma grande guerreira na lua pela liberdade do povo negro. No século XVII, conquistou espaço de liderança nas lutas palmarinas e enfrentou todas as lutas seguintes em Palmares. Foi companheira do Zumbi de Palmares e seguia ao seu lado sem perder o protagonismo feminino.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-6185 aligncenter" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2017/06/383px-Alberto_Henschel_-_Retrato_de_Jose_do_Patrocinio.jpg" alt="" width="277" height="434" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/383px-Alberto_Henschel_-_Retrato_de_Jose_do_Patrocinio.jpg 383w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/383px-Alberto_Henschel_-_Retrato_de_Jose_do_Patrocinio-96x150.jpg 96w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/383px-Alberto_Henschel_-_Retrato_de_Jose_do_Patrocinio-192x300.jpg 192w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/383px-Alberto_Henschel_-_Retrato_de_Jose_do_Patrocinio-269x420.jpg 269w" sizes="(max-width: 277px) 100vw, 277px" /></p>
<p><strong>Nilo Peçanha, presidente do Brasil</strong> entre 1909 e 1910. Nilo Procópio Peçanha foi o primeiro – e até agora o único &#8211; presidente do Brasil negro. Filho de pai negro e mãe branca, Peçanha assumiu a presidência após a morte de Afonso Pena e ficou no cargo entre 1909 e 1910.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6183 aligncenter" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2017/06/Professor-encontra-obra-esquecida-de-Machado-de-Assis.jpg" alt="" width="419" height="314" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/Professor-encontra-obra-esquecida-de-Machado-de-Assis.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/Professor-encontra-obra-esquecida-de-Machado-de-Assis-150x113.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/Professor-encontra-obra-esquecida-de-Machado-de-Assis-300x225.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/Professor-encontra-obra-esquecida-de-Machado-de-Assis-768x576.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/Professor-encontra-obra-esquecida-de-Machado-de-Assis-80x60.jpg 80w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/Professor-encontra-obra-esquecida-de-Machado-de-Assis-265x198.jpg 265w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/Professor-encontra-obra-esquecida-de-Machado-de-Assis-696x522.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/Professor-encontra-obra-esquecida-de-Machado-de-Assis-560x420.jpg 560w" sizes="(max-width: 419px) 100vw, 419px" /></p>
<p><strong>Joaquim Maria Machado de Assis</strong>, nascido em 1839, quase dispensa apresentações, pois é considerado o maior nome da literatura brasileira. Escreveu em praticamente todos os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%AAnero_liter%C3%A1rio">gêneros literários</a>, sendo poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista, e crítico literário. Testemunhou a mudança política no país quando a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil_Rep%C3%BAblica">República</a> substituiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_do_Brasil">Império</a> e foi um grande comentador e relator dos eventos político-sociais de sua época.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-6186 aligncenter" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2017/06/download-17.jpg" alt="" width="274" height="374" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/download-17.jpg 192w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2017/06/download-17-110x150.jpg 110w" sizes="(max-width: 274px) 100vw, 274px" /></p>
<p><strong>André Rebouças</strong>, nasceu em 1838, filho de Antonio Rebouças, advogado, parlamentar e conselheiro do Império. Estudou nas melhores escolas do Rio de Janeiro, completando seus estudos na Europa, onde se especializou em fundações e obras portuárias. Participou na Guerra do Paraguai (1865-1870), como engenheiro.</p>
<p>Por fim, reafirmo, é está a importante contribuição reflexiva que o filme traz e que a tradução romantizada do título no Brasil, creio não por acaso, põe a perder. Que estas mulheres foram estrelas e marcaram a história além do tempo, assim como milhares de outros homens e mulheres, ninguém dúvida. A questão que as diferenciam, no entanto, é o fato de não terem sido notórias ao grande público.</p>
<p>O fato de terem sido apagadas e escondidas da história. E somente agora, tantos anos depois, trazidas para os centros das atenções. Que o filme sirva como um ponto de atenção para que essa história não continue a se repetir. Que as pessoas sejam reconhecidos pelos seus feitos e não pelo grupo étnico, social, racial, entre centenas de outras características do qual fazem ou não parte.</p>
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