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	<title>Arquivos comercio transatlantico - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>ONU lança portal em português sobre escravidão e tráfico transatlântico </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 16:43:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A nova p&#225;gina cont&#233;m uma gama de materiais educativos sobre o com&#233;rcio transatl&#226;ntico de pessoas escravizadas, resist&#234;ncia, mem&#243;ria e as marcas do racismo.&#160; As Na&#231;&#245;es Unidas lan&#231;aram uma p&#225;gina em portugu&#234;s dedicada &#224; hist&#243;ria do com&#233;rcio transatl&#226;ntico de pessoas escravizadas. O novo portal integra o Programa de Divulga&#231;&#227;o sobre o Com&#233;rcio Transatl&#226;ntico de Escravos e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/onu-lanca-portal-escravidao-trafico-transatlantico/">ONU lança portal em português sobre escravidão e tráfico transatlântico </a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>A nova página contém uma gama de materiais educativos sobre o comércio transatlântico de pessoas escravizadas, resistência, memória e as marcas do racismo.&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">As Nações Unidas lançaram uma página em português dedicada à história do comércio transatlântico de pessoas escravizadas. O novo portal integra o Programa de Divulgação sobre o Comércio Transatlântico de Escravos e a Escravidão, iniciativa criada pela ONU para popularizar o acesso à informação, promover a educação histórica e fortalecer ações de combate ao racismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A página reúne materiais educativos, recursos multimídia e conteúdos produzidos no âmbito das iniciativas das Nações Unidas relacionadas à igualdade racial, aos direitos humanos, à memória e à justiça histórica. O conteúdo também aborda a resistência das pessoas escravizadas e as contribuições históricas, culturais e sociais das populações africanas e afrodescendentes.</p>



<h2 id="h-brasil-foi-principal-destino-nas-americas" class="wp-block-heading"><strong>Brasil foi principal destino nas Américas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados citados pela ONU com base na UNESCO, cerca de 12,5 milhões de africanos e africanas foram deportados à força pelo comércio transatlântico de pessoas escravizadas entre os séculos XVI e XIX. Aproximadamente 5 milhões foram levados para o Brasil, que recebeu o maior número de pessoas escravizadas entre os territórios das Américas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dimensão desse processo ajuda a compreender a formação histórica do Brasil e os impactos que o comércio transatlântico e a escravidão tiveram sobre sociedades afrodescendentes.</p>



<h2 id="h-memoria-tambem-passa-pela-resistencia" class="wp-block-heading"><strong>Memória também passa pela resistência</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O programa das Nações Unidas não se limita ao registro da violência provocada pelo comércio transatlântico. Diversas histórias de resistência, liberdade e atuação de pessoas escravizadas e de seus descendentes também se encontram entre os conteúdos disponibilizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa perspectiva aparece na programação internacional da ONU, que trata a memória como parte do enfrentamento das desigualdades raciais e da construção de políticas de justiça e reparação. Em 2026, o tema do Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão e do Comércio Transatlântico de Pessoas Escravizadas foi “Justiça em Ação: Confrontando a História, Promovendo a Dignidade, Fortalecendo o Futuro”.</p>



<h2 id="h-arca-do-retorno-integra-iniciativa-de-memoria" class="wp-block-heading"><strong>Arca do Retorno integra iniciativa de memória</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os projetos ligados ao programa está a Arca do Retorno, memorial permanente instalado na sede da ONU, em Nova York. Inaugurado em 25 de março de 2015, o monumento foi criado pelo arquiteto haitiano-americano Rodney Leon e convida os visitantes a refletir sobre a dimensão do comércio transatlântico e seus efeitos no presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O memorial é composto por três elementos: um mapa que representa a dimensão global do comércio transatlântico, uma representação das condições enfrentadas durante a travessia e um espaço destinado à memória das pessoas que perderam suas vidas nesse processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova página em português amplia o acesso a esse conjunto de conteúdos para milhões de pessoas que têm o idioma como língua, aproximando materiais de pesquisa, memória e educação de públicos de diferentes países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O portal pode ser acessado em<a href="https://www.un.org/pt/rememberslavery"> un.org/pt/rememberslavery</a>.</p>



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